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Tece comentários sobre a «Tribuna Livre», de Alfredo Pimenta, sobre a procissão de Nossa Senhora da Oliveira.
Pede para rever as provas do artigo sobre Carlos Malheiro Dias publicado “n’ A Voz”, o qual pretende transcrever na revista “Gil Vicente”. Felicita pelo artigo publicado n’ “A Voz” sobre a monarquia. Participa que aguarda a conferência do Porto.
Nasceu em Coimbra a 20 de novembro de 1896. Licenciou-se em direito pela Universidade de Coimbra. Foi professor de Oliveira Salazar, nascendo daí uma longa amizade, que se traduziu na ocupação de lugares chave na área da economia e finança. Nessa linha de atuação, é nomeado em 17 de julho de 1929, administrador com funções de Vice-Presidente do Conselho de Administração e em 20 de abril de 1932 foi nomeado Administrador-Geral. Em janeiro de 1959 viria a cessar funções, por aposentação. Exerceu também cargos no Ministério das Finanças como subsecretário de Estado e como Presidente da Comissão de Reforma Orçamental. Faleceu em 1971. In: https://www.cgd.pt/Institucional/Patrimonio-Historico-CGD/Presidentes-Caixa/Pages/Guilherme-Moreira.aspx
Justifica a impossibilidade de satisfazer um pedido de Alfredo Pimenta em relação a um livro.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e refere as dificuldades das novas funções.
Informa que pretende adotar o livro "Elementos de História de Portugal" nas aulas e pede um exemplar a Alfredo Pimenta.
Participa e esclarece o atraso no envio da carta do irmão.
Acusa a receção do vale do correio para pagamento de letra.
Convite para visitar Exposição de Miniaturas no Salão da Portugália.
Lamenta que estando em Caldelas não o possa visitar em Guimarães. Refere-se à realização da conferência sobre Guilherme de Faria.
Refere-se à conferência, possivelmente sobre Guilherme de Faria. Pede para lhe enviar o número da "Revista de Guimarães", com a conferência de Joaquim Manso e mais algum material sobre esse assunto. Comunica que aguarda as críticas do António Álvaro Dória aos seus trabalhos "Teatro" e "Cela". Tece comentários relativamente ao caso da Sociedade Portuguesa de Escritores.
Refere-se à conferência sobre o poeta Guilherme de Faria. Pede para lhe indicar onde está publicada a conferência de Joaquim Manso. Declara que aguarda as críticas de António Álvaro Dória, na "Gil Vicente", ao seu "Teatro" e à "Cela 27". Tece comentários sobre extinção da Sociedade Portuguesa de Escritores.
Refere-se à crítica de Álvaro Dória ao seu artigo sobre "Malheiro Dias", publicada na "Gil Vicente". Pede-lhe para fazer um comentário crítico ao livro que o Álvaro Dória publicou na Arcádia sobre a sua obra literária. Solicita o envio de dois exemplares do último número da "Gil Vicente".
Agradece palavras de amizade e a hospitalidade concedida pela sua revista ao artigo do António Álvaro Dória, sobre a sua peça.
Agradece hospitalidade que a sua revista lhe concedeu. Refere-se à conferência sobre o poeta Guilherme de Faria. Afirma que vai enviar-lhe um volume seu de "Teatro", após a sua chegada de Londres.
Refere que se vê forçado, por motivos de saúde, a adiar a data da conferência sobre [Guilherme de Faria] para outubro. Pede que transmita a informação ao presidente da Câmara.
Tece comentários elogiosos à crítica de António Álvaro Dória, na "Gil Vicente", sobre o trabalho de Cruz Malpique. Informa que depois da conversa com António Faria a conferência, se o presidente da Câmara concordar, será no dia 3 de abril. Pede para consultar o referido presidente a fim de se fixar a data definitiva.
Refere que a publicação da conferência foi prematura, visto que a mesma foi adiada, por motivos eleitorais.
Agradece o envio da relação dos nomes e moradas dos convidados para o jantar aquando da conferência sobre Guilherme de Faria.
Informa que manda finalmente o trabalho de Cruz Malpique sobre o irmão Carlos Eugénio, para publicação na revista "Gil Vicente". Pede separata desse trabalho e o orçamento para mesma.
Informa que recebeu a edição completa da separata de Cruz Malpique e elogia a sua apresentação. Agradece o trabalho despendido com a mencionada separata.
Presta informações relativas às gravuras, ao preço e à estrutura das separata do trabalho de Cruz Malpique.
Informa que envia separadamente a crítica do "Diário de Notícias" à separata de Cruz Malpique. Refere-se a crítica das "Novidades" e à sua conferência sobre Guilherme de Faria.
Refere-se à publicação do trabalho de Cruz Malpique sobre o seu irmão Carlos Eugénio. Pede para publicar a carta o Cardeal Patriarca. Informa que gostaria que o António Álvaro Dória fizesse na "Gil Vicente" uma crítica ao seu trabalho "Roy Campbell".
