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REGISTO do titulo da paroquial igreja de Nossa Senhora da Assuncao de Vale de Torno, a favor de Antonio Jose de Vilas Boas de Mesquita, da freguesia de Santa Maria Madalena de Vilas Boas, da mesma comarca. Localidades: VALE TORNO,Nossa Senhora Assuncao, VILA FLOR
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa. Joaquim José de Sousa Mascarenhas, negociante, e Joaquim Camilo da Silva Caldeira, mercador, ambos moradores em Vila Franca de Xira, celebraram um contrato de sociedade para a gestão da renda dos oitavos das vilas da Castanheira e Povos. Foram testemunhas: Francisco José da Silva, caixeiro do sócio Joaquim José de Sousa M., e Francisco António Veloso, alfaiate, sendo ambos moradores em Vila Franca de Xira.
PROVISAO a favor do Padre Domingos Teixeira, vigario da freguesia de Santa Maria Madalena de Vilas Boas, comarca da Torre de Moncorvo, para se benzer a imagem que declara na sua peticao. Localidades: VILAS BOAS,Santa Maria Madalena, VILA FLOR
REGISTO de titulo da igreja e vigararia ad nutum de Santa Maria Madalena de Vilas Boas, a favor do Padre Jose Teixeira, natural do lugar de Vilarinho das Azenhas. Localidades: VILAS BOAS,Santa Maria Madalena, VILA FLOR
REGISTO de carta de encomendacao para a igreja de Santa Maria Madalena de Vilas Boas, comarca da Torre, a favor do Padre Antonio Patricio Vidal, cura da dita igreja. Localidades: VILAS BOAS,Santa Maria Madalena, VILA FLOR
Requerente: Manuel de Sousa Lobato Abreu Malheiro. Assunto: Pedido de licença para reconstruir um açude, construir um muro de suporte e reconstruir as paredes e telhado de um engenho de serrar (serração) que possui na margem do ribeiro de Barros. Contém: comunicação, cópia de requerimento, alvará de licença número 182
Este livro tem os termos de abertura e de encerramento lavrados a 13 de março de 1820, pelo Juíz de Fora das vilas de Alhandra e Alverca, Joaquim José Baptista Nogueira. O livro contém 22 fólios (44 páginas) que estão rubricadas e numeradas pelo juíz referido, apresentando mancha de texto apenas até ao fólio 7. Os registos iniciam-se a 10 de novembro de 1820 e finalizam a 22 de agosto de 1826. Surgem como juizes almotacés: António Pedro Palmeiro, José Ferreira Estrela, Manuel dos Santos, o Capitão Manuel Lopes, Manuel de Serres da Silva, Hugulino José Pinheiro Borges e Joaquim António Rodrigues Lusitano. Cristovão Pereira Botto apresenta-se na qualidade de almotacé (escrivão). Resumo: Fl. 1: Para além do termo de abertura, existe uma verificação de 14-12-1820, vista em Correição; Fl. 2-5v:Termos de condenações. Condenação de 03-11-1820, que fez o juiz almotacé António Pedro Palmeiro, sendo sido apresentado um requerimento de Luisa Margarida para ser avaliada, por João da Silva, a perda de uma porção de couve que tinha no seu quintal, devido ao porco de José Maria, marítimo. A avaliação foi feita em 400 réis, e a condenação em 300 réis. Condenação de 02-08-1821, que fez o juiz almotacé, o Capitão Manuel Lopes dos Santos, sendo presente Maria Joaquina, viúva, e moradora no lugar da Coxoa, onde lhe apareceu numa seara, umas poucas de cabras que lhe destruíram parte da dita seara, trazendo as cabras para o curral do Senado. Foi condenado o dono das cabras, José da Silva, lavrador e morador no termo da cidade de Lisboa, condenado em 2.000 réis e custas. Condenação de 02-05-1822, que fez o juiz almotacé Manuel dos Santos, a Manuel de Jesus, carreiro, por trazer uns bois numa terra à solta, por cima da quinta de João de Almeida Sousa, fazendo prejuízo ao dono. O dono não quis nada pelo prejuízo, mas Manuel de Jesus foi condenado em cem réis por cabeça e custas (200 réis). Condenação de 05-06-1822, que fez o juiz almotacé José Ferreira Estrela a Estevão Inácio em 2.500 réis e custas, por este não ter licença, nem bilhete de aferição, relativamente aos géneros que vendia em duas casas suas. Condenação de 13-03-1823, que fez o juiz almotacé Manuel de Jesus da Silva. Estando presente Delfina Rita, casada com Manuel dos Santos, trabalhador, esta tinha um lençol a corar quando vários porcos de diversas pessoas, o fizeram em retalhos, requerendo aos donos dos porcos (Agostinho Bernardes, Maria Joaquina, Joaquina Maria, Maria Rodrigues e Ana Maria Anacleta, mulher de João de Deus), o pagamento dos estragos. Os donos dos porcos foram condenados em 500 réis e custas cada um, por não terem licença para os criar. Condenação de de 08-08-1823, que fez o juiz almotacé Hugulino José Pinheiro Borges, depois de haver corrida no lugar de À-dos-Loucos. Encontrou José Joaquim Cartaxo, moleiro, sem ter aferido as medidas do moinho, sendo este condenado em 600 réis e custas. Gertrudes, viúva e moleira, condenada em 900 réis e custas pelo mesmo motivo e por não ter licença, Manuel Rodrigues, moço moleiro, em 900 réis e custas, pelas mesmas razões, Manuel Rodrigues (o velho), em 300 réis e custas, João Batista, em 200 réis e custas , José Francisco, em 200 réis e custas, Manuel Ribeiro, em 200 réis e custas, Alexandre, trabalhador, em 200 réis e custas, José Brás em 200 