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SENTENCA apostolica de resignacao por coadjutoria com futura sucessao da igreja abadia de Sao Joao Batista de Nogueira e sua anexa Sao Paio de Arcos, a favor do Reverendo Francisco Xavier do Couto e Castro. Localidades: ARCOS,Sao Paio, BRAGA
SENTENCA apostolica e titulo de bula de provimento da igreja reitoria do Salvador de Minhotaes, a favor do Reverendo Francisco Jose Gomes da Cruz, da freguesia do Salvador de Arentim. Localidades: MINHOTAES,Sao Salvador, BARCELOS; ARENTIM,Sao Salvador, BRAGA
CONCURSO da Paroquial Igreja e Reitoria de Sao Pedro de Lomar, que vagou por morte do Reitor Francisco Lopes, a favor do Padre Domingos de Araujo, clerigo de missa, natural desta cidade. Localidades: LOMAR,Sao Pedro, BRAGA; BRAGA, BRAGA
CONCURSO da Abadia da Paroquial Igreja da Capela de Sao Pedro de Lomar, que vagou por morte do Abade, Reverendo Andre Vieira, a favor do Padre Francisco Pereira da Silva, morador nesta cidade. Localidades: LOMAR,Sao Pedro, BRAGA; BRAGA, BRAGA
PROVISAO a favor do Bacharel Hipolito Jose Pereira de Barros, desta cidade, para que, durante a ausencia do Licenciado Francisco Alvares Martins, possa servir o lugar de Promotor da Justica do Juizo Secular desta Corte. Localidades: BRAGA, BRAGA
PROVISAO a favor de Genoveva Albina da Costa, filha de Francisco da Costa Caetano, da cidade do Porto, de um lugar de Religiosa no Convento de Santa Rosa da vila de Guimaraes. Localidades: GUIMARAES, GUIMARAES; PORTO, PORTO
CONCURSO da Igreja de Santa Maria de Meixedo, que vagou por morte do Abade, Padre Francisco de Melo, a favor do Padre Manuel Mendes, natural e morador nesta cidade. Localidades: MEIXEDO,Santa Maria, MONTALEGRE; BRAGA, BRAGA
CONCURSO que se fez da Paroquial Igreja de Santo Andre de Santa Cruz, que vagou por morte do Abade (nao diz o nome), a favor do Reverendo Conego Francisco de Sousa Ferraz. Localidades: SANTA CRUZ LIMA,Santo Andre, PONTE LIMA
CONCURSO que se fez da Reitoria de Sao Joao de Brito, que vagou por morte do Reitor Francisco Luis, a favor do Padre Salvador Farto, clerigo in minoribus, natural desta cidade. Localidades: BRITO,Sao Joao Batista, GUIMARAES; BRAGA, BRAGA
Projeto de calcetamento da rua entre a entrada central do edifício da escola Industrial Francisco de Holanda e a curva da rua que dá acesso ao terreiro da mesma escola. Contém os seguintes documentos: Peças escritas: - Detalhe - Orçamento
Inclui o seguinte registo: Atestado do padre António de Oliveira em como vi o referido Francisco de Lima receber da mão do prior Manuel Duarte a quantia mencionada. Mafra, 15 de Dezembro de 1896.
Requerimento inicial - Francisco Carlos. Fonte boa dos Nabos, Ericeira. Fonte boa dos Nabos, Ericeira. Ampliar uma casa terrea com 1º andar. Deferido em 9 de Junho de 1926. Planta de alçado sul e norte escala 1:100.
Requerimento Inicial : Francisco da Silva . Casais de São Lourenço, Encarnação . Casais de São Lourenço, Encarnação.Construir casa terrea para habitação e adega. Deferido em 25 de Abril de 1917. Planta de sul e poente escala 1:100.
Requerimento inicial - Francisco Simões do Paço. Mafra. Largo Almirante Reis, Mafra. Transformar duas janelas numa porta e uma porta em janela num prédio. Deferido em 1 de Fevereiro de 1922. Planta do alçado com escala de 1/100.
Requerimento inicial - 5 de Agosto de 1891 - Francisco dos Reis. Carapiteira, de Baixo, Gradil. Carapiteira de Baixo, Gradil. Construção de uma casa para gado. Deferido em 25 de Novembro de 1891. Contém da planta de alçado, escala 2/1.
Inauguração de uma escola, fonte e lavadouro público, em local não identificado. Identificados: 1- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes; 2- Director Escolar Distrital, José Francisco de Moura.
Inauguração de uma escola, fonte e lavadouro público, em local não identificado, com a presença do Director Escolar Distrital, José Francisco de Moura, e o Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes.
Inauguração de uma escola, fonte e lavadouro público, em local não identificado. Identificados: 1- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes; 3- Director Escolar Distrital, José Francisco de Moura.
Requerimento inicial - Francisco Esteves. Vale da Guarda, Enxara do Bispo.Vale da Guarda, Enxara do Bispo. Construção de um muro de vedação. Deferido em 16 de Novembro de 1933. Planta de localização.
Inauguração de uma escola, fonte e lavadouro público, em local não identificado. Identificados: 1- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes; 2- Director Escolar Distrital, José Francisco de Moura.
Inauguração de uma escola, fonte e lavadouro público, em local não identificado. Identificados: 1- Eng. Mário Dores; 5- Director Escolar Distrital, José Francisco de Moura; 6- Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Capitão João Lopes.
Portaria autorizando o Capitão-tenente José Francisco Schultz a aceitar a mercê de usar as insígnias correspondentes ao grau de Comendador da Ordem de Leopoldo, com que foi agraciado pelo rei dos belgas, e respetivos registos. Dada em Lisboa.
