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Tece comentários relativos à campanha eleitoral, em Braga, para as eleições legislativas, ao acidente do [Duarte de] Montalegre, ao Chicho [Aldão]e ao Horácio.
Refere-se ao Chico [Aldão], ao Horácio [da Costa Guimarães] e ao movimento "Pró-Escola Raul Dória". Tece comentários sobre a "Revista [de Guimarães"]. Comenta as notícias sobre o sucessor de Araújo Malheiro na presidência da [Câmara de Braga].
Dá notícias sobre o Paço de Arcos e sobre o Rui Galvão. Comunica que gostou muito do "Boletim [de Trabalho Históricos"] e que oportunamente lhe mandará as nótulas dos livros que tem, bem como a do referido "Boletim". Refere-se às notícias sobre a ida do Mário [Cardozo] ao Congresso a Bilbao.
Refere-se ao Horácio [da Costa Guimarães]. Informa acerca da sua nótula sobre a peça "O Braço da Justiça", de Paço de Arcos. Declara que não sabe quando o irá visitar.
Refere-se ao envio das nótulas dos livros, à sua entrevista na televisão sobre o seu livro acerca do [Paço de Arcos] e ao Rui Galvão. Tece comentários acerca da recusa da Lamares em editar o livro de Pinharanda [Gomes] e revela a conserva com o Sá Tinoco a respeito da publicação do livro ["Cartas dos Outros Alfredo Pimenta"].
Refere-se ao [Duarte de] Montalegre, ao livro ["Cartas dos outros para Alfredo Pimenta"] e à referência do livro do Paço de Arcos e ao Pinharanda [Gomes]. Tece comentários elogiosos ao catálogo da exposição do Lopes Vieira e sugere a publicação das cartas do mesmo.
Refere-se à edição de um livro de Pinharanda [Gomes], à edição de uma obra do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Tece comentários críticos à política nacional.
Refere-se às nótulas para publicação na "Gil Vicente" e ao Rui Galvão. Tece comentários críticos à direção da Sociedade Martins Sarmento.
Refere-se ao seu encontro com o Chico [Aldão], à portaria que regulamenta a profissão dos técnicos de contas, às suas nótulas para publicação na ["Gil Vicente"] e ao jantar de homenagem ao Sérgio [Pinto].
Comunica a razão pela qual já não vai escrever um estudo sobre a obra teatral de Paço de Arcos. Refere-se ao seu projetado ensaio "O Teatro de Júlio Dantas". Tece comentário referentes ao Chico [Aldão] e à portaria que regulamenta a profissão dos técnicos de contas.
Refere-se ao Rui Galvão, à dissolução da Sociedade Portuguesa de Escritores e aos neonazis lisboetas. Informa que vai escrever a nótula sobre o livro "Cela 27" do Paço de Arcos. Felicita-o pela homenagem que a Câmara de Guimarães vai prestar ao Alberto [Vieira Braga].
Pede para insistir com o Chico [Aldão] para que este escreve com a maior brevidade possível o prefácio para sua tradução de um folheto de Henri Vocht. Tece comentários sobre a extinção da Sociedade Portuguesa de Escritores.
Felicita-o pelo cargo de [vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães]. Comenta que o Chico [Aldão] está interessado em escrever o prefácio à sua tradução de um folheto de Henri Vocht. Informa que vai tentar escrever o artigo sobre Bell e que vai enviar a nótula sobre o livro de teatro de Paço de Arcos.
Refere-se ao Rui Galvão, do Chico [Aldão] e à gralha no seu artigo sobre Mário Beirão, publicado na "Gil [Vicente"]. Informa que o Paço de Arcos está na disponibilidade de realizar uma conferência em Guimarães e que não sabe quando vai escrever o artigo sobre o Bell.
