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VILAS, Maria Inácia. Filha de João Francisco Vilas, de Crescente, Tui, e de Maria Luísa Rodrigues da Silva, de São Pedro da Torre, Valença, moradores nas Carvalhiças. Neta paterna de João Martins e de Maria Vilas, galegos; neta materna de João Rodrigues de Moura, de Melgaço, e de Maria Rodrigues da Silva, de Valença. Nasceu a 27/8/1788 e foi batizada na igreja de SMP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: Inácio Rodrigues da Silva e sua esposa, Ana Domingues, melgacenses. Testemunhas: Pedro Francisco Martins e MPF.
É um dos mais antigos conventos fundados em Guimarães. Segundo Frei Luís de Sousa, na história de S. Domingos, a então vila de Guimarães, no ano de 1270, convidou os dominicanos a fundarem uma casa conventual. Com esse fim, chegam à vila em Dezembro quatro religiosos dominicanos, entre os quais o Prior de S. Domingos do Porto, tendo reunido com as pessoas mais notáveis da vila e do povo, na capela de S. Tiago na Praça, sendo-lhes ali concedida a licença para a fundação, demarcando-se-lhe um local perto da porta da vila, junto à Torre da Nossa Senhora da Piedade, hoje no Toural à entrada da Rua da Rainha.Com esmolas e ajudas compram casas e quintas, começando a obra junto ao muro novo, em 1271, no reinado de Afonso III, concluindo-se oito anos mais tarde. No entanto, em 1323, D. Dinis manda derrubar o convento, devido ao perigo que podia acarretar para a defesa da vila, como se comprovou aquando da rebelião do Infante D. Afonso, que quase conquistou a vila aproveitando-se da vizinhança do seu muro de defesa.Desalentados, só mais tarde é que os frades, marcado novo local para edificação, a cerca de 130 passos a Poente do antigo convento, principiaram a construção do novo convento. As obras vão sendo feitas com ajuda de esmolas, principalmente do arcebispo de Braga, D. Lourenço Vicente, do fidalgo D. Afonso de Briteiros e dos bispos de Burgos, que lhes deixou a sua livraria. Este edifício foi durante muitos anos um seminário.Em 1297, juntamente com os franciscanos, fazem um acordo com a Colegiada para regulamentar a pregação nas igrejas de Guimarães. Este acordo foi depois renovado em 1 de Abril de 1409.A igreja de três naves e dez altares laterais, uma das mais espaçosas e elegantes de Guimarães, sofreu profundas alterações durante os séculos XVIII e XIX. No ano de 1744 a câmara, em sessão de 3 de Março, deu verbas para substituir a capela-mor primitiva por uma outra, certamente, mais ampla, mas sem qualquer beleza arquitectónica. Em 1770, por diligências de Rodrigo de Sousa da Silva Alcoforado, da Casa de Vila Pouca, fez-se uma nova porta principal barroca. Em 1874, a Ordem Terceira e irmandades ali constituídas, reformam toda a igreja, que ameaçava ruir, com pinturas, dourados e estuques, sendo restituída ao culto cinco anos mais tarde. Todas estas sucessivas obras desfiguraram inteiramente a velha igreja gótica. Com a extinção das ordens religiosas a igreja ficou abandonada, sendo mais tarde cedida à Ordem Terceira de S. Domingos, por D. Maria II, em 24 de Janeiro de 1851 e dado o convento à câmara por decreto de 25 de Abril de 1842, tendo servido em 1839 de quartel militar e, em 1842 foi convertido no Tribunal Judicial.Em 1888 parte do convento foi ocupada pela Sociedade Martins Sarmento, com o fim de nele se estabelecerem os museus, biblioteca e demais dependências da instituição. Hoje a igreja é a paroquial da freguesia de S. Paio.
Profissão: cónego. Morada: Rua Dom Gualdim. Herdeiros: seu irmão Abade Higino Vilas Boas.
