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Luís Martins da Costa, filho de Luís Martins da Costa e de Joana Maria de Araújo, Senhores da Casa de Minotes, nasceu na Casa de Minotes, a 30 de agosto de 1765, e faleceu na Quinta de Aldão, em 8 de dezembro de 1830. Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, negociante matriculado na praça do Porto, Senhor da Quinta de Aldão, por herança do seu tio Domingos. Solteiro, viveu quase sempre no Porto, na rua das Hortas, onde tinha casa comercial e bancária, sob a firma Luís & José Martins da Costa, com sucursal na Baía, onde estava o irmão Francisco Martins da Costa Guimarães, e em Lisboa, onde estava o Félix Martins da Costa. Deixou como seu principal herdeiro, o seu irmão, José de Araújo Martins da Costa, senhor da Casa de Minotes e de Aldão. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Homem de Teatro, Poeta, Ficcionista e Investigador de Etnologia Rural, particularmente no que se refere à região do Alentejo. Licenciado pela Faculdade de Letras de Lisboa, dedicou grande atenção aos temas populares susceptíveis de serem teatralizados, tendo compilado e dado à estampa várias peças de teatro de todo o País. Fundou um grupo experimental, Teatro de Arco-da-Velha, que levou à cena teatro grego e alguns clássicos portugueses em espectáculos para operários, e, em 1955, fundou e dirigiu, com Orlando Vitorino, o Teatro d’Arte de Lisboa, para o qual traduziu obras de Graham Greene (A Casa dos Vivos), Lorca (Yerma) e Tchekov (As Três Irmãs). Realizou para o cinema os filmes "O Alentejo Não Tem Sombra", "Para onde Vais, Maria"; "Eu Fui ao Jardim da Celeste" e "Fábula de Leitura". Como Poeta e Ficcionista, os seus temas predilectos incidiam sobre a paisagem e costumes da sua província natal, dentro de um regionalismo folclorista, afinal prolongamento das suas investigações etnológicas. Colaborou em várias revistas e pertenceu à Direcção da Associação de Defesa dos Direitos de Autor. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2017/04/13/azinhal-abelho-um-escritor-alentejano-que-escreveu-e-divulgou-o-alentejo-real/
Joaquim Teófilo Fernandes Braga nasceu em Ponta Delgada e foi um dos principais representantes da Geração de 70 e um dos mais prolíficos autores da segunda metade do século XIX e inícios do século XX, a quem Ramalho Ortigão se referiu como "o trabalho de uma geração inteira empreendido no cérebro de um só homem", tendo deixado uma obra monumental nos domínios da poesia, da história literária, da teoria da literatura, da ficção e da tradução. Estreia-se na literatura em 1859 com Folhas Verdes. Bacharel, Licenciado e Doutor em Direito pela Universidade de Coimbra, fixa-se em Lisboa em 1872, onde leciona literatura no Curso Superior de Letras (atual Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa). Da sua carreira literária contam-se obras de história literária, etnografia (com especial destaque para as suas recolhas de contos e canções tradicionais), poesia, ficção e filosofia, tendo sido ele o introdutor do Positivismo em Portugal. Em 1891, redigiu o manifesto e o programa do Partido Republicano. Logo após a proclamação da República, em 1910, foi escolhido para presidente do Governo provisório. A sua carreira política terminou após exercer fugazmente o cargo de Presidente da República, em substituição de Manuel de Arriaga, entre 29 de Maio e 5 de Outubro de 1915. in: Teófilo Braga in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-11-28 17:04:52]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$teofilo-braga
Ernesto Marçal Martins Gonçalves nasceu a 30 de Junho de 1898, na freguesia do Monte, Funchal. Frequentou o Liceu do Funchal, após o qual enveredou pelo curso de Direito, inicialmente na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, posteriormente na Faculdade de Direito de Lisboa. Em 1919, enquanto na Faculdade de Coimbra, foi diretor da revista Ícaro juntamente com Cabral do Nascimento. Em Lisboa, depois de formado, paralelamente à advocacia, foi novamente diretor de uma revista, desta feita da revista de cultura literária, política, social e económica Acção Realista. Regressou à Madeira desapontado com o insucesso dos movimentos pró-monárquicos nos quais estava engajado. Na sua terra natal continuou a exercer advocacia, além de lecionar no Liceu Jaime Moniz e de ser vogal da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal. A sua bibliografia encontra-se dispersa por várias publicações periódicas: Arquivo histórico da Madeira; Das artes e da história da Madeira. Na sua maioria, os seus artigos são de cariz histórico, todavia poderá encontrar alguns textos ficcionados, como Páginas de Coimbra e Folhas de cadernos antigos e algumas conferências como O destino da Pátria Portugalense e A família.. In: https://bmfunchal.blogs.sapo.pt/3359.html
Agustina Bessa-Luís nasceu em Vila Meã, Amarante, em 1922. A família do seu pai era do Norte do país e a sua mãe era espanhola.Viveu durante a infância e adolescência na região de Entre-Douro e Minho e depois em Coimbra até 1948. Casou em 1945 com Alberto de Oliveira Luís. A partir de 1948 fixou residência no Porto. Começou a escrever aos 16 anos e em 1950 publicou o seu primeiro romance, “Mundo Fechado”. O reconhecimento chegaria em 1952, com a atribuição do Prémio Delfim de Guimarães ao livro “Sibila”, galardoado no ano seguinte com o Prémio Eça de Queiroz. Foi membro do conselho directivo da Comunitá Europea degli Scrittori (Roma, 1961-1962).Em 1986 foi mandatária de Diogo Freitas do Amaral nas eleições presidenciais. Entre 1986 e 1987 foi Directora do diário O Primeiro de Janeiro (Porto). Entre 1990 e 1993 assumiu a direcção do Teatro Nacional de D. Maria II (Lisboa) e foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social. É membro da Academie Européenne des Sciences, des Arts et des Lettres (Paris), da Academia Brasileira de Letras e da Academia das Ciências de Lisboa. Aos 81 anos, Agustina Bessa-Luís recebeu o Prémio Camões, considerado o mais importante prémio literário da língua portuguesa.
