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Contém os seguintes títulos: Rio de mouro já tem mercado municipal; Rio de mouro inaugura mercado municipal; Sintra será sede das comemorações do dia de Portugal; Sintra recebe comemorações; Sintra recebe festa do 10 de junho; Comerciantes querem parquímetros; Via de Cintura avança em Sintra; Via de cintura está a crescer por ora só no papel; Mercado diferente em Rio de Mouro; Transportes não acompanham explosão demográfica; Rui Silva: sangue novo e muitas ideias; Planos diretores avançam a bom ritmo; Abertas inscrições para concurso interconcelhos; Recriar personagens e labiche com o teatro da Meia-Lua; Sintra debate Sida; I concurso de música moderna; Carlos Luz exposição; Schumann e Pergolesi no teatro de Queluz; Um carnaval animado; Autarquia sintrense está a promover ciclo de debate; É urgente salvar a Anta de Agualva; A experiência do AZAD; Entulho nas antas de Belas; Tesouro escondido, costa portuguesa guarda vestígio; Litoral armazena esqueletos e pegadas; Estimular para a música em escola de Cacém; Recuperar ainda é possível; Convívio de Carnaval jornal de Sintra; H.C. de Sintra aposta nos jovens; Vitória dos azuis garantida por Rui Valente; Clube Panda 4*4 soma e segue; Ginástica acrobática; Líder Queluz surpreendido pelo Belenenses; Corta-mato escolar na Amadora; Comerciantes de Sintra querem parquímetro na estefânia; Inauguração do mercado -centro comercial municipal; Em Queluz o carnaval foi das crianças; Animação para a 3ª idade no concelho de Sintra; Guias falsas para caçadores descobertas em Sintra; Soares na Penha Longa; Entrudo sintrense ficou "encavacado"; Sintra cria comissão para o urbanismo; Presidência aberta em Sintra foi muito fechada; Seis milhões de contos para uma marginal à moda de Sintra; Sida em debate no palácio valenças; Misericórdia de Sintra aposta nos centros de dia; Cores quentes em clima ameno; No Mucifal, a magia do circo; Revista popular esgota sessões; Até onde poderá ir o hockey club de Sintra?; Sempre em frente sempre na frente; Queluz garante 1º lugar; Palmeiras mudam para parque central; Parque central de Queluz em obras até agosto; Carenque: pegadas salvas com a ajuda de Soares; Eco-Queluz com existência legal; O Chão de Oliva promove curso de teatro; Pandas 4x4 vão a Sintra; Torneio em Queluz de minibasquetebol; H.C. Sintra imbatível; Queluz dá passo em frente; Sida foi tema de colóquio em Sintra; "A pena" mais um jornal de Sintra; Problemas fim de século debatidos em Sintra; Cortez automóveis leva Pandas 4x4 a Sintra;
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: Alfredo Martins, filho de João Duarte e Joaquina Tomasia; António Francisco, filho de José Francisco e Mariana Vitória; António Joaquim, filho de Joaquim Duarte Catarino, e Guilhermina Antunes; Eduardo Rodrigues Lobo, filho de Francisco Rodrigues Lobo e Joaquina da Conceição; Estanislau Domingos, filho de Francisco Domingos e Teresa de Jesus Rodrigues; Francisco Luís Lobo, filho de Manuel Luís Lobo e Luísa do Rosário; José Luís Tojeiro, filho de João Luís Tojeira e Capitulina de Jesus; Francisco Salgado, filho de Manuel Otero Salgado e Manuel Vasquez; Florêncio Francisco Gaiolas, filho de Germano Francisco Gaiolas e Adelaide Pereira; Guilherme Alves da Silva, filho de João Pedro da Silva e Juliana Maria Alves; Henrique Pedroso, filho de Filipe Henrique Pedroso e Guilhermina Maria Amália; Joaquim Francisco, filho de Francisco João e Maria da Conceição; José dos Santos Bernardino Freire, filho de Bernardino Freire e Felisbela Maria; José Cardoso, filho de Joaquim Cardoso e Joaquina Rosa; José Coelho, filho de José Francisco Coelho e Rita de Jesus Esteves; José Crispim, filho de Peliano Domingos e Baulina Camila; José Dionísio, filho José Dionísio e Margarida José; José Ferreira, filho de Estevão Ferreira e Joaquina Ferreira; José Joaquim Freire, filho de Joaquim Maria e Maria Helena; José Ventura dos Santos, filho de Joaquim dos Santos e Maria da Conceição; Luís Vicente, filho de Vicente Joaquim e Teresa Maria; Manuel Inácio, filho de João Inácio e Mariana Rosa; Manuel dos Santos Querido, filho de Joaquim dos Santos Querido e Maria Joaquina; Manuel da Silva, filho de Germano da Silva e Joana da Conceição; Silvestre Duarte Pedroso, filho de Adrião Pedroso e Maria da Conceição Duarte Pedroso; João Duarte, filho de Francisco Duarte e Maria Eugénia; Joaquim da Silva cabeça, filho de António da Silva cabeça e Maria Gertrudes; Júlio Amaro, filho de António Manuel e Teodora de Jesus; Daniel, filho de Manuel Duarte e Guilhermina da Conceição; João, Filho de Manuel Joaquim Boletas e Maria do Cabo; Manuel, filho de Manuel Otero Salgado e Manuela Vasques; Joaquim, Duarte Catarino, filho de Joaquim Duarte Catarino e Guilhermina do Rosário Antunes; Jorge do Cano Passos, filho de Paulo Lourenço e Gertrudes da Conceição; António Domingues Soares, filho de António Soares e Felismina de Jesus.
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: António Cardoso, filho de José Cardoso e Maria do Rosário; António Duarte Ferreira, filho de Manuel Ferreira e Maria da Conceição; António da Silva, filho de Alfredo da Silva e Mariana de Jesus; Carlos Luís Louro, filho de Manuel Luís Louro e Margarida de Jesus; Cipriano Parreiras dos Santos, filho de Miguel Domingues Parreiras e Teresa de Jesus; Francisco Luís Pedroso da Cunha Rego, filho de Francisco de Castro Correia da Cunha Rego e Adelaide Cândida Pedroso da Cunha Rego; Francisco Pereira, filho de José Pereira e Maria Rita; Guilherme Araújo Simões dos Santos, filho de Manuel Marques dos Santos e Domingas dos Anjos Simões Santos; João Ferreira, filho de Estêvão Ferreira e Joaquina Ferreira; João Luís, filho de Joaquim Luís e Maria de Jesus; José Duarte da Silva Costa, filho de Duarte Costa e Maria Rosa; Manuel Patrício, filho de Vicente Joaquim e Teresa Maria; Álvaro d`Almeida Soares, filho de António Soares d`Almeida e Gertrudes da Conceição; Carlos Lobo, filho de Manuel Luís Lobo e Elisa do Rosário; Filipe Faustino Duarte, filho de Manuel Faustino e Ana Maria Tomasia; Francisco José da Silva, filho de Silvestre Francisco da Silva e Emília Aldóra Albino e Silva; Francisco Lourenço, filho de Manuel Domingos e Margarida Rosa; Francisco Paulino d`Almeida, filho de Paulino d`Almeida e Maria da Conceição; Humberto Duarte, filho de Domingos Duarte e Emília da Conceição; José Bento, filho de Manuel Bento e Maria de Jesus; José Filipe, filho de Júlio José e Emília da Conceição; José Firmino, filho de pai incógnito e Maria Adelaide do Sacramento; José dos Santos Querido, filho de Joaquim dos Santos Querido e Maria Joaquina; Julião dos Santos, filho de Julião dos Santos e Maria Carlota; Manuel da Silva, filho de António da Silva Cabeça e Maria de Jesus; Pedro Barreto, filho de António Barreto e Maria Clara; Pedro Pinto, filho de José Pinto e Antónia da Conceição; Rodrigo dos Santos, filho de Manuel dos Santos e Faustina da Conceição; Vicente, filho de pais incógnitos; Alfredo, filho de Vicente Joaquim e Teresa Maria; António, filho de Joaquim Duarte Catarino e Guilhermina do Rosário; Artur, filho de António Barreto e Maria Clara; Bernardino, filho de João dos Santos e Emília Clara; Domingos, filho de Quitério Francisco e Teresa de Jesus; Fernando, filho de Fernando Augusto Miranda e Andreza de Jesus; José, filho de Augusto dos Santos e Adelina de Assunção; Luís, filho de Joaquim da Silva Cabeça e Elisa do Rosário; Francisco, filho de Manuel Batista e Maria da Silva Batista; Eliseu, filho de João Luís e Capitolina de Jesus.
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: Alfredo Miguel Sadio, filho de Joaquim Miguel Sadio e Mariana de Jesus; Alfredo da Fonseca Santos, filho de Francisco dos Santos e Adelaide da Fonseca Santos; Amado Jorge, filho de Inácio Jorge e Rosa Inácia; Américo Soares Faria; filho de António Alves da Costa Faria e Leonor Soares Faria; Anselmo Lourenço, filho de António Lourenço e Preciosa das Dores; António de Almeida Correia de Sá, filho de António de Almeida Correia de Sá e Maria de Vasconcelos e Sousa de Almeida; António Joaquim Antunes, filho de Joaquim Antunes e Mariana das Dores; António Filipe Pelecas, filho de Joaquim Filipe e Amélia da Conceição; António Rodrigues, filho de João Rodrigues e Júlia da Assunção; António Rodrigues Regueira, filho de Francisco Rodrigues Regueira e Maria do Carmo Rodrigues; Carlos Caetano dos Santos, filho de José Caetano dos Santos e Gertrudes Luísa da Conceição; Carlos Pereira dos Santos, filho de José Pereira dos Santos e Cecília de Sousa; Carlos dos Santos, filho de Marcolino dos Santos e Domingas de Jesus; Daniel Miguel Martins, filho de Francisco Martins e Maria de Jesus; Delfim José dos reis, filho de Marcolino José dos Reis e Maria Rodrigues; Domingos Dias, filho de Miguel Dias e Maria da Conceição Dias; Feliciano Veríssimo Bordalo, filho de João Veríssimo Bordalo e Maria Inês da Castro; Fernando Homem de Figueiredo, filho de Aníbal Homem de Figueiredo e Virgínia Adelaide da Paz Domingues de Figueiredo; Francisco Gomes, filho de Pedro Gomes e Aurélia de Jesus; Guilherme José Correi, filho de José Correia e Maria da Conceição; Guilherme Lourenço Pinheiro, filho de Francisco António Pinheiro e Maria Emília Lourenço Pinheiro; Hortêncio da Silva, filho de pai incógnito e Maria Pastora; Joaquim Francisco Saraiva, filho de Joaquim Francisco Infante e Gertrudes do Carmo Saraiva, Joaquim Carlos Nunes, filho de Manuel Carlos Nunes e Ana de Jesus; João Augusto Firmino, filho de Carlos Augusto e Palmira da Conceição; Jorge Biscaia, filho de Agostinho Monteiro e Maria de Jesus Aleixo; José Joaquim de Oliveira, filho de Joaquim Cândido Oliveira e Leonor Isabel; José Alfredo da Costa Azevedo, filho de Pedro da Costa Azevedo e Constança da Piedade Mártires; José Domingues, filho de José Domingues e Domingas de Jesus; José Silvestre Piloto, filho de Joaquim Silvestre Piloto e Carlota de Jesus; Júlio, filho de Conrado Monteiro e Margarida da Piedade; Luís da Conceição, filho de pai incógnito e Libania da Conceição; Manuel dos Santos, filho de António Marcolino dos Santos e Joana da Conceição; Miguel Duarte Rebelo Júnior, filho de Miguel Duarte Rebelo e Emília da Piedade; Silvino António da Conceição, filho de Manuel António da Conceição e Maria José Quintas.
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: António Bartolomeu, filho de Joaquim Bartolomeu e Balbina de Jesus; António Luís Pardal Júnior, filho de António Luís e Cesaltina da Conceição; António Quintinha dos Santos, filho de José Quintinha dos Santos e Josefa Rosa; António da Rosa, filho de José da Rosa e Rosa Jacinta; Artur Duarte, filho de Domingos Duarte e Maria Severiana Paz; Artur dos Santos, filho de António Domingues Parreira e Balbina Camila; Cipriano de Almeida Soares, filho de António de Almeida Soares e Gertrudes da Conceição; Francisco Loureiro, filho de Joaquim Loureiro e Maria da Assunção; Francisco Maria Freire, filho de Joaquim Maria e Maria Helena; Frederico da Luz, filho de José Luís e Belmira da Conceição; Gabriel Gomes, filho de João Vítor Gomes e Maria de Jesus; Joaquim da Conceição, filho de pai incógnito Emília da Conceição; Joaquim Luís, filho de Francisco Lino e Laura Boaventura; Joaquim Tomás da Costa, filho de Eusébio Tomás da Costa e Maria da Encarnação; José Cristóvão, filho de Pedro Cristóvão e Jesuína de Jesus; José Filipe Couto, filho de pai incógnito e Mariana da Conceição Couto; José Francisco Cabeceiro Júnior, filho de José Francisco Cabeceiro e Augusta da Conceição; José da Silva Canada, filho de Joaquim António Canada e Maria do Rosário; Josué da Silva, filho de Serafim da Silva e Maria de Jesus; Luís dos Santos Tomás, filho de Manuel Alves Tomás e Elvira dos Santos; Sabino Henriques Barruncho, filho de José Henriques e Felismina Rosa; Sabino da Costa, filho de Germano da Silva e Joana da Conceição; Saladino Rodrigues, filho de José Rodrigues e Clara de Jesus Ferreira; Vítor Patrício, filho de Francisco José Patrício e Maria do Rosário Vítor; Adelino, filho de José Freire e Maria da Conceição Lobo; António, filho de Bernardino Freire e Felisbela Maria; Bernardino, filho de António Maria e Maria da Assunção; Caetano, filho de António Lúcio e Henriqueta da Assunção; José, filho de Joaquim Francisco e Celeste da Conceição; José Augusto, filho de Joaquim dos Santos e Maria da Conceição; Justino, filho de Manuel Vicente Quintino e Maria Antónia; Mário, filho de José da Silva Júnior e Maria de Jesus Coelho.
