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Fichas dos sócios: António Leandro Martins, António Lelubre Espírito Santo, António Lemos, António Lemos Marchão, António Lino Banho Teixeira, António Lopes, António Lopes Azevedo, António Lopes Anjinho, António Lopes Baião, António Lopes da Costa, António Lopes Ferrão, António Lopes Gomes, António Lopes Nunes, António Lopes Pinto, António Lopes Pinto, António Lopes do Rêgo, António Lopes da Silva, António Lopes Vaz, António Lourenço Batista, António Lourenço Ferreira, António Lourenço Figueiredo, António Lourenço Paulo, António Lourenço Pires, António Lucas Brito, António Luís Alves, António Luís Alves Silva, António Luís Antunes Pires, António Luís Azevedo Matoso, António Luiz de Carvalho Simões, António Luís Cavaco, António Luís Cortês da Costa, António Luís Fernandes Peneirol, António Luiz Fernandes, António Luís Ferreira Coelho, António Luís Ferreira da Silva, António Luiz Fragoso Alas, António Luís Gil Antunes Grancho, António Luiz Gonçalves, António Luís Guinot Cruz, António Luís Jesus Inácio, António Luís de Jesus Pires, António Luís Lameirão, António Luís Leitão Queiroz, António Luís Maria Pereira, António Luiz Mesquita, António Luís Moço, António Luiz Pires Rodrigues, António Luís Ribeiro Couto, António Luís Rodrigues de Melo, António Luís Salgueiro Letras, António da Luz Alves, António da Luz Carvalho, António da Luz Francisco, António da Luz Freitas, António da Luz Romana, António Machadinho, António Machado Ribeiro, António Madeira Valentim, António Madureira Barbosa, António Manuel Afonso, António Manuel Almeida Ramos, António Manuel Alves Coutinho, António Manuel Alves Salavessa, António Manuel Ambrósio do Carmo, António Manuel de Araújo Torres, António Manuel Batista Ribeiro, António Manuel Bule, António Manuel Cabral Botelho Bastião, António Manuel Cartaxo Ferreira, António Manuel Castro Soares, António Manuel Catarino dos Santos, António Manuel Coelho Anjinho, António Manuel Correia F. Dias, António Manuel da Costa Almeida, António Manuel da Costa Lourenço, António Manuel Costa Santos Pereira, António Manuel da Cunha Santos, António Manuel Dias Vidigueira, António Manuel Feiteira Alves, António Manuel Ferreira Quina Lobo, António Manuel Ferreira Travassos, António Manuel Fezes Coelho, António Manuel da Fonseca Lorador, António Manuel Gache Vilela, António Manuel Gonçalves Boavida, António Manuel Gouveia Ferreira, António Manuel Graça Caracóis, António Manuel Guerreiro, António Manuel Guerreiro Ferreira, António Manuel Jacob Fragoso, António Manuel de Jesus Tavares, António Manuel Lopes Duarte Ramos e António Manuel Marquês Batalha.
DOMINGUES, Manuel José (Mareco). Filho de Felismina Domingues (falecida antes de 1945). Nasceu em Castro Laboreiro a 4/5/1910. // Casou em primeiras núpcias, em 1934, com Maria Rosa Esteves. Geraram dois filhos: Sara e Álvaro. // Enviuvou a 9/11/1942. // Tinha trinta e quatro anos de idade, era comerciante, morava em Várzea Travessa, quando casou em segundas núpcias, na igreja de Castro, a 4/6/1945, com a sua parente em terceiro grau de consanguinidade, Maria Rosa Fernandes (*), de dezanove anos de idade (**), filha de Serafim Fernandes (falecido antes de 1945) e de Maria do Carmo Rodrigues, todos naturais de Castro Laboreiro, moradores no sobredito lugar, e deste matrimónio nasceram: Alberto, Maria Fernanda, Carlos Manuel, Maria Angelina e Maria do Carmo. Com excepção do Alberto, nascido ainda em Castro Laboreiro, todos estes nasceram em SMP. // No Notícias de Melgaço n.º 786, de 11/8/1946, vem publicada uma carta sua: «… tendo sido publicada no jornal de que V. Ex.ª é digno diretor uma crónica intitulada “Do dia-a-dia” no número 775, de 12/5/1946, que vem assinada por Ascenção Afonso, em que a minha pessoa é gravemente injuriada na sua honra e consideração, venho, nos termos do decreto 12008, requerer a V. Ex.ª que no próximo número se publique a seguinte declaração => Como sempre procurei ser comerciante honrado e sério e cidadão prestante à minha freguesia, foi com profunda mágoa que tomei conhecimento da difamação e injúria que me é (…?) na referida crónica por uma pessoa que, além de mais, está de relações cortadas comigo. Não posso assim deixar ficar impune quem tão pouco respeito e consideração teve pelo meu nome, pelo que declaro, para os devidos efeitos, que vou proceder, criminalmente, contra o referido Ascensão Afonso e mais contra aqueles que a lei considera responsáveis ou cúmplices no crime perpretado de abuso de liberdade de imprensa. Para tanto, outorguei procuração ao meu advogado, Ex.mo Senhor Doutor Artur Anselmo, a quem dei os necessários poderes para organizar o referido processo, mal terminem as férias judiciais. Aceite V. Ex.