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ESTEVES, Manuel Bento. Filho de Fabiano José Esteves, do lugar de Santo Amaro, onde o casal morava, e de Deolinda da Glória (ou Deolinda da Conceição) Domingues, do lugar da Breia. Neto paterno de Francisco José Esteves e de Maria Rosa Lourenço; neto materno de Caetano Celestino Domingues e de Joana Rosa Gomes, todos lavradores. Nasceu em Prado a 11/7/1904 e foi batizado na igreja paroquial a 16 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Domingues e Maria Domingues, tios maternos do batizando, solteiros, rurais, do lugar da Breia. // Casou na igreja de Prado a 26/6/1958 com a sua conterrânea e prima no primeiro grau, Maria Isaura Salgado, filha natural de Júlia da Glória Salgado e de Manuel Domingues (Nenho). // Embarcou para o Brasil a 24/3/1959 e regressou no ano seguinte. // Morreu em Prado a 18/1/1989.
LOURENÇO, Manuel Bento. Filho de Tomaz Joaquim Lourenço, de Paderne, e de Maria Rosa Marques, de São Paio, moradores no lugar de Barata. N.p. de Joaquim José Lourenço e de Teresa Maria Cerqueira, de Paderne; n.m. de Pedro Marques e de Maria Josefa Lopes, de Barata. Nasceu em São Paio a 11/7/1868 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Afonso e sua mulher, Joaquina Rosa Lourenço, do lugar do Granjão, Paderne, todos lavradores. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar da Oliveira, Vila, quando casou na igreja de SMP a 16/11/1893 com Júlia Ana, de 25 anos de idade, solteira, natural de Paços, moradora em Merelhe, filha de Luís Pires e de Maria Martins, rurais, pacenses. Testemunhas: João Batista de Carvalho, solteiro, camponês, e Caetano Celestino de Sousa, sacristão, ambos da Vila.
GOMES, Bento Manuel. Filho de Manuel Joaquim Gomes (Pintor do Barral) e de Teresa de Jesus Esteves, negociantes. N.p. de José Joaquim Gomes e de Rosa Maria Domingues, lavradores, de Queirão, Paderne; n.m. de Manuel António Esteves e de Ana Joaquina Alves, lavradores, da Gaia, São Paio. Nasceu no Barral, S. Paio, a 21/3/1887, e foi batizado pelo padre JAF no dia seguinte. Padrinhos: José Joaquim Domingues, tio paterno (*), viúvo, artista, morador em Aldeia, Paderne. // Casou com Isolina Moura. // Foi proprietário da “Farmácia Cruz”, na cidade do Porto. // Mandou construir aí por 1929, na Quinta de Oleiros, Prado, a “Vivenda Isolina”. // Faleceu na capital do norte, no hospital da Ordem do Carmo, a 24 ou 27/7/1936, no estado de casado. /// (*) Provavelmente irmão de Rosa Maria Domingues, avó paterna do bebé.
QUINTELA, José Bento. Filho de Constantino da Assunção Quintela e de Maria José de Freitas, lavradores. N.p. de Manuel José Quintela e de Maria José de Castro; n.m. de Manuel José de Freitas e de Maria Rosa Gonçalves. Nasceu no Lagendo, São Paio, a 11/7/1895, e foi batizado pelo padre António Esteves a 14 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na CRCM a 3 ou 30/3/1914 com Ana Rosa, de dezanove anos de idade, filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Joaquina Rosa Domingues, também de São Paio. // Faleceu na sua terra natal a 21/4/1959. // Com geração. // Nota: deve ser o mesmo indivíduo que em Janeiro de 1918 foi preso em Paderne, na festividade dos mártires de Marrocos, pelos agentes da emigração clandestina, por ter desertado do exército, onde cumpria o serviço militar; era o soldado n.º 534, da 9.ª Companhia, 3.º Batalhão, Infantaria 3.
BARREIROS, Bento Joaquim. Filho de Francisco Barreiros e de Maria Josefa, de Ponte do Mouro, Barbeita, Monção. N.p. de António Luís Barreiros e de Maria Rosa da Silva, do dito lugar; n.m. de Joaquim Domingues e de Antónia Trancoso, da freguesia de Vide, bispado de Tui. Nasceu por volta de 1848. // Casou na igreja de SMP a 11/7/1869 com Maria, de 20 anos de idade, solteira, filha de Manuel José de Almeida e de Maria Joaquina Monteiro, de Cristóval; n.p. de José Gonçalves de Almeida e de Isabel Gomes Cerdeira, da Vila de Melgaço; e neta materna de Joaquim do Outeiro e de Antónia da Ribeira, de Cristóval. Testemunhas: Caetano Celestino Sousa e Manuel António da Cunha. (O casamento efectuou-se com licença do padre José Bernardino Durães, de Rouças).