Livro Copiador de Correspondência Expedida pela Sociedade Farmacêutica Lusitana, de 5 de novembro de 1922 a 5 de dezembro de 1924, organizado cronologicamente e contendo cópias manuscritas, em folhas numeradas, de correspondência expedida sobre diversos assuntos, nomeadamente sobre eleição de Corpos Gerentes e Comissões, pagamento de quotas, diplomas e jornais, pareceres das Comissões, votos de sentimento pelo falecimento de Edmundo Pimenta, José Maria Soares Teixeira e de Júlio Maria Sousa, exercício ilegal de farmácia, arrendamento do laboratório da Sociedade, aumento das taxas postais, imposto de selo das especialidades farmacêuticas, aumento do preço dos medicamentos, projeto de reforma do exercício profissional de farmácia, questões relativas aos horários de abertura de farmácias, envio de representações ao governo, oferta de obrigações de empréstimo, admissão e demissão de sócios, imposto de transação de produtos, propriedade de várias farmácias por um farmacêutico. Entre os destinatários encontram-se Administração Geral dos Correios, Adolfo Teixeira, Alberto da Costa Veiga, Alberto de Almeida Oliveira Malta, Alfredo da Silva Machado, Américo Augusto Mendes, Aníbal Dias Saraiva, António Afonso Lopes, António Borges Sacoto, António Domingos de Oliveira, António Maria da Gama Júnior, Associação dos Estudantes da Faculdade de Farmácia de Coimbra, Associação de Classe dos Empregados de Farmácia da Região Sul, Aureliano José dos Santos Viegas, Caetano da Gama Cruz Nunes, Câmara Municipal de Lisboa, Colónia Agrícola de Vila Fernando, Companhia dos Telefones, Companhias Reunidas Gás e Eletricidade, Direção Geral das Contribuições e Impostos, Domingos Martins Caro, Eduardo Alves de Almeida, Emídio Gonçalves de Azevedo, Ernesto Augusto dos Santos, Estação de Correios do Porto, Estudantina Madrilena de Coimbra, Faculdade de Farmácia de Lisboa, Flaviano Falcão Correia, Governo Civil de Évora, Governo Civil de Lisboa, Guilhermino José Trancos, Inspeção Técnica do Selo das Especialidades Farmacêuticas, Isidoro Marques Baptista, João Augusto dos Santos, João de Deus Camacho Pimenta, João Francisco de Jesus, João Norberto Gonçalves Guerra, João Paiva da Costa, João Simões Costa, João Teixeira Soares, José Maria Pinto da Fonseca, José Martins da Costa, José Pedro Xavier Rodrigão, José Valentim, Júlio Augusto da Cruz, Luís Pedro Branquinho, M. Joaquim Oliveira, Manuel Pinheiro Nunes, Manuel Valente Serrano, Ministério das Finanças, Ministério do Trabalho, Montepio Geral, Roque dos Reis Branco, Sociedade de Medicina Veterinária, Vicente José de Seiça, Victor Branco. Nomes referidos na correspondência que não constam da lista de destinatários: Eduardo da Cunha Frias, Manuel Luís de Sequeira, Miguel Fadon Lizaso, Morais Sarmento.
caixa 113 ALMEIDA Rogério de 113 1 AMOEDO Francisco 113 2 ANTÓNIO Rodrigo 113 3 AQUINO José Tomás de 113 4 ARAGÃO Henrique de 113 5 ÁVILA Diogo Eduardo Borges de Almeida de 113 6 BASTOS João Djalma 113 7 BUCCI Pouciano 113 9 BURNAY Frederico Guilherme Duff 113 10 CABECINHA Eurico Ferreira 113 11 CALDEIRA JÚNIOR Manuel Marques 113 12 CALISTO Vasco 113 13 CAMALIER Eduardo 113 14 CAPITÃO António dos Santos Pereira 113 15 CAVALHEIRO Alfredo Serra 113 16 COELHO Júlio dos Santos 113 17 COSTA Manuel António Ryder da 113 18 CRUZ Fernando Artur Machado da 113 19 DUARTE António Francisco Pereira 113 20 DUARTE JÚNIOR Francisco 113 21 ESTEVES Carlos Prieto 113 22 FARIA José Pedro da Silva 113 23 FERREIRA Luís 113 24 FIGUEIREDO Alfredo Futscher 113 25 FONSECA Guilherme Lopes da 113 26 FRANCO Elói Soares 113 27 HOWORTH Henrique Anthouy Stott 113 28 LAGE JÚNIOR José Enes de 113 29 LEAL Mário António Marques 113 30 LEIZ Viriato Morgado 113 31 MACEDO Luís Lemonde de 113 32 MARMOTO José dos Santos 113 33 MARQUES Alberto da Naia 113 34 MOREIRA António Miguel 113 35 NORONHA Eugénio Maria de 113 36 NUNES José 113 37 PAXINTA Miguel de 113 38 PEREIRA Alberto Teotónio 113 39 PEREIRA José Joaquim Serra 113 40 PEREIRA Luís Manuel Serra 113 41 PEREIRA Luís Teotónio 113 42 PESSOA António Brilhante da Silva 113 43 PINHO José Gomes de 113 44 PROENÇA Mário Van-Zeller Pessoa 113 45 RHODES João Duarte Fragoso de 113 46 RIBEIRO JÚNIOR José 113 47 RIO Carlos Alves do 113 48 SALGADO Augusto 113 49 SALGADO Guilherme de Sousa Otero 113 50 SAMPAIO Ernesto Ramalho 113 51 SANTOS Leandro Porfírio dos 113 52 SEIXAS Augusto Eustáquio de 113 53 SILVA Augusto Dias da 113 54 SILVA Cândido 113 55 SILVA João Pedro Melo e 113 56 SILVA Luís Emílio da 113 57 SIMÕES José Pestana 113 58 SOARES João Joaquim 113 59 SOUSA António Macieira de 113 60 SOUSA José Tovano Possolo de 113 61 TALONE Augusto Frederico Potsch da Costa Carvalho 113 62 TELES Henrique da Silva 113 63 TOSCANO Duarte de Almeida 113 64 VIEIRA António Neuparth 113 65
CAIXA N.º 6 ABREU Manuel António de 389-A 6 ANDRADA António Campos 390 6 ARANHA Armando Heitor 391 6 ÁVILA Eugénio de Almeida 392 6 BARRADAS Adelino da Costa 393 6 BARROS João Anselmo Figueiredo de 394 6 BENTES Carlos Pereira Madruga de Sousa 395 6 BRAGA Orlando Alves da Costa 396 6 BRAGA Virgínio José Gomes 397 6 BRAMÃO Armando Odome Pereira 398 6 BRANCO JÚNIOR José Florêncio de Sousa Castel 399 6 CARDEIRA Nuno Leopoldo 400 6 CARDOSO JÚNIOR António Francisco Gonçalves 401 6 CARDOSO António Soares 402 6 CARVALHOSA António Maria de Castro Ataíde Almeida 403 6 CASTRO José Alves Rodrigues Dias e 404 6 CINTRA José Caetano 405 6 CORREIA Joaquim António 406 6 COSTA Augusto Mateus dos Santos 407 6 COUTINHO António Elmano Lucena 408 6 COUTO Bernardino dos Reis 409 6 COVACICH Aníbal Augusto Santos 410 6 DIAS José Pereira 411 6 FERNANDES João Gregório 412 6 FERRÁS Severiano Alberto Ivens 413 6 FERREIRA Frederico de Campos 414 6 FIGUEIREDO Carlos Pinto Tasso de 415 6 FONSECA José Maria de Áviles da 416 6 GOMES Francisco Morgado 418 6 GOMES Henrique da Costa 419 6 GRAINHA José Freire 420 6 HOMEM Miguel Coelho de Freitas Pinto 421 6 LÁZARO Abel da Costa 422 6 LIMA Henrique Machado de Azevedo 423 6 LOPES João António Ferreira 424 6 LORENA José Maria da Silveira 425 6 LUZ Carlos Joaquim da 426 6 MACEDO Alfredo de 427 6 MARRECAS Cândido Augusto 428 6 MARTINS José Marcelino 429 6 MARTINS Mariano 430 6 MENDONÇA Veríssimo José de Quintanilha 431 6 MORAIS Tancredo Octávio Faria de ou Tancredo Otávio Faria de - Ficha 432 Caixa 6 MOTA Nicolau António Saldanha da 433 6 NASCIMENTO Frederico Afonso do 434 6 NOVAIS Manuel António de 435 6 OLIVEIRA António Soares de 436 6 OLIVEIRA Rodrigo Augusto de 437 6 PEDROSO Francisco Carlos 438 6 PINHEIRO JÚNIOR Narciso da Rocha 439 6 PINTO Nuno Teles Blistein da Silveira 440 6 PINTO Pio Lopes 441 6 PORTELA João Mesquita 442 6 RAMOS Francisco Luís 443 6 RIBEIRO Francisco Maria 444 6 SAMPAIO Eduardo Augusto Cabral 445 6 SANTOS Alberto Ângelo dos 446 6 SANTOS José da Cunha 447 6 SANTOS Ramiro Avelino dos 448 6 SILVA José António da 450 6 SILVA José Justino Marques da 451 6 SILVA JÚNIOR Francisco 449 6 SIMAS Eduardo Augusto da Costa 452 6 SOUSA Augusto Mário Borges de 453 6 TEIXEIRA João José da Silva 454 6 THOMPSON João Carlos 455 6 TORRES José Alberto Pereira 456 6 VELEZ José de Faria de Azevedo 457 6 VENTURA José Viegas 458 6 VIANA João Carvalho Ribeiro 458-A 6 VIEIRA João Maldonado Vila Lobos 459 6
CAIXA N.º 1 e fotografias de maior dimensão - Caixa. Nº 1A (Topo da estante) ABREU, Fausto Artur de Brito e ficha 1 ADRIÃO, João Carlos ficha 2 ALMEIDA , Boaventura Mendes de ficha 3 ALMEIDA ,Philemon da Silveira Duarte de ficha 5 ALMEIDA, Júlio César Ribeiro de ficha 4 ALMEIDA,Sebastião José Marques de ficha 6 ALMENDRA, Alfredo Leopoldo da Silveira ficha 7 ALVES , Joaquim Ferreira ficha 8 ALVIM, Miguel de Sousa de Melo e ficha 8A AMARAL, Álvaro Fortes Santar do ficha 9 AMARAL, César Augusto Gomes do ficha 10 AMARAL, João Maria Ferreira do FICHA 10-A AMARAL, Raul Fernandes Correia do ficha 10-B AMORIM, João Manuel Guerreiro de ficha 11 ANDRADE, Carlos de Campos ficha 13 ANDRADE, Cipriano Lopes de ficha 12 ANDRADE, José Baptista de ficha 13-A ANDRADE, Rafael Jacomo Lopes de ficha 13-B ANDREA, António Júlio de Oliveira ficha 14 ANDREA, Tomás José de Sousa Soares ficha 14-A ANTUNES, João do Canto e Castro Silva ficha 15 APRÁ, Luís António ficha 16 ARAÚJO, António Torcato Borja de ficha 17 ARAÚJO, Bernardino Pedro ficha 17-A ARAÚJO, Jaime Aurélio Wills de ( não autoriza a reprodução das suas fotografias) ficha 18 ARAÚJO, José Botelho de Carvalho ficha 19 ARAÚJO, José Joaquim Marques da Silva ficha 20 ARAÚJO, Wills de ficha 20-A ATAÍDE, Henrique de Castro Carvalhosa ficha 21 ÁVILA , José de Almeida de ficha 22 AZEVEDO, Policarpo José de ficha 23 BACELAR, José de Abreu Barbosa ficha 24 BANDEIRA, José de Sousa ficha 25 BARBOSA, Francisco de Paula Gomes ficha 26 BARROS, Fernando Amor Monteiro de ficha 27 BARROS, João Baptista de ficha 28 BASTOS, Alberto Celestino Ferreira Pinto ficha 29 BASTOS, Fernando Ferreira Pinto ficha 30 BATALHA, João César ficha 31 BEAUREFAIRE, Teodoro Alexandre de ficha 32 BELO, António Alberto Rodrigues ficha 33 BELO, João ficha 33-A BICKER, Joaquim Pedro Vieira Judice ficha 34 BIRNE, Alfredo de Sousa ficha 35 BIVAR, Jerónimo Weinholtz ficha 36 BIZARRO, António Ernesto ficha 37 BORDALO, Francisco Maria ficha 38 BORDALO, Luís Maria ficha 38-A BORJA, Custódio Miguel de ficha 39 BOTELHEIRO, Armando Perestrelo ficha 40 BOTELHO, Nuno Álvares ficha 41 BOTO, João Augusto ficha 42 BRAGA, António Augusto de Sequeira ficha 43 BRAGA, Carlos Frederico ficha 44 BRANCO, Albano Alves ficha 45 BRANCO, Eugénio de Barros Soares ficha 46 BRANCO, Hugo Carvalho Lacerda Castelo ficha 47 BRANDÃO, António de Carvalho ficha 48 BRANDÃO, Daciano de Melo ficha 49 BRANDÃO, Jaime Pinto de Almeida ficha 50 BRITO , Diogo Jorge de ficha 50-A
Presidente: José de Oliveira Santos Vogais: Joaquim Marques Mergulhão, Orlando de Oliveira Simões, José Soares Praça, Alberto Rodrigues da Silva Santos e Afonso Manuel Rodrigues Castanheira Secretário: Jorge da Silva Melo   Deliberações: Empossar como membro da Assembleia da Freguesia João Manuel Marques dos Santos em substituição de Orlando de Oliveira Simões; Eleição do 1.º secretário da mesa da Assembleia de Freguesia; Cedência de um terreno da Junta de Freguesia para construção de uma nova cabine do posto de transformação de energia eléctrica; Eleição da Comissão de Obras e Melhoramentos para 1978; Informou o Presidente da Junta que na Assembleia Municipal se falou sobre o problema da deficiência dos Serviços Municipalizados; Mais informou que tem insistido com o Presidente da Câmara para que sejam reiniciadas as obras; Foram apresentadas pelo Presidente da Junta as propostas sobre o cemitério e sobre as águas paroquiais; Eleição de nova mesa da Assembleia de Freguesia presidente Afonso Manuel Rodrigues Castanheira, 1.º secretário João Manuel Marques dos Santos, 2.º secretário Jorge da Silva Melo; Ofício dos Serviços Municipalizados a informar a Junta de Freguesia de que a construção da nova cabine do posto de transformação de energia eléctrica, seria construído num terreno da Junta e por trás da capela mortuária, pedindo a cedência daquele terreno.
