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Cartão de cumprimentos. Participa o envio de "O Comércio de Guimarães".
Disserta sobre as dívidas da campanha presidencial de Diogo Freitas do Amaral, cuja regularização foi transportada para o presente.
Elogia a campanha presidencial de Diogo Freitas do Amaral e o projecto de mudança que defendia.
Declara ser um leitor assíduo de Alfredo Pimenta. Envia dois números de um jornal e destaca os artigos à volta de Afonso Costa. Critica as palavras do cônsul de Portugal em Hamburgo e sugere a Alfredo Pimenta que se dedique ao assunto na «Tribuna Livre».
Perguntam como correu a operação da Maria Gracinda e desejam as melhoras. Participa que a Cristina pede para entregar ao portador os livros.
Agradece o extrato do "Notícias de Guimarães" e felicita pelo poema. Agrupamento, nº 279 - S. Miguel de Vizela.
Solicita a dispensa do soldado Manuel António da Mota para colaboração no Cortejo Histórico.
Agradece a colaboração na reorganização do Grupo dos "Reis". Manifesta gratidão pelo carinho dedicado aos caixeiros de Guimarães.
Agradece a colaboração na organização. Transmite os elogios dirigidos à Comissão.
Esclarece a razão de não ter enviado o cheque para a casa Anahory. Participa que enviará no dia seguinte.
Solicita a todos os intervenientes a continuidade na colaboração ao "Teatro dos Caixeiros".
Agradece a carta e deseja boas festas. Fala do seu estado de saúde.
Nasceu em Guimarães, na freguesia de Oliveira do Castelo, a 13 de Maio de 1909, faleceu em Lisboa, na freguesia dos Prazeres, a 16 de Julho de 1979. Foi um engenheiro e político português. Filho de Duarte do Amaral Pinto de Freitas e de sua mulher Ana Mendes Ribeiro de Oliveira, ambos naturais de Guimarães. Estudou no Liceu Nacional Martins Sarmento e licenciou-se em Engenharia Civil, pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Iniciou a sua carreira profissional no Ministério das Finanças, onde foi Secretário do Ministro das Finanças (depois Presidente do Conselho), António de Oliveira Salazar. Entre os cargos que exerceu, contam-se os de Delegado do Governo junto da Rádio Renascença, durante a Segunda Grande Guerra, Presidente da Comissão Reguladora dos Produtos Químicos e Farmacêuticos, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Sacor (em representação do Estado), Membro dos Conselhos Superiores da Indústria e dos Combustíveis e Presidente do Conselho Fiscal da Companhia Nacional de Navegação. Na política foi Presidente da Comissão Concelhia de Guimarães da União Nacional e, de seguida, Deputado da Nação, eleito pelo Círculo de Braga. Durante esse período foi um dos impulsionadores de um plano de melhoramentos na cidade e no concelho de Guimarães, além de diversas obras em monumentos e edifícios públicos: o restauro da Igreja de São Domingos, da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, do Mosteiro de São Torcato e do Paço dos Duques de Bragança. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_Freitas_do_Amaral
Convite para a inauguração do XIII Salão Nacional e III Ibérico de Pintura "Naif", na Galeria de Arte do Casino Estoril. Anexada a lista de prémios e menções honrosas.
O pedido de colaboração com o jornal "AE-Actividades Económicas" e as razões para a não publicação do jornal.
Trata da publicação do primeiro número do "Gil Vicente". Informa que lhe envia a colaboração de alguns correligionários conhecidos no meio literário de Coimbra.
Informa que envia uma poesia da sua autoria e pede para enviar um exemplar à faculdade de Letras, com o intuito fazerem propaganda sobre os princípios de renovamento intelectual e cristão. Tece comentários elogiosos ao último livro do António Sardinha.
Refere-se à publicação do seu ensaio sobre o nacionalismo de Antero no “Gil Vicente”. Informa que envia o artigo sobre a poesia de Manuel da Silva Gaio. Fala da publicação do seu livro de ensaios sobre António Sardinha. Tece comentários críticos ao dr. Rodrigues Cavalheiro. Faz um pedido sobre serviço militar.
Pede para enviar as separatas com as capas. Informa que tem escrito ao Dr. Fernando de Aguiar e que vai redigir um artigo sobre Antero para a "Reconquista".
Agradece a oferta do estudo de Manuel Alves de Oliveira sobre "Manuel Tomás". Tece comentários sobre a Segunda Guerra Mundial. Comunica que fará num dos jornais dos Açores uma referência crítica ao trabalho de Alves de Oliveira intitulado: "O Poeta Vimaranense da Restauração".
Informa que envia a sua apreciação crítica publicada nos Açores e um pequeno estudo para a "Gil Vicente”, sobre o livro do Hipólito Raposo - "Aula Régia". Refere-se à inspeção da direção primária distrital.