ª os meus respeitosos cumprimentos.» // O professor Ascensão Afonso publica um artigo no mesmo número do jornal. Às tantas escreve: «há alguns anos que nas colunas deste jornal nos batemos contra todos os egoísmos, contra todos os açambarcadores, contra os roubadores do pão e da bolsa dos pobres, e alguma coisa de útil conseguimos.» E mais à frente: «o governo, pela boca de Salazar, principalmente, impôs-nos esse combate. Combati e combaterei, e não me arrependo de o fazer. Podem surgir Marecos pelo caminho…» E prossegue, implacável, sem papas na língua. // Um dia Manuel José resolveu sair de Castro Laboreiro; então, comprou no lugar da Corredoura, Prado, a Quinta do tenente Lopes, a qual, passados uns tempos lhe voltou a vender! A razão é simples: enamorou-se da “Vivenda Iracema”, sita na Vila, SMP, na Rua Velha, que fora mandada construir pelo “brasileiro” Simão Araújo em uns terrenos que comprara a Amadeu Ribeiro Lima. Adquiriu-a em Agosto de 1947 (ou 1949), por 470 contos de réis. À entrada da Quinta, um corredor com mais de 20 metros de comprimento, éramos sempre aguardados por um valente cão de Castro, cujos dentes nos atemorizavam. // A 28/7/1947, por escritura, o Dr. Artur Anselmo Gonçalves de Castro e sua esposa, reconhecem a sua dívida de 80.000$00, por empréstimo, para com Manuel José Domingues, morador no lugar de Várzea Travessa; o fiador era Gaspar Magno Pereira de Castro, da Casa de Galvão. // Foi um homem de negócios, um pequeno Onassis; negócios que lhe granjearam alguma fortuna. Preocupou-se com a educação dos filhos, quase todos eles com cursos superiores! A partir de certa altura as coisas começaram a correr menos bem, mas é assim a vida: com altos e baixos. // Morreu na Vila de Melgaço a 30/4/1979. // A sua viúva faleceu quarenta anos depois. /// (*) A noiva, para casar, teve o consentimento da progenitora. /// (**) Adotou o nome da mãe, Maria do Carmo, para não ser confundida com a primeira esposa de Manuel José Domingues (Mareco).
32 anos de idade. Filiação: Manuel Dias Cosme e Ana Rosa Dias. Natural de COVIDE,Santa Marinha-TERRAS BOURO. Destino Rio Janeiro. Manuel Jose Dias Cosme, tambem conhecido por Manuel Jose Cosme
Breve a favor de Manuel Gonçalves Pereira, sua irmã, D. Teresa Rodrigues Meira, e marido, José Manuel de Barros e filhos, Maria; Manuel; José; António; e João, todos da freguesia de São Paio de Antas, concelho de Esposende.
Naturalidade do noivo: São Lázaro, São José-Braga. Naturalidade da noiva: Cividade, Santiago-Braga. Pai do noivo: Lourenço Abreu. Pai da noiva: Manuel Teixeira. Mãe da noiva: Catarina Ferreira. Testemunhas: António Duarte, Manuel Soares, Manuel Antunes.
No âmbito do projeto “O processo português de reforma agrária durante o processo revolucionário de 25 de abril de 1974 a 3 de julho de 1976” e da preparação da publicação “Revolução e Instituições: a Extinção dos Grémios da Lavoura Alentejanos”, Manuel de Lucena redigiu monografias sobre a história e a extinção dos grémios da lavoura das federações de Évora e do Baixo Alentejo: – Monografias datilografadas dos grémios da lavoura de Évora e Viana do Alentejo, Estremoz, Arraiolos, Mora, Mourão, Portel, Redondo, Montemor-o-Novo e Vendas Novas, Reguengos de Monsaraz e Vila Viçosa. São do distrito de Évora, faltando as monografias dos ex-grémios de Borba e do Alandroal (Pasta 2, do mç. 1 da cx. 25); – Monografias datilografadas dos grémios da lavoura de Alcácer do Sal, Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Grândola, Mértola, Moura e Barrancos, Odemira, Ourique, Santiago do Cacém, Serpa, Sines e Vidigueira. Pertenceram à federação do Baixo Alentejo (Pasta 3, do mç. 1 da cx. 25); – Conjunto de apontamentos manuscritos ou de fotocópias de apontamentos que devem ter servido para a preparação das monografias atrás citadas e daquelas que dizem respeito aos grémios da lavoura do distrito de Portalegre. Há sínteses relativas aos grémios da lavoura de Alcácer do Sal, Campo Maior, Crato, Fronteira, Montemor-o-Novo e Vendas Novas, Mourão, Portel, Redondo, e Vila Viçosa (Pasta 4, do mç. 1 da cx. 25). Note-se que nem todas as monografias preparadas foram incluídas na referida publicação, tendo Manuel de Lucena feito uma seleção. • Assuntos: Agricultura.