(…) "O Dr. Joaquim de Oliveira Bragança nasceu no dia 6 de Outubro de 1925 na freguesia de Abação, Guimarães, filho de Domingos de Oliveira Bragança e de Albina Mendes Ferreira. Frequentou os Seminários diocesanos de Braga e foi ordenado sacerdote em 15 de agosto de 1949. No dia 10 de setembro seguinte foi nomeado vigário cooperador de Fafe; a 30 de dezembro de 1952, foi nomeado pároco de Garfe, Póvoa de Lanhoso e a 7 de agosto de 1956, pároco de Santa Marinha da Costa, Guimarães. Frequentou em Paris (1958-1962) o Instituto Superior de Liturgia, onde se doutorou a 18 de junho de 1962, com uma tese sobre “La Vigile Pascale du Missal de Mateus”. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo preparado a edição do importante manuscrito do 2.º quartel do séc. XII chamado Missal de Mateus. Em 1968 foi nomeado professor da Faculdade de Teologia de Lisboa. Foi Professor do Instituto Superior de Cultura Católica e Director da Revista “Didaskalia”, da Faculdade de Teologia de Lisboa. Fez parte da Comissão Organizadora do l Congresso Histórico de Guimarães (19 a 23 de junho de 1979 - Guimarães e sua Colegiada) como secretário-geral e foi também um ilustre colaborador do nosso jornal “O Conquistador”. Lima de Carvalho" Faleceu a 24 de Maio de 2014. <http://www.oconquistador.com/noticia.asp?idEdicao=268&id=7273&idSeccao=1203&Action=noticia>
Diplomata e depois professor, funcionário superior da Câmara Municipal de Guimarães e da de Lisboa. Poeta e dramaturgo de sucesso, viu representadas no Teatro Nacional três das peças que escreveu (Perdoar, Maria Isabel e Ave de Rapina), publicou outras nunca representadas (A Casa e Já não Temos Vinte Anos). Amigo de Florbela Espanca, e seu contemporâneo na Faculdade de Direito de Lisboa, animou-a a publicar o Livro de Soror Saudade; são, de resto, inegáveis as afinidades de estilo entre muitos dos versos (nomeadamente nos sonetos) de Durão e Florbela. Personalidade influente no mundo literário, colaborou nas revistas A Águia, Contemporânea e Seara Nova (1922). Como sonetista, Américo Durão «é um dos maiores poetas da geração nova» (Seara Nova, 1-2-1922), merecendo hoje ser mais relembrado e estudado. João Gaspar Simões, na crítica à Lâmpada de Argila, valoriza nele o poeta do amor não o da inspiração religiosa, e diz que «os seus sonetos vibram de luz, de vida física, magoam quase de tão cintilantes, de tão provocadores, na sua exuberância sensual. Tudo que aos sentidos é sensível - eles o reflectem e superiormente sabem perpetuar». O seu contemporâneo Mendes de Brito escreveu sobre ele um ensaio: Três Livros de Américo Durão (1923). In:http://livro.dglab.gov.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=8797
Guilherme Augusto Pessanha de Sequeira Braga Leite de Faria nasceu no dia 6 de outubro de 1907, em Guimarães. Foi o quinto filho de António Baptista Leite de Faria [1870-1957] e de Lúcia Eduarda Pessanha de Sequeira Braga [1881-1969]. Em 1919, mudou-se com a família para Lisboa e, uma década depois, com apenas 21 anos, pôs fim à sua vida, na Boca do Inferno, em Cascais. Foi poeta e assumiu-o tão fatalisticamente que negou a si próprio a possibilidade de ter sido outra coisa. Apesar de efémera, a sua vida foi muito intensa. Entre 1922 e 1929, Guilherme de Faria publicou Poemas e Mais Poemas (1922), Sombra (1924), Saudade Minha e a plaquete Oração a Santo António de Lisboa (1926), Destino e Manhã de Nevoeiro (1927). Postumamente, em 1929, foram editados Desencanto e Saudade Minha (poesias escolhidas). Organizou uma Antologia de Poesias Religiosas, que só seria publicada em 1947, foi editor de Teixeira de Pascoaes e relacionou-se, com maior ou menor proximidade, com as principais figuras das letras e das artes do seu tempo. In: http://www.guilhermedefaria.com/memoria/; https://bloguedominho.blogs.sapo.pt/guimaraes-recorda-poeta-guilherme-de-3170157