réis e custas, por não terem licença para criarem um porco, e ainda, Teodoro Soares em 200 réis e custas , por ter uma cadela solta pelas fazendas, António Nunes «o professor» em 700 réis e custas, por não ter licença para vender vinho, nem ter as medidas aferidas, e por fim, Miguel Francisco moleiro, em 600 réis e custas, por não ter aferido as medidas nem ter licença. Condenação de 10-09-1825, feita no lugar de Subserra, freguesia de São João dos Montes, termo de Alhandra, estando presente o juiz almotacé, o alferes Joaquim da Costa. Este encontrou Manuel Nunes lavrador (de apelido o manquinho), e António Gregório sem licença para criar um porco, condenado o primeiro em 400 réis e custas, e o segundo em 500 réis e custas. José dos Santos trabalhador, e Alexandre Francisco trazia um cão solto cada um, condenando o primeiro em 400 réis mais custas, e o segundo em 300 réis e custas. António Marques foi condenado em 240 réis e mais custas por tirar barro sem licença. A 21-10-1825 foram apresentadas queixas da parte do povo ao juiz almotacé, pois Vicente Ferreira estava a vender sardinhas ao almocreve por menor preço que preço que vendia ao dito povo, indo contra a postura do Senado, condenando-o em 500 réis mais custas; Fl. 6: Audiência de 11-02-1826, que fez o juiz almotacé Joaquim António Rodrigues Lusitano, mandando vir a juízo Silvério da Costa, marítimo da vila de Alhandra, relativamente à travessia do peixe praticada no dia 10 pela manhã, condenando-o em 500 réis mais custas; Fl. 6v: Termo de corrida de 28-02-1826, que fez o juiz almotacé Joaquim António Lusitano. Este encontrou Francisco da Silva (o coxo), José dos Reis, Joana Teodora (padeira), José Carvalho (ferreiro), José Luís do Nascimento, José Maria Nunes, Manuel dos Santos (aguadeiro), Ana Ralha, João da Costa Cigarra, Inês Maria, por não terem licença, condenando cada um em 500 réis e custas, e ainda Silvestre de Oliveira, pelo mesmo valor, por não ter aferido; Fl. 7: Termo de corrida de 22-08-1826, que fez o juiz almotacé Cristovão da Costa Real, achando tudo em ordem na vila de Alhandra.
Copiador de correspondência entre a Cáritas Portuguesa e o Ministério dos Negócios Estrangeiros, incluindo ministro e organismos dependentes: Comissão Nacional da FAO, Direção-Geral dos Negócios Políticos e da Administração Interna, Direção-Geral dos Negócios Económicos e Consulares, Repartição dos Congressos e Conferências Internacionais, Legação de Portugal em Viena, assim como outras entidades internacionais (Catholic Charity Fund, ONU, Campo de Refugiados Húngaros de Judenau, Comissão Intergovernamental para as Migrações Europeias. Assuntos principais: pedido de filiação da Cáritas Portuguesa na Caritas Internationalis, 1953; refugiados portugueses em Xangai e deslocados em Macau, 1953; troca de publicações com Comissão Nacional da FAO, 1958, 1963-1964; Faial Relief Program financiado pela Catholic Relief Services, 1959; pedido de visto para 50 crianças austríacas, 1946; autorização aos Consulados de Génova, Genebra e Basileia para concessão de vistos em passaportes coletivos para crianças italianas, alemãs, austríacas e húngaras, 1946-1947; logística de transporte e repatriamento das crianças, 1949; Medalha de Honra da Vila Federal de Viena a Fernanda Jardim, em nome da Cáritas Portuguesa, 1950; colaboração da Princesa Maria Benedita Von Lichtenstein com Cáritas, 1951; participação do Dr. Guardado Lopes no Congresso de Salzburgo organizado pela Caritas Internationalis, 1951; intervenção do Secours Catholique no trânsito de crianças austríacas por França, 1952; repercussões na imprensa norte-americana da ação da Cáritas na distribuição de medicamentos nas colónias, 1955; campanha na diáspora portuguesa para angariação de fundos para enviar a militares na Índia, 1956; negociações entre Coordinating Committee International Help for Hungarian Refugees Students e Legação de Portugal em Viena para Portugal receber estudantes húngaros, 1956; récita de gala Arte e Caridade no Teatro de S. Carlos a favor da Hungria, 1956; chegada de húngaros a Portugal, 1956; Casa da Colónia Portuguesa de Orense e campanha de recolha de bens a favor da Hungria 1956; pedidos de localização de crianças e famílias húngaras em Portugal, 1957; delegação da Cáritas Portuguesa visita os campos de refugiados de Judenau e Spratzern, 1957; posição do governo norte-americano sobre os Açores e a emigração perante a erupção vulcânica no Faial, 1958; donativos dos EUA para situação de emergência em Cabo Verde, 1959; nomeação de Robert Gulbenkian como correspondente em Portugal do Alto Comissário da ONU para os refugiados, 1960); selo comemorativo do Ano Mundial do Refugiado, 1960; ajuda de emergência aos sinistrados do terramoto de Agadir, 1960; participação de Fernanda Jardim na 5.ª Sessão do Comité Executivo do Programa do Alto Comissário dos Refugiados, 1961; envio de ajuda aos refugiados angolanos no Congo, 1961; Misereor e Propaganda Fidei em Macau, 1962; plano de auxílio aos Refugiados Chineses em Macau, com componentes assistencial, habitação e pequena indústria, 1962.
