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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda.
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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Outorgantes: Emílio Galo de Carvalho, Alípio das Neves Morais Matias, Armando da Silva Francês e José Emílio Raposo de Magalhães.
Primeiro outorgante: Felismina Pinto de Carvalho e João Dias Ferreira. Segundo outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca da compra de uma propriedade.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda.
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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça.
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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Marinha.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda.
CARVALHO, Dominda Augusta. Filha de Joaquim de Carvalho (Leitão), viúvo, tacheiro, natural da freguesia de São Jerónimo, Braga, e de Maria de Jesus Lourenço, doméstica, solteira (*). N.p. de António de Carvalho e de Ana Joaquina de Carvalho; n.m. de Leocádia Lourenço. Nasceu no Rio do Porto, SMP, a 5/1/1909, e foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Rodrigues, casado, marinheiro, e Dominda Augusta de Carvalho, solteira, doméstica. // Casou na igreja de SMP a 8/9/1940 com Francisco António da Costa, carpinteiro da construção civil, também da Vila. // Enviuvou ainda nova, a 24/8/1949. // Ficou com um filho, António, nascido em 1942, e, sem quaisquer rendimentos, pelo que teve de arranjar uns patrões para servir; trabalhou muitos anos na casa do comerciante Ezequiel do Vale, perto do hospital da SCMM. // Faleceu a 6/2/1982. /// (*) Casaram a 17/4/1922.
CARVALHO, Amadeu António. Filho de Silvana Cândida de Carvalho. Neto materno de José Joaquim Carvalho e de Maria Jacinta Rodrigues. Nasceu no Largo do Chafariz, SMP, a 8/5/1910 (*), e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: João Cândido Carvalho, solteiro, artista, e Maria Jacinta Rodrigues, viúva, proprietária, tio e avó do batizando. // Emigrou jovem para África, tendo sido comerciante em Vila Luso, Angola. // Esteve em Melgaço desde Outubro de 1937 até o dia 2/7/1938 –>. // Casou a 16/10/1938, na Missão de Nossa Senhora das Vitórias do Luso, com Adelina Pia, regente escolar, natural de Alvaredo, filha do professor do ensino primário Adelino José Pereira e de Rosalina Soares de Castro. // Morreu em Vila Luso, concelho de Moxico, a 19/10/1938 // Pai do Dr. Amadeu António Pereira de Carvalho, advogado em Braga (ver em Alvaredo). /// (*) À margem do assento de batismo diz-se que ele nasceu a 26/1/1907; portanto, a data de 8/5/1910 está errada.
Antónia Casimira Rebelo Cardoso de Menezes, filha de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 22 de maio de 1834. Casou em São Pedro de Vila Real, a 1 de setembro de 1858, com o seu primo, José Sebastião Cardoso de Menezes, filho de António Luís Cardoso Menezes e Joaquina Rita Afonseca. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 251.
José Rebelo Cardoso de Menezes, filho de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real, e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 3 de setembro de 1844. Casou na igreja de Mouços, em 4 de agosto de 1892, com Maria Teresa Teixeira, filha de António Teixeira Martinho e Joaquina da Silva. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Discreteia sobre Clenardo e os seus estudiosos, com indicações bibliográficas. Refere a leitura do ensaio de AP sobre o verso mas questiona o valor meramente estético-hedonista da comoção, sem laboração intelectual. Indica as melhores Introduções à Filosofia. Considerações sobre a filosofia espinosiana. Anuncia o envio das Cantigas de Amigo. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Explica porque pediu a referência na coluna de AP no Diário de Notícias; anuncia uma obra metafísica de Geyser e o plano subsequente de edições. “Isto começa a ser europeu…”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Incentivo ao labor na Torre do Tombo; pensa que a ditadura em Portugal está morta e que a marcha para a esquerda é irresistível, no sentido socializante. Anuncia um estudo sobre o socialismo de Antero e Oliveira Martins. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Ofício da remuneração do livro Estudos Filosóficos e Críticos. Em post scriptum manuscrito refere a edição das Poesias de André de Resende e as obras de Mandonnet. Tem “saudades do tempo em que podia comprar os livros”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua sem resposta de Joaquim de Vasconcelos e anuncia o volume do In Memoriam a D. Carolina Michaëllis no qual as Cartas destoariam. Refere as edições que lhe mandou expedir. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Justifica-se por não ter restituído ainda o livro de Mandonnet; constata que foi Grabmann quem lhe deu o argumento decisivo sobre a nacionalidade de Pedro Hispano. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Tenta desfazer a meada da intriga à volta de uma sua opinião sobre o livro de AP (Elementos de História de Portugal). Narra o episódio, achando insensata a pessoa que o avisou. Sem notícias da Imprensa Nacional; ignora a sorte da representação da sua Faculdade. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Envia livros; referência à polémica em torno do Arquivo de Pedagogia (Coimbra) e de um artigo de Eusébio Tamagnini, dos quais cientificamente desconfia. Confessa-se magoado por alguém supor ser ele capaz de se servir de outrem ou do lugar “para torpes ofensas políticas”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Como a Miscelânea Carolina Michaëllis está no domínio público, AP já pode “escrever acerca dela, se entender, e quando entender”. Confessa-se estupefacto com a carta de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Congratulações por AP ser avô; envia livros; lendo o artigo de AP em A Voz, sente-se inibido de opinar: “nem da minha boca, nem da minha pena sairá nada que se dê aos contendores a sensação de parcialidade. No meu caso, o meu amigo faria o mesmo”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Adoecendo após o enterro de Manuel da Silva Gaio, garante a AP que receberá as provas. Elogia a “valiosa” carta mística de Diogo de Murça, que AP publicou, sobretudo pela informação pedagógica. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Referência à 2.ª edição de Clenardo, de Gonçalves Cerejeira e aos dispersos de Martins Sarmento; aguarda o novo orçamento para comprar o papel para o novo livro de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Referência à Miscelânea José Leite de Vasconcelos. Refere que os Estudos vão a meio dada a “necessidade absoluta de acabar umas coisas para a Exposição Colonial” e que estará pronto em Novembro. Lastima mais uma vez a morte de Carlos Eugénio Correia da Silva. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Agradece uma dedicatória, “por pensar que estamos em pólos diversos na concepção da vida, assim considero a sua oferta, que me sensibiliza moral e intelectualmente”. Anuncia as provas de um original e empresta dois folhetos de Clenardo. Envia um opúsculo e noticia aguardar o nascimento do 7.º filho. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Noticia que, falando com Joaquim de Vasconcelos, na Cedofeita, foi acordado que este seguiria pari e passu a impressão da Cartas de D. Carolina, o que considera razoável. Se AP também acordar com o trato poderá enviar o original. Referência a edições enviadas. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Pergunta se recebeu os folhetos enviados e lamenta não poder enviar o livro sobre Leão Hebreu, que considera o melhor da sua lavra. Anuncia o envio das provas das Cartas de D. Carolina. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Não tem ainda o orçamento; refere que seguiu nas Novidades a polémica que envolve AP, e que um artigo daquela redacção é digno de estudo da “fenomenologia da estupidificação da hora actual”. Congratula-se pelo seu próprio trabalho à frente da Imprensa da Universidade. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)