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Contém correspondência remetida pela Intendência Geral da Polícia da Corte e Reino e pela Regedoria de S. Julião à Irmandade da Nossa Senhora da Oliveira. A documentação versa sobre diversos assuntos, entre os quais destacamos: petição que o exército endereçou à irmandade para efetuar o seu donativo para o fardamento, vestuário e mais artigos; solicitação do envio do orçamento de receita e despesa da irmandade para que seja examinado e submetido à aprovação do Concelho de Distrito; devolução do orçamento aprovado pelo dito concelho; intimação para que a irmandade contribua para as providências para prevenir o desenvolvimento da "cholera morbus", no caso de invasão e propagação, com a preparação de uma maca, uma manta e um ou dois pares de lençóis, devendo elaborar um orçamento suplementar onde conste a despesa feita com aqueles objetos para que o governador civil o considere no ato de contas; apontamentos relativos à questão de um olival cujo prazo era devido à irmandade e relativamente ao qual o Sr. António Roberto da Silva, tutor dos órfãos do finado João Caetano Maldonado, da vila da Atalaia, o qual comprara o olival, apresenta propostas sobre o prazo e laudémio à mesma irmandade e mais interessados.
Documentação relativa à administração que a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau faz do legado deixado por Gertrudes Magna Bacarias Bastos: nota dos juros de vinte contos de réis em inscrições do legado da testadora; certificado do 1.º escrivão da Mesa Administrativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau, Eduardo Santos, em como se haviam cumprido todos os requisitos em conformidade com a disposição testamentária da testadora e que a irmandade não havia recebido qualquer requerimento solicitando as esmolas anualmente distribuídas; sinopse da administração dos rendimentos de vinte contos de inscrições do legado de Gertrudes Bastos; relação dos bilhetes do tesouro em depósito no Banco Português e Brasileiro; requerimento para prestação de contas no Juízo das Capelas (a irmandade não prestava contas relativas ao encargo pio, que é o de esmolas, desde o falecimento do usufrutuário do remanescente dos bens da testadora, João António Fernandes Bastos, seu cunhado); cópia da liquidação e do despacho dos autos do encargo pio instituído pela citada testadora; cópia do termo, da sentença e dos autos de contas do referido encargo pio.
Inventário dos artigos de culto provenientes dos seguintes conventos extintos: Convento de Alcobaça; Convento de S. António dos Capuchos; Convento de S. António da Convalescença; Convento de Santa Apolónia; Convento da Arrábida; Convento do Beato António; Convento da Boa Nova em Belém; Convento da Boa Morte; Convento de S. Camilo de Lelis; Convento do Carmo; Convento do Carmo de Camarate; Convento do Coleginho; Hospício da Conceição; Convento do Corpus Christi; Convento da Esperança; Convento do Espírito Santo; Convento da Estrelinha; Convento de S. Francisco de Paula; Convento da Graça; Convento de Jesus; Convento de S. João de Nepomuceno; Convento de S. José e Santa Catarina de Ribamar; Hospício de Nossa Senhora da Conceição da Carreira dos Cavalos; Convento de Nossa Senhora do Livramento; Convento Nossa Senhora da Piedade de Cascais; Convento de Nossa Senhora dos Remédios; Convento dos Paulistas; Convento de Rilhafoles; Convento da Trindade; Convento de Xabregas; Convento de S. Vicente; conventos não especificados. Consta a descrição detalhada dos artigos e as condições em que foram cedidos.
Contém duas escrituras de aforamento da Quinta de Corroios, das vinhas que D. Pedro de Sousa Noronha e sua mulher, D. Juliana de Noronha, tinham em Santa Marta (1621, 1705); saldo de contas das despesas da Quinta de Corroios, pertencente ao vínculo instituído por Manuel Borges de Brito a fim de ser assinada e se passar quitação à irmandade (1825); sentença pela qual a irmandade pagou à viúva, D. Mariana Cândida de Melo Sousa e Menezes, as despesas e benfeitorias feitas após a morte do seu marido (1825); considerações da Comissão nomeada pela Mesa Definitória da irmandade para avaliar o estado do pinhal denominado - do Teófilo, no concelho do Seixal, para a Mesa poder deliberar sobre a questão da sub-rogação proposta por João Coelho Silva (1843); licença concedida pela irmandade para a celebração de uma missa numa das salas da casa da Quinta de Corroios, para a inauguração da imagem de São Nicolau sobre o portão (1860); petição de Manuel Francisco da Silva, rendeiro da Quinta de São Nicolau, para que a irmandade mande instalar uma nora no poço que existe na horta da mesma quinta (1862).
