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Vários aspetos do Jogo de futebol do Lusitano e o Benfica - Campeonato Nacional 1ª Divisão Desafio no Campo Estrela, cujo resultado final foi o seguinte: Lusitano 0; Benfica 3 Para além da grande enchente do campo Estrela o aspecto mais comentado foi a arbitragem pouco imparcial. Notícia local: “ A arbitragem do Sr. Joaquim Campos, de Lisboa, foi bastante prejudicial para o Lusitano, o que não admira dado a que era um arbitro da Capital e por mais que não quizesse tinha de puchar para os chamados grandes.” In Notícias d’ Évora, Ano 53.º, n.º 15675, 3/12/1952
A Torre do Tombo é de uma das instituições mais antigas de Portugal. Desde a sua instalação numa das torres do castelo de Lisboa, ocorrida provavelmente no reinado de D Fernando e seguramente desde 1378, data da primeira certidão conhecida, até 1755, prestou serviço como Arquivo do rei, dos seus vassalos, da administração do reino e das possessões ultramarinas, guardando também os documentos resultantes das relações com os outros reinos. Em 1990, foi construído um edifício propositadamente para albergar o Arquivo Nacional na Alameda da Universidade, dispondo de mais amplas instalações, ocorreram novas incorporações, nomeadamente, em 1992, com a entrada da documentação das Secretarias de Estado. In: http://antt.dglab.gov.pt/inicio/identificacao-institucional/6-2/
Conde de Sousa e Faro é um título nobiliárquico criado por D. Carlos I de Portugal, por Decreto de 21 de Outubro de 1907, em favor de Claudino Augusto Carneiro de Sousa e Faro (1.º conde de Sousa e Faro). Após a Implantação da República Portuguesa, e com o fim do sistema nobiliárquico, usou o título: Bernardo Carneiro de Sousa e Faro, 2.º Conde de Sousa e Faro, que nasceu em Luanda, Nossa Senhora dos Remédios, 02.03.1876 e faleceu em Lisboa, 05.02.1952. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_Sousa_e_Faro https://geneall.net/pt/nome/51230/bernardo-carneiro-de-sousa-e-faro-2-conde-de-sousa-e-faro
O padre Benevenuto de Sousa foi um dos grandes jornalistas católicos do fim do século XIX e princípio do século XX. Nacionalista assumido foi um dos fundadores do "Apostolado da Boa Imprensa", e director de alguns jornais católicos como sejam, entre outros, "Folhas Soltas" (Porto, Covilhã e Torres Novas), "O Petardo" (Porto e Lisboa) e "Luz e Fogo" (Torres Novas). Colaborou ainda em jornais como, por exemplo, "A Palavra", "O Grito do Povo", e "A Ordem", todos do Porto. In: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/FichasHistoricas/OPetardo.pdf
Luís Cardoso Martins da Costa Macedo e Ana Júlia Rebelo Cardoso casaram, em 5 de julho de 1866, capela da Casa da Portela, São Jorge de Selho, Guimarães. Ambos transformaram a Casa do Carmo na “sala de visitas” de Guimarães, abrindo as suas portas para receber reis, príncipes, altos dignitários da igreja, ministros de Estado e aristocratas. Dos seis filhos, os cinco homens casaram, à exceção da primogénita, Luísa da Conceição. As alianças matrimoniais destes atestaram a consolidação de uma mobilidade social ascendente. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
Maria de Lourdes Correia da Silva de Sampaio de Melo e Castro filha de António Manuel Pedro da Conceição Correia da Silva de Sampaio Melo e Castro, 1.º visconde de Castelo Novo, e de Maria Luísa de Melo da Cunha de Mendonça e Menezes, nasceu em Lisboa a 14 de agosto de 1896 e faleceu na mesma cidade a 23 de março de 1943. Casou com Francisco Maria Martinho de Almeida Manoel de Vilhena, 9º conde de Vila. In: https://www.geni.com/people/Maria-de-Lourdes-Correia-da-Silva-de-Sampaio-de-Melo-e-Castro-Condessa-de-Vila-Flor/6000000020800598974
António Gomes de Oliveira, nasceu na freguesia da Vela, Distrito da Guarda, em 21 de novembro de 1899. Licenciado em medicina pela Universidade de Coimbra em 1923, começou a exercer na cidade da Covilhã, onde fundou a Casa de Saúde de São Tiago. Além da atividade profissional exerceu diversos cargos na mesma cidade, nomeadamente, como presidente da direção do Sporting da Covilhã, membro da Comissão de Turismo da Serra da Estrela, presidente do Orfeão da Covilhã, presidente da direção dos Bombeiros Voluntários da Covilhã entre 1943 a 1951, foi vereador da Câmara Municipal da Covilhã, diretor do Jornal Notícias da Covilhã em 1944. Faleceu em Lisboa no dia 21 de Dezembro de 1955.
Licenciou-se em Direito (1917), realizando o seu Doutoramento 81923), na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sendo a sua tese arguida pelo Doutor António de Oliveira Salazar. Exerceu advocacia em Lisboa (1925-1927). Foi vice-presidente do Tribunal de Contas (1930-1948), que tinha sido criado por Salazar. Foi presidente do mesmo tribunal de (1948-1964). A convite de Salazar, foi subsecretário de Estado das Finanças (1931-1935), vindo a substituir João Pinto da Costa Leite no cargo de Ministro das Finanças (1950-1955). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Artur_Águedo_de_Oliveira
Gonçalo Pereira da Silva de Sousa e Meneses, 3º conde de Bertiandos, foi Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e seu oficial-mor honorário, era bacharel formado em direito pela Universidade de Coimbra, político, escritor e filantropo, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa e fundador e presidente da Real Associação Central da Agricultura Portuguesa. in: Publicada in: Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta / Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. Guimarães: Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, 1963, p. 75
Foi professor e político, nasceu em Coimbra, a 7 de novembro de 1894, faleceu a 30 de março de 1968. Na sua carreira profissional exerceu como professor liceal e reitor dos liceus Júlio Henriques (1933-1934), José Falcão (1934-1936) e D. João III (1936-1942), em Coimbra. Na política, foi Presidente da Câmara Municipal de Coimbra entre 1942-1951, em cuja qualidade integrou a Câmara Corporativa, em representação dos restantes municípios urbanos do Continente (excluídos Lisboa e Porto), Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Coimbra, Presidente do Conselho de Administração da Federação das Caixas de Previdência e Abono de Família. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/OsProcuradoresdaCamaraCorporativa/html/pdf/o/oliveira_alberto_sa_de.pdf
António Baptista de Sousa, 1.º visconde de Carnaxide. Advogado, jurista, funcionário judicial, administrador de empresas, jornalista, político e poeta. Foi deputado às Cortes pelo Partido Progressista (1884-1893) e eleito par do reino (1894). O título de visconde foi-lhe concedido por D. Carlos em 1898. Publicou diversas obras jurídicas e cinco livros de poesia. Foi director da revista O Direito e sócio da Academia das Ciências de Lisboa. Avô do 2.º visconde de Carnaxide, o historiador António Baptista de Sousa Pedroso (1902-1961). in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 681