Pergunta qual dos bispos, o de Trajanópolis ou o do Porto, é o D. Henrique a que o Guilherme de Faria se referia na sua carta. Informa que fará a conferência no 40.º aniversário da morte do Guilherme de Faria e que aguarda o final do trabalho de Cruz Malpique e as indicações sobre a separata.
Pede informações sobre a vinda de Guilherme de Faria e dos bispos de Trajanópolis e do Porto a Guimarães.
Informa que terminou o trabalho sobre o Guilherme de Faria e que o Bispo D. Henrique era de Trajanópolis. Refere-se ao agendamento da sua conferência sobre Guilherme de Faria para comemoração dos 40 anos sobre a sua morte.
Informa que envia um trecho da conferência sobre Guilherme de Faria. Refere-se à sua a publicação na “Gil Vicente”.
Refere-se ao encerramento da revista "Gil Vicente" e elogia-a. Afirma que este último número tem especial valor por conter as críticas de António Álvaro Dória aos seus trabalhos.
Pede a Alfredo Pimenta que o esclareça sobre a contagem do período de cinquenta anos para que uma obra caía no domínio público.
Agradece a Alfredo Pimenta por ter-lhe enviado um exemplar do livro que escreveu em resposta a José de Arruela.
Pergunta onde pode encontrar a resposta de Alfredo Pimenta ao livro de José de Arruela.
Pedido sobre emprego. Contém quatro documentos: um pedido sobre uma colocação, um cartão de Pedro de Freitas Miranda, uma nota informativa sobre Vieira Machado e um artigo de Alfredo Pimenta publicado no jornal "Noticias de Guimarães"sobre a morte José Maria T. de Faria, com agradecimento de Costa Guimarães a Alfredo Pimenta.
Informa que pretende fazer uma representação de uma obra e que tem de ter em atenção a questão dos direitos de autor.
Trata de uma consulta sobre documentação relativa à refinação do açúcar.
Solicita o envio com urgência da procuração do conde de Margaride.
Informa que enviou a carta precatória e apresenta as despesas.
Acusa a recepção de um vale de dinheiro e uma carta precatória do conde de Margaride, Luís Cardoso Martins da Costa Macedo.
Informa que envia as cartas precatórias do conde de Margaride, Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e as despesas que devem ser liquidadas.
Alerta para a necessidade de ter uma procuração para poder requer o registo da penhora e para que o escrivão lhe entregue a carta precatória.
Tece comentários sobre a colaboração gratuita e remunerada em publicações, bem como sobre o profissionalismo nas duas situações. Refere que, apesar das dificuldades económicas, pode fundar-se um grande jornal de informação e doutrina, através de donativos e gestos mensais avultados de pessoas categorizadas. Comenta a política nacional.
Informa que remete o recibo da Ordem Nova do Padre Olímpio Rebelo. Acusa a receção dos n.º 5 e 6 da revista "Gil Vicente". Refere os motivos pelos quais não voltou a falar com o Múrias sobre a possibilidade da obtenção de fundos para um jornal diário. Tece comentários críticos aos 12 anos de integralismo e elogiosos ao Mestre António Sardinha.
Informa-o sobre a pensão do mês de novembro. Tece comentários acerca da política de "A Ideia Nacional". Refere que espera poder mandar as provas dos rostos ao autor.
Agradece a oferta das "Cartas dos outros para Alfredo Pimenta".
Refere que, na qualidade de antigo assinante da revista "Gil Vicente", fica contente com o seu reaparecimento. Pede para lhe enviar todos os números da referida revista publicados desde do seu reaparecimento e o trabalho sobre a casa da Madre de Deus.
Agradece o volume XXXIII do "Boletim de Trabalhos Históricos" dedicado a Alfredo Pimenta. Tece comentários elogiosos ao referido volume.
Refere que aguarda que Alfredo Guimarães lhe devolva as provas dos rostos para poder imprimir 50 exemplares em papel de linho e que está a tentar arranjar papel vergé igual ao da separata. Lamenta o facto de existirem falsos boatos sobre o desfecho e a liquidação da "Nação Portuguesa".
Refere-se à venda da separata "A política de África de El-Rei D. Sebastião". Tece comentários sobre a "Acção Realista".
Informa que recomendou o seu pedido a um colega da direção da Caixa de Previdência dos Empregados dos Organismos Económicos e que vai o recomendar a outro. Refere-se à revista "Gil Vicente", bem como à urbanização de Guimarães.
Agradece o "Boletim de Trabalhos Históricos" e no qual foi publicado o seu trabalho sobre Alfredo Pimenta.
Refere que o assunto relativo a Guimarães já era conhecido do Ministério do Interior, estando, porém, dependente da apresentação do plano de urbanização de Guimarães.
Agradece a revista "Gil Vicente" com a reprodução do seu artigo. Refere que vai mandar artigo para a referida revista.
Informa-o sobre o seu trabalho e que, logo que lhe seja possível, enviará um artigo para a revista.
Pede para lhe enviar os dados do livro de onde foi extraída a certidão de casamento dos pais de Leandro Rebelo Peixoto e Castro.
Agradece a oferta de "Cartas dos outros para Alfredo Pimenta" e tece-lhe comentários elogiosos. Declara que é assinante da revista "Gil Vicente". Fala do Hélder Martins Faísca.
