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Arrendamento que fez o cónego Paulo Mendes de Carvalho, a sua conezia, meia prebenda que tem na igreja da Colegiada, por dois anos, a Nicolau do Couto, sangrador, morador na vila.
Prazo que fez o Cabido de metade do casal do Carvalho e Quebradachã em São Bartolomeu de São Gens, a Domingos da Cunha e seu consorte Domingos Alves, moradores na dita metade do casal.
Dinheiro a juro que deu o Cabido a Lucas Fernandes de Carvalho, cavaleiro professo da ordem de cristo, infanção e da governança da vila, prebendeiro do Cabido, morador na Rua de Santa Maria.
1º. outorgante: José Caetano Pereira
2º. outorgante: José Teixeira de Carvalho Júnior
3º. outorgante: Domingos Leite Correia Azenha
4º. outorgante: João de Oliveira
5º. outorgante: Manuel Ribeiro da Silva
Livro Nº 29-48v.
Estêvão da Silva Carvalho solicita licença para colocação em frente de seu consultório uma tabuleta publicitária , "Estevam de Carvalho - Cirurgião Dentista", sito no Largo 5 de Outubro de 1910, nesta cidade de Leiria.
O registado: Francisco Pinto de Carvalho do Amaral Sousa e Freitas
Nº registo: 38
Naturalidade (freguesia e concelho): Infias Santa Maria, Guimarães
Data de nascimento: 1911/04/09
Pai: José Pinto de Carvalho do Amaral Sousa e Freitas
Profissão: proprietário
Naturalidade (freguesia e concelho):São Sebastião, Guimarães
Mãe: Mareia Isabel Bezerra do Amaral
Profissão: proprietária
Naturalidade (freguesia e concelho):Oliveira do Castelo Santa Maria, Guimarães
Averbamentos: Assento de casamento com Camila Gomes Guimarães em 1933. Assento de óbito nº 957 de 1983 - Faleceu em 1983.
Apresentado por Agostinho de Carvalho.
Joaquim Ribeiro de Carvalho, mais conhecido por Ribeiro de Carvalho (Arnal, freguesia de Maceira, distrito de Leiria, 1880 — Lisboa, 1942), foi um político da Primeira República Portuguesa, jornalista, escritor, poeta e tradutor.
Joaquim Ribeiro de Carvalho nasceu em Arnal (Leiria), em 1880. Frequentou o Colégio Militar. Na cidade de Leiria frequentou o seminário, que abandonou. Edita os seus primeiros versos.
Torna-se militante da Carbonária. Republicano, participa na implantação da República, sendo um dos homens que em 1910, da varanda da Câmara de Lisboa, proclamaram a República. No novo regime ocupou vários cargos, entre os quais, o de deputado do Partido Liberal (entre 1911 e 1925).
Liga-se à Maçonaria. Continua a escrever e a publicar livros. Como jornalista, fundou e dirigiu o jornal A republica portugueza (1910-1911) e colaborou no jornal humorístico O Xuão (1908-1910) bem como na revista literária Ave Azul (1899-1900), na revista luso-brasileira Brasil-Portugal (1899-1914), e ainda na Semana Portuguesa (1933-1936).
Em 1926, após o pronunciamento militar e com a instauração da Ditadura, vai para a ilha da Madeira, de onde regressa em 1930 para voltar a ocupar direção do jornal República.
Adquiriu a Quinta da Bela Vista, no Cacém, em Sintra, onde mandou construir uma casa. Inicialmente era utilizada aos fins-de-semana, depois, já no final da sua vida, passou a utilizá-la em permanência. Na Quinta existiu uma vinha e durante vários anos Ribeiro de Carvalho produziu o seu próprio vinho.
Ribeiro de Carvalho morreu em 1942 em Lisboa.
O nome de Ribeiro de Carvalho está ainda ligado à fundação da Associação dos Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém e a uma escola básica no Cacém.
In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Ribeiro_de_Carvalho
Solteiro. Lavrador. Filho de Julião Carvalho. Morador no Lugar das Breias. Freguesia: Gualtar, São Miguel. Concelho: Braga.
Aposentação de Manuel Alves Alexandre de Carvalho, pároco da freguesia de Vila Facaia, concelho de Pedrógão Grande, distrito de Leiria.