José de Matos Sobral Cid (Cambres, Lamego, 29 de Junho de 1877 — Lisboa, 28 de Abril de 1941), mais conhecido por Sobral Cid, foi um médico e professor de Psiquiatria da Universidade de Coimbra. Exerceu as funções de governador civil do Distrito de Coimbra (1903-1904) e foi Ministro da Instrução Pública em dois dos governos da Primeira República Portuguesa (1914). Como professor universitário, criou a escola portuguesa de psicologia clínica, fundamentada na semiologia psiquiátrica, na definição de conceitos psicológicos, assente numa prática de clínica humanizada que valoriza a relação entre médico e doente sem perder o sentido médico da psiquiatria e as suas bases biológicas. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Sobral_Cid
António Faria de Carneiro Pacheco, nasceu em Santo Tirso, a 14 de novembro de 1887, faleceu em Cascais, a 21 de novembro de 1957, mais conhecido por Carneiro Pacheco, foi um professor de Direito na Universidade de Lisboa e político que exerceu funções como presidente da comissão executiva da União Nacional e Ministro da Educação Nacional, cargo em que se distinguiu no estabelecimento dos fundamentos da política de educação do Estado Novo, materializada na denominada Reforma Carneiro Pacheco, operada pela Lei n.º 1941, de 11 de abril de 1936 (a Lei de Bases da Educação do Estado Novo). In: https://pt.wikipedia.org/wiki/António_Carneiro_Pacheco
Professor, ensaísta e historiador, de nome completo António Hernâni Cidade, nascido em 1887, no Redondo, e falecido em 1975. Em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial, foi feito prisioneiro, passando por vários campos de concentração alemães. Foi depois condecorado com a Cruz de Guerra. Tornou-se professor das Faculdades de Letras de Lisboa e do Porto, tendo-se doutorado em Filologia Românica. Ensaísta e historiador da literatura de excecional craveira, dedicou-se sobretudo aos estudos camonianos e dos séculos XVIII e XIX. Foi também um notável divulgador da cultura portuguesa. In: https://www.infopedia.pt/$hernani-cidade
Alexandre Jorge Maria Idalécio Raimundo Rey Colaço, nasceu em Tanger, em 30 de abril de 1854 e morreu, em Lisboa, em 11 de setembro de 1928, foi um pianista, compositor português e professor dos príncipes D. Luís Filipe de Bragança e D. Manuel de Bragança (futuro rei D. Manuel II de Portugal). Os trabalhos de Colaço estão entre os primeiros a incorporar temas populares portugueses à música para piano: Coleção de Fados, Bailarico, Jota, Malagueña e Pequenas peças, Cantigas de Portugal (para piano e voz). Também escreveu o livro De Música, sobre sua experiência e reflexões acerca da música. In: https://www.meloteca.com/portfolio-item/alexandre-rey-colaco/
Possidónio Mateus Laranjo Coelho, nasceu em Castelo de Vide, 16 de novembro de 1877 e faleceu em Lisboa, 4 de março de 1969, foi um jurista e professor liceal, publicista e conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, que se notabilizou como paleógrafo e diplomatista. Para além de ter exercido diversos cargos de nomeação política, entre os quais o de governador civil do Distrito de Portalegre, foi presidente da Academia Portuguesa da História e membro de diversas academias e sociedades científicas. Encontra-se colaboração da sua autoria na Revista de Arqueologia (1932-1938) e nos Anais das bibliotecas, arquivo e museus municipais. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Possid%C3%B3nio_Mateus_Laranjo_Coelho
Atriz portuguesa, de nome completo Beatriz da Conceição Costa, nascida em 14 de dezembro de 1907, em Charneca do Milharado, e falecida em 15 de abril de 1996, em Lisboa, no Hotel Tivoli. Oriunda de família muito pobre, era analfabeta quando iniciou a sua carreira artística, tendo sido por iniciativa própria que começou a estudar. Estreou-se em 1923, como corista, na revista Chá e Torradas, mediante uma carta de apresentação da atriz Ema de Oliveira que a recomendou ao empresário António de Macedo. Gradualmente, foi ganhando alguma projeção e, numa digressão ao Brasil, em 1924, surpreendeu o público com a revista Fado Corrido, onde celebrizou a canção Mademoiselle Garoto. Em 1927, começou a utilizar a franja que a deixaria famosa. Nesse mesmo ano, estreou-se em cinema, num filme mudo realizado por Rino Lupo: O Diabo em Lisboa. Seguiram-se os filmes Fátima Milagrosa (1928), onde dançou um tango com um então jovem Manoel de Oliveira, Lisboa, Crónica Anedótica (1930), de Leitão de Barros, e A Minha Noite de Núpcias (1931), de Alberto Cavalcanti. A sua popularidade disparou em flecha, quando protagonizou, ao lado de Vasco Santana, o filme A Canção de Lisboa (1933), onde desempenhava a ingénua costureira Alice, tendo popularizado o tema musical A Agulha e o Dedal. Seguiu-se a participação no filme O Trevo de Quatro Folhas (1936), de Chianca de Garcia, e numa revista que fez história: Arre Burro (1936), que permaneceu dois anos em exibição. Voltou ao cinema três anos depois, com mais uma personagem emblemática: a lavadeira Gracinda em A Aldeia da Roupa Branca (1939). Entre 1939 e 1949, passou a viver no Brasil, onde gozou duma extraordinária popularidade, muito devido à canção Tiro-Liro-Liro. Regressou ao Parque Mayer, em 1949, aí continuando a trabalhar até 1960, ano em que se despediu dos palcos com a revista Está Bonita a Brincadeira (1960). Até ao fim da sua vida, recusou liminarmente todos os convites para regressar ao teatro de revista, alegando que o género se encontrava em decadência. Viveu no Hotel Tivoli até ao seu último dia de vida sem mais voltar ao espetáculo. A única exceção foi o concurso televisivo Prata da Casa (1980), apresentado por Fialho Gouveia, onde Beatriz Costa estava integrada no júri, ao lado de personalidades como Alexandre O'Neill e Branquinho da Fonseca. Publicou alguns livros, como Sem Papas na Língua (1975), Quando os Vascos Eram Santanas...e Não Só (1978) e Mulher sem Fronteiras (1981). In: https://www.infopedia.pt/$beatriz-costa
Júlio Dias da Costa fez parte, com Alfredo Pimenta, do grupo «Os Intransigentes», constituído por 160 estudantes, em 1907, após a greve académica de Coimbra. Tornou-se um investigador esclarecido e apaixonado admirador da obra de Camilo Castelo Branco. Reuniu as obras de Camilo em vários volumes "Dispersos de Camilo", publicados em 1925 e 1926, em Coimbra, pela Imprensa da Universidade. Desempenhou funções de escrivão do Tribunal da relação de Lisboa e foi secretário (1912-13) do Ministro das Finanças, chefe de Gabinete (1917-18) do Ministro da Justiça.
Com origem no Porto, em finais do século XVIII, a Casa Leitão torna-se uma referência na Joalharia ao ser nomeada, em 1873, por D. Pedro II, Imperador do Brasil, Ourives da Casa Imperial Brasileira e, em 1887, por D. Luís I, Rei de Portugal, Joalheiros da Coroa Portuguesa. O título de Joalheiros da Coroa faz com que a Casa Leitão se transfira do Porto para Lisboa, para junto da Corte, onde estabelece uma “moderna” oficina de ourives que ainda se mantém em laboração nos dias de hoje. In: https://www.leitao-irmao.com/historia/
José Cardoso Martins de Menezes, representante do título do Conde de Margaride,Tenente-Coronel de Cavalaria, distinto cavaleiro, Comendador da O. de Avis, medalha de Mérito Militar, combatente da 1.ª Guerra Mundial em França. Era filho de João Cardoso Martins de Menezes e de Helena Madalena de Soutomaior Felgueiras. Casou com Maria Antónia Cardoso Martins Machado Corrêa de Barros. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 57-58.