Presidente: Afonso Manuel Rodrigues Castanheira Vogais: José de Oliveira Santos, João Manuel Marques dos Santos, Jorge da Silva Melo, Joaquim Marques Mergulhão e José Soares Praça Secretário: João Manuel Marques dos Santos   Deliberações: Faltou Alberto Rodrigues Dias Santos; Obter informações sobre o andamento das obras que estão em realização nesta freguesia; Tomar conhecimento das deliberações da última sessão da Assembleia Municipal; Apreciação de alguns problemas relacionados com o não cumprimento da postura municipal referente à limpeza dos caminhos; Aprovação da acta da sessão anterior; Poluição do Baixo Vouga devido à fábrica Portucel – Cacia e do Caima; Solicitar à Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, as despesas que foram efectuadas com esta freguesia durante o corrente ano de 1978, para que o povo da freguesia tenha conhecimento das verbas que foram gastas nos melhoramentos que directamente lhe dizem respeito; Solicita a Junta de Freguesia que a Assembleia nomeie os membros necessários para a nova distribuição das águas paroquiais; No ponto 3 houve problemas acerca do incumprimento da postura municipal, originou a renúncia ao mandato do Presidente da Assembleia de Freguesia Afonso Manuel Rodrigues Castanheira.
Contém: Maço 1- ano de 1862. Diversos para o inventário da 1ª baronesa de Almeirim (4 documentos). Junto o extracto do inventário a que se procedeu por falecimento da baronesa. Maço 2 – testamento com que faleceu D. Rita Mariana Giralda Freire da Cunha, em 19 de Agosto de 1838; termo de abertura do mesmo e uma pública forma do dito. Maço 3 – testamento com que faleceu o barão do Pombalinho, em 10 de Abril de 1855. Maço 4- testamento com que faleceu o 1º barão de Almeirim, em 16 de Junho de 1859. Maço 5 – testamento da 1ª baronesa de Almeirim, feito em 11 de Fevereiro de 1862. Maço 6 – cópia da carta testamentária da 1ª baronesa de Almeirim, 7 de Março de 1862. Maço 7 – cópia do testamento de José Augusto Braancamp. Maço 8 – inventário dos bens que ficaram por falecimento da 1ª baronesa de Almeirim, cuja partilha foi julgada por sentença de 2 de Junho de 1864. Maço 9 – instrumento de procuração, de 1862, de Geraldo José Braancamp fazendo seu procurador António José Soares.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia de Moselos, concelho de Feira, distrito de Aveiro, nomeadamente a igreja paroquial; a Capela de Meladas; a Capela de Pinheiro das Cruzes com as suas dependências e objectos de culto, o quintal anexo à antiga residência paroquial e desta a parte não ocupada pela escola primária de ensino primário geral, de acordo com a portaria n.º 6245, publicada no "Diário do Governo" n.º 143, 1.ª série, de 26 de Junho de 1929, e com o auto de entrega lavrado a 10 de Julho de 1929, incluso no processo. Inclui o decreto n.º 21174, publicado no "Diário do Governo" n.º 100, 1.ª série, de 28 de Abril de 1932 e o decreto n.º 21981, publicado no "Diário do Governo" n.º 292, 1.ª série, de 14 de Dezembro de 1932, que autorizam a cedência e transferência do domínio e posse de uma faixa de terreno do antigo passal a Henrique Soares dos Santos Rios, comprometendo-se este a efectuar a abertura de um poço, a construção de um tanque com dois metros quadrados de superfície, a montagem de uma bomba de pressão e respectiva canalização para conduzir a água até um depósito de cimento armado que mandará construir nos altos do edifício da residência paroquial.
Consultas da Junta dos Juros dos Reais Empréstimos sobre representação de D. Eufrásia Balbina Benedita de Almeida que afirma ter alienado duas apólices herdadas de seu tio, o padre Valério Vitorino Fogaça, sem autorização do marido, o major António Marcelino Soares Serrão. A 20 de Fevereiro de 1817 a Contadoria da Junta dos Juros dos Reais Empréstimos afirma que "os bens que entrão em hum casal, por parte de qualquer dos conjuges são communicáveis, quando não há clausula expressa que se opponha a esta disposição geral de Direito", assim sendo "a Mulher não pode alienar bens alguns sem authoridade de seo Marido; consequentemente he por dois motivos indespensavel a assignatura do Marido da Supplicante para ser valida a cessão que fez das ditas Apolices; tornando-se ainda mais necessaria esta legalidade pela suspeita que induz a repugnancia que tem a mesma Supplicante em satisfazer a ella". Diferente opinião tem a Junta dos Juros dos Reais Empréstimos que afirma que "nesta Repartição só se tem reconhecido até aqui por dono da Apolice, aquelle que nella tão sómente vem declarado, ou para lhe pagar o seu juro, ou para os mais actos que lhe são permitidos praticar", reforçando que "toda a inovação e alteração em contrário traria consequências dezagradáveis, e daria occasião a contestações e pleitos, se para o giro desta qualidade de créditos fosse necessário verificar por outro modo do estabelecido e praticado o direito com que se fazem essas tranzacções de humas para outras pessoas". Idêntico parecer foi estabelecido pelo Procurador da Real Fazenda.
Coordenação geral: Fátima Roque Coordenação da edição: João Pimenta ÍNDICE Apresentação - p. 4 1. Composição elementar de artefactos metálicos de Vale de Tijolos e da Eira da Alorna (Almeirim): A metalurgia do Bronze Final no território nacional (Pedro Valério, João Pimenta, Maria de Fátima Araújo, António M. Monge Soares) - p. 11 2. Casal dos Pegos I e o Povoamento Orientalizante do Rio da Silveira - Vila Franca de Xira (João Pimenta, Henrique Mendes) - p. 19 3. Um conúbio de sabedoria técnica e novas modas conviviais: as taças em pasta cinzenta imitante TSI de Monte dos Castelinhos (Vila Franca de Xira): campanhas de 2008 a 2013 (Vincenzo Soria) - p. 55 4. Os pesos de tear identificados nos contextos romano republicanos de Monte dos Castelinhos: campanhas de 2008 a 2013 (Marta Santos) - p. 65 5. Coleção de metais do sítio arqueológico dos Chões de Alpompé - Santarém (Carlos Fabião, Teresa Rita, João Pimenta) - p. 110 6. Acerca da dinâmica económica do porto de Urbs Imperatoria Salacia: O estudo das ânforas (João Pimenta, Eurico Sepúlveda, Marisol Ferreira) - p. 151 7. Materiais do povoado islâmico do Serradinho (Muge, Salvaterra de Magos) (Gonçalo Costa) - p. 171 8. Uma coleção de púcaros quinhentistas de Vila Franca de Xira (Henrique Mendes, João Pimenta) - p. 187 9. Fragmentos do mundo contemporâneo: objectos em grés recuperados no Tejo (João Sequeira, Tânia Casimiro) - p. 209
Filme de Fernando Lopes, adaptado do romance homónimo de Carlos de Oliveira. Contém 14 recortes:-1-º Aproximação de "Uma Abellha na Chuva" de Nuno Júdice, 2-º O Peso do Silêncio de Gastão Cruz, 3-º O primeiro salto para fora do charco de Alexandre Babo, 4-º Um filme em Português moderno: Uma Soma de destruições de Vitor Silva Tavares, 5-º Um filme em Português moderno: Não só uma obra-prima do cinema de Eduardo Prado Coelho, 6-º Um filme em Português moderno: Uma verdadeira Vanguarda de Manuel Machado da Luz, 7-º "Uma Abelha na Chuva" um filme de Fernando Lopes: Voluntária desorganização de Carlos de Oliveira, 8-º "Uma Abelha na Chuva" um filme de Fernando Lopes: A outra Vida de Augusto Abelaira, 9-º "Uma Abelha na Chuva" Um filme de Fernando Lopes: Material de Trabalho, 10-º "Uma Abelha na Chuva" um filme de Fernando Lopes: Uma obra moralizadora de José Cardoso Pires, 11-º A Abelha no bastidor de Fernando Correia Marques, 12-º Um ritmo Admirável de Fernando Luso Soares, 13-º Uma Paisagem humana de Fernando Lopes e 14-º "Uma Abelha na Chuva": Proposta de leitura sobre o tema da mobilidade; ver além do vísivel de Rocha de Sousa.Diário de Lisboa
O presidente da Junta da Administração das Fábricas das Lezírias do Ribatejo, o Dr. José António Soares Pinto Mascarenhas Castelo Branco, e os deputados novamente eleitos, o Capitão-Mor António Feliciano de Sousa e Caetano José Tavares, tomando as contas da Junta de 16-01-1808 até 18-03-1809, dão por desobrigado o tesoureiro Vicente José Ferreira, por este ter feito entrega da sua receita (...) e só lhe faz carga o acréscimo que lhe fica em dinheiro na sua mão, para a conta que principia da arrecadação das Fábricas do ano de 1808, a qual é a quantia de 3.886 réis. E só lhe fará nova carga as verbas que de novo assinar no livro que servir da arrecadação das Fábricas do ano de 1808, e atrasadas no mesmo livro (...) Assina o escrivão da Junta, Manuel Francisco da Costa Menezes, e rubricam ainda o documento Mascarenhas Castelo Branco, Sousa e Tavares. A 6 de novembro de 1821, o tabelião Vicente Xavier [Ferreira] de Brito reconhece as três rubricas (sinais), em testemunho da verdade (Vila franca de Xira).
