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GOMES, Manuel Bento (Padre). Filho de Manuel António Gomes e de Delfina de Sousa Viana, residentes no lugar de São Gregório, Cristóval. Neto paterno de Manuel António Gomes e de Rosa Alves, de Chaviães; neto materno de António José Sousa Viana e de Rosa Durães, de São Gregório. Nasceu a 7/3/1867 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José de Sousa Viana, casado, negociante, paroquiano da freguesia de Santa Maria dos Anjos, Vila de Monção, representado pelo seu tio, Manuel de Sousa Viana, casado, morador em São Gregório, e a avó materna do bebé. // Depois da 4.ª classe ingressou no Seminário de Braga, onde se ordenou a 27/7/1891. // A 13/3/1895 foi nomeado pároco de Fiães e a 18/11/1900 pároco de Rouças, de cujo munus tomou posse a 24/2/1901, tendo sucedido ao padre Francisco Leandro de Magalhães, de Alvaredo, que havia sido apresentado para essa freguesia a 10/11/1899. // Devia gostar da política, pois em 1908 foi vice-presidente da Comissão Administrativa Municipal de Melgaço. // Foi vereador da CMM no tempo de João Pires Teixeira (NM 17/2/1948, página 4). // Foi o 1.º arcipreste de Melgaço, cujo arciprestado se criou em 1911 (ver Correio de Melgaço n.º 201, de 28/5/1916). // Em 1912 recebeu uma intimação das autoridades municipais para no prazo de cinco dias deixar a casa de residência paroquial (Correio de Melgaço n.º 7). // A 11 de Novembro, 21 de Novembro, e 12/12/1912, respondeu no tribunal da comarca acusado de ter infringido a Lei da Separação, tendo sido absolvido pelo juiz. Era seu defensor, o Dr. Ladislau Xavier de Morais, advogado de Monção (ver Correio de Melgaço n.º 24, de 17/11/1912, e Correio de Melgaço n.º 25, de 24/11/1912). // Em 1915 foi a Braga assistir às bodas de prata do curso de 1890-1891 (Correio de Melgaço n.º 165, de 12/9/1915). // A 6/7/1926, por decreto, reconheceram-lhe o direito à aposentação, para o que pagou em quotas a indemnização de 838$78, tendo sido aposentado somente em 1934, com a pensão anual de 7.289$00 (Notícias de Melgaço n.º 224, de 4/3/1934) indo então morar para São Gregório. // Em Novembro de 1937 era vogal do Conselho Municipal, juntamente com Firmino Alves Salgado, Abílio da Conceição Esteves, e Lino Enes, entre outros. // Os últimos dias da sua existência, viveu-os com sua irmã Estefânia Augusta. // Morreu na terra natal a 26/12/1947. // (ver Notícias de Melgaço n.º 282).
Tece comentários acerca dos estudos de Alfredo Pimenta sobre António Sardinha, Paiva Couceiro e o livro de Gilberto Osório. Expõe as consequências que as críticas de Alfredo Pimenta irão ter no Brasil. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Trata do envio e entrega do livro de Alfredo Pimenta a Guilherme Auler, no qual está a resposta ao estudo daquele sobre António Sardinha. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Material recolhido e notas de Manuel de Lucena para a publicação da entrada com a referência bibliográfica: Lucena, M. (1999). Moreira, Adriano José Alves (Grijó de Vale Benfeito, Macedo de Cavaleiros, 6-9-1922). In Barreto, A., Mónica, M. F. (Coord.), Dicionário de História de Portugal - VIII, pp. 531-545. Porto: Figueirinhas. Contém: Fichas de leitura, notas, versões do texto a publicar.
Texto de Luciano Amaral preparado no âmbito do “Projecto da EPAC”, a apresentar num colóquio em Évora com o título “Política e economia: o Estado Novo, os latifundiários e os antecedentes da EPAC”, que tem vários comentários de Manuel de Lucena Foi publicada uma versão, com o mesmo título, na “Análise Social”, vol. XXXI , n.os 136-137, 1996, p. 465-486.