Oliva Correia de Almada Meneses Guerra nasceu em Sintra, a 10-05-1898 e faleceu em Lisboa em 1982. Poetisa, musicóloga (pianista e historiadora de música), professora, desde 1946, de Português e Literatura, do Conservatório Nacional, e Cronista. Era filha de Constâncio Alfredo de Almada Meneses Guerra e de Antónia Augusta Correia. Tinha os cursos superiores de Piano e de Cultura Italiana. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2018/05/10/recordamos-hoje-a-poetisa-professora-e-musicologa-oliva-guerra-no-dia-em-que-passa-mais-um-aniversario-sobre-o-seu-nascimento/
O Instituto de Investigação Científica de Bento da Rocha Cabral (mais conhecida simplesmente como Instituto Rocha Cabral) é uma fundação portuguesa com sede em Lisboa, de utilidade pública e sem fins lucrativos, criada em 1922 em cumprimento da disposição testamentária de Bento da Rocha Cabral, tendo por objetivo "a realização de trabalhos de investigação científica, principalmente no campo das ciências biológicas" (dos Estatutos). Inicialmente com quatro secções (Fisiologia, Histologia, Química Biológica e Bacteriologia) evoluiu posteriormente no sentido da Bioquímica, da Investigação Teórica (Computacional) e da História e Filosofia das Ciências. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Rocha_Cabral
Raul da Costa Couvreur filho de Júlia Penteado da Costa Couvreur e de Jaime Agnelo dos Santos Couvreur, nasceu a 27 de agosto de 1879 em Lisboa e faleceu a 24 de junho de 1959, foi um engenheiro, professor, numismata e escritor português. Casou com Deborath Olímpia de Aguiar Craveiro Lopes Couvreur. Ficou conhecido por ter empreendido a construção da Estação Ferroviária do Sul e Sueste, da ligação ferroviária entre Tavira e Vila Real de Santo António, do Ramal do Montijo, e de outros troços ferroviários. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_da_Costa_Couvreur
Nasceu em Paramos, Espinho a 5 de fevereiro de 1917. Licenciado em Filologia Clássica pela Universidade de Coimbra foi reitor do Liceu da Guarda, professor do Colégio Militar, diretor do Instituto D. Manuel II e diretor do “Átrio – Formação e Ensino”, secção de propedêutica do Instituto Superior de Línguas e Administração. Exerceu cargos político-administrativos, como vogal da Comissão Distrital de Lisboa da União Nacional, chefe da secretaria geral do Ministério da Educação Nacional, vogal da Comissão Executiva da Campanha de Alfabetização de Adultos e de secretário-geral da União Nacional do Grémio dos Espetáculos (1951-1965). In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/m/meneses_miguel_augusto_pinto_de.pdf
Natural de Guimarães, formado em Medicina pela Escola Médico-Cirúrgica do Porto, Presidente da Sociedade Martins Sarmento (1894-1895, 1899-1901, 1905-1907, 1918-1919), presidente da Câmara Municipal de Guimarães, procurador à Junta Distrital, director e professor da Escola Industrial Francisco de Holanda, médico dos hospitais da Misericórdia de São Francisco e de São Domingos. Notável orador, foi um destacado vulto da política local. Assinou com Alberto Sampaio, o "Relatório da Exposição Industrial de Guimarães de 1884". Fez parte do grupo de vimaranenses na célebre questão política entre Guimarães e Braga (1885), in: CONDE DE MARGARIDE: Correspondência Política (1870-1918) / Abel Rodrigues. Lisboa: Alêtheia Editores, 2015, p. 253.
Mário Augusto de Miranda Monteiro foi deputado às Cortes por Portimão (1901) e por Portalegre de 1904 a 1910, nas listas do Partido Regenerador. Foi o último presidente da Câmara Municipal de Nisa sob a monarquia. Eleito senador pelo Alentejo em 1918, nas listas monárquicas. Em 1912 foi advogado de conspiradores monárquicos presos pelas autoridades republicanas. Pertenceu à Cruz Nacional Nun’Álvares (1927), organismo assistencial da Cruzada Nacional Nun’Álvares. Primeiro presidente do conselho distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados (1929-1932). Membro do Instituto de Coimbra. in: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 673-674
Nasceu em Lisboa, a 18 de agosto de 1909, foi escritor, poeta e jornalista. Trabalhou como secretário de redação do jornal Novidades, fundou e dirigiu o jornal infantil “O Papagaio” e foi diretor do “Diabrete” e do gabinete de programação da “Emissora Nacional”, onde produziu diversos programas radiofónicos. Estreou-se na literatura com o livro de poemas “Asas de Ícaro” (1926), mas foi na literatura infantil que se celebrizou. Em 1982 foi distinguido com o Grande Prémio da Literatura Infantil, da Fundação Calouste Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra literária. Faleceu a 17 de abril de 1989. In: https://www.wook.pt/autor/adolfo-simoes-muller/9222
Henrique José Barrilaro Fernandes Ruas (Figueira da Foz, 2 de Março de 1921- Parede, 14 de Julho de 2003), foi historiador, ensaísta e político. Formou-se em História e Filosofia pela Universidade de Coimbra (1945) tendo frequentado em Paris, com bolsa do Estado Francês (1947-49), a École des Chartes e o Institut Catholique. Foi Presidente do Centro Académico de Democracia Cristã (Coimbra, 1942-43) e sócio-fundador” do Centro Nacional de Cultura (Lisboa, 1945) de que foi diretor em 1955. In: https://www.estudosportugueses.com/henrique-barrilaro-ruas-1921-2003.html
A Cruz Vermelha Portuguesa é a sociedade nacional portuguesa do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. A CVP é uma instituição humanitária de utilidade pública destinada a defender a paz, garantir o respeito pela dignidade da pessoa humana, menorizar os efeitos da guerra e a promover a vida e a saúde. Foi fundada em 1865, com a designação "Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha (SPCV)". A sede nacional da CVP está localizada no Palácio dos Condes de Óbidos em Lisboa. Possui estruturas locais distribuídas por todo o país. In:https://pt.wikipedia.org/wiki/Cruz_Vermelha_Portuguesa
ABC é a denominação comum a um conjunto de três revistas, propriedade da Sociedade Editorial ABC Lda., publicadas em Lisboa nas décadas de 1920 e 1930: ABC; ABC a Rir; ABC-zinho. A ABC "Revista Portuguesa" foi um semanário generalista, profusamente ilustrado fotograficamente, publicado entre 1920 e 1932. Em paralelo com a sua ação principal, a ABC contou, entre os seus colaboradores, com artistas pertencentes à 1ª e 2ª geração de modernistas portugueses, entre os quais Jorge Barradas, Stuart Carvalhais e Emmerico Nunes. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/ABC_(revista)
Luís Augusto Ferreira Martins (Lisboa, 7 de abril de 1875 - Algés, Oeiras, 26 de junho de 1967) foi um general de Artilharia e historiador português. Frequentou o Colégio Militar. Foi subchefe do Estado-Maior do Corpo Expedicionário Português em França, tendo sido promovido a general em 1930. Entre as suas obras contam-se: Portugal na Grande Guerra (1935) e História do Exército Português (1951). Encontra-se colaboração sua na Revista Municipal (1939-1973). Presidente do "Cenáculo Literário e artístico "Tábua Rasa. O seu nome perdura na toponímia portuguesa, em nomes de arruamentos. https://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Augusto_Ferreira_Martins
Antónia Casimira Rebelo Cardoso de Menezes, filha de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 22 de maio de 1834. Casou em São Pedro de Vila Real, a 1 de setembro de 1858, com o seu primo, José Sebastião Cardoso de Menezes, filho de António Luís Cardoso Menezes e Joaquina Rita Afonseca. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007, p. 251.