Ofício do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês enviando ao Capitão-de-fragata José Francisco Schultz as insígnias correspondentes ao grau de Oficial da Ordem Imperial da Legião de Honra. Paris.
Portaria autorizando o Capitão-de-fragata José Francisco Schultz a aceitar a mercê de usar as insígnias correspondentes ao grau de Oficial da Ordem da Legião de Honra, com que foi agraciado pelo imperador dos franceses. Dada em Lisboa.
Carta de Mercê agraciando José Francisco Schultz, Ajudante do Inspetor do Arsenal da Marinha, com o grau de Cavaleiro da Ordem da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito, e respetivos registos. Dada em Lisboa.
Reprodução de imagem do Rossio de São Brás e panorâmica da cidade. Da esquerda para a direita: Igreja de S. Francisco, Palácio barahona, Igreja da Graça, casario, Sé e mole do Convento dos Remédios.
Pintura existente no retábulo da Capela de Nossa Senhora da Piedade ou do Esporão (capela do transepto, lado do Evangelho) representando "Descida da Cruz", atribuído a Francisco Nunes (c.ª 1620).
Pedido de vistoria à parede do Convento de S. Francisco e barracão para construção de um telheiro para venda de peixe na Praça de D. Manuel até à construção do novo mercado.
Aspecto do troço da Rua da República (troço sul), vendo-se do lado esquerdo da imagem parte do "quarteirão Barahona" e ao fundo a mole da Igreja de S. Francisco.
Placa de mármore , afixada em paarede de azulejos, com texto alusivo ao restauro da ermida feito em 1906 a expensas de Francisco Barahona e sua esposa Inácia Fernandes Ramalho de Barahona.
1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio de São Brás. Da esquerda para a Direita: ?,?, Fernando Iglésias, Maria Antónia Dimas, ?, João Machadinho, Francisco Pinto de Sá, Domingos Coruche, ?,?,?.
1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio de São Brás. Da esquerda para a direita: ?, Afonso Costa, ?, ?, Fernando Iglésias, Maria Antónia Dimas, ?, João Machadinho, Francisco Pinto de Sá, ?, Domingos Coruche.
Primeiros dias de Revolução: manifestação na Rua de Serpa Pinto. Em 1º plano, da esquerda para a direita: crianças (?), Filipe Santos de costas), Maria Antónia Dimas, Oriosa Feio, Zulmiro Rodrigues, Francisco Lourinho, Cláudio Percheiro.
Primeiros dias de Revolução: manifestação na Rua de Serpa Pinto. Em 1º plano, da esquerda para a direita: ?, Filipe Santos, Maria Antónia Dimas, Oriosa Feio, Zulmiro Rodrigues, Francisco Lourinho, ?.
Primeiros dias de Revolução: manifestação na Rua de Serpa Pinto. Em 1º plano, da esquerda para a direita: ?, Filipe Santos, Oriosa Feio, António Murteira, Zulmiro Rodrigues, Francisco Lourinho, ?, Cláudio Percheiro.
1 de Maio de 1974: manifestação no Rossio de São Brás. Da esquerda para a direita: Afonso Costa, ?, ?, ?, António Murteira, João Machadinho, Francisco Pinto de Sá, António Pinelas, Maria Antónia Dimas.
Primeiros dias de Revolução: manifestação na Praça do Giraldo. Na 1ª fila, da esquerda para a direita: Domingos Oliveira, criança não identificada, Zulmiro Rodrigues, Fátima Ribeiro, Francisco Pinto de Sá, ?, Fernando Iglésias, Domingos Coruche, ?
Documento
Data da sua fundação: 1771 Data do compromisso ou estatuto: 1912 aprovados em 09/07/1914 Igreja onde se acha ereta: Igreja de São Francisco Fonte:(PT/MGMR/ADP/ACGMR/SCPBE/10-23-4-96)
Irene Therese Elisabete Ursi Martins da Costa foi casada com Francisco Rodrigues Martins da Costa Aldão. Era irmã de René Ursi. Maria Teresa Brandão Martins da Costa. Guimarães. Junho 2021
Professor adido da Escola Industrial e Comercial de Francisco de Holanda e da Escola Industrial e Comercial Nuno Álvares. Foi ainda professor efetivo da Escola Primária Superior, Guimarães. In: http://arquivo-ec.sec-geral.mec.pt/details?id=79329
A primeira referência documental à atividade desenvolvida pelos tabeliães deste 2.º Ofício de Guimarães reporta-se a um livro de notas de 1609, pertencente a Francisco Peixoto Carvalho. Por volta de 1649 era proprietária do ofício Helena Machado Morgade, que recebeu o ofício de Francisco Peixoto de Carvalho, seu pai. Esta casou com Francisco da Costa Mesquita que viria a ser o proprietário. Como tabeliães proprietários deste Ofício, no séc. XVII, mencionam-se ainda Francisco Veloso e João Rebelo Martins Fernandes e no séc. XVIII e XIX, António Machado de Azevedo, João Alves de Araújo, José da Costa e Manuel Leite de Faria e Sousa e Paulo José de Freitas, respetivamente. No ano de 1869 surgem as primeiras referências a um 2.º Ofício, no qual exercia funções, como tabelião, Bento José Ferreira Porto. O último notário deste cartório, situado, à época, na rua Gravador Molarinho, foi Manuel Ribeiro Sousa Mascarenhas.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Rui Manuel da Costa Almeida e António Joaquim da Costa Almeida, representantes da empresa Manuel Francisco de Almeida, Lda.