Esta Subsubsecção engloba as recolhas sobre a JNF e textos de preparação do seu historial para o Relatório de 1978. Manuel de Lucena continuou a aprofundar o tema e a preparar uma monografia mais completa, que não chegou a terminar, embora tenha publicado uma versão abreviada no “Dicionário da História de Portugal” (artigo citado em “Fontes”).
Esta Subsubsecção engloba as recolhas realizadas sobre a JNPP e textos de preparação do seu historial para o Relatório de 1978. Manuel de Lucena procurou aprofundar o tema e preparar uma monografia mais completa, mas não chegou a terminar esta tarefa.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Joaquim de Sousa, outorgando na qualidade de procurador de Victor Haettich Corrêa de Freitas de Almeida Garret e esposa Maria Antónia Pereira de Castro de Abreu Sampaio 2º Outorgante: Elísio da Silva Ribeiro, outorgando na qualidade de gestor de negócios de Fernando de Macedo Dias, casado com Luzia Macedo Ribeiro Dias
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Marques, outorgando na qualidade de procurador de Aldora Alves Lopes, que também usa o nome de Aldora Alves Lopes da Silva 2º Outorgante: Serafim da Silva, outorgando na qualidade de procurador de Rodrigo de Castro Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Ferreira de Magalhães, outorgando em representação da sociedade, denominada, "Produtos Químicos para a Indústria - Quimitex, Limitada" 2º Outorgante: Jorge Manuel Pinheiro Cardoso, outorgando em representação da sociedade, denominada, " Coraltex - Algodões e Têxteis, S.A.R.L"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Joaquim de Sousa outorgando na qualidade de procurador de Victor Hacttich Corrêa de Freitas Almeida Garrett e esposa Maria Antónia Pereira de Castro de Abreu de Sampaio 2º Outorgante: Adão Marques casado com Joaquina Ferreira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Álvaro da Costa Marques Guimarães outorgando na qualidade de procurador de Constança da Costa Marques Guimarães, de Aníbal da Costa Marques Guimarães e esposa Maria dos Remédios Penha Marques 2º Outorgante: Manuel Ferreira, casado com Lucinda Gomes da Cunha Lopes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: António Gomes Ferreira da Costa, outorgando por si e na qualidade de procurador de sua mulher Maria Eduarda da Cunha Guimarães Gomes da Costa 2º Outorgante: António Manuel Guimarães, casado com Rosa Ribeiro da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel da Rocha, outorgando como procurador de Francisco Oliveira da Rocha e esposa Maria da Conceição de Lima Rodrigues 2º Outorgante: Joaquim da Costa Fernandes, casado com Rosa da Conceição de Lima Rodrigues, que também usa o nome simplesmente de Rosa da Conceição de Rodrigues
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel de Freitas, outorgando na qualidade de procurador de Domingos de Freitas e esposa Miquelina da Silva 2º Outorgante: António Matos Fernandes Pereira, outorgando na qualidade de representante legal da "Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Maria de Corvite"
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Rosa Pereira Fernandes, outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de José deOliveira e esposa Balbina Ribeiro 2º Outorgante: Manuel Fernandes Ribeiro, outorgando na qualidade de gestor de negócios de José Joaquim Xavier Ribeiro, casado com Quitéria Salgado Ribeiro
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Pedro Veiga, outorgando na qualidade de procurador de Maria Ermelinda da Costa Ferreira, casada com Henrique Pereira do Lago de Sousa Machado 2º Outorgante: Manuel de Macedo, outorgando como gestor de negócios de Maria da Luz Castro Macedo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Gonçalves, outorgando por si e na qualidade de procurador da sua esposa Maria de Lourdes Marques Rodigues Gonçalves 2º Outorgante: Baptista Carvalho de Andrade, casado com Maria de Lourdes Moreira de Sá e Melo Norton de Andrade
Recenseamento de 1945. Título de isenção do serviço militar nº 34/1945 (3534), de Manuel dos Santos Silva, nascido a 9 de março de 1925, na freguesia de Creixomil, concelho de Guimarães, filho de António da Costa e Silva e de Maria do Carmo. Ficou livre em 24 de agosto de 1945. Modelo n.º 5.
