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Fala do edifício onde está instalado o Arquivo de Madrid, da vontade do seu diretor de visitar a Torre do Tombo e da documentação que está a consultar. Contém um bilhete-postal sobre a publicação do artigo de Alfredo Pimenta na secção «Cultura [Estrangeira - Cultura Portuguesa»].
1.º outorgantes: António Vieira Marques Pereira 2.º outorgantes: Jorge Vieira Marques Pereira, casada com Maria da Torre Braga Marques Pereira 3.º outorgantes: A sociedade da firma "Corais & Irmão", representada pelos seus dois sócio-gerentes: Evaristo Armindo Corais e Armindo Dinis Dias Corais A sociedade "Marques Pereira, Irmãos & Companhia, Limitada" Livro Nº 23D-60(v).
A Câmara Municipal de Guimarães comunica a Alberto Fernandes de Castro, morador no lugar da Torre, São Cristóvão de Selho vendedor de vinho verde , aguardente e outros que está sujeito ao imposto de comércio e indústria e que deverá solicitar a respetiva liquidação durante o mês de Abril.
1- Projeto de construção de Igreja Paroquial da freguesia de Gondar Peças escritas - Memória descritiva Peças desenhadas - Planta de localização - Planta topográfica - Planta alçados - Planta cortes - Planta assinalando : confrarias,sacristia,cartório, batistório, ambão, torre, capela de semana e lavabos - Planta assinalando: cabine de projeção, lavabos homem, lavabos senhora, vestiário, arrumo, bar e hall
Expõe as dúvidas que lhe surgem, enquanto estudioso da cultura da região de Penela, distrito de Coimbra, sobre a palavra «Ladera» ou «Ladeya» mencionada num documento. Contesta a interpretação de Viterbo. Refere o interesse que tem por uns documentos existentes na Torre do Tombo.
Justifica o atraso em acusar a receção das obras oferecidas por Alfredo Pimenta. Faz referência à variedade de transcrições para o nome «Diogo de Sunis». Comenta o trabalho “Jorge Botelho Moniz e Juliana Couceiro Tavira”. Pergunta onde pode encontrar o discurso proferido por Alfredo Pimenta ao assumir a direção da Torre do Tombo.
Incentivo ao labor na Torre do Tombo; pensa que a ditadura em Portugal está morta e que a marcha para a esquerda é irresistível, no sentido socializante. Anuncia um estudo sobre o socialismo de Antero e Oliveira Martins. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Refere que corrigiu as segundas provas do artigo que a "Revista de Arquivos, Bibliotecas e Museus" dedicou à tomada de posse de Alfredo Pimenta como diretor da Torre do Tombo. Informa que enviará a 6.ª edição da "História da Literatura Espanhola".
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação como diretor da Torre do Tombo. Divulga o esforço que teve com a campanha eleitoral em prol da consolidação da política de Salazar. Revela a intenção de criar um movimento para o regresso d’ “A Nação”.
Escritura de ratificação de venda feita por Domingos Ferreira e mulher a João Cândido Lanosa, de cinco contadas pertenças do Casal da Torre, em S. Salvador de Donim, averbada ao livro n.º 1, Mostrador de Foros, verba n.º 502-B, fl. 240.
Sebastião Marques Vieira da Silva, residente no lugar do Souto da Torre, freguesia de Briteiros São Salvador a requerer à Câmara Municipal de Guimarães licença para colocar uma tabuleta com os dizeres " O Pépe é o Homem que mais barato vende- Representações cutelarias de Guimarães - Sebastião Marques Vieira da Silva - Briteiros São Salvador ."
Declaração que fez Marta Gonçalves, viúva, e seu genro e filha, ao prazo do casal da Torre em São Romão de Rendufe, em que se declara que o campo chamado do Moinho era do Cabido e não do Mosteiro de Souto, e se desfez o erro.