Agradece o envio da revista "Gil Vicente" com o seu artigo. Refere que manda uma evocação de um jornalista minhoto.
Refere-se à publicação do seu artigo sobre Rebelo Mesquita no jornal as de Guimarães". Comunica que envia cópia da carta a pedir a suspensão da remessa da "Gil Vicente". Tem em anexo a cópia da referida carta.
Agradece o volume XXX do "Boletim de Trabalhos Históricos", de 1980, bem como a separata "Lá vem o comboio novo" . Tece comentários elogiosos à referida separata. Declara que apreciou muito o trabalho de Cruz Malpique .
Grande republicano nasceu em Pedrogão Grande em 1882 e faleceu em Braga em 1956. Viveu na casa n.º 225 da Rua Andrade Corvo. Possuía o curso de Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e o curso preparatório para a antiga escola do Exército. Conheceu Manuel Monteiro em Coimbra, de quem foi amigo e com quem partilhava os ideais políticos. Era professor do ensino liceal em 1910, tendo integrado a 1.ª Comissão Administrativa republicana da Câmara Municipal de Braga. Foi nomeado Bibliotecário em 3-4-1911 da Biblioteca Pública de Braga, passando a diretor em 4 de Julho de 1918. Além de bibliotecário-arquivista competentíssimo e empreendedor, foi também um homem de cultura, um investigador de temas bracarenses. Possuía conhecimentos profundos de história e arqueologia. Daí resultaram centenas de artigos insertos nos jornais locais Correio do Minho e Diário do Minho e textos publicados em revistas da especialidade, como os Anais de Bibliotecas e Arquivos, Biblos, Bracara Augusta, Mínia, etc., bem como uma monografia sobre o Bom Jesus do Monte. Foi também o primeiro diretor do Museu D. Diogo de Sousa, criado em 1918. In: http://historiaporumcanudo.blogspot.com/2010/06/alberto-feio-soares-de-azevedo.html
Afirma que não ouviu falar nada de política e que, quanto à presidência da Câmara de Guimarães, sabe que o Jorge Antunes chegou a ser levado ao Ministério do Interior como o candidato que reunia todas as condições.
Agradece o envio da revista "Gil Vicente", mesmo depois de ter cancelado a assinatura. Felicita a referida revista pelo seu cinquentenário e propõe a publicação na mesma revista de um artigo seu intitulado: "Renascimento Italiano e Europeu", revista.
Pede para lhe enviar os exemplares da revista "Gil Vicente" que lhe faltam. Comunica que a revista "Ocidente" vai publicar um artigo seu sobre a cronologia da composição de várias passagens de "Os Lusíadas". Manifesta a sua admiração por Luís de Camões.
Agradece os exemplares da revista "Gil Vicente" e pede para ser assinante da referida revista. Declara que está ocupadíssimo com a revisão da tradução da sua Gramática Descritiva da Língua Portuguesa.
Pede para receber o grupo coral " Les Petits Chanteurs de Versailles", caso estes o procurem.
Agradece os parabéns pelo seu aniversário natalício. Pergunta o que se passa com o "Notícias de Guimarães" .
Felicita-o pelo último número da revista "Gil Vicente" e salienta os trabalhos de Rui Galvão de Carvalho e de Luís Filipe Aviz de Brito. Informa-o sobre o seu "Dicionário de Gil Vicente" e sobre a sua intenção de editar o "Sôbolos rios que vão", de Camões. Refere que vai preparar o artigo "Notas de Linguagem" para o próximo número da revista "Gil Vicente"
Agradece o reparo ao seu artigo sobre Raul Brandão em "Nova Terra".
Agradece a oferta de "Cartas dos outros para Alfredo Pimenta" e tece comentários elogiosos a Alfredo Pimenta e ao livro. Pergunta se lhe interessam os exemplares da revista "Gil Vicente".
Hugo Rocha nasceu no Porto em 1907 e faleceu na mesma cidade a 24 de fevereiro de 1993. Foi um jornalista e prolífico escritor, autor de mais de uma dezena de monografias de temática variada, desde o romance às viagens e ao espiritismo. Foi jornalista do jornal O Comércio do Porto, de que foi diretor. In:https://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Rocha_(escritor)
Virgílio Godinho nasceu em Ferreira do Zêzere, em 1901 e faleceu em Castelo Branco, em 1987. Ainda como estudante do liceu em Cernache do Bonjardim funda o semanário Selenita. Em 1932 funda e dirige o O Correio da Beira da Sertã. Dirige outros jornais, como o Notícias de Domingo de Lisboa, e o semanário Beira Baixa de Castelo Branco. Foi escriturário, guarda-livros e professor. Exerce a advocacia em Castelo Branco e mais tarde, em Lisboa. Em 1942 vence o Prémio Ricardo Malheiros com a obra Calcanhar do mundo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Verg%C3%ADlio_Godinho
Refere que envia as provas tipográficas devidamente corrigidas, do seu artigo " A dissolução do Casamento no projeto do Código Civil" e pede 6 exemplares do número da ["Gil Vicente"] que publicará esse artigo.