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Notário: Clarisse Gomes da Silva 1º Outorgante: Manuel Alves Machado da Fonseca e Castro e sua esposa Maria Helena de Freitas Bravo da Fonseca 2º Outorgante: Padre António Monteiro Dias
Notário: Clarisse Gomes da Silva 1º Outorgante: Manuel Miranda, casado com Maria Teresa da Cunha Soares de Miranda 2º Outorgante: Viriato Maria de Lima Vanzelar, casado com Leopoldina Tavares Monteiro de Mendes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria de Belém Ribeiro e marido Daniel Pereira de Matos, que também usa o nome de Daniel Matos; 2º Outorgante: Manuel da Costa Pinheiro Martins, casado com Carolina Moreira Pinheiro.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Serafim da Silva Alves e esposa Glória Ribeiro de Faria, que também usa o nome de Glória de Oliveira Faria 2º Outorgante: Manuel Ferreira, casado com Maria Emília Lopes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Manuela Loureiro Moreira Lima e marido António Carlos dos Santos Fernandes Lima 2º Outorgante: Idalina Gomes da Cunha, Manuel Jorge Pereira Martins, casado com Maria de Fátima Gomes Ramos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim de Oliveira 2º Outorgante: Rosa Leite, 3º Outorgante: Maria de Oliveira e marido Adérito Joaquim Fernandes, 4º Outorgante: Joaquim José Fernandes 5º Outorgante: Manuel Ramos Pereira de Carvalho
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João António da Silva Meneses Areias e esposa Maria da Conceição Vaz Saraiva Areias 2º Outorgante: Óscar Manuel Menezes Areias, casado com Maria Augusta Ferreira Areias
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim José de Oliveira Sampaio e esposa Maria dos Prazeres Ribeiro 2º Outorgante: João Pereira e esposa Emilia Rodrigues 3º Outorgante: Manuel Rodrigues e esposa Maria da Conceição Pereira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Jerónimo de Almeida, que também usa o nome de Jerónimo António de Almeida, e esposa Margarida Fernandes de Almeida; 2º Outorgante: Manuel de Magalhães, casado com Maria Fernandes de Magalhães.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Ana Rocha e Silva Ribeiro, que também usa o nome de Ana da Silva Ribeiro 2º Outorgante: Manuel Meireles de Sousa, casado com Teresa de Jesus Gonçalves
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Benedita de Sotto Mayor Donas Botto e Menezes, casada com Fernando Barbosa Gorgel do Amaral 2º Outorgante: Manuel Fernando de Freitas Bravo e esposa Maria Manuela Machado Guimarães de Freitas Bravo
Carta de Francisco José Teixeira para João Manuel Afonso de Macedo, Capelão -Mor do Convento de Santa Clara, trata de assuntos relacionados com uma escritura de rectifição de um dote.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha, casado com Ana Maria Pereira Mendes Ferreira da Cunha 2º Outorgante: José Manuel Ferreira Dias, casado com Maria Jesus de Oliveira Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Augusto Gomes de Castro Ferreira da Cunha, casado com Ana Maria Pereira Mendes Ferreira da Cunha 2º Outorgante: José Manuel Ferreira Dias, casado com Maria Jesus de Oliveira Freitas
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Joaquim Correia Gonçalves e esposa Maria do Carmo Marques Rodrigues 2º Outorgante: Manuel da Costa Gonçalves e esposa Alice Fernandes da Costa 3º Outorgante: Luís de Abreu, casado com Sofia de Oliveira
Paga que fizeram Joana Maria de Araújo, Joaquina Rosa de Araújo e Luísa Rosa de Araújo a favor de seu irmão e tio, Jerónimo Martins da Costa, e de Manuel Baptista Sampaio Guimarães.
Apresenta o autógrafo do rei. Tem selo de cera pendente por trancelim de fios castanhos e beges. Tem inclusa a carta de D. Manuel datada de 21 de Novembro de 1442.
Conjunto de apontamentos e de sínteses dos dados recolhidos para o relatório “A Extinção dos Grémios da Lavoura e Suas Federações" e que, em alguns casos, terão servido para o projeto “O processo português de reforma agrária”, no qual Manuel de Lucena colaborou, tendo aprofundado o estudo dos grémios da lavoura alentejanos (cf. Subsecção B da Secção B). • 1. Apontamentos com ponto de situação sobre o Questionário de 1977/1978 (respondidos e por responder em cada região); correspondência entre a Comissão Coordenadora para a extinção dos grémios da lavoura e suas federações e as comissões liquidatárias (lista com referências às fichas incompletas e em falta). (Cx. 27, Mç. 1, Pasta 2) • 2. Resumos, por federação, do Questionário de 1977/78 enviado aos grémios da lavoura. Recolha feita essencialmente por Maria Fernanda Marques. A organização dos resumos segue o esquema regional do relatório: Norte litoral (Entre o Douro e Minho e Beira Litoral); Vila Real, Nordeste Transmontano e Beira Alta; Beira Baixa, Ribatejo e Estremadura; Distritos de Portalegre e Évora; Baixo Alentejo e Algarve. (Cx. 21, Mç. 2, Pasta 1) • 3. Apontamentos manuscritos de Manuel de Lucena com resumos dos dados recolhidos para a caracterização das comissões liquidatárias dos ex-grémios da lavoura e do(s)contexto(s) em que atuaram: manobras de antecipação na perspetiva da anunciada extinção; datas de nomeação e posse; listas nominativas; substituições e demissões dessas comissões e nomeação de comissões administrativas; composição socioprofissional e conotações políticas das Comissões Liquidatárias. (Cx. 22, Mç. 3, Pastas 1 e 2) • 4. Complementa o conjunto de resumos anterior e inclui vários documentos. Estão relacionados com: as extinções efetivas dos grémios da lavoura; a composição socioprofissional, as conotações políticas, as nomeações e posses (antecipações), a