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O primeiro “dia de trabalho para a nação” registou-se a 6 de outubro de 1974, por proposta do Primeiro-Ministro, Vasco Gonçalves, e do ministro do Trabalho, Costa Martins , no decorrer do III Governo Provisório. Voltaria a repetir-se a 10 de junho de 1975, feriado nacional, por proposta da Intersindical. À forte adesão a esta iniciativa estava subjacente a ideia de que os lucros do “aparelho produtivo” deixariam de pertencer aos “grandes capitalistas” para passar a pertencer à nação, ou seja, a riqueza decorrente da “batalha de produção” seria distribuída para benefício do povo.
Agradece a colaboração na reorganização do Grupo dos "Reis". Manifesta gratidão pelo carinho dedicado aos caixeiros de Guimarães.
Criticam a proibição de os Democratas se reunirem e acusam o Governo de impedir a Oposição Democrática de intervir nas próximas eleições legislativas. Inclui a lista de subscritores.
Apresentação do MDP/CDE, os seus objectivos políticos e a acção da comissão concelhia de Guimarães.
Mapa Estatístico relacionado com os países da OCDE - conjunto de quadros com base estatística de 1975.
Agradece a colaboração e apoio da Comissão Instaladora da Universidade do Minho.
Discorre sobre a ligação entre os incidentes do "Setúbal Negro" e o "11 de Março" de 1975.
Agradece a oferta de um livro e a preocupação com o seu estado de saúde.
Faz referência à sua saúde. Comunica que, antes de partir para Âncora, irá à Madre Deus. Pergunta por quem está de luto.
Envia cumprimentos. Contém outro cartão de Ana Adelaide Ribeiro Martins da Costa enviando pêsames.
Esclarece a posição do genro que tentará conciliar a pretensão do irmão de Alfredo Pimenta com a da direção da Sociedade [Martins Sarmento].
Manifesta interesse em comprar a Casa da Madre Deus. Faz referência à herança deixada pelo tio, o padre João.
Agradece a honra que Alfredo Pimenta lhe deu ao escrever uns versos no seu livro.
Projectista: Manuel Artur da Silva Carvalho Prorrogações: Licença n.º 483/79 emitida em 1979/10/02 válida até 1979/12/25
Projectista: Manuel Artur da Silva Carvalho Prorrogações: Licença n.º 387/79 emitida em 1979/08/22 válida até 1979/09/05; Licença n.º 429/79 emitida em 1979/09/12 válida até 1979/11/03.
Agradece a oferta e felicita pela autoria da obra “Organização Judicial de Melgaço”. Solicita um outro exemplar para a redação da revista "Scientia Iuridica" na qual pretende fazer referência à referida obra.
Informa que envia a cópia solicitada.
Informa que as buscas solicitadas foram infrutíferas e solicita um vale para pagamento das cópias pedidas em resposta o Dr. Augusto César envia vale e informa que a referência correta para a referida busca é: Doação de bens para património da Ermida de S. Sebastião, S. Paio 1649 L.º 23 fl.43, solicita ainda a cópia do tombo da freguesia de Santa Maria da Porta de 1548. Inclui ainda o recibo do vale postal.
Agradece a oferta do livro “Melgaço e Invasões Francesas”.
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Frederico de Gusmão Correia Arouca para o Ministério do Reino.
Contém registo do momento da inauguração do monumento, com a retirada da bandeira efetuada pelo Presidente do Ministério, Dr. António Joaquim Granjo, perante uma multidão. Inclui, no verso do manuscrito, a seguinte informação: "15 set. 1920" e "3".
Contém registo da cerimónia realizada, durante as comemorações do centenário da revolução liberal de 1820. A estátua da autoria de António Augusto da Costa Motta (tio) está colocada em local simbólico, por aí terem ocorrido os "Motins de Campo de Ourique", em 24 e 25 de julho de 1803, que culminaram, com o estabelecimento do regime liberal.
Contém registo do momento da inauguração do monumento, com a retirada da bandeira efetuada pelo Presidente do Ministério, Dr. António Joaquim Granjo, perante uma multidão. Inclui, no verso do manuscrito, a seguinte informação: "15 set. 1920" e "4".