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A. Rodrigues de Freitas, Porto.
Filho de --------------- Meleiro e de ------------------------------------------. Nasceu em Chaviães a --/--/1---. // Morreu afogado no rio Minho a 20 de Novembro de 1940, quando regressava da Galiza; a batela foi contra uns penedos, devido à forte corrente, e ele caiu à água, não tendo quaisquer hipóteses de salvação.
Filho de Bento Moço e de Rosa Pires, galegos. Nasceu por volta de 1812. // Carpinteiro. // Casou com Jerónima Luísa Gomes de Abreu. // Faleceu a 11/12/1866, às vinte horas, na sua casa de Soengas, Chaviães, com cerca de cinquenta e quatro anos de idade. // Deixou descendência.
Nasceu em Chaviães. // Em 1591 era vereador mais velho e juiz pela ordenação na ausência do licenciado Gil Gonçalves Leitão, juiz de fora e dos órfãos na Vila de Melgaço.
Filho de Francisca Rosa de Castro, solteira, lavradora, residente no lugar do Linhar. Neto materno de Tomás José de Castro e de Ana Joaquina Paz. Nasceu em Chaviães a 6/3/1868 e foi batizado pelo padre MAE a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Jacinto Ventura da Lama, casado, natural da Vila, e Maria dos Prazeres Paz, solteira, do lugar do Linhar. // Morreu a 19/7/1869, às 22 horas.
Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Maria Alves. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Manuel António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu em Cousso a 18/12/1855 e foi batizado em casa, por necessidade, por Rosa Afonso, mulher de Francisco Joaquim Alves, todos da Tojeira. // Faleceu a 18/12/1859 e foi sepultado na igreja a 20 desse mês e ano.
Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Maria Alves, residentes no lugar de Cousso. N.p. de Manuel José Afonso e de Josefa Alves; n.m. de Manuel António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu em Cousso a 12/9/1862 e foi batizado nesse mesmo dia. Padrinhos: António e Ana Alves, irmãos, solteiros, todos lavradores.
Filho de ------------------ Real, ou Rial, e de -----------------------------. Nasceu a 5 de Agosto de 1893. // Faleceu a 1 de Abril de 1975 e foi sepultado no cemitério de Chaviães.
Filho de Luís Manuel Domingues e de Joana Rosa Esteves Soeiro. Nasceu no lugar da Cela, Cousso, a 30 de Agosto de 1833. // Casou no estado de solteiro, na igreja da sua terra, a 24/12/1865, com Ana, nascida no dito lugar a 14 de Novembro de 1840, solteira, filha de Manuel António Pereira, natural de Lamas de Mouro, e de Maria Joaquina Rodrigues, natural de Cousso, lavradores. Testemunhas: Manuel Joaquim Fernandes, casado, lavrador, e Constantino Alves, solteiro, embarcadiço, filho de Clara Domingues, viúva, ambos da Cela.
Filho de Manuel José Alves e de Maria José Rodrigues, lavradores. Nasceu por volta de 1842. // Tinha trinta e cinco anos de idade quando casou na igreja de Cousso, a 22/9/1877, com Luísa, de trinta e dois anos de idade, solteira, lavradora, filha de António Enes e de Maria Afonso. Testemunhas: Manuel Luís Alves, casado, e Manuel Fernandes, também casado, todos do lugar de Cousso.
Filho de José Alves e de Rosa Maria Afonso, lavradores. Nasceu na freguesia de Cousso por volta de 1821. // Rural. // Faleceu em sua casa de morada, sita no lugar de Pomares, freguesia de Paderne, a 13/10/1893, com todos os sacramentos da igreja católica, com 72 anos de idade, no estado de casado com Rosa Dias, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial de Paderne.
Filho de ---------- Rodrigues e de -------------------------------. Nasceu por volta de 1875. // Morreu no lugar de Cousso a --/--/1917, com quarenta e dois anos de idade.
Filho de José Domingues Souto e de Maria Luísa Gonçalves, moradores em Aldeia de Virtelo. Nasceu a 22/1/1833. // Era solteiro quando casou na igreja de Cousso, a 22/8/1872, com Lina Domingues, nascida a 16/3/1844, solteira e moradora no lugar da Cela, filha de Francisco José Domingues e de Ana Domingues. Testemunhas presentes: Pedro Domingues, casado, cunhado do noivo, e José Domingues, solteiro, seu sobrinho, de Aldeia de Virtelo.
Filho de Manuel António Fernandes e de Joana Alves, da Cela, Cousso. // Faleceu a 26/4/1856 e foi sepultado na igreja no dia seguinte.
Encontrava-se no envelope junto da equipa de futebol da IX Olimpíada, Amesterdão 1928.