Viúva de Miguel José de Carvalho. Moradora na Rua das Águas. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
João Carvalho dos Santos solicita licença para a construção de uma moradia, no lugar e freguesia de Arrabal.
Manuel Gomes de Carvalho, solicita licença para a construção de um barracão no lugar e freguesia de Monte Redondo.
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor).
Nome: Carlos Alexandre da Silva Carvalho
Matrícula n.º: 1-CTC-14-17
Registo da provisão que determina a posse de juiz de fora desta cidade dada ao Bacharel António José de Carvalho.
Descrição da obra: Certidao de buscas em nome de jose carvalho junior
Morada: Rua Martingil
Localidade: Marrazes
Descrição da obra: Certidao de buscas em nome de manuel carvalho ferreira
Morada: Rua do Outeiro
Localidade: Regueira de Pontes
Virgílio da Conceição Carvalho solicita licença para melhorias da sua casa de habitação, no lugar de Toco, freguesia de Amor.
António Manuel Carvalho Gonçalves solicita licença para reconstrução de uma moradia, sita na Rua Professores Portela, em Marrazes
Filiação: Pantaleao Carvalho e Maria Carvalho. Natural e/ou residente em MONDIM BASTO-SAO CRISTOVAO, actual concelho de MONDIM BASTO e distrito (ou país) Vila Real. Outra informação: Inquiricao de Faustino, feita em 1701.05.12.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Segundo outorgante: Arménio Assunção Pereira e José Paulo Mendonça da Silva Carvalho, Administradores da Águas do Douro e Paiva, S. A..
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis
Segundo outorgante: Delfim Gomes da Silva e Manuel Carvalho da Silva, Presidente da Direção e Vogal do Grupo Desportivo de Fajões.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Segundo outorgante: Arménio Assunção Pereira e José Paulo Mendonça da Silva Carvalho, Administradores da Águas do Douro e Paiva, S. A
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Segundo outorgante: Arménio Assunção Pereira e José Paulo Mendonça da Silva Carvalho, Administradores da Águas do Douro e Paiva, S. A..
Primeiro outorgante: Delfim Gomes da Silva e Manuel Carvalho da Silva, Presidente da Direção e Vogal do Grupo Desportivo de Fajões.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Segundo outorgante: Gonçalo Manuel Franco da Silva Montezuma de Carvalho, Procurador Andry & Philippe, Lda,.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Segundo outorgante: Carlos Manuel Amaral Fontes Ribeiro de Pinho e António Manuel Carvalho Moreira, representantes da WRITE-UP, SA.
Primeiro outorgante: Alda Maria das Neves Carneiro de Caetano Carvalho, Presidente do Instituto Nacional de Estatística.
Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Carlos Manuel Amaral Fontes Ribeiro de Pinho e António Manuel Carvalho Moreira, representantes da WRITE-UP, SA.
Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Segundo outorgante: Delfim Gomes da Silva e Manuel Carvalho da Silva, Presidente da Direção e Vogal do Grupo Desportivo de Fajões.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Segundo outorgante: José Manuel de Carvalho Cravo e Deolinda Monteiro do Vale Cravo.
CARVALHO, João Batista. Filho de Francisco José de Carvalho e de Antónia da Assumpção de Neiva, ele de SMP, Vila, e ela de São Paio, moradores no lugar da Carreira. N.p. de João Batista Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso; n.m. de Manuel Caetano de Neiva e de Lina Teresa Fernandes, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 24/3/1870 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Vieites, casado, da Carreira, e Maria Teresa de Neiva, solteira, de Rouças. // Em 1898 era caixeiro em Lisboa. // A 29/1/1898 foi padrinho de Idalina Batista Esteves, nascida em Rouças a 24 daquele mês e ano, tendo sido representado no acto por seu irmão, Manuel Joaquim. // Abriu mercearia no lugar da Carreira a 8/11/1901. // Foi nomeado pela Câmara Municipal aferidor interino, de pesos e medidas, a 8/2/1905 – pouco depois ficou efetivo. // Era solteiro, negociante, quando casou na igreja de Penso a 23/4/1905 com Justina Vaz, de 31 anos de idade, solteira, costureira, natural de Penso, residente no lugar das Mós, filha de João Vaz e de Rosa da Rocha. Testemunhas presentes: Luís Augusto de Carvalho, solteiro, militar, e Manuel Joaquim de Carvalho, solteiro, lavrador, ambos moradores no lugar da Carreira. // Foi jurado por São Paio no 2.º semestre de 1907 e no ano seguinte voltou a ter esse cargo. // // Morreu na sua freguesia de nascimento a 2/5/1951. // Deixou dois filhos: um rapaz e uma rapariga.