Os documentos registados apresentam-se organizados cronologicamente e a numeração da correspondência reinicia-se neste livro, apresentando os números 1 a 143. Possui termos de abertura e encerramento e apresenta um índice com marcadores alfabéticos no início do livro, antes do termo de abertura. Entre os destinatários destacam-se o administrador do Bairro Central de Lisboa, o Ministério e Direcção-geral das Obras Públicas, Junta da Paróquia e pároco da Freguesia da Encarnação, Governo Civil de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, Irmandades de São Miguel e Almas, dos Clérigos Pobres e dos Passos da Graça, Comando Geral da Guarda Municipal e comissário da Polícia, Cardeal Patriarca, irmãos da Irmandade do Santíssimo Sacramento, paroquianos e benfeitores. Salientam-se ainda um Relatório da Comissão Administrativa enviada ao administrador do Bairro Alto, Comissão esta nomeada pelo Alvará do Governo Civil do Distrito de Lisboa de 1858-12-15 (1864-03-21, f. 19 - 26 v.º) e as cópias de orçamentos da receita e despesa do Cofre da Irmandade e do Cofre dos Socorros, referentes aos anos de 1896 a 1904 (f. 93-111). Escrivão: Daniel João Gonçalves (1885).
Livro de conteúdo misto. No fólio 2 existe uma determinação da Mesa da Irmandade, de 17 de Novembro de 1789, para que as despesas e receitas das Casas na Rua de Trás da Sé, «(…) que foram de Nicolau de Souza Cruz», fossem registadas num livro próprio. Segundo o mesmo documento o Secretário da Irmandade deve lançar neste livro as pensões, «(…) que se pagam da forma do testamento do mesmo [Nicolau de Sousa Cruz]» e «(…) tudo mais, que pertencesse as mencionadas Casas». Registo da despesa feita pelo Secretário da Irmandade com as mesmas Casas (ex.: pensões pagas ao Cabido e à Santa Casa da Misericórdia; décima; obras) e receitas/rendimento das mesmas Casas (com indicação do nome de quem paga e aí vive) desde o ano económico de 1783 para 1784 até ao ano económico de 1814 para 1815. Listas de pagamentos de ferias (ex.: pedreiros, carpinteiros) por obras nas Casas na Rua de Trás da Sé. No fim do registo de receita e despesa das Casas na Rua de Trás da Sé é anotado pelo Secretário da Irmandade João Lopes Furtado (fl. 110): «Disse-me o Ex Secretario Joaquim Honorio da Cunha que o produto das cazas supra depois de satisfeito aos (sic) Ignacio Ribeiro, Souto, fora para o fundo do Hospital. Nobembro 3 de 1825». A partir do fólio 110v registam-se os recibos do pagamento ao Sineiro da Sé, por quartéis, desde 1825. Termo de abertura no fólio 1 e termo de encerramento no fólio 199v.
Esboços feitos para o sacrário e documento de despesas com o mesmo, cartas do cónego Manuel Anaquim de 21-03-1925 e 28-06-1925 sobre diligências que o Pe. Benevenuto deverá fazer junto da Santa Sé para obter a autorização para ter Santíssimo Sacramento no seu oratório particular; carta de Rosa Nogueira de Castro de 21-03-1928 sobre oferta de Sagrado Vaso para o Oratório; carta de João Ferreira Fontes de 26-06-1925 sobre modelo de petição a enviar para obter licença para ter oratório em casa; carta da Casa B. M. Teixeira Bastos, de 23-02-1928, com orçamento de sacrário; carta da Madre Dolores Montiel, de 08-05-1928, sobre envio de um véu de cálice; carta de Manuel [Mendes da Conceição Santos] – Arcebispo de Évora, de 16-02-1928, 19-03-1928 e 25-05-1928 sobre obter licença para ter oratório privativo e votos de parabéns pela autorização obtida; cartão de Felismina de Jesus Soares sobre oferta de dois corporais para o sacrário (s.d.) e cartas do Pe. Vieira de 15-07-1925, 29-07-1925 e 14-08-1925 sobre a autorização do oratório.