substituição e demissões das Comissões Liquidatárias; e as comissões administrativas das Câmaras Municipais. Pasta 1 – “Extinção dos Grémios da Lavoura”. Apontamentos e quadros com informação sobre os grémios da lavoura efetivamente extintos à data da investigação e sobre as cooperativas que lhes sucederam. (Cx. 23, Mç. 1, Pastas 1) Pasta 2 – “Composição socioprofissional das Comissões Liquidatárias”, dossier elaborado com a colaboração de Rita Lucena. Contém: quadros que compilam informações sobre os membros que compunham as comissões liquidatárias dos grémios da lavoura das regiões de Portalegre, Évora e Baixo Alentejo; informações sobre o questionário enviado aos (ex-)grémios da lavoura, com alguma da correspondência recebida entre agosto e setembro de 1977, com um ponto de situação de quem ainda não respondera e era necessário voltar a contactar, e com um quadro-síntese, por federação, das respostas recebidas sobre as comissões liquidatárias ou administrativas (nomeadamente a sua composição e as profissões dos seus membros); compilação de informações, agrupadas por federação, relativas à composição das comissões liquidatárias que foram enviadas, em geral, entre agosto e outubro de 1977, ao Grupo de Trabalho para a extinção dos grémios da lavoura e suas federações (existe uma “subpasta” para cada federação de grémios da lavoura e para as ilhas da Madeira e dos Açores e, no seu interior, está correspondência enviada por alguns dos (ex-)grémios e, geralmente, um quadro-síntese ou uma lista-síntese dos dados recebidos). Note-se que alguma da correspondência relacionada com o questionário e as respostas aos mesmos encontram-se no interior dos dossiers dos grémios da lavoura (ver a série 02 desta Subsecção). As recolhas feitas sobre os membros das comissões liquidatárias para as regiões de Portalegre, Évora e Baixo Alentejo foram utilizadas por Manuel de Lucena no projeto conduzido por António Barreto no Gabinete de Estudos Rurais, provavelmente por essa razão se encontram logo no início da pasta. (Cx. 23, Mç. 1, Pasta 2) Pasta 3 – “Comissões Administrativas das Câmaras Municipais (1974/1975)”. Pasta com apontamentos sobre este tema e fotocópias de extratos de Diários do Governo em que foi publicada, entre 1974 e 1975, informação sobre a dissolução de várias Câmaras Municipais e a nomeação de comissões administrativas para sua substituição. (Cx. 23, Mç. 1, Pastas 3) • 5. Apuramento de dados sobre a situação financeira e a situação do pessoal dos (ex-)grémios da lavoura: Pasta 1 - Síntese de dados sobre a situação financeira dos grémios da lavoura, entre 1973 e 1977, com um balanço do seu capital ativo e passivo em alguns desses anos. Apontamentos agrupados por federação: apontamentos originais para grémios da lavoura do Entre Douro e Minho, Beira Litoral, Beira Baixa, Baixo Alentejo e Algarve; fotocópias de apontamentos para os grémios da lavoura de Vila Real e Alto Douro, Beira Alta, Estremadura, Ribatejo, Portalegre e Évora. (Cx. 23, Mç. 2, Pasta 1) Pasta 2 – Contém: contabilização do número de trabalhadores no ativo e de trabalhadores a receber pensão complementar de reforma em cada grémio da lavoura; balancete das dotações fixas dos grémios da lavoura e das cooperativas agrícolas em 1976 e em 1977 (dados da FNPT - Federação Nacional dos Produtores de Trigo); dotações fixas, comparticipações provisórias e comissões de cobrança liquidadas em 1973 aos grémios da lavoura e outras entidades (dados da JNV - Junta Nacional do Vinho); quadro de pessoal de alguns dos (ex-)grémios da lavoura; relação do pessoal, proveniente dos grémios, admitido nas delegações e secções regionais do Instituto dos Cereais; síntese, por federação e por grémio da lavoura, do número de funcionários em 1976(?). (Cx. 23, Mç. 2, Pasta 2) • 6. Apuramento de dados por regiões. Conjunto de apontamentos manuscritos com síntese de dados sobre a história dos grémios da lavoura desde o 25 de abril de 1974 até à tomada de posse da primeira comissão liquidatária, sobre efemérides políticas das comissões liquidatárias, sobre a sua evolução económica entre 1974 e 1976/77 e sobre o seu processo de liquidação. Reportam-se aos grémios da lavoura das federações do Entre o Douro e Minho, Beira Litoral, Nordeste Transmontano, Vila Real e Alto Douro, Beira Alta, Beira Baixa, Ribatejo, Portalegre, Évora, Baixo Alentejo e Algarve. Existem ainda nesta pasta mais alguns apontamentos de Manuel de Lucena relativos às federações e grémios da lavoura do Algarve, Estremadura, Ribatejo, Entre o Douro e Minho e Vila Real. (Cx. 25, Mç. 2, Pasta 2) • 7. Apuramento de dados II – Sul (Alentejo, Ribatejo, Estremadura e Algarve): Pasta 1 - Contém um conjunto de quadros-síntese, manuscritos, sobre a história dos grémios da lavoura desde o 25 de abril de 1974 até à tomada de posse da primeira comissão liquidatária, sobre efemérides políticas das comissões liquidatárias, a evolução económica e o processo de liquidação dos grémios. Reportam-se aos grémios da lavoura das federações de Portalegre, Évora, Baixo Alentejo, Estremadura, Ribatejo e Algarve. Existe, no entanto, um quadro com o título “Das comissões liquidatárias às cooperativas” relativo a alguns grémios da lavoura da federação da Beira Baixa, mas não está preenchido. (Cx. 3, Mç. 2, Pasta 2) Pasta 2 - Contém um conjunto de quadros-síntese, datilografados e com anotações de Manuel de Lucena, relativos a grémios da lavoura das federações de Portalegre, Évora e Baixo Alentejo. Em suma, abordam: 1. a sua história desde o 25 de abril de 1974 até à tomada de posse da primeira comissão liquidatária; 2. as diligências para