José Rebelo Cardoso de Menezes, filho de Matilde Carolina Cardoso de Menezes Girão, Senhora da Casa de Arroios de Vila Real, e Bernardino Felizardo Rebelo de Carvalho, Alferes de Cavalaria, nasceu em Vila Real a 3 de setembro de 1844. Casou na igreja de Mouços, em 4 de agosto de 1892, com Maria Teresa Teixeira, filha de António Teixeira Martinho e Joaquina da Silva. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
José Martins da Costa, filho de Joana Maria de Araújo Martins da Costa, Senhora da Casa da Ribeira, e de Jerónimo Ribeiro Bernardes, Senhor da Casa da Veiga, nasceu na Casa da Ribeira, a 28 de maio de 1798. Ainda novo foi para o Brasil e aí viveu com o seu tio materno Luís Martins da Costa. Em 1832 regressou a Portugal e comprou a Quinta do Salgueiral onde faleceu a 13 de fevereiro de 1834. Permaneceu solteiro. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
José Araújo Martins da Costa, filho de Luís Martins da Costa e de Joana Maria de Araújo, Senhores da Casa de Minotes, nasceu na Casa de Minotes, a 9 de maio de 1778, e faleceu, solteiro, no Porto, a 22 de janeiro de 1846. Senhor da Casa de Minotes e de Aldão por herança de seus irmãos, Luís, Francisco e Jerónimo. Era um grande capitalista. In: Luís Miguel Pulido Garcia Cardoso de Menezes - Os Condes de Margaride e a sua descendência, 1ª edição, Lisboa: Instituto D. João VI, 2007
"Maria Gracinda Pimenta, nasceu em Matosinhos, a 13 e março de 1909, onde AP abrira escritório de advogado que, aliás, fechou pouco tempo depois. Solteira, viveu sempre com seus pais, dedicando uma admiração indefectível pelo seu Pai. A esta sua filha se ficou a dever a primeira catalogação da biblioteca - a «livraria» - de Alfredo Pimenta, assim como a conservação carinhosa do espólio epistolar de Alfredo Pimenta, confiado post-mortem a sua sobrinha Maria Teresa. Morreu em Lisboa, a 22 de Fevereiro de 1991." Por: Maria da Madre de Deus Pimenta Reynolds de Souza. Estremoz, Maio de 2021
"Maria Teresa Viegas Pimenta, neta e afilhada de Alfredo Pimenta, nasceu a 24 de Fevereiro de 1937, em Lisboa, onde viveu praticamente toda a sua vida, com incursões prolongadas na Madre de Deus, em Guimarães que herdou de seu Pai Alfredo Manuel. Morreu em Lisboa a 29 de Novembro de 2014, as suas cinzas repousam na campa de seu Pai no Cemitério de Azurém. Dotada de uma bondade inteligente, sabia entender e atender os jovens, sem descurar os mais próximos. Foi uma profunda conhecedora da obra do seu avô, por interesse não só histórico, mas também familiar. Talvez por isso recebeu de sua Tia Maria Gracinda o espólio epistolar de Alfredo Pimenta, assumindo como lhe era próprio a responsabilidade de o compulsar, o que veio dar origem a diversos e cuidados estudos e conferências sobre as circunstâncias e a relação dos emissários das cartas com Alfredo Pimenta. Foi ainda por sua decisão muito ponderada que, em 2005, fez doação desses milhares de cartas, que hoje se encontram à leitura de estudiosos, sob a guarda sábia do Arquivo Municipal de Guimarães. Em 2015 foi editado pela Câmara Municipal de Guimarães e o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta o 1º volume do Catálogo da Correspondência recebida por Alfredo Pimenta, com prefácio do Prof. Luis Reis Torgal. Licenciada em Histórico-filosóficas pela FLUL, leccionou nas Escola Avé Maria, Escola de Educadoras de Infância (Beiral) e mais demoradamente Instituto de Educação Infantil (Maria Ulrich). Foi professora de História no Liceu Padre António Vieira - secção de Vila Franca de Xira, Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho- Lisboa, Liceu da Amadora e Liceu D. Pedro V, em Lisboa. Pedagoga nata, comunicadora de exposição clara, suscitava sem demora o interesse de seus alunos. Escreveu numerosos artigos sobre Educação e o ensino da História, entre os quais: - “Ser ou não Ser Minoria Exemplar” (a propósito da evolução que se tem vindo a verificar na Escola Secundária da Amadora, Diário de Notícias de 10 de Agosto de 1981;- - “Programa de História (11º ano) e Provas Finais de Avaliação”, Diário de Notícias, 10 de Novembro de 1981; - “Caçar Mentiras na Televisão”, Diário de Notícias de 21 de Agosto de 1983; - “O Homem e a Sociedade - A necessidade de ser Eu”, Revista A Escola Democrática, ano VI, nº3, Novembro de1983; - “A Nova Vaga”, Jornal de Abrantes, 3 de Maio de 1985; - “Pedagogia de Sebastião da Gama - O Diário visto à luz da Psico-Pedagogia” (Recensão), Paideia Educação nº 11, Outubro de 1985; - “Sucesso na Escola - Sucesso na Vida”, Cadernos de Educação de Infância, nº6, Abril-Maio-Junho de 1988; -“ O Educador, Hoje”, Cadernos de Educação de Infância, nº19, Agosto- Outubro de 1991; - Reflexões sobre a pedagogia de Sebastião da Gama - D. Pedro V - notas biográficas, nas comemorações do 15º aniversário do Liceu D. Pedro V, publicado no Boletim do Liceu. Sobre seu Avô mencionamos: -“Alfredo Pimenta e o seu contributo para a História - Achegas para a sua Bibliografia”, Guimarães, Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Boletim de Trabalhos Históricos, vol. XXXIII, 1982, pp.292-331. -“Alfredo Pimenta e o Integralismo Lusitano” - Diário de Notícias, 31-5-1984. - “Cartas inéditas de Mircea Eliade a Alfredo Pimenta, (1941-1949)”, Lisboa, Brotéria, 138 (1994), pp. 365-392. - “Alfredo Augusto Lopes Pimenta”, Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro (org.), ed. Europa-América, 1994, pp. 261-265. - “Evocação de Alfredo Pimenta no cinquentenário da sua morte”. Notícias de Guimarães, 13 de Outubro de 2000. - Cronologia da Vida e da Obra de Alfredo Pimenta (1882-1950). Ed. da Autora, Lisboa, 2003. - “Cartas de Veva de Lima a Alfredo Pimenta (1916 a 1935)”, Lisboa, Faces de Eva - Estudos sobre a Mulher, nº10, Ano 2003, pp.13-51. - “Cartas inéditas de Alfredo Guimarães a Alfredo Pimenta durante os anos 30 e 40 do século XX”, Guimarães, Gil Vicente - Revista de Cultura e Actualidades, nº 5 - IV Série, 2004-2005, pp. 3-100. - “Alfredo Pimenta e a Casa da Madre de Deus”, Secundino Cunha, Casas de Escritores do Minho, Guimarães, Opera Omnia, 2007, pp. 120-1. -“Leitura das Cartas Inéditas de Eduardo de Almeida a Alfredo Pimenta”, Guimarães, Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, Boletim de Trabalhos Históricos, serie II, vol. IX, 2009, pp 11-100. - Critérios em Confronto - a propósito de José Augusto França em O ANO X - LISBOA 1936 -Estudos de Factos socioculturais, (ed. Presença 2010), Sinapis Ed., Várzea da Rainha Imp., 2011. E ainda, sobre outro tema: “ As Mulheres Portuguesas na Guerra 1914-18”, As Mulheres, A Identidade Cultural e a Defesa Nacional, Cadernos Condição Feminina nº 29, pp. 81-86, Lisboa, Ed. Comissão da Condição Feminina, 1989. Foi ainda uma entusiasta vimaranense, da cidade e das suas gentes." Por: Maria da Madre de Deus Pimenta Reynolds de Souza. Estremoz, Maio de 2021