Recolha de legislação relacionada com a JNF: 1. Apontamento de Manuel de Lucena sobre legislação relacionada com a JNF. Existem ainda várias listas que elencam legislação relacionada com a questão das frutas e da JNF, publicada entre 1930 e 1989. A letra da maioria destas listas não é de Manuel de Lucena. (Pasta 3 do Mç. 2, cx. 29) • 2. Fotocópia dos decretos-lei n.º 500/76, de 29 de Junho, n.º 501/76, de 29 de Junho, n.º 509/77, de 14 de Dezembro. (Pasta 4 do Mç. 2, cx. 29) • 3. “Disposições relativas ao comércio de batata de semente” (Junta Nacional das Frutas, 1964), compilação de decretos-lei e portarias relativos a esta questão. Existem ainda versões dactilografadas dos decretos-lei n.º 28853 de 27 de Novembro de 1935, n.º 27377 de 23 de Dezembro de 1936, n.º 36665 (de 10 de Dezembro de 1947?), n.º 37236 de 22 de Dezembro de 1948, e n.º 43102 de 3 de Agosto de 1960; e dos decretos n.º 27355 (de 19 de Dezembro de 1936?), n.º 31325 de 18 de Junho de 1941, n.º 36900 de 2 de Junho de 1948, n.º 38061 de 21 de Novembro de 1950, e n.º 45161 de 26 de Julho de 1963. (Pasta 5 do Mç. 2, cx. 29)
Transcrição de 4 sessões de entrevistas. Foram ouvidos os seguintes, sendo as patentes militares aqui indicadas as que tinham na altura das entrevistas: a) no primeiro painel o almirante Henrique da Silva Horta, governador a 25 de Abril, o general Hugo dos Santos, do MFA, membro de uma delegação portuguesa que discutiu com o PAIGC a independência da Guiné e Cabo Verde, o capitão-tenente Miguel Judas, do MFA, e o capitão Augusto Torres Mendes, comandante de uma Companhia de Lanceiros que foi para Cabo Verde substituir tropa desordeira; b) no segundo painel o almirante Vicente Almeida d’Eça, alto-comissário e chefe do governo de transição, o general Wilton Pereira e o coronel José Manuel Vaz Barroco, ministros portugueses desse Governo, e o general Amílcar Fernandes Morgado, ex-comandante militar; c) e, à parte, Pedro Gonçalves e Manuel de Lucena que em 1974/75 prestaram serviço no arquipélago como alferes milicianos, tendo a certa altura feito parte dos órgãos dirigentes do MFA das ilhas. • Áreas geográficas e topónimos: Cabo Verde • Assuntos: Descolonização.
Esta série contém uma recolha de artigos em boletins, jornais, actas sobre a JNA e o IAPO, geralmente acompanhados por apontamentos de Manuel de Lucena: Pasta 1 – Dois exemplares, um deles pertencendo a Regina Borges, da publicação “Para a valorização da agricultura. O regime de comercialização do azeite e dos óleos alimentares (1965-66)”, portaria n.º 21 741 de 22 de Dezembro de 1965. Pasta 2 – Notas de leitura manuscritas por Manuel de Lucena sobre vários artigos publicados no Boletim da JNA e no Boletim do IAPO; fotocópias de quadros anexos e de artigos completos desses mesmos boletins, incluindo o de uma lista de todos os trabalhos publicados no Boletim da JNA entre 1946 e 1972. Contém ainda: o folheto de divulgação “O olival: cultura e granjeio” de J. Mira Galvão, Lisboa, edição da JNA, 1940; fotocópias de partes da obra “Da genuinidade dos óleos vegetais” de Ana Afonso Braga da Cruz Ferrão; fotocópia de duas notícias publicadas no Diário de Lisboa: “Carta do deputado eng.º Camilo de Mendonça a propósito de comunicado do Grémio Nacional dos Industriais de Óleos” e “O Grémio Nacional dos Óleos Vegetais esclarece a opinião pública a propósito do discurso de um deputado na Assembleia Nacional”. - fotocópia de extractos do Diário das sessões da Assembleia Nacional: n.º 29 de 28 de Fevereiro de 1970, n.º 161 de 24 de Fevereiro de 1972, e n.º 203 de 6 de Dezembro de 1972.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Magalhães, casado com Ana de Faria; 2º Outorgante: Agostinho Faria Magalhães e esposa Gracinda Fernandes Mendes; 3º Outorgante: José Joaquim Faria Magalhães e esposa Maria Esmeralda da Silva Miranda; 4º Outorgante: Manuel de Faria Magalhães e esposa Maria do Céu Fontes da Silva; 5º Outorgante: Alfredo Duarte Faria Magalhães; 6º Outorgante: Maria da Conceição de Faria Magalhães e marido João Mendes Bravo; 7º Outorgante: Maria de Lurdes Faria Magalhães.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José da Silva 2º Outorgante: Joaquim Ribeiro 3º Outorgante: Maria de Lurdes Faria Pinheiro e marido Manuel Vaz 4º Outorgante: Maria Odelinda Faria Pinheiro e marido Manuel Lopes da Cunha 5º Outorgante: Aurora Gomes de Faria e marido Fernando Francisco Alves 6º Outorgante: José Guilherme da Silva Pinheiro e esposa Maria Alves 7º Outorgante: Domingos da Silva Pinheiro e esposa Maria de Freitas Azeredo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Alberto da Silva, Manuel Ferreira de Sousa, Joaquim Esteves 2º Outorgante: Manuel Antunes de Lima casado com Cândida da Neiva da Cunha Lima 3º Outorgante: Maria da Conceição Antunes de Lima 4º Outorgante:Maria da Conceição de Sousa e Silva outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de João Antunes de Lima 5º Outorgante: Abel Fernando de Meneses e Silva Cardoso outorgando na qualidade de procurador de Joaquim Antunes de Lima