a sua extinção, conflitos e problemas que emergiram deste processo, posições dos seus funcionários e as decisões oficiais tomadas; 3. a evolução do seu volume de vendas, o Crédito Agrícola de Emergência (CAE), a sua situação financeira e o seu nível de atividade; 4. os serviços prestados aos agricultores, a colaboração com os organismos de coordenação económica e serviços públicos e a dinamização de cooperativas. Para a federação do Baixo Alentejo existem mais alguns quadros, além dos já referidos, que se encontram também no anexo 3 do vol. 6 da versão preliminar do relatório “A Extinção dos Grémios da Lavoura e Suas Federações" (veja-se a Cx. 3, Mç. 1). A reunião destes quadros, iguais aos que estão em anexo no referido relatório (veja-se os anexos dos vols. 5 e 6, que estão na Cx. 2, Mç. 3 e na Cx. 3, Mç. 1), e as anotações acrescentadas posteriormente por Manuel de Lucena foram, muito provavelmente, realizadas aquando da sua participação no projeto conduzido por António Barreto no Gabinete de Estudos Rurais (veja-se a Subsecção B da Secção B). (Cx. 3, Mç. 2, Pasta 1) • 8. Apontamentos manuscritos com uma síntese de dados sobre a composição socioprofissional das Direções, dos membros da mesa do conselho geral e das comissões liquidatárias dos seguintes grémios da lavoura: Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Freixo de Espada à Cinta, Alfândega da Fé, Mogadouro, Mirandela, Miranda do Douro, Vimioso, Vila Flor, Vinhais (federação do Nordeste Transmontano); Albufeira, Faro e Alportel, Castro Marim, Alcoutim e Vila Real de Santo António, e Lagoa (federação do Algarve). (Cx. 25, Mç. 2, Pasta 3) • 9. Pasta intitulada: Ditos e “bocas” sobre os grémios da lavoura e a sua extinção (por regiões). São apontamentos manuscritos de Manuel de Lucena, em que se reúne uma série de citações e de impressões recolhidas. (Cx. 25, Mç. 2, Pasta 4) • 10. “Fichas várias” sobre a extinção dos grémios da lavoura. Reúne fichas de leitura e outros apontamentos de Manuel de Lucena sobre questões ligadas a esta extinção (organizações sindicais, cooperativas agrícolas, ligas, CAE, entre outras) e uma lista de documentos a obter ou consultar a nível geral e a nível regional. (Cx. 25, Mç. 2, Pasta 5) • 11. Conjunto de apontamentos e de sínteses: sobre a criação de grémios da lavoura e sobre grémios que sucederam a sindicatos agrícolas; vários indicadores sobre os grémios da lavoura das federações de Portalegre, Évora e Baixo Alentejo; listagem de legislação sobre cooperativas agrícolas; cooperativas agrícolas anexas aos grémios da lavoura; grémios da lavoura transferidos para cooperativas agrícolas; relação das cooperativas agrícolas em comissão administrativa; listagem de facilidades, isenções e reduções fiscais a averiguar; comissões liquidatárias dos grémios da lavoura e direção de cooperativas; informações sobre cooperativas dos distritos de Portalegre e de Évora e do Baixo Alentejo; lista das comissões administrativas, suspensões e retiradas de alvará; informações sobre a direção, conselho geral e fundadores, assim como sobre os presidentes de alguns grémios da lavoura. É possível que alguns destes apontamentos tenham sido realizados já no âmbito do projeto “O processo português de reforma agrária durante o processo revolucionário de 25 de abril de 1974 a 3 de julho de 1976” por alguns conterem apenas dados referentes às federações de grémios da lavoura de Portalegre, Évora e Baixo Alentejo (cf. Subsecção B da Secção B). (Cx. 31, Mç. 1, Pasta 5) • 12. Pasta com apontamentos e documentos variados. No que concerne à constituição dos grémios da lavoura, existe um apontamento sobre algumas datas e o modelo de estatutos destes grémios. Inclui também: apontamentos sobre a relação dos grémios da lavoura com o anterior sindicalismo agrícola e listas, por região, dos antigos sindicatos agrícolas; quadros com informações sobre as cooperativas agrícolas anexas aos grémios da lavoura, criadas a partir de 1937, por federação, e notas sobre a nomeação dos membros das comissões liquidatárias; apontamentos sobre a atividade dos grémios da lavoura e uma cópia do relatório do Grupo de Trabalho para a extinção dos grémios da lavoura e suas federações, de 9 de novembro de 1977, enviado ao Ministro da Agricultura e Pescas (trata-se de um relatório que resultou de um estudo levado a cabo pelo Grupo sobre a substituição das funções comerciais da organização corporativa por atividades e funções do Estado, das associações e setores privados e do setor cooperativo). (Cx. 31, Mç. 1, Pasta 5) • 13. Apontamentos e síntese de dados sobre: o setor comercial dos grémios da lavoura do Nordeste Trasmontano, de Vila Real e Alto Douro, da Beira Alta, do Entre o Douro e Minho, da Beira Litoral, da Estremadura, do Ribatejo, da Beira Baixa, do distrito de Portalegre, do distrito de Évora, do Baixo Alentejo e do Algarve; compras e vendas de grémios da lavoura do Entre o Douro e Minho, do distrito de Évora, da Beira Litoral, da Beira Baixa, do Ribatejo, da Estremadura, de Portalegre, Évora e Baixo Alentejo, e do Algarve, entre 1945 e 1976/77. (Cx. 31, Mç. 1, Pasta 4)