Recenseamento de 1956. Título de isenção do serviço militar nº 35/1956 (4202), de Manuel António de Freitas, nascido a 31 de maio de 1936, na freguesia de S. Sebastião, concelho de Guimarães, filho de António Ferreira da Silva e de Leopoldina da Conceição de Freitas. Ficou livre em 3 de julho de 1956. Modelo n.º 5
Informa que envia o resto do artigo para publicar na revista "Gil Vicente", em homenagem a Gil Vicente. Agradece as palavras amigas de Manuel Alves de Oliveira ao seu artigo. Refere o pagamento de duas assinaturas da mencionada revista e pede exemplares da mesma.
Dinheiro a juro que dá Manuel Machado de Miranda, morador na sua quinta do Arrabalde, do concelho de Felgueiras, a Sebastião de Figueiredo de Vasconcelos e sua mulher Dona Maria de Azevedo e Magalhães, morador em Mesão Frio, da comarca de Lamego.
Agradece a crítica de Manuel Alves de Oliveira publicada na "Gil Vicente" sobre a sua crónica do exílio. Tece comentários sobre os cortes da censura num artigo seu publicado no jornal "O Debate". Pede um exemplar da "Gil Vicente" acima referida.
Agradece a sua ajuda para a obtenção da fotografia do retrato do Rodrigo Navarro de Andrade. Informa que os adros das Igrejas de Santa Clara e das Capuchinhas não devem servir para a filmagem do "Amor de Perdição", mas o Manuel de Oliveira considerou muito útil a visita a Guimarães.
Acusa a receção do artigo de Manuel Alves de Oliveira e comunica que o achou muito interessante. Informa que o referido artigo entrará no primeiro número do boletim do ano de 1979, e em primeiro lugar. Pede para indicar as fontes a fim de dar ao trabalho um caráter científico.
Refere-se ao seu encontro com o Chico [Aldão] e Manuel Alves de Oliveira, à nótula ao livro do Paço de Arcos, às nótulas para publicação na "Gil Vicente" e ao pedido, aos editores espanhóis, sobre as obras do M. Pelayo.
Refere-se ao orçamento da tipografia "Pax" para a impressão da revista "Gil Vicente", à conferência de [Alfredo] Pimenta em Braga, aos livros enviados pelo Barreira para as referências, à "Memória" sobre o Congresso Eucarístico de Monção e ao Regulamento [da Carteira] publicado pelo Sindicato. Tem em anexo a cópia da carta de Manuel Alves de Oliveira em resposta a esta.
Comunica que ficou contente com a carta de Manuel Alves de Oliveira e que vê que ainda há integralistas em Portugal, defensores da Pátria e do Rei. Informa que envia um exemplar do seu livro "Cântico dos Cânticos" e que o Guido Battelli tenciona traduzir alguns sonetos desse livro. Fala deste. Tece comentários acerca do governo de Salazar.
Informa que recebeu o número do "Debate" que trás o seu artigo sobre a coerência de Antero. Autoriza a sua publicação na "Gil Vicente". Agradece a separata e a dedicatória. Tece comentários sobre a Carta de D. Manuel II. Refere que deseja seis separatas do seu artigo sobre Garrett.
Fala da homenagem a Manuel Alves de Oliveira e da revista "Quatro Ventos". Refere-se a um artigo sobre Antero que enviou a Fernando de Aguiar e que faz parte de um novo volume sobre Antero de Quental. Informa que segue a sua comunicação.
Fala da sua vida profissional. Comunica que fará referência ao volume de Alves de Oliveira na "Emissora Regional dos Açores". Sugere que, se no espólio de Alfredo Pimenta, houver cartas de Joaquim de Carvalho, de D. Manuel II e de outros, se publiquem.