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico na freguesia da Sé do Porto, concelho e distrito do Porto, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, nomeadamente o edifício do Paço Episcopal, após desocupação por parte da Câmara Municipal nos termos do decreto n.º 2055, de 18 de Novembro de 1915; o edifício do Recolhimento do Ferro, assim como todos os objectos mobiliários que constituiam o recheio do Paço Episcopal que não tenham sido cedido à referida Câmara, em virtude do Decreto n.º 2677, de 19 de Outubro de 1916 e da Portaria n.º 1138, de 10 de Novembro de 1917, ou que não tenham sido entregues ao Museu de Soares dos Reis, ao Museu Municipal ou vendidos em hasta pública, de acordo com despacho ministerial de 16 de Janeiro de 1932. A 20 de Fevereiro de 1932 foi emitido um despacho ministerial que estabeleceu a entrega além dos bens anteriormente referidos, o quintal anexo ao Convento do Ferro, móveis deste convento ainda existentes, as alfaias das capelas do convento e as antigas cocheiras do Paço Episcopal
Cartas e outros documentos de: Manuel António Pimentel Castro, Rutílio para Ulpiano da Silva, Francisca Angelina para Ulpiano da Silva, Manuel Joaquim de Almeida Pais Cardoso para Caetano de Melo da Gama de Araújo Azevedo, Amaro, Francisco de Vasconcelos Correia Castro Souza Monteiro, João Batista Dias (apontamento), António José Soares Borges e Vasconcelos para Pedro Gomes da Silva, Francisco Xavier Gomes de Abreu (Exército Realista Português: relação dos praças que chegaram no dia 15 de abril de 1827), José Gabriel de Araújo Vasconcelos ao Cabido da Sé de Braga. Inclui ainda apontamentos sobre a composição de um batalhão, copias de cartas do João António Teixeira de Sampaio (coronel interino), António Hipólito da Costa (tenente) e D. Mariana Luísa da Ressurreição a uma prima, aviso e carta de D. Miguel, carta de António a José Marciano de Carvalho e Sousa e ordenação da infanta regente e documento intitulado "Factos" que relata a entrada do exército liberal em Braga entre 27 de março e 14 de abril de 1834.
Correspondência de: Eulália Marques, Miriam Halpern Pereira, Rosa Ribeiro da Silva, José Magalhães Godinho, Ronaldo Fonseca, Ler História (revista), Eduardo Chitas, Junta de Freguesia de Rio de Mouro, Livros Horizonte, Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, José Magalhães, José Manuel Mendes, José Manuel Tarroso Gomes, Associação Portugal-URSS, José Maria Ribeiro, Rádio Televisão do Minho, Juan Eduardo Zuniga, Armando Gomes de Sá, Vítor Serão, Luís Manuel Soares dos Reis Torgal, Celso Ribeiro Pontes, Manuel Inácio Pestana, Alice Rodrigues, Luís Augusto da Costa Dias, Câmara Municipal de Sintra, Vértice, Hélio Osvaldo Lopes, Silvestre Lacerda, Sociedade Portuguesa de Filosofia, Vítor Ranita, Fernanda Ribeiro, Eugénio Feio Vale, Associação dos Amigos da Casa Museu dos Patudos, Francisco Caetano da Cunha Coelho Amaral, João F. Marques, Armando de Castro, Luís Alberto, Biblioteca Pública de Braga, Humberto Soeiro, Serafim Ferreira de Ascensão, Livraria Central (João reis), Maria do Carmo, Lino e Tina, José Ribeiro, Maria Manuela e António José Ribeiro, Zulmiro Vilaça Carvalho, Ivo madeira Nobre, José Terroso Gomes, Ana Maria e Manuel Carvalho e José Amado Mendes. Inclui um rascunho de carta enviada a José Magalhães Godinho e cópia de carta enviada à Junta de Freguesia de Rio de Mouro.
Recorte do Estrela da Manhã. Transcrição: «Já estão instalados no seu novo quartel os Bombeiros V. de Famalicão Sem qualquer cerimonial procedeu-se na noite de sábado à transferência das instalações dos Bombeiros Voluntários de Famalicão para a sua nova sede e quartel que tanto veio embelezar a fachada Sul do Campo Mouzinho. / Foi um acontecimento apenas vivido pelos bombeiros, alguns dos quais se emocionaram até às lágrimas. / Na verdade nada falta no novo e amplo quartel, onde tudo obedeceu aos rigorosos imperativos da técnica. / Daí a indizível satisfação com que os simpáticos soldados da paz se lançaram à tarefa de dispor o material em frente das amplas portas que permitem a saída simultânea de três carros e se afadigaram na instalação dos arquivos e fardas e das mil e uma coisas - algumas delas verdadeiras preciosidades - que constituem o inventário ou o historial da velha casa. / O Hilário Carvalho e o Fernando Soares - os dois grandes carolas e principais obreiros do novo quartel - viviam como nenhuns outros o grande momento e a tudo atendiam para que determinado objeto ou viatura fossem colocados no local apropriado. / […] Não está inteiramente concluída a primeira fase da obra que se encontra presa por uns pequenos pormenores. Esgotaram-se as verbas, mas a compreensão da nossa boa gente da vila e do concelho há-de repô-las no orçamento da Associação..."
Fotografia de grupo, captada no Teatro Gama-Herculano, em Vidigueira, vulgarmente designado de “Igrejinha Nova”. Atrás, da esquerda para a direita, vemos Edmundo Ramalho, o Padre Francisco de Jesus Paulo, Eduardo Palma (ostentando um bandolim), Caetano Barradas, Francisco José Caramba e João Coxinho. Abaixo destes constam Domingos Guerreiro, Augusto José Soares (“Chapeleiro”), desconhecido e, mais à direita, João Palula. Na fila seguinte, da esquerda para a direita, podemos ver António Estrela, Joaquina Goes, Maria Antónia (afilhada do Padre Francisco de Jesus Paulo), Celeste Pelúcia, Palmira (filha do loiçeiro), Prof. Antónia Rosa Mendes, Prof. Graça, Noémia Goes, Damiana Cerejo, Clementina e José Caeiro. Na última fila, de cócoras, estão José Carlos Palma (irmão de Manuel Palma), João Caramba, os jovens Arsénio Serrano e Bélinha Guerreiro Ramalho, José Luís Parrança, Vasco Lança, António Manuel Serrano Pires (filho do sapateiro Manuel Coelhinho que era contínuo no Círculo Operário) e António Francisco Palhete Pereira (“Antúnio”). Junto ao corte superior da fotografia podemos ver, inscrita a caneta, a seguinte informação que a contextualiza: “Grupo cénico da Mocidade Portuguesa, 17 de Junho de 1958”.
Baile da Pinha na então chamada Sociedade Democrática Vidi-Fradense (que passou mais tarde a designar-se de Sociedade União recreativa Vidigueirense, acolhendo a estação da Rádio Vidigueira nos seus primeiros passos radiofónicos), que se localizava no centro da vila de Vidigueira, entre a Rua Longa e a Rua Cândido dos Reis, e que foi entretanto demolida devido ao seu avançado estado de degradação. O presente registo fotográfico remonta ao primeiro quartel do século XX e entre os presentes pode ver-se António Goes (aquele que se destaca mais do lado esquerdo, o mais alto e que está a olhar em frente), Francisco Caetano Soares Orrico (avô de António Labego, logo ao lado do primeiro, usando bigode e que se encontra a sorrir), o avô de Céu Pereira Portugal (ao centro, de bigode, o mais próximo), o pequeno Marciano Augusto Ferreira Quaresma (rapaz mais pequeno que está ao centro, olhando para o lado), Adélia Carrola Contente (mãe de Adelino, João e César Contente, do lado direito, mais ao fundo). No verso da fotografia consta impressa a seguinte informação: “Bilhete Postal - Correspondência - Endereço”.
O presente livro contém o registo manuscrito de leis e ordens no período indicado. Possui capa em pergaminho, com segunda orelha, sendo visível, apenas na capa, o cordão ou atilho em couro que permitia atar e fechar o livro, ao cordão similar que existiria na segunda orelha pois esta apresenta-se rasgada. Na contracapa podemos observar uma inscrição onde se lê “Livro dos registos deste concelho de Vila de Frades (…) V. de Frades, n.º 8”. Na primeira folha, número 1, vemos o termo de abertura, feito em Vila de Frades, em 13 de Agosto de 1824, onde se pode ler que o livro haveria de servir para o registo das leis e ordens do concelho de Vila de Frades, indo numerado e rubricado com o apelido “Zarco”, usado pelo juiz de fora José Maria Soares da Câmara Zarco, levando no fim encerramento. O termo de encerramento, presente no verso da folha número 166, acrescenta que o livro contém, precisamente, 166 folhas. A frente das folhas número 130, 132, 151 e 166 encontra-se em branco, facto que também verificamos com o verso das folhas número 1, 80, 129, 131, 150 e 165. Há algumas falhas na numeração, nomeadamente, da folha número 109 passa para a folha 111 e da folha número 122 passa para a folha 125.
Estando "metido entre matos" e com falta de correios, revela que a sua inquietação pelo estado de saúde de António de Araújo, só terminou quando se encontrou com João José em Vila Rica. Não ajustou a venda das lavras do Morro de Gaspar Soares com o Câmara, devido à falta de meiso para se efectuar o pagamento à vista, mas removeram as dificuldades que eram causadas pelas àguas. Pretendendo vendê-las através da organização de uma Lotaria, remete uma petição para alcançar a necessária autorização de S.A.R.. Refere que este projecto é da maior importância, visto que o dinheiro que arrecadar servirá para pagar algumas dívidas que contraiu no Rio [de Janeiro] e para estabelecer, em associação com outra pessoa, a Fábrica na Fazenda de Santo António. Conforme já tinha exposto, pretende em seguida vender a fábrica e a fazenda ao sócio e ir ver os pátrios lares e remediar algumas desordens surgidas na sua ausência e assegurar uma boa educação "ao seu Poeta". Apesar de saber que o assunto não pertence à repartição do destinatário, pede a sua protecção para que o processo seja célere. Amanhã parte para Sabará, onde permanecerá até saber o desfecho do requerimento. Em P.s. apesar de não ter referido no requerimento, pretende que S.A.R. em atenção ao valor da fábrica, perdoe o pagamento da siza.
Encontra-se em Vila Rica onde veio despedir-se do conde de Palma, a quem muito deve pela forma que o tem tratado, e diz que D. Manuel tem muito que fazer para conseguir sobressair depois dos trabalhos do seu antecessor. Pede a António de Araújo que interceda junto de S.A.R. para que não se verifique o despacho do referido conde para a Índia e que aproveite melhor os seus préstimos. Comenta as potencialidades da sua fazenda de Santo António para o fabrico do papel e lamenta que não possua os meios necessários para investir devido às cobranças que não consegue efectuar junto do seus devedores. Pretende, no entanto, escapar às associações. Deseja que a Fazenda Real lhe compre as àguas e lavras que possui no Morro de Gaspar Soares para serem aplicadas na Fábrica de Ferro. Escreveu ao Câmara sobre este negócio e o mesmo respondeu-lhe que em príncipios de Maio iria ao Morro para tratar deste negócio. Pede ao dest. que escreva ao Câmara dando-lhe a entender que o negócio seria proveitoso. Aguarda pela chegada do novo General, o que deve estar por dias. Em P.s. pede ao destinatário que agradece a João José, que vai agora ao Rio, os obséquios que prestou ao autor.
Regulamento impresso da Exposição Industrial de Guimarães de 1884, aprovado na sessão da Comissão Central de 8 de Março de 1884. No artigo 1.º das condições regulamentares é dito que a exposição industrial de Guimarães foi uma iniciativa promovida pela Sociedade Martins Sarmento e que contou com a adesão dos «fabricantes, produtores e diversos negociantes», decidida em assembleia a 21 de Fevereiro de 1884. Refere ainda a data de abertura da exposição, a 1 de Junho, e o local de instalação, o palacete de Vila-Flor, propriedade do capitalista e gerente do caminho-de-ferro de Guimarães, António de Moura Soares Veloso. O artigo 2.º agrupa e discrimina os diversos «produtos da indústria fabril da cidade e concelho de Guimarães»: 1.º grupo − Educação e elementos de estudo; 2.º grupo − Mobiliário e seus acessórios; 3.º grupo − Tecidos, vestidos e acessórios; 4.º grupo − máquinas; 5.º grupo − produtos alimentares manufacturados; 6.º grupo − indústrias extractivas e suas transformações». Os restantes artigos incidem sobre diversos pontos de organização, tais como, data limite para requisição do espaço expositivo, venda de artigos no recinto da exposição, atribuição de prémios, preço de venda dos bilhetes, etc.
ALVES, Jaime César. Filho de Ricardo Alves, natural da freguesia de Santiago de Achas, bispado de Tui, morador na cidade de Lisboa, e de Maria Gonçalves, de Alvaredo, Melgaço, residente no lugar do Maninho. Neto paterno de José Álvares e de Pilar Álvares; neto materno de Maria Gonçalves. Nasceu em Alvaredo a 15/11/1898 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Feliciano Fernandes e Rosalina Soares de Castro, solteiros, lavradores, do Maninho. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço a 24/5/1922 com Ana, de 21 anos de idade, natural de Alvaredo, filha de Francisco António Besteiro e de Antónia Besteiro, de quem se divorciou em 1950. // Nesse ano de 1950 era instrutor de condutores-auto em Lisboa; também nesse ano veio visitar Alvaredo na companhia do empregado comercial José Alves (NM 945, de 3/9/1950). // Casou em segundas núpcias a 18/6/1952, na 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa, com Maria… // A 29/6/1965 celebraram o casamento católico na igreja do mosteiro dos Jerónimos. // A sua segunda esposa finou-se na freguesia de Santa Maria de Belém, Lisboa, a 24/7/1970. // Ele faleceu a 3/12/1972 na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, Lisboa. // Pai de Alice de Lurdes Alves (1924-2004).