O registado: Joaquina Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Lordelo, Guimarães Data de nascimento: 1911-03-22 Pai: Manuel de Araújo Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria de Guardizela, Guimarães Mãe: Quitéria Martins Naturalidade (freguesia, concelho e país): São Tiago de Lordelo, Guimarães Avós paternos: Francisco de Araújo e Felizarda Torre Avós maternos: Manuel Machado Martins e Joaquina Martins
"Sentença proferida pelo juiz de Montelongo, Pero Gonçalves, do Bairro, na demanda acerca da água da Penha que ia regar os casais da Torre e da Quinta do Pinheiro, sitos na freguesia de Santa Comba, aqual fora intentada a 26 de agosto (1473?) perante Diogo Gonçalves, de Ruivães, juiz do mesmo concelho. Escrito pelo tabelião de Montelongo, Pedro Anes."
Faz referência à situação dos alemães no pós-guerra. Relata a vida e o trabalho que desenvolve na Biblioteca do Instituto Superior de Agronomia. Conta que tem andado a ler o livro de Alfredo Pimenta. Expõe a sua proposta para uma passagem de um livro mostrado por Alfredo Pimenta, na Torre do Tombo.
Declaração e adição das devesas e montes pertencentes ao casal do Vilar em Santa Marinha da Costa, da parte do casal do prazo feito pelo Cabido ao padre Manuel António de Sousa e sua irmã Maria Teresa, moradores junto à torre de São Bento da parte de fora desta vila.
O registado: Joaquim Lixa Nº registo: 759 Naturalidade (freguesia e concelho): Donim São Salvador, Guimarães Data e nascimento: 1913/04/30 Pai: João Pinto Profissão: Mendigo Naturalidade (freguesia e concelho): Vila Nova da Lixa, Felgueiras Mãe: Ana Rodrigues Profissão: Mendiga Localidade (freguesia e concelho): Salvador da Torre, Viana do Castelo Averbamentos: Boletim de óbito nº 270 - faleceu em 1985.
Resposta de João de Bianchi a um ofício de Alfredo Pimenta que, na qualidade de diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, indigna-se com o tratamento de conservador em vez de diretor. Na resposta, João de Bianchi insurge-se contra a forma descortês como é tratado no ofício, o qual devolve.
"Emprazamento, em três vidas, de um pardieiro, junto à porta da torre velha na rua que vai para a igreja de S. Paio, feito pelos clérigos caseiros, sendo prioste Luiz Anes, e Lopo Gonçalves e mulher Catalinha Fernandes, com o foro de 10 soldos. Escrito pelo tabelião João de Sousa, na igreja de Santa Maria acerca do moimento onde jaz o chantre Pedro Afonso."
O registado: António Naturalidade (freguesia e concelho): [São Miguel do Castelo, Guimarães] Data de nascimento: 1873/08/10 Pai: António Afonso Naturalidade (freguesia e concelho): Verdejo, Valença Mãe: Rosa da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): São Pedro da Torre, Valença Avós paternos: Luis Afonso e Ana Maria Gonçalves Avós maternos: Joaquim da Silva e Maria Afonsa da Veiga
O registado: Maria Amélia Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento:1894/06/16 Pai: Adolfo Almeida Barbosa Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria da Torre, Amares Mãe: Rosa Miquelina Vasconcelos Peixoto de Morais Naturalidade (freguesia e concelho): Friões, Valpaços Avós paternos: João Manuel de Almeida Barbosa e Ana Teresa da Silva Avós maternos: Manuel José de Morais e Ana Casimira Vasconcelos Peixoto
O registado: Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): [São Miguel de Creixomil, Guimarães] Data de nascimento: 1811/04/25 Pai: João de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Ana Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: Manuel José e Catarina Luisa Avós maternos: José [Marcos] e Francisca Rosa da Torre
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para Diretor da Torre do Tombo. Revela satisfação pela leitura do livro “Contra a Democracia”. Tece comentários ao resultado das eleições. Refere a descoberta do “ninho dos bolchevistas”. Comenta sobre a sua família e a vida na quinta, em Carregadouro. Lastima o que está acontecer à Alemanha e aos compatriotas.
Pede a indicação sobre a existência de elementos sobre a atribuição de carta ou alvará de uso de brasão, na Torre do Tombo. Declara que pretende também saber a data da instituição do vínculo de Sergude, solar da família Teixeira Coelho.