Rafael Ávila de Azevedo (Angra do Heroísmo, 18 de setembro de 1911 — Boston, 22 de novembro de 1985) foi um pedagogo, administrador colonial e político, professor da Universidade do Porto e deputado à Assembleia Nacional pelo Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo. Nasceu na freguesia da Sé, no seio de uma família ligada à burguesia angrense. Concluiu o ensino secundário no Liceu Nacional de Angra do Heroísmo e partiu de imediato para Lisboa, onde obteve a licenciatura em Filologia Românicas pela Faculdade de Letras de Lisboa, que concluiu em 1931. Dedicou-se à docência liceal, estagiando em Lisboa, onde foi aprovado em exame de estado, sendo depois colocado no Liceu Nacional de Angra do Heroísmo de 1934 a 1937. Neste último ano concorreu aos quadros ultramarinos, sendo sucessivamente colocado nos Liceus de Luanda e de Sá da Bandeira (hoje Lubango), sendo nesta última cidade reitor do liceu no período de 1947 a 1957. Acumulou estas funções com o cargo de Director dos Serviços de Instrução Pública de Angola (1947-1957) e depois de vogal do Conselho Legislativo de Angola (1956-1957). Em 1957 fixou-se em Lisboa, retomando a docência liceal. No ano imediato obteve uma comissão de serviço como leitor de Cultura Portuguesa na Universidade de Montpellier, em França. No final do seu período de estadia em Montpellier apresentou uma dissertação de doutoramento na Universidade de Montpellier, obtendo o grau de doutor em Ciências Pedagógicas. A partir de 1963 passou a leccionar na Universidade do Porto as cadeiras de Pedagogia e Didáctica, História da Educação e Administração e Organização Escolar, cargos que manteve 1981, ano em que foi atingido pelo limite de idade. Após a jubilação foi para Macau, onde durante dois anos foi professor convidado de Cultura Portuguesa na Universidade da Ásia Oriental. Notabilizou-se pelos seus estudos sobre o ensino em África, especialmente sobre a situação em Angola. Os estudos que publicou sobre esse tema valeram-lhe ser condecorado com o grau de oficial das Paume Académiques de França. Foi deputado na Assembleia Nacional do Estado Novo em representação do Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo, na X Legislatura (1969-1973) e na XI Legislatura (1973-1974). Em ambas as legislaturas pertenceu à Comissão Permanente de Legislação e Redacção, tendo intervenção extensa, essencialmente sobre temas referentes aos Açores e às políticas de educação. In: https://www.wikiwand.com/pt/Rafael_%C3%81vila_de_Azevedo
João de Paiva de Faria Leite Brandão nasceu em Guimarães a 19 de agosto de 1912 (registo nº 679 da CRC de Guimarães). Foi militar no Estado-Maior do Exército, adido militar de Portugal em Otava e Washington, chefe de gabinete do Ministro da Defesa Nacional, chefe do Estado-Maior em Angola, 2.º comandante e comandante militar interino da Região Militar de Angola e procurador à Câmara Corporativa (IX Legislatura). Faleceu a 4 de dezembro de 1997 na freguesia da Lapa, Lisboa. Casou em 3 de março de 1943 com Maria Vera Sarrea Brak Lamy Paiva Leite Brandão. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/b/brandao_joao_de_paiva_de_faria_leite.pdf
Nasceu em Vimieiro (Arraiolos), concelho de Arraiolos, filho de Faustino José Caeiro e de sua esposa Emília Augusta da Conceição, ambos naturais de Vimieiro. Iniciou a sua formação em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e veio concluir em 1917 a licenciatura na recém-criada Faculdade de Direito de Lisboa, com a classificação final de Muito Bom. Em 1919, com a defesa de uma dissertação denominada Quedas de água: esboço económico-jurídico, tornou-se o primeiro doutorado pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entre 1919 e 1933 exerceu advocacia em Lisboa. A partir de 1928 foi também vogal do Conselho Superior das Colónias e da Junta Central de Trabalho e Emigração do Ministério das Colónias. Em 1933, foi nomeado juiz conselheiro do restabelecido Supremo Tribunal Administrativo, ficando adstrito à secção de contencioso administrativo daquele tribunal. Em 1936 foi feito membro do Instituto Internacional de Ciências Administrativas. Em 1940 integrou o 2.º governo do Estado Novo ao ser nomeado Subsecretário de Estado das Colónias, cargo que exerceu até de 6 de junho de 1942, data em que foi nomeado interinamente Ministro das Colónias do mesmo governo. Manteve-se nessas funções até 5 de janeiro de 1943, sendo no dia seguinte nomeado para exercer as funções de Procurador-Geral da República, cargo que de que tomou posse em 6 de Janeiro de 1943. Exerceu aquelas funções até finais de 1954, altura em que se aposentou por razões de saúde. Após a aposentação dedicou-se à investigação histórica e genealógica, deixando uma importante obra publicada nestes campos de estudo. Em 1970 foi eleito académico correspondente da Academia Portuguesa da História, instituição em que foi eleito académico de número em 1975. Foi agraciado com o grau de grande oficial e com a grã-cruz da Ordem de Cristo. Faleceu em Lisboa a 24 de maio de 1976. A 1 de julho de 19. A 1 de julho de 1977 recebeu uma homenagem póstuma na Academia Portuguesa da História, de que resultou a publicação de uma memória. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Jos%C3%A9_Caeiro
Manuel da Costa Figueira, era natural do Barreiro, de cuja Câmara Municipal foi presidente na década de 1950. Como jornalista, iniciou-se na revista "Cinéfilo", tendo fundado e dirigido o semanário "Jornal do Barreiro". Em 1957, na fundação da Radiotelevisão Portuguesa, foi convidado para dirigir o serviço de Informação da nova estação. Cerca de dez anos depois, passou para o jornal diário "O Século", de Lisboa, de que foi chefe de redação e, entre 1972 e 1975, diretor. Nos últimos anos foi ainda Diretor-geral da Comunicação Social. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Figueira
Contém: Comunicado / RAL1. - Lisboa (Quartel da Encarnação), 11 Mar.1975. - Bombardeamento do RAL1; [Comunicado] / RAL1. - Lisboa (Quartel da Encarnação), 11 Mar.1975. - Bombardeamento do RAL1; [Comunicado] / RAL1. - Lisboa (Quartel da Encarnação), 14 Mar.1975. - Graduação em major de Eduardo Dinis dos Santos Almeida e em capitão Quiñones de Magalhães e Mário Cabrita; [Comunicado] / RAL1. - Lisboa (Quartel da Encarnação), 1? Mai.1975. - proposta aprovada por aclamação dos solados: libertação dos solados castigados, prisão de fascista e sua entrega ao MRPP, eleição de comissão de soldado; [Comunicado] / RAL1. - Lisboa (Quartel da Encarnação), 18 Mai.1975. - Entrega no Ralis por elementos do MRPP de José Jaime Coelho da Silva. • Assuntos: Silva, José Jaime Coelho da..
