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Inventário obrigatório. O inventariado foi residente em Portela. Inventariante: António Carvalho Moreira - Famalicão e Gracinda Moreira Carvalho. Residente em Carvalho - Brufe. Proc. 56/65
Rui Galvão de Carvalho nasceu em Rabo de Peixe a 3 de novembro de 1903 e faleceu em Ponta Delgada a 29 de abril de 1991. Foi um poeta, escritor, ensaísta e professor açoriano que se notabilizou pelo seu estudo da vida e obra de Antero de Quental, sendo considerado um dos bons anterianistas. Deixou uma vasta e diversificada obra literária, em parte publicada sob o pseudónimo de Abd-el Kader. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rui_Galv%C3%A3o_de_Carvalho
CARVALHO, Maria Teresa. Filha de Francisco José de Carvalho de Teresa Alves Garelha, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1827. // Faleceu a 10/12/1905, em sua casa de morada, sita no lugar de Sante, sem sacramentos, com 78 anos de idade, no estado de viúva de Manuel António Rodrigues, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
CARVALHO, Maria Joaquina Alves. Filha de Antónia Joaquina de Carvalho, solteira, doméstica. Nasceu em Paderne por volta de 1822. // Faleceu a 8/2/1902, em sua casa de morada, sita no lugar de Golães, com todos os sacramentos, com 80 anos de idade, no estado de solteira, com testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.
CARVALHO, Rosa Maria. Filha de Manuel Joaquim de Carvalho e de Rosa Maria Lourenço, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1870. // Faleceu em Sante, onde morava, a 14/10/1887, com apenas 17 anos de idade, no estado de solteira, e foi sepultada na igreja do mosteiro.
CARVALHO, José Joaquim. Filho de Manuel José de Carvalho e de Isabel Alves, lavradores, residentes em Covelo. Nasceu por volta de 1800. // Morreu no dito lugar, a 29/4/1883, com 83 anos de idade, no estado de solteiro, sem geração, e foi sepultado na igreja do mosteiro.
CARVALHO, Clara Rosa. Filha de José de Carvalho e de Maria Joaquina Lourenço, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1820. // Faleceu a 24 de Outubro de 1898, em sua casa de morada, sita no lugar de Covelo, sem sacramentos, com 78 anos de idade, no estado de casada com António Francisco Alves, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro.
CARVALHO, José Caetano. Filho de José Severo de Carvalho e de Leopoldina Rosa Marques, lavradores, residentes no lugar da Costa, Remoães. Nasceu por volta de 1891. // Faleceu em casa dos pais, a 6/8/1899, «sem se poder confessar por ter caído no rio»; tinha apenas oito anos de idade, e foi sepultado no cemitério de Remoães.
CARVALHO, Francisco José. Filho de João Batista de Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso. Nasceu por volta de 1825. // Casou com Ana da Ascensão, filha de Manuel Joaquim (ou Caetano) Neiva, do lugar do Crasto, Rouças, e de Luísa Teresa Fernandes. // Ficou conhecido por “Aferidor da Carreira”. // Morreu no lugar da Carreira a 8/3/1902, com 77 anos de idade. // Com geração.
CARVALHO, Honório Augusto. Filho de João António Leitão de Carvalho e de Laura Augusta Colmeiro. Nasceu na Vila de Melgaço a 13/11/1929 e foi batizado a 8 de Dezembro desse ano. Padrinho: Honório Augusto Soares, casado, escrivão do juízo, morador na Vila. // Morreu a --/--1930, com apenas sete meses de idade.
CARVALHO, Elisa Antónia. Filha de António Camanho de Carvalho e de Tomásia Romero. Nasceu em Intimes, Galiza, por volta de 1840. // Casou com Manuel José Canes. // Lavradeira. // Faleceu a 15/7/1893, na sua casa de residência do lugar do Maninho, com cinquenta e três anos de idade, sem testamento, com filhos, e no dia 17 foi sepultada na igreja de Alvaredo.