1 – Maria
2 – Maria
3 – Laura "Baridó"
4 – Aurora "Aurorinha"
5 – Carminda Dias Carvalho
6 - ?
Filho de Manuel Joaquim de Carvalho, ferreiro, natural de São Paio, e de Florinda de Jesus Gonçalves, natural de Chaviães, moradores no lugar do Escuredo. Neto paterno de Manuel António de Carvalho e de Joaquina Rosa; neto materno de João Bento Gonçalves e de Maria Josefa Alves. Nasceu em Chaviães a 15/2/1881 e foi batizado pelo padre BARP a 27 do mesmo mês e ano. Padrinhos: Miguel Costa, lavrador, e sua mulher, Claudina Benedita. // Jornaleiro. // Casou na igreja de Chaviães a 30/3/1902 com Maria Madalena, de 26 anos de idade, solteira, natural de Chaviães, filha de José Luís Lourenço e de Teresa Florinda Lopes. // Faleceram ambos em Chaviães: a esposa a 13/12/1942 e ele a 21/12/1966. // Pai de Leonor Augusta de Carvalho, nascida em 1914.
CARVALHO, Maria Angélica. Filha de Domingos José de Carvalho e de Maria Joana Lourenço, lavradores. N.p. de João de Carvalho e de Antónia Afonso; n.m. de Manuel Lourenço e de Luísa Teresa Lourenço, todos de Sante. Nasceu em Paderne a 30/1/1836 e foi batizada na igreja a 2 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Francisco José Codeço e Maria Luísa Lourenço, solteiros, do dito lugar. // Lavradeira. // Casou na igreja de São Paio a 8/1/1875, com Manuel José, de 35 anos de idade, rural, residente em Soutulho, filho de Manuel Joaquim Gonçalves e de Maria Joaquina Dias. // Enviuvou a 20/5/1877. // Faleceu a 21/1/1903, no lugar de Sante, com todos os sacramentos, no estado de viúva, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério de São Paio.
CARVALHO, Manuel José. Filho de Manuel José Afonso Carvalho, de Paderne, e de Rosaria de Carvalho, de Mourentão, bispado de Tui. Nasceu em Penso por volta de 1835. // Tinha 33 anos de idade, era solteiro, jornaleiro, morava no lugar de Paranhão, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 11/11/1868 com a sua conterrânea, Emília, de 29 anos de idade, solteira, tecedeira, residente em Barro Grande, filha de Caetano Alves e de Marcelina Rosa Lamas. Testemunhas: Zeferino Vaz, casado, rural, de Lages, e Joaquim Manuel Esteves, solteiro, jornaleiro, de Barro Grande. // Morreu a 24/11/1907, no lugar de São Bartolomeu, com todos os sacramentos da igreja católica, com 79 (!) anos de idade, no estado de viúvo de Emília Alves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério local. // Nota: nos últimos anos da sua vida, talvez depois de ficar viúvo, dedicou-se à mendicidade.
CARVALHO, João António (Pitães). Filho de Joaquim de Carvalho (Leitão), viúvo, e de Maria Jesus Lourenço, solteira (*), criada de servir, natural de Rouças, moradora na Rua da Calçada. N.p. de António de Carvalho e de Ana Joaquina Leitão; n.m. de Leocádia de Jesus Lourenço. Nasceu em SMP a 3/6/1898 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Pinto e Maria Caetana da Costa, casados, vendeiros. // Casou a 7/1/1921 com Laura Augusta Colmeiro, vendedora de pão. // Montava banca na Calçada, ou no Terreiro, a fim de fazer tachas, cardas para tamancos, etc., que punha à venda; a sua esposa vendia pão. // Faleceu na Vila a 27/12/1969 (ou 1965). // Com geração. /// (*) A 17/4/1922 casou com o pai da criança.
