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A favor do Reverendo Joao de Araujo Carao, abade da mesma freguesia. Localidades: Jolda, Santa Maria Madalena, Arcos de Valdevez.
A favor de João Martins da Bica, abade da dita igreja. Localidades: Lanheses,Santa Eulália, Viana do Castelo.
A favor de Francisco de Araújo, abade da dita igreja. Localidades: Santa Cruz de Lima, Santo André, Ponte de Lima.
A favor do doutor Rui Gomes Golias, provisor do arcebispado de Braga e abade da igreja de São Paio de Meixedo, concelho de Viana do Castelo.
Localidades: Loureda, São Miguel, Arcos de Valdevez; Pico de Regalados, São Paio, Vila Verde; Lavradas, São Miguel, Ponte da Barca.
Localidades: São Cosme e São Damião, Arcos de Valdevez; Cabana Maior, São Martinho, Arcos de Valdevez.
Localidades: Torre de Moncorvo, Nossa Senhora da Assunção, Torre de Moncorvo.
Localidades: Aves, São Miguel, Santo Tirso.
Tabaçô, Santiago, Arcos de Valdevez.
Localidades: Cristelo, São Miguel, Paredes de Coura.
Localidades: Vilar de Ferreiros, São Pedro, Mondim de Basto.
Concelho de Ponte da Barca.
Inventário e cadastro de todos os bens de raiz, incluindo as demarcações, existências e rendas das propriedades do donatário do reguengo. Têm por objetivo permitir o controlo das propriedades e respetivas rendas. O levantamento cadastral das propriedades implica: identificar os prédios, citar os proprietários e os confrontantes; encontrar a documentação referente às propriedades; deslocar aos prédios e proceder às respetivas medições e confrontações; efetuar vistorias aos prédios e proceder ao cálculo das prestações, em função de acrescentamentos ou reduções das dimensões que se verificam nas propriedades; elaborar as atas e passar as respetivas certidões. Contém provisões régias; alvarás de nomeação e procuração do juiz das demarcações; petições; despachos; sentenças; citações de testemunhas; autos de demarcação, medição, averiguação e colocação de marcos; requerimentos e certidões.
Treslado de documentos.
Treslado de documentos.
Primeiro outorgante: Pedro Dias, Diretor do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Miriam Halpern Pereira, Diretora do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município Municipal de Oliveira de Azeméis.
Primeiro outorgante: Miriam Halpern Pereira, Diretora do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo. Segundo outorgante: Município de Oliveira de Azeméis.
Declara que foi ao Arquivo adiantar trabalho porque tem a semana preenchida com certidões de prazos, devido à demanda entre o Bombeiros e o Lar de Santa Estefânia. Declara que remete a prova do "Boletim" para verificar se a carta do Gaspar Carvalho está no sítio correto e para fazer a revisão definitiva. Informa que vão ser distribuídos pelas livrarias de Braga, Guimarães, Porto e Coimbra os opúsculos dos "Estudos Históricos VII". Refere-se aos trabalhos para compor o "Boletim de Trabalhos Históricos". Tece comentários às notícias sobre a política espanhola e italiana. Refere-se à colocação por ordem alfabética do nome Cristo na relação e à distribuição dos opúsculos pelas livrarias. Pede para remeter as provas do Hilário e para responder à sua pergunta sobre a publicação do Catálogo dos Provedores e Escrivães da Misericórdia. Contém uma transcrição de um documento da Torre do Tombo elaborada por Alfredo Pimenta.
"Traslado das inquirições da parte da freguesia de São Torquato que não é Couto, da Lobreira e de Rendufe, por Godinho Godins, cidadão de Coimbra, João Martins, prior de Pedroso e de Tomás Fernandes, com o escrivão Vicente Pires, por ordem do rei D. Afonso, que foi conde de Bolonha, na era de 1296. Foi passado a requerimento de moradores, por ordem de D. Afonso V, e traduzido em português e subscrito por Gomes Eanes de Azurara, comendador da Ordem de Cristo, cronista, guarda-mor do tombo do reino, a 9 de Julho de 1470, em virtude do alvará dado em Évora a 10 de abril do mesmo ano. Conserva pendente o selo das armas do reino em cera branca, e é escrito em nome páginas de pergaminho, cosidas e ligadas formando um caderno".