Primeiro outorgante: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Segundo outorgante: Rui Manuel da Costa Almeida e António Joaquim da Costa Almeida, representantes da empresa Manuel Francisco de Almeida, Lda.
Carmen Estevez Prieto filha de José Estevez Prieto e Carmen Prieto Mosquera, nasceu em 1904 e faleceu em 1998. Casada com Francisco Lamela Mera este nasceu em 1905 e faleceu em 1987
Memória descritiva de 10 de Julho de 1947. Planta dos alçados e interiores com escala de 1/100. Requerimento de Francisco Roque da Silva para construir uma retrete imposta pela fiscalização camarária, 11 de Maio de 1963, com licença de obra nº 1936/1963, 02 de Outubro. Taxa para execução de obra de 30 de Maio de 1963. Requerimento de Francisco Roque da Silva a pedir vistoria, 19 de Março de 1963. Auto de vistoria para habitação de 11 de Outubro de 1963.
Documentação heterogénea reunida por Ana Vicente. Brochura "Católicos de Portugal!" a alertar para os perigos do comunismo e a exaltar a Alemanha e Hitler, de abril de 1943. Recortes de jornal. Programa da sessão pública sobre problemas da emigração organizada pela PRAGMA em 21 de fevereiro de 1967. Resumo "Problema da Relação Igreja-Estado em Portugal" da reunião do GEDOC. Folhetim "Última hora" acerca do padre José da Felicidade Alves. Cópia manuscrita de um artigo do "Le Monde". "Carta entregue na Presidência do Conselho em 13/01/1971 e assinada pelos membros da CNSPP". Boletim "Direito à Informação". "Exposição feita ao Conselho Paroquial de Santa Maria de Belém e de São Francisco Xavier, em 19 de abril de 1968, pelo pároco padre José da Felicidade Alves". Guião da "Para-liturgia em memória do significado da vida e obra do pastor Dr. Martin Luther King". Carta dirigida pela PRAGMA ao presidente da República Portuguesa. Cópia datilografada da "Carta enviada pelo pároco [padre José Felicidade Alves] aos paroquianos e lida na celebração dominical na Igreja dos Jerónimos", de 5 de março de 1968. Folheto do "Comunicado aos pais" da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos, de 20 de janeiro de 1970. Folheto com a "Carta do Dr. Rodrigo de Abreu ao venerando Bispo do Porto", de 8 de novembro de 1958. Folheto com a "Carta do Senhor Bispo do Porto, D. António" dirigida ao presidente do Conselho de Ministros, de 13 de julho de 1958.
Inclui diversos documentos sobre a suspensão do padre António da Graça Ribeiro, acusado de viver em mancebia com duas mulheres, nomeadamente um artigo de António Lino Neto, intitulado “Comunicados. Em luta pelo bom senso” («O Distrito de Portalegre», Ano 34.º, n.º 2488), com várias considerações sobre a pena canónica aplicada pelo bispo de Portalegre; artigos do jornal «A Plebe» (ano XXII, n.º 1129 e 1131), intitulados “O jesuitismo em acção”, o primeiro criticando António Lino Neto pelo seu envolvimento no assunto e o segundo com a publicação de uma carta de resposta à referida crítica; artigo do jornal «A Ordem» (ano II, n.º 402) com a publicação de um telegrama dos arciprestes da diocese, felicitando António Lino Neto pela sua tomada de posição no assunto; treze cartas do bispo de Portalegre, D. Manuel Mendes da Conceição Santos agradecendo o apoio de António Lino Neto e informando sobre o alcance social da polémica protagonizada pelo padre Ribeiro. Integra também missivas dos padres Francisco Sequeira, Joaquim José da Silva, Silva Martins, João José Alvares de Moura e do cónego José Cardoso com mais informação relativa ao mesmo assunto; apontamentos de António Lino Neto, referindo o destaque que o assunto mereceu na imprensa. Integra ainda uma carta de João Calado Rodrigues, dirigida a [António Lino Neto], com mensagem de felicitação pelo “brilhantíssimo artigo” contra as “dislatadas audácias” com que o padre [Ribeiro] atacou o prelado de Portalegre.
Conjunto documental que enquadra a atividade de Guilherme Braga da Cruz na esfera académica e científica, enquanto investigador e cientista. Concretiza-se pela sua colaboração em comissões organizadoras ou executivas, participação em encontros científicos, diferentes momentos de preparação de textos científicos e ainda a sua consagração na academia, pela atribuição de doutoramentos "honoris-causa". Enquanto investigador esteve também ligado a diversas instituições científicas: sócio efetivo do Instituto de Coimbra, membro da Comissão Portuguesa do Comité International des Sciences Historiques, académico de número da Academia Portuguesa da História, sócio fundador da Sociedade Internacional Francisco Suárez, membro da Académie de Legislation, sócio correspondente estrangeiro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, membro da Sociedade Jean Bodin, membro da Comissão Redatora da "Revista de Legislação e de Jurisprudência", diretor da Verbo-Enciclopédia Luso-brasileira de Cultura, membro do Centro Português de Estudos Europeus, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, membro do Seminário de História do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, membro da Académie Internationale des Sciences Politiques, académico correspondente da Academia Internacional de Cultura Portuguesa, membro da Sociedade Europeia de Cultura, vice-presidente honorário da Alliance Française e membro do Max-Planck-Institut für europäische Rechtsgeschichte.
