Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for manuel and 603,083 records were found.

Morada: Rua da Oliverira-Vila-Melgaço Averbamentos: 29 Setembro 2004- transferido para Manuel Augusto Esteves
Testamento manuscrito, pertencente ao senhor Manuel Pacheco de Mello, feito em vinte de maio de 1684.
Receita do Dr. José Manuel Cortesão, de Coimbra, onde prescreve a toma de Eucodal.
VAZ, Manuel José. Filho de Maria Rita Vaz, solteira, lavradora, residente no lugar da Granja, mas nascida na freguesia de Chaviães. Neto materno de Maria Luísa Vaz, solteira, natural de Gondufe, Chaviães. Nasceu em Alvaredo a 10/8/1865 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José de Sousa Lobato, solteiro, do lugar da Granja, e Maria Domingues Caldas, solteira, do lugar de Barbeito. // Ofereceu, a 2/7/1897, o sino à capela de Queirão. // Era solteiro, proprietário, morava no lugar de Longarinha, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 1/10/1897 com Libânia Fernandes, de vinte e um anos de idade, solteira, doméstica, natural de Paderne, residente no lugar de Penelas, filha de José Maria Fernandes e de Maria Teresa Ferreira. Testemunhas: Luís Manuel de Abreu, solteiro, proprietário, morador no lugar de Queirão, e João Manuel Fernandes, solteiro, proprietário, residente no lugar de Penelas, ambos os lugares da freguesia de Paderne. // Em 1908 era emigrante no Brasil; nesse ano veio passar férias à sua terra natal, onde possuía uma magnífica vivenda e algumas propriedades (Jornal de Melgaço n.º 747 e n.º 748). // Em 1914 chegou a sua casa das Fontainhas (ou Quinta da Fontainha) vindo do Rio de Janeiro, onde era comerciante (Correio de Melgaço n.º 110, de 4/8/1914). // Em 1915 voltou para o Brasil (Correio de Melgaço n.º 146, de 25/4/1915). // A sua irmã, Maria Vaz, faleceu na Quinta da Fontainha a 4/5/1918, tendo o seu funeral decorrido no dia seis desse mês e ano na igreja do mosteiro (JM 1206, de 18/5/1918). // Ele, Manuel José, morreu no Rio de Janeiro, onde se encontrava com sua esposa e filho, nos inícios de 1919 (JM 1236, de 2/3/1919). Diz-se no referido jornal: «com o seu desaparecimento perdeu a freguesia de Paderne importantes melhoramentos.» E mais à frente: «há pouco tempo mandou fazer na capela do santíssimo obras de importância superior a 100$00…» Em Julho desse ano de 1919 regressava do Rio de Janeiro a sua viúva. // Foi pai – pelo menos – de oito filhas: Maria Amélia (casou em 1920 com Herculano Arsénio Gomes Pinheiro); Ludovina (casou a 31/2/1934 com José Rodrigues Midões); Maximiana Augusta (nasceu em 1903 e casou com José Guerreiro Ranhada); Alice (casou a 15/11/1947 com Francisco Moreira da Silva); Isaura; Vitória; Amélia de Jesus; Isabel; e de um filho, Manuel José (nascido em 1912 e falecido a 23/7/1959, sem geração). // Era proprietário da Quinta da Fontainha. // A sua viúva, Libânia Fernandes, finou-se em Paderne no ano de 1943.
Eduardo Manuel de Almeida Júnior nasceu em Guimarães, no dia 3 de fevereiro de 1884. Estudou no Colégio de S. Dâmaso (atual Convento da Costa) e licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Em parceria com Alfredo Pimenta, escreveu um polémico folheto intitulado “Burgo Podre” (1902). Em 1909 foi para o Porto, onde abriu um escritório de advocacia com Alfredo Pimenta. Com a instauração da República, regressou a Guimarães, onde veio a ser o primeiro Administrador do Concelho, do novo regime. Foi Deputado por Guimarães e, mais tarde, Chefe de Gabinete do Ministro das Finanças do Governo de Bernardino Machado. Após se ter retirado da política ativa, em 1915, foi redator-principal do jornal O Republicano e Diretor d’ O Povo de Guimarães (1931). Em 1921, foi nomeado Presidente da Sociedade Martins Sarmento, mandato que terminou em 1926, altura em que foi proclamado Sócio Honorário, pelos “relevantes serviços prestados”. Voltou a ser Presidente da Direção entre 1929 e 1931, e ainda em 1945 e 46. Eduardo de Almeida foi também um escritor, tendo sido autor de algumas obras de ficção (entre elas, “A Lama”, em 1905). Colaborou com várias publicações periódicas e escreveu o seu primeiro artigo na Revista de Guimarães, em 1906. Dedicou-se aos estudos jurídicos e sociológicos. Fez investigação histórica, e publicou uma notável série de estudos dedicados à história de Guimarães. Morreu em 1958, estando sepultado no cemitério da Atouguia, em Guimarães. https://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/tag/eduardo+de+almeida
Grande republicano nasceu em Pedrogão Grande em 1882 e faleceu em Braga em 1956. Viveu na casa n.º 225 da Rua Andrade Corvo. Possuía o curso de Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e o curso preparatório para a antiga escola do Exército. Conheceu Manuel Monteiro em Coimbra, de quem foi amigo e com quem partilhava os ideais políticos. Era professor do ensino liceal em 1910, tendo integrado a 1.ª Comissão Administrativa republicana da Câmara Municipal de Braga. Foi nomeado Bibliotecário em 3-4-1911 da Biblioteca Pública de Braga, passando a diretor em 4 de Julho de 1918. Além de bibliotecário-arquivista competentíssimo e empreendedor, foi também um homem de cultura, um investigador de temas bracarenses. Possuía conhecimentos profundos de história e arqueologia. Daí resultaram centenas de artigos insertos nos jornais locais Correio do Minho e Diário do Minho e textos publicados em revistas da especialidade, como os Anais de Bibliotecas e Arquivos, Biblos, Bracara Augusta, Mínia, etc., bem como uma monografia sobre o Bom Jesus do Monte. Foi também o primeiro diretor do Museu D. Diogo de Sousa, criado em 1918. In: http://historiaporumcanudo.blogspot.com/2010/06/alberto-feio-soares-de-azevedo.html
Contém a carta de Manuel Augusto Pereira dirigida a Diogo Freitas do Amaral, a ameaçar tornar público todos os atropelos sofridos pela democracia no CDS-Gaia e avançar para a impugnação do IX Congresso do CDS. Ofício do presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, dirigido a Manuel Augusto Pereira, a informar que não tem poderes de decisão ou julgamento de irregularidades, durante o Congresso, e se as houve, deveriam ter sido suscitadas no início dos trabalhos perante a Comissão de Verificação de Mandatos. Pede-lhe, em nome do Partido, que não impugne o Congresso.