ALVES, Bento (Rau-Trau). Filho de Domingos dos Santos [Alves] e de Rosa Maria Cabeços, naturais de Ponte de Lima. Nasceu em Selbique da Penha, Ponte de Lima, por volta de 1852. // Tinha 29 anos de idade quando o padre Elias de Jesus Marques, natural de Prado, sob licença do abade de SMP, padre Francisco Gomes Barreiros, o casou na igreja da Vila de Melgaço, a 18/2/1881, com Cândida Augusta de Sousa, de 27 anos de idade, filha de Maria Ludovina de Sousa, de SMP, Melgaço. Testemunhas: Joaquim do Carmo Álvares de Barros, solteiro, e Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja. // Faleceu em SMP a 24/8/1920, com 52 anos (!), no estado de casado. // Com geração.
ARAÚJO, Bento (Padre). Filho de Domingos Rodrigues de Araújo e de Isabel Gonçalves [de Araújo], moradores na Vila. Neto paterno de João Rodrigues de Araújo e de Isabel Gomes, moradores no Campo da Feira, SMP; neto materno de João Lopes Ribas de Araújo e de Sabina da Ribeira. Nasceu na Vila de Melgaço no século XVII. // Foi um dos executores testamentários de sua mãe. // Fez testamento em 1744; ficou sendo seu herdeiro o irmão, padre Bernardo de Araújo, mas caso este irmão morresse antes dele, ficariam as irmãs Isabel, Jacinta e Jerónima, como herdeiras. Deixou à SCMM três mil cruzados para lhe dizerem missas diárias. // Morreu na Vila de Melgaço a 20/12/1748, com cerca de setenta anos de idade.
SOARES, Caetano Bento. Filho de Caetano José Abreu Soares, cavaleiro-professo na Ordem de Santiago, da Vila de Melgaço, e de Maria Teresa Mosqueira e Lira, de São Cristóvão de Mourentão, Galiza, moradores na Vila. N.p. de Caetano de Abreu Soares, cavaleiro-professo na Ordem de Cristo, tenente de infantaria, e de Caetana Maria Gomes de Abreu, melgacenses; n.m. de Jacinto Mosqueira Tavares Sotomaior e de Teresa Antónia Lira e Pereira, da Casa e Quinta de Paravedra, S. Cristóvão de Mourentão, Tui. Nasceu a 11/7/1803 e foi batizado na igreja de SMP a 15 desse mês pelo seu tio, padre António Manuel Caetano Abreu Soares, tesoureiro-mor da Colegiada de Valença. Padrinhos: o batizante e Maria Ângela Mosqueira e Lira, tia materna do neófito, da freguesia de Levozendo, Galiza. // Morreu criança.
A fotografia abrange os seguintes locais da freguesia de Oliveira de Azeméis: Largo Gemini/Escola Secundária n.º1 [Escola Industrial] /Escola Preparatória Bento Carqueja/Club de Ténis de Azeméis.
Requerente: Casimiro Fernandes. Assunto: Reclamação contra Bento Freitas Lima por ter alterarado e vandalizado açude. Contém: requerimento (cópia), ordens de serviço e nota de serviço.
Assunto: Queixa de Bento Ferreira da Costa contra Manuel Gonçalves da Cruz por este ter mudado o leito do ribeiro dos Pouzados. Contém: reclamação, comunicações, planta, despachos
Requerente: Manuel José Simões. Assunto: Transgressão por realização de obras junto ao seu moinho no ribeiro de São Bento de Varzea.
Assunto: Transgressão de Manuel Bento de Magalhães por ter mudado o leito do ribeiro de Bregadelos. Contém: autos de notícia, intimações, comunicações
Parecer para o Ministério do Reino, relativo à venda do edifício onde estava instalada a Escola de Ensino Mútuo, na Rua de S. Bento , incluído nos Bens Nacionais.
Solteiro, 34 anos de idade. Filiação: Antonio Bento Costa. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Brasil. Trabalhador.
Solteiro, 25 anos de idade. Filiação: Joao Bento Magalhaes Lemos. Natural de FERVENCA,Sao Salvador-CELORICO BASTO. Destino Rio Janeiro.
Casado, 32 anos de idade. Filiação: Manuel Bento Gomes. Natural de COVAS BARROSO,Santa Maria-BOTICAS. Destino Rio Janeiro. Lavrador.
Solteiro, 27 anos de idade. Filiação: Bento Magalhaes. Natural de LAJE,Sao Juliao-VILA VERDE. Destino Manaus. Lavrador
Solteiro, 23 anos de idade. Filiação: Antonio Bento Costa. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Jornaleiro
Solteiro, 31 anos de idade. Filiação: Manuel Bento Cunha. Natural de CARAPECOS,Sao Tiago-BARCELOS. Destino Rio Janeirio. Lavrador
Casado, 46 anos de idade. Filiação: Jose Bento Aldeia. Natural de VILA COVA,Santa Maria-BARCELOS. Destino Rio Janeiro. Lavrador
9 anos de idade. Filiação: Bento Fernandes Silva. Natural de NESPEREIRA,Santa Eulalia-GUIMARAES. Destino Rio Janeiro.