Conta corrente da receita e despesa vila de Guimarães. Termo de abertura e encerramento datados de 31 de dezembro de 1802, assinados pelo corregedor da comarca servindo de provedor, António de Melo Pais Vilas-boas. Contém o modelo do livro do diário da Roda e formulários para os livros da matrícula dos expostos e das revistas e pagamentos.
VILAS, Luís José. Filho de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves. Nasceu em Penso a 12/1/1837 e foi batizado a 16 desse mês e ano. // Lavrador. // Casou na igreja da sua freguesia a 14/10/1862 com Rosa Maria, solteira, camponesa, nascida em São João de Sá, Monção, a 16/3/1827, e batizada a 21 desse mês e ano, filha de Manuel Alves de Sousa e de Maria José Rodrigues. Testemunhas: padre C.E.C. e José Joaquim Vaz, casado, lavrador, de Barro Grande.
Natural da freguesia de VILA REAL, concelho de VILA REAL
Da vila de Gouvães, comarca de Vila Real.
Localidade: Vila Verde, São Paio, concelho de Vila Verde.
Freguesia: Vila Conde, São João Batista. Concelho: Vila Conde.
Freguesia: Vila Conde, São João Batista. Concelho: Vila Conde.
Freguesia: Vila Conde, São João Batista. Concelho: Vila Conde.
Freguesia: Vila Marim, Santa Marinha. Concelho: Vila Real.
Freguesia: Vila Real, São Dinis. Concelho: Vila Real.
Freguesia: Vila Marim, Santa Marinha. Concelho: Vila Real.
Freguesia: Vila Real, São Dinis. Concelho: Vila Real.
Freguesia: Vila Mea, Santa Comba. Propriedade: Casais Vila Mea.
Freguesia: Vila Flor, São Bartolomeu. Concelho: Vila Flor.
Localidade: Vila Flor, São Bartolomeu, concelho de Vila Flor.
Morada: Rua Fonte da Vila-Vila Nº detenção: 10556
Prazo que fez o Cabido de metade da quinta do Cadaval em São João Baptista de Rio Caldo, concelho de Sequeirós, Terras de Bouro, comarca da vila de Viana, com privilégio das tábuas vermelhas, a Domingos Dias (filho de Domingos Dias)e sua mulher Maria Gonçalves, e a Domingos Pires e sua mulher Maria Pereira, moradores no dito lugar do Cadaval. Foi antigamente emprazada juntamente com a outra metade num só prazo a Pedro Dinis Meirinho e sua mulher Camila da Silva em 26 de agosto de 1558 no tabelião Gonçalo Fernandes, desta vila, e depois se renovou a João Dias Fanquiais em 5 de janeiro de 1604 no tabelião João Bertoles, desta vila, e depois de partiu em duas partes e uma delas esta, que se emprazou a Pedro Antunes e a João Pires e suas mulheres em 26 de setembro de 1693 no tabelião António Machado de Azevedo, do concelho de São João de Rei.
Inclui: - a) carta de compra e venda de Garcia Garciiz e mulher Auroana Menendiz, Goldregodo Menendiz, Nuno Menendiz e Trudili Menendiz que vendem a Pelagio Odorii uma herdade que possuem na vila de Uilela, sob o monte Sancti Mametis, território Bracarensi. Suerius notuit. 4 nonas de Maio da Era 1212 (1174), - b) carta de compra e venda de Maria Pelaiz que vende a Pelagio Odorii uma herdade na vila Uilela, sob o monte Sancti Mametis, território Bracharensi. Suerius notuit. 14 calendas de Junho da Era 1212 (1174) , - c) Carta de compra e venda de Martinus Pelagii que vende a Pelagio Odorii uma herdade que possui na vila Uilela, sob o monte Sancti Mametis, território Bracarensi. Pictor notuit. Maio da Era 1212 (1174).