CARVALHO, Maria José. Filha de Manuel António de Carvalho e de Joaquina da Rosa da Rosa, moradores no lugar da Costa. N.p. de Manuel José de Carvalho e de Isabel Codesseira; n.m. de Manuel António da Rosa e de Rosa Quintela. Nasceu em São Paio a 5/12/1828 e foi batizada a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Dias e Maria Luísa Lourenço. // Lavradeira. // Casou a 20/2/1871 com José Vicente, solteiro, de 40 anos de idade, lavrador, natural de Paderne, filho de Matias Monteiro e de Rosa Gonçalves, moradores na Cividade. Testemunhas: Bento José Rodrigues, da Granja, e Manuel Joaquim da Costa, do Cruzeiro, casados. // O seu marido morreu a 28/4/1888. // Ela faleceu a 23/8/1906, no lugar da Granja, com todos os sacramentos, no estado de viúva, com testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério.
CARVALHO, Florinda Rosa. Filha de Manuel António de Carvalho e de Joaquina Rosa da Rosa, moradores no lugar da Costa, São Paio. N.p. de Manuel José de Carvalho e de Isabel Codesseira, da Veiga; n.m. de Manuel António da Rosa e de Rosa Quintela, da Costa. Nasceu em São Paio a 13/1/1827 e foi batizada pelo padre JVC dois dias depois. Padrinhos: Manuel José da Rosa e sua mulher Maria Luísa Lourenço, do lugar da Costa. // Lavradeira. // Casou a 31/1/1877 com Manuel Caetano Domingues, de 49 anos de idade, viúvo de Maria Joaquina de Figueiredo, filho de José Joaquim Domingues e de Maria Rosa de Oliveira, lavradores. // Enviuvou a 8/11/1892. // Faleceu no lugar da Costa a 26/9/1908, com todos os sacramentos, no estado de viúva, com testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério paroquial.
CARVALHO, Ortelinda Augusta. Filha de José Joaquim de Carvalho e de Maria Jacinta Rodrigues, na altura solteiros, lavradores, da Vila. Neta paterna de João Batista de Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso; neta materna de Francisco José Rodrigues e de Maria Rodrigues. Nasceu na Rua da Calçada (SMP) a 22/12/1871 e foi batizada a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Gaspar de Brito e Rocha, diretor da alfândega, e Delfina de Melo, viúva. (O pai da criança assinou o assento de batismo). // Casou a 10/5/1890 com Alfredo Augusto (Funga), filho de Francisco Esteves e de Cândida Rosa Ribeiro. // Faleceu a 3/2/1932. // O seu viúvo finou-se a 22/8/1949, com 80 anos de idade. // Mãe de Armando Augusto.
CARVALHO, Júlio Cândido. Filho de João Batista de Carvalho, de Braga, e de Rosa Joaquina Gomes Veloso, de Rouças, Melgaço. N.p. de António José Pereira de Carvalho e de Maria Josefa da Silva; n.m. de Gervásio Gomes Veloso e de Rosa Joaquina Esteves. Nasceu na Vila a 12/4/1836 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: Frederico Justiniano de Sousa e Castro e Margarida Carolina de Castro. // Contraiu matrimónio com Ana Joaquina, filha de Francisco António Pires e de Joaquina de Castro, de Paços. // Proprietário e pedreiro. // Faleceu na Rua Direita a 19/5/1902, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal. // A sua viúva finou-se na Vila a 8/7/1930. // Pai de Josefa, nascida em Paços a 4/5/1876, a qual casou na igreja da Vila de Melgaço, a 19/8/1901, com Manuel de Almeida, pintor da construção civil, natural de Arcozelo, Ponte de Lima, entre outros. // Avô de Jacob, Lígia… // Bisavô de Horácio Santos Lima, Júlio João Santos Lima…
CARVALHO, Joaquim (Leitão). Filho de António de Carvalho (Leitão) e de Ana Joaquina (Exposta), de Real (São Jerónimo), Braga. Nasceu em Real, Braga, por volta de 1860. // Veio para Melgaço, onde exerceu o ofício de pregueiro, ou tacheiro. // Tinha 22 anos de idade, morava na Assadura, quando casou na igreja de SMP a 28/5/1882 com Maria Rosa Pitães, da sua idade, nascida em São Paio de Melgaço, também a morar na Assadura, filha de Maria José Pitães, de São Paio. Testemunhas: padre Elias de Jesus Marques, de Prado, e Caetano Celestino de Sousa, casado, mordomo da igreja. // Enviuvou a 12/4/1896. // Casou em segundas núpcias com Maria de Jesus Lourenço, a 17/4/1922, embora já vivesse com ela maritalmente há muitos anos. // Morreu a 17/3/1948. // A sua viúva finou-se a 13/7/1950, com 86 anos de idade. // Com geração. // Avô de António Augusto de Carvalho, funcionário público em Lisboa.