Solteiro, 21 anos de idade. Filiação: Bento Marques. Natural de VALDREU,Sao Salvador-VILA VERDE. Destino Rio Janeiro. Trabalhador
Casado, 23 anos de idade. Filiação: Bento Silva. Natural de FERREIROS,Santa Maria-BRAGA. Destino Rio Janeiro. Marcineiro
Solteiro, 23 anos de idade. Filiação: Bento Jose Esteves. Natural de RIBEIRA,Sao Mateus-TERRAS BOURO. Destino Rio Janeiro. Lavrador
Solteiro, 28 anos de idade. Filiação: Constantino Jose Bento. Natural de VILA COVA,Santa Maria-BARCELOS. Destino Brasil. Lavrador
Solteiro, 41 anos de idade. Filiação: Bento Magalhaes. Natural de LAJE,Sao Juliao-VILA VERDE. Destino Manaus. Empregado comercial
Casado, 38 anos de idade. Filiação: Bento Soares. Natural de FERREIROS,Santa Maria-BRAGA. Destino Rio Janeiro. Enfermeiro
Solteiro, 31 anos de idade. Filiação: Antonio Bento Costa. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Trabalhador
Solteiro, 38 anos de idade. Filiação: Bento Soares. Natural de FERREIROS,Santa Maria-BRAGA. Destino Rio Janeiro. Pedreiro
26 anos de idade. Filiação: Bento Luis Veloso. Natural de FERREIROS,Santa Maria-AMARES. Destino Santos. Lavrador
35 anos de idade. Filiação: Jose Bento. Natural de QUINTIAES,Santa Maria-BARCELOS. Destino Nova Iorque. Lavrador
Solteiro, 24 anos de idade. Filiação: Jose Bento. Natural de BARQUEIROS,Sao Joao Batista-BARCELOS. Destino Rio Janeiro. Carpinteiro
Solteiro, 39 anos de idade. Filiação: Bento Magalhaes. Natural de LAJE,Sao Juliao-VILA VERDE. Destino Manaus. Lavrador.
18 anos de idade. Filiação: Jose Bento Alves. Natural de VILAR VEIGA,Santo Antonio-TERRAS BOURO. Destino Pernambuco.
Filho de António Azevedo e de Marta Freitas. Localidade(s): Caramos, São Martinho, Felgueiras. Nome religioso: Frei Bento Encarnação.
Filiação: Bento Fernandes Baltazar e de Maria Jesus. Natural e/ou residente em Sabariz, Santiago, concelho de Vila Verde.
Filiação: José Fernandes Mateus e Antónia Bento. Freguesia: Vreia de Jales, Nossa Senhora Assunção. Concelho: Vila Pouca de Aguiar.
Filiação: Antonio Jose Domingues Sao Bento e Rosa Maciel. Natural da freguesia de GALEGOS, Santa Maria, concelho de BARCELOS
Filiação: Jose Bento Silva e Maria Joaquina. Natural da freguesia de CARAPECOS, Sao Tiago, concelho de BARCELOS
Filiação: Jose Bento Fernandes e Rosa Maria. Natural da freguesia de MONDIM, Sao Martinho, concelho de BARCELOS
Filiação: Bento Jose Cunha e Luisa Marques. Natural da freguesia de MERELIM, Sao Pedro, concelho de BRAGA
Filiação: Joaquim Bento Moreira e Josefa Silva. Natural da freguesia de MINHOTAES, Sao Salvador, concelho de BARCELOS
Filiação: Jose Bento Lemos e Luisa Pereira. Natural da freguesia de FERVENCA, Sao Salvador, concelho de CELORICO BASTO
Filiação: Antonio Bento Delgado e Teresa Jose Ribeiro. Natural da freguesia de FRIANDE, Santo Andre, concelho de POVOA LANHOSO
Filiação: Antonio Bento Costa e Maria Fernandes Sa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Jose Bento Oliveira e Bernardina Rosa Rocha. Natural da freguesia de SOENGAS, Sao Martinho, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Antonio Bento Delgado e Teresa Jose Ribeiro. Natural da freguesia de FRIANDE, Santo Andre, concelho de POVOA LANHOSO
Filiação: Antonio Bento Costa e Maria Fernandes Sa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Bento Jose Esteves e Maria Rodrigues Oliveira. Natural da freguesia de RIBEIRA, Sao Mateus, concelho de TERRAS BOURO
Filiação: Antonio Bento Costa e Maria Fernandes Sa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Pereira Bento e Florinda Goncalves. Natural da freguesia de TELHADO, Santa Maria, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Antonio Jose Bento Carvalho e Emilia Rosa. Natural da freguesia de BURGAES, Sao Tiago, concelho de SANTO TIRSO
Filiação: Bento Magalhaes e Maria Costa Macedo. Natural da freguesia de LAJE, Sao Juliao, concelho de VILA VERDE
Filiação: Bento Magalhaes e Maria Costa Macedo. Natural da freguesia de LAJE, Sao Juliao, concelho de VILA VERDE
Filiação: Jose Bento Silva e Maria Goncalves. Natural da freguesia de FRADELOS, Santa Leocadia, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Jose Bento Silva e Emilia Isabel Oliveira. Natural da freguesia de FRADELOS, Santa Leocadia, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Bento Magalhaes e Maria Costa Macedo. Natural da freguesia de LAJE, Sao Juliao, concelho de VILA VERDE
Filiação: Joao Bento Silva e Maria Goncalves. Natural da freguesia de FRADELOS, Santa Leocadia, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Jose Bento Silva e Emilia Isabel Oliveira. Natural da freguesia de FRADELOS, Santa Leocadia, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Filiação: Jose Bento Silva e Emilia Isabel Oliveira. Natural da freguesia de FRADELOS, Santa Leocadia, concelho de VILA NOVA FAMALICAO
Solteiro, 22 anos de idade. Filiação: Manuel Bento. Natural de BARQUEIROS,Sao Joao Batista-BARCELOS. Destino Rio Janeiro.