Declara que o A. L. de Carvalho lhe entregou 58 pergaminhos do séc. XIV ao XV da Confraria de Santa Maria dos Sapateiros e pediu uma relação com as datas e que ao examiná-los encontrou um com o n.º 48 que lhe parecia estar escrito noutra língua que não o latim nem o português. Pergunta se quer que lhe envie o pergaminho para leitura na Torre do Tombo. Pedido para obter licença de aumento de máquinas. Pergunta se foi convidado para fazer uma conferência no Porto e quando. Felicita-o pelo seu aniversário natalício. Informa que consta que na tomada de posse do governador civil de Braga o João Rocha pede a demissão da Câmara e que serão nomeados na administração do concelho o João de Paiva e Bento Caldas e José Couto na Câmara.
Encontram-se preenchidos os fls. 1 a 21; 40 a 48 (exceptuando o 47) e 137 a 148 (exceptuando o 144 e 147). NB: Ao contrário do que se colocou - decerto a posteriori - na capa do livro, não se trata este de um tombo do referido mosteiro, até porque constam do presente livro referências ao tombo propriamente dito (fls. 9v e 48, por exemplo).
Macetes que incluem documentos de compra, doação, empréstimo de dinheiro a juros, autos de posse, renovação de prazos, tombo e vedoria.
O conjunto documental distribui-se pelas seguintes áreas e/ou tipologias documentais: acordãos, admissões, arrematações, contas, correspondência, igrejas, obras e tombo.
Sitas na freguesia de Santa Eufémia de Agilde que no tempo do Tombo havia Manuel Dias e Paulo Vaz era feito a favor de Francisco Martinho.
O conjunto documental distribui-se pelas seguintes áreas e/ou tipologias documentais: legados, tombo, despesa e receita, arrematações, arrendamentos, vedorias, capitulos de visita.
Bilhete-postal manuscrito assinado, de Lisboa, do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Dirigido ao filho de JAM Francisco Meneses Pinheiro, R. do Heroísmo 13, Porto.
Transcrição da Carta de confirmação de Melgaço por Afonso III, escrita em Coimbra. Termina com a indicação da sua localização na Torre do Tombo
Certidão passada pelo Arquivo Real Torre do Tombo a pedido da Duquesa de Lafões e seu marido. Contém selo branco com brasão real em papel assente em lacre.
Assinado por Rui Boto, Chanceler-Mor, e registado no tombo por Fernão de Pina, encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia.
No tempo de D. António Luís de Menezes, conde de Cantanhede, se fizera o Tombo deste Morgado, sendo Juíz o Doutor Nicolau de Brito Cardoso, em 1650.