O álbum relata a história da construção do Monumento a Cristo Rei, desde a cerimónia da bênção da Primeira Pedra a 18 de dezembro de 1949, até às cerimónias de inauguração do Monumento a 17 de maio de 1959. Todas as fotografias estão legendadas. O álbum terá sido, devido ao falecimento de D. Guilhermina Vasconcelos e Sousa, em janeiro de 1961, provavelmente feito pela empregada Maria Arminda de Jesus sob a supervisão do Eng.º. D. Francisco de Mello e Castro. Um dos indícios deste facto é a prova nº 75, que apesar de ser relativa a uma visita do Ministro das Obras Públicas tem uma legenda que refere apenas os aspetos técnicos: "Terraço superior mostrando os projectores". As provas que integram o álbum foram escolhidas dos numerosos conjuntos de fotografias encomendados pela Secretaria. As fotografias documentam os seguintes acontecimentos: Provas 1-8, bênção da 1ª Pedra; 9-35, obras de construção das fundações e dos pilares; 36, mealheiro; 37-40, moldes de gesso e de barro da figura; 41-69, fases da construção da figura; 70-72, vistas de conjunto; 73-76, visitas do Monumento; 77, Custódia; 78-97, cerimónias de inauguração.
Documentação relativa à aquisição e instalação do elevador do Monumento. Inclui: peças desenhadas e proposta de variante do projeto do ascensor; a circular enviada a cinco firmas comunicando a abertura do concurso; correspondência com os concorrentes que inclui carta de 21 de agosto de 1956 remetendo cópia das condições e uma carta da FORTIS pedindo o adiamento do prazo até 31 de agosto de 1956; propostas das firmas concorrentes (Boetlicher e Navarro Portuguesa LDA, Sociedade Portuguesa dos Ascensores Schlinder LDA, Fortis a Construtora Electromeânica LDA, The Engineering Company of Portugal e a G. Perez LDA representante da SUWIS Schlieren) que integram fotografias, folhetos técnicos, orçamentos e peças desenhadas; o quadro das propostas presentes a concurso; a apreciação das propostas tendo junto um parecer do Eng. Mecânico António Barros; correspondência sobre o valor da isenção de direitos de alfândega; carta do Eng. Francisco de Mello e Castro comunicando a decisão de adjudicar a empreitada à SUWIS Schlieren; contrato para o fornecimento e montagem de um ascensor elétrico em papel selado, tendo junto minuta e cópia com uma procuração dando poderes ao Eng. Gustavo d'Ávila Perez para representar a firma; peças desenhadas e autos de medição; correspondência com o BESCL sobre a garantia e carta da G. Perez LDA agradecendo o envio do auto de receção definitiva dos trabalhos.
Álbum com imagens dos vários atos que integraram as cerimónias da inauguração do Monumento a Cristo Rei, assim como imagens do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira a presidir às cerimónias de comemoração do aniversário da inauguração, provavelmente nos anos de 1960 a 1963. Relativamente às cerimónias do dia 17 de maio de 1959 o álbum inclui imagens da procissão de Nossa Senhora de Fátima de Cacilhas para o Monumento; da missa campal celebrada, de manhã, por D. Francisco Maria da Silva, bispo auxiliar de Braga; vistas da assistência, com destaque para imagem que mostra António de Oliveira Salazar, presidente do Conselho de Ministros; chegada do presidente da República, almirante Américo Thomaz; imagens da alocução do cardeal-patriarca, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, e do discurso do presidente da República; bênção do Monumento e, por fim, uma imagem da custódia usada na inauguração. Neste álbum as imagens das tribunas e das filas de prelados mostram aspetos diferentes dos captados por outras reportagens. As fotografias relativas a cerimónias dos anos sessenta mostram o cardeal Cerejeira sentado, com báculo e mitra, a proferir uma alocução ou a celebrar a eucaristia tendo junto ao altar o P. Sebastião Pinto da Rocha. Ver PT-SCR/SNMCR/B/11/28.
Inclui processos relativos a causas judiciais que opuseram a Irmandade do Santíssimo Sacramento a foreiros, herdeiros e beneficiários de legados pios deixados à irmandade, inquilinos de casas e lojas e seus fiadores, a irmãos e outros religiosos, nomeadamente capelães que serviam nas capelas de missas administradas pela irmandade. Destacamos a título ilustrativo: autos de contrafé, conhecimentos, citações de pagamento do foro e deliberações da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento a propósito da penhora interposta à casa e Horta de Arroios em 1833. Acompanham pedidos de isenção da décima e outros autos de penhora referentes a estas propriedades; mandado de despejo a Francisco Xavier da Silveira morador na rua de S. Pedro Mártir (1741-1781); citação para libelo na pessoa de António Correia como fiador de Luís Pedro de Sousa, pelo aluguer de uma casa na rua de S. Pedro Mártir (1788); documentação vária sobre o processo movido pelo padre António José Fustigueiras e Manuel José Fernandes contra a irmandade relativo aos rendimentos das casas da rua do Ouro que tomaram posse por carta de arrematação de real a real, para pagamento do que a irmandade lhes devia (1739-1803); sentenças a favor do padre António da Silva Delgado impossibilitando a irmandade de proceder a qualquer alteração às disposições da testadora que legou as missas (1759-1760); sentença cível a favor do juiz e mais irmãos da Mesa da irmandade e contra Manuel Coelho, relativa ao resto da joia que ficou a dever enquanto mordomo da mesma irmandade (1772-1773).
