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"Troca de bens feita pelo cabido de Guimarães, com autoridade e consentimento do Prior D. Paio Domingues, com o guardião Frei Afonso Rodrigues e convento dos frades menores, com autoridade e (?) do ministro provincial e do procurador geral da província de S. Tiago, a que pertence o convento, o Mestre Domingos, arcediago bacharence. Estão inseridos neste documento os seguintes: - Bula do Papa Martinho IV (de 18 de janeiro de 1283) concedendo que os frades menores passam a nomear um procurador geral da provincia para tratar dos negócios temporais; - Carta do ministro provincial da provincia de S. Tiago, Frei Gonçalo Gomes, dada em Lisboa (1de Fevereiro) de 1285, nomeando procurador o referido Mestre Domingos, arcediago de Braga; - Carta do ministro provincial Frei Pedro Vasques, dada em Lisboa em 1288, autorizando a troca; Os bens que o cabido deu aos frades são os seguintes: um campo acima de um pelame; um herdamento que divide pelo rio [Coriis] contra a vila e com a almuinha e com campo acima do [pombal]. Neste herdamento havia casas, pombais e poço. Os freades cederam ao cabido: uma almuinha que lhes fôra dada por D. Urraca Manteiga; outra doada por D. Constança Pires, genro e filhos; outra uma vinha doada por Martim Pires e mulher Elvira Pires; outra doada por Domingos Anes Mouro; outra doada por Geraldo Mendes; outra doada por D. Marinha, viúva de Geraldo Didaco e filhos; outra com sua casa que foi hospital concelho; o casal que foi do hospital do concelho, sito em Riba de Ave, paróquia de São João de Brito; a almuinha que está abixo da do rei e confronta com o rio; um casal que foi do hospital do concelho, sito em S. Vicente de Oleiros e S. Paio de Lenhas. Foi escrito este instruumento de troca em Guimarães a 10 de Setembro da era de 1326 por Pedro Martins, tabelião público, sendo testemunhas Martim Martins, tabelião, Martim Rodrigues Badim, cavaleiro, Mateus Nunes, cónego de Guimarães, Domingos Pires, capelão da igreja de Guimarães, João Pires; Mestre Domingos, cónego de Guimarães e muitos outros homens bons".
"Traslado da seguinte cláusula testamentária de Afonso Gonçalves de Freitas, cuja a cedula de testamento foi feita em Lisboa e escrita por seu parente Pero Gonçalves e por ele assinada e sete testemunhas, e aprovada a 22 de outubro da era de 1457 pelo tabelião de Lisboa Gomes Martins. «Item leixo por meus testamenteiros e compridores deste meu testamento Mestre Aires físico de el-rei e Vicente Vasques filho de Vasques Esteves meu cunhado casado com Beringeira Gil minha sobrinha moradores em Santarém e Digo Martins meu cunhado almoxerife de Guimarães todos três em sombra e que a condiçom de hum nom seja moor que a do outro e que faça por muy comprir o dito testamento segundo susso he escripto e decrarado. Item roga Diogo Martins (segue textualmente o que fica transcrito no doc. 8-4-1-29) E que pena as despesas da dita capela tomem a meyatade dos dinheiros dos mesu beens e a meyatade dos de raiz de Beryngeyra Gill ca as mandou despender em obra de spiritualidade e sey que folgara sua alma qunando se asy fizer e os outros dinheiros que sobegaremque se dem por sua lama como dito he. E despois mando que tomem dello conta os testamenteiros e veedor do testamento e das despesas necessarias que sem ella feserem e rogo ao prioll da Costa e a Diogo Martins e ao abade de S. Juyão e alguns outros meus parentes e criados e amigos que se quiserem fazer que depois que o ano for comprido e entenderem que a carne he .... que me venham a Santarém pora ossada e ma levem a enterrar na dita capella se possam lançar algumas pessoas honrads do meo linhagem e de seu mas que nom passm aver os jazigos por erança». Passado na crasta de Santa Maria, a direito da capela de S. Brás, por mandado de Gonçalo Eanes, mercador, escudeiro, vassalo de el-rei, juiz ordinário da vila de Guimarães pelo Duque senhor dela,a requerimento de Gil Lourenço de Miranda, juiz da confraria do Serviço pelo tabelião João Vasques."
Refere-se ao orçamento das gravuras. Tece comentários críticos à notícia do "Diário de Lisboa" sobre a demissão de Alfredo Pimenta de sócio da Academia [Portuguesa da História]. Fala da política francesa. Contém outra carta sobre a retificação do orçamento e criticar o "Diário de Lisboa" por não publicarem na íntegra a nota de Alfredo Pimenta. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Reclamação da Irmandade do Santíssimo Sacramento, na freguesia de Carnide, da cidade de Lisboa solicitando a entrega de títulos de dívida pública e a abertura ao culto da igreja de Nossa Senhora da Luz, considerada como monumento nacional. Contém listagem dos títulos. Por informação da Administração do 3.º Bairro de Lisboa é referido que a citada Irmandade foi extinta por despacho do Governo Civil de Lisboa de 11 de Outubro de 1913.