FERREIRA, Manuel. Filho de Pedro Rodrigues e de Teresa Ferreira. Nasceu em Lamares, Vila Real, por volta de 1857. // Residiu muitos anos na freguesia de Alvaredo, concelho de Melgaço, onde desempenhou o cargo de juiz de paz. Era «proprietário e opulento capitalista». // Tinha 41 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Alvaredo a 5/5/1897 com Maria Olinda, de vinte anos de idade, sua parente no 1.º e 2.º grau de consanguinidade, da mesma freguesia de Lamares, filha de António José Soares de Castro e de Ana Rodrigues. Testemunhas: André Domingues, casado, António Fernandes Costa, solteiro, lavradores, e o pai da noiva, viúvo. // Faleceu no Maninho, onde o casal morava, a 5/6/1916, com 59 anos de idade. // A sua viúva, em 1932, tinha à venda diversas propriedades, rústicas e urbanas, entre elas: - casa do Maninho; - propriedade da Rabiães; - campo das Vinhas; - monte do Pereiro; - casa da Igreja… Recebia propostas, no Peso, José Ranhada; e, em Monção, Manuel Lopes Pereira. // A 14/1/1934, pelas doze horas, à porta do tribunal judicial, iriam ser arrematados alguns prédios seus, na execução hipotecária que lhe movia Manuel José Lopes Pereira, de Monção; entre eles, constavam as casas de Cima e de Baixo, sitas no Maninho, avaliadas em 10.000$00, e uma casa de morada, junto à residência, no Padreiro, com rocios, que ia à praça por 500$00. // Com geração. // (Tio de Olívia). // (Ver Pedro Manuel Rodrigues Ferreira).
FERNANDES, Teresa. Filha de João Luís Fernandes e de Teresa Besteiro, lavradores, residentes no lugar de Bouças. Neta paterna de Manuel António Fernandes e de Maria Luísa Gonçalves, do dito lugar; neta materna de José Besteiro e de Brites Fernandes, lavradores, de Sobreira. Nasceu a 22/1/1866 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Fernandes e Maria Besteiro, casados, lavradores, de Bouças. // Casou na igreja de Alvaredo a 2/9/1901 com António Manuel, de 27 anos de idade, solteiro, proprietário, filho de Manuel José Marques e de Carolina Rosa Gonçalves, natural de São Paio. // O seu marido faleceu em Alvaredo a 8/10/1910. // No Jornal de Melgaço, surge-nos esta interessante prosa: «No passado dia 20 do corrente, pelas treze horas, estando Teresa Fernandes, viúva, lavradeira, da Sobreira … a tomar água na fonte do Regueiro, apareceram Aurora e sua irmã Maria Canes, que após trocadas palavras acerbas insultaram e agrediram aquela, deitando-lhe traiçoeiramente as mãos aos cabelos e lançando-a por terra, depois de a terem mordido em um dedo de uma das mãos. Aos gritos de socorro, proferidos pela ofendida, correu ao sítio José Soares, solteiro, que, apesar de pouco antes ter também ameaçado aquela Fernandes, lhe acudiu, pondo em fuga as agressoras. // É de lamentar que duas moças solteiras e de boa família perdessem assim o respeito a uma viúva indefesa e de idade superior à sua.» // Ela finou-se a 31/10/1958. // Irmã de Manuel José Fernandes… // Mãe de Maria (faleceu em 1907).
Filho de Luís Caetano Álvares de Araújo [Azevedo] e de Joana Teresa Esteves, moradores no lugar do Outeiro. Neto paterno de Miguel Caetano Álvares e de Antónia Maria de Araújo, do dito lugar; neto materno de Francisco José Esteves e de Maria Engrácia Rodrigues, de Quintas. Nasceu em Chaviães a 2/2/1837 e foi batizado pelo padre MJGB três dias depois. Padrinhos: António (?) Agostinho da Costa e sua mulher, Joaquina Rosa Esteves da Ribeira, de Quintas, Chaviães. // Lavrador. // Casou na igreja da sua freguesia natal, a 17/1/1874, com Maria Teresa, solteira, filha de José Joaquim Alves de Abreu (nascido do casamento de António Joaquim Alves de Abreu e de Antónia Maria Esteves) e de Maria Teresa de Jesus Gomes Vieira (esta filha do padre Luís António Vieira, morador em Soengas, e de Maria Manuela Barreira, solteira, de Alveios, Galiza). Moraram em Soengas, lugar de Chaviães. Segundo o Dr. Augusto César Esteves, em «O Meu Livro das Gerações Melgacenses», volume I, páginas 592 e 593, foi ele que comprou, a 22/9/1868, a Maria José Soares de Puga, viúva de Manuel José de Puga, moradora junto da Misericórdia, Vila, uma grande parte da Quinta «chamada do Porto Vivo (…), Chaviães…» // Faleceu a 4/2/1910, em sua casa de Soengas, repentinamente, no estado de casado, «o qual fez uma declaração em forma de disposição testamentária», com filhos, e foi sepultado no cemitério local. /// (*) Também assinava António Joaquim de Araújo Azevedo.
Filho de Rosa Teresa Esteves, lavradeira, viúva, do lugar de Aldeia. Neto materno de Maurício José Esteves e de Ana Joaquina Fernandes, do Louridal, Chaviães. Nasceu em Chaviães a 20/5/1855 e foi batizado pelo padre JLBC dois dias depois. Padrinhos: padre Joaquim Luís de Barbosa Coutinho, que o batizara, e Maria Rita, casada, do Outeiro, tia do recém-nascido. // Ex-emigrante no Brasil e proprietário. // Morava na Rua da Calçada de Cima, Vila, quando casou na igreja matriz de SMP a 20/9/1894 com sua prima no 2.º grau de consanguinidade, Maria da Conceição, de 37 anos de idade, solteira, nascida e moradora na Calçada, filha de José Bento Esteves e de Ana Emília Coelho, lavradores, neta paterna de Maurício José Esteves e de Ana Joaquina Fernandes, e neta materna de Agostinho José Coelho e de Ana Joaquina Soares. Testemunhas presentes: Domingos Ferreira Araújo, casado, farmacêutico, morador na Rua Nova de Melo, e Hermenegildo José Solheiro, “brasileiro”, casado, morador na Barronda, Prado. // Ele faleceu na sua casa da Rua da Calçada, SMP, a 4/4/1906, só com o sacramento da extrema-unção, com testamento, e foi sepultado no cemitério municipal. // Por sua morte foi citado Joaquim da Silva Vidinha, solteiro, comerciante em Pará, a fim de se habilitar à herança. // A sua viúva acabou seus dias na Calçada, SMP, a 2/3/1940. // Sem geração.
Filho de Diogo Manuel Esteves e de Maria Rita Esteves, moradores no lugar do Outeiro. Neto paterno de Romão José Esteves e de Maria Joaquina Domingues; neto materno de Maurício José Esteves e de Ana Joaquina Fernandes, do Louridal. Nasceu no Outeiro, Chaviães, a 5/7/1851 e foi batizado no dia seguinte pelo padre JLBC, tendo por padrinhos os avós maternos. // Foi comerciante em Belém de Pará, Brasil. Um dia regressou à sua terra natal, adquiriu alguns terrenos agrícolas, que passou a trabalhar, e aí se casou, a 29/3/1899, com Angelina Cândida (Regadinha), de 35 anos de idade, nascida a 4/4/1864, criada de servir, filha de Albina Clara de Castro, solteira, do Linhar, neta materna de Tomás José de Castro e de Ana Joaquina Paz. Testemunhas: José Maria Soares, casado, lavrador, do lugar da Pena, e Manuel Maria Fernandes, casado, lavrador, do lugar da Nogueira. // Morreu a 25/11/1910, em sua casa de morada, sita no lugar do Outeiro, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério local. // Com geração.
Filho de Maurício Esteves e de Ana Joaquina Fernandes, lavradores, residentes no Louridal, Chaviães. Nasceu nesse lugar por volta de 1826. // Foi agricultor e emigrante no Brasil, onde arranjou alguma fortuna. // Casou na igreja de Rouças a 23/6/1864 com Maria Rita Alves, nascida na Calçada, Vila, a 29/3/1828, solteira, camponesa, filha de Manuel António Alves e de Maria Joana Soares Gaioso. Testemunhas: padre José Bernardino Durães e padre António Joaquim Durães, ambos residentes no lugar da Igreja, Rouças. // Moraram muitos anos em Eiró, Rouças, pois a 15/5/1852 comprara ao padre Diogo Manuel, filho de Ângelo Alves de Abreu, do lugar da Nogueira, Chaviães, a Quinta de Eiró de Cima. // A 6/3/1864 também adquirira, por compra ao padre António Joaquim Feijó, a capela da Senhora da Graça. // Em 1874 era vogal substituto do Conselho Municipal. // Morreu na Rua Nova de Melo, Vila, onde ultimamente residia, a 31/7/1889, com sessenta e três anos de idade, e foi sepultado no cemitério municipal, ou cemitério público. // A sua viúva finou-se no Rio do Porto a 10/12/1902. // Com geração.
Filho de Manuel de Castro Gomes e de Mariana de Araújo Simões. Neto paterno de António Gomes e de Madalena de Castro; neto materno de António José Simões e de Caetana de Araújo. Nasceu em Chaviães a --/--/175- e foi batizado na igreja desta freguesia a 3/1/1758. Padrinhos: capitão Manuel Luís Pereira e Joana Maria, tia do bebé. // Casou na igreja da sua terra a 23/6/1781 com Joaquina Rosa de Sousa Gama, filha de Quitéria Soares, solteira, da Granja, Paderne. (O pai de Joaquina Rosa era o padre António José de Sousa Gama, filho de Pedro de Sousa Gama e de Maria Teresa Gouveia, da Casa da Serra, Prado, pároco de Chaviães, que a perfilhou, assim como a um irmão dela). // A sua esposa viria a herdar do pai, além de outros bens, a Quinta do Caneiro, sita na freguesia da Vila, que seria vendida em 1819 por 500$000 réis. // João Luís morreu cinco anos depois do casamento. // Deixou um filho, António Joaquim, nascido em Chaviães a 3/5/1784.
Filho de João Luís Gomes Araújo de Castro e de Joaquina Rosa de Sousa Gama. Neto paterno de ----------------- e de Mariana de Araújo; neto materno do padre António José de Sousa Gama, natural de Prado, e de Quitéria Soares, natural de Paderne. Nasceu no Outeiro, Chaviães, a 3/5/1784. // Casou com Joana Maria, filha de José Luís Gomes de Abreu, neto por bastardia de João Gomes de Abreu, o fidalgo de Boivão, no termo do Couto de São Fins, casado na Casa do Rio do Porto, e de Caetana Maria Rodrigues, donos da Quinta do Outeirão, em Prado. // Moraram no lugar da Baralha. // Como a vida não lhes correu muito bem, tiveram de vender alguns terrenos agrícolas, e algumas casas que possuíam intramuros (Vila de Melgaço, SMP). // Na sua juventude fez parte das ordenanças e, a 12/1/1811, foi eleito na Câmara Municipal de Melgaço para exercer o posto de alferes da Companhia da Vila. // Enviuvou. // Agravado com várias dívidas, teve de vender a José António de Castro, negociante na Assadura, a sua Quinta, sita no lugar da Baralha, Chaviães, a 31/5/1842, tudo por 696$000 réis. // Morreu no lugar da Baralha, a 13/7/1853.
FERNANDES, José Joaquim. Filho de Joaquim Fernandes e de Luísa Ribeiro, moradores no Campo do Souto. N.p. de José Bento Fernandes e de Maria Rodrigues, do Ranhado; n.m. de Manuel Luís Ribeiro e de Maria Luísa Domingues, do Campo do Souto. Nasceu a 4/6/1869 (*) e foi batizado no dia seguinte. Madrinha: a avó paterna, viúva. // Casou na igreja de Cristóval a 12/10/1891 com Delfina Rosa, solteira, de 23 anos de idade, filha de António Rodrigues e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar da Fonte do Cabo. Testemunhas presentes: José Domingues, solteiro, oficial de carpinteiro, morador no lugar de Pouzadas, e Manuel Cousso, casado, lavrador, residente no lugar da Fonte do Cabo. // Em 1920 estava casado e encontrava-se em parte incerta; nesse ano foi citado pelo cartório do escrivão Soares a fim de assistir a todos os termos do inventário orfanológico a que se procedia por óbito de sua mãe (Jornal de Melgaço n.º 1309, de 31/10/1920). /// (*) No assento de casamento o padre chama-lhe apenas José, e diz que tem 25 anos de idade.