Fotografia das Jornadas de Atualização em Imunologia, co-organizadas pelo Serviço de Imunologia da Faculdade de Farmácia de Lisboa e a Secção Regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos, em novembro de 1990. Fotografia tirada por: Manuel Ribeiro Fotografia/Slides. Na fotografia: Mesa da Sessão de Abertura das Jornadas, estando presentes (da esquerda para a direita): Maria Odette Santos Ferreira (presidente do Conselho Diretivo da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa), Maria Clara Carneiro (presidente da Secção Regional de Lisboa da Ordem dos Farmacêuticos), Carlos Fernando Costa da Silveira (bastonário da Ordem dos Farmacêuticos) e Manuela Catarino (responsável pelo Departamento de Imunologia da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa).
Documentação referente ao Programa de Ajuda Alimentar. Contém: memorando de 1966-06-21; mapa de pessoas e instituições assistidas pelo programa alimentar de 1966-1969; ofício de Hermann Leça da Veiga ao Presidente do Conselho de Ministros (1968-11-14); relato da conversa entre a Comissão Central e Monsenhor Landi em 1966-01-06; tradução das recomendações feitas no Relatório do Senhor Inspector Domenic Rosa [s.d.]; extrato tirado da publicação US Governamental Agency Responsabilities relating to Title III Programs (nota de 1966-03-01); processo administrativo que contém exemplos de formulários, circulares, contratos, correspondência, mapas de distribuição e débitos; Relação e valor dos géneros alimentícios e roupas oferecidos à Caritas Portuguesa pelos Estados Unidos da América através da National Catholic Welfare Conference - Catholic Relief Services, durante 1965 (óleo de soja, farinha de trigo, farinha de milho, leite em pó, roupas, em caixas/sacos, toneladas, valores totais em dólares e escudos); fretes marítimos pagos; despesas da Caritas no ano de 1965; instruções sobre utilização de farinha para fabrico de pão (1961), sem venda nem troca; circular enviada às cantinas escolares com condições e regras de funcionamento do programa de ajuda alimentar CRS; circular às Comissões Diocesanas da Cáritas com normas de funcionamento de distribuição diária de bens (1961); circular com regulamento de funcionamento para distribuição diária, instituições, cantinas escolares e famílias; circular com informações acerca de contabilização de despesas de funcionamento do programa alimentar nas Comissões Diocesanas (1959-05-29 ); resumo de correspondência com a Comissão Diocesana de Braga acerca da suspensão do programa por incumprimentos; ofício da Companhia de Navegação Carregadores Açorianos à Cáritas dando conta de atraso de pagamento de transportes de farinha dos EUA (1963-01-06 ); mapas de géneros americanos distribuídos em 1963 e no 1.º trimestre de 1964 (em quilos); mapa de saídas gerais de roupas para Dioceses, deslocados de Angola, Goa, Emigrantes e Bateiras (1963); mapa do movimento do roupeiro da Cáritas, 1963, aproveitamento de sacas para lençóis, travesseiros, almofadas, panos de cozinha, esfregões, toalhas de rosto, bibes, saias, cuecas, combinações, calças e camisas; número de sacas utilizadas e mulheres que confecionaram; mapa de envio de géneros alimentares para as dioceses do Ultramar e número de crianças e adultos assistidos [s.d.]; géneros distribuídos, 1963-1964; mapa de remessa de emergência enviadas para as Comissões Diocesanas, 1964-1965; mapa de géneros americanos (em quilogramas) distribuídos de 1956 a 1964; mapa de géneros enviados em 1963 para os seminários maiores e menores; mapa de contribuições em atraso referentes ao ano de 1964; mapa de contribuições referentes ao 1964-08 (por dioceses, distribuição diária e instituições); mapa de donativos enviados pela Cáritas americana de 1954 a 1961 (géneros alimentares, roupas, vacinas, calçados, plasma, livros religiosos, vitaminas); esquema do trabalho normal do Serviço Americano, 1963-02-18; instruções para preenchimento de mapas para aprovação dos programas anuais dos produtos a enviar pela Cáritas Americana e a distribuir pela Cáritas Portuguesa; receção da documentação referente aos carregamentos enviados pela Cáritas Americana (Documentação recebida, documentação a obter em Portugal, trâmites a seguir); distribuição dos géneros pelas dioceses, movimento a efetuar pelo Serviço Americano; mapa-resumo mensal da distribuição e existência (mapa americano); mapas semestrais de distribuição e inventário; denúncias e Correspondência; Ata do 4.º Conselho Geral da Cáritas (1959), onde se explicita o programa de ajuda alimentar do Catholic Relief Services, financiamentos recebidos e distribuição dos géneros pelas várias dioceses; exemploes de cartas a enviar para autoridades marítimas e alfandegárias portuguesas para descarga dos géneros alimentares; comunicado da Cáritas à Imprensa (refere bens alimentares recebidos desde 1954), 1958-09-09; circular da Cáritas Portuguesa para as Cáritas Diocesanas com indicações para cumprimento do regulamento do programa alimentar, 1958-09-09; circular às Cáritas Diocesanas acerca da execução e regulamento do programa de ajuda alimentar, 1958-06-06; carta de James Coale Sappington a Fernanda Jardim sobre regras de distribuição dos géneros alimentares doados pelo CRS, 1957-0-11; regulamento para a distribuição diária às crianças necessitadas e modo de preparar o leite, [s.d.]; memorandum de Edward E. Swanstrom (diretor executivo do CRS) aos diretores de missões do CRS sobre fiscalização do programa e necessidade de impedir venda ou troca de bens no mercado negro; Manual de operações referente a excedentes de comida, sua fiscalização e meio de controlar o mercado negro, como se deve proceder à receção dos carregamentos, armazenamento, transporte interno, distribuição a indivíduos, famílias e crianças necessitadas, instituições, 1957-03-08; circular enviada aos presidentes das Comissões Diocesanas da Cáritas com informações acerca do programa de ajuda alimentar e pagamento de taxas, mencionando auditoria do Tribunal de Contas, 1958-03-24; relatório Fichas para todos; ofício dirigido a desconhecido, com indicação de quantidades de bens alimentares armazenados e números de crianças assistidas, 1957-11-06; relatórios de visitas inquérito a três instituições de assistência em Lisboa, 1959.