Refere-se às provas tipográficas de um artigo da sua autoria, ao regresso de Rui Galvão aos Açores e ao prefácio para o seu livro. Tece comentários sobre a nomeação de João Aldão para a [União Nacional] e sobre o [Santos da Cunha]. Informa que continua a pensar em escrever um artigo sobre o Bell para a "Gil [Vicente"].
Pergunta a Alfredo Pimenta se pode concorrer a um lugar vago de terceiro-conservador do arquivo da Torre do Tombo.
Lamenta não ter podido ainda encontrar-se com Alfredo Pimenta. Refere a sua colocação como professor no Seminário dos Olivais. Renova o desejo de celebrar uma missa na presença de Alfredo Pimenta e família.
Manifesta a sua alegria pelo convite que lhe foi dirigido por Alfredo Pimenta para presidir à cerimónia de entronização do Sagrado Coração de Jesus. Refere a tarde agradável que passou no convívio com a família de Alfredo Pimenta e pede para não ser obrigado a aceitar dinheiro por prestar qualquer ação sacerdotal.
Informa que abandonou, há um ano, a Direcção do Cineclube do Porto e que agora está à frente da "Árvore-Cooperativa de Actividades Artísticas". Dá conta da prisão de Manuel de Oliveira pela PIDE.
Pede que ofereça à Fundação António Cupertino de Miranda a obra "Colegiada de Guimarães sob o signo de Pombal". Lembra que, e para facilitar a oferta, a Fundação vai publicar o semanário de cultura "O Arauto" onde farão crítica a todas as obras publicadas no país.
Comunica o envio do memorial. Refere a disposição legal que lhe confere preferência citada no boletim de admissão a concurso.
Revela satisfação pela adoção da "História de Portugal", de autoria de Alfredo Pimenta, no ensino liceal. Solicita o patrocínio de Alfredo Pimenta para a resolução da sua situação de concorrente ao magistério primário.
Tece comentários elogiosos ao livro "Cartas dos outros para Alfredo Pimenta".
Trata da publicação na "Gil Vicente" de alguns artigos seus sobre figuras notáveis de Guimarães, já publicados em "O Primeiro de Janeiro".
Pede autorização para publicar o trabalho “Alma minha Gentil”, de Alfredo Pimenta, na revista “Gil Vicente” e expõe o motivo.
Convite para o jantar de homenagem ao Dr. Rocha dos Santos.
Agradece, em seu nome e no da Comissão, a vinda de Alfredo Pimenta ao jantar de homenagem ao Dr. Rocha dos Santos. Informa que Alfredo Pimenta está inscrito na lista dos oradores.
Informa que não foi possível fazer a substituição dos trechos cortados pelos de Alfredo Pimenta porque a impressão já estava feita. Supõe que Alfredo Pimenta já tenha recebido as sessenta separatas que lhe foram remetidas. Contém uma carta da Direção dos Serviços da Censura indicando os cortes necessários para o artigo ser publicado e a refutar a afirmação de que a Censura protege Rodrigues Lapa.
Refere que ficou satisfeito por Alfredo Pimenta ter gostado do papel para as separatas, que já deu instruções à tipografia e que já deve ter o «Aléo» que mandou pelo Rodrigo Pimenta.
Informa que a separata já está pronta e que remeteu os exemplares desejados por Alfredo Pimenta. Avisa que a revista deverá sair no princípio de janeiro. Sugere a Alfredo Pimenta um artigo sobre Azevedo Coutinho.
Participa que discorda da opinião de Alfredo Pimenta em relação a [António] Sardinha e a [Paiva] Couceiro e explica porquê. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Refere que, por razões inclusas no postal da tipografia, que junta, é impossível publicar o trabalho de Alfredo Pimenta no fascículo a sair. Pede para opinar sobre o assunto.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta, bem como “A resposta aos 36 e Contra o Comunismo”. Lamenta e discorda do caso dos «36» e da resposta de Alfredo Pimenta. Elogia os comentários feitos às “Encíclicas”.