Filiação: Rodrigo Ferreira Carvalho e Alcina Herminia Costa Machado Carvalho. concelho de 0
Filiação: Firmino Goncalves Carvalho e Carlota Sousa Almeida Carvalho. concelho de 0
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Domingos de Carvalho Costa e esposa Maria Luísa Barbosa de Sousa Costa
2º Outorgante: Luís Teixeira da Silva
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: José de Freitas Ribeiro Júnior e esposa Laura de Carvalho
2º Outorgante: Joaquim da Costa Macedo casado com Emilia da Silva
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: João Teixeira Guimarães, casado com Maria Adília Meireles Pacheco
2º Outorgante: Gracinda de Carvalho Fernandes Teixeira e marido João Teixeira Junior
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Francisco Assis Fernandes e esposa Sara de Jesus Gonçalves Pinheiro
2º Outorgante: Rosa de Carvalho casada com Manuel Nogueira
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Maria José Lopes Cardoso Esteves e marido José Caetano Esteves
2º Outorgante: Josias Antunes de Carvalho
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante:Luís José Rebelo de Azevedo e esposa Maria Fernanda Teixeiera Guimarães
2º Outorgante:Francisco de Carvalho, casado com Emília Novais
Libelo cível de autoria de Maria dos Santos de Sousa Teixeira, cujo o réu é José Joaquim de Carvalho e mulher.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Joaquim Fernandes Ribeiro dos Santos e esposa Orlanda Jesus Henrique de Carvalho Girão;
2º Outorgante: Ana Maria Girão Ribeiro dos Santos.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Manuel José da Silva Gonçalves e esposa Maria de Carvalho
2º Outorgante: José de Araújo
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Francisco Assis Fernandes e esposa Sara de Jesus Gonçalves Pinheiro
2º Outorgante: Rosa de Carvalho casada com Manuel Nogueira
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Domingos Eduardo da Cunha Pereira e esposa Maria Antonieta da Silva Carvalho Pereira
2º Outorgante: Manuel Francisco Pereira
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Elisa Barbosa, que também usa o nome de Elisa de Carvalho Barbosa
2º Outorgante: Teresa Barbosa Machado
Sessão Solene Inaugural do Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada - Discurso do Eng. Duarte Pinto de Carvalho Freitas do Amaral.
Notário: João Machado da Silva
1º Outorgante: Amadeu Artur da Silva Araújo e esposa Teresa de Carvalho Araújo
2º Outorgante: Rita de Araújo, casada com Adelino Pereira
Filho de Joaquim Flores de Carvalho e de Maria Madalena Lourenço, lavradores, residentes no lugar de Gondufe. Neto paterno de Manuel Joaquim de Carvalho e de Florinda Rosa Gonçalves; neto materno de José Luís Lourenço e de Teresa Lopes. Nasceu em Chaviães a 26/2/1904 e foi batizado na igreja a 6 de Março desse ano. Padrinhos: Vitorino José Alves, casado, do Cortinhal, e Teresa Joaquina Pires, viúva, de Corveira, ambos de Chaviães. // Casou na igreja de Fiães a 19/1/1941 com Clementina Rosa Pires, natural dessa freguesia. // Foi decretada a separação de pessoas e bens por sentença de 26/7/1942, transitada em julgado pelo tribunal de Melgaço. // Morreu na Vila de Melgaço a 27/6/1984.
Filha de José Cândido de Carvalho, soldado da Guarda-Fiscal, e de Josefina Perpétua Gomes, lavradreira, moradores no lugar do Barraço. Neta paterna de Maria Henriqueta de Carvalho; neta materna de António Joaquim Gomes e de Mariana Antónia de Sousa, solteiros. Nasceu em Chaviães a 7/7/1897 e foi batizada pelo padre Bernardo António Rodrigues Passos a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Miguel de Araújo Cunha, tenente-coronel, e sua esposa, Carolina Oliveira Cunha, de São Julião, SMP. // Morreu com 22 anos de idade, a 15/9/1919.