O autor informa que ainda não recebeu resposta à sua carta de 17 do mês passado. Confirma a encomenda da carruagem de dois assentos. Informa que as últimas notícias que recebeu do Porto a respeito do negócio do amigo João Correia de Paiva obrigam-no a mudar o conceito que tinha de alguns deputados da Companhia, que formam conluios com esses dois avarentos para se defenderem na Corte do Rio de Janeiro. Acusa os dois avaros de quererem "comer tudo" e de estarem protegidos na Junta por um grupo liderado pelo Deputado Guerner. Julga inútil todo o trabalho dos governadores e propõe ao destinatário que informe de tudo ao seu amigo no Rio e se for necessário que se dirija para lá pessoalmente a fim de reclamar a sua nomeação, onde o autor oferece todo o crédito que o destinatário necessitar. Solicitou a Joaquim Francisco Dauin o favor de apresentar os seus cumprimentos às senhoras e meninos. Espera que Mimi já se ache restituída e livre do país revolucionário. Em P.s. acabou de receber o modelo das armas e da carruagem.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e João Rodrigues Gineto. Contém: 1.º - Recibo n.º , de 15 de fevereiro de 1927, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º , de 15 de fevereiro de 1927, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º , de 15 de fevereiro de 1927, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 437$50.
D. Emilia de Bivar Albuquerque e Mendonça Weinholtz, tendo a sua mãe [D. Ana Norberta de Bivar Albuquerque de Mendonça e Weinholtz] falecido no dia 18 do presente mês, pede a S. A. R., [D. João VI], que lhe outorgue por Real Decreto os idênticos meios subsistência que a Rainha D. Maria I havia atribuído a sua mãe pela altura da morte do seu pai o Brigadeiro de Artilharia da Corte, Cristiano Frederico de Weinholtz, afilhado da referida Rainha. Refere que tem à sua responsabilidade a avó e a tia em avançada idade.
Transcrição de uma ordenação de D. João V sobre a venda de terrenos pertencentes a uma capela na vila de Melgaço, petição feita por Diogo de Abreu Padrão. O requerente informa que é administrador de uma capela, instituída pelo padre Sebastião Pinheiro, que tem por obrigação missas, vinha, campos e mais algumas pensões. Como o requerente vive longe, não a consegue cultivar, arruinando-se, solicita que lhe seja permitido vende-los e em troca dar à capela um campo que tem, junto à sua morada, de valor superior, informação confirmada pelo Procurador de Viana. O monarca confirma o pedido e a sua ligação à capela, mas no novo terreno
José Gonçalves e sua mulher, Ana Quitéria, moradores no lugar dos Tojais, freguesia de São João dos Montes, herdeiros após falecimento da tia, Maria Quitéria, passaram a ser possuidores de uma terra com árvores e alguma vinha, no lugar dos Cotovios. Reconheceram como senhoria a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira a quem pagavam o foro anual de 600 réis em virtude da extinção do concelho de Alhandra, a quem havia pertencido tal direito. Confrontações: Norte com vinha de Manuel Real; Nascente com caminho público; Sul com rossio do lugar dos Cotovios; Poente com fazenda da viúva de Dom Vasco.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e João Pedro Afonso. Contém: 1.º - Recibo n.º ?.061, de 12 de agosto de 1924, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 47, de 13 de agosto de 1924, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 248, de 13 de agosto de 1924, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa.Valor: 71$28.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e João Francisco da Rocha. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.168, de 11 de fevereiro de 1924, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 179, de 12 de fevereiro de 1924, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 943, de 12 de fevereiro de 1924, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 59$40.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e João Ferreira Mesquita. Contém: 1.º - Recibo n.º 5.103, de 9 de dezembro de 1926, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 140, de 16 de dezembro de 1926, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 870, de 16 de dezembro de 1926, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 71$28.
Pede informação da escritura de 18 de julho de 1845, feita por Custódio Manuel da Rocha e sua mulher Maria Rosa Ferreira, do lugar de Pomares, freguesia de Águas Santas, Póvoa de Lanhoso, e fiadores para conhecimento do estado atual dos capitais; informa sobre o estado atual da escritura de 18 de julho de 1845, de Custódio Manuel da Rocha e sua mulher Maria Rosa Ferreira, do lugar de Pomares, freguesia de Águas Santas, Póvoa de Lanhoso. Fiadores António Joaquim de Carvalho, do lugar da Bouça, Águas Santas; João Simões, da freguesia de Santa Lucrécia de Algeriz.
Transcrição da declaração e aclamação e auto de juramento da carta Constitucional em prol do rei João VI. Documento no qual a Câmara Municipal de Melgaço, em reunião extraordinária a nove de junho de 1823, através dos representantes do Clero, Nobreza e Povo afirmam que o período ilegítimo e indigno já passou. O documento faz referência ao papel heroico do Conde de Amarante, que apenas se preocupou com o bem geral, evitando a destruição do trono e causa de do rei. Existe referencia da localização dos documentos