Júlio Dantas licenciou-se em medicina pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa (1900), começou por ser médico militar. Abandonando o Exército, foi inspetor das bibliotecas eruditas e arquivos (1912-1946), professor e diretor da secção dramática do Conservatório (1912-1930) e diretor do Conservatório (1930-1935). Foi deputado às Cortes na monarquia pelo Partido Progressista (1905-1906), senador sob o sidonismo e dirigente do Partido Republicano Nacionalista (1923), pelo qual também foi senador. Foi ministro da Instrução (1921-1922) e dos Negócios Estrangeiros (1923) e várias vezes presidente da Academia das Ciências de Lisboa. Após a estreia da sua peça “Soror Mariana”, em 21 de Outubro de 1915, Dantas foi alvo do Manifesto Anti-Dantas de Almada Negreiros, publicado em 1916. No drama "Os Crucificados" (1902), Dantas abordou pela primeira vez no teatro português a temática da homossexualidade. A sua obra literária gozou de grande popularidade em Portugal e era estimada também em Espanha e no Brasil. In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 651-652
Joaquim Agostinho da Rocha nasceu em Cevide, Cristóval, Melgaço, onde residiu até aos seis anos de idade. Depois foi para a Vila de Melgaço, terra de sua mãe. Permaneceu ali até aos vinte anos, altura em que ingressou no serviço militar. Cumpriu cerca de um ano na “Metrópole” e quase dois anos na Guiné-Bissau. / Em finais de 1967 regressa e fixa a sua residência em Lisboa. Em finais de 2000 transfere-se para Braga, onde ainda vive. Quanto a estudos: saiu de Melgaço com a 4.ª classe mais dois anos do Curso Elementar de Estudos Agrícolas, portanto com a equivalência à sexta classe, ou 2.º ano dos liceus. Na capital do país fez o Curso Comercial e o Curso Complementar de Contabilidade e Gestão de Empresas (Técnico de Contas). Fez depois algumas disciplinas no Liceu e o Ano Propedêutico, permitindo-lhe ingressar na Faculdade de Letras, onde completou o 2.º ano do Curso de Línguas e Literaturas Modernas (Estudos Portugueses). Devido a incompatibilidades de horários, completou o Curso na Universidade Autónoma de Lisboa (Luís de Camões) com a média de 16 valores. Quanto a empregos: foi empregado de escritório, contabilista, bancário, bibliotecário e professor. Dedica-se, atualmente, ao estudo da história e cultura de Melgaço, e também ao estudo da genealogia, ou seja, à biografia dos melgacenses em geral.
Existências: Nº 832 (1922), Nº 876 (1924); Nº 898 (1925); Nº 899 (1925); Nº 911 (1925); Nº 927 (1926); Nº 944 (1927); Nº 963 (1928); Nº 965 (1928); Nº 985 (1929); Nº 989 (1929) • Assuntos: Caminhos de ferro.
Existências: Ano II, Vol. 17-18, Vol. 1 ; III Serie, Nº 10-12 (1923); Nº 13-24 (1924); IV Serie, Nº 1 (1925), Nº 6, Nº 7, (1926); V Serie, Nº 7, Nº 9-10 (1928); Nº 11-12 (1929) • Assuntos: Literatura/Arte.
Caderno com a Memória, desenvolvida em: - Parte 1ª - §§ 1 a 3 (fol. 1-2v); - Parte 2ª - §§ 1 a 7 (fol. 2v-5); - Parte 3ª - §§ 1 a 4 (fol. 5-6); - Parte 4ª - artºs. 1 a 18 (fol. 6-11).
Processo de aprovação do auto de recepção definitiva da empreitada nº 1 de terraplanagens, valas de esgoto e aquedutos entre perfis 597 e 766. Documentação respeitante à licitação da empreitada, autos de recepção provisória e definitiva e pareceres da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas.
Projecto da serventia para o semáforo de Oitavos, na extensão de 552,78 m. Peças escritas: memória descritiva e caderno de encargos, medições, série de preços e orçamento. Peças desenhadas: planta geral, perfil longitudinal e perfis transversais.