Referência a Carlos de Oliveira. Contém mais dois recortes. O primeiro recorte é da autoria de Gastão Cruz publicado a 05 de Setembro de 1963 no Diário de Lisboa com o título A Definiçãp de Neo-Realismo é um pequeno Problema?. O segundo recorte é da autoria de José Fernandes Fafe publicada a 12 de Setembro de 1963 no Diário de Lisboa com o título Pequens Problemas do Neo-Realismo (fim)Diário de Lisboa
Outorgantes: Faleceu Alexandre Lemos Vieira Cardoso Meneses Miranda Magalhaes, Alexandre Lemos Magalhaes, Alexandre Lemos Magalhaes, Alexandre Lemos Miranda Magalhaes, natural da freguesia do Mosteiro; segundos outorgantes: Maria Lurdes Leite Lemos Miranda Magalhaes, casada com Pedro Croft Moura, residente em Lisboa, Maria Francisca Leite Magalhaes, casada Jorge Castro Quaresma, residente em Lisboa, Manuel Alexandre Lemos Miranda Magalhaes, Maria Antonieta Miranda Magalhaes, Jorge Nuno Miranda Miranda Magalhaes, Fernanda Ferreira Goncalves, Maria Margarida Miranda Magalhaes, todos residentes em Lisboa. Notário: Maria Helena Santos Mota Silva
José Maria da Silva Pessanha (nasceu em Benfica, Lisboa em 1865 e faleceu em S.Sebastião da Pedreira, Lisboa em 1939), aristocrata historiador de arte e arqueólogo. Publicou em 1904 a "História das Indústrias Artísticas em Portugal". Filho de D. Sebastião da Silva Pessanha ( 05.06.1833) e Ernestina Luisa Martin (10.12.1825). Casou a 24.05.1888 com Maria Adelaide Caminha (06.02.1862). Exerceu funções de conservador da Torre do Tombo e foi professor na Escola de Belas Artes de Lisboa. Foi historiador de Arte. Fonte: Geneall.
Contem imagem desenhada de um braço de violino com cravos, a foice e o martelo com estrela à esquerda e a seguinte legenda: LUIGI NONO / EM PORTUGAL / DIA 7, FEVEREIRO 21.30 horas / NA REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA / ORQUESTRA SINFÓNICA POPULAR / DIA 14, FEVEREIRO "!.30 horas / NA REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA / REALIZAÇÃO DA CÉLULA DOS MÚSICOS / DA ORGANIZAÇÃO REGIONAL DE LISBOA DO P C P.
Registo de ordens, emitidas pela Alfândega de Lisboa, efectuado pela 1.ª Repartição/1.ª Secção. Ordem 1 a 352 referente a 1886; Ordens 1 a 260 referentes a 1887.
Registo de ordens, emitidas pela Alfândega de Lisboa, efectuado pela 1.ª Repartição/1.ª Secção. Ordem 264 a 468 referente a 1887; Ordens 1 a 124 referentes a 1888.
Registo de ordens, da Direcção Geral das Alfândegas e das Contribuições Indirectas e da Alfândega de Lisboa, efectuado na 1.ª Secção.
Registo das liquidações de despesa efectuado pela Comissão Administrativa da Alfândega de Lisboa. Contém indicação dos montantes, designação da despesa e indicação dos interessados.
Compilação de registos de decretos, portarias, ordens do Governo sobre legislação e fiscalização e arrecadação dos direitos do pescado de Lisboa e de todo o Reino
Registo de franquias de navios entrados no porto de Lisboa. Contém data de entrada do navio e identificação do respectivo mestre, bens transportados e destino dos mesmos.
Contém cópia da relação das espécies.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1919-1920.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1917-1918.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1921-1922.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1916-1917.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1939.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1925-1926.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1923-1924.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1932-1933.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1922-1923.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1940.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1924-1925.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1926-1927.
Contas de gerência da Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa e relativas ao ano económico de 1920-1921.
Monografia apresentada na Xª Sessão da Associação Internacional de Protecção à Infância de 25 a 29 de Outubro de 1931 em Lisboa • Assuntos: Infância.
Informação sobre recusa da proprietária do Jardim Infantil Luso-Suiço (Lisboa) em pagar o salário mínimo, deficiente definição das categorias profissionais, horário de trabalho de 12 horas diárias.
Informação sobre a incapacidade da Direcção do Externato Sá de Miranda cumprir o pagamento do salário mínimo. Inclui exposição do Externato ao ministro do Trabalho (1/6/1974, Lisboa)
Informação sobre aplicação do Contrato Colectivo de Trabalho dos Jornalistas aos jornais diários não publicados em Lisboa e Porto. Inclui telegramas.
Informação sobre comissão de enfermeiras da Caixa dos Serviços Médico-Sociais: caderno reivindicativo. Incluí "Ante-Projecto dos futuros órgãos, e suas funções, dos SMS das Caixas do Distrito de Lisboa"; exposição da Comissão Representativa dos Interesses dos Profissionais de Enfermagem das Caixas de Previdência e Abono de Família e dos Serviços Médico-Sociais do Distrito de Lisboa ao Delegado da JSN junto da Comissão Coordenadora Central da Caixa de Previdência e Abono de Família e dos Serviços Médico-Sociais do Distrito de Lisboa; comunicado n.º 3 da Comissão Representativa dos Profissionais de Enfermagem dos SMS do distrito de Lisboa; Despacho sobre reunião em 03-06-1974.