Estas “Fichas de Viagem” são apontamentos de Manuel de Lucena sobre dados recolhidos nas visitas e entrevistas realizadas “in loco” a alguns dos ex-grémios ou cooperativas agrícolas, localizados/as nas seguintes regiões: 1. Fichas de Viagem I – províncias alentejanas: Pasta 1 – Distrito de Portalegre: Alter do Chão; Arronches; Avis; Campo Maior; Castelo de Vide; Crato; Elvas; Fronteira; Gavião; Marvão; Monforte; Nisa; Ponte de Sor; Portalegre; Sousel; e síntese de dados sobre vários ex-grémios ou cooperativas agrícolas deste distrito. Pasta 2 – Distrito de Évora: Alandroal; Arraiolos; Borba; Estremoz; Évora e Viana do Alentejo; Montemor-o-Novo e Vendas Novas; Mora; Mourão; Portel; Redondo; Reguengos de Monsaraz; e Vila Viçosa. Pasta 3 – Baixo Alentejo: Alcácer do Sal; Aljustrel; Almodôvar; Alvito; Beja; Castro Verde; Cuba; Ferreira do Alentejo; Grândola; Mértola; Moura e Barrancos; Odemira; Ourique; Santiago do Cacém; Serpa; Sines; Vidigueira; e síntese de dados sobre vários ex-grémios ou cooperativas agrícolas desta região. Pasta 4 – Contém breve apontamento sobre extinção dos grémios e cooperativas agrícolas de Sousel, Monforte e Serpa. 2. Fichas de Viagem II – províncias não alentejanas: Pasta 1 – Nordeste Transmontano: Alfândega da Fé; Bragança; Carrazeda de Ansiães; Freixo de Espada à Cinta; Macedo de Cavaleiros; Miranda do Douro; Mirandela; Mogadouro; Moncorvo; Vila Flor; e Vimioso. Pasta 2 – Vila Real e Alto Douro: Armamar; Boticas; Chaves; Murça; Tabuaço; Valpaços; Vila Nova de Foz Côa; Vila Pouca de Aguiar; Vila Real; e sínteses para ex-grémios da região de Vila Real e Alto Douro. Pasta 3 – Beira Alta I – zona da Guarda: Celorico da Beira, Gouveia, Guarda e Manteigas, Mêda, Pinhel, Santa Sátão e Aguiar da Beira, Mortágua, Tábua, e Trancoso; Beira Alta II – zona de Viseu: Carregal do Sal, Mangualde, Moimenta da Beira, Nelas, Oliveira de Frades, Oliveira do Hospital, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro Sul, Tarouca, Viseu, e Vouzela. Pasta 4 – Beira Baixa: Castelo Branco, Covilhã e Belmonte, Fundão, Idanha-a-Nova; Penamacor, e Sertã e Vila do Rei. Pasta 5 – Entre Douro e Minho: Barcelos, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico e Mondim de Basto, Esposende, Fafe, Felgueiras, Gondomar, Guimarães, Maia, Matosinhos, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes de Coura, Penafiel, Ponte de Lima, Resende, Ribeira de Pena, Santo Tirso, Valença (do Minho), Valongo, Viana do Castelo e Caminha, Vila do Conde, Vila Nova de Cerveira, e Vila Nova de Famalicão. Pasta 6 – Beira Litoral: Albergaria-a-Velha, Ansião, Arganil, Aveiro e Ílhavo- Bunheiro-Murtosa, Cantanhede, Coimbra, Condeixa, Estarreja, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira de Azeméis, Ovar, Pombal, Soure, e Vagos. Pasta 7 – Estremadura: Alcobaça, Almada e Seixal, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Loures, Lourinhã, Mafra, Moita e Barreiro, Montijo, Óbidos, Palmela, Peniche, Porto de Mós, Sesimbra, Sobral de Monte Agraço, e Torres Vedras. Pasta 8 – Ribatejo: apontamentos mais sintéticos sobre Abrantes, Chamusca, Coruche e Golegã. Depois: Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Cartaxo, Chamusca, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Tomar e Ferreira do Zêzere, e Torres Novas, Barquinha e Entroncamento. Pasta 9 – Algarve: Albufeira, Lagoa, Loulé, Monchique, Moncarapacho e Olhão, Portimão, Silves, e Tavira. • Nota: Esta divisão, em províncias alentejanas e não alentejanas, deve ter sido uma organização posterior, feita aquando da participação de Manuel de Lucena no projeto “O processo português de reforma agrária durante o processo revolucionário de 25 de abril de 1974 a 3 de julho de 1976” (cf. Subsecção B da Secção B).
Conjunto de pastas que estavam num dossier com as seguintes legendas: Corporativismo Português; O.C.E’s; Grémios; Condicionamento Industrial; Avisos prévios: vinho, OCE’s, sindicatos, corporações (?), JNA. • 1. Pasta intitulada “Organização Corporativa e organismos de coordenação económica. Diplomas gerais. Também condicionamento industrial”. Contém: listagens e fotocópias de notícias publicadas no “Diário de Notícias”, em 1972, sobre a organização corporativa e a coordenação económica; referência em listas manuscritas e fotocópias de diplomas legais publicados no “Diário do Governo“ (lei n.º 1 956 de 17 de Maio de 1937, sobre o condicionamento industrial, em D.G. I série n.º 113, de 17 de Maio de 1937; decreto-lei n.º 29 904, de 7 de Setembro de 1939, que autoriza o governo a tomar várias providências em relação à importação e exportação para assegurar o regular abastecimento país, em D.G., I Série, n.º 210, de 7 de Setembro de 1939; decreto-lei n.º 13 337, de 23 de Outubro de 1950, que cria no Ministério da Economia a Comissão de Coordenação Económica e define as suas atribuições, em D.G., I série, n.º 214, de 23 de Outubro de 1950; decreto-lei n.º 40 324, de 6 de Outubro de 1955, que constitui e define as competências do Conselho Corporativo, em D.G. I série, n.º 216, de 6 de Outubro de 1955) e no boletim da JNA (proposta de lei sobre o condicionamento industrial de 1950; decreto-lei n.º 42 294, de 2 de Junho de 1959; decreto-lei n.º 160/71 de 1 de Abril de 1970, e decreto-lei n.º 175/70, de 18 de Abril de 1970; lei n.º 1/71 de 20 de Janeiro de 1971; decreto n.º 42/71, de 1 de Fevereiro de 1971) sobre o condicionamento industrial, sobre o corporativismo e a coordenação económica. (ML, Cx. 36, Mç. 1, Pasta 1) • 2. Pasta com o título: OCE’s (dados gerais). Conselho Técnico Corporativo. Comissão de Coordenação Económica. Leis económicas “in tempore belli” (1939-1945). Contém apontamentos de Manuel de Lucena sobre estes temas, nomeadamente algumas notas retiradas da bibliografia consultada, listagens e fotocópias de alguns diplomas legais (decreto-lei n.º 26 370, de 24 de Fevereiro de 1936; decreto-lei n.º 26 418, de 13 de marco de 1936; decreto-lei n.º 26 757, de 8 de Julho de 1936; decreto n.º 27 138, de Outubro de 1936 (?); decreto-lei n.º 27 976, de 19 de Agosto de 1937; decreto-lei n.º 31 328, de 21 de Junho de 1941; decreto-lei n.