Mapas de distribuição de serviços religiosos a serem celebrados pelos capelães da Irmandade dos Clérigos do Porto, relativos aos ofícios pelas almas dos Irmãos falecidos, missas de esquadra e missas de círculos, ao longo do ano económico. Esta fonte serve igualmente a função de recibo do pagamento destes serviços pelo Secretário da Irmandade ao Tesoureiro da Igreja e da Sacristia. Os mapas geralmente contêm os seguintes dados: especificação da tipologia de ofício, nome dos capelães e parte do ofício que lhes foi atribuído em cada um dos dias (ex.: Missa, Evangelho ou Epístola). Ao lado dos nomes dos capelães encontram-se anotações, relativas à satisfação ou não da celebração dos ofícios e das respectivas multas em caso de falta. Os mapas dos ofícios pelas almas dos Irmãos defuntos relacionam-se com o cumprimento das disposições do Capítulo 7, § 1, fl. 22v., dos Estatutos da Irmandade de 1782, em que se estabelece que, no termo de oito dias após o enterro dos Irmãos se deviam celebrar três ofícios de nove lições pelas suas almas. Estes mapas são relativos a membros masculinos e femininos, tanto eclesiásticos como seculares e, para além dos dados referidos, indicam igualmente o nome do defunto e os dias em que se celebraram ofícios pela sua alma. Os mapas das missas de esquadra, por sua vez, resultam do cumprimento das disposições do Capítulo 16, § 1, fólios 26 e 26v. dos Estatutos do Coro da Irmandade de 1782, em que se instituiu o designado “Ofício da Esquadra” para sufragar as almas do purgatório. Este ofício, que deveria ser celebrado no primeiro dia desimpedido de cada mês, geralmente seguia o seguinte esquema de rotatividade: Porta da Ribeira nos meses de Setembro, Janeiro e Maio, Porta de Cimo de Vila nos meses de Outubro, Fevereiro e Junho, Porta do Olival nos meses de Novembro, Março e Julho e Porta Nova nos meses de Dezembro, Abril e Agosto. Os mapas das esquadras encontram-se organizados através da referência ao mês e esquadra respectiva. As missas de círculo, por sua vez, realizavam-se todos os Sábados do mês e os respectivos mapas encontram-se diferenciados através da referência ao mês em que foram celebradas. No final de cada ano económico encontra-se um recibo, passado pelo Tesoureiro da Igreja na Secretaria da Irmandade, em como o Secretário havia satisfeito o pagamento das missas de esquadra, círculos e ofícios realizados pelos Capelães. Todavia, inicialmente, em vez do recibo, surgem declarações de pagamento redigidas e efectuadas pelo Secretário. Este livro contém termo de abertura (fl. não numerado) e termo de encerramento (fl. 244).