Desconhecemos a data de fundação da Confraria do Espírito Santo, sendo no entanto provável que a sua origem esteja directamente associada à igreja e hospital com o mesmo nome. No que diz respeito ao hospital, e segundo refere Santiago Macias no artigo «Moura na Baixa Idade Média», a primeira menção conhecida a esta instituição surge num testamento de André Vaz, que em 1428 lhe deixa alguns bens, mais concretamente: 2 novilhos, umas casas no arrabalde e camas de roupa. Em relação à igreja, o padre Luiz de Almeida Cabral, que escreveu a História da Notável Vila de Moura em 1710, refere que a sua fundação é antiquíssima, embora com o orago da Caridade. Segundo o mesmo autor terá sido seu fundador, « na forma em que a vemos», Adão Gonçalves, que voltara rico da Índia, na companhia de João Gramacho, marido de D. Ângela de Moura. Possuímos poucos dados relativos a Adão Gonçalves, sabemos no entanto que em 1563, já havia falecido e que terá sido sepultado no altar - mor da igreja que havia fundado. Não cremos, como refere o padre Luís de Almeida Cabral, que a igreja mandada edificar por Adão Gonçalves seja a mesma que hoje podemos observar, pois em 1600 a Santa Casa da Misericórdia assina um termo de fiança com João de Morais, para a construção de uma igreja junto ao Hospital do Espírito Santo. Poucos anos antes, em 1596, havia a Misericórdia tomado posse da igreja e hospital que até aí havia sido administrado pela confraria do Espírito Santo. Uma das cláusulas estabelecidas no contrato assinado entre as duas instituições, estabelecia a obrigatoriedade de a Santa Casa manter em bom estado de conservação os dois edifícios. Terá pois nesta data sido construída uma nova igreja, ou pelo menos ampliada a já existente, fundada por Adão Gonçalves, e o edifício que chegou até nós será então obra da Santa Casa da Misericórdia, que a mandou edificar por João de Morais decorria o ano de 1600. Era à confraria do Espírito Santo, que competia a administração do hospital, pelo menos até 1596, data em que, como mencionámos atrás, este equipamento passou para a administração da Misericórdia local. Também a partir desta data era à Mesa da Misericórdia que competia nomear os oficiais (escrivão e mordomos), para nela servirem pelo período de um ano. Eram ainda nomeados dois hospitaleiros, a quem cabia a administração do Hospital. Estes a troco de «curarem os doentes com muito amor e caridade», recebiam «cinquenta alqueires de trigo e sete alqueires de azeite para as candeias e dez mil réis em dinheiro para lavar a roupa e remendar o fato que for necessário.» Confraria do Espírito Santo (F), Receita e despesa, 1636-1650, f. 7 As receitas da confraria provinham essencialmente de mais de três dezenas de foros que estavam instituídos em diversas propriedades urbanas e rústicas, dos peditórios que efectuavam pela vila e de arrematações de ofertas à confraria (pombos, bolos, folares de ovos, etc.). A confraria possuía ainda um rebanho de vacas, que sendo uma fonte de receita, representava igualmente uma despesa, pois o pastor recebia oito mil réis anuais pelo seu trabalho. As outras despesas da confraria decorriam essencialmente da organização da festa do Espírito Santo (pagamentos efectuados aos padres, aos artistas e músicos, ao armador que enfeitava o templo para a festa, etc.). Em 1681, após a construção de um novo hospital da Misericórdia, junto à Igreja desta irmandade, os doentes do Espírito Santo são para lá transferidos e é desactivado o hospital do Espírito Santo. Nos tempos que se seguiram à mudança, as instalações foram ocupadas por congregações religiosas, primeiro de freiras professas de S. Francisco e posteriormente de Carmelitas. É possível que com a extinção do hospital, a confraria também tenha perdido as bases que a mantinham activa e tenha acabado por também ela se extinguir. A última referência escrita que possuímos a atestar a sua actividade data de Junho de 1661. Em 1710 já estaria mesmo extinta, pois o Padre Luiz de Almeida Cabral, afirma que a Igreja teve confraria, com muitos foros e tudo se incorporou na Misericórdia. História Administrativa elaborada por Octávio Patrício (CMMRA) com recurso à documentação que constitui o Fundo e à seguinte bibliografia: - CABRAL, Luíz de Almeida - História da Notável Vila de Moura, Câmara Municipal de Moura, Moura, 1991; - MACIAS, Santiago - Moura na Baixa Idade Média: elementos para um estudo histórico e arqueológico, in «Arqueologia Medieval», nº2, Ed. Afrontamento, pp. 127-157, Porto, 1993
Documento tresladado do f. 5v. e f. 6 do tombo velho por Manoel Pires Pretto em 1719. Original datado de 1413-12-27.
Sitas na freguesia de Santa Eufémia de Agilde que no tempo do Tombo havia Manuel Dias e Paulo Vaz era feito a favor de Francisco Martinho.