Casado, 46 anos de idade. Filiação: Jose Bento Silva. Natural de CARAPECOS,Sao Tiago-BARCELOS. Destino Brasil. Trabalhador Escreve
Filiação - Bento Fernandes e Bernardina Rosa, na freguesia Naturalidade - Landim Morada - Landim Data de nascimento - 1857-01-16 Emprego - Sapateiro Estado - Solteiro
Descrição da obra: Certidão(buscas em nome de:josé ferreira bento-pavilhão/barracão Morada: Rua da Liberdade,498 - Codicei Localidade: Azoia
Descrição da obra: Certidao de buscas em nome de joaquim bento antunes da cunha Morada: Chas Localidade: Regueira de Pontes
O registado: Bento Martins da Cunha Nº registo: 832 Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães Data de nascimento: 1912/05/08 Pai: Álvaro Martins da Cunha Profissão: Pedreiro Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães Mãe: Eva Pedrosa Profissão: Costureira Naturalidade (freguesia e concelho): São Miguel de Caldas de Vizela, Guimarães Averbamentos: Assento de casamento n.º 243 com Engrácia Ribeiro em 1935; dissolução do casamento por óbito do cônjuge mulher em 1985; assento de óbito n.º 677 - faleceu em 1986.
Bento de Oliveira Cardoso e Castro Guedes de Carvalho Lobo, primeiro e único visconde de Vila Moura, formado em Direito, foi um político, intelectual e escritor decadentista, que, entre outras funções foi deputado às Cortes da Monarquia Constitucional Portuguesa. Correspondente de Fernando Pessoa, foi cronista da revista "A Águia" e autor de uma vasta e fecunda obra como escritor, novelista, contista, cronista e crítico literário. De entre as suas obras destaca-se "Nova Safo" (1912), pela coragem na abordagem dos temas do lesbianismo, necrofilia e homossexualidade masculina que provocou grande escândalo à época. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Bento_de_Oliveira_Cardoso_e_Castro_Guedes_de_Carvalho_Lobo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco José da Silva Guimarães casado com Josefa Maria Salgado 2º Outorgante: Bento Rodrigues do Vale casado com Maria Carvalho de Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Belmiro Mendes de Oliveira casado com Maria Beatriz Teixeira Carneiro de Oliveira 2º Outorgante: Bento da Assunção Pinheiro de Abreu casado com Maria de Lourdes Sampaio Bragança da Silva Abreu
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Belmiro Mendes de Oliveira casado com Maria Beatriz Teixeira Carneiro de Oliveira 2º Outorgante: Bento da Assunção Pinheiro de Abreu casado com Maria de Lourdes Sampaio Bragança
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco José da Silva Guimarães, casado com Josefa Maria Salgado 2º Outorgante: Bento Rodrigues do Vale, casado com Maria Carvalho de Oliveira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Bento da Assunção Pinheiro de Abreu, casado com Maria de Lourdes Sampaio Bragança da Silva Abreu 2º Outorgante: António Gomes Gaspar, casado com Vitória de Jesus Neto
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Bento da Assunção Pinheiro de Abreu, casado com Maria de Lurdes Sampaio Bragança da Silva Abreu 2º Outorgante: Adelino Fernandes Ferreira, casado com Maria Alice Ribeiro
FERNANDES, Bento António Ramão. Filho de Matias Fernandes e de Josefa Real, lavradores. Nasceu no lugar de Resende, freguesia de São Martinho de Calvos, concelho de Touro, diocese de Santiago, Galiza, por volta de 1826. // Casou na igreja de Penso a 24/6/1852 com Mariana, de Rabosa, filha de Francisco Manuel Gonçalves e de Maria Teresa Fernandes, neta paterna de Domingos Gonçalves e de Ana Maria Rodrigues, de Barbeita, Monção, e neta materna de João Manuel Fernandes e de Rosa Maria Gonçalves, de Felgueiras, Penso. Testemunhas: padre Inocêncio José da Gaia Torres, Paulo Fernandes, solteiro, de Barro Grande, e José João Esteves Pires, casado, de Laranjeira. // Enviuvou da dita Mariana e voltou a casar, novamente na igreja de Penso, a 11/3/1857, com Maria Joaquina, filha de Angélica Rodrigues, solteira, e neta materna de António Rodrigues e de Maria Agostinha Bernardes, todos estes do lugar de Carreira. Testemunhas: J.J.E.P., J.C.R., e P.F., este solteiro e os outros casados. // Apareceu morto, por motivo de queda (segundo constava), às dez horas da manhã de 31/12/1876, no sítio denominado a «Bouça», limites de Penso. Tinha cerca de 50 anos e era carpinteiro. Morava no lugar de Carreira, Penso. // Estava casado com Maria Joaquina Rodrigues (em segundas núpcias). // Foi sepultado na igreja de Penso. // Deixou filhos.