Processo referente à herdade de Val de Souto próxima de Arraiolos. Na capa consta a seguinte informação: “Tittolos – Fazenda de Val de Souto, que são (oito vinteis de pitanças) cinco alqueires e meio, um selamim traçados, duas partes trigo e uma de cevada, a respeito de cinco moios, em que de presente anda a renda do Dr. Francisco José Leal de Andrade, anno de 1758”. Lá dentro existem documentos relativos à herdade de Val de Souto. Um deles de 10.02.1571 é uma carta de venda. Há escrituras de contratos a que a mesma herdade esteve sujeita; escrituras de partilhas entre os familiares de Francisco José Leal de Andrade; repartição da renda da herdade por várias pessoas e instituições. As religiosas de São José timham a maior parte do senhorio: recebiam de renda 98 alqueires, e três quartas e meio salamim de trigo e 49 alqueires de cevada. Eram ainda senhorios de Val de Souto, entre outros, os religiosos de São Domingos de Évora em 56 alqueires e uma quarta de trigo, a Capela de António Pinto; os herdeiros do Mascarenhas, etc. Contém também certidões requeridas pelos rendeiros após os pagamentos; o testamento de Roque da Mata (datado de 4 de Setembro de 1577) feito na casa do Dr. João de Aboim de Brito, provedor; escrituras de venda de courelas de terra no termo da Vila de Arraiolos; uma relação do que levou de mais Filipe de Cobelos Correia da Silva do quinhão que lhe pertencia na herdade de Val de Souto, termo de Arraiolos, desde Agosto de 1732 até 1743 (Filipe de Cobellos era também senhorio da Herdade de Val de Souto tal como as religiosas de São José, embora estas com o maior senhorio de todos). As religiosas de São José queixaram-se da circunstância e foram atendidas sendo Filipe de Cobelos condenado a pagar. Contém ainda a instituição da Capela de António da Mata; autos de posse de rendas, venda de um quinhão de Pão e pitanças na herdade de Val de Souto, que faz Martinho José às Religiosas do Convento de S. José (em 26 de Março de 1777).
Jornal "A União", de 26 de janeiro de 1922, com o apelo ao voto dos católicos. Carta-circular, de 12 de janeiro de 1922, da Comissão Arquidiocesana de Braga do Centro Católico Português relativa às eleições. Carta-circular da Comissão Arquidiocesana do Centro Católico Português a apresentar aos seus candidatos às eleições. Jornal "Diário do Minho" de 30 de janeiro de 1922 a informar da vitória eleitoral no Minho do Centro Católico Português. Dois mapas com o resultado das eleições de 29 de janeiro de 1922 no círculo N.º 3, Braga. Mapa comparativo com o resultado das eleições de 29 de janeiro de 1922 e de 8 de novembro de 1925. Carta-circular da Comissão Central do Centro Católico Português a convocar para o Congresso Nacional. Quatro exemplares do "Regimento interno para o 2º Congresso Nacional do Centro Católico", realizado entre 29 e 30 de abril de 1922 na Sociedade de Geografia de Lisboa. Edital da Comissão Executiva da Câmara Municipal de Braga, de 17 de novembro de 1922, a informar dos locais das assembleias de voto. Carta-circular da Comissão Central do Centro Católico Português, de 2 de julho de 1923, a apelar à colaboração. Carta-circular, de 18 de dezembro de 1924, da Comissão Arquidiocesana de Braga a questionar acerca do estado de atividade das Comissões Concelhias e Paroquiais. Ofício da Comissão Diocesana do Porto do Centro Católico Português, assinado por Diogo Pacheco de Amorim, a questionar se os trabalhos de organização católica e eleições nos concelhos de Póvoa do Varzim, Vila do Conde e Santo Tirso podem ficar sob responsabilidade da Comissão do Porto. Carta de José Maria Braga da Cruz para seu pai, José António da Cruz, de 1 de maio de 1922, a dar conta dos trabalhos do congresso. Questionário dirigido aos párocos a propósito das eleições. Listas dos candidatos a deputados. Manifestos políticos apelando ao voto. Recortes de jornal e apontamentos com o eco das eleições na imprensa periódica. Nota das votações da Assembleia de Apuramento Geral de 8 de novembro de 1925. Apontamento com o resultado das eleições de 8 de novembro de 1925.
Mapas de distribuição de serviços religiosos a serem celebrados pelos capelães da Irmandade dos Clérigos do Porto, relativos aos ofícios pelas almas dos Irmãos falecidos, missas de esquadra e missas de círculos, ao longo do ano económico. Esta fonte serve igualmente a função de recibo do pagamento destes serviços pelo Secretário da Irmandade ao Tesoureiro da Igreja e da Sacristia, que deveria fazer distribuir o pagamento pelos capelães. Os mapas geralmente contêm os seguintes dados: especificação da tipologia de ofício; nome dos capelães e parte do ofício que lhes foi atribuído em cada um dos dias (ex.: Missa, Evangelho ou Epístola); declaração do Tesoureiro da Igreja em como recebeu a quantia em causa pela mão do Secretário da Irmandade; soma total em numerário; data e assinatura do Tesoureiro da Igreja. Ao lado do nome dos capelães encontram-se rubricas e assinaturas; assim como indicações, tal como «satisfez» e, em alguns casos, indicações de faltas aos ofícios. Os mapas dos ofícios pelas almas dos Irmãos defuntos relacionam-se com o cumprimento das disposições do Capítulo 7, § 1, fl. 22v., dos Estatutos da Irmandade de 1782, em que se estabelece que, no termo de oito dias após o enterro dos Irmãos se deviam celebrar três ofícios de nove lições pelas suas almas. Estes mapas são relativos a membros masculinos e femininos, tanto eclesiásticos como seculares e, para além dos dados referidos, indicam igualmente o nome do defunto e os dias em que se celebraram ofícios pela sua alma. Os mapas das missas de esquadra, por sua vez, resultam do cumprimento das disposições do Capítulo 16, § 1, fólios 26 e 26v. dos Estatutos do Coro da Irmandade de 1782, em que se instituiu o designado “Ofício da Esquadra” para sufragar as almas do purgatório. Este ofício, que deveria ser celebrado no primeiro dia desimpedido de cada mês, geralmente seguia o seguinte esquema de rotatividade: Porta da Ribeira nos meses de Setembro, Janeiro e Maio, Porta de Cimo de Vila nos meses de Outubro, Fevereiro e Junho, Porta do Olival nos meses de Novembro, Março e Julho e Porta Nova nos meses de Dezembro, Abril e Agosto. Os mapas das esquadras encontram-se organizados através da referência ao mês e esquadra respectiva. As missas de círculo, por sua vez, realizavam-se todos os Sábados do mês e os respectivos mapas encontram-se diferenciados através da referência ao mês em que foram celebradas.