As cartas são de apoio moral ao sacerdote e foram enviadas por Rita Guedes Pereira de Castro Alcoforado (s. d.), M. S. de A. (s. d.), D. António Mendes Belo (20-10-1910, s. d.), Ricardina Adelaide da Silva Buiça (s. d.), cónego José Bernardo M. Calado (s. d.), Alípio Ferreira de Carvalho (s. d.), José Joaquim Vieira de Castro (17-10-1910), José Ferreira da Cunha (06-11-1910), Julia Maria de Brito e Cunha (s. d.), M. H. Donohoe (s. d.), A. Salvador Ferreira (25-11-1910), Vicente Frutuoso da Fonseca (04-11-1910, 13-10-1910), Domingos Gonçalves (07-11-1910), Afonso (15-11-1910), Pe. José Vicente Lérias (09-11-1910), Virgílio Lima (s. d.), Roberto Moniz (12-11-1910), Cón. António Paulo Marques (s. d.), Abade João Mateus (21-11-1910), Pe. Bento Queirós (22-11-1910), Artur Mendonça da Rocha (s. d.), Maria Gonçalves do Seixo (19-10-1910), R. Xavier da Silva (s. d.), Violante Rosa da Silva (12-11-1910), Pe. António I. da Silveira (s. d.), Pe. José Gonçalves da Silveira (18-11-1910), Bartolomeu Pinto Soares (06-11-1910), Margarida Rita de Sousa (s. d.), Isabel Maria Godinho Tavares (s. d.), António Maria Malva do Vale (24-09-1919), Francisco Torres Violante (12-12-1910), José (12-11-1910).
Padrão de D. Sebastião de concessão três mil reais da fazenda régia a D. Violante Lobo, sobrinha de D. Catarina Lobo, em cada ano, em dias de sua vida, que começam a vencer no dia um do mês de Janeiro de 1577. A infante D. Isabel, tia de D. Sebastião, tinha da fazenda régia em cada ano, em dias de sua vida, oitocentos mil reais para ajuda e supressão das despesas de sua casa, por um padrão feito em Lisboa a 15 de Janeiro de 1576, e por solicitação da rainha D. Catarina de Áustria passou a poder dispor dessa quantia. Após a morte de D. Isabel, D. João, duque de Bragança, e a sua mulher, D. Catarina, testamenteiros da infante, enviaram a D. Sebastião um rol das pessoas a quem a defunta deixou repartidos os oitocentos mil reis em testamento. Aí se declarava que deixara a D. Violante Lobo os três mil reais referidos. D. Violante Lobo foi freira no convento das Chagas de Vila Viçosa. Redactor: Lourenço do Rio (?), escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Perante João Gonçalves,escrivão dos direitos reais, escudeiro do duque de Bragança, e sesmeiro em Vila Viçosa e seu termo por carta de sua senhoria, apareceu Catarina Guisada que tinha um pedaço de mato no caminho de Mora ao poço Entupido. O duque tinha mandado que quem tivesse terras de mato que as aproveitasse e lhe dera o tempo de um ano para o fazerem. O prazo terminava no dia de São Lázaro, mas ela era mulher velha e não podia mandar arrancar o mato. Assim, pede ao sesmeiro que lhe aceite a encampação do mato e que o dê a quem quiser. No mesmo acto apareceu Nuno Álvares Guisado, filho da Catarina Guisada, escudeiro do almirante e pediu ao sesmeiro que lhe desse o mato de sesmaria o que lhe é concedido com a condição que o trasnforme em vinha. Redactor: Gonçalo Lourenço, tabelião das notas em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Na rua da Feira, à porta das casas de Catarina Guisada