Refere-se à vaga do lugar 2.º Conservador da Torre do Tombo, à sua ida ao Porto para fotografar uns documentos da Sociedade Martins Sarmento, ao encontro com o dono da Litografia e à sua passagem na casa da Madre de Deus. Alerta para a existência de roedores na Casa Sarmento para onde foi transferido o Arquivo.
Declara que envia toda a legislação que tem sobre o Arquivo de Guimarães. Comenta o comício do General [Norton de Matos]. Refere-se aos comícios do Reviralho e da União Nacional e à nomeação de Alfredo Pimenta [para o cargo de diretor da Torre do Tombo].
Esclarece um assunto de natureza financeira. Pede informações sobre a localização dos mosteiro de S. Domingos de Silos e de S. Pedro de Arlanza e sobre o motivo pelo qual não se fez uma homenagem de despedida ao diretor da Torre do Tombo [António Baião].
Refere-se à nomeação de Alfredo Pimenta para o cargo de diretor da Torre do Tombo. Tece comentários críticos ao João Semana. Informa que o Sá Tinoco vai discursar em Braga e que no Teatro Jordão há um comício do reviralho.
Trata de um assunto de natureza financeira. Questiona-o sobre o seu cargo a diretor da Torre do Tombo. Declara que deu uma descompostura ao G. D. das "Novidades" por não falar de Alfredo Pimenta na sua resenha de atividade literária. Tece comentários críticos ao João de Neiva. Comenta a notícia do João de Deus sobre a morte do Alberto Jorge.
Trata do orçamento para o Livro da Mumadona. Desfaz um equívoco sobre o Comendador Gordo. Fala da promoção de Alfredo Pimenta a primeiro conservador na Torre do Tombo, do futuro marido de uma filha e do ofício ao Diretor Geral da Fazenda Pública.
Trata da atualização dos valores do seguro, da tomada de posse do novo presidente J. Martins, do Índice do Boletim, do desentendimento entre Alfredo Pimenta e o jornal "Século" sobre a Torre do Tombo e do jornal com a referência à data da descoberta do Brasil.
Pergunta se quer que envie o caderno das dignidades da Colegiada. Refere-se às obras na casa de Alfredo Pimenta, à publicação do decreto do Arquivo, ao comentário de Alfredo de Alfredo Pimenta ao discurso do Salazar e à ida do dono da tipografia à Torre do Tombo.
Trata da permuta do "Boletim [de Trabalhos Históricos"] com a "Revista Archivos Bibliotecas y Museos", de Madrid. Participa que envia os artigos dos Dantas. Questiona-o sobre as vagas na Torre do Tombo. Informa que o seu opúsculo está à venda na Livraria Moreira.
Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta sobre as festas centenárias, publicado no jornal "A Voz". Pergunta que série de conferências vai a União Nacional Fazer. Refere-se às obras na Torre do Tombo. Reporta-se ao orçamento para o Arquivo Municipal de Guimarães.
O subsídio da Câmara Municipal de Guimarães para o Arquivo Municipal e para o "Boletim de Trabalhos Históricos"; cópia do prazo do Casal da Torre que foi do duque do Cadaval; venda de todos os exemplares do livro "Elemento de História [de Portugal"] e críticas só a do F. Sequeira do Porto.
Pedido sobre deferimento de um requerimento. Consulta-o sobre como inventariar uns códices trasladados a mando de D. Pedro em 1721 com data de 1688, cujos originais foram para a Torre do Tombo. Participa que vai separar as Cartas de Reis para lhas remeter. Refere-se à nomeação do Leonardo Coimbra para o cargo de [ministro da Instrução Pública].
Autor: O Ministério Público. Réu: Manuel Rodrigues, casado, jornaleiro do lugar do Muro, Jerónimo de Freitas, solteiro, sapateiro, do lugar da Torre, ambos da freguesia de São Claúdio de Barco, e Avelino da Sillva, solteiro, moleiro, do lugar da Rechão, freguesia de São Lourenço de Sande e acidentalmente morador no lugar das Caldelas, todos da comarca de Guimarães.