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Fernandes 2º Outorgante: Manuel Gomes da Costa Fernandes e esposa Rosa de Magalhães Dias 3º Outorgante: Maria dos Anjos Fernandes 4º Outorgante: Maria Ondina da Costa e marido António Augusto Pereira Gaspar 5º Outorgante: Maria Inácia da Costa Fernandes e marido Manuel de Almeida Félix 6º Outorgante: Domingos da Costa Fernandes e esposa Ana Salgado Pereira 7º Outurgante: José Pereira casado com Maria Salgado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Leite Pereira, João da Silva Júnior e José Dias Pereira 2º Outorgante: Adelaide da Silva Basto Henriques e marido Patricio de Castro Henriques 3º Outorgante: Abílio Pinto de Sousa Lobo, outorgando na qualidade de procurador de Manuel Crisóstomo da Silva Bastos 4º Outorgante: Judite Gomes Martins Habilitação por óbito de António Pereira, que também usou o nome de António Marques Pereira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel de Macedo e esposa Maria Marques; 2º Outorgante: Palmira Marques de Macedo e marido Manuel Alves Martins; 3º Outorgante: Domingos Marques de Macedo e esposa Maria Maria de Lourdes da Silva Marques Lobo; 4º Outorgante: Rosa Marques de Macedo Costa e marido Domingos da Costa; 5º Outorgante: Maria Amélia Marques de Macedo e marido Joaquim Alves Martins Salgado.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel de Macedo e esposa Maria Marques, 2º Outorgante: Palmira Marques de Macedo e marido Manuel Alves Martins, 3º Outorgante: Domingos Marques de Macedo e esposa Maria de Lourdes da Silva Marques Lobo, 4º Outorgante: Rosa Marques de Macedo Costa e marido Domingos da Costa, 5º Outorgante: Maria Amélia Marques de Macedo e marido Joaquim Alves Martins Salgado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Alves da Costa Abreu casado com a 2ª outorgante 2º Outorgante: Aurora da Cunha Almeida Abreu casada com o 1º outorgante 3º Outorgante: Maria Manuela Almeida Alves de Abreu de Oliveira Nogueira e de Abreu casada com António Luís de Oliveira Nogueira 4º Outorgante: Carlos Manuel Almeida Alves de Abreu 5º Outorgante: Manuel Fernando Almeida Alves de Abreu casado com Maria Alice Soares da Costa Moura Alves de Abreu
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José de Araújo e esposa Maria de Freitas 2º Outorgante: Joaquim Alves Pinto casado com Joana Francelina de Freitas Araújo 3º Outorgante: Rosa Araújo Freitas e marido Manuel da Cunha Faria 4º Outorgante: Miguel de Freitas Araújo e esposa Miquelina Ferreira 5º Outorgante: Manuel de Freitas Araújo e esposa Maria Emília Pereira de Abreu 6º Outorgante: Joaquim de Freitas Araújo e esposa Jacinta Salgado de Sousa
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rosa Isabel de Sousa e marido José Correia 2º Outorgante: Ana de Sousa e marido Manuel Correia Pinto 3º Outorgante: António José de Sousa e esposa Olívia de Freitas 4º Outorgante: Salvador Joaquim de Sousa e esposa Maria Soledade dos Anjos de Sousa 5º Outorgante: Artur de Sousa e esposa Maria da Conceição Costa 6º Outorgante: Manuel de Oliveira, casado com Maria Nogueira Fernandes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rita de Jesus Ferreira; Joaquim Clemente Ribeiro; Laurinda Ferreira; Elvira Ferreira e Fernandina de Jesus Ferreira 2º Outorgante: Afonso Henriques Ribeiro e esposa Rosa da Conceição Correia 3º Outorgante: Manuel Gomes da Mota e esposa Maria da Silva Salazar 4º Outorgante: Maria da Conceição Ferreira e marido António Martins 5º Outorgante: Avelino de Meira 6º Outorgante:Manuel Gonçalves casado com Joaquina Lopes Simões