CORTES, Armando dos Santos. Filho de António Caetano Cortes, natural de Paços, e de Beatriz de Jesus Lopes, natural de Cristóval, proprietários, moradores no lugar de São Gregório. N.p. de Caetano José Cortes e de Ana Rosa Mendes; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Maria do Carmo Durães. Nasceu a 29/10/1909 e foi batizado na igreja a 1 de Novembro desse ano. Madrinha: Ana Augusta de Jesus Cortes, solteira, proprietária. // «Recebeu a sua formação cultural e humana nos Seminários de Almada e dos Olivais, em Lisboa. Veio morar para São Gregório, sua terra natal, dedicando-se ao estudo da contabilidade e da língua inglesa. Foi ali que, pouco a pouco, amadureceu nele a ideia de dedicar-se ao ensino particular» (VM 1269, de 15/5/2006). // Faleceu no Matadouro (!), Filgueira, Cresciente, Pontevedra, a 25/4/1977. // Fora um dos fundadores do Externato Liceal de Melgaço “Colégio da Barbosa” (1961), juntamente com o Dr. Sidónio da Silva Soares Silvestre de Sousa. // Em 2006 prestaram-lhe uma homenagem, dando à antiga Rua da Barbosa o seu nome.
LOPES, Bebiana de Jesus. Filha de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, moradores em São Gregório. Neta paterna de João Manuel Lopes e de Maria Josefa da Cunha Lopes, da Vila de Melgaço; neta materna de Francisco António Durães e de Ramona Moure, de São Gregório. Nasceu a 4/2/1875 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Madrinha: Claudina Rosa Durães, solteira, moradora em São Gregório. // Casou na igreja de Cristóval a 4/8/1904 com Joaquim Alves, de 23 anos de idade, solteiro, carpinteiro, natural de Rouças, morador em São Gregório. // Enviuvou a 2/9/1906. // A 14/9/1916, quinta-feira, pelas onze horas da manhã, deflagrou um incêndio em sua casa, sita em São Gregório; em pouco tempo ficou tudo reduzido a cinzas «um montão de ruínas». Duas crianças foram salvas pelo guarda-fiscal António Pereira. // Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1277, de 18/1/1920: «Por este Juízo e cartório do escrivão do 3.º ofício, Soares, correm editos de 30 dias, citando Benito Sobriño e mulher, Glória da Conceição Marques, ausentes em parte incerta, para na 2.ª audiência posterior ao prazo dos editos virem renovar a instância na acção de processo sumário nos termos do decreto de 29/5/1907, que contra eles move Bebiana de Jesus Lopes, viúva, do lugar de São Gregório, freguesia de Cristóval, visto achar-se a mesma acção parada há mais de um ano, estando por isso prescrita a instância…»
LOPES, Rita. Filha de Bento Lopes e de Rosa Rodrigues, residentes em Beleco (*). Neta paterna de Rosa Lopes, solteira, do Campo das Bouças; neta materna de Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Pires, de Beleco, todos lavradores. Nasceu a 9/5/1875 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Luís Rodrigues da Costa, “brasileiro”, natural de Paços, e sua mulher, Rita Maria de Carvalho, da cidade de Caldas, província de Minas, Brasil. // Casou a 13/4/1903 com José Joaquim Douteiro, seu conterrâneo. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 116, de 5/7/1931: «Faleceu no dia 1 do corrente, após atroz sofrimento, a senhora Rita Lopes, do lugar de Beleco, da freguesia de Paços, cujo funeral se realizou no dia 2, que foi muito concorrido. A finada era irmã do nosso estimado amigo, assinante e correspondente, senhor António Dâmaso Lopes, digno professor oficial em São Mamede de Infesta, e mulher do senhor José Joaquim Douteiro…» // Mãe de António de Lurdes (Rita) e de Júlia Claudina. /// (*) Os pais da batizanda casaram na igreja de Paços a 27/3/1872; o noivo tinha 24 anos de idade, era solteiro e morava no Campo das Bouças; a noiva tinha 30 anos de idade, era solteira, lavradora, e morava em Beleco. Testemunhas: Bernardo Soares e Constantino Domingues, solteiro, pacenses.
ESTEVES, Manuel Maria. Filho de José Miguel Esteves, natural de Chaviães, e de Dolores Coutinho, da paróquia do Freixo, diocese de Tui, lavradores, residentes em Sá, Paços. N.p. de Diogo Luís Esteves e de Maria Marcelina de Araújo, de Chaviães; n.m. de Miguel Coutinho e de Maria Benita Vasques, da Galiza. Nasceu a 7/6/1872 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Maria Vasques, solteiro, lavrador, residente no lugar do Adro, Chaviães, e Constância Mendes, solteira, lavradora, residente nos Casais, Cristóval. // Teve a profissão de agricultor. // Casou na igreja de Chaviães a 4/9/1892 com Rosa Miquelina Marques, de 21 anos de idade, solteira, camponesa, natural da Vila de Melgaço, residente no lugar do Casal, Chaviães, filha de João Manuel Domingues Marques, natural de Remoães, e de Plácida Antónia Alves, natural de Chaviães. Testemunhas: Manuel Maria Vasques, lavrador, de Lajes da Fonte, e Emília Damiana, lavradeira, moradora no lugar da Fonte, ambos chavianenses. // Faleceu em Agosto de 1920, vitimado por uma doença chamada desinteria. // Morara no lugar do Escuredo, Chaviães, onde nascera a sua filha Palmira Augusta (+- 1908-1932). // Pai também de Maria de Nazaré (1899-1965). // Era cunhado do então presidente da Câmara Municipal de Melgaço, João Pires Teixeira, natural da Vila, ex-emigrante no Brasil. // Nota: os pais do batizando casaram na igreja de Paços a 8/2/1872. O noivo tinha 27 anos de idade e era solteiro; a noiva, galega, tinha 34 anos de idade e era também solteira. Testemunhas presentes: Bernardo Soares e Maria Domingues, pacenses.
PINHEIRO, Júlia (*). Filha de Manuel Joaquim Pinheiro, negociante, natural de Prado, e de Ana Joaquina Pires Ramos, lavradeira, natural de Paços, moradores no lugar do Outeiro. N.p. de João Luís Pinheiro e de Josefa Clara do Souto, de Ferreiros, Prado; n.m. de José Joaquim Pires Ramos e de Maria Durães, de Cristóval. Nasceu a 3/4/1868 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: os avós maternos. // Casou na igreja de Cristóval a 2/6/1895 com Manuel José Monteiro, solteiro, cristovalense, nascido a 1/2/1863. // Faleceu na freguesia de Cristóval a 20/12/1953. // Mãe de Alcina de Lurdes, de Júlio Augusto (morreu na Grova a 11/8/1898, com apenas oito meses de idade, e está sepultado no cemitério de Cristóval); e de Ana, casada com José Manuel Gomes Calheiros, natural de Prado. // Avó de Maria de Lurdes, casada com Valentim Camilo Afonso. /// (*) Os pais da neófita casaram na igreja de Paços a 23/7/1863. O noivo, natural de Prado, era negociante na Vila de Melgaço, solteiro, com 39 ou 40 anos de idade. A noiva tinha de 23 a 25 anos de idade, era solteira. Testemunhas presentes: Bernardo Soares, solteiro, lavrador, residente no Outeiro, e Delfina de Sousa Viana, casada, de São Gregório, além do padre António Esteves e frei Manuel de Jesus, ambos de Paços.
CERDEIRA, Manuel Francisco. Filho de Manuel José Cerdeira e de Maria do Rosário Fernandes, rurais, moradores no Granjão. N.p. de João Manuel Cerdeira e de Maria Joaquina Lourenço Alves, do dito lugar; n.m. de José Fernandes e de Francisca Luísa da Lama, dos Moinhos. Nasceu a 26/1/1867 e foi batizado no dia seguinte. Padrinho: padre Francisco António Soares Coutinho, prior da freguesia, que o batizara. // Casou na igreja da Vila a 14/10/1894 com Emília Cândida da Cunha, nascida em 1874, filha de Maria Benedita da Cunha, lavradeira, das Carvalhiças. Testemunhas: José Dias, casado, residente na Rua Direita, SMP, que assinou a rogo da noiva, por ela não saber, José Manuel Meixeiro, casado, e José Emílio Gomes, solteiro, ambos rurais, padernenses. // Em 1912 era oficial da administração do concelho de Melgaço. // Em 1913 foi nomeado oficial de diligências do juízo das execuções fiscais administrativas do concelho de Melgaço. // Em 1914 foi nomeado empregado de José Maria Durães, arrematante dos impostos indiretos municipais. // Morreu na Rua da Calçada, SMP, a 5/1/1915. // Com geração (ver, em Rouças, José Augusto Cerdeira, e, na Vila, Isolina Eulália Cerdeira).
CORDEIRO, Simão António. Filho de José Manuel Alves Cordeiro e de Plácida Antónia de Araújo, lavradores. Neto paterno de António Alves Cordeiro e de Antónia Maria Alves de Sousa; neto materno de Manuel Narciso de Araújo e de Francisca Luísa Esteves. Nasceu no lugar da Nogueira, Paderne, a 23/4/1844 e foi batizado pelo padre Francisco António Soares Coutinho a 26 desse mês e ano. Padrinhos: padre Simão António Meleiro e sua irmã, Joaquina Maria Meleiro. // Rural. // Casou na igreja a 31/10/1877 com Clementina Rosa, de 31 anos de idade, solteira, camponesa, nascida no lugar de Queirão, filha de Manuel José Alves e de Maria Luísa Lourenço, padernenses. Testemunhas: Manuel Inácio Domingues, proprietário, do lugar do Cabo de Aldeia, e Caetano Maria Alves Cordeiro, do lugar da Nogueira, ambos solteiros, e Manuel de Sousa, casado, pedreiro, morador no lugar de Paules. // Faleceu a 16/5/1909, em sua casa de morada, sita no lugar de Nogueira, com todos os sacramentos, com 65 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.
CASTRO, Jerónimo. Filho de Lourenço José Ribeiro Codesso de Figueiredo e Castro, solteiro, proprietário, da Portela de Paderne, e da sua governanta, Maria Joaquina Mendes, solteira, dos Casais, Cristóval (*). Neto paterno de Jerónimo José Ribeiro Codesso Soares de Figueiredo e Costa, fidalgo da Casa Real, e de Margarida Clementina de Lima Azevedo de Sousa e Castro, da Casa da Cordeira, Rouças; neto materno de Ana Luísa Mendes, natural de Cristóval. Nasceu na Portela de Paderne a 23/1/1869 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: padre MADC (Manuel António Domingues da Costa) e Joaquina Clara, irmã do batizando. // O seu pai pagou-lhe os estudos. Tentou tirar o Curso de Farmácia, mas a morte veio primeiro. // Morreu no estado de solteiro, em casa do seu progenitor, a 10/4/1892, quase no final do dito Curso, e foi sepultado dentro da igreja. // Segundo o jornal “Espada do Norte” ele foi talentoso colaborador do “Eco de Mafra”. /// (*) Casaram a 8/10/1897, cerca de três anos antes do pai da criança morrer.
CASTRO, Joaquina Clara. Filha de Lourenço José Ribeiro Codesso de Figueiredo e Castro, solteiro, da Portela de Paderne, e de Maria Joaquina Mendes, solteira, natural de Cristóval. Neta paterna de Jerónimo José Ribeiro Codesso Soares de Figueiredo e Costa e de Margarida Clementina de Lima Azevedo de Sousa e Castro; neta materna de Ana Mendes. Nasceu em Paderne a 18/12/1854 e foi batizada na igreja do mosteiro no dia seguinte. Padrinhos: José António de Sousa Meneses e sua mãe, Joaquina Clara, da Casa armoriada da Portela de Paderne. // Aprendeu a arte da costura. // Casou na igreja de Remoães a 13/3/1876 com Manuel José Esteves, nascido nessa freguesia havia trinta e dois anos, filho de Manuel Bernardo Esteves e de Mariana de Jesus Araújo (!), negociantes no lugar da Folia. // O casal teve comércio no Peso. // Em 1932 morava no lugar da Folia; estando ao lume pegou-lhe fogo na roupa, sofrendo graves queimaduras; foi tratada por seu irmão, Dr. Vitoriano, mas acabou por falecer nesse lugar de Remoães a 12/3/1932. // Mãe de Eleutério, na altura residente no Rio de Janeiro, Brasil, entre outros.
CASTRO, Lourenço José. Filho de Jerónimo José Ribeiro Codesso Soares de Figueiredo e Costa e de Margarida Clementina de Lima Azevedo de Sousa e Castro, proprietários. Nasceu na Portela de Paderne a 17/3/1824 e foi batizado na igreja do mosteiro. Padrinhos: os seus avós maternos. // Foi cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição, juiz ordinário do civil e crime na vila de Valadares, e por extinção daquele cargo passou a 1.º substituto do juiz de direito da comarca de Melgaço, lugar que desempenhou cerca de trinta anos. Foi também presidente da Câmara Municipal de Melgaço, em cujo mandato (1850 e tal) se construiu a atual Praça da República. // Viveu muitos anos solteiro, mas a 8/10/1897 decidiu casar com a sua antiga empregada, e mãe dos filhos, Maria Joaquina Mendes, nascida nos Casais, Cristóval, a 25/7/1833. O casamento religioso aconteceu na igreja matriz da Vila de Melgaço. // Morreu cego, na sua Casa da Portela, a 6/2/1900, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 76 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério público da vila de Melgaço. // A sua viúva finou-se na mesma Casa da Portela a 27/2/1913, com oitenta e quatro anos de idade.