Acusa a receção das cartas e da conferência sobre [Guerra] Junqueiro. Refere que esteve em Braga a assistir às comemorações do 28 de maio e destaca a boa disposição de Salazar. Pede a Alfredo Pimenta que se interesse pela colocação de duas raparigas e emprego para Esteves de Aguiar. Contém uma relação dos dados das raparigas e um memorial de Augusto Sá de Esteves Aguiar.
Participa que envia provas do artigo «Infantas de Portugal».
Fala de umas segundas provas que perdeu e faz a maquete para o frontispício da separata “À volta da sucessão dinástica”.
Comunica que vai enviar para Famalicão as provas do artigo que escreveu e pergunta se podem fazer separatas.
Agradece a separata do artigo "Jardim suspenso". Pede que lhe devolva a estampa de S. João de Deus logo que esteja feita a gravura, pois não é dele.
Deseja colaborar no número das bodas de prata da revista "Gil Vicente". Hipólito Raposo fala sobre o seu trabalho de quadras populares e dá especificações técnicas.
Envia o original Jardim suspenso, para sair num próximo número da Gil Vicente e pede cem exemplares. Diz que é possível que antes de Setembro ainda envie uma conferência sobre S. João de Deus, para sair aquando das festas.
Diz que se encontra a preparar os originais do livro a ser editado pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e pede-lhe uma separata do "Boletim de Trabalhos Históricos" sobre Alfredo Pimenta.
Agradece o livro sobre a Madre de Deus, como justa homenagem ao Dr. Alfredo Pimenta.
Devolve as provas do seu artigo, mas diz que falta a primeira parte. Pensa que talvez ficasse mais completo se transcrevesse o "Aqui d' el rei" de J. Amaral, mas isso ocuparia muito espaço na revista.
Agradece a oferta do trabalho "A Insigne e Real Colegiada da Nossa Senhora da Oliveira no seu cerimonial e nas suas festividades". Tece algumas considerações sobre a Colegiada.
Agradece a oferta da publicação "Dois Vimaranenses na obra de António Sardinha".
Agradece o trabalho Lá vem o comboio novo, e pede-lhe fotografia de alguns brasões para fazer desenhos.
Envia um ensaio sobre o Conde de Monsaraz, feito pelo Dr. José Pires Gonçalves, para ser publicado na revista "Gil Vicente", e pede 150 separatas.
Indica modificações a fazer no seu artigo sobre Hipólito Raposo e pede para rever as provas de alguns artigos já entregues.
Agradece a oferta da publicação "Representação de Guimarães na exposição realizada no Palácio de Cristal Portuense, em 1887", e o "Boletim de Trabalhos Históricos", vol. 39.
Agradece a oferta da História de la Universidad de Santiago de Compostela, e pede-lhe para os levar a Braga onde estará no dia 11.
Diz que leu na revista "Gil Vicente" os novos livros recebidos e pergunta se pode ser presenteado com os volumes de Menendez Pelayo História de la poesia hispano-americana e agradece.
Pede-lhe para enviar os livros para lá. Diz-lhe que esteve lá o presidente da Câmara e que podia ter levado os livros. Acrescenta que só pensa ir à casa da Madre de Deus lá para Agosto de modo que gostava de receber agora os livros em Lisboa e que assim que os tiver fará a nota bibliográfica. Pede ainda para lhe enviar o requerimento para ir tratando do assunto relativa a Creixomil.
Agradece os votos de boa saúde. Diz que teve em atenção o pedido, mas que a época é difícil devido à economia. Refere-se ao nome de algumas ruas de Guimarães.
Diz que possui uma credencial como correspondente em França da revista "Gil Vicente", e lamenta não ter colaborado ainda por não ter uma ideia do que é a revista. Envia uma fotografia do príncipe D. Duarte para a revista.
Envia uma poesia inédita que lhe foi solicitada pelo jornalista Cláudio Correia d’ Oliveira. Diz que gostaria de rever pessoalmente as provas, pois precisa de fazer ligeiras alterações.