Informa que envia dois exemplares do catálogo de "Arte Sacra de S. Tomé e Príncipe", que foi editado dentro do programa das Comemorações Centenárias dessa ilha. Pede para lhe enviar uns livros de António Sardinha. Refere que, oportunamente, enviará uma monografia de S. Tomé, da qual gostaria de saber a opinião de manuel Alves de Oliveira.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: João Maria Rodrigues Martins da Costa outorgando na qualidade de procurador de Ana Maria Luísa Cardoso Meneses Brandão casada com Francisco Norton Brandão 2º Outorgante: Manuel Ferreira casado com Maria Alice de Freitas Soares Ferreira
Recenseamento de 1962. Título de isenção do serviço militar nº 5/1962, de Manuel Ferreira Fernandes da Silva, nascido a 25 de dezembro de 1942, na freguesia da Oliveira, concelho de Guimarães, filho de Abílio José Fernandes da Silva e de Emília Ferreira. Ficou livre em 20 de junho de 1963. Modelo n.º 5
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Maria Luísa Martins Carneiro, outorgando na qualidade de procuradora de Joaquim Roberto Martins de Carvalho, casado com Cândida Manuela de Sá Vilaça e Moura 2º Outorgante: Manuel Novais Coelho, casado com Maria da Costa Salgado
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Luís Gonzaga Rocha Borges, outorgando na qualidade de procurador de Maria Henriqueta de Melo Sampaio Mexia Pinto de Mesquita e marido Simeão Pinto de Mesquita Carvalho Magalhães; 2º Outorgante: Manuel Pereira Marques, outorgando como gestor de negócios do seu genro José Mendes, casado com Maria da Conceição Pereira.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Gonçalves, outorgando por si e na qualidade de procurador da sua esposa Maria de Lourdes Marques Rodrigues Gonçalves 2º Outorgante: Batista Carvalho de Andrade casado com Maria de Lourdes Moreira de Sá e Melo Norton de Andrade
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Bernardino Lopes Fernandes Ribeiro casado com Maria da Luz de Oliveira da Silva Ribeiro 2º Outorgante: Manuel da Silva, outorgando como gestor de negócios de Domingos de Faria Salgado casado com Maria Rosa Martins Sampaio
Recenseamento de 1951. Título de isenção do serviço militar nº 15/1952 (4386), de Manuel Domingos da Cunha, nascido a 25 de maio de 1931, na freguesia de Polvoreira, concelho de Guimarães, filho de António da Cunha e de Maria da Conceição. Ficou livre em 15 de julho de 1952. Modelo n.º 5
Recenseamento de 1959. Título de isenção do serviço militar nº 40/1959,de Manuel Silva Fernandes, nascido a 20 de fevereiro de 1939, na freguesia de Santa Maria da Oliveira, concelho de Guimarães, filho de António Fernandes e Rosa da Silva Fernandes. Modelo n.º 5.
Recenseamento de 1956. Título de isenção do serviço militar nº 10/1956 (3906), de Manuel da Silva Lopes do Vale, nascido a 8 de dezembro de 1936, na freguesia de Calvos, concelho de Guimarães, filho de Domingos Lopes do Vale e Deolinda da Silva. Ficou livre em 3 de julho de 1957. Modelo n.º 5.
Obrigação que fez Manuel da Silva com o reverendo cónego Miguel de Freitas da Cunha, como procurador geral do Convento da Madre de Deus das Capuchas desta vila, para lhe aceitarem uma filha de 11 anos e a professarem quanto tiver a idade.
Hélio Simões (1910 - 1987) foi poeta e médico. Como Médico, dedicou-se à clínica e, paralelamente, submeteu-se a concurso de Livre Docência, passando depois a Assistente Efetivo e Chefe de Clínica da Faculdade de Medicina da Baía. Em 1942, quando foi criada a Faculdade de Filosofia, surge também o curso de Letras. Hélio Simões assume a Cátedra de Literatura Portuguesa. Com a criação da Universidade da Baía, em 2 de julho de 1946, Hélio Simões tem oportunidade de intensificar as relações com Portugal, convidando escritores e estudiosos portugueses. In: https://www.gplsalvador.org/site/homenagem-ao-prof-dr-helio-simoes/
Texto-proposta enviado pelos Democratas do Distrito de Braga (CDE) a Cunha Coelho (CEUD) e Manuel Ferreira da Cunha (Democrata de Famalicão) com vista a estabelecer um diálogo que conduza a uma unidade dos democratas do distrito. Anexado o texto-proposta.