MONTEIRO, Bento Manuel. Filho de Ana Joaquina Monteiro, camponesa, moradora na Portela de Remoães. Neto materno de Agostinho José Monteiro e de Isabel Maria Domingues. Nasceu a 15/10/1848 e foi batizado três dias depois. Padrinho: Vitorino Inácio Monteiro, solteiro, primo do neófito, do dito lugar. // Professor. // Casou na igreja de Remoães a 22/1/1874 com Esménia Petronila, de 31 anos de idade, costureira, filha de Francisco José Gonçalves e de Miquelina Luísa de Sousa e Castro, da Quinta da Torre, Paderne. Testemunhas presentes: Bernardo António de Sousa e Castro, casado, rural, e JAM, solteiro. // Tinha 32 anos de idade, estava viúvo de Esménia Petronila, quando voltou a casar, na igreja de Remoães, a 9/1/1881, com Maria José, de 21 anos de idade, filha de Vitorino José de Sousa Lobato, de Paderne, e de Maria Benedita Durães, de Gondomar, Remoães, lavradores. Testemunhas presentes: JAM e João Batista Gonçalves, casado. // Gerou filhos em ambas as esposas (ver a sua descendência em Paderne). // Morreu a 3/2/1925, repentinamente. // Nota: deve ser o mesmo senhor que foi jurado pela freguesia de Paderne no 2.º semestre de 1907.
GONÇALVES, Bento Manuel. Filho de Manuel Gonçalves e de Maria Gonçalves, do lugar da Cela, Rouças. N.p. de Bernardo Gonçalves e de Maria Soares, do mesmo lugar; n.m. de Manuel Gonçalves e de Maria Rodrigues, do lugar de Portela (depois Portelinha), Castro Laboreiro. // Casou na igreja de Rouças a 30/9/1801 com Mariana, filha de Jerónimo Domingues e de Maria Lourenço (*), do lugar do Porto; neta paterna de Sebastião Domingues e de Maria Domingues, de Sobral de Cima; n.m. de Domingos Lourenço e de Brígida Gonçalves, do lugar do Porto. Testemunhas: José António Domingues, do lugar da Igreja, e Caetano de Freitas, de Surribas. // Deve ter enviuvado, pois voltou a casar na igreja de Rouças com a sua parente no 3.º grau de afinidade a 7/4/1821, Caetana Maria, filha de António José Domingues e de Maria Luísa Domingues, do dito lugar da Cela. // Testemunhas: padre Manuel José Durães, de São Paio, e o mordomo da igreja de Rouças. /// (*) Já defunta aquando do casamento da filha.
SILVA, Manuel Bento (Padre e Dr.) Filho de Manuel da Silva, proprietário e industrial em Monção, e de Laurinda de Sousa (*). Nasceu na freguesia de Segude, Monção, a 6/4/1936. // Depois da instrução primária os seus pais destinaram-no à vida religiosa. // Fez Filosofia e Teologia nos Seminários de Braga. // Veio para Melgaço como sacerdote, para a freguesia da Gave (10/8/1960?). // Lecionou no Ciclo Preparatório de Melgaço e também na Telescola. // Em 1968 increveu-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, acabando o curso em 1976. // Foi juiz substituto de instrução criminal de Melgaço. // Abandonou o sacerdócio e abriu escritório de advogado em Monção e em Melgaço. // Politicamente é conservador. Foi presidente da Comissão Concelhia do PSD em Melgaço e vice-presidente da Comissão Distrital desse partido. // Nas eleições de 16/12/1979 ganhou a presidência da Câmara Municipal de Melgaço, cargo que manteve até 1982. // É o fundador-sócio n.º 1 do novo Sport Clube Melgacense. // Foi deputado à Assembleia da República. // Casou com Maria da Conceição Amorim Arantes Rodrigues, delegada do Procurador da República em Viana do Castelo. // Pai de Manuel. // Irmão de António Vitorino e de Maria das Dores. /// (*) Laurinda de Sousa faleceu a 3/1/1980.