Tratando-se de documentação relativa ao Instituto de Tecnologia Educativa (ITE) e aos cargos nele exercidos por Manuela Silva, Contém: correspondência trocada entre Manuela Silva, Secretária de Estado do Planeamento, e Mário Sottomayor Cardia, Ministro da Educação, Ciência e Investigação, sobre a situação do ITE, (19 e 28 de dezembro de 1976); cópia da carta do Director-Geral do Ensino Superior transcrevendo o despacho onde se dava por findo o serviço de Manuela Silva como Presidente do ITE, ficando incumbida de lecionar a cadeira de Recursos Humanos dos 4º e 5ºanos do Instituto Superior de Economia, (16 dezembro de 1975); cópia do Diário da República sobre a Lei Orgânica do Ministério da Educação, (setembro de 1971); dois exemplares da correspondência de Manuela Silva ao Ministro da Educação, Investigação e Cultura, José Emílio da Silva, pondo à disposição o cargo de Presidente do ITE, (1 e 17 de agosto de 1975); «Informação nº 151» do Capitão António Neves Moreira, Presidente da Comissão Ministerial de Saneamento Reclassificação ao Ministro de Educação, para consideração do Ministro da Educação, a propósito do processo movido a Manuela Silva, aconselhando a aceitação da sua demissão do cargo de Presidente do ITE (5 de agosto de 1975); carta de Manuela Silva ao Ministro da Educação, Vítor Alves, pedindo para que o seu requerimento não seja arquivado (12 de Novembro de 1975); dois exemplares da transcrição da conversa telefónica do Presidente da Comissão de Saneamento do Ministério da Educação, Investigação e Cultura, (10 de setembro de 1975); carta do Conselho de Pessoal do ITE à Presidente da Direção, pedindo esclarecimentos a propósito da notícia no jornal Tempo, de 4 de Setembro de 1975, no qual acusavam Manuela Silva, Mário Murteira, Francisco Pereira de Moura a Xavier Pintado, de colaboração com o regime deposto dado visto fazerem parte corpo redatorial da Revista do Gabinete de Estudos Corporativos do Centro Universitário de Lisboa, (9 de setembro de 1975); abaixo-assinado dos trabalhadores do Serviço de Telescola de Vila Nova de Gaia em apoio a Manuela silva após o seu «afastamento voluntário» de Presidente do ITE, (19 de novembro de 1975); carta de Manuela Silva ao Presidente da Comissão de Inquérito do ITE, (s. d.); carta de António Anselmo Aníbal, Vice-Presidente da Direção do ITE para Manuela Silva, remetendo uma cópia do documento enviado pelos trabalhadores em serviço na Telescola manifestando reconhecimento pelo apoio dado pela então Presidente do ITE «à sua justa luta pela integração no Quadro da Função Pública», (23 de dezembro de 1975); cópia da carta do Presidente da Comissão executiva do Instituto Superior de Economia ao Chefe de Gabinete do Ministro da Educação e Investigação Científica reafirmando a conveniência urgente de serviço de Manuela Silva na Universidade, (14 de outubro de 1975); carta do Capitão Tenente António Cavaleiro de Ferreira, Chefe do Gabinete do Ministro da Educação, para Manuela Silva acusando a receção da missiva que esta havia enviado e agradecer as «rectificações feitas» à entrevista publicada no jornal Tempo, (7 de janeiro de 1976); dois exemplares da carta de Manuela Silva ao Ministro da Educação, relativas à entrevista de tês trabalhadores do ITE ao jornal Tempo, (21 de dezembro de 1975); cartão de Joaquim Romero Magalhães, secretário de Estado da Orientação Pedagógica, para Manuela Silva, Secretaria de Estado do Planeamento, (13 de janeiro de 1977); carta de José de Freitas Ferraz, Chefe de Gabinete do Ministro da Educação, para Manuela Silva comunicando-lhe o arquivamento do seu processo, (20 de junho de 1977); carta de José de Freitas Ferraz, Chefe de Gabinete do Ministro da Educação, para o Presidente do ITE, (10 de dezembro de 1976); cópia da carta da Sub-Comissão Interministerial de Saneamento e Reclassificação para o Chefe de Gabinete do Ministro da Educação, dando conhecimento ao Ministério do arquivamento do processo relacionado com Manuela Silva, (25 de novembro de 1976); dois exemplares de missivas de Manuela Silva ao pessoal do ITE, a respeito da entrevista publicada no jornal Tempo sobre o ITE (21 de dezembro de 1975).
Pasta que contém o inventário do extinto Convento de S. José. “Auto de posse por parte da Fazenda Nacional que tomou o substituto do administrador do concelho de Évora do edifício e mais pertenças do suprimido convento Novo de São José, desta cidade”. Neste auto de posse no edifício do convento estavam presentes: o substituto do administrador do concelho de Évora, António Joaquim Ramos, o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, o oficial de diligências, Francisco de Sousa Freitas, e três testemunhas. A tomada de posse dizia respeito ao edifício e suas pertenças e bens móveis nele existentes, tanto alfaias como objectos próprios do culto e também o mobiliário de uso profano e o arquivo do Convento. Na mesma pasta segue-se um documento da recebedoria de Évora datado de 22 de Outubro de 1886, relativo a papel moeda e metal, num valor total de 490$800 reis encontrado no cofre do Convento. Está também uma carta do inspector da Fazenda do distrito de Évora datada de 22 de Outubro de 1886, dirigida ao administrador do concelho onde ele o informa que quem irá representar o arcebispo no acto da inventariação dos objectos destinados ao culto, é o padre José Joaquim Abrantes,prior da freguesia da Graça do Divor, que pode também assinar o termo de depósito. Há ainda a referência a “dois títulos no valor nominal de 29.200$000 e em metal 1.200$000 que tudo possuía o suprimido Convento”. Emitido pelo inspector da Fazenda, dirigido ao escrivão da Fazenda e datado de 3 de Dezembro de 1886. Existe um outro inventário, datado de 21 de Janeiro de 1887, dos objectos pertencentes ao convento e que são destinados à Academia Real das Belas Artes de Lisboa. Estes objectos foram escolhidos pelo conservador e secretário do Museu de Belas Artes, Manuel de Macedo Pereira Coutinho. Segue-se o auto de inventário dos objectos destinados ao culto divino, que foram para a paróquia da Graça do Divor, feito a 16 de Março de 1887 no extinto Convento. Há mais um inventário dos bens móveis pertencentes ao extinto Convento feito aos 23 de Abril de 1887. Estavam presentes o administrador do concelho, Martinho Pedro Pinto Bastos, José Maria Gutierres, depositário destes bens, Manuel Lopes da Silva e José António de Oliveira, ambos louvados nomeados para avaliarem estes bens e o escrivão da Fazenda, Domingos Júlio dos Santos, encarregado de fazer este inventário. Depois do juramento sobre os Santos Evangelhos, os louvados encarregaram-se de examinar todos os objectos para assim lhes ser dado o respectivo valor. Segue-se um ofício do inspector da Fazenda do distrito de Évora, datado de 14 de Junho de 1887, dirigido ao escrivão da Fazenda autorizando que este venda em hasta pública dos objectos de uso profano, que constam desta relação/inventário. Segue-se um ofício do administrador substituto do concelho a mandar publicitar em seis locais do costume, a relação dos bens a vender a partir de 3 de Julho de 1887. Feito em 26 de Junho de 1887. Segue-se o edital a afixar nos ditos locais. Datado de 27 de Junho de 1887, assinado pelo escrivão da Fazenda. Consta de seguida um Auto de Praça e Almoeda. Este auto decorre 3 de Julho de 1887 no extinto Convento e é o inicio da venda em hasta pública. De forma sucessiva constam os números dos objectos do inventário geral e quanto renderam na dita hasta pública. Neste dia ficou suspensa a venda porque haviam ainda muitos objectos para vender e era necessário contar o dinheiro. Venderam apenas até ao Nº 543. Renderam 52.885 reis. Continuaram no dia seguinte à mesma hora. A 5 de Julho de 1887 concluiu-se a venda e arrematação dos ditos objectos que renderam na totalidade 153$620 reis. Este montante fora entregue na recebedoria do Concelho de Évora. Segue-se a despesa com o leilão no convento de São José nos dias 3, 4 e 5 de Julho de 1887. Somaram estes gastos 1$740 reis. Está junto o registo deste depósito. Por fim há um Termo de exoneração de depósito. Com a venda dos objectos de uso comum, José Maria Gutierres fica livre do encargo de depositário dos objectos.