Refere que, na impossibilidade de ter a coleção completa da ["Gil Vicente"], quer os números que Manuel Alves de Oliveira lhe indica. Pergunta se há possibilidade de se pôr à venda, na redação da referida revista, alguns exemplares do seu opúsculo "El-Rei D. Carlos".
Acusa a receção do artigo de Manuel Alves de Oliveira para o "In Memorian" a Paiva Couceiro e a gravura do dr. Afonso Lopes Vieira. Refere que enviará o seu livro de propaganda monárquica "A emancipação económica do operário e do trabalhar do campo" e que se desejar fazer-lhe referência na "Gil Vicente" deve-o fazer imediatamente, pois é o momento apropriado.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Joaquim de Sousa outorgando na qualidade de procurador de Victor Haettich Correia de Freitas de Almeida Garrett e esposa Maria Antónia Pereira de Castro de Abreu Sampaio 2º Outorgante: António da Silva casado com Maria da Conceição Fernandes
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Joaquim de Sousa, outorgando na qualidade de procurador de Victor Haettich Correa de Freitas Garrett e esposa Maria Antónia Pereira de Castro de Abreu de Sampaio 2º Outorgante: Carlos de Oliveira Duarte, casado com Maria de Lourdes Macedo
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Gonçalves, casado com Maria de Lourdes Marques Rodrigues Gonçalves, outorgando por si e ainda na qualidade de procurador de sua esposa 2º Outorgante: Antero Pinto Ferreira dos Santos, casado com Maria Beatriz da Siulva Costa Santos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel de Castro, outorgando na qualidade de procurador de José de Freitas Castro e esposa Custódia Macedo Martins 2º Outorgante: Avelino Pereira, outorgando como procurador de António da Silva Ribeiro, casado com Maria Fernanda Pereira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco da Silva Raimundo, outorgando na qualidade de procurador de António Rodrigues e esposa Maria de Oliveira 2º Outorgante: Manuel de Vasconcelos Mota, outorgando na qualidade de gestor de negócios de seu sobrinho Amaro Alves de Vasconcelos Mota
Tece comentários ao artigo de Manuel Alves de Oliveira sobre a naturalidade de S. Dâmaso, e ao artigo que evoca Hipólito Raposo, publicados no último número da "Gil Vicente". Transcreve um trecho do livro "Cuidados da morte e descuidos da vida", de Boaventura Maciel Aranha, Vedor da Fazenda da Confraria do Senhor Sacramento na Catedral Primaz (Lisboa, MDCCLXI).
Recenseamento de 1958. Título de isenção do serviço militar nº 13/1958 (3526), de Manuel de Castro Lopes, nascido a 13 de junho de 1938, na freguesia de Atães, concelho de Guimarães, filho de João Francisco Lopes e de Rosa de Castro. Ficou livre em 26 de junho de 1958. Modelo n.º 5.
Refere-se à lista dos novos assinantes da "Gil Vicente". Agradece o envio da separata da palestra Manuel Alves de Oliveira sobre as Corporações, a prova de amizade e o pedido, que aceitou, para voltar às colunas da revista "Gil Vicente".
Tece comentários ao livro de Manuel de Oliveira sobre a Colegiada de Guimarães Informa-o sobre o autor do retrato de Camilo Castelo Branco, o tipo de papel e tiragem da separata. Pede para enviar as provas para corrigir e servirem de orientação à segunda parte do trabalho.
Refere que logo que lhe seja possível transmitirá o seu juízo sobre o livro de Manuel Alves de Oliveira acerca da Colegiada de Guimarães. Informa que a gravura da cabeça de Camilo Castelo Branco, que mandou fazer, é para ser publicada na “Gil Vicente” com o seu trabalho e para servir de capa a uma possível separata.
Comenta que o artigo sobre a palestra de Vítor Pavão era muito extenso. Informa que já corrigiu as segundas provas do artigo de Manuel Alves de Oliveira e que o número sairá por finais de junho. Pergunta se tem interesse ou os amigos em adquirirem umas gravuras referentes a Guimarães, que estão à venda na Livraria Académica no Porto.