MARQUES, António Bento da Cruz. Filho de Francisco António Marques e de Fortunata Lopes, residentes no lugar de Doma. N.p. de Manuel Joaquim Marques e de Maria Rosa Vaz, de Balsada, Fiães; n.m. de Maria Lopes, solteira, de Beleco, Paços. Nasceu a 2/5/1868 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: António Bento Rodrigues, solteiro, lavrador, e sua mãe, Luísa Marques, casada, moradores em Carvão. // Por morte de sua mãe, ocorrida por volta de 1920, foi citado pelo Juízo de Direito da comarca de Melgaço, a fim de assistir a todos os termos do inventário a que então se procedia; ele encontrava-se em parte incerta do Brasil (JM 1282, de 21/3/1920).
DOMINGUES, José Bento. Filho de João Manuel Domingues e de Maria Rodrigues. Nasceu em 1878. // Suponho que foi emigrante no Brasil. // Casou com Ana Maria, filha de Manuel José Rodrigues e de Ana Rosa Esteves (*). // Em Dezembro de 1918 esteve bastante doente, provavelmente com a pneumónica. // Comprou a Quinta da Orada, sita na freguesia da Vila de Melgaço, aí criou os filhos, e aí morreu a 19/3/1930. No Notícias de Melgaço n.º 55, de 23/3/1930, pode-se ler: {«após horrível e prolongado sofrimento, morreu na sua casa da Orada, no dia 19, pelas 17 horas, o nosso íntimo e particular amigo, José Bento Domingues. À hora em que, trémulo e hesitante, procuro a caneta para bosquejar estas linhas, como preito e homenagem à virtude, à Honra, à Honestidade, lidimamente representadas por aquele que, entre lágrimas escaldantes, entre suspiros profundos, pétalas odoríferas, da mais virente «gerbe» acaba de baixar à terra gélida e inóspita da campa, à hora em que tantos corações se confrangem ao peso acabrunhador da mais cruciante dor, chorando um pai extremoso, adorado, pranteando um irmão querido e inolvidável, lamentando um esposo fiel e ternamente amado; nesta hora verdadeiramente caótica e tétrica para tantos corações vertendo sangue, - indubitavelmente, já uma lápide fria escondeu, para sempre, aos olhos de amigos devotados e sinceros, aos corações de filhos extremosos e queridos, o protótipo da virtude, da honra e da honestidade, o mais lídimo representante do amor filial, da fidelidade conjugal, o espécimen mais brilhante do cidadão virtuoso, do carácter mais fulgurante e austero. Lá no remanso bucólico do cemitério, de paisagem viva, engrinaldado de aspectos encantadores, no silêncio místico da campa, passa pela nossa mente, em delicioso «ecram» o rosário interminável de virtudes, que fulguraram intensamente naquele que encarnou, em vida, os deveres mais restritos do seu estado, ensinando-nos a ser o mais respeitoso dos filhos, o mais amoroso dos esposos, o mais afectuoso dos pais e o mais completo cristão. Nesta vaga de sensualismos estólidos, que procuram prostituir os mais nobres sentimentos e as mais belas aspirações do coração humano, nesta hora de malabarismos estúpidos que pretendem reduzir a Humanidade ao estado mais selvagem, semi-animal, neste momento de vaidades balofas, de heroísmos enfatuados, mas absolutamente ocos – é-nos imensamente grato curvar-nos, reverentes e respeitosamente, perante a carcaça humana, que serviu de invólucro a uma grande alma exornada das mais belas virtudes cívicas e cristãs, convidando-nos carinhosamente a enveredar pela senda luminosa que constituiu o apanágio daquele que até às borlas do túmulo pode ser tomado como o modelo do cidadão perfeito, do cristão completo. Era melgacense o Sr. José Bento Domingues, e ser melgacense é ter uma alma grande como o colosso das suas montanhas, de vistas largas como a amplidão dos seus panoramas, de profundezas penetrantes como a profundidade dos seus vales, de carácter puro e branco como a neve das suas serranias, de virtudes saudáveis como a frescura das suas brisas. Como a sociedade portuguesa seria guindada aos pâramos de uma glória eterna, servindo de modelo às nações estrangeiras, como Portugal figuraria no concerto das Grandes Potências, se todos os seus filhos foram do fino quilate daquele que acaba de descer ao túmulo! Oxalá a sua memória indelevelmente impressa na nossa alma sirva de eficaz incentivo para a virtude a todo o melgacense descendente dessa vetusta e veneranda plêiade de homens da nossa nacionalidade e do nosso concelho, cuja história se lê nas rugas das encanecidas feições desse povo melgacense, que foi cristão antes de ser português. É como pai, especialmente, que ele brilhou aos olhos dos seus conterrâneos, espelho límpido e claro em que reflectiam os mais nobres sacrifícios para garantir aos seus filhos um futuro florido enaltecendo ao mesmo tempo