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: José de Freitas, Manuel da Silva, Gaspar da Silva Guimarães Júnior 2º Outorgante: João Salgado, que também usa o nome de João Francisco Salgado e esposa Gracinda Lopes Monteiro 3º Outorgante: Maria Rosa Salgado outorgando por si e na qualidade de procuradora de João Ferreira 4º Outorgante: José Francisco Salgado e esposa Rosa da Silva 5º Outorgante: Belém Rosa Salgado e marido Manuel da Silva Perdigão Habilitação por Óbito de Luísa Rosa que também Luísa Maria
Recolha de informações sobre o Crédito Agrícola de Emergência (CAE) e os setores comerciais, com o objetivo de perceber até que ponto o processo de extinção dos grémios da lavoura e o CAE determinaram um surto comercial dos ex-grémios ou cooperativas agrícolas que tomaram o seu lugar, entre 1975 e 1978. Esta recolha deve ter servido para a monografia que preparou com Inês Mansinho em 1980 (“Elementos Estatísticos sobre o Crédito Agrícola de Emergência e o volume de vendas de setor comercial dos ex-grémios da lavoura”) e para a publicação “Revolução e Instituições: a Extinção dos Grémios da Lavoura Alentejanos” de 1984. Pasta 1 - Apontamentos e quadros de Manuel de Lucena sobre o CAE, sobre a sua distribuição e sobre o crédito concedido às entidades intermediárias por concelho, nomeadamente aos ex-grémios da lavoura alentejanos (federações de Portalegre, Évora e Baixo Alentejo), entre 1975 e 1978. Alguns desses dados foram solicitados, por Manuel de Lucena, durante o ano de 1983, às cooperativas agrícolas, enquanto unidades intermediárias, uma vez que existem, nesta pasta, circulares a serem expedidas por Manuel de Lucena e algumas respostas recebidas das cooperativas no mesmo ano. Devem ter sido utilizadas como fonte para o livro publicado em 1984. • Pasta 2 - Contém um memorando sobre a recolha de dados estatísticos para o projeto de investigação do Instituto Superior de Agronomia (ISA) sobre Crédito, de 29-09-1979; circular enviada pelo coordenador do 10.º Grupo de Disciplinas do ISA às entidades intermediárias na atribuição de Crédito Agrícola de Emergência, que tem como anexos um questionário e as instruções de preenchimento, destinava-se à recolha de dados para um projeto em curso no ISA intitulado “Sistemas de Financiamento ao Setor Agrícola – o Crédito Agrícola”; fotocópia do relatório “Crédito Agrícola – Balanço de uma Evolução”, com sublinhados e com anotações de Manuel de Lucena. Inês Mansinho deve ter estado associada a esta investigação, pois na versão preliminar da monografia que elaborou em 1981, intitulada “O Crédito Agrícola de Emergência no Alto e Baixo Alentejo (1975-80)”, refere que utilizou também no seu livro os dados do inquérito enviado a todas as entidades intermediárias, em 1979, no âmbito deste projeto de investigação do ISA, cujas respostas datam todas de junho e julho de 1979, e versam sobre: o enquadramento institucional do CAE; o movimento comercial das entidades intermediárias e as operações realizadas através do CAE; e alguns elementos caracterizadores dos beneficiários desse crédito. • Pasta 3 - Contém apontamentos de Manuel de Lucena sobre o setor comercial dos grémios da lavoura e sobre o CAE. Tem apenas a folha de rosto da monografia que terá escrito com Inês Mansinho: “Elementos Estatísticos sobre o CAE e o volume de vendas de setor comercial dos ex-grémios da lavoura”. Lisboa: Gabinete de Estudos Rurais, junho de 1980 (Notas e Documentos n.º 06). Tem quadros finais e respetivos rascunhos relativos a: relações entre o CAE e o setor comercial dos ex-grémios; o setor comercial dos ex-grémios da lavoura (volume de vendas) relativos a todas as federações de grémios. • Pasta 4 - Contém quadros com alguns elementos de caracterização das entidades intermediárias na atribuição do CAE (montante atualizado, crédito concedido, reembolsos, número de funcionários e número de beneficiários até 30-09-1977) para vários distritos do país, assim como quadros e apontamentos sobre as “incobranças” enviadas a contencioso (referentes a 31-12-1977), por distrito. Existem igualmente quadros com a identificação das entidades intermediárias por distrito e por concelho; e outros quadros manuscritos com dados relativos ao CAE • Pasta 5 - Contém uma recolha de decretos-lei, de despachos e de circulares do Ministério da Agricultura e Pescas e da Secretaria de Estado da Estruturação Agrária relacionados com o CAE, produzidos entre 1975 e 1979; fotocópia do texto “Alguns apontamentos sobre Crédito Agrícola de Emergência” da autoria de José Joaquim Pialgata Victor (BESCL - Montijo), de 28-02-1976. • Assuntos: Crédito bancário.