Condena os autores do atentado a [Salazar]. Alude às obras de J. P. Ribeiro, nomeadamente à dos foreiros e foros, e critica-as. Tece comentários elogiosos ao opúsculo de Alfredo Pimenta. Manifesta a sua opinião sobre a recolha da documentação da [Colegiada de Guimarães] na Torre do Tombo. Participa que ficou admirado com os números de fábricas, oficinas e população fabril de Guimarães.
Agradece o trabalho “Co[elho] da Rocha e C[amilo] Cast[elo] Branco”, de Alfredo Pimenta. Pergunta se Alfredo Pimenta recebeu a sua última carta, em resposta à de Alfredo Pimenta, onde relatava o que se passava na Torre do Tombo.
Esclarece que não citou a obra “Cartulário do Mosteiro de Crasto”, de Alfredo Pimenta, porque se esqueceu. Fala do Arquivo Coimbrão e da reprodução de um pergaminho da [Colegiada] de Guimarães. Pergunta como deve proceder para aceder aos pergaminhos da Torre do Tombo.
Fala sobre a nomeação de Alfredo Pimenta para o cargo de diretor da Torre do Tombo e do desentendimento entre este e o Martins. Pede para o informar como é que há-de obter cópias de 6 documentos das chancelarias de D. Afonso V e de D. João III, relativos aos judeus de Coimbra.
O registado: Alfredo Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Lordelo, Guimarães Data de nascimento: 1893-12-01 Pai: João da Rocha Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador da Torre, Viana do Castelo Mãe: Cecília Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Lordelo, Guimarães Avós paternos: desconhecido e Luísa da Rocha Avós maternos: desconhecido e Miquelina Rosa
O registado: Eduardo Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Lordelo, Guimarães Data de nascimento: 1898-12-30 Pai: João da Rocha Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador da Torre, Viana do Castelo Mãe: Cecília Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Lordelo, Guimarães Avós paternos: desconhecido e Luísa Rosa Avós maternos: desconhecido e Miquelina Rosa
O registado: Carolina Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Lordelo, Guimarães Data de nascimento: 1886-02-24 Pai: João da Rocha Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador da Torre, Viana do Castelo Mãe: Cecília Rosa Naturalidade (freguesia e concelho): São Tiago de Lordelo, Guimarães Avós paternos: desconhecido e Luísa da Rocha Avós maternos: desconhecido e Miquelina Rosa Exposta
1.º outorgantes: António Vieira Marques Pereira 2.º outorgantes: Jorge Vieira Marques Pereira, casado com Maria da Torre Braga Marques Pereira 3.º outorgantes: A firma "Corais & Irmão", representada pelos sócios-gerentes Evaristo Armindo Corais e Armindo Dinis Dias Corais A firma "Marques Pereira, Irmãos & Companhia, Limitada" Livro Nº 23D-57(v).
Indica a morada do major Bacelar e comunica que, logo que saiba o seu nome completo, lhe dirá. Acusa a receção da carta e agradece as palavras de Alfredo Pimenta. Participa o dia em que irá ao jornal "A Voz" e que já tem o dinheiro da Torre do Tombo.
Participa que entregaram uma carta para Alfredo Pimenta assinar e devolver, que envia o cheque da Torre do Tombo e do "Diário de Notícias" e os cartões. Refere que, quando receber d’ "A Voz", mandará as contas do que já pagaram.
O registado: Armindo Rodrigues Nº registo: 926 Naturalidade (freguesia e concelho): Donim São Salvador, Guimarães Data de nascimento: 1916/06/26 Pai: Domingos da Costa Profissão: Carpinteiro Naturalidade (freguesia e concelho): Vila Cova da Lixa, Felgueiras Mãe: Ana Rodrigues Profissão: Desconhecida Naturalidade (freguesia e concelho): Salvador da Torre, Viana do Castelo Averbamentos: Assento de óbito n.º 890 - faleceu em 1917.