Projectista: Rodrigo Carlos da Silva Melo Prorrogações: Licença n.º 183/84 emitida em 1984/03/07 válida até 1985/03/01; Licença n.º 143/85 emitida em 1985/03/06 válida até 1986/02/22; Licença n.º 282/86 emitida em 1986/05/23 válida até 1986/06/21.
Compra de um bocado de terra no Vimieiro por José de Brito Vidigal, lavrador da Herdade da Comenda Grande, a Maria Vilas Boas.
1.º outorgante: Manuel Mário Martins Peixoto de Sousa Vila Boas ou Manuel Martins Peixoto de Sousa Vilas Boas; Maria da Conceição Martins Peixoto da Fonseca Magalhães; Maria Alegria Martins Peixoto de Sousa Vilas Boas de Pinho e marido Livio de Amador e Pinho 2.º outorgante: José António de Matos Livro: Nº 299-62
Duarte do Amaral Pinto de Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 7 de Maio de 1871 - Guimarães, 29 de Dezembro de 1963/29 de Janeiro de 1964) foi um militar e político português. Filho de Francisco Pinto de Carvalho do Amaral e Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 20 de Junho de 1825 - Guimarães, São Sebastião, 1 de Abril de 1884), Senhor da Casa de Guardal, da Casa da Caldeiroa, do Paço Meão e da Casa do Barreiro, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e Juiz, e de sua mulher (Guimarães, São Sebastião, 20 de Dezembro de 1866/3 de Março de 1867) Maria Arminda de Sampaio Leite Ferreira (Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 20 de Novembro de 1846 - Guimarães, 2 de Maio de 1914), Senhora da Casa da Eira em Felgueiras, e neto paterno de João Pinto de Carvalho Teixeira de Sousa da Silva e de sua mulher Maria da Alegria Peixoto do Amaral e Freitas. Senhor da Casa de Salgueiro, em Santo Adrião, Vila Nova de Famalicão, da Casa da Eira, em Vila Fria, Felgueiras, e da Casa de Castelães, em Guimarães. Coronel de Infantaria, Comandante Militar do Distrito de Braga e das Forças do Norte que dominaram a Revolta de Fevereiro de 1927, antigo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Diretor e Presidente da Sociedade Martins Sarmento.[2][3] Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis, condecorado com a Ordem do Elefante Branco do Sião e com as Medalhas Comemorativas das Campanhas de África (Angola e Moçambique), onde serviu sob as ordens de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, etc. Casou em Guimarães, Oliveira do Castelo, na Igreja de São Miguel do Castelo, a 6 de Maio de 1899 com Ana Mendes Ribeiro de Oliveira (Guimarães, São Sebastião, 28 de Outubro de 1877 - Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 7 de Março de 1956), filha de António Mendes Ribeiro (Guimarães, São Sebastião, 5 de Março de 1817 - Guimarães, São Sebastião, 31 de Março de 1887), Industrial, Diretor do Banco Comercial de Guimarães, Vereador da Câmara Municipal de Guimarães, etc., Comendador da Ordem Militar de Cristo e Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e de sua segunda mulher Francisca Augusta de Oliveira (Guimarães, São Paio, 19 de Setembro de 1839 - 6 de Julho de 1879). Foi seu filho Duarte Pinto de Carvalho de Freitas do Amaral In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_do_Amaral_Pinto_de_Freitas
Duarte do Amaral Pinto de Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 7 de Maio de 1871 - Guimarães, 29 de Dezembro de 1963/29 de Janeiro de 1964) foi um militar e político português. Filho de Francisco Pinto de Carvalho do Amaral e Freitas (Guimarães, São Sebastião, Casa do Guardal, 20 de Junho de 1825 - Guimarães, São Sebastião, 1 de Abril de 1884), Senhor da Casa de Guardal, da Casa da Caldeiroa, do Paço Meão e da Casa do Barreiro, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e Juiz, e de sua mulher (Guimarães, São Sebastião, 20 de Dezembro de 1866/3 de Março de 1867) Maria Arminda de Sampaio Leite Ferreira (Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 20 de Novembro de 1846 - Guimarães, 2 de Maio de 1914), Senhora da Casa da Eira em Felgueiras, e neto paterno de João Pinto de Carvalho Teixeira de Sousa da Silva e de sua mulher Maria da Alegria Peixoto do Amaral e Freitas. Senhor da Casa de Salgueiro, em Santo Adrião, Vila Nova de Famalicão, da Casa da Eira, em Vila Fria, Felgueiras, e da Casa de Castelães, em Guimarães. Coronel de Infantaria, Comandante Militar do Distrito de Braga e das Forças do Norte que dominaram a Revolta de Fevereiro de 1927, antigo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Diretor e Presidente da Sociedade Martins Sarmento.