Filho de Manuel Joaquim de Carvalho, ferreiro, natural de São Paio, e de Florinda de Jesus Gonçalves, natural de Chaviães, moradores no lugar do Escuredo. N.p. de Manuel António de Carvalho e de Joaquina Rosa; n.m. de João Bento Gonçalves e de Maria Josefa Alves. Nasceu em Chaviães a 6/5/1887 e foi batizado pelo padre BARP a 22 do mesmo mês e ano. Padrinhos: Miguel e Maria de Jesus, solteiros, irmãos do batizando. // Casou com Esmeralda Rosa Lopes na CRCM a 22/9/1912. // Faleceu em Chaviães a 7/8/1969. // Com geração.
CARVALHO, José Severo. Filho de José de Carvalho e de Josefa Soares, de São Miguel de Cecrinhos, Galiza. Nasceu nesse concelho galego por volta de 1863. // Tinha 32 anos de idade, era lavrador, quando casou na igreja de Remoães, a 16/6/1895, com Leopoldina Rosa, de 44 anos de idade, solteira, filha de Manuel Joaquim Marques e de Ana Maria Monteiro, de Remoães, Melgaço. Testemunhas presentes: padre Elias de Jesus Marques, natural de Prado, e João Batista Gonçalves, casado, rural, do lugar da Igreja, Remoães. // Nota: o casal levou à igreja três filhos – Caetano, Manuel Joaquim, e José Caetano – a fim de serem legitimados.
CARVALHO, Manuel Joaquim. Filho de António de Carvalho e de Rosa Esteves. Nasceu em 1868. // Foi cabo da Guarda-Fiscal. // Casou com Maria [Rosa] Esteves, de Desteriz, Galiza. // Comprou nas Várzeas, SMP, a Joaquim Egas Afonso (Patarrica) uma casa e campos. // Foi presidente da Junta de Freguesia da Vila. // Morreu a 20/8/1953. // A sua viúva finou-se a 1/7/1958, com 68 anos de idade. // Pai de Dulcinda, casada com Artur Cândido Colmeiro; de Maria Rosa, nascida em Fiães, casada com Oceano Atlântico Ribeiro (ver em Paderne), e de Ortelinda (nasceu em SMP em 1923).
Correspondência de Pinto Quartim.
Inteira-se da intenção de AP publicar um original de D. Carolina. Michaëllis, recentemente falecida., assim como de eventual edição das Cartas que a Mestre da Universidade de Coimbra lhe endereçou, colocando reservas dado o teor privado que possam revestir. Aceita as condições monetárias propostas por Alfredo Pimenta para a publicação de um livro.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Adoentado, tenta contrariar a antipatia que AP nutre pela revista de O Instituto, pois “é um instrumento de difusão da vida da Universidade, e por este facto, e porque sempre andou ligado à Imprensa da Universidade, julgo de meu dever ampará-lo”. Previne-o de que oficina da Imprensa é morosa e que “não vive da exploração dos autores, embora, como é evidente, não faça edições para perder dinheiro”.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Parabéns pela entrada de AP na Torre do Tombo, onde terá o apoio de A. Baião e Laranjo Coelho; “o «seu caso» era um escândalo para a dignidade intelectual dos republicanos”. Acerto de contas referente ao 1.º volume dos Estudos: “Ao apurar-se a venda, verifico um autêntico êxito, e por isso resolvi aumentar a remuneração”. Desaconselha AP da eventual publicação de um folheto “sobre os plágios do Velasco”.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
FAdverte que AP magoou injustamente Hernâni Cidade, “que é um perfeito cavalheiro”, o qual se acha em posição delicada, tal como ele, JC. Discorre sobre o valor da amizade: “Com ânimo idêntico ao do seu, lhe escrevo esta carta, e na esperança que ela seja a primeira e última no nosso já largo – e oxalá possamos dizer larguíssimo daqui a muitos anos – epistolário”.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Reprova AP por ter editado o opúsculo sobre os Plágios de Velasco e Queirós Veloso. Lamenta não se poderem encontrar em Coimbra. Anuncia a ida para Palheiros, onde passará dois meses lendo e escrevendo. Pretende refundir o estudo sobre Antero. Refere o elogio de Sílvio Lima ao artigo de AP sobre S.to António. Parabéns pela formatura do filho.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Desistiu da saída prevista “porque esta horrorosa situação de guerra civil em que vivemos impôs-me o dever de não sair de Portugal”. Elogia o artigo de AP sobre Pedro Hispano mas recomenda-lhe uma bibliografia abundante (Ricobaldo de Ferrara, Fra Salinbene, Tolomeu de Luca, G. Petella, Nicolau António, Grabmann) para aprofundar o conhecimento do autor.