Justifica a sua demora na resposta à carta de Manuel Alves de Oliveira. Sugere que reúna em volume os trabalhos que tem publicados. Pede para quando escrever a Álvaro Dória lhe dizer que não chegou a receber o nº 1 da revista "Quatro Ventos". Felicita-o pelo novo aspeto gráfico da revista "Gil Vicente".
Agradece a oferta do opúsculo de Manuel Alves de Oliveira intitulado: " Uma gorada ligação ferroviária da Póvoa de Varzim a Trás-os-Montes". Informa que, brevemente, irá publicar o 1º volume da sua "Antologia Poética dos Açores" e, a seguir, a "Colectânea de Estudos Anterianos".
Agradece o trabalho de Manuel Alves de Oliveira “Uma Gorada ligação ferroviária da Póvoa de Varzim a Trás-os-Montes”. Diz que não lhe foi possível ir ao funeral do Eng. Duarte do Amaral, mas que brevemente virá ao Arquivo, para ultimar a comunicação que apresentou ao Congresso Histórico de Guimarães e sua Colegiada.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Ferreira, outorgando na qualidade de procurador de Joaquim Dias Pereira e mulher Lucinda Carvalho de Freitas, que também usa o nome de Lucinda Maria de Carvalho Freitas 2º Outorgante: Amaro de Freitas casado com Joaquina Maria de Carvalho
Recenseamento de 1954. Título de isenção do serviço militar nº 20/1954 (4145), de Manuel da Silva Alves, nascido a 30 de agosto de 1934, na freguesia de Sande (S. Martinho), concelho de Guimarães, filho de Bento Francisco Alves e de Adelina da Silva. Ficou livre em 31 de março de 1955. Modelo n.º 5
Recenseamento de 1958. Título de isenção do serviço militar nº 51/1958 (4050), de Manuel de Oliveira Ferreira, nascido a 7 de fevereiro de 1938, na freguesia de Oliveira, concelho de Guimarães, filho de Fortunato Ferreira. Ficou livre em 7 de julho de 1958. Modelo n.º 5.
Recenseamento de 1958. Título de isenção do serviço militar nº 42/1958 (4510), de Manuel Oliveira e Castro, nascido a 5 de março de 1938, na freguesia de São Torcato, concelho de Guimarães, filho de António de Castro e Amélia de Oliveira. Ficou livre em 10 de julho de 1959. Modelo n.º 5.
Expõe os motivos pelos quais se atrasou na correspondência com Manuel Alves de Oliveira. Refere que se inscreveu na Academia Paulista de Direitos. Tece comentários elogiosos à revista “Gil Vicente”, números 9 e 10, de 1972 e especialmente ao artigo sobre a descrição do Rio de Janeiro.
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Alves, outorgando na qualidade de legal representante das suas filhas menores Maria Cândida Antunes Guimarães Alves, Maria Fernanda Guimarães Alves, Maria das Dores Antunes Ribeiro Alves e Emília Irene Antunes Ribeiro Alves 2º Outorgante: João Rodrigues de Oliveira, casado com Joana da Silva Pereira
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel de Oliveira 2º Outorgante: António Dias Machado 3º Outorgante: José Machado Habilitação por óbito de Plácido Martins, casado com Joaquina Maria, que também usa os nomes de Joaquina da Silva e Joaquina Maria da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Teresa Maria da Cunha Rola, outorgando na qualidade de procuradora de Maria Luísa Maia da Cunha Rola Pereira de Lima casada com Júlio César Gonçalves Lima 2º Outorgante: Manuel Mendes casado com Joaquina de Belem da Silva
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Gaspar Ferreira Paúl casado com Emília da Natividade Pereira da Silva Cabral Paúl 2º Outorgante: Manuel Jorge Pereira Martins outorgando na qualidade de procurador de José Pereira Martins, casado com Ana da Silva Leite
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Manuel Gonçalves, outorgando por si e como procurador da sua esposa, Maria de Lourdes Marques Rodrigues Gonçalves; 2º Outorgante: António Duarte Gonçalo, outorgando na qualidade de legal representante da sua filha Isabel Maria Campos Duarte.