a sua família e a sua pátria. Pode-se nominar, sem laivos de lisonja, um benemérito da Pátria: entregou-lhe, desinteressadamente, cinco filhos que, patrioticamente, estão combatendo a maior e a mais grave doença de que enferma a sociedade portuguesa – o analfabetismo. Que modelo frisante para tantos pais que, vítimas do mais vil interesse, energúmenos criminosos, peiam os voos de seus filhos, ora privando-os dos recursos indispensáveis, ora abandonando-os à mercê dos seus caprichos e das suas paixões desenfreadas, incipientes! À memória de um amigo sincero e leal, para quem o céu brilha no seu divino esplendor, a minha gratidão devia estas palavras simples, mas que traduzem a veneração, respeito e admiração que era tido aquele que hoje dolorosamente pranteio. À sua esposa desolada, solitária neste báratro insondável de misérias e tristezas, a seu irmão inconsolável, padre Manuel José Domingues, aspirante de Finanças, a seus filhos Abílio e Maria de Jesus Domingues, professores em Chaviães, e Duartina Rosa Domingues, professora de Castro Laboreiro, autênticas glórias do professorado melgacense, aos senhores António e Rosalina Domingues, distintos alunos, aquele da E.N. e esta do liceu de Braga, ao mesmo tempo que, profundamente contristados, lhe enviamos o nosso cartão de sentidos pêsames e sinceras condolências, - recordamos-lhe como lenitivo, como bálsamo para as suas dores atrozes aquela frase de um cavaleiro medieval, gravada nas catacumbas de São Domingos, da Via Ápia, em Roma: «a morte para quem morre cristãmente é a vida!» C.A. Fernandes Miranda.»} Nota da redacção: «de quanto era amado é uma prova irrefragável o seu funeral realizado na quinta-feira, pelas 5 horas da tarde, concorridíssimo por numerosos amigos do finado, que vieram prestar-lhe a última homenagem, associando-se a Confraria das Almas desta Vila, com a sua bandeira, e o corpo activo dos BVM. Viam-se olhos marejados de lágrimas, ouviam-se suspiros plangentes, que davam ao préstito um tom verdadeiramente triste, mostrando bem o profundo pesar que dominava aquelas almas gratas e sinceras. Foram organizados diferentes turnos… R.I.P. = Requiescat in pace = descansa em paz.» // A sua esposa faleceu a 14/7/1954, com 78 anos de idade. /// (*) Ana Rosa Esteves morreu na Quinta da Orada, SMP, a 12/2/1948, com 95 anos de idade (NM 849, de 17/2/1948).
RANHADA, Mário Bento. Filho de António Maria Guerreiro Ranhada, hoteleiro, natural de Vilar de Mouros, Caminha, e de Maria Júlia de Abreu, doméstica, natural de Paderne, Melgaço, onde moravam, no lugar do Peso. Neto paterno de Domingos José Ranhada e de Ana Rosa Guerreiro; neto materno de José Ventura de Abreu e de Lucinda Libânia de Castro. Nasceu em Paderne a 25/6/1908 e foi batizado na igreja do mosteiro a 8 de Outubro desse mesmo ano. Padrinhos: José Bento Pereira, casado, proprietário, e Maria da Conceição Maldonado Pereira, casada, proprietária. // Casou na CRCM a 21/12/1931, e depois na capela do Hotel Ranhada, cuja cerimónia foi presidida pelo padre Artur Ascensão Almeida, com Isabel, de 23 anos de idade, natural da freguesia de Santos, Lisboa, filha de José Domingues e de Florinda da Silva Vale, naturais de Penso (confirmar). Padrinhos da noiva: Francisco Augusto Lacerda e sua esposa, Maria Amélia. Padrinhos do noivo: João Manuel Val e Aurora, irmã da noiva. Serviram de damas de honor Darcília Esteves e Ofélia Lucena, e segurou o véu da noiva Rosinha Esteves Cordeiro. O articulista do Notícias de Melgaço informa: «os noivos receberam muitas e valiosas prendas dos convidados.» Nesse dia foi servido no Grande Hotel Ranhada «um lauto jantar que decorreu animadíssimo.» // No jornal Notícias de Melgaço n.º 135, de 10/1/1932, podemos ler: Em 1933 espatifou o carro do sogro! Escreveram no jornal: «pelas dezasseis horas do dia 4 deste mês, quando Mário Ranhada, que se dirigia do Peso a esta Vila, quando o automóvel do seu sogro (…), comerciante em Lisboa, ao passar no lugar dos Leiros, Prado (devido às chuvas que caíam), sofreu uma derrapagem, resvalando pela valeta e indo de encontro ao muro da propriedade de Justiniano Ribeiro, ficando o auto bastante danificado. Felizmente, tanto Mário Ranhada como as pessoas que conduzia nada sofreram». // Em 1934 visitou o Rio de Janeiro, Brasil, «a fim de tratar de negócios». Regressou no verão desse ano; os seus amigos fizeram-lhe uma festa à chegada, com jantar e baile. // Depois da morte de seu pai, explorou – juntamente com seu irmão Amadeu – o Hotel Ranhada. A 8/8/1938 ele e o dito irmão transformaram juridicamente a sociedade: de comandita passou a sociedade por quotas, cujo capital, 25.000$00, foi dividido em duas partes de igual valor. A empresa passou a designar-se «Ranhada & Irmão, L.da» (*) // O azar perseguia-o. No Notícias de Melgaço n.