[2][3] Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis, condecorado com a Ordem do Elefante Branco do Sião e com as Medalhas Comemorativas das Campanhas de África (Angola e Moçambique), onde serviu sob as ordens de Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque, etc. Casou em Guimarães, Oliveira do Castelo, na Igreja de São Miguel do Castelo, a 6 de Maio de 1899 com Ana Mendes Ribeiro de Oliveira (Guimarães, São Sebastião, 28 de Outubro de 1877 - Felgueiras, Vila Fria, Casa da Eira, 7 de Março de 1956), filha de António Mendes Ribeiro (Guimarães, São Sebastião, 5 de Março de 1817 - Guimarães, São Sebastião, 31 de Março de 1887), Industrial, Diretor do Banco Comercial de Guimarães, Vereador da Câmara Municipal de Guimarães, etc., Comendador da Ordem Militar de Cristo e Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e de sua segunda mulher Francisca Augusta de Oliveira (Guimarães, São Paio, 19 de Setembro de 1839 - 6 de Julho de 1879). Foi seu filho Duarte Pinto de Carvalho de Freitas do Amaral. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_do_Amaral_Pinto_de_Freitas
Códice em pergaminho que contém a cópia de 69 documentos relativos a bens e herdades pertencentes ao mosteiro, doados por D. Mumadona Dias, ao mosteiro dúplice que fundou. Os documentos apresentam as datas extremas de 896 e 1115. Apresenta muitos sinais de validação, o texto está escrito a uma só coluna e em cor única, e apenas os títulos e as iniciais dos diplomas trasladados se encontram escritos a encarnado ou a azul. Inclui: - Testamento de D. Mumadona, das suas vilas em favor do Mosteiro de Guimarães. 7 calendas de Fevereiro da Era 967 (ano 929). F. 1 - Item do mesmo testamento relativo ao castelo de São Mamede. 2 nonas de Dezembro da Era 1006 (ano 968). F. 4 - Carta de Osgildo a Candanoso com a sua igreja e São Mamede e São Critóforo. 8 calendas de Março Era 1067 (ano 1029). F. 4v. - Carta de Lalin e dos castelos e vilas de Sangunhedo e de Vila Nova em Riba de Ave. 3 idos de Julho da Era 968 (ano 930). F. 7 - Cártula de troca de vila Mediana. 14 calendas de Dezembro da Era 960 (ano 922). f. 8 - Carta de agnição da Igreja de São Cristóforo e São Salvador de Gandarela. 2 calendas de Setembro da Era 1072 (ano 1034). F. 8v. - Carta de Taboadelo e da vila de Calvos e da Igreja de São Cipriano. 2 calendas de Abril da Era 1083 (ano de 1045). F. 9 v. - Carta de Morteira e de Osgildo e da vila de Negrelos. 7 idos de Outubro da Era 1016 (ano 978). F. 11 - Carta da herdade que chamam Nespereira. 10 calendas de Janeiro da Era 1017 (ano 979). F. 12 - Carta de Creiximiro que fez o rei Ramiro. 8 calendas de Março da Era 968 (ano 930). F. 12v. - Carta de vila Melares. 15 calendas de Junho da Era 989 (ano 951). F. 13 - Cártula das herdades na vila de Margaride. 5 idos de Fevereiro da Era 1082 (ano 1044). F. 14 - Carta de São Lourenço da vila de Calvos. 5 idos de Fevereiro da Era 1088 (ano 1050). F. 14v. - Cártula ou prazo do mosteiro de Vila Nova. 2 nonas de Setembro da Era 1068 (ano 1030). F. 15 - Carta da herdade de São Martinho e de Paretélias. 13 calendas de Março da Era 968 (ano 930). F. 15 - Carta de São Martinho e de Rio Mau. 14 calendas de Março da Era 964 (ano 896). F. 15v. - Carta da Igreja de São Miguel Arcanjo, de Palaciolo. 5 calendas de Agosto da Era 962 (ano 924). F. 16 - Cártula da vila de Silvares com as suas igrejas. 15 calendas de Janeiro da Era 1081 (ano 1043). F. 16v. - Carta de herdade na vila de Caldelas. 17 calendas de Março da Era 1137 (ano 1099). F. 17v. - Cártula de prazo da vila de Brito. 3 nonas de Janeiro da Era 1085 (ano 1047). F. 18. - Carta de herdade na vila de Soutelo e Barreiros. 7 idos de Setembro da Era 1030 (ano 992). F. 18. - Carta da vila de Segefredo. 15 calendas de Abril da Era 1065 (ano 1027). F. 18v. - Carta da vila Mediana e da vila de Aminitelo. 2 nonas de Setembro da Era 1063 (ano 1025). F. 19v. - Carta da vila de Fornos. 15 calendas de Agosto da Era 1020 (ano 982). F. 20 - Carta da vila de Soutelo ou prazo. Era 1037 (ano 999). F. 20v. - Carta de Varzelas e de Castelanos. 7 calendas de Outubro da Era 1067 (ano 1029). F. 21v. - Carta da herdade da vila de Calvos. 