Agradece o opúsculo de Alfredo Pimenta com as palavras que proferiu aquando da sua tomada de posse como diretor da Torre do Tombo. Manifesta a sua concordância com a exposição de Alfredo Pimenta, ao “Diário de Lisboa”, sobre a proposta de Jorge Botelho Moniz.
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para a Torre do Tombo. Sugere a Alfredo Pimenta que escreva diretamente para o Marques de Saltillo para obter um exemplar do folheto da conferência. Tece comentários sobre o politiquismo dos intelectuais. Comenta a situação política espanhola.
Envia os esclarecimentos pedidos por Alfredo Pimenta. Critica o facto de não haver, em Portugal, um exemplar do volume III das “Documenta Habessinias”. Conta que pediu à Torre do Tombo, há tempos, uma cópia de um documento mas que ainda não teve resposta. Revela os benefícios de um serviço de fotóstatos.
4 fotografias idênticas de António Gonçalves Torres, remador da equipa de remo nos Jogos Olímpicos de 1948. Estavam acondicionadas num pequeno envelope, identificado com o nome e o número de inscrição.
TORRES, Francisca. Filha de Gregório Rodrigues, da Nogueira de Paderne, e irmã do padre Pedro Rodrigues Torres, pároco de Chaviães. // Casou a 22/7/1723 com João Alves Ramos, filho do padre Martinho Alves Ramos e de Joana Peres, natural de Vilar, Cresciente. // Moraram nas Redondas. // Nota: Joana Peres casou, depois de ter o filho do padre, com João Gonçalves; o seu filho João foi reconhecido pelo pai sacerdote a 27/1/1722.
TORRES, Anastácio. Filho de João Manuel Rodrigues Torres e de Rosa de Lima, moradores em Lágeas. N.p. de Manuel José Rodrigues e de Teresa Maria Ferreira, de Paradela; n.m. de Anastácio José de Lima e de Marcelina Gonçalves, de Lágeas. Nasceu a 15/11/1857 e foi batizado na igreja no dia seguinte sub conditione por ter sido batizado em casa no dia em que nascera. Padrinhos: avós maternos.
TORRES, Mariana. Filha de João Manuel Rodrigues Torres e de Rosa Cunha de Lima, rurais, moradores em Casal de Arado. N.p. de Manuel José Rodrigues e de Teresa Maria Ferreira, de Paradela; n.m. de Anastácio José de Lima e de Marcelina Gonçalves, de Lages. Nasceu a 29/11/1861 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Luís Esteves, casado, lavrador, de Paradela, e Mariana de Lima, solteira, de Lages. // Faleceu em Penso a 11/1/ (de 1943?).
G. Bettencourt, Lda. / Gabriel Torres e Mota, Lda.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da suspensão das execuções contra o devedor José Inácio Torres de Macedo Novais Reidono nas comarcas de Fronteira e Avis.
Vista parcial do templo romano. Por trás, aspecto parcial da torre do Palácio dos Duques de Cadaval.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que ainda não foi possível capturar o réu suspeito dos insultos e injúrias feitos ao pároco da freguesia de São Mamede da Ventosa, no julgado de Torres Vedras e que se continuam a empregar as diligências convenientes para se efetuar a sua prisão.
TORRES, Januário. Filho de José Manuel da Gaia Torres e de Rosa Rodrigues, lavradores, de Paderne. Nasceu em Paderne por volta de 1814. // Camponês. // Era viúvo de Rosa Maria Fernandes, do lugar de Rabosa, quando casou na igreja de Penso, a 10/8/1853, com Maria Luísa, de Rabosa, filha de Manuel José Esteves Cordeiro e de Mariana Gonçalves, desse lugar, neta paterna de João António Esteves Cordeiro e de Maria Quitéria Gonçalves, de Lages, e neta materna de António José Gonçalves e de Teresa da Rocha, de Rabosa. Testemunhas presentes: padre Inocêncio José da Gaia Torres, Custódio Esteves, solteiro, morador na residência paroquial, e João José Esteves Pires, casado, de Laranjeira. // Faleceu a 4/7/1873, em sua casa de Rabosa, Penso, com 59 anos de idade, casado com a sobredita Maria Luísa, e foi sepultado na igreja de Penso. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
TORRES, Rosa Maria. Filha de Manuel António Rodrigues Torres e de Ana Maria Domingues de Sousa. Nasceu a 12/9/1832. // Faleceu sem geração.