º 504, de 28/7/1940, lê-se: «… no passado dia dezassete do corrente, quando Mário Ranhada na companhia da sua esposa, filhos e sogro (…), conceituado comerciante na praça de Lisboa, se dirigia para esta localidade no seu automóvel, ao passarem perto das Caldas da Rainha, e numa das curvas da estrada, foram vítimas dum grave desastre, provocado por outro carro que lhes apareceu fora de mão e a grande velocidade. De tão lamentável sinistro resultou ficarem feridos aqueles dois senhores que imediatamente seguiram no pronto-socorro dos bombeiros voluntários daquela cidade…» No Notícias n.º 505 já se dizia: «estamos informados, por pessoas fidedignas, de que Mário Bento Ranhada e seu sogro, que se encontram em uma Casa de Saúde das Amoreiras, Lisboa, têm felizmente experimentado muitas melhoras…» // A 13/2/1949, aquando das eleições para presidente da República, fez parte da mesa, em Paderne. Com ele estavam: José Joaquim Meleiro, de Golães, que era o presidente; Francisco Moreira Silva, do Peso, secretário, tal como ele próprio; Manuel Rocha e José Augusto César, do Peso, escrutinadores. Havia 325 eleitores, mas 81 faltaram! Os votos foram todos para Carmona. // Em uma eleição que decorreu a 15/1/1961 no salão nobre dos Paços do Concelho, foi eleito segundo secretário da Assembleia Geral dos BVM. // No livro «Na Terra de Inês Negra», do padre Júlio Vaz, página 49, pode ler-se: «Em Mário, a diplomacia…» E mais à frente: «herdaram a casa (**), mantiveram-na; até que a morte, no curto espaço de alguns meses, deixou apenas uma vara dessa árvore maravilhosa ali plantada ano distante de 1899; essa vara frondosa era o Mário…». // A sua esposa finou-se na freguesia de São Nicolau, Porto, a 7/2/1982. // Ele morreu na dita freguesia de São Nicolau a 2/3/1987 e está sepultado, tal como a sua esposa, no cemitério de Alvaredo, Melgaço. // Com geração. /// (*) Penso que foi a partir dessa data que o hotel passou a designar-se «Hotel Águas de Melgaço». /// (**) Refere-se ao hotel.
GOMES, Manuel Bento (Padre). Filho de Manuel António Gomes e de Delfina de Sousa Viana, residentes no lugar de São Gregório, Cristóval. Neto paterno de Manuel António Gomes e de Rosa Alves, de Chaviães; neto materno de António José Sousa Viana e de Rosa Durães, de São Gregório. Nasceu a 7/3/1867 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José de Sousa Viana, casado, negociante, paroquiano da freguesia de Santa Maria dos Anjos, Vila de Monção, representado pelo seu tio, Manuel de Sousa Viana, casado, morador em São Gregório, e a avó materna do bebé. // Depois da 4.ª classe ingressou no Seminário de Braga, onde se ordenou a 27/7/1891. // A 13/3/1895 foi nomeado pároco de Fiães e a 18/11/1900 pároco de Rouças, de cujo munus tomou posse a 24/2/1901, tendo sucedido ao padre Francisco Leandro de Magalhães, de Alvaredo, que havia sido apresentado para essa freguesia a 10/11/1899. // Devia gostar da política, pois em 1908 foi vice-presidente da Comissão Administrativa Municipal de Melgaço. // Foi vereador da CMM no tempo de João Pires Teixeira (NM 17/2/1948, página 4). // Foi o 1.º arcipreste de Melgaço, cujo arciprestado se criou em 1911 (ver Correio de Melgaço n.º 201, de 28/5/1916). // Em 1912 recebeu uma intimação das autoridades municipais para no prazo de cinco dias deixar a casa de residência paroquial (Correio de Melgaço n.º 7). // A 11 de Novembro, 21 de Novembro, e 12/12/1912, respondeu no tribunal da comarca acusado de ter infringido a Lei da Separação, tendo sido absolvido pelo juiz. Era seu defensor, o Dr. Ladislau Xavier de Morais, advogado de Monção (ver Correio de Melgaço n.º 24, de 17/11/1912, e Correio de Melgaço n.º 25, de 24/11/1912). // Em 1915 foi a Braga assistir às bodas de prata do curso de 1890-1891 (Correio de Melgaço n.º 165, de 12/9/1915). // A 6/7/1926, por decreto, reconheceram-lhe o direito à aposentação, para o que pagou em quotas a indemnização de 838$78, tendo sido aposentado somente em 1934, com a pensão anual de 7.289$00 (Notícias de Melgaço n.º 224, de 4/3/1934) indo então morar para São Gregório. // Em Novembro de 1937 era vogal do Conselho Municipal, juntamente com Firmino Alves Salgado, Abílio da Conceição Esteves, e Lino Enes, entre outros. // Os últimos dias da sua existência, viveu-os com sua irmã Estefânia Augusta. // Morreu na terra natal a 26/12/1947. // (ver Notícias de Melgaço n.º 282).