Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for braga and 96,166 records were found.

Para mostrar cumprido o bem de alma de José Pereira (pai).
Para mostrar cumprido o bem de alma de António Luís Rodrigues (irmão).
Para mostrar cumprido o testamento/bem de alma de Joana Luísa.
Apresentado por seu genro António Luís de Paiva Brandão.
Para mostrar cumprido o testamento/bem de alma de Rosa da Costa (mulher).
Para mostrar cumprido o testamento/bem de alma de Francisco Soares (pai).
Doam o que possuem em Geraz do Lima, no concelho de Viana do Castelo.
Doam a duodécima parte das igrejas de São Salvador e São Martinho de Friastelas, no concelho de Ponte de Lima, e dos bens destas, reservando o usufruto.
Doam metade da igreja de Guimarães, na Portela de Guitim, sob condição de coutar esta freguesia.
Os primeiros doam os bens que possuem em Domez. A segunda doa dois casais em São Miguel de Lordelo.
Sobre os direitos episcopais em diversas igrejas da Ordem e sobre a apresentação de clérigo nas igrejas em que a mesma tem direito de padroado.
Doam, por morte, o que lhes pertence na igreja de Santiago de Aldruei, concelho de Barcelos, com a obrigação de lhes prestar assistência.
Doam o couto de Provesende, a ermida de São Martinho de Panoias e suas herdades.
Doa uma herdade em Torre, concelho de Chaves, em satisfação de um sacrilégio cometido na igreja de São Salvador de Nozedo, no concelho de Valpaços.
Doam parte do que lhes pertence nas igrejas de Gaifar e São Lourenço de Mato, no concelho de Ponte de Lima, com reserva do usufruto na última igreja, obrigando-se a pagar por ela um moio por ano.
Doam a parte que lhes pertence da igreja de São Julião da Lage (concelho de Vila Verde).
Doa uma herdade em Torre, concelho de Chaves, em satisfação de um sacrilégio cometido na igreja de São Salvador de Nozedo, no concelho de Valpaços.
Doam, com consentimento de D. Afonso Henriques, a igreja de Vilar no concelho de Chaves, com reserva de usufruto.
Doam, com consentimento de D. Afonso Henriques, a igreja de Vilar no concelho de Chaves, com reserva de usufruto.
Agradece o modo como aquele recebeu mestre Soeiro e as instruções relativas ao abade intruso de Samos, informando-o do que se passou e pedindo que o não sagre.
Doam a herdade de Pedraído sita na freguesia de Vila Nova de Sande, concelho de Guimarães.
Doa metade do que tem em Sesim, concelho de Póvoa de Varzim, intervindo nessa doação os herdeiros dessa vila.
Doam uma propriedade que possuem em Santa Cristina de Longos (concelho de Guimarães).
Reconhecem o direito a determinados prédios rústicos e urbanos sobre os quais houve litígio.
Doam a terça parte dos bens que possuem na freguesia de Atiães, no concelho de Vila Verde.
Doam os bens que possuem em Bornes e o quinhão na igreja de Santa Marta (concelho de Macedo de Cavaleiros) como reparação do homicídio cometido na referida igreja.
Doam os bens que possuem em Vilar de Provecendo ou Provezende, no concelho de Sabrosa
Doam a parte que lhes pertence da igreja de São Julião da Lage (concelho de Vila Verde).
Doam o quinhão de uma propriedade em Sabariz, concelho de Esposende.
Doa a herdade de Quintela, sita na Terra de Panoias, concelho de Vila Real, juntamente com algumas alfaias.
Doam a quarta parte da igreja de São João de Freiriz (concelho de Vila Verde).
Doa metade e vende a outra metade da herdade que tem na vila de Várzea (concelho de Ponte de Lima).
Doam a quarta parte da ermida de Santo Isidoro (freguesia de Perelhal, concelho de Barcelos).
Doam os bens que D. Afonso Henriques lhes tinha dado em Vilar Gaudiosi, junto ao mar.
Doam o que possuem em Geraz do Lima, no concelho de Viana do Castelo.
Emprazam a igreja e albergaria da Campeã, no concelho de Vila Real, com a obrigação de as valorizarem e, por morte, as deixarem à Sé com seus bens pessoais.
Da herdade que aquela tem em Francelos, metade por doação, metade por venda e em troca de outra herdade.
Doam o seu quinhão no mosteiro de São João de Vieira, concelho de Vieira do Minho.
Doam uma propriedade que possuem em Santa Cristina de Longos (concelho de Guimarães).
Doam os bens que possuem em Bornes e o quinhão na igreja de Santa Marta (concelho de Macedo de Cavaleiros) como reparação do homicídio cometido na referida igreja.
Doa metade dos seus bens caso morra sem descendência. Tendo descendência legitíma deixa à Sé quatro casais e um sexto dos seus bens.
Vendem três partes da quinta de Adães e o direito de padroado nas igrejas de São Pedro de Adães e de Santiago de Sequeade, no concelho de Barcelos e vários outros bens.
Doa metade do que tem em Sesim, concelho de Póvoa de Varzim, intervindo nessa doação os herdeiros dessa vila.
Doam as três partes que herdaram de seu avô no luger de Outeiro, em Tamel, e o quinhão que lhes pertence na igreja de São Salvador, concelho de Barcelos, sob condição do primeiro ficar com a dita igreja e ser protegido pela Sé.
Doam parte do que lhes pertence nas igrejas de Gaifar e São Lourenço de Mato, no concelho de Ponte de Lima, com reserva do usufruto na última igreja, obrigando-se a pagar por ela um moio por ano.
Doam a quarta parte da ermida de Santo Isidoro (freguesia de Perelhal, concelho de Barcelos).
Doa uma herdade em Torre, concelho de Chaves, em satisfação de um sacrilégio cometido na igreja de São Salvador de Nozedo, no concelho de Valpaços.
Feita entre D. João Peculiar e o Cabido, a pedido de D. Afonso Henriques e do prior da Sé, Pedro Godins.
Doam, por morte, o que lhes pertence na igreja de Santiago de Aldruei, concelho de Barcelos, com a obrigação de lhes prestar assistência.
Doa matade da herdade de Soutelo, na terra de Vinhais, que recebeu de D. Sancho I, quando este cercou Bragança.
O primeiro hipoteca por 510 áureos, as suas herdades de Vasconcelos e de Besteiros.
Vendem por mil morabitinos muitas propriedades na cidade e seu termo. O Cabido cede-lhes algumas em prestimónio e concede-lhes várias outras regalias.
Sobre os direitos paroquiais e episcopais de Anciães, concelho de Carrazeda de Anciães).
Vendem a quarta parte da quinta que têm em Adães, concelho de Barcelos.
Em reconhecimento pelos serviços prestados pelo arcebispo D. Estêvão e em atenção a algumas figuras influentes.
Acorda com o arcebispo D. João Egas a maneira como vai dispor, após a sua morte, os bens que possui na dita freguesia, em favor dele e da mesa arquiepiscopal.
Comprometem-se que os homens casados deem anualmente à dita Sé uma oitava de pão e, por morte, 12 dinheiros. Dar-lhe-ão também a terça das mortuárias se as não receber o alcaide do castelo de Alva. O arcebispo D. Martinhos reconhece-lhes o direito a partilhar as orações a sufrágios feitos na Sé.