Inclui documentação referente a causas judiciais diversas que opuseram a irmandade ou foreiros cujos foros são administrados pela Congregação de Nossa Senhora da Caridade a inquilinos, devedores, herdeiros e religiosos: sentenças cíveis de preceito; sentença de carta de partilha; autos de penhora; levantamento de penhora; carta de arrematação; treslado de sentença; certidão de penhora; certidões de sentenças; sentença cível de nulidade de testamento, sentenças cíveis de adjudicação, entre outros. Exemplificamos com a sentença cível a favor do procurador e irmãos da Mesa da Irmandade da Caridade, pela qual se reforma a doação feita à irmandade dos covais da mesma igreja. Inclui pública-forma do testamento, petição da irmandade, despacho deferindo o pedido, procuração da irmandade a João Francisco da Costa e auto da posse (1748-1791); certidão de sentença cível de preceito de Luísa Maria da Silva contra a prioresa e mais religiosas do Convento da Rosa relativamente ao prazo que o desembargador João da Cruz Dinis lhe deixara da Quinta do Dolivo (1770-06-15); documentação relativa à queixa apresentada por Luísa Maria da Silva contra R. Veríssimo da Silva Vasconcelos em virtude do segundo ser devedor de parte de uma quantia concernente às fazendas que havia adquirido na loja da queixosa em 30 de agosto de 1764, num total de 74.605 réis e sendo instado várias vezes para efetuar o seu pagamento entregou apenas parte em 12 de outubro de 1764, a saber, 19.750 réis, apresentando diversos pretextos para não liquidar a totalidade da dívida (1764-1772).
Inclui sentenças relativas à falta de pagamento das rendas de casas pertencentes à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade por parte de inquilinos, resultando, muitas vezes em despejos; sentença cível de redução dos encargos de vinte e nove capelas ou instituições pias de que é administradora a irmandade; autos de penhora para execução de devedores por falta de pagamento de dívidas; alegação de direito a favor do prior da Paroquial Igreja de São Nicolau do Patriarcado de Lisboa Ocidental e do Real Padroado da Rainha, escrito por Francisco Trigueiros Góis, pedindo a suspensão de um decreto que obriga os proprietários das casas na rua Nova do Almada a vender as suas propriedades aos padres da Congregação do Oratório para que estendam a sua habitação, alegando a "perda de território e direito paroquiais, em uma grande porção de paroquianos" que habitam essas casas; processo relativo à dívida que o conde da Lousã tinha para com a irmandade; processo relativo ao litígio que opôs a irmandade e os herdeiros de José Enes pelo pagamento de juros das ações à companhia “Auxiliadora”.
Escritura de renovação do prazo em vida de três pessoas e obrigação da Quinta do Dolivo estabelecido entre o frei Manuel do Rosário, religioso da Ordem de São Domingos e procurador geral dos Mosteiros da Anunciada e Rosa da mesma Ordem, nomeado por procuração, e Francisco da Silva, em nome e como procurador de Luísa Maria da Silva, viúva de José de Moura Barroso, o qual disse perante testemunhas que tendo a sua constituinte a pacífica posse de uma quinta que consta de casas, pomar, olival e terras de pasto e vinhas, sita na freguesia de Almargem do Bispo, termo de Lisboa, sendo o prazo do dolo de Livre nomeação, a qual lhe nomeara seu primo, o desembargador João da Cruz Dinis Pinheiro, por verba de testamento e cuja nomeação a dita constituinte aceitara com o protesto de não consentir no gravame que lhe pesava pois pretendera o dito Mosteiro acrescentar-lhe a terça parte mais do foro que pagava. Esse protesto levou o dito Mosteiro a pleitear contra Luísa Maria da Silva no Juízo da Correção do Cível da Corte e na sentença que se proferiu contra o dito Mosteiro se determinara não ser aquele o modo de poder obrigar a dita sua constituinte à renovação pretendida com o dito acrescentamento.
Trata-se do primeiro livro dos termos de entrada dos irmãos da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau. O livro está organizado em duas partes. Na primeira encontra-se uma listagem alfabética dos irmãos com os respetivos números das páginas onde os termos se encontram. A segunda parte é constituída pelos termos de entrada, os quais contêm a data em que foi aceito(a) como irmão(ã) da Irmandade do Santíssimo Sacramento, a confirmação de reunir todos os requisitos para a admissão e os deveres (cumprir as "obrigações impostas pelo Compromisso, e termos da Mesa, Definição, ou Junta grande; e acceitar os cargos e lugares para que for eleito (…) e logrará todos os suffragios e mais graças concedidas aos mesmos irmãos." Os termos estão assinados pelo escrivão da Mesa e pelo irmão admitido. Os termos podem incluir informação adicional diversa: morada do irmão, data em que se passou a patente, data do falecimento, número de missas que foram ditas pela sua alma, por exemplo. O livro foi feito em Lisboa na "Officina Patriarchal de Francisco Luiz Ameno", em 1756 "post Terraemotum I".
Documentos de despesa, sobretudo ordens de pagamento relativas à contribuição predial; vencimentos; gratificações; rendas de casa; consumo de gás; esmolas; festividades; prestação de serviços; material, etc.; e, ordens de receita/recibos extraídos das folhas do Livro da Receita da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau (contas da receita da Fábrica da Igreja da irmandade: relação dos batismos e folha da receita mensais); rendas das lojas; joias dos irmãos novos, etc. Os documentos relativos às despesas e às receitas estão separados em maços, por ano económico (1916-1917; 1917-1918; 1918-1919 e 1919-1920) e ordenados por mês (geralmente de janeiro a junho e de julho a dezembro) e dia. Inclui uma monografia da autoria do prior Francisco do Rosário e Melo, intitulada "Descrição miudamente circunstanciada da antiga Igreja de São Nicolau de Lisboa: abatida e incendiada por ocasião do terramoto no dia memorável do 1.º de novembro de 1755 e que compreende a relação das alfaias e preciosidades, que a Irmandade dos Santíssimo Sacramento então perdeu; o número de eclesiásticos empregados no serviço da mesma igreja; a ordem e perfeição que se observava no culto divino e outras notabilidades. A que se junta a curiosa memória da reedificação da nova igreja, e diligência até agora empregadas para o andamento da obra".