CARVALHO, Maria Joaquina. Filha de Manuel António de Carvalho e de Joana Lourenço de Neiva, lavradores, de Covelo. // Morreu em Sante, onde residia, a 11/3/1883, com cerca de 87 anos de idade, casada com Manuel António Alves, do lugar de Covelo, e foi sepultada na igreja do mosteiro. // Fizera testamento. // Deixou descendência.
CARVALHO, Rosa Maria. Filha de Domingos José de Carvalho e de Maria Joana Lourenço, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1843. // Faleceu a 21/8/1899, em sua casa de morada, sita no lugar de Sante, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 56 anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja.
CARVALHO, Manuel Joaquim. Filho de José de Carvalho e de Maria Joaquina Lourenço, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1819. // Rural. // Faleceu a 12/8/1903, em sua casa de morada, sita no lugar de Sante, com todos os sacramentos, com 84 anos de idade, no estado de casado com Carlota Dias, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.
CARVALHO, José Luís. Filho de Manuel António Gonçalves de Carvalho e de Joana Lourenço de Neiva, lavradores, residentes em Covelo. Nasceu em Sante por volta de 1814 e morreu nesse lugar, onde morava, a 14/3/1886, com 72 anos de idade, solteiro, e foi sepultado na igreja de Paderne a 16. // Fizera testamento. // Lavrador.
CARVALHO, Bernardino Alberto. Filho de Manuel José dos Reis Camanho de Carvalho e de Maria Joaquina Alves. Nasceu em Prado a 10/6/1915 e foi batizado na igreja paroquial a 12 de Agosto desse ano. // Casou com Maria do Rosário Soares da Silva. // Morreu em Valença do Minho.
CARVALHO, José (Zequinha). Filho de Manuel José dos Reis Camanho de Carvalho e de Maria Joaquina Alves. Nasceu em Prado a 20/3/1914. // Morreu no dia 9/5/1919, devido a uma queda que dera de uma altura superior a dez metros; andava a brincar e não se apercebeu do perigo.
CARVALHO, Maria Rosa (ou Rosa Maria). Filha de Manuel José de Carvalho e de Isabel Codesseira, lavradores. // Casou com Vicente Ribeiro, natural de Prado, morador na Veiga, São Paio. // Faleceu no dito lugar da Veiga, a 19/2/1869, com todos os sacramentos. // Tinha 65 anos de idade. // Foi sepultada na igreja. // Não fizera testamento. // Deixou uma filha.
Projeto de construção do Hospital Regional do Funchal, à Cruz de Carvalho. Contém: memória descritiva; plantas.
Idade: 46. Morada: São Tiago Cividade. Estado civil: casado/a com Leonor Alves Carvalho.
Idade: 53. Morada: São Sebastião. Pai: António Moura Silva. Mãe: Luísa Carvalho. Estado civil: solteiro/a.
Grau - Elementar Idade - 16 Filiação - Manuel Carvalho de Araújo Naturalidade - Louro Classificação - Suficiente
CARVALHO, Dominda Augusta. Filha de Joaquim de Carvalho (Leitão), viúvo, tacheiro, natural da freguesia de São Jerónimo, Braga, e de Maria de Jesus Lourenço, doméstica, solteira (*). N.p. de António de Carvalho e de Ana Joaquina de Carvalho; n.m. de Leocádia Lourenço. Nasceu no Rio do Porto, SMP, a 5/1/1909, e foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinhos: António Maria Rodrigues, casado, marinheiro, e Dominda Augusta de Carvalho, solteira, doméstica. // Casou na igreja de SMP a 8/9/1940 com Francisco António da Costa, carpinteiro da construção civil, também da Vila. // Enviuvou ainda nova, a 24/8/1949. // Ficou com um filho, António, nascido em 1942, e, sem quaisquer rendimentos, pelo que teve de arranjar uns patrões para servir; trabalhou muitos anos na casa do comerciante Ezequiel do Vale, perto do hospital da SCMM. // Faleceu a 6/2/1982. /// (*) Casaram a 17/4/1922.