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Os volumes do Instituto estão esgotados. Comunica que o livro de AP (Elementos) vai ser examinado no início do próximo mês. Relata o modus faciendi da referida comissão, queixando-se do muito tempo que lhe rouba. Indaga se os Novos Estudos tem tido venda e nota que “o sistema de vendas da Imprensa Nacional dificulta a venda; é seguro, mas enterra os livros”.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Pergunta se foi incidental o encontro com o Ministro (Cordeiro Ramos), com quem JC privou, mas desde que “ele enveredou pelo caminho do facciosismo estreito eu passei a ser um réprobo”. Anuncia o envio de novas publicações, das suas conferências sobre Espinosa e, em breve, das provas dos Vínculos Portugueses, de AP.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Reserva para uma conversa, em Lisboa, a explicação profunda da atitude do ministro da justiça, Manuel Rodrigues, que o surpreendeu e o feriu, pela falta de carácter. Quanto à Miscelânea, referências a Mendes dos Remédios, Rocha Pombo e Afrânio Peixoto. Na polémica sobre a escola vicentina pensa que Duarte Leite exagera na negação liminar dos conhecimentos científicos do Infante.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Alerta-o para as dificuldades que este ano a Imprensa da Universidade vive, prevenindo-o que durante o ano económico, não poderá imprimir-se a colectânea dos seus artigos – Cultura Estrangeira e Cultura Portuguesa. Fala dos seus objectivos e acção à frente da administração na Imprensa universitária. Insiste em conhecer os originais das Cartas de Carolina Michaëllis a AP.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Crítica positiva ao Tratado de Versificação, de AP, lamentando não se ter debruçado sobre o «retorno interior» e a reminiscência no acto poético, que particularmente se prende na análise de Antero de Quental. Discorda que o século XVII possa ser considerado o “século áureo da poesia”: o isolamento salutar é afinal mero fruto da política contra-reformista.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Inteira-se do estado de saúde da filha de AP; confirma que o seu original está na Imprensa; e solidariza-se com ele pelo “atropelo governamental”. Anuncia a intenção de fundar uma Biblioteca Filosófica e o vasto movimento de traduções que se afigura, aceitando uma sua tradução. Anuncia a saída do Arquivo Histórico e a possibilidade de uma revista de filosofia.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Certifica o projecto da Biblioteca Filosófica e as intrínsecas dificuldades da tradução de textos filosóficos num meio que “tem horror ou incapacidade da aventura metafísica”, propondo a AP a tradução de obras de A. Comte ou S. Tomás de Aquino e anunciando que iniciará a colecção com a Ética de Espinosa. Responde à indagação sobre um livro Sílvio Lima e sobre ele discreteia.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Queixa-se do mal-estar físico e sobretudo do excesso de trabalho: “nós vivemos sob o mais estúpido dos regimes universitários que podem conceber-se: simples autómatos de aulas, estudantes e professores”. Seguem as provas das Cartas C. Michaëllis. Refere a notável descoberta de Grabmann sobre Pedro Hispano; pergunta se conhece o Chronicon Spinozanum.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Solidariza-se, com “simpatia pessoal”, com a situação de AP, reflexo da quebra de valores que o “Estado bandeira de partido” promove numa “situação de guerra”. Ao devolver um original e o orçamento, afirma ter procurado assegurar editor, uma vez que estatutariamente a Imprensa da Universidade não pode publicar textos com clara feição política. Anuncia a expedição em breve de livros.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Congratulações pela nomeação de AP para o Arquivo de Guimarães; augura a serenidade intelectual que aí irá sentir: “os seus nervos apaziguar-se-ão e o erudito tomará decididamente a dianteira sob as outras facetas do seu espírito”. Refere a ambição de viver na Figueira; solicita “duas linhas no Diário de Notícias acerca da Literatura Portuguesa”, de Aubrey Bell.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Queixa-se de uma. entero-colite que o tem impedido de trabalhar como desejava; refere não ter lido a crítica de AP a Hernâni Cidade; refere ter recebido um artigo de Stegmüller com questões novas sobre S. Tomás de Aquino. Pergunta quando preparará AP o 2.