º 31 564, de 10 de Outubro de 1941; decreto-lei n.º 32 670, de 17 de Fevereiro de 1943; decreto-lei n.º 32 945, de 2 de Agosto de 1943; decreto-lei n.º 34 329 de 26 de Dezembro de 1944; decreto-lei n.º 38 008 de 23 de Outubro de 1950; decreto-lei n.º 39 108, de 16 de Fevereiro de 1953 (?)). Existe ainda um breve relatório de Inês Mansinho sobre a atribuição de crédito ao sector agrícola pela Junta de Colonização Interna. (ML, Cx. 36, Mç. 1, Pasta 2) • 3. Pasta intitulada “Corporativismo português. Avisos prévios”. Contém fotocópias de páginas de vários “Diários das Sessões” da Assembleia Nacional com a intervenção de Abel Varzim, o debate e a moção sobre certos aspectos da organização sindical, em Janeiro-Fevereiro de 1939; com a intervenção de Mário de Figueiredo, as discussões gerais e as moções sobre a organização corporativa e de coordenação económica, entre Dezembro de 1938 e Fevereiro de 1939. (ML, Cx. 36, Mç. 1, Pasta 3) • 4. Pasta intitulada “Inquérito aos organismos corporativos e de coordenação económica”. Contém: fotocópia da primeira parte do “Relatório geral da comissão de inquérito aos elementos da organização corporativa” (p. 738-(2) a 738-(23)), publicado no Suplemento n.º 96 ao “Diário das Sessões”, de 5 de Março de 1947, e disponível na íntegra no Website da Assembleia da República, nos Catálogos Gerais dos Debates Parlamentares, através da seguinte ligação: URL: ; apontamentos de Manuel de Lucena sobre o processo conducente a este inquérito, sobre o debate que teve lugar na Assembleia Nacional e sobre os regulamentos económicos dos grémios facultativos; apontamentos sobre as sessões, realizadas entre 1940 e 1946, transcritas no “Diário das Sessões” da Assembleia Nacional, em que se faz referência a temas ligados aos organismos de coordenação económica (OCE). (ML, Cx. 36, Mç. 1, Pasta 4) • 5. Pasta intitulada “Grémios Obrigatórios. Grémios Facultativos. Organismos de Coordenação Económica. Associações Patronais”. Contém: apontamentos manuscritos sobre 318 grémios facultativos e sobre federações e uniões de grémios facultativos; quadros-síntese sobre os grémios do comércio e indústria (grémios existentes, por ramo de actividade, de 1958 a 1972; área de jurisdição em 1960, 1965 e 1970; grémios obrigatórios e facultativos de 1960 a 1972; n.º de sócios em 1960, 1962 e 1964); um apontamento de Manuel de Lucena sobre os grémios da indústria e do comércio; relação entre grémios e associações patronais; recolha de informações sobre os corpos gerentes das associações patronais; fotocópias de lista de associações patronais, seleccionadas por actividades industriais, actualizada em 18-11-1975, e de listas de associações patronais, seleccionadas por actividades do comércio retalhista misto e diferenciado, actualizadas a 18-11-1976, da Direcção Geral do Trabalho do Ministério do Trabalho; relação de associações patronais da Confederação da Indústria Portuguesa, de Novembro de 1976; recolha de diplomas legais relacionados com a extinção de vários grémios dos industriais de conservas de peixe, do Grémio de Exportadores de Conservas de Peixe, do Grémio dos Industriais de Cerâmica, e do Grémio Nacional dos Bancos e Casas Bancárias. (ML, Cx. 36, Mç. 1, Pasta 5) • 6. Pasta que contém: listagem de assuntos relacionados com a organização corporativa e com os organismos de coordenação económica, abordados nas sessões da Assembleia Nacional e publicados no “Diário das Sessões”, entre Novembro de 1970 e Abril de 1974; listagem dos mesmos assuntos abordados nas reuniões da Câmara Corporativa e publicados nas actas de reuniões realizadas entre 1970 e 1974; fotocópia das actas da Câmara Corporativa, X Legislatura, suplemento ao n.º 55, 24 de Novembro de 1970, p. 450-(1) a p. 450-(14). (ML, Cx. 36, Mç. 2, Pasta 1). 7. Pasta com quadros-síntese de despesas e de receitas de grémios do Alentejo, entre 1973 e 1977. (ML, Cx. 36, Mç. 2, Pasta 2). 8. Pasta que contém apontamentos de Manuel de Lucena sobre diplomas legais relativos ao corporativismo e várias listagens de legislação relativa ao corporativismo, ao trabalho e à previdência social. (ML, Cx. 35, Mç. 3, Pasta 1) • 9. Listagens de legislação, publicada entre 1971 e 1974, e vários extractos e suplementos do “Diário do Governo” com diplomas legais relacionados com o trabalho, a organização corporativa e a previdência social (um despacho do Subsecretário de Estado das Corporações e Previdência Social e os decretos n.os 30 002 e 30 003 em D.G., I série, n.º 250, de 26 de Outubro de 1939; lei n.º 4/71 em D.G., I série, n.º 197, de 21 de Agosto de 1971; vários decretos-lei e portarias em D.G., I série, n.º 228, de 27 de Setembro de 1971; decreto-lei n.º 132/72 em D.G., I série, n.º 99, de 27 de Abril de 1972; decretos-lei n.os 390/72 e 391/72 em D.G., I série, n.º 239, de 13 de Outubro de 1972; decreto n.º 396/72 em D.G., I série, n.º 242, de 17 de Outubro de 1972; decreto-lei n.º 478/73 em D.G., I série, n.º 227, de 27 de Setembro de 1973, e no seu suplemento os decretos n.os 483/73 e 484/73; decretos no suplemento do D.G., I série, n.º 235, de 8 de Outubro de 1973; decreto-lei n.º 30/74 em D.G., I série, n.º 27, de 1 de Fevereiro de 1974). (ML, Cx. 35, Mç. 3, Pasta 2)
Manuel da Fonseca autografa algumas das suas obras.
Contra Manuel André da freguesia de São Miguel de Laundos.
O inventariado foi residente em Oleiros. Inventariante: Manuel Soares Ribeiro
Freguesia: Carrazedo. Inventariante: Manuel de Faria e Josefa de Faria.
Freguesia: Bouro, Santa Maria. Inventariante: António Manuel da Rocha.
Freguesia: Bouro, Santa Maria. Inventariante: Manuel José Ribeiro Júnior.