Traslado em pública forma de claúsulas do testamento de Pedro Esteves Galego, lavrador, que fora morador em Évora e que redigira o documento em 28 de Fevereiro da Era de 1443. Nele fez sua alma por herdeira de seus bens. Deixa aos gafos parte da herdade da Murteira para rezarem uma missa por sua alma e determina que a mesma seja dita no convento de São Francisco de Évora. deixa também aos gafos parte do seu poço novo da casa do Moinho de Vento, com seu quintal, e parte das vinhas e covas de ter pão. O traslado é solicitado por mestre Afonso de Oliveira, freire e guardião do convento de São Francisco de Évora, ao juiz do crime da cidade, Vasco Rodrigues Façanha, escudeiro. O guardião do convento assume o encargo de dizer a missa pela alma do defunto mas refere que não tinham como obrigar os gafos a pagarem-lhe o trabalho pelo que pede este traslado para segurança do convento. As claúsulas são copiadas pelo tabelião do testamento registado num seu livro de notas. Redactor: João Dias, vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Autos de posse, avaliação e arrematação de bens pertencentes à Comenda da Ordem de São João de Jerusalém, sita na vila da Covilhã e suas anexas, por determinação do subprefeito da comarca da Guarda, incorporados que haviam sido aqueles na Fazenda Nacional. Inclui auto de posse das propriedades denominadas "Comenda de Cima" e "Comenda de Baixo", auto de nomeação do depositário dos bens da Comenda e recebedor dos foros e rendimentos da mesma, auto de nomeação de louvados, auto de avaliação daquelas propriedades, cópia do edital de arrendamento das mesmas, pregões anunciando os respectivos rendimentos, autos de arrematação do arrendamento da "Comenda de Cima" e "Comenda de Baixo", relação nominal dos enfiteutas da Comenda de São João de Malta na vila da Covilhã e pública forma do lançamento em débito, em livro da receita e despesa geral da Comissão Interina da Junta do Crédito Público, da quantia de 318$490 réis em títulos e metal pelo ex-administrador da Comenda, Francisco Camolino, por conta do rendimento do ano de 1833.
Exibição nas festas da Senhora dos Milagres em S. João da Madeira, e no festival folclórico da tuna municipal de Santa Marinha no Coliseu do Porto, com a colaboração da fadista Amália Rodrigues.
Primeiro outorgante: Rede Ferroviária Nacional – REFER E.P.E. Segundo outorgante: CP – Caminhos de Ferro Portugueses E.P Terceiro outorgante: Município de São João da Madeira. Quarto outorgante: Município de Oliveira de Azeméis. Quinto outorgante: Município de Santa Maria da Feira.
Primeiro outorgante: Município de Oliveira de Azeméis Segundo outorgante: Arménio da Assunção Pereira e João Paulo Mendonça da Silva Carvalho, Administradores da "Águas do Douro e Paiva, S. A"..
Título da imagem atribuído pelo autor. Imagem utilizada para publicação de postal ilustrado. Do lado esquerdo, fachada da Igreja de S. João Evangelista (Lóios); ao fundo, a torre lanterna da Sé e a fachada principal do Museu de Évora.
Vista geral do Templo Romano com torre do Palácio de Cadaval por trás. Do lado direito, parte cimeira da fachada da Igreja de São João Evangelista. Título da imagem atribuído pelo autor. Imagem utilizada para publicação de postal ilustrado.
Templo Romano e zona envolvente vistos do Jardim Diana: Igreja de São João Evangelista (Lóios), Convento/ Pousada dos Lóios, Biblioteca Pública, Torre de Sertório, Museu de Évora e torres lanterna e sineira da Sé.
Tribuna dos Donatários, na nave da Igreja de S. João Evangelista (Lóios). A tribuna, de talha dourada e policromada, apoia-se em balaústras de mármore branco. Ao centro, o brasão dos titulares da Casa de Cadaval.
Templo Romano e zona envolvente vistos do Jardim Diana: Igreja de São João Evangelista (Lóios), Convento/ Pousada dos Lóios, Biblioteca Pública, Torre de Sertório, Museu de Évora e torres lanterna e sineira da Sé.