TORRES, Joana Rosa. Filha de Manuel José Vaz Torres e de Mariana Durães (Barreiros). Nasceu em Prado a –/--/1---. // Faleceu em Prado a 7/4/1870.
Voto em separado do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro relativo ao parecer de que foi relator o Procurador-Geral João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens sobre o processo da Direção-Geral dos Próprios Nacionais em que Francisco José da Silva Torres, na qualidade de senhorio subenfitêutico do prazo denominado do Pinheiro ou Boticário, sito na rua de Santa Catarina e viela dos Pombos, na freguesia de S. Ildefonso, do Bairro Ocidental do Porto, foreiro ao cabido da Sé do Porto, pede para remir o laudémio, foro e demais encargos ao mesmo cabido.
Vista geral da Sé de Évora e zona envolvente. São visíveis as janelas do pátio do Palácio do Vimioso.
Fachada lateral da Sé de Évora: fachada do claustro e casario envolvente. É visível, parcialmente, o Palácio do Vimioso (à esquerda)
Fachada lateral da Sé de Évora: fachada do claustro e casario envolvente
Fachada lateral da Sé de Évora: fachada do claustro e casario envolvente
Vista panorâmica da Sé e zona envolvente. Ainda é visível a escadaria e edifício adjacente ao claustro, demolidos, no largo de D. Miguel de Portugal Data da imagem e número inscritos no bordo superior
Vista panorâmica da Sé e zona envolvente. Ainda é visível a escadaria e edifício adjacente ao claustro, demolidos, no largo de D. Miguel de Portugal Data da imagem e número inscritos no bordo superior
Vista panorâmica da Sé e zona envolvente. Ainda é visível a escadaria e edifício adjacente ao claustro, demolidos, no largo de D. Miguel de Portugal Data da imagem e número inscritos no bordo superior
Localidade: Torre de Moncorvo, Nossa Senhora da Assunção, concelho de Torre de Moncorvo.
Natural e/ou residente em Torre Moncorvo, Nossa Senhora Assunção, concelho de Torre Moncorvo.
Ele da freguesia de Torre, concelho de . Ela da freguesia de Torre, concelho de .
Documentação produzida no âmbito da atribuição de pensões aos ministros da religião católica que a elas tivessem direito e que as tivessem requerido, de acordo com a Lei da Separação do Estado das Igrejas de 20 de Abril de 1911, referente ao concelho de Torres Vedras, distrito de Lisboa.
Documentação produzida no âmbito da atribuição de pensões aos ministros da religião católica que a elas tivessem direito e que as tivessem requerido, de acordo com a Lei da Separação do Estado das Igrejas de 20 de Abril de 1911, referente ao concelho de Torres Novas, distrito de Santarém.
Abílio Torres ilustre médico vizelense e principal fundador do Balneário das Termas de Vizela. Esteve ligado à fundação dos Bombeiros de Vizela e da Filarmónica Vizelense. O seu nome foi dado à principal rua de Vizela. Nasceu em Barrosas em 1846. Fonte: Digital de Vizela.
TORRES, Miguel (Padre). Filho de António Joaquim Codesso Rodrigues Torres e de Joana Maria Gonçalves [da Ribeira]. Neto paterno de Diogo Rodrigues Torres e de Maria Rosa [Rodrigues] Fernandes Codesso; neto materno de Manuel Gonçalves [da Ribeira] e de Maria Gonçalves, todos lavradores e pequenos proprietários. Nasceu em Sante a 3/1/1818. // Foi pároco de Cubalhão e abade colado em Rouças desde 1868. // Foi armado «cavaleiro da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Cristo». // Morreu em Sante a 1/4/1899, apenas com o sacramento da extrema-unção, e com testamento; o seu corpo foi sepultado no adro da igreja de São Paio. O “Jornal de Melgaço” deu a notícia: «… sucumbiu no domingo de Páscoa, na sua casa de Sante, São Paio, o reverendo Miguel Rodrigues Torres (…) Era possuidor de avultados meios de fortuna, mas (…) a “senhora do bolo” foi uma “governante” que tinha em casa há muitos anos, quando é certo que tem uma infinidade de sobrinhos, aos quais deixou a “fabulosa” quantia de 50$000 réis a cada um! Era o padre mais rico deste concelho, mas, apesar disso, achava-se subsidiado pela Bula!» // O padre deixou uma filha, Maria Joaquina, gerada em Maria Rosa Domingues Carvalho, a dita “governante”, natural da freguesia de Cubalhão. // Nota: a biografia está repetida em Paderne.