RODRIGUES, Manuel José (Presbítero). Filho de Francisco José Rodrigues e de Maria Pires, moradores no lugar de Beleco. Neto paterno de Francisco Luís Rodrigues e de Ana Rosa Alves, de Viladraque; neto materno de António José Pires e de Ana Maria Pires, do lugar de Ribas, todos de Paços. Nasceu no lugar de Beleco a 21/6/1846 e foi batizado na igreja católica local no dia seguinte. Padrinhos: Manuel José Gonçalves e sua mãe, Angélica Esteves, de Cristóval. // Embarcou para o Brasil com treze anos de idade, em Novembro de 1859, chegando a esse país em Janeiro de 1860. «Dirigiu-se para Caldas, Minas Gerais, ali chegando no dia 7 de Abril. Quatro anos depois, em Março de 1864, foi residir em São Gonçalo do Sacupai, onde se casou a 22/4/1865 com Florisbela de Azevedo Costa (ele com 19 anos de idade e ela com 13). Em 1866 mudou-se para Águas Virtuosas (Lambari), onde no ano seguinte nasceu o primogénito Guilherme. // Em 1870 mudou-se para a Serra de Santos, como empregado da empresa “São Paulo Railway”. // Converteu-se em 1874, através da leitura da Bíblia, sendo recebido por profissão de fé e baptismo no dia 6 de Dezembro pelo reverendo George W. Chamberlain na igreja Presbiteriana de São Paulo. // Florisbela foi recebida em 7 de Março de 1875, em companhia do futuro reverendo Eduardo Carlos Pereira (*). // No dia 21, batizaram os filhos Guilherme, Elisa e Alberto. // Manoel deixou o emprego na estrada de ferro por causa do trabalho no domingo e tornou-se comerciante. Teve um armazém na rua Santa Efigénia, transferindo-o em 1879 para a rua dos Andradas. // Foi eleito diácono da Igreja de São Paulo em Março de 1876, e presbítero em 3 de Outubro de 1880, sendo ordenado no dia 9 de Janeiro de 1881. Tornou-se assim o segundo presbítero dessa igreja histórica, organizada em 1865. O primeiro havia sido o inglês William Dreaton Pitt, ordenado em 22 de Dezembro de 1867, que ingressou no ministério em 1869 e faleceu no ano seguinte. // Foi somente a partir de Manoel da Costa (Manuel José Rodrigues) que a Igreja de São Paulo teve com regularidade o ofício de presbítero. // O casal Costa teve 19 filhos, quase todos falecidos na infância ou início da idade adulta. Um deles, Guilherme da Costa, foi consagrado pastor metodista (faleceu no Rio de Janeiro em Setembro de 1904, numa epidemia de varíola).» [Retirado do Portal Mackenzie – Instituto Presbiteriano Mackenzie]. // Faleceu em 1929. /// (*) Lê-se na Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, volume 15, página 1021: «No Brasil o impulso ao protestantismo é ainda dado pelo Dr. Kalley, ali chegado com portugueses fugidos da Madeira. O 1.º missionário americano chega ao Rio em 1859 – o rev. Simonton. A igreja torna-se autónoma em 1903, por acção principalmente do reverendo E. Carlos Pereira.»