CARVALHO, Amadeu António. Filho de Silvana Cândida de Carvalho. Neto materno de José Joaquim Carvalho e de Maria Jacinta Rodrigues. Nasceu no Largo do Chafariz, SMP, a 8/5/1910 (*), e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: João Cândido Carvalho, solteiro, artista, e Maria Jacinta Rodrigues, viúva, proprietária, tio e avó do batizando. // Emigrou jovem para África, tendo sido comerciante em Vila Luso, Angola. // Esteve em Melgaço desde Outubro de 1937 até o dia 2/7/1938 –>. // Casou a 16/10/1938, na Missão de Nossa Senhora das Vitórias do Luso, com Adelina Pia, regente escolar, natural de Alvaredo, filha do professor do ensino primário Adelino José Pereira e de Rosalina Soares de Castro. // Morreu em Vila Luso, concelho de Moxico, a 19/10/1938 // Pai do Dr. Amadeu António Pereira de Carvalho, advogado em Braga (ver em Alvaredo). /// (*) À margem do assento de batismo diz-se que ele nasceu a 26/1/1907; portanto, a data de 8/5/1910 está errada.
Procuração que fez Gonçalo Lopes de Carvalho Fonseca e Camões, moço fidalgo da casa de sua majestade, cavaleiro professo da ordem de cristo, e sua mulher Dona Guiomar Bernarda da Silva e Alarcão, moradores na Rua da Cadeia da Correição, a Estevão Pereira, morador em Rio Douro, concelho de Cabeceiras de Basto.
Afirma estar absorvido pela escrita do capítulo para a História do Regime Republicano e depois para a História da Literatura, de Forjaz de Sampaio. Anuncia o envio de um livro de Hernâni Cidade. Refere conhecer Hallet e o seu grande estudo sobre Espinosa, Aeternitas. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Queixa-se da cega-rega dos exames. Anuncia um escrito que irritará AP, “para ver se se convence que a história não prova nada”. Anuncia uma série de livros de jovens autores. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Elogio da simplicidade formal e clareza do discurso histórico. Anuncia novos estudos sobre Newton e a Ciência Moderna e que está escrevendo um artigo para a História de Portugal, de Damião Peres. Espera novos originais de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Explica porque pediu a referência na coluna de AP no Diário de Notícias; anuncia uma obra metafísica de Geyser e o plano subsequente de edições. “Isto começa a ser europeu…”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Incentivo ao labor na Torre do Tombo; pensa que a ditadura em Portugal está morta e que a marcha para a esquerda é irresistível, no sentido socializante. Anuncia um estudo sobre o socialismo de Antero e Oliveira Martins. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Sente-se entristecido com a situação de AP e compreende o seu nervosismo; explica as condições extremas em que ele próprio labora; quer regularizar as contas das vendas; refere não conseguir autorização de Carlos Michaëllis para as publicações das Cartas de D. Carolina., pelo que se desobriga da edição. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Sabe já da edição do estudo de D. Carolina e das epístolas. Quanto ao 2.º volume dos Estudos, garante que nenhum editor remuneraria melhor o autor. Pensa fazer a reedição do ensaio sobre Antero e ordenar os primeiros textos de uma História da Filosofia em Portugal. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Ofício da remuneração do livro Estudos Filosóficos e Críticos. Em post scriptum manuscrito refere a edição das Poesias de André de Resende e as obras de Mandonnet. Tem “saudades do tempo em que podia comprar os livros”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Absorto na História de Portugal, de Damião Peres, não tem tido tempo para responder; apreciou muito a referência de AP à colecção Novos Ensaios; garante a edição de Geyser. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Relata ter estado em Lisboa a assistir a uma conferência de Zaragüeta, em substituição de Garcia Morente, com quem travou conversação; refere o livro do Fidelino de Figueiredo e a impressão da Lírica de Camões. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