“Mário Pais de Sousa (Santa Comba Dão, 22 de Fevereiro de 1891 — Lisboa, 19 de Abril de 1949) foi um político ligado ao regime do Estado Novo que entre outras funções de relevo, foi primeiro governador civil de Coimbra (1931), depois Ministro do Interior dos governos presididos por António de Oliveira Salazar de 21 de Outubro de 1931 a 5 de Janeiro de 1932 e de 18 de Janeiro de 1936 a 6 de Setembro de 1944. Era advogado, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra (1911). Conterrâneo de Oliveira Salazar, mantinha com ele fortes afinidades ideológicas, sendo católico militante e membro do CADC. No período da Primeira República Portuguesa foi membro da União Liberal Republicana, de Cunha Leal. Foi também Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (1944). Mário Pais de Sousa era irmão de Abel Pais de Sousa, casado com Laura Salazar, irmã de António de Oliveira Salazar. Na sua juventude, Salazar priva, em Viseu, com Abel Pais de Sousa, filho de uma conhecida família de Santa Comba Dão. Abel vem a casar mais tarde com a sua irmã Laura.” A 20 de junho de 1936, foi agraciado com o grau de Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.” In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mário_Pais_de_Sousa
Domingos Maurício Gomes dos Santos, nasceu na Perafita, Matosinhos, a 29 de março de 1896 , faleceu em Lisboa, a 1978, foi um sacerdote católico da Companhia de Jesus, que se destacou como escritor, ensaísta e historiador. Jesuíta desde 1910, doutorou-se em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma. A partir de 1929 integrou a redação da revista Brotéria, da qual foi diretor (1935-1949). A 14 de novembro de 1935, foi agraciado com o grau de Oficial da Ordem de Benemerência. Como sacerdote, desenvolveu variada atividade pastoral e social e foi um brilhante conferencista e orador. Desempenhou funções de assistente junto de vários organismos da Ação Católica Portuguesa: assistente geral da Liga Universitária Católica Feminina; Liga Estudantil Católica Feminina, assistente diocesano da Juventude Universitária Católica. Como ensaísta e historiador, escreveu, entre outras obras, D. Duarte e as Responsabilidades de Tânger (1433-1438) (1931) e O Mosteiro de Jesus de Aveiro (6 vols., 1963-1967). Foi presidente da Secção de História da Associação dos Arqueólogos Portugueses e vogal do Conselho Académico da Academia Portuguesa de História, em representação da qual integrou a Câmara Corporativa nas X e XI legislaturas (1969-1974) do Estado Novo. Dirigiu a secção de História da Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, começada a publicar em 1963 pela Editorial Verbo. Participou na fundação da Revista Portuguesa de Filosofia, em 1945. Foi professor do Instituto do Serviço Social de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Domingos_Maurício_Gomes_dos_Santos
Homem de Teatro, Poeta, Ficcionista e Investigador de Etnologia Rural, particularmente no que se refere à região do Alentejo. Licenciado pela Faculdade de Letras de Lisboa, dedicou grande atenção aos temas populares susceptíveis de serem teatralizados, tendo compilado e dado à estampa várias peças de teatro de todo o País. Fundou um grupo experimental, Teatro de Arco-da-Velha, que levou à cena teatro grego e alguns clássicos portugueses em espectáculos para operários, e, em 1955, fundou e dirigiu, com Orlando Vitorino, o Teatro d’Arte de Lisboa, para o qual traduziu obras de Graham Greene (A Casa dos Vivos), Lorca (Yerma) e Tchekov (As Três Irmãs). Realizou para o cinema os filmes "O Alentejo Não Tem Sombra", "Para onde Vais, Maria"; "Eu Fui ao Jardim da Celeste" e "Fábula de Leitura". Como Poeta e Ficcionista, os seus temas predilectos incidiam sobre a paisagem e costumes da sua província natal, dentro de um regionalismo folclorista, afinal prolongamento das suas investigações etnológicas. Colaborou em várias revistas e pertenceu à Direcção da Associação de Defesa dos Direitos de Autor. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2017/04/13/azinhal-abelho-um-escritor-alentejano-que-escreveu-e-divulgou-o-alentejo-real/
Segundo filho do rei D. Carlos e de D. Amélia de Orleães, nasceu em Lisboa, em 19 de março de 1889, e morreu em Twickenham, Inglaterra, em 2 de julho de 1932. Trigésimo quarto e último rei de Portugal (1908-1910), ficou conhecido pelo cognome de "o Desventuroso". Casou em setembro de 1913 com a sua prima D. Vitória Augusta de Hohenzollern-Sigmaringen, não tendo deixado descendência. Aclamado rei em 1908, após o assassinato de seu pai e irmão, o seu reinado enfrentou duas graves questões: a questão Hinton e a do Crédito Predial. No primeiro caso, um grande industrial inglês, residente na Madeira, reclama uma indemnização do Estado Português em virtude de uma suposta revogação do monopólio do açúcar, a qual, em virtude da pressão diplomática da Inglaterra, viria a ser concedida. A questão do Crédito Predial deve-se a um desfalque naquela instituição por negligência de importantes figuras do regime. Em agosto de 1910, realizam-se eleições, em resultado das quais o Partido Republicano duplica o seu número de deputados no Parlamento. A 3 de outubro rebenta uma insurreição republicana em Lisboa que viria a triunfar no dia 5 de outubro. Em consequência, o último monarca português saiu do Palácio das Necessidades, foi para Mafra e daí para a Ericeira, onde embarcaria para o exílio em Inglaterra., onde embarcaria para o exílio em Inglaterra. In: D. Manuel II in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-12-16 12:39:14]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$d.-manuel-ii
inicialmente designado Lyceu Central da 3.ª Zona Escolar de Lisboa, em 20 de Janeiro de 1906, começou por estar instalado provisoriamente (três meses) no Liceu do Carmo, no Palácio Valadares. Em 1 de Março desse mesmo ano, as aulas foram transferidas para um edifício alugado na Rua do Sacramento à Lapa, que se veio a mostrar pouco adequado, levando à compra de um terreno e à construção de um edifício de raiz, da autoria do arquitecto Ventura Terra. O novo edifício abriu as portas a 17 de Novembro de 1911, passando-se então a chamar Lyceu Central de Pedro Nunes. No ano lectivo de 1930, é classificado como liceu normal, com a missão de apoiar a formação de professores. A sua designação passa a ser Liceu Normal de Lisboa (Pedro Nunes), alterada em 1937 para Liceu Pedro Nunes. Em 1956, mudou novamente a designação, desta vez para Liceu Normal de Pedro Nunes e, finalmente, em 1978 para Escola Secundária de Pedro Nunes que ainda hoje se mantém. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Liceu_Pedro_Nunes