ESTEVES, Manuel. Filho de Francisco José Esteves e de Maria Joaquina Vasques, lavradores, residentes em Barbeito. N.p. de Manuel Esteves e de Teresa de Sousa, do dito lugar; n.m. de Matias Vasques e de Maria Antónia Pires, de São João de Barcela, bispado de Tui. Nasceu em Paderne e foi batizado em Alvaredo por volta de 1841. // Tinha 19 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Paderne a 21/9/1860, com Luísa Amália, de 19 anos de idade, filha de João Manuel Dias e de Maria Joaquina de Castro; neta paterna de Manuel Dias e de Maria Alves, e neta materna de Maria Joana de Castro, solteira, da Várzea. Testemunhas: José Rodrigues, casado, soldado, e Caetano Maria Teixeira, solteiro, de Apião. // A sua esposa morreu nova e foi sepultada em Paderne. // Morava na sua freguesia de nascimento quando voltou a casar, na mesma igreja, a 13/12/1866, com Amélia Rosa (*), de 25 anos de idade, solteira, filha de José Maria Soares e de Florinda Rosa de Caldas, de São Paio, e ali moradores. // Morreu nas Carvalhiças, SMP, onde residia, a 13/9/1908, com 67 anos de idade, só com a extrema-unção, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal; era lavrador, e deixou descendência. /// (*) Noutra parte aparece como Emília Rosa.
FERNANDES, José Joaquim. Filho de Lourenço José Fernandes e de Joaquina Rosa Gonçalves, moradores no Barral. N.p. de Manuel José Fernandes e de Maria Teresa Rodrigues; n.m. de Ana Maria Gonçalves, solteira. Nasceu a 4/3/1850 e foi batizado a 6 desse mês e ano pelo padre Manuel Joaquim Esteves, com licença do padre Francisco António Soares Coutinho, pároco de Paderne. Padrinhos: padre batizante, de Covelo, e Maria Rosa Rodrigues do Couto, viúva, proprietária, da Casa da Gaia, São Paio. // Lavrador. // Casou na igreja do mosteiro a 6/7/1887 com Maria José Fernandes, de 31 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Rouças, residente no lugar do Pinheiro, Paderne, filha de Constantino Augusto Fernandes e de Maria Teresa Fernandes, camponeses, ambos naturais de Paderne. Testemunhas: José Maria Gomes, solteiro, camponês, residente no lugar do Barral, e João Manuel Vaz de Abreu, casado, lavrador, residente no lugar de Crastos. // Nota: o seu assento de batismo foi elaborado em Paderne a 29/6/1887 pelo padre Manuel António de Sá Vilarinho.
BERNARDES, Domingos. Filho de João Manuel Bernardes e de Inácia Gertrudes Machado, rurais, moradores no lugar das Lages. N.p. de António Bernardes e de Maria Cleofa Soares, de esse lugar; n.m. de Nicolau Machado e de Maria Rosa Miranda, da Vila de Seleiros, do patriarcado de Lisboa. Nasceu em Penso por volta de 1831. // Lavrador. // Casou na igreja de Penso a 23/1/1853 com Maria José de Lucena, do lugar de Paradela, filha de António Luís de Lucena e de Maria Caetana Gonçalves, do lugar de Laranjeira; neta paterna de José António de Lucena e de Maria Teresa Rodrigues, de Paradela, e neta materna de Manuel Gonçalves e de Francisca Esteves, de Laranjeira. Testemunhas: Félix José Esteves, de Lages, Francisco de Lucena e António da Rocha, todos casados. // Morreu a 2/8/1894, no lugar das Lages, com todos os sacramentos da igreja católica, com 63 anos de idade, no estado de casado com a dita Maria José de Lucena, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial.
PEIXOTO, Caetano José. Filho de António José e de Maria Rosa Peixoto, jornaleiros, moradores no lugar das Lages. N.p. de Ana Rita, exposta, solteira; n.m. de João António Peixoto e de Rosa Teresa Alves. Nasceu em Penso a 10/7/1875 e foi batizado na igreja a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Celestino Soares Calheiros, proprietário, e sua esposa, Constância Rosa Barbeitos Pinto, de Ponte do Mouro, Barbeita. // Tinha 34 anos de idade, era solteiro, fiel de armazém do círculo aduaneiro das colónias, África Oriental, quando casou na igreja de Prado a 22/11/1909 com Albertina de Jesus Lopes, de 24 anos de idade, solteira, natural e moradora no lugar de Trás-do-Coto, Prado, filha de Manuel Joaquim Lopes e de Maria da Conceição Barros, lavradores. Testemunhas presentes: Marcelino Ilídio Pereira e Hilário José Domingues, negociantes, naturais de Penso. // Em 1913 foi com a sua família para a capital do país, onde fixou residência . // Foi empregado comercial. // Em Junho de 1948 esteve em Penso; viera a fim de acompanhar o funeral de sua irmã Elisa. // Morreu em Alcântara, Lisboa, a 24/2/1968. // Pai de Manuel, casado com Armanda Fidalgo; e do Eng.º Virgílio, casado em Lourenço Marques com Maria Luísa da Conceição. // Avô do Eng.º Virgílio, nascido em 1942; de Luís Manuel, nascido em 1945; e de Carlos, nascido em 1947, todos os três filhos de Virgílio Lopes Peixoto e de Maria Luísa da Conceição.
PEREIRA, Flaviana. Filha de Joaquim Pereira, professor, natural de Castro Laboreiro, e de Maria Rosa Martins Peixoto, proprietária, natural de Messegães, Monção, moradores na Casa da Bastida, Penso. N.p. de Francisco Manuel Pereira e de Joaquina Fernandes; n.m. de João Martins Peixoto e de Maria Luísa Fernandes. Nasceu a 23/8/1889 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: João Esteves Cordeiro, solteiro, proprietário, e sua irmã, Carlota Esteves Cordeiro, viúva, proprietária. // Em 1915, por proposta dos delegados paroquiais, e devido a se ter aposentado Amélia Soares Calheiros, por incapacidade foi nomeada professora regente da escola feminina de Penso, apenas enquanto não fosse colocada ali uma professora oficial. // Em 1916 a Câmara Municipal nomeou-a professora interina da escola de Paderne, durante a ausência da professora efetiva, que estava doente . Em Janeiro de 1918 foi-lhe renovado esse contrato . // Casou na CRCM a 6/11/1919 com Valeriano, de 29 anos de idade, seu conterrâneo, filho de Bernardino Bernardes e de Maria Amália da Cruz Rodrigues. // Faleceu em Penso a 2/3/1964.
PEREIRA, Flaviana. Filha de Joaquim Pereira, professor, natural de Castro Laboreiro, e de Maria Rosa Martins Peixoto, proprietária, natural de Messegães, Monção, moradores na Casa da Bastida, Penso. N.p. de Francisco Manuel Pereira e de Joaquina Fernandes; n.m. de João Martins Peixoto e de Maria Luísa Fernandes. Nasceu a 23/8/1889 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: João Esteves Cordeiro, solteiro, proprietário, e sua irmã, Carlota Esteves Cordeiro, viúva, proprietária. // Em 1915, por proposta dos delegados paroquiais, e devido a se ter aposentado Amélia Soares Calheiros, por incapacidade foi nomeada professora regente da escola feminina de Penso, apenas enquanto não fosse colocada ali uma professora oficial. // Em 1916 a Câmara Municipal nomeou-a professora interina da escola de Paderne, durante a ausência da professora efetiva, que estava doente . Em Janeiro de 1918 foi-lhe renovado esse contrato . // Casou na CRCM a 6/11/1919 com Valeriano, de 29 anos de idade, seu conterrâneo, filho de Bernardino Bernardes e de Maria Amália da Cruz Rodrigues. // Faleceu em Penso a 2/3/1964.
MARQUES, Luísa Rosa. Filha de Matildes da Conceição Marques, solteira, moradora no lugar da Corredoura, freguesia de Prado. Neta materna de Manuel José Marques e de Clara Maria Esteves, do dito lugar, todos lavradores. Nasceu em Prado a 18/8/1869 e foi batizada a 1 de Setembro desse ano. Padrinhos: Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiro, negociante, residente na Rua da Calçada, Vila, e Rosa Joaquina Rodrigues de Castro Soares, casada, moradora também na Vila de Melgaço (intramuros). // Faleceu em Prado a 5/5/1951. // Mãe de Neomésio do Nascimento Marques, agricultor, casado com Maria Amélia, filha de José Joaquim Gonçalves e de Felismina Rosa Fernandes; em 1965 residia em Ferreiros, Paderne. Neomésio e Maria Amélia geraram a José Augusto, que nasceu a 18/12/1944. // Mãe também de Manuel Marques (*), que veio a ser soldado da Guarda-Fiscal, tendo morrido em São Paio a 25/6/1959, cujo pai era Manuel José dos Reis Camanho de Carvalho. // Mãe igualmente de Isaura de Jesus Marques, cujo pai era o mesmo de Manuel, a qual foi mãe solteira de Augusta de Jesus, nascida a 17/2/1924. // Mãe também de Emídio Augusto, nascido em 1892, que casou a 25/11/1914 com Joaquina Rosa, filha de Maria da Glória de Castro (Frutuosa), o qual enviuvou a 2/6/1948, sendo pai de Alberto Augusto, Isilda Joaquina, Luísa Augusta, entre outros. // Nota: ver Nemésio Cláudio Marques. /// (*) O Manuel recebeu no natal de 1915 a esmola de $50, enviada do Brasil por Luís Manuel Solheiro, comerciante naquele país.
DOMINGUES, Paulo António. Filho de Caetano Celestino Domingues (Salgado) e de Joana Rosa Gomes, moradores no lugar da Breia. Neto paterno de Francisco António Domingues (Salgado) e de Maria Bernardo de Araújo, do lugar de Galvão de Baixo, SMP; neto materno de Manuel Narciso Gomes e de Maria Josefa Martins, do lugar da Breia, Prado, todos lavradores. Nasceu em Prado a 2/9/1868 e foi batizado na igreja paroquial três dias depois. Padrinhos: a sua avó paterna, viúva, e José António da Cunha, solteiro, rural, do lugar da Pigarra, SMP. // Lavrador. // Casou na igreja da sua paróquia a 12/2/1903 com a sua conterrânea Rosa Maria Alves de Macedo, de vinte e oito anos de idade, solteira, camponesa, filha de José António Alves de Macedo e de Clementina Rosa Alves, rurais, do lugar dos Bouços. Testemunhas presentes: Manuel Domingues, solteiro, do lugar da Breia, e Maria Soares, solteira, do lugar do Buraco. // Morreu no lugar de Bouços, Prado, a 14/4/1933. // Pai de Adozinda da Glória Domingues, casada com Bento Trancoso.
DURÃES, José Manuel (Dr.). Filho de João Caetano Durães e de Angélica Maria Lopes. Nasceu a --/--/1---. // Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra a 17/6/1823. // Casou com Teresa Aniceta, da Casa da Barqueira, Alvaredo, filha de Joaquim José de Caldas Magalhães (ou Joaquim Rocha Caldas Bacelar), e de Maria Gomes de Araújo. // A 27/1/1853 comprou por cinquenta mil réis, a Joaquina Rosa Alves Torres, uma casa de morada. // A 22/2/1855 comprou por quarenta mil réis, a João Manuel Fernandes e sua esposa, Antónia Maria Soares (Belchiora) a leira do Martingo (ou Ambrozinha), e o cerrado dos Bouços, de pão, vinho e oliveiras. // A 11/9/1856, por escritura, obrigou-se por sua pessoa e bens a conservar com toda a decência a capela de Santa Bárbara, por si reedificada no sítio onde – aí por volta de 1829 – seu tio, padre José Lopes, a edificara com fábrica mais acanhada. // Ordenou o seu testamento a 11/2/1858. // Morreu a 4/10/1877. // Com geração. // Lê-se em Obras Completas de Augusto César Esteves, volume I, tomo II, página 509, referindo-se ao padre José Lopes (1752-1830): «… disse que deixava todos os seus bens móveis e de raiz, isto é, bens livres, a seu sobrinho, o Dr. José Manuel Durães…»
LOURENÇO, Luís Manuel. Filho de José Maria Lourenço, mestre sapateiro, e de Maria Serafina Gonçalves, galegos, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Manuel Fernandes e de Benedita Lourenço, de Cabo de Vila, Santa Cristina de Baleixe, jurisdição da Caniça, Tui; neto materno de Benta Gonçalves, de Ferreiros, Entrime, bispado de Ourense. Nasceu em Prado, Melgaço, a 8/9/1838, e foi batizado na igreja paroquial a 10 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim de Sá Vilarinho, da Vila de Melgaço - representado por Luís António Rodrigues, do lugar da Corredoura, Prado -, e Rosa Joaquina Gonçalves, do lugar do Carvalhal, Prado. // Em 1852 tocou a campainha da Confraria das Almas de Prado. // A 17/9/1859, na igreja de Prado, foi padrinho de Luís Manuel Lourenço, nascido em Trás-do Coto a 12 desse mês e ano. // Casou na igreja de Prado a 11/5/1864 com Maria Luísa, de 24 anos de idade, solteira, do lugar de Trás-do-Coto, filha de Bento Manuel da Costa (Bento Carpinteiro) e de Maria Benedita Esteves. Testemunhas: Manuel José Ribeiro, casado, rural, do lugar do Outeirão, e o padre Luís Caetano Soares Calheiros, do lugar da Corredoura. // A sua esposa faleceu a 5/10/1919.