JC demarca-se de quaisquer críticas e insinuações que o Diário Liberal lança a AP: “Pela última vez lhe espero escrever acerca das ofensivas graçolas, a seu respeito, saídas no jornal de que faço parte”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Indica que o livro não pode estar concluso no dia 25 do mês, e perante as notícias postas a circular nos jornais, dado o risco do definitivo inacabamento, propõe fechá-lo já com o artigo em composição, designando-se o volume Estudos Filosóficos e Críticos, Vol. II – parte I. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Congratulações pelo convite dirigido a AP para conferenciar na universidade de Friburgo. Discreteia sobre ambas Friburgo tentando saber qual delas é (a suíça ou a alemã), o que faria toda a diferença. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Continua sem resposta de Joaquim de Vasconcelos e anuncia o volume do In Memoriam a D. Carolina Michaëllis no qual as Cartas destoariam. Refere as edições que lhe mandou expedir. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Sobre Montaigne, aplaude um achado biográfico de AP, incitando-o a editar no Instituto. Refere já não existirem separatas de Bataillon; e assegura a existência de papel para imprimir o livro de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere ter escrito a Joaquim de Vasconcelos e que a falta de resposta deste se deve a estar “muito achacado com a doença e a velhice”. Anuncia a partida para a Figueira da Foz. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Reafirma não existirem “nem reservas, nem desconfianças” quanto à publicação da Cartas de Carolina Michaëllis, mas apenas tenta acautelar os interesses da família da falecida, que evoca. Propõe a entrega do original no Hotel Aliança em Lisboa onde se deslocará. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
O registado: Luís Machado de Carvalho Naturalidade (freguesia e concelho): [São Sebastião, Guimarães] Data de nascimento: [1717/10/03] Data de batismo: [1717/10/--?] Pai: Filipe Novais de Azevedo Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Maria Machado Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Justifica-se por não ter restituído ainda o livro de Mandonnet; constata que foi Grabmann quem lhe deu o argumento decisivo sobre a nacionalidade de Pedro Hispano. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Combalido pela gripe, devolve o trecho latino, não traduzido; insiste em qualificar a crítica de AP à edição das Líricas, como sendo apenas negativa ao não ter procurado um sentido equânime; adverte que José Maria Rodrigues “não é homem para se calar”. Refere que os Vínculos têm tido boa venda. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere a entrada no armazém de Vínculos; não consegue ainda fixar a remuneração certa. Afirma ter concluído o texto sobre Pedro Hispano e pergunta se já leu o livro de Geyser, elogiando a tradução de Luís Feliciano dos Santos. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Noticia o regresso e informa sobre o Congresso, estudiosos e bibliografia espinosianos. Presta-se a editar Caetano Beirão. Continua a trabalhar no capítulo da Filosofia medieval em Portugal, “para a História do Peres”. Propõe a tradução De unitate intellectus, de S. Tomás. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Tenta desfazer a meada da intriga à volta de uma sua opinião sobre o livro de AP (Elementos de História de Portugal). Narra o episódio, achando insensata a pessoa que o avisou. Sem notícias da Imprensa Nacional; ignora a sorte da representação da sua Faculdade. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Votos de boas-festas; informa que advertiu o delegado da Imprensa Nacional que dirige a Imprensa da Universidade, da vantagem em ser concluído o livro de AP; caso ainda inconcluso. Insta no labor, “faço lições com cuidado e pela Páscoa lhe mandarei qualquer coisa que se leia”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Envia livros; referência à polémica em torno do Arquivo de Pedagogia (Coimbra) e de um artigo de Eusébio Tamagnini, dos quais cientificamente desconfia. Confessa-se magoado por alguém supor ser ele capaz de se servir de outrem ou do lugar “para torpes ofensas políticas”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Sente-se posto em “cuidados, arrelias e fadigas” pelo que tem deixado a correspondência de lado; responde a um empenho de AP para Simões Ventura. Promete remeter novos livros. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Considerações sobre Gustavo Cordeiro Ramos, o ministro e o professor, e quer indagar o que se passa com a demissão deste. Para Setembro promete enviar “uma montanha de livros”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Como a Miscelânea Carolina Michaëllis está no domínio público, AP já pode “escrever acerca dela, se entender, e quando entender”. Confessa-se estupefacto com a carta de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Congratulações por AP ser avô; envia livros; lendo o artigo de AP em A Voz, sente-se inibido de opinar: “nem da minha boca, nem da minha pena sairá nada que se dê aos contendores a sensação de parcialidade. No meu caso, o meu amigo faria o mesmo”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Novo assalto da gripe, impossibilita-o de trabalhar; quer auscultar a opinião de AP sobre o artigo que está escrevendo sobre a filosofia medieval em Portugal. Não pode ainda remunerar. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Adoecendo após o enterro de Manuel da Silva Gaio, garante a AP que receberá as provas. Elogia a “valiosa” carta mística de Diogo de Murça, que AP publicou, sobretudo pela informação pedagógica. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Assoberbado de trabalho, quer mediar o conflito entre AP e José Maria Rodrigues, propondo solução salomónica: Rodrigues publica um rectificação em O Instituto, após a qual AP, se estiver de acordo com o teor desta, se abstém de publicar nova refutação. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Referência à 2.ª edição de Clenardo, de Gonçalves Cerejeira e aos dispersos de Martins Sarmento; aguarda o novo orçamento para comprar o papel para o novo livro de AP. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Explicita circunstanciadamente os motivos pelos quais não assinou a petição universitária de Coimbra, “porque sendo justa na declaração do problema muito actual é terrivelmente insensata noutros pontos”. Afirma estar a trabalhar num artigo expondo esses mesmos motivos, “escrito no ponto de vista de Robinson”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Noticia a mudança de casa; confirma a solução Imprensa Nacional e incita AP a aproveitar. Anuncia o envio de Romances Velhos, de D. Carolina, e que irá pedir “ao Quirino da Fonseca que lhe mande a Caravela”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Referência à Miscelânea José Leite de Vasconcelos. Refere que os Estudos vão a meio dada a “necessidade absoluta de acabar umas coisas para a Exposição Colonial” e que estará pronto em Novembro. Lastima mais uma vez a morte de Carlos Eugénio Correia da Silva. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Anuncia nova carta para o dia seguinte e que o livro de AP é dos que deverá ficar concluso em 30 de Agosto, se não demorar as provas. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Agradece uma dedicatória, “por pensar que estamos em pólos diversos na concepção da vida, assim considero a sua oferta, que me sensibiliza moral e intelectualmente”. Anuncia as provas de um original e empresta dois folhetos de Clenardo. Envia um opúsculo e noticia aguardar o nascimento do 7.º filho. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Noticia que, falando com Joaquim de Vasconcelos, na Cedofeita, foi acordado que este seguiria pari e passu a impressão da Cartas de D. Carolina, o que considera razoável. Se AP também acordar com o trato poderá enviar o original. Referência a edições enviadas. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Assoberbado de trabalho, escusa-se por não ter respondido mais cedo. Anuncia a partida para a Figueira da Foz e agradece o envio do Tratado de versificação, prometendo que escreverá sobre os artigos de AP. De fugida refere o federalismo ibérico e hispanismo. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Pergunta se recebeu os folhetos enviados e lamenta não poder enviar o livro sobre Leão Hebreu, que considera o melhor da sua lavra. Anuncia o envio das provas das Cartas de D. Carolina. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Não tem ainda o orçamento; refere que seguiu nas Novidades a polémica que envolve AP, e que um artigo daquela redacção é digno de estudo da “fenomenologia da estupidificação da hora actual”. Congratula-se pelo seu próprio trabalho à frente da Imprensa da Universidade. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere que Joaquim de Vasconcelos já tem as provas: Referências várias: ao Código anotado por Dias Ferreira; a Francisco Sanches; Celestino da Costa, Mário de Figueiredo, Marcell Bataillon e Georges Le Gentil. Referência à essência profunda do espinosismo. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Referências a Sílvio Pélico, na polémica que envolve AP; confirma que as cartas de D. Carolina estão ainda em mão de Carlos Michaëllis. Congratula-se com as boas-novas dos familiares de AP; considerações sobre o ritmo de trabalho estival. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Pedido para nomear os números ou datas dos artigos que AP escreveu sobre Guerra Junqueiro para poder indicar a um jovem normalien francês (P. Hourcade) que o investiga. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Anuncia que vai a Lisboa fazer conferenciar sobre Keyserling (“Será a minha 1ª palestra filosófica, para o grande público”) e acusa a recepção dos Documentos de Guimarães (2 volumes). Refere Maimónides e elogia o artigo de AP sobre Uriel da Costa, lamentando a omissão da tradução do Epitáfio. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Adoentado do fígado, do excesso de comezainas para os seus hábitos frugais, desistiu da ida a França apesar de ter o itinerário fixado, pelo que se deslocará a Lisboa em serviço de exames, marcando encontro na Bertrand. E promete larga conversa sobre Keyserling, cuja interlocução em parte descreve. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere que a anunciada conferência Keyserling afinal se trata antes de uma comunicação à Academia das Ciências: “o homem como filósofo exprime apenas – e bem por vezes – esta reacção contra o intelectual que data do Nietzsche e é uma das características do nosso tempo”. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Discreteia sobre Clenardo e os seus estudiosos, com indicações bibliográficas. Refere a leitura do ensaio de AP sobre o verso mas questiona o valor meramente estético-hedonista da comoção, sem laboração intelectual. Indica as melhores Introduções à Filosofia. Considerações sobre a filosofia espinosiana. Anuncia o envio das Cantigas de Amigo. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Enumera as melhores Introduções à Filosofia (Hülpe, Paulsen, Windelband). Anuncia o envio para os livreiros das Cantigas de Amigo; irá arguir uma tese sobre Espinosa e pensa por ocasião do 3.º centenário do seu nascimento apresentar obra original sobre o Mestre. Reconhece que é o Benedectus quem os aproxima. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Melhor de saúde, retomou as aulas; referência à autoridade do investigador e ao amor à verdade na investigação. Enumera as traduções do Quod nihil scitur, de F. Sanches, e supõe que se Basílio de Vasconcelos se desinteressar, AP poderá avançar para a tradução desta obra. Anuncia o envio de edições. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Ofício do administrador da Imprensa da Universidade notificando do envio dos exemplares dos Estudos Filosóficos e Críticos. Num post scirptum mns. elogia o artigo de AP sobre Crisfal. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Questões práticas e financeiras relacionadas com a edição de Estudos Filosóficos e Críticos; refere a impossibilidade de O Instituto editar qualquer crítica bibliográfica; referências à poesia seiscentista (que grafa setecentista). Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Anuncia a saída para os Palheiros (Figueira da Foz) indo depois para Inglaterra, participar no Congresso de Oxford e em especial releva os Congressos sobre Hobbes e Espinosa e a sessão de Heidegger sobre a Fenomenologia. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