O Convento de Nossa Senhora da Misericórdia de Caminha, também designado de Santa Clara, da Ordem dos Franciscanos, foi fundado em 1561 por 6 religiosas do extinto mosteiro de Aljustrel recusadas pelo Convento de Valença. Em 1876 ainda tinha freiras. Foi transformado em hospital e asilo de idosos.
Macetes que incluem documentos de compra, doação, empréstimo de dinheiro a juros, autos de posse, renovação de prazos, tombo e vedoria.
O Convento de Santa Clara de Guimarães era feminino, pertencia à Ordem dos Frades Menores (franciscanos), esteve na obediência do prior da Colegiada de Guimarães até 1608, passando então a estar sujeito ao arcebispo de Braga. Foi fundado, em 1549-1559, pelo pelo cónego Baltazar de Andrade, mestre-escola da Colegiada de Nossa Senhora de Oliveira, com a condição das suas filhas, freiras professas em Santa Clara de Amarante, virem a ocupar o abadessado "in perpetuum", iniciando-se a eleição canónica da nova superiora, depois da última morrer. A tomada de posse ocorreu em 1562. Em 1891, foi encerrado por falecimento da última religiosa e superiora.
[Lisboa] - Agradecimento pela oferta da publicação “A Indústria dos lacticínios e a questão agrária” e mensagem de felicitação do seu autor.
Anexas in perpetuum ao Tesourado da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, da vila de Guimarães. Localidades: Nespereira, Santa Eulália, Guimarães; Matamá, Santa Maria, Guimarães.
Do termo de Guimarães, a favor de Fernão Anes, cónego na igreja de Nossa Senhora da Oliveira, da dita vila de Guimarães e abade de Airão. Localidades: Airão, Santa Maria, Guimarães.
A pedido do Senhor Dom Diogo de Sousa, Arcebispo de Braga, e a favor de Afonso Formoso, abade das ditas igrejas. Localidades: Idães, Santa Maria, Felgueiras.
Concelhos de Vila Nova de Cerveira e Valença, respetivamente.
Localidade: Moreira de Cónegos, São Paio, concelho de Guimarães.
Do concelho de Vila Chã do Duque de Bragança e arcebispado de Braga, o qual se faz sendo abade o reverendo Aparício Fernandes, feito em 1591.10.27. Localidades: Carreiras,São Miguel; Carreiras, São Tiago e Portela das cabras, São Salvador, concelho de Vila Verde.
Sita no couto de Gondufe, terra do Duque de Bragança, do arcebispado de Braga, de que é Abade Francisco Borges Coutinho, feito em 1551.10.21. Localidades: Gondufe, São Miguel, Ponte de Lima.
A favor de Fernão de Lima, abade da dita igreja, 1548.07.15. Localidades: Lordelo, Nossa Senhora do Ó, Monção.
A favor de Dom Martinho de Castelo Branco, comendador da dita comenda. Localidades: Lilela, São Lourenço, Valpaços; Rio Torto, São Pedro, Valpaços.
A favor de Tomás da Costa, abade da dita igreja. Localidades: Vilaça, Santa Cecília, Braga.
A favor do licenciado Pero Gil Pinto, prior na igreja de Nossa Senhora de Chaves. Localidades: Friões, São Pedro, Valpaços.
Do concelho de Penela que mandou fazer Nicolau Fernandes, abade da dita igreja, feito em 1585.09.02. Localidades: Azões, São Paio, Vila Verde.
Que mandou fazer o Senhor Arcebispo Dom Jorge da Costa, por Diogo de Barros, seu visitador, em 1500.10.10. Localidades: Telões, São Salvador, Vila Pouca de Aguiar.
A favor de António Velho, abade das ditas igrejas, feito em 1516.09.19. Localidades: Águas Santas, São Martinho, Póvoa de Lanhoso; Moure, Santa Maria, Póvoa de Lanhoso.