TEIXEIRA, João Manuel. Filho de Teresa Pires Teixeira, galega, solteira, moradora no Campo da Feira de Dentro, Vila, e de João Manuel Domingues Marques, solteiro, natural de Remoães. Neto materno de José Teixeira e de Maria Pires, da freguesia de Molon, bispado de Ourense; neto paterno de Maria Benta Marques. Nasceu a 26/7/1858 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: José Maria Pereira, soldado veterano, e Ermelinda Rosa Rodrigues, da Vila. // Ainda novo emigrou para o Brasil, instalando-se em Pará, onde conseguiu na sua atividade comercial arranjar uma razoável fortuna. // Casou na década de oitenta do século XIX com Ursulina Lopes da Silva, nascida por volta de 1865 em Belém de Pará, Brasil, filha de Bernardina Maria de Jesus. // A partir de certa altura começou a vir a Melgaço com alguma regularidade. Mandou sobradar à sua custa a capela da Orada, além de outras melhorias. // A 3/7/1898 dotou a expensas suas o lugar das Carvalhiças com um fontanário público e um tanque para lavar roupa, o qual esteve ativo até à década de setenta do século XX. // Meteu-se nos negócios das águas minerais do Peso. // A 8/12/1903 comprou à porta do tribunal a Francisco Joaquim Lobato, de Riba de Mouro, e a sua mulher, Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, de Paderne, Melgaço, uma casa (e campos anexos) na Rua da Calçada, a qual mandou reconstruir e ampliar, casa essa que anos mais tarde pertenceu a Miguel Pereira (Macarrão). // Meteu-se na política, tomando posse de presidente da Comissão Executiva da Câmara Municipal a 2/1/1908; o vice-presidente era o padre Manuel Bento Gomes. Substituía no cargo a José de Sá Sotomaior, mas teve de lhe devolver o lugar logo após o regicídio. // Até 1910 foi regenerador; depois da queda da monarquia passou a ser republicano, tomando posse de presidente da Comissão Republicana a 10/10/1910. A 12/6/1912 eram seus assistentes (vereadores): Justiniano António Esteves, António Evangelista Pereira, e Aurélio A. Azevedo.// De 1912 a 1914 foi secretário da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // A 30/11/1913 houve eleições camarárias e ele, como independente, ganhou-as com a vantagem de 111 votos; o seu adversário político, Hermenegildo José Solheiro, conseguiu eleger dois vereadores, salvo erro. // A 30/5/1916 lançou uma nova carreira de autocarros (auto-onibus) entre Melgaço e Monção. // Pode ler-se: «João Pires Teixeira comprou aos herdeiros de José de Sá Sotomaior a propriedade da Folia, em domínio público, como livre e alodial. Essa propriedade, porém, e sabiam-no bem tanto o comprador como os vendedores, não era livre e alodial, por isso que estava aforada por escritura de 1837 à família de Manuel Esteves. Para não se deixarem expoliar daquilo que legalmente lhes pertencia, vieram aquele Manuel José Esteves e mulher embargar de terceiro, protestando contra a venda, embargos que foram distribuídos ao escrivão Monteiro…»// A 4/11/1917 houve eleições administrativas, que a sua lista venceu . Tomou posse de presidente a 2/1/1918. Com a revolução de Dezembro de 1917, chefiada por Sidónio Pais, é nomeada uma Comissão Administrativa para o substituir, a qual durará até à queda do ditador. // Na qualidade de gerente da «Empresa das Águas Minerais de Melgaço» apresenta queixa ao juiz de direito da comarca contra a Comissão Administrativa, presidida pelo padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães, a qual dera instruções a Alberto Manuel Gomes, casado, da Folia, Remoães, para apreender seis caixotes que continham garrafas de água da dita empresa . // Em 1919 toma novamente posse como responsável camarário; o seu vice-presidente continua a ser Frederico José de Puga. // A última vez a tomar posse, por ter ganho as eleições, ocorreu em 1923. // Durante a sua presidência construiu-se o matadouro e o lavadouro municipais, além de outras pequenas obras. // Em 1930, já com 72 anos de idade, em plena ditadura militar, expropriaram-lhe o Campo da Vinha (Sulcalcos do Rio do Porto), sendo requerente a Câmara Municipal de Melgaço, à frente da qual se encontrava Hermenegildo José Solheiro, nomeado pelos militantes em 1926. Nesse terreno foram construídos os novos Paços do Concelho. «Por este juízo e cartório do 1.º ofício no processo de expropriação por utilidade pública do prédio Campo da Vinha, ou Sucalcos do Rio do Porto, em que é requerente a Câmara Municipal e requerido João Pires Teixeira, solteiro, maior, proprietário, desta Vila, correm editos de trinta dias citando quaisquer interessados incertos para no prazo de vinte dias após a 2.ª publicação deste, reclamarem o que lhes possa pertencer na indemnização depositada. Verifiquei: o Juiz de Direito, Carlos Saavedra. // O escrivão do 1.