º volume dos Estudos. Anuncia a partida para Buarcos a 15 de Julho.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Remete uma tradução de Simões Ventura, por não ter encontrado António de Vasconcelos ou Oliveira Guimarães; aprecia a crítica de AP à edição das Líricas, de Camões, e refere o problema da fixação de método propondo um critério estilométrico; defende a actuação dos editores da obra, em particular, de José Maria Rodrigues.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Envia um número da Presença e a separata Itinerário de Monetarius. Continua a queixar-se achaques de saúde; declara ter escrito um artigo onde aclara o problema de Pedro Hispano. Confessa não estar zangado com AP e promete uma visita à Torre do Tombo; regozija-se que a Imprensa Nacional, com a Biblioteca Nacional e a Academia, empreendam obra similar à da Imprensa da Universidade.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
O registado: Domingos de Freitas Carvalho
Nº registo: 1947
Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães
Data de nascimento: 1913/12/09
Pai: António de Feitas
Profissão: Lavrador
Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães
Mãe: Luísa de Freitas
Profissão: Lavradeira
Naturalidade (freguesia e concelho): Azurém São Pedro, Guimarães
Averbamentos: Assento de casamento nº 12-C de 1944 com Ilda de Abreu Freitas; boletim de óbito nº 47 - faleceu em 1985.
Procuração que fizeram João Carvalho, jornaleiro, e sua mulher Maria Antunes, moradores na Rua da Fonte Nova, aos licenciados Francisco Barbosa, João Machado de Miranda, António Ferreira da Maia, João da Rocha Dantas, advogados nesta vila, e a António Ribeiro, solicitador, e na cidade do Porto aos licenciados Manuel da Silva Coimbra, João de Araújo Ferraz, António Ribeiro dos Santos, António Mendes da Costa e António Gomes da Costa, advogados, e a outros.
Queixa-se da sobrecarga de textos que tem de aprontar. Envia a Opera de Jerónimo Osório; anuncia a partida para a França e a Bélgica, a 8 de Abril; queixa-se do cansaço; apura as contas da venda dos Estudos Filosóficos e Críticos e admite que em próximo livro de AP terá de fazer edição de 1.500 exemplares e “então verá que não é mau ser autor da Imprensa”.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Indaga sobre a recepção dos livros; previne AP de que é contraproducente enviar já os exemplares para os jornais sem a distribuição estar assegurada; pergunta se AP possui Siger de Brabant et l´averroïsme, de Mandonnet, e se o pode tomar por empréstimo. Sente dificuldades institucionais na aquisição de livros por não ser mais Director da Biblioteca da Universidade.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Sente a urgência de escrever sobre a influência da filosofia de Hartmann em Antero; Reafirma não ser um político, “mas no desvairamento da nossa sociedade parece-me um dever moral elementar a propaganda do liberalismo, ao qual sou fiel e julgo essencial a uma sociedade civilizada”. Pergunta se haverá encontro em Coimbra e se AP se irá fixar de vez na terra natal.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere o gosto pessoal de se retemperar na sua terra natal, a Figueira de Foz, o exercício físico e vida regrada que lhe propicia. Refere o seu artigo na História da Literatura, aquiescendo na crítica de AP sobre a falta de unidade no conjunto da obra dirigida por Albino Forjaz de Sampaio.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Narra desenvolvidamente a sua propositura a uma comemoração europeia do 4.º centenário da Universidade (1937) que “patenteasse ter sido uma transferência e não uma transladação” e o modo com “tudo ficou satisfeito com o programa e dormiu descansadamente”, entre as dificuldades que a burocracia criou e que o ambiente intelectual “decorativo” propicia, e o revés pessoal que sente. Anuncia o envio de mais publicações.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Como a tradução do livro de Grabmann se tornaria inviável pelas exigências do autor e do editor aconselha AP a pensar num livro ou autor caído no domínio público – francês, italiano ou espanhol: “não olho à ideologia, e permito-me apenas sugerir que tem toda a conveniência em trabalhar num texto que possa ter largo público”, de modo a ser bem remunerado.
Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