"O conhecido editor Gomes de Carvalho nasceu em Braga, em 6 de Março de 1867, com o nome completo de Francisco José Gomes de Carvalho. Abandona a escola aos 12 anos para começar a trabalhar. Primeiro, como marçano, na antiga livraria de Ernesto Chardron, no Porto. Trabalhou depois para outras livrarias até se estabelecer em Lisboa. Nesta cidade exerceu profissionalmente na Livraria Tavares Cardoso & Irmão, que era uma das livrarias mais frequentadas na época, e onde se publicaram edições de grande êxito. Mais tarde passou para a Livraria Central, situada na Rua da Prata, que adquiriu e onde publicou obras de autores já consagrados, mas também lançou algumas figuras novas no panorama literário português. O antigo livreiro Gomes de Carvalho, cuja vida de editor foi iniciada com Os Gatos. Foi também um dos responsáveis pela introdução de autores estrangeiros, na época pouco conhecidos, mas que depois o tempo se encarregou de divulgar, como Tolstoi, Kropotkine, Dostoiewsky, Wells, Claude Farrére, entre muitos outros.(...) Anos mais tarde transfere a livraria para a Avenida Almirante Reis e salientam-se desse período as edições de Gomes Leal, Mulher de Luto; Afonso Gaio, Heróis Modernos; Albino Forjaz de Sampaio, Sol de Jordão; Alfredo Gallis, Tuberculose Social; Alberto Bessa, Rocha Martins, João Chagas, Faustino da Fonseca, Heliodoro Salgado, Bourbon e Meneses, César de Frias, Henrique Marques, entre muitos outros. Participou de forma activa e empenhada nos movimentos que conduziram ao 5 de Outubro de 1910, sendo referida a sua acção no relatório de Machado Santos. Presidiu por algum tempo à direcção da Escola Republicana 27 de Abril e à Liga dos Direitos do Homem. Após a implantação da República foi nomeado primeiro-oficial da Junta Geral do Distrito de Lisboa, desde 1914 até 1937, data em que se aposentou. Utilizou o pseudónimo de Malthus. Segundo os dados da GEPB, morreu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1952, mas numa pesquisa rápida realizada na imprensa da época não se encontram referências, o que nos parece algo estranho e que merece a devida confirmação. (...) Gomes de Carvalho foi um dos fundadores do Centro Republicano Radical em 1911. Foi um dos envolvidos na revolta radical de 27 de Abril de 1913, tendo sido detido, defendia já nessa época uma profunda alteração ao funcionamento do jovem regime republicano.(...)" In: http://arepublicano.blogspot.com/2011/07/gomes-de-carvalho.html
José Rebelo Cardoso de Menezes, filho de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real, e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 3 de setembro de 1844. Casou na igreja de Mouços, em 4 de agosto de 1892, com Maria Teresa Teixeira, filha de António Teixeira Martinho e Joaquina da Silva. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Antónia Casimira Rebelo Cardoso de Menezes, filha de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 22 de maio de 1834. Casou em São Pedro de Vila Real, a 1 de setembro de 1858, com o seu primo, José Sebastião Cardoso de Menezes, filho de António Luís Cardoso Menezes e Joaquina Rita Afonseca. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 251.
Avós paternos: Joaquim de Sousa Carvalho e Joséfa Joaquina Augusta de Carvalho; Avós maternos: José Marques e Maria Augusta Marques;
O inventariado foi residente em Fragoso. Inventariante: Maria Carvalho
O inventariado foi residente em Midoes. Inventariante: Jose Joaquim Carvalho
O inventariado foi residente em Grimancelos. Inventariante: Maria Silva Carvalho
O inventariado foi residente em Fragoso. Inventariante: Teresa Ana Carvalho
O inventariado foi residente em Midoes. Inventariante: Maria Carvalho
O inventariado foi residente em Carvalhal. Inventariante: Jose Antonio Carvalho
O inventariado foi residente em Alvelos. Inventariante: Marcelina Rosa Carvalho
O inventariado foi residente em Viatodos. Inventariante: Antonia Carvalho
O inventariado foi residente em Carvalhal. Inventariante: Jose Antonio Carvalho
O inventariado foi residente em Barcelos. Inventariante: Domingas Maria Carvalho
O inventariado foi residente em Fornelos. Inventariante: Ana Alves Carvalho
O inventariado foi residente em Aguiar. Inventariante: Domingos Vicente Carvalho
O inventariado foi residente em Silveiros. Inventariante: Gaspar Carvalho Araujo
O inventariado foi residente em Goios. Inventariante: Ana Rosa Carvalho