DANTAS, Ludovina Rosa. Filha de José António Dantas, do lugar de Galvão de Baixo, SMP, e de Angelina da Luz Alves, de Prado, lavradores. Neta paterna de Luís Manuel Dantas e de Josefa Maria Soares; neta materna de António José Alves e de Carlota Rosa Gomes. Nasceu em Prado a 12/4/1893 e foi batizada na igreja a 14 de Maio desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel Inácio Gomes Pinheiro, proprietário, da Quinta da Serra, e Ludovina Rosa da Cunha, do lugar do Souto, Prado, ambos solteiros. // Casou na CRCM a 7/12/1913 com António da Silva, marinheiro, nascido em Vila Real em 1888, filho de José da Silva e de Isabel Maria. // O seu marido morreu em Prado a 24/6/1926. // Desse casamento nasceram Lício da Silva e Maria Augusta da Silva. // Em segundas núpcias casou na 8.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 17/8/1927 com Manuel da Silva Carvalho, nascido em 1900, filho de José de Carvalho e de Francisca de Jesus Silva. Devem ter casado na igreja a 14/10/1928. // Em 1933 residiam em Viana do Castelo. // Enviuvou de novo, a 30/4/1941. // Do segundo casamento veio ao mundo Maria Augusta da Silva Carvalho, nascida a 25/3/1930 e batizada a 20 de Julho desse ano, a qual casou a 25/10/1949 com António Rodrigues Nabeiro. // Ela faleceu na freguesia de Prado, tal como o primeiro e segundo marido, a 16/5/1973.
GONÇALVES, Manuel Luís. Filho de (*) Luís Augusto Gonçalves, solteiro, e de Joana Rosa do Souto, solteira, moradora no lugar de Bouça Nova, Prado. Neto paterno de Bernardo Gonçalves e de Rita Joaquina de Sousa e Castro, de Remoães; neto materno de João Luís do Souto e de Josefa Maria, ou Maria Josefa, Rodrigues, do lugar do Buraco, Prado. Nasceu em Prado a 13/7/1857 e foi batizado na igreja paroquial a 16 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Pinheiro, solteiro, negociante na Vila de Melgaço, e sua irmã, Ana Luísa Pinheiro, solteira, do lugar de Ferreiros, Prado. // Tocou a campainha das Almas de Prado em 1866. // Casou na igreja de Prado a 14/2/1889 com a sua conterrânea Albina Rosa Alves, de 27 anos de idade, solteira, filha de João Bento Alves e de Emília Rita Monteiro, todos lavradores. Testemunhas presentes: Aurélio Augusto Vaz, solteiro, proprietário, do lugar da Breia, e o padre António Soares Calheiros, do lugar da Corredoura. // Morreu no dia 15/9/1918. // A sua viúva finou-se a 4/9/1931. // Pai de Tito Arsénio e de Ursulina, os quais morreram sem geração, e de Jaime, emigrante no Brasil. /// (*) Foi legitimado pelo subsequente matrimónio dos pais, Luís Augusto Gonçalves, natural de Remoães, e Joana Rosa do Souto, natural de Prado; por isso, é neto paterno de Bernardo Gonçalves e de Rita Joaquina de Sousa e Castro, de Remoães.
FERNANDES, António Joaquim. Filho de Caetano Maria Fernandes e de Maria Custódia de Jesus, moradores em Ferreiros. Neto paterno de Pelágio António Fernandes e de Rosa Joaquina Rodrigues Soares, do dito lugar, todos lavradores; neto materno de Maria de Jesus, solteira, do lugar de Carvão, freguesia de Cristóval. Nasceu em Prado a 5/3/1879 e foi batizado na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Rodrigues e Maria Carolina Rodrigues, solteiros, rurais, do lugar do Rego. // Era solteiro, trabalhador, morava no sobredito lugar de Ferreiros, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 2/11/1909 com Maria Fernandes, de 27 anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, onde residia, no lugar do Souto, filha de Manuel Joaquim Fernandes e de Rosa da Lama. // A sua esposa faleceu na freguesia de Paderne a 10/11/1957. // Ele morreu também em Paderne, a 27/9/1976, com 97 anos de idade, e foi sepultado no cemitério dessa freguesia. // Morava no lugar do Souto. // Com geração (ver em Paderne).
BERNARDES, Carlota. Filha de Bernardino Bernardes e de Maria Amália da Cruz Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Cortinhas. Neto paterno de Manuel Inácio Bernardes e de Ana da Gaia Torres; neto materno de Bonifácio Rodrigues e de Carlota Esteves Cordeiro. Nasceu em Penso a 6/8/1900 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: António Manuel Domingues e sua mulher, Maria Ludovina Bernardes, tios paternos da neófita. // No verão de 1915 fez exame do 1.º grau, obtendo a classificação de «bem»; era sua professora Flaviana Pereira . // No verão de 1919 houve uma festa em Penso em honra do Sagrado Coração de Jesus; ela pertencia ao coro, juntamente com Maria da Conceição Fernandes, Isabel Esteves Cordeiro, Adélia Fernandes, Glória Esteves Cordeiro, e Ernestina Bernardes, cujo ensaiador foi Alberto Soares, e cantaram muito bem, segundo o correspondente do jornal. Escreveu ele: «Pena é que para acompanhar de futuro aquelas vozes tão maviosas, quase divinas, não haja um harmonium flûte na igreja desta freguesia» . // Casou na CRCM a 19/4/1933 com o seu conterrâneo Adelino Gonçalves, de 41 anos de idade, filho de Bruno Gonçalves e de Júlia Fernandes. // Ambos os cônjuges faleceram em Penso: o marido a 12/4/1941 e ela a 23/4/1978.
CARVALHO, Manuel José dos Reis. Filho de José Maria Camanho de Carvalho, farmacêutico, e de Genoveva Augusta Esteves, moradores no lugar do Carvalhal. Neto paterno de António Camanho de Carvalho e de Tomásia Ribeiro, da Galiza; neto materno de António Joaquim Esteves, farmacêutico, e de Maria Violante de Sousa Gama, de Prado. Nasceu em Prado a 27 de Novembro ou 27/12/1874 e foi batizado a 7/1/1875. // A 24/10/1912 ofereceu à Câmara Municipal de Melgaço a nascente que se encontrava sob a sua casa. Pelos vistos só em 1914 é que se concretizou essa concessão da nascente existente na sua propriedade, sita no lugar da Serra, à margem esquerda da estrada municipal de Prado a Paderne; a Câmara Municipal registou em acta: «resolvido aceitar a oferta e submeter o assunto à apreciação da Câmara na sua 1.ª sessão». // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, em Julho de 1914, e na igreja a 10/9/1914, com Maria Joaquina, de 28 anos de idade, sua conterrânea, filha de Carolina Rosa Alves (e do professor Diogo Manuel de Sousa Araújo “Besteiro”). // No Correio de Melgaço n.º 117, de 22/9/1914, surge a seguinte declaração: «declaro que desta data em diante não me responsabilizo por qualquer negócio ou dívida contraída por meu marido, Manuel José dos Reis Camanho de Carvalho, pelo mesmo se não encontrar no uso das suas faculdades mentais. Prado, 9/9/1914. Maria Joaquina Alves.» // Morreu em Prado a 24/10/1918. // Com geração. // A sua viúva casou em 1921 com António Soares.
MARQUES, Vítor Manuel. Filho de José Caetano Marques e de Clara Joaquina Fernandes Torres, residentes no lugar do Rego, Prado. Neto paterno de António José Marques e de Clara Rosa Fernandes Torres, do lugar da Corredoura; neto materno de Diogo António Fernandes Torres e de Maria Luísa Pinheiro, de Leiros, todos lavradores. Nasceu em Prado a 3/4/1862 e foi batizado na igreja a seis desse mês e ano. Padrinhos: Lourenço José Fernandes Torres, solteiro, rural, morador no lugar do Rego, e Carolina Augusta de Sousa Gama, solteira, da Casa e Quinta da Serra. // Lavrador. // Casou na igreja de Prado a 10/5/1880 com Rosa Luísa Gomes, de vinte e nove anos de idade, solteira, filha de Francisco Manuel Gomes e de Maria José Alves Salgado, lavradores, residentes no lugar da Corredoura. Testemunhas presentes: o padre Francisco Manuel Soares Calheiros e Lourenço José Salgado (ou Lourenço José Domingues Fernandes Torres, como ele assinou), solteiro, negociante, do lugar do Cerdedo. // Em 1907 estava interdito; a 29 de Dezembro desse ano bens seus foram arrematados à porta do tribunal judicial de Melgaço. // Morreu no lugar dos Leiros, Prado, a 21/3/1910, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério da localidade.
SALGADO, Maria Carolina. Filha de José Joaquim Salgado e de Maria Joaquina Monteiro, moradores no lugar do Souto, freguesia de Prado. Neta paterna de Maria Joana Salgado, solteira, do lugar de Raposos; neta materna de Matias José Monteiro e de Rosa Joaquina Gonçalves, do lugar de Cortinhas. Nasceu em Prado a 14/2/1852 e foi batizada na igreja paroquial a 19 desse dito mês e ano. Padrinhos: padre Elias de Jesus Marques, do lugar da Corredoura, e Carolina Augusta de Sousa e Gama, solteira, da Quinta da Serra, todos de Prado. // Lavradeira. // Foi criada de servir de um médico, Dr. João Luís de Sousa Palhares, de quem teve um filho: António Augusto. // Casou depois na igreja de Prado a 16/2/1881 com Joaquim Maria Dantas, de 30 anos de idade, solteiro, natural de Galvão, SMP, filho de Luís Manuel Dantas e de Josefa Maria Soares, lavradores, do lugar de Galvão, o qual morreu a 22/9/1911. Testemunhas da boda: padre Elias de Jesus Marques e Luís Manuel Pinheiro, casado, negociante, do lugar de Ferreiros, Prado, // Em 1916 morava no dito lugar do Souto. // (ver a sua descendência legítima no apelido Dantas).
RIBEIRO, Manuel Joaquim. Filho de Diogo Ribeiro e de Marcelina Luísa Dias, moradores no lugar do Souto, Prado. Neto paterno de Francisco José Ribeiro e de Antónia Maria Alves, do lugar de Ferreiros, Prado; neto materno de Manuel José Dias e de Rosa Joaquina, do lugar da Carreira, São Paio. Nasceu em Prado a 26/2/1841 e foi batizado na igreja paroquial dois dias depois. Padrinhos: Vicente Ferreira Ribeiro, do lugar da Veiga, São Paio, e Ana Joaquina Ribeiro, do lugar de Ferreiros, Prado. // Casou na igreja de Prado a 11/11/1867 com Maria Rita, de vinte e um anos de idade, filha de Luís Augusto Gonçalves, solteiro (*), do lugar da Portela, Remoães, e de Joana Rosa do Souto, solteira, lavradora, do lugar de Bouça Nova, Prado. Testemunhas presentes: o padre Francisco Manuel Soares Calheiros, do lugar da Corredoura; e José Luís do Vale, casado, mestre-carpinteiro, do lugar do Coto. // Moraram no sobredito lugar do Souto. // Ambos os cônjuges foram admitidos na Confraria das Almas a 31/10/1869: ele por 1$200 réis e ela, esposa, por oitocentos réis. // Com geração. /// (*) Mais tarde casou com a mãe da sua filha.
Jorge José da Rocha. Nasceu em Paderne a 15/9/1914 e foi batizado a 21 desse mês e ano. // Casou em Prado a 18/12/1937 com Maria do Carmo Domingues, de 25 anos de idade, filha de Paulo António Domingues e de Rosa Maria Alves, dos Bouços. // Morreu a 10/2/1987 e foi sepultado no cemitério de Prado. // Pai de José (nasceu em Prado a 24/8/1938); foi à inspeção militar a 27/8/1958 e ficou isento; emigrou para França a 28/12/1960; casou a 21/1/1962 com Maria da Graça, filha de Adelino Augusto da Costa Velho e de Rosa de Jesus da Rocha; geraram Cláudia Celestina, que casou na igreja da Vila com José, natural de Prado, filho de António Soares e de Maria de Lurdes Pires, tendo por padrinhos de casamento José Carlos da Costa Velho Rodrigues, vereador da Câmara Municipal de Almada, primo da noiva, e Palmira da Costa Velho do Paço, tia, além de José Bento Pires e Celeste Pires, tios do noivo; o almoço foi servido no Restaurante Lanterna, da Vila); de Cláudio (nasceu a 5/6/1942); e de Ricardo (nasceu a 23/6/1945 e foi batizado a 15 de Julho desse ano).