12 calendas de Setembro da Era 1103 (ano 1065). F. 22. - Carta de Parada com a sua igreja de São Salvador. Era 1024 (ano 986). F. 22v. - Carta de Santa Maria de Oliveira e da herdade que se situa na margem do Selho. […] calendas de Junho da Era 1069 (ano 1031). F. 23v. - Carta da herdade de Santa Eulália. 5 calendas de Setembro da Era 987 (ano 949). F. 24v. - Carta de agnição da vila Mata Má. 3 calendas de Junho da Era 1088 (ano 1050). F. 25. - Cártula do Mosteiro de Salim e de Soutelo e da Arca, no concelho de Vila Verde. 5 nonas de Maio da Era 1061 (ano 1023). F. 25v. - Cártula da herdade que está em Tavoadelo, vulgo Ordal. 4 calendas de Agosto da Era 1153 (ano 1115). F. 26v. - Cártula e prazo na vila de Negrelos. 7 idos de Setembro da Era 1061 (ano 1023). F. 26v. - Carta e prazo da vila chamada Portela. 10 calendas de Junho da Era 1060 (ano 1022). F. 27. - Cártula da vila Quintã chamada Senra. 8 calendas de Abril da Era 1138 (ano 1100). F. 27. - Cártula das herdades de Penacova e da vila de Froilanes. 5 calendas de Outubro da Era 1066 (ano 1028). F. 27v. - Carta da Igreja de São Mamede e da Igreja de São Félix de Sanfins em Riba Tâmega. 16 calendas de Junho da Era 1080 (ano 1042). F. 27 bis. - Carta da herdade da vila de Trafariz. 15 calendas de Abril da Era 1065 (ano 1027). F. 27 bis. - Carta de um casal em Margaride. 18 calendas de Junho da Era 1059 (ano 1021). F. 27 bis. - Cártula de um casal na vila de Aldeanes chamada Aveleda. 17 calendas de Junho da Era 1115 (ano 1077). F. 27 bis. - Carta da herdade da vila de Palaciolo. Era 1117 (ano 1079). F. 28. - Prazo da herdade de Candanoso e de Fontanelo e de Siquila. 18 calendas de Agosto da Era 1061 (ano 1023). F. 28. - Carta da herdade da Morteira chamada Campos. 7 calendas de Março da Era 1074 (ano 1036). F. 30. - Carta das igrejas de São Salvador, de Santo André e Santo Estêvão e da vila de Palmeira e de Briteiro. Sem data. F. 30 v. - Inventário de todas as herdades e igrejas de Guimarães. Era 1067 (ano 1029). F. 30v. - Carta de Moreira de Monte Longo e de outros mandatos. 19 calendas de Setembro da Era 1052 (ano 1014). F. 37v. - Carta do rei D. Fernando Magno sobre o não pagamento da ‘calúnia’. 12 calendas de Junho da Era 1087 (ano 1049). F. 39v. - Carta de escambo da Pousada de Caíde. 5 idos de Julho da Era 1111 (ano 1073). F. 40v. - Carta do rei D. Ramiro sobre São João da Ponte (Guimarães) com os seus anexos. 6 idos de Junho da Era 965 (ano 927). F. 42 - Cártula de Moreira e de Castineira. 16 calendas de Novembro da Era 1002 (ano 964). F. 42 v. - Carta de agnição de Vila Cova de Freitas. 12 calendas de Janeiro da Era 1052 (ano 1014). F. 42 bis v. - Carta de Santa Maria e de Mata Má e de Avezão e de Morteira. 6 idos de Abril da Era 1066 (ano 1028). F. 44. - Cártula de Vila do Conde no litoral. 7 calendas de Abril da Era 961 (ano 923). F. 45v. - Cártula de Fão junto ao mar. 12 calendas de Julho da Era 963 (ano 925). F. 46v. - Carta de Moreira, das herdades que tem no termo de Vilarinho. Sem data. F. 47. - Notícia ou inventário das herdades de Vila Cova. Sem data. F. 49v. - Notícia ou inventário da herdade que foi de Todegildo e de sua mulher Gontinha, na vila de Vila Cova. Sem data. F. 49v. - Cártula da herdade na vila de São Martinho. 11 calendas de Dezembro da Era 1051 (ano 1013). F. 50 - Carta da Igreja de São Tiago de Candoso. 15 calendas de Julho da Era 1081 (ano 1043). F. 51. - Cártula de São Martinho de Vila Nova de Riba de Ave. 10 calendas de Fevereiro da Era 1032 (ano 994). F. 51v. - Carta de São Martinho de Vila Nova de Riba de Ave. 12 calendas de Setembro da Era 1060 (ano 1022). F. 51 bis v. - Carta de Vila no Couto de Moreira. 10 idos de Março da Era 969 (ano 931). F. 53. - Cártula de Santa Eulália de Nespereira e de Britelo. 8 idos de Novembro da Era 1011 (ano 973). F. f. 54. - Carta de Lareiras de São João da Ponte além Ave. 19 calendas de Dezembro da Era 1131 (ano 1093). F. 54v. - Cártula de São Miguel de Negrelos. 3 idos de Fevereiro da Era 908 (ano 870). F. 55. - Carta da igreja de São Martinho de Fareja. 8 calendas de Agosto da Era 1146 (ano 1008). F. 55 v. - Carta de Moreira de Riba Vizela. 4 idos de Dezembro da Era 1006 (ano 968). F. 56. - Carta de Moreira e da Igreja de Santa Tecla e de Armir. 1 nona de Julho da Era 1021 (ano 983). F. 57. - Codicilo ao testamento de D. Mumadona. c. 959. F. 60 v. Nas guardas dos planos da encadernação estão colados uns documentos em letra cursiva.