Freguesia: Bouro, Santa Marta. Inventariante: Manuel José da Silva.
Freguesia: Rendufe. Inventariante: Manuel José Ribeiro de Almeida.
Freguesia: Parada de Bouro. Inventariante: Manuel Joaquim da Silva.
Apresentado por seu herdeiro e testamenteiro Manuel José Sequeira Vilaça.
Casal foreiro a D. Manuel Azevedo. Freguesia: Remelhe, Santa Marinha.
O inventariado foi residente em Goaes. Inventariante: Manuel Custódio Martins
DOMINGUES, Manuel do Espírito Santo. Filho de Joaquim Domingues e de Teresa de Jesus Rodrigues, lavradores. Neto paterno de António Domingues e de Maria José Afonso, de Touça; neto materno de Domingos José Rodrigues e de Clara Pereira, do lugar de Cima. Nasceu a 15/6/1881 e foi batizado na igreja de Lamas de Mouro no dia seguinte. Madrinha: a sua avó materna. // Tinha 28 anos de idade, era solteiro, camponês, morava no lugar da Igreja, quando casou na igreja de Lamas de Mouro a 25/10/1909 com a sua conterrânea Maria Joaquina Pires, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar de Gavião, filha de Luís Pires e de Rosa Gonçalves. Testemunhas: António Bernardo e Manuel Domingues, casados, lavradores, residentes no lugar da Touça. // A sua esposa morreu em Castro Laboreiro a 29/7/1956. // Ele faleceu em Lamas de Mouro a 23 de Maio de 1969 (confirmar).
Manuel de Lucena arquivou a versão preliminar de algumas monografias realizadas no âmbito do projeto de investigação “O processo português de reforma agrária durante o processo revolucionário de 25 de abril de 1974 a 3 de julho de 1976”, dirigido por António Barreto, do Gabinete de Estudos Rurais (GER) da Universidade Católica Portuguesa, assim como outras monografias que poderão não ter sido realizadas no âmbito do projeto, mas que foram encomendadas pelo mesmo Gabinete. Monografias de Manuel de Lucena sobre a extinção dos grémios da lavoura alentejanos: – A extinção do grémio da lavoura de Nisa. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, junho de 1980. (Notas e documentos, n.º 03) • – A extinção do grémio da lavoura de Marvão. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, junho de 1980. (Notas e documentos, n.º 04) • – A extinção do grémio da lavoura de Gavião. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, junho de 1980. (Notas e documentos, n.º 05) • – A extinção do grémio da lavoura de Castelo de Vide. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, julho de 1980. (Notas e documentos, n.º 07) • – A extinção do grémio da lavoura do Crato. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, julho de 1980. (Notas e documentos, n.º 08) • – A extinção do grémio da lavoura de Portalegre. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, outubro de 1980. (Notas e documentos, n.º 10) • – A extinção do grémio da lavoura de Ponte de Sor. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, outubro de 1980. (Notas e documentos, n.º 12) • – A extinção do grémio da lavoura de Arronches. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, outubro de 1980. (Notas e documentos, n.º 13) • – A extinção do grémio da lavoura de Campo Maior. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, outubro de 1980. (Notas e documentos, n.º 14) • – A extinção dos grémios da lavoura na zona da Reforma Agrária. Vol. II: Monografias do distrito de Portalegre (versão preliminar). [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, julho de 1981. (Notas e documentos, n.º 40). Esta monografia reúne o conteúdo das monografias, citadas acima, relativas à extinção de grémios da lavoura da federação de Portalegre, versões de junho, julho e outubro de 1980, contendo, no entanto, anotações e correções de Manuel de Lucena. Existe também um exemplar na Biblioteca Universitária de João Paulo II da Universidade Católica Portuguesa (cf. no catálogo disponível on-line). • Monografias relacionadas com o projeto: - BARRETO, António; BARRETO, José – Do outro lado (versão preliminar). [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, abril de 1981. (Notas e documentos, n.º 31). Esta monografia existe na Biblioteca Universitária de João Paulo II da Universidade Católica Portuguesa (cf. no catálogo disponível on-line). - BARRETO, António; BARRETO, José – Entre dois mundos (versão preliminar). [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, abril de 1981. (Notas e documentos, n.º 30). - BARRETO, António; BARRETO, José – Palavra de rendeiro. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, janeiro de 1981. (Notas e documentos, n.º 19). - MACEDO, Maria João Costa – A agricultura portuguesa nos anos 70 (versão preliminar). [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, março de 1981. (Notas e documentos, n.º 33). - MANSINHO, Inês – O Crédito Agrícola de Emergência no Alto e Baixo Alentejo (1975-80) (versão preliminar). [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, janeiro de 1981. (Notas e documentos, n.º 38). - MOURA, Margarida – Contribuição para a história da contratação colectiva de trabalho rural na Zona de Intervenção da Reforma Agrária (1974-76). [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, fevereiro de 1981. (Notas e documentos, n.º 24). - PINTO, Maria José Nogueira – O processo de contratação colectiva rural e o emprego compulsivo (1974-1976): elementos para o seu estudo jurídico. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, fevereiro de 1981. (Notas e documentos, n.º 26). • • Outras monografias do GER: - Conflitos sociais e greves de trabalhadores rurais nos anos 1911 e 1912. Recortes de imprensa, recolha feita sob a orientação de Vasco Pulido Valente. [Lisboa]: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, abril de 1981. (Notas e documentos, n.º 28). - MATOS, Ana Maria Cardoso; MARTINS, M.ª Conceição Andrade; BETTENCOURT, M.ª Lurdes – Senhores da terra. Diário de um agricultor alentejano na 2.ª metade do século XIX. Lisboa: Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica Portuguesa, julho de 1981. (Esta monografia foi publicada: Senhores da terra: Diário de um agricultor alentejano: 1832-1889, estudo e seleção de A. C. Matos, M. C. Andrade Martins e M. L. Bettencourt. [Lisboa]: INCM, 1982.) • Assuntos: Barreto, José.