" Doação de umas casas e suas pertenças, sitas dentro da Vila nova de Famalicão, feita por Leonor Afonso, viúva de Pero Luís, seleiro, aos clérigos do côro, sendo prioste Afonso Dias e coreiros Joâo Annes, abade de Rande, Gonçalo Vasques, capelão de S. Paio, e outros, com a obrigação de uma missa oficiada e outra rezada em dia de S. Romão no altar de S. Pedro, que está na crasta da Colegiada e com responso sobre o movimento em que jaz o seu marido, e na véspera de S. Romão uma vigília e ladaínha. Escrito na prça da vila de Guimarães, por Afonso Luís, tabelião por el-rei Nosso Senhor. Em seguida: Posse das mesmas casas, tomadas a 10 de outubro do mesmo ano pelos padres coreiros João Annes, abade de Santa Maria de Airão e Pero Gonçalves, abade de S.João de Airão. Escrito em Vila Nova de Famalicão pelo notário apostólico Gonçalo Vaz."
(Doc.1) 1367 MARÇO, 28, Guimarães - perante João Lourenço Buuel meirinho mor de Entre Douro e o Minho apareceu Joane Anes Missa, procurador do concelho da vila de Guimarães, a informar que fora mandado pelo rei D. Fernando que não fossem mortos javalis ou ursos ao redor de uma légua da vila de Guimarães. (Doc. 2) 1367 MARÇO, 28, Guimarães – João Anes Missa, procurador do concelho de Guimarães, queixa-se a João Lourenço Buval, meirinho mor de Entre Douro e Minho, que o corregedor ordenara que os almotacés que desobedecessem ao que lhes era mandado, cumprissem trinta dias de cadeia, situação que levava a que ninguém quisesse ser almotacé, com o meirinho a revogar tal decisão. (Doc. 3) 1367 MARÇO, 28, Guimarães – João Lourenço Buval, meirinho-mor de Entre Douro e Minho, após queixa de João Anes Missa, procurador do concelho de Guimarães, sobre a escassez de padeiras na vila, ordena aos juízes e vereadores que estabeleçam aí as padeiras necessárias.
Freguesia: Vila Fria, São Martinho.
Freguesia: Vila Franca, São Miguel.
Freguesia: Vila Fria, Santa Maria.
Freguesia: Vila Franca, São Miguel.
Freguesia: Vila Franca, São Miguel.
Freguesia: Vila Boa, São João.
Vila Pouca de Aguiar (Almoxarifado).
Vila Nova de Famalicão (arciprestado)
Vila Pouca de Aguiar (arciprestado)
Localidade: Vila Real, São Dinis.
Localidade: Vila Seca, São Tiago.
Localidade: Vila Real, São Dinis.
Freguesia: Duas Igrejas, Vila Verde.
Freguesia: Duas Igrejas, Vila Verde.
Freguesia: Vila Verde, Santa Marinha.
Freguesia: Prado, Santa Maria (vila).
Freguesia: Vila Frescainha, São Martinho.
Freguesia: Vila Mea, Santa Comba.
Freguesia: Vila Caiz, São Miguel.
Freguesia: Vila Real, São Pedro.
Freguesia: Duas Igrejas, Vila Verde.
Freguesia: Vila Fria, São Martinho.
Freguesia: Vila Fria, São Martinho.
Tabelião: Manuel Joaquim Vila Flor.
Tabelião: Manuel Joaquim Vila Flor.
Localidade: Vila Mou, São Martinho.
Freguesia: Vila Real, São Pedro.
Freguesia: Vila Franca, São Miguel.
Freguesia: Vila Punhe, Santa Eulália.
Pico de Regalados, Vila Verde.
Concelho de Vila do Conde.
Concelho de Vila do Conde.
Morada: Galvão de Baixo Vila
Morada: Rua da Calçada Vila
Morada: Rua 1º Maio Vila
Morada: Largo Hermenegildo Solheiro Vila
Morada: Vila do Conde-Fiães
Morada: Vila de Castro Laboreiro
Morada: Vila de Castro Laboreiro
Morada: Vila de Castro Laboreiro
Morada: Vila Averbamentos: cancelado 15/06/1970
Morada: Vila de Castro Laboreiro
Morada: Vila de Castro Laboreiro
Morada: Vila de Castro Laboreiro
Residência: Fonte da Vila - Melgaço