Acusa a receção do número da revista [Gil Vicente] que publica o final do trabalho de Cruz Malpique, sobre o seu irmão Carlos Eugénio, e o trabalho de Manuel Alves de Oliveira intitulado: "Guimarães na educação do Infante D. António Prior do Crato". Refere-se à constituição da separata do trabalho de Cruz Malpique.
Refere-se à publicação do seu ensaio sobre o nacionalismo de Antero no “Gil Vicente”. Informa que envia o artigo sobre a poesia de Manuel da Silva Gaio. Fala da publicação do seu livro de ensaios sobre António Sardinha. Tece comentários críticos ao dr. Rodrigues Cavalheiro. Faz um pedido sobre serviço militar.
DOMINGUES, Manuel José (Padre). Filho de João Manuel Domingues e de Maria Rodrigues, ela de Várzea Travessa e ele de Covelo, onde moravam. Neto paterno de Manuel Luís Domingues e de Ana Afonso; neto materno de José Bernardo Rodrigues e de Maria Domingues. Nasceu a 29/1/1875 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José Domingues e sua mulher, Rosa Rodrigues. // Foi pároco de Lordelo, Cubalhão, Gondar (Cerveira), e de Remoães. Na Vila de Melgaço esteve de 25/6/1903 até finais de 1917 (*) Foi-lhe concedida a pensão eclesiástica anual de 300$000 réis (ver Correio de Melgaço n.º 85, de 1/2/1914, e Jornal de Melgaço n.º 1020, de 5/2/1914). // Em 1908 acompanhou José Leite de Vasconcelos a Castro Laboreiro, a fim do grande investigador tomar «algumas notas etnográficas e dialectológicas…» Iam montados em mulas, conduzidas por «duas robustas mocetonas». Seguiram por Fiães. // Nesse ano de 1908 foi vogal substituto da Comissão Administrativa Municipal de Melgaço. // Embora de ideologia monárquico-liberal, aderiu à república em 1910. // Era uma pessoa dinâmica: fundou a Associação Artística Melgacense «pela qual muito se bateu, e que outros não saberiam aguentar.» Fundou, com outros, um Externato, em que alguns alunos foram preparados para os exames dos primeiros anos do Curso Geral dos Liceus. // Em 1913, na festa da Ascenção de Jesus, realizada na Orada, SMP, provocou uma desordem (ver Correio de Melgaço n.º 48, de 4/5/1913). // Chegou a fazer parte da Comissão Camarária (Jornal de Melgaço n.º 1237, de 9/3/1919). // Lê-se no dito Jornal de Melgaço, n.º 1256, de 27/7/1919: «a expensas de alguns devotos, celebra missa na capela da Senhora da Orada, aos domingos e dias santificados, o nosso amigo reverendo abade Manuel José Domingues que, de Sua Excelentíssima Reverendíssima, novamente obteve ordem para celebrar.» // Por razões políticas (e talvez religiosas – veja-se o conflito com o padre Francisco António Gonçalves, pároco de Prado) deixou de exercer o sacerdócio e tornou-se aspirante de Finanças. No Notícias de Melgaço n.º 68, de 13/7/1930, lê-se: «para efeitos da redução do quadro do funcionalismo da Direcção Geral das Contribuições e Impostos foi transferido para o concelho de Monção (…) o padre Manuel José Domingues, aspirante de Finanças». // Foi publicado no Diário do Governo a sua aposentação voluntária (Notícias de Melgaço n.º 201, de 16/7/1933). // Os seus escritos no Notícias de Melgaço davam, quase sempre, que falar. Por exemplo: quando morre Maria Angélica Esteves. Ver também “Um general em Melgaço (NM 162, de 28/8/1932). // Morreu na Orada, SMP, a 1/3/1952, realizando-se o funeral no dia 3 do dito mês e ano. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1016, de 9/3/1952: Era tio do professor (e presidente da Câmara) Abílio Domingues, entre outros. /// (*) No Jornal de Melgaço n.º 1255, de 20/7/1919, página 2, diz-se que ele era, nessa altura, abade da Vila de Melgaço! Ver padre Manuel Joaquim Domingues.