Trata-se de uma versão preliminar do relatório intitulado “A Extinção dos Grémios da Lavoura e suas Federações", datada de abril de 1978, com algumas anotações, com quadros e com apontamentos em anexo. Vol. 1: parte geral, com os seguintes capítulos: apresentação, objeto da extinção (a organização corporativa da lavoura), história jurídica e política da extinção, e o processo da extinção e o cooperativismo agrícola. Da autoria de Manuel de Lucena, com a colaboração de Maria Fernanda Marques e de Rodrigo de Lucena que integraram o centro coordenador de todo o projeto (a primeira encarregou-se da supervisão e controlo dos trabalhos de índole estatística e dos apuramentos gerais a cargo do grupo coordenador; o segundo encarregou-se da recolha e ordenação dos materiais jurídicos relativos à liquidação dos grémios e à criação e evolução dos principais organismos de coordenação económica ligados ao setor primário). Vol. 2: dedicado ao Norte Litoral do país, com introdução e relatórios sobre as federações dos grémios da lavoura do Entre o Douro e Minho e da Beira Litoral. Da autoria de Carlos da Silva Costa. Vol. 3: dedicado ao Norte Interior do país, com introdução e relatórios sobre as federações dos grémios da lavoura de Vila Real e Alto Douro, do Nordeste Transmontano e da Beira Alta. Da autoria de Carlos da Silva Costa. Vol. 4: dedicado ao Centro do país, com um conjunto de apontamentos, uma introdução e os relatórios sobre as federações dos grémios da lavoura da Estremadura, do Ribatejo e da Beira Baixa. Da autoria de António Albino Correia Fragata. Vol. 5: dedicado ao Sul do país (A), com um conjunto de quadros e de apontamentos com o apuramento dos dados recolhidos para o Baixo Alentejo, bem como os relatórios sobre as federações dos grémios da lavoura do Alto Alentejo/Portalegre e do distrito de Évora, e respetivos anexos. Da autoria de Maria Inês Mansinho e Maria Margarida Nery Pereira. Vol. 6: dedicado ao dedicado ao Sul do país (B), com uma nota prévia e uma introdução, bem como os relatórios sobre as federações dos grémios da lavoura do Baixo Alentejo e do Algarve, e respetivos anexos. Da autoria de Maria Inês de Abrunhosa Mansinho e Maria Margarida Nery Pereira. Corresponde à segunda parte do relatório dedicado à região sul do país; as duas partes formam o 5.º volume do relatório final, pois vêm assim referidas, como uma só, no capítulo introdutório do vol. 1 do relatório. Este relatório procede a uma abordagem regionalizada dos problemas da liquidação dos grémios da lavoura. Distinguem-se dois níveis de análise: o das antigas federações de grémios da lavoura e o dos grémios que estas compreendiam, sendo a análise das ex-federações e dos respetivos processos de extinção mais detalhada do que a de cada um dos (ex-)grémios de per si. Manuel de Lucena refere, num artigo publicado na Análise Social (p. 141, nota 162, citado em “Fontes”), que deste relatório datilografado havia cópias no Ministério da Agricultura e Pescas, que a encomendou, e no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O relatório entregue no Ministério tinha 5 vols.: parte geral (vol. 1), Norte litoral (vol. 2), Norte interior (vol. 3), Centro (vol. 4) e Alentejo e Algarve (vol. 5). No vol. 1 do relatório preliminar, Manuel de Lucena menciona a existência de um outro volume (que seria o 6.º) que teria as resenhas históricas dos principais organismos de coordenação económica relacionados com o setor primário: Junta Nacional do Vinho, Junta Nacional das Frutas; Junta Nacional dos Produtos Pecuários; Instituto do Azeite e Produtos Oleaginosos; Instituto dos Cereais (depois EPAC); e da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes. Para a preparação deste 6.º volume terá contado com o auxílio de Rodrigo de Lucena, Maria Fernanda Marques e do economista Francisco Sarsfield Cabral. Uma versão das monografias dos primeiros cinco organismos mencionados está em ML, Cx. 30, Mç. 2; alguns apontamentos e recolhas documentais, realizados neste âmbito, foram reutilizados para uma correção e aprofundamento do seu estudo entre os finais década de 1970 e os inícios do século XXI (veja-se a Subsecção C da Secção B).
Autos de averiguação acerca da queixa feita por Francisco dos Santos Pimenta, pároco colado da freguesia e concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, pensionista do Estado alegando perseguições por parte do bispo de Coimbra, D. Manuel Luís Coelho da Silva, que o excomungou e substituiu na paróquia pelo padre Manuel Alves da Fonseca Pinto e Gama.
Fotografia de grupo na qual surge Manuel Francisco Coxinho Rocha durante os exercícios finais de recruta em 1960 na Serra d`Ossa com os restantes colegas do pelotão de infantaria 16 de Évora. Manuel Rocha (“Topa”) está presente na linha da frente, à direita, com a camisa aberta. Logo atrás consta Francisco José Galinha Caramba, sendo o pelotão comandado pelo aspirante Campos.
Gravação de uma entrevista ao Capitão-de-mar-e-guerra (CMG) Artur Manuel Coral Costa, 1º Diretor de Instrução dos Cursos da Reserva Naval, conduzida José Pires de Lima e Manuel de Sousa Torres, antigos Oficiais da Reserva Naval, 4º CEORN e 8º CEORN, respetivamente.
Manuel de Clamouse Brown van Zeller nasceu em 1876 e morreu em 1945. Filho de Manuel de Clamouse Browne van Zeller e Camila Ernestina de Araújo Rangel Pamplona. Irmão de Maria Emilia de Clamouse Browne van Zeller; Frederico van Zeller; Maria de Lourdes van Zeller e Maria Júlia van Zeller. Fonte: Geni.
O registado: Manuel Alves Nº registo: 1715 Naturalidade (freguesia e concelho): Caldelas São Tomé, Guimarães Data de nascimento: 1913/10/27 Pai: Manuel Alves Profissão: jornaleiro Naturalidade (freguesia e concelho): Figueiredo São Paio, Guimarães Mãe: Joaquina Rosa de Lemos Profissão: doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): Caldelas São Tomé, Guimarães Averbamentos: assento de óbito nº 165 - faleceu em 1982.