TORRES, Clara. Filha de António Vaz Torres e de Rosa Soares de Castro, lavradores, residentes na Sobreira. N.p. de Francisco Vaz Torres e de Josefa Freijones, de esse lugar; n.m. de Manuel José Soares de Castro e de Antónia Pires, do Maninho. Nasceu a 13/4/1876 e foi batizada a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Domingues Caldas e Clara Domingues Caldas, solteiros, lavradores, da Sobreira. // Casou na igreja de Alvaredo a 23/4/1895 com o seu parente no 2.º grau de consanguinidade, Manuel José, de 32 anos de idade, solteiro, morador no lugar da Granja, filho de José Luís Soares (de Castro) e de Ludovina Alves, rurais. // [Em Janeiro de 1916 passou por uma grande vergonha. O correspondente do Correio de Melgaço conta-nos: «No sábado passado fomos surpreendidos pela negra nova de que uma criança recém-nascida aparecera – parece que estrangulada – à beira Minho. Comoveu-nos tanto o fúnebre achado, que nem o noticiamos na última correspondência.» // Era uma menina; estava enterrada na areia «colocada ali talvez para que a corrente quando mais volumosa a arrastasse consigo.» // Parece que a criança nascera com vida, não havendo, contudo, indícios de violência. Foram analisadas pelas autoridades médicas: Clara Vaz Torres, da Sobreira, e Maria Domingues Gama, do lugar de Esteves «não sendo encontrado pelos médicos algum indício de terem elas dado à luz.» // Suspeitava-se de uma rapariga de Britelo, Cousso, vista próximo do rio no dia anterior ao aparecimento do cadáver.] // Apesar de se ter provado a sua inocência, da suspeita ninguém a livrou. Ainda um mês não passara, já tinham capturado a mãe assassina: a tal rapariga de Cousso; fugira para a Galiza quando soube que queriam submetê-la a exames. Não lhe valeu de nada a fuga. // Clara Vaz Torres faleceu na freguesia de Penso a 5/2/1954.
Planta não concluída. Imóveis representados na planta mas não identificados: Forte e Farol de Santa Marta (atual Farol Museu de Santa Marta, Rua do Farol de Santa Marta, sem n.º); Forte Novo (destruído, Avenida Rei Humberto II de Itália); Recinto de tiro aos pombos (demolido, situava-se à direita da Casa de S. Bernardo); Casa de Santa Maria (Rua do Farol de Santa Marta, n.º 16); Casa de S. Bernardo (Avenida Rei Humberto II de Itália, n.º 235B); Casa d`Orey (Rua Frei Nicolau Oliveira, n.º 1); Casa dos Pórticos (Rua Ricardo Espírito Santo Silva, n.º 52); Torre de S. Sebastião (atual Museu Condes de Castro Guimarães, Avenida Rei Humberto II de Itália, sem n.º/Parque Marechal Carmona
Pedido para concessão de pensão do padre encomendado João Baptista Ferreira Torres na freguesia de Ganfei.
Refere a obra de Alexandre Pinheiro Torres "A Nau de Quixabá"-
Prova com assinatura do autor impressa.
Projeto de pavimentação de via na cidade.
Projeto de abastecimento de água.
Projeto de abastecimento de água.
Processo de obras de saneamento em freguesia rural.
Processo de obras de saneamento em freguesia rural.
Processo de obras de saneamento em freguesia rural.