Fala e comenta a sua colaboração na revista "Gil Vicente", e pede-lhe para publicar um soneto no próximo número da revista. Deseja que mantenham a forma gráfica e gostaria de rever as provas.
Agradece o "Boletim" e a separata com as cartas de Mário Cardoso e as de Feijó. Envia-lhe os votos de boas festas.
Agradece a publicação "Nas asas do urubu..." e comenta a viagem ao Brasil, comparando-a com a sua, que realizou em 1925, quando membro do Orfeão Académico de Lisboa.
Hipólito Raposo diz que tem o tempo muito ocupado e que não pode mandar colaboração para a revista Gil Vicente como pretenderia. Diz ainda que se prepara a homenagem a António Sardinha em Elvas e que convém concentrar lá todas as atenções.
Fala de uma publicação que fez e da sua admiração pela antiguidade clássica. Tem anexo um soneto autógrafo e assinado da sua autoria.
Fala do Dr. João de Almeida, com quem se conseguiu avistar. Agradece a publicação sobre as cartas de João Franco e diz que fica à espera de receber a revista "Gil Vicente".
Pedro Correia Marques nasceu em São Pedro de Rates, vila pertencente ao Concelho da Póvoa de Varzim (terra de Eça de Queirós), a 26 de abril de 1890. Iniciou sua carreira de jornalista quase ao acaso, já que, como muitos jovens depois do serviço militar, e advindo de uma família humilde, partiu em busca de emprego para garantir sua sobrevivência. Dessa maneira, começou a trabalhar na revista católica O Rosário – de 1913 a 1919 – como redator. Em 1915, torna-se redator também do jornal A Restauração. E, em 1919, consolida-se a sua presença no panorama jornalístico português ao entrar para a redação do jornal A Época – periódico conceituado – logo sendo nomeado redator principal. Com o término da edição de A Época, Correia Marques assume a direção e o posto de redator principal do jornal A Voz, até a sua extinção. Em 1927, aquando da nova publicação do jornal “A Época”, o Conselheiro Fernando de Sousa, foi seu diretor até à sua morte, em 1972. In: http://www.bocc.ubi.pt/pag/moreira-lucia-pedro-correia-marques.pdf
Pergunta quem foi o prelado que lhe fez boas referências e diz que vem para a Quinta da Madre de Deus no dia 8.
Devido a se encontrar doente tem que ditar a carta à filha. Diz que aceita o convite para colaborar na revista "Gil Vicente" e menciona vários trabalhos que tem para publicar. Pergunta ainda se lhe dão separatas.
Pede um exemplar da revista "Gil Vicente" e informa que ainda não recebeu as separatas.
Informa que já chegaram as provas e dá indicação sobre as separatas.
Envia um artigo intitulado "Gil Vicente em Madrid", uma notícia da publicação periódica "Sol" (de Madrid) sobre uma conferência que realizou nessa cidade em 2 de Maio e tece alguns comentários sobre o teatro de Gil Vicente.
Justifica o pedido da oferta de um exemplar da “História de Portugal”.
Refere-se à visita do Pequito Rebelo. Pergunta se há novidades e se já conhece o seu colega de Braga.
Refere que o seu silêncio se deve aos seus muitos afazeres. Informa que não pode estar em Monforte e que, por essa razão, desconhece o que lá se passou. Comenta, que acha, que Elvas vai prestar homenagem a António Sardinha.
Agradece a carta e desculpa-se por não ter respondido rapidamente. Informa que tenciona ir ao Norte, se antes não for transferido para lá.
Comunica que, infelizmente, não pode vir ao Norte. Tece comentários sobre o impacto que o desemprego rural teve na sua vida.
Refere os acontecimentos políticos em Braga e Guimarães.
Comunica que tem estado ausente e por isso só agora é que recebeu a carta. Informa que envia o artigo.
Refere-se à homenagem a Alfredo Pimenta e ao falecimento da Rainha D. Amélia. Convida-o a ir a Évora.