Receituário prescrito durante os anos de 1859 (de julho a dezembro), 1865 (de janeiro a dezembro), 1866 (de janeiro a dezembro), 1867 (de janeiro a dezembro) e 1885-1886 (de julho a dezembro de 1885 e janeiro a junho de 1886). Inclui conta do receituário aviado em uma das farmácias com ligação à Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau, no qual consta a data, os nomes das pessoas socorridas, o número de receitas e a importância. No verso das receitas encontra-se a informação para que os paroquianos aviem as receitas na farmácia da travessa da Vitória n.º 46 e 48 e que os irmãos e seus familiares diretos podem, para além da citada, recorrer às farmácias de Francisco Mendes Bagorro Júnior, na rua dos Remédios, 18; de Manuel Vicente de Jesus, no Largo do Rato, 46 e à de Domingos Lúcio Monteiro, na rua do Livramento, 42. Os documentos têm no cimo a designação da irmandade, o nome do doente, a morada, a medicação, indicação do modo de aplicar ou tomar (posologia), preço, rubrica do enfermeiro que atendeu o paciente e data.
Títulos dos jazigos: n.º 1900, no Cemitério do lado Ocidental, Cemitério dos Prazeres, comprado por Francisco José Soares. Última abertura do jazigo para receber os restos mortais de Justiniana Maria Soares; n.º 1628, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por José António da Costa Novais; n.º 1518, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por António José Condeixa. Última abertura do jazigo para receber os restos mortais de Angélica Rosa da Silveira Condeixa; n.º 2800, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por Antónia [Bárbara?] da Cunha, usufrutuária de António de Almeida e Silva. Nos documentos relativos ao jazigo n.º 1900, encontram-se recibos de montantes, referentes à limpeza dos jazigos n.º 2800, 1628 e 1518, que foram pagos à Câmara Municipal de Lisboa, Direção dos Serviços de Salubridade, 2.ª Repartição - Higiene Urbana (Secção de Cemitérios). Para além dos títulos dos mausoléus, encontram-se também recibos relativos a despesas com limpeza e reparos, averbamentos e ofícios da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau aos administradores dos cemitérios dos Prazeres e do Alto de S. João e ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa solicitando autorização para ordenar a limpeza dos jazigos acima mencionados.
Inventário dos artigos de culto provenientes dos seguintes conventos extintos: Convento de Alcobaça; Convento de S. António dos Capuchos; Convento de S. António da Convalescença; Convento de Santa Apolónia; Convento da Arrábida; Convento do Beato António; Convento da Boa Nova em Belém; Convento da Boa Morte; Convento de S. Camilo de Lelis; Convento do Carmo; Convento do Carmo de Camarate; Convento do Coleginho; Hospício da Conceição; Convento do Corpus Christi; Convento da Esperança; Convento do Espírito Santo; Convento da Estrelinha; Convento de S. Francisco de Paula; Convento da Graça; Convento de Jesus; Convento de S. João de Nepomuceno; Convento de S. José e Santa Catarina de Ribamar; Hospício de Nossa Senhora da Conceição da Carreira dos Cavalos; Convento de Nossa Senhora do Livramento; Convento Nossa Senhora da Piedade de Cascais; Convento de Nossa Senhora dos Remédios; Convento dos Paulistas; Convento de Rilhafoles; Convento da Trindade; Convento de Xabregas; Convento de S. Vicente; conventos não especificados. Consta a descrição detalhada dos artigos e as condições em que foram cedidos.
Recibos dos juros pagos pelos fiscais da companhia "Auxiliadora" referentes aos pagamentos das prestações das ações. Os recibos contêm indicação do montante recebido, da prestação a que correspondem, os números das ações, data, assinatura e valor da Décima e do impostos anexos. Inclui recibo da décima de juros e impostos anexos pagos anualmente. O maço contendo recibos de juros por cobrar inclui relações dos acionistas da companhia "Auxiliadora" com direito aos juros semestrais com sinalização dos que não os receberam; relações do pagamento das prestações de juros (relativas às primeiras e/ou segundas prestações de juros vencidos) contendo indicação da prestação a que se refere (do 1.º ou do 2.º semestre) e ano, número total de ações e valor deduzido para pagamento da décima de juros e mais impostos, número das ações, nome dos acionistas, número do recibo, número total de ações e quantia líquida; e, uma procuração datada de 27 de abril de 1857, dando poderes a Francisco Dias de Almeida para receber os juros entregues pelos fiscais da Companhia Auxiliar. Os documentos estão ordenados por ano (de 1869 a 1881).
Contém duas escrituras de aforamento da Quinta de Corroios, das vinhas que D. Pedro de Sousa Noronha e sua mulher, D. Juliana de Noronha, tinham em Santa Marta (1621, 1705); saldo de contas das despesas da Quinta de Corroios, pertencente ao vínculo instituído por Manuel Borges de Brito a fim de ser assinada e se passar quitação à irmandade (1825); sentença pela qual a irmandade pagou à viúva, D. Mariana Cândida de Melo Sousa e Menezes, as despesas e benfeitorias feitas após a morte do seu marido (1825); considerações da Comissão nomeada pela Mesa Definitória da irmandade para avaliar o estado do pinhal denominado - do Teófilo, no concelho do Seixal, para a Mesa poder deliberar sobre a questão da sub-rogação proposta por João Coelho Silva (1843); licença concedida pela irmandade para a celebração de uma missa numa das salas da casa da Quinta de Corroios, para a inauguração da imagem de São Nicolau sobre o portão (1860); petição de Manuel Francisco da Silva, rendeiro da Quinta de São Nicolau, para que a irmandade mande instalar uma nora no poço que existe na horta da mesma quinta (1862).