PRAZO em tres vidas de um prazo que continha em si tres, de certas propriedades sitas no lugar de Valongo, do concelho de Murca, que pertencem a igreja da vila de Murca, a favor de Domingos Fernandes, 1ª vida, sua mulher, a 2ª, e um filho ou filha de ambos, a 3ª; Antonio Luis, 1ª vida, sua mulher Maria Nova, a 2ª, e um filho ou filha de ambos, a 3ª; moradores no lugar de Monfebres, freguesia de Candedo; e Leonardo Pires, 1ª vida, sua mulher Maria Castanha, a 2ª, e um filho ou filha de ambos, a 3ª. Localidades: VALONGO MILHAIS,Sao Goncalo, MURCA
Certificado de confirmação da igreja do Redentor concedido a Ana Vilas Boas Ferreira Fiandor, assinado pelo ministro da congregação Frederic Flower e pelo Bispo Derry.
Assunto: Transgressão de José da Silva por fazer uso de dinamite na pesca no rio Cávado, no açude de Vilas. Contém: intimação, auto de notícia, despacho, comunicações, informação
VILAS, Francisco Caetano. Filho de José Joaquim Vilas e de Maria Josefa Fernandes. Neto paterno de Maria Inácia Vilas, solteira; neto materno de Manuel José Fernandes e de Maria Josefa Pinto, todos das Carvalhiças. Nasceu a 19/1/1856 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Abreu Mosqueira, solteiro, e Teresa de Araujo Cunha, casada com António de Araújo Azevedo, todos de SMP. // Sem mais notícias.
Entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º º 30615, de 25 de Julho de 1940, à fábrica da igreja paroquial da freguesia de Sobral Pichorro, do concelho de Seia e distrito da Guarda, nomeadamente a igreja paroquial; a capela existente no cemitério com as suas imagens; a Capela do Santíssimo Sacramento, situada na praça pública, com todas as suas dependências, alfaias e objectos de culto detalhadamente identificados no auto de entrega, incluso no processo, lavrado a 26 de Julho de 1944.
Carta enviada do Funchal por Frederico a Maria de Vilhena Vilar. Morada: Rua Latino Coelho, nº 36, Lisboa.
Postal ilustrado de San Sebastian, enviado por Teresinha [Teresa] a Maria Vilhena Vilar. Morada: Quinta de Pomarchão, Sabadão, Ponte de Lima.
Entrega de bens à corporação encarregada do culto católico, ao abrigo do Decreto n.º 11887, de 6 de Julho de 1926, na freguesia deVila Cova de Carros, no concelho de Paredes, distrito do Porto, nomeadamente a igreja paroquial e a residência paroquial com os seus quintais quer o de terra cultivável quer o de terra não susceptível de cultura, de acordo com portaria n.º 4995, publicada no "Diário do Governo" n.º 117, 1.ª série, de 16 de Agosto de 1927. Contém apólices dos seguros dos imóveis.
Representações sobre a divisão dos concelhos através de oficios das Juntas Paroquias de Freguesia aos Governos Civis, aos Senhores Deputados da Nação a solicitarem que se conservem os concelhos extintos.
Documentos pessoais e respeitantes à carreira profissional.
Auto de urgência sobre a necessidade de se poceder ao ensaibramento do troço entre o Km17.237 e o Km 30.331 da EN19. Nota de serviço comunicando despacho de autorização da despesa.
Requerimento do superintendente a pedir licença.
Condições de protecção à fábrica.
Original: Prova em papel fotográfico. Legenda datilografada
Bilhete-postal ilustrado
Bilhete-postal ilustrado