O registado: Manuel Rodrigues Torrinha Nº registo: 1847 Naturalidade (freguesia e concelho): Airão Santa Maria, Guimarães Data de nascimento: 1920/11/27 Pai: Manuel Rodrigues Torrinha Profissão: Tecelão Naturalidade (freguesia e concelho): Airão Santa Maria, Guimarães Mãe: Maria da Conceição Pereira Fernandes Profissão: Tecedeira Naturalidade (freguesia e concelho): Joane; Famalicão Averbamentos: Informatizado o registo de nascimento sob o nº 1925 de 2015.
O registado: Manuel de Lima Nº registo: 1156 Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães Data de nascimento: 1918/07/25 Pai: Manuel de Lima Profissão: Lavrador Naturalidade (freguesia e concelho): São Cosme e São Damião da Lobeira, Guimarães Mãe: Olívia Fernandes Profissão: Lavradeira Naturalidade (freguesia e concelho): São Cosme e São Damião da Lobeira, Guimarães Averbamentos: Assento de óbito nº 611 - faleceu em 1920.
GOMES, Manuel José (Morgado da Breia). Filho de Leandro Gomes, natural da Galiza, e de Guiomar Vaz Alves, natural do lugar da Breia, freguesia de Prado, Melgaço. Neto paterno de ------------ e de ----------------; neto materno de Estêvão Alves e de Domingas Vaz. Nasceu por volta de 1760. // Casou com Ana Joaquina, filha de Francisco Manuel Rodrigues, do lugar do Rego, e de --------------------.
BARRETO, Manuel José de Castro Melo (Dr.) Filho (s.e.) de António Manuel de Castro Bulhão Figueiredo, em 1762 senhor do morgadio do Fecho. // Foi proprietário das Quintas do Fecho e da Boavista, e provedor da SCMM (1775). // Casou com Antónia Maria de Castro e Sousa, bastarda de Fernando de Castro Lobato.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José Júlio Lage de Castro Sampaio, que também usa o nome de José Júlio Leite Lage de Castro Sampaio, e esposa Maria da Conceição Martins Gonçalves; 2º Outorgante: Lídia Lage de Castro Sampaio, que também usa o nome de Lídia Leite Lage de Castro Sampaio; 3º Outorgante: Maria Virgínia Leite Lage de Castro Sampaio e marido Alberto Augusto de Matos Vasconcelos; 4º Outorgante: Virginia Leite Lage de Castro e Vasconcelos, outorgando na qualidade de procuradora de Manuel Leite Lage de Castro Sampaio, que também usa o nome Manuel Lage de Castro Sampaio, e esposa Maria Armanda da Fonseca Barbosa d'Oliveira; 5º Outorgante: Manuel Marques, casado com Rosa da Silva Marques; 6º Outorgante: Manuel da Costa, casado com Rosa Pereira de Macedo.
Filho de António Manuel Fernandes Monteiro e de Rosa Caetana de Sousa, residentes no lugar de Aldeia. N.p. de Bernardo José Fernandes Monteiro e de Antónia Maria Álvares; n.m. de Jerónimo José de Sousa, do lugar de Lajes, e de Maria Teresa Álvares de Abreu. Nasceu em Chaviães a 7/12/1842 e foi batizado pelo padre MJGB no dia seguinte. Padrinhos: João de Sá Sotomaior, da Quinta do Reguengo, Paderne, e Mariana de Sousa, de Chaviães.
MONTEIRO, Luís Manuel do Souto (Padre). Filho de Diogo Luís Gonçalves Chaves e de Maria Josefa do Souto, lavradores, de Prado, residentes nos Leiros. Nasceu nessa freguesia de Melgaço por volta de 1790. / Em Maio de 1858 era abade de São Paio. // Em 1869 ainda o era. // Faleceu no referido lugar de Leiros, com todos os sacramentos, com 88 anos de idade, a 11/5/1878. Fez testamento e foi sepultado na igreja de São Paio.
Documentos relativos ao processo de David Manuel Ferreira, nomeadamente bilhete postal de inscrição como sócio dirigido à Comissão de Interesses Profissionais, proposta para admissão de sócio como membro efetivo da Sociedade, memorandum à Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa para confirmação de diploma de conclusão de curso, e correspondência relativa à inscrição na Sociedade e à nomeação para a Comissão de Reforma dos Estatutos da Sociedade. Nomes mencionados: José Almão de Mendonça Cisneiros e Faria, Simões Costa, Mendes Ribeiro, Ernesto Santos.
Obras com dedicatórias a António José Branquinho da Fonseca, Maria Manuel Branquinho da Fonseca, (José) Tomás da Fonseca (pai de Branquinho da Fonseca) e Tomás Branquinho da Fonseca (filho de Branquinho da Fonseca). Também apresenta obras apenas com a assinatura do proprietário, neste caso, um dos elementos acima mencionados
CARVALHO, Manuel José dos Reis. Filho de José Maria Camanho de Carvalho, farmacêutico, e de Genoveva Augusta Esteves, moradores no lugar do Carvalhal. Neto paterno de António Camanho de Carvalho e de Tomásia Ribeiro, da Galiza; neto materno de António Joaquim Esteves, farmacêutico, e de Maria Violante de Sousa Gama, de Prado. Nasceu em Prado a 27 de Novembro ou 27/12/1874 e foi batizado a 7/1/1875. // A 24/10/1912 ofereceu à Câmara Municipal de Melgaço a nascente que se encontrava sob a sua casa. Pelos vistos só em 1914 é que se concretizou essa concessão da nascente existente na sua propriedade, sita no lugar da Serra, à margem esquerda da estrada municipal de Prado a Paderne; a Câmara Municipal registou em acta: «resolvido aceitar a oferta e submeter o assunto à apreciação da Câmara na sua 1.ª sessão». // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, em Julho de 1914, e na igreja a 10/9/1914, com Maria Joaquina, de 28 anos de idade, sua conterrânea, filha de Carolina Rosa Alves (e do professor Diogo Manuel de Sousa Araújo “Besteiro”). // No Correio de Melgaço n.º 117, de 22/9/1914, surge a seguinte declaração: «declaro que desta data em diante não me responsabilizo por qualquer negócio ou dívida contraída por meu marido, Manuel José dos Reis Camanho de Carvalho, pelo mesmo se não encontrar no uso das suas faculdades mentais. Prado, 9/9/1914. Maria Joaquina Alves.» // Morreu em Prado a 24/10/1918. // Com geração. // A sua viúva casou em 1921 com António Soares.