Organizado cronologicamente, apresentando primeiro a receita, seguida da despesa e dos resumos e termo de encerramento. A receita é referente sobretudo ao recebimento de juros de dívidas f. 1-4, 24 e 27 e, em relação às despesas, apresenta as relativas ao funeral, que inclui esmolas aos pobres, acompanhamento do funeral, cera, caixão, armação da casa, sinais do dia do óbito, esmolas de missas, entre outros f. 14-22, 25. Apresenta ainda o termo de encerramento da conta nos f. 23 e 26. Inclui também outro tipo de despesas, registadas depois do encerramento da conta, como as de pagamento ao procurador para satisfação de negócios relativos à testadora, pagamento de ordenados e outros por contas dos legados nos f. 29 a 38. Na capa tem uma nota a dizer que faleceu a 24 de Dezembro de 1754. Existem alguns papéis soltos, em mau estado. Possui termo de abertura mas não apresenta termo de encerramento. Testadora: Teresa de Jesus Aurélia. Tesoureiro: Filipe de Santiago Ribeiro. Escrivão: Nuno Prestes da Silva; Francisco Xavier de Sousa.
Termo de admissão de 1885-04-19: «(…) anuindo de bom grado ao convite que a referida meza lhe fizera permittia a inscripção do Seu Real Nome, como Irmão d'esta Irmandade, e por isso foi lavrado o prezente termo, que vae ser assignado por Sua Alteza Real, e por Daniel João Gonçalves, primeiro escrivão da meza d'esta Irmandade». Assinam o príncipe D. Carlos e o 1.º escrivão. Segue-se a transcrição do extracto da Acta da Sessão extraordinária da Assembleia-geral da Irmandade, datada de 1885-04-26, que respeita à nomeação do príncipe D. Carlos, Duque de Bragança, como juiz honorário perpétuo, sob proposta do juiz, que foi aprovada na referida Assembleia-geral, por unanimidade. Está assinada por todos os irmãos presentes na referida sessão. Apresenta ainda a cópia do ofício dirigido ao príncipe, que acompanhou a entrega da carta patente de irmão e em que se participa a sua nomeação como "Juiz Honorário Perpétuo da Irmandade", datado de 1885-04-27. Possui termos de abertura e encerramento. Juiz: Francisco Ribeiro da Cunha. Primeiro Escrivão: Daniel João Gonçalves.
Original manuscrito do Compromisso da Irmandade do Santíssimo Sacramento de 1817, organizado em 12 Capítulos: Capítulo 1.º Das obrigações geraes para todos os Irmãos (f. 3); Capítulo 2.º Da Mesa da Irmandade (f. 7); Capítulo 3.º Do cargo do Juiz (f. 11); Capítulo 4.º Do Escrivão da Mesa (f. 12); Capítulo 5.º Do Thesoureiro da Irmandade (f. 13); Capítulo 6.º Do Procurador Geral da Irmandade (f. 15 v.º); Capítulo 7.º Do Procurador da Mesa (f. 16 v.º); Capítulo 8.º Dos meios para ser mais facil o cumprimento das obrigações de cada hum dos Mesarios, e dos mais Irmãos em geral (f. 19); Capítulo 9.º Da Eleição, e Posse da Mesa nova (f. 22); Capítulo 10.º Do Culto Divino (f. 24); Capítulo 11.º Das Pessoas empregadas especialmente para o Culto Divino (f. 26); Capítulo 12.º Das Pessoas occupadas no Expediente da Irmandade (f. 29); Conclusão (f. 30 v.º). Possui “Index dos Capitulos do Compromisso” no início. Tem encadernado junto a Provisão Régia de confirmação do Compromisso, datada de 18 de Agosto de 1817. Juiz: Barão de Quintela; Escrivão: Domingos Gomes Loureiro; Procurador Geral: António Gomes Ribeiro; Tesoureiro: António José Coelho da Fonseca; Procurador da Mesa: Manuel Francisco da Cruz.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas dos seguintes tesoureiros: Domingos António Jaques, Pedro Nunes Colares, Francisco da Silva Carneiro, Estevão Lopes Cardoso. Os maços apresentam na frente um fólio com o nome do tesoureiro, data em que principiou e findou "com o seu livro da despesa" e breve descrição do conteúdo do maço. Os maços contêm petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de informar acerca da condição do doente; a deliberação da Mesa e rubrica dos mesários; nota de desobrigação da quaresma ao doente pelo padre; nota de visita do enfermeiro ao doente com informações sobre o seu estado de saúde; contas de despesa com o doente e nota de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham recibos de despesa feita com o boticário, ordenados, pagamento da décima, obras em propriedades, entre outros. Surgem também, contas de receita com o arrendamento de propriedades. Os maços acham-se organizados por tesoureiro e numerados de 14 a 19.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas dos seguintes tesoureiros: Domingos António Jaques, Francisco Xavier Vieira, Felipe Nunes Colares, Manuel António Alves, João de Almeida. Os maços apresentam na frente um fólio com o nome do tesoureiro, data em que principiou e findou "com o seu livro da despesa" e breve descrição do conteúdo do maço. Os maços contêm petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de informar acerca da condição do doente; a deliberação da Mesa e rubrica do procurador; nota de desobrigação da quaresma ao doente pelo padre; nota de visita do enfermeiro ao doente com informações sobre o seu estado de saúde; informações sobre o estado de saúde dos doentes; contas de despesa com os doentes e notas de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham recibos de despesa feita com o boticário, pagamento da décima, despesas de expediente, entre outros. Surgem também contas de receita com o arrendamento de propriedades. Os maços encontram-se organizados por tesoureiro e numerados de 7 a 13.