º ofício, João Afonso.» «Agradecimento. A todas as pessoas, umas pelo obséquio de me visitarem e outras pelo incómodo de mandar pedir informações do meu estado de saúde, durante a minha longa e grande enfermidade de que fui atingido, venho, por este meio, manifestar a minha gratidão e agradecimento pela amabilidade com que para comigo se dignaram praticar.» JPT Morreu no Porto a 27/10/1932 «A parca, com a sua fouce roçadoura arrebatou do número dos vivos, no dia 27/10/1932, pelas catorze horas, este ilustre melgacense. Apesar de há bastante tempo estar doente, com algumas alternativas de melhoras, não se esperava um desenlace tão prematuro, pois não era um velho (!) e os 74 anos que completou não os demonstrava, pois era um combativo enérgico. No concelho de Melgaço não havia ninguém que não conhecesse JPT. E, fora daqui, o seu nome circulava por muitas terras de Portugal e Brasil. Não cabe num modesto artigo de jornal biografar o que foi o extinto, pois tendo falecido na quinta-feira e realizando-se o seu funeral na sexta [da parte da tarde] não houve, pois, tempo, nem a serenidade precisa para se descrever o que tanto fez. Limitamos-nos por isso, neste assunto, a descrever o seu funeral, deixando para mais tarde as referências que [merece.] // Estando destinado o seu funeral para as dezasseis horas de sexta-feira, durante o dia foi uma romaria à sua casa da Calçada. À hora do saimento a Rua Nova de Melo e residência achavam-se apinhadas de povo, tendo vindo muitas pessoas de Monção, Arcos, etc. // Desde os mais elevados magistrados judiciais - incluindo os do Supremo Tribunal –, funcionários, e todas as classes sociais melgacenses ao povo humilde (incluindo crianças das escolas), tudo ali estava para o acompanhar à sua última jazida. Entre a numerosa assis
SOLHEIRO, Luís Manuel. Filho de António Bernardo Solheiro e de Maria Joaquina Ribeiro, moradores intramuros, SMP. Neto paterno de Ângelo Solheiro e de Maria Esteves; neto materno de Miguel Ribeiro e de Maria Josefa Rodrigues. Nasceu a 9/8/1854 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Ribeiro, tio materno, e Emília de Jesus, prima materna. // A 18/6/1883, na igreja matriz de SMP, foi padrinho de Laura Vieira (neta materna do seu padrinho), nascida na Vila a 15 desse mês e ano; era ainda solteiro, proprietário, e morava em Prado. // Em Setembro de 1883 (ver “Valenciano”) embarcou para o Brasil. // Casou com Leonarda Miranda. // Arrematou a 28/7/1901 um edifício no lugar da Serra, Prado, posteriormente vendido a António Francisco Oliveira, casado com Sara Solheiro, ao qual lhe deu o nome de «Vila Sara», prédio esse que fora à praça pelo falecimento de António Joaquim Araújo de Azevedo, casado com Elisabeth Matthey, por inventário orfanológico de seu filho Jorge, e pela base de licitação de um milhão e oitocentos mil réis. // Em 1912 foi co-fundador do jornal «Correio de Melgaço», que durou até 1917. // A 29/1/1913, e depois de umas férias em Melgaço, partia para Pará, juntamente com a esposa, no navio “Antony” . // Ele e seu filho Lauro vieram de Lisboa, onde residiam ultimamente, visitar a família melgacense . // Em Agosto de 1915 morava na Avenida da Liberdade, 215-1.º. // A 20/9/1915 saía de Lisboa para o Rio de Janeiro; logo a seguir voltou para Lisboa. // Pelo natal de 1915 mandou de Lisboa 20$00 para serem distribuídos por 40 pobres de Melgaço. // A 24/1/1916, com seu filho Lício, e Bento Fernandes Pinto, constituiu a “Empresa das Águas de Melgaço, L.da” // A 27/2/1916, juntamente com a esposa e filho Lauro, chegava novamente ao Brasil. // Pode ler-se um escrito vindo de Pará: «na lista negra que a “Folha” publicou dos comerciantes que o governo inglês considera inimigos constam mais os nomes dos senhores J.A. Monteiro e coronel Luís Manuel Solheiro, desta praça; parece-nos que há confusão destes nomes, pois é sabido e conhecido que ninguém pode considerar inimigos dos aliados a estas importantes firmas.» // Em 1918 sentou-se no banco dos réus, acusado por “Águas Minerais de Melgaço”, uma empresa sua concorrente.
PUGA, Manuel José de Jesus. Filho de Manuel Lourenço de Puga e de Rosa Quitéria Alves, moradores que foram em Crastos, Paderne. // Sapateiro. // Morou no Campo da Feira de Fora, SMP. // Casou em SMP a 14/2/1836 com Maria da Natividade, filha de Francisco José Rodrigues e de Maria Josefa Gomes de Araújo, da Vila de Melgaço. Testemunhas: Luís Soares Calheiros e Maria Lopes, da Vila. // Morreu repentinamente, a 11/12/1848, e foi sepultado na igreja matriz com ofício de 20 padres e música. // Com geração.
Requerimentos para a concessão de pensões aos serventuários das igrejas de Praia do Ribatejo, Francisco de Oliveira, de Vila Nova da Barquinha, Manuel Nunes da Assunção, de Atalaia, Manuel António Ivo, e de Tancos, José Maria Domingues.
Concessão de pensões provisórias aos padres António Manuel Santiago e Manuel da Nova, cónegos da Sé de Bragança, Abel José Pires e Firmino Alves de Oliveira, beneficiados da mesma Sé.