Documentação relativa a cartazes, com datas compreendidas entre 1960 e 2016. Esta coleção abarca cartazes de carater diverso, sendo que existem já algumas coleções digitalizadas, como: - Évora - Feira de S. joão - 25 de abril - Teatro Garcia de Resende
Correspondência enviada por João Rosado Perdigão à Câmara Municipal de Évora a oferecer à CME uma habitação para escola e residência do professor por 30 000 reis em Vendinha.
Correspondência enviada do Pároco, João Narciso Bacalhau, de S. Sebastião da Giesteira para a Câmara Municipal de Évora como resposta a pedido solicitado de sua habitação para adaptação a escola primária.
Correspondência enviada por João Rosado Perdigão à Câmara Municipal de Évora a informar que abdica do valor estipulado para renda do edifício da escola e oferta da mesma à CME para o fim destinado.
Vários aspectos da Igreja de São João Evangelista (Lóios) e Convento dos Lóios: aspectos da fachada, aspectos interiores da igreja, campas de bronze, claustro do convento. Os aspectos do Convento parecem ser já da fase de adaptação a Pousada.
1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio de São Brás. Da esquerda para a Direita: ?,?, Fernando Iglésias, Maria Antónia Dimas, ?, João Machadinho, Francisco Pinto de Sá, Domingos Coruche, ?,?,?.
1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio de São Brás. Da esquerda para a direita: ?, Afonso Costa, ?, ?, Fernando Iglésias, Maria Antónia Dimas, ?, João Machadinho, Francisco Pinto de Sá, ?, Domingos Coruche.
1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio de São Brás. Da esquerda para a direita: Afonso Costa, ?, ?, ?, António Murteira, João Machadinho, Francisco Pinto de Sá, António Pinelas, Maria Antónia Dimas.
Tomada de posse de: Raúl da Silva Ruela, Angelo Barbosa Resende dos Santos, João de Oliveira Leiria, Angelo de Jesus Tavares da Cruz e Mário Augusto da Rocha Pinto de Magalhães.
Legenda do autor/ inscrição: "Vista geral do acampamento em S. João das lampas", "vista geral do acampamento de infantaria 11" Etiqueta colada no bordo do negativo (número e data)
Paso doble da revista "O dia de juízo". Autoria de João Rodrigues Alves Coelho e Tomás Del Negro e cópias manuscritas e arranjos musicais de Joaquim Conde de Pinho.
Nasceu em 21 agosto 1882, faleceu em 15 maio 1960. Filho de José João Martins de Pinho, 1º conde de Alto Mearim e Isabel Labourdonay Gonçalves Roque In: https://www.geni.com/people/An%C3%ADbal-Roque-de-Pinho/6000000033124804677
Empresa Industrial de Pevidém, Lda. foi fundada em 1902 por João Mendes Ribeiro e passou a utilizar máquinas de fiação de algodão a partir de 1912, quando este proprietário instalou nessa fábrica uma secção de fiação.
Frederico Guilherme Gavazzo Perry Vidal nasceu em Lisboa a 11.09.1889 e morreu a 28.11.1953. É autor de várias obras sobre História "Descendência D´El- Rei Dom João VI". Foi advogado.
Manuel António de Almeida Caldeira, solteiro, furriel de veteranos, morador em Lisboa, reconheceu a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira senhoria direta, por extinção do concelho de Alhandra a que pertencera, de dois prazos sitos nos Cotovios, freguesia de São João dos Montes, adquiridos a Maria Barbosa, viúva de José Rodrigues, residente no Casal da Raposeira, a saber: o primeiro composto por casas altas e baixas, lagar de vinho, terra de semeadura, vinha e árvores de fruta. Tal prazo devia 2.400 réis de foro anuais. Confrontações: Norte com vinha de Cristóvão Pereira; Sul com terra de José Rodrigues e vinhas de José Lourenço e Narcisa Augusta Alves Mourão; Nascente com terra de João Lourenço; Poente com vinha de António Rodrigues; o segundo composto de uma terra e vinha. Tal prazo devia 400 réis de foro anuais. Confrontações: Norte com vinha de António Rodrigues; Sul com vinha de Leocádia Rosa; Nascente com vinha de Rosa Maria; Poente com vinha de herdeiros de Maria Quitéria.