Inclui cartas, bilhetes-postais, cartões e ofícios endereçados a Vicente Luís Gomes, entre outros, pelos seguintes remetentes: Arnaldo Metello de Liz Teixeira; padre José Maria da Silva Bunheirão; Francisco José Lemo; José de Vasconcelos Mascarenhas Pedroso; Eduardo Alves de Sá; Francisco Alves da Silva Taborda; Rodrigo de Sousa Valente; Sebastião Peres Rodrigues; António Inácio dos Santos; José Pinheiro Borges; Benjamim Humberto de Amaral e Patto[?]; Américo Correia da Silva Tavares; Norberto Magalhães; Francisco M. de Brito; Raúl Lino; A. Toscano; José de Mascarenhas Girão Pereira; Luís Pereira da Cunha Fialho; António Pinto de Mesquita; J. Isidro dos Reis; António Heleno Nunes; Victor Gonçalves; Augusto de Vasconcelos; Joaquim Pedro Correia da Rocha; José Maria H. Sampaio; Alexandre Joaquim da Silva Carreira; Manuel Augusto de Carvalho; José Morais; Fortunato de Almeida; Hugo Mastbaum; David Salgado; A. Vieira Bastos; António Feliciano Trigoso; José Paula Nogueira; José Martins de Mira Galvão; Associação Central da Agricultura Portuguesa; União Resineira Portuguesa; Fundição de Fradelos de Diniz J. Praça; Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses; Centro Agrícola Industrial; Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida (Secção de Parasitas Animais); Companhia de Seguros Sagres; Instituto Profissional dos Pupilos do Exército; Monteiro Gomes Lda. Engenheiros; Sociedade de Anilinas. Entre os diversos assuntos tratados, sublinham-se os seguintes: envio de informação sobre ações judiciais em curso; mensagens de agradecimento por favores prestados pelo destinatário e pela oferta de produtos agrícolas; considerações sobre a atuação do governo pt, bem como sobre a política e a economia agrícola em Portugal; pedidos de envio de estudos da autoria do destinatário; apreciação de artigos escritos pelo destinatário; envio de resultados de análises químicas a água, a materiais agrícolas e a produtos alimentares; agendamento de encontros; resoluções de dívidas; mensagens de felicitação pelo casamento do destinatário, pelo nascimento do seu filho e pela sua nomeação para o cargo de [procurador régio na comarca de Tavira]; pedido relacionado com a concessão de uma amnistia a um grupo de indivíduos identificados como os “correligionários de Castro Marim”; mensagens de agradecimento pelo apoio no desempenho das funções; informação sobre acontecimentos ocorridos na propriedade denominada Chamusca; recomendações no âmbito de ações judiciais; pedidos de apoio relacionados com a interpretação de leis; referências ao envio de notas de despesas associadas à frequência de Ruy Cinatti, neto do destinatário, no Instituto Profissional dos Pupilos do Exército; referências a aplicações de capital em contas conjuntas do remetente com Ruy Cinatti; referências a projetos de arquitetura de uma casa de habitação e de um escritório; partilha de informação sobre a venda e o fornecimento de azeite, sobre a produção de pasta de papel e de ceiras de Cairo para Cinchos, sobre a desparasitação de laranjeiras e sobre fertilizantes químicos; apresentações de empresas; informação sobre obras e equipamentos na propriedade denominada Vale da Vaca; respostas a pedidos relacionados com colocações profissionais; referência à colaboração do destinatário no Jornal «O Século». Integra também telegramas, bilhetes-postais e cartas remetidas por vários familiares de Vicente Luís Gomes, nomeadamente os seus filhos José Vaz Monteiro Gomes e António Vaz Monteiro Gomes; o seu primo Joaquim Vaz Monteiro; a sua cunhada Maria da Conceição Guerreiro Gomes; o seu tio Bernardino Vaz Monteiro. Destaca-se a informação sobre partilhas de bens e sobre a gestão da propriedade denominada Vale da Vaca. Salientam-se também as referências a problemas e divergências entre familiares; os esclarecimentos sobre o pagamento de foros; as considerações sobre os cargos e as ocupações profissionais dos remetentes; a informação sobre o desenvolvimento da Companhia do Boror. Engloba, ainda, cartas e bilhetes-postais de Vicente Luís Gomes endereçados a António Vaz Monteiro Gomes, Ruy Cinatti, J. R. Costa, Francisco Morais e a Nogueiro Júnior, com mensagens de cumprimentos; referências a encontros entre o remetente e os destinatários; considerações sobre o estado da agricultura em Portugal; informação sobre a gestão da propriedade denominada Vale da Vaca; partilha de notícias sobre o estado de saúde de familiares; pedidos relacionados com procedimentos administrativos em diversos serviços públicos; pedidos de aquisição de produtos; referências ao envio de dinheiro para o pagamento de rendas. Sublinham-se, também, diversas cartas de Vicente Luís Gomes remetidas ao Banco Nacional Ultramarino de Londres e Paris, com referências à abertura de contas bancárias conjuntas com Ruy Cinatti e com informação sobre aplicações de capital. Inclui, por fim, textos, em prosa e em verso, sobre temas amorosos, da autoria de Henrique Pereira e autor não identificado, endereçados a Vicente Luís Gomes.