Tece comentários sobre a sua vida profissional. Dá permissão para eliminar os períodos que achar por conveniente da sua apologia ao regime monárquico, sem alterar o sentido. Pede informações sobre o nascimento de D. Duarte Nuno e diz que gostaria de possuir um retrato dele.
Pede para publicar uns textos de uma escritora açoriana na” Gil Vicente”. Informa que envia um artigo sobre a ilha verde e outro intitulado “O valor dos Açores”, ambos para publicação na “Gil Vicente”. Tece comentários críticos a Cristiano de Sousa por se opor à sua nomeação para Diretor dos Serviços Escolares. Informa vai enviar para o número de setembro da “Gil Vicente” um artigo sobre Antero.
Tece comentários sobre a sua vida profissional. Informa que já recebeu o retrato da D. Duarte. Agradece a informação sobre as casas editoras do Porto e a oferta do livro " Europa Actual" . Participa que envia um original sobre Florbela Espanca, de um amigo escritor, para publicação na Gil Vicente e que, logo que for possível, remeterá a sua apreciação crítica.
Refere que manda uma nota crítica sobre a "Pequena Casa Lusitana" para publicação na "Gil Vicente". Informa que o editor da Civilização publica o seu livro de ensaios de escritores açorianos. Comunica que pensou na casa editora Tavares Martins para lhe publicarem o livro intitulado "Poetas da Inquietude".
Refere que envia um artigo sobre algumas ilhas dos Açores e o jornal com a sua apreciação crítica a um livro de M. Cavalheiro, cuja apreciação oferece para publicar na "Gil Vicente". Declara que para os próximos números lhe enviará um ensaio sobre Camilo Pessanha. Informa que está a organizar uma série de volumes de ensaios literários sobre poetas dos Açores e do Continente, para publicação, possivelmente pela Civilização.
Tece comentários críticos à publicação "Pensamento" dedicada Antero. Refere-se à tradução portuguesa de S. Tomás de Aquino. Elogia António Dória. Pergunta se quer publicar o seu trabalho sobre o narcisismo de Antero.
Refere que recebeu a Gil Vicente e agradece a publicação dos seus versos. Fala dos seus versos "Sol-posto". Pede para não se esquecer de publicar o artigo sobre os compêndios de António Matoso.
Fala do filho. Refere que está ansioso por ler o número comemorativo de A. Garrett.
Fala da colocação do seu filho no Ministério do Exército. Tece comentários elogiosos ao número da "Gil Vicente" sobre Garrett. Informa que não chegou a receber o número do "Debate", que publicou o seu artigo sobre Antero.
Justifica a sua demora na resposta à carta de Manuel Alves de Oliveira. Sugere que reúna em volume os trabalhos que tem publicados. Pede para quando escrever a Álvaro Dória lhe dizer que não chegou a receber o nº 1 da revista "Quatro Ventos". Felicita-o pelo novo aspeto gráfico da revista "Gil Vicente".
Fala da sua vida profissional. Informa que vai enviar os volumes.
Refere que envia um artigo e com ele uns versos. Solicita que, quando escrever ao seu amigo Dória, lhe dê os seus recados.
Trata da sua vida profissional. Refere que enviará dois livros.
Comenta a sua vida profissional. Tece comentários críticos ao ministro da Educação Nacional, Lopes de Almeida.
Tece comentários sobre a sua vida pessoal e sobre o seu artigo sobre António Sardinha. Informa que brevemente lhe mandará colaboração.
Informa que vai partir para os Açores e voltar a ser professor no Liceu de Ponta - Delgada.
Tece comentários elogiosos à palestra de Manuel Alves de Oliveira. Sugere que reúna os seus trabalhos num volume.
Agradece a evocação de Coimbra. Pede notícias do amigo comum Álvaro Dória.
Informa que envia o artigo que dedica ao amigo comum António Álvaro Dória. Pede para rever bem as provas, especialmente o original em inglês. Tece comentários sobre as eleições presidenciais portuguesas que estão a decorrer.
Tece comentários sobre a sua vida profissional. Pede para quando se encontrar com o Dória lhe dizer para não estranhar o seu silêncio.
Informa que está a dar aulas no Liceu de Passos Manuel, em Lisboa.
Tece comentários sobre as suas férias. Faz um pedido de recomendação. Pergunta pelo Álvaro Dória.
Refere que envia um pequeno ensaio sobre Antero e também um poema. Agradece o envio regular da "Gil Vicente” e a citação do seu nome no último número da mesma revista.
Refere que vai mandar um artigo sobre o poeta Castro Alves. Pede para rever as provas e, posteriormente enviar os originais. Declara que tem recebido a "Gil Vicente".
Informa que, acha que foi por motivos políticos, não conseguiu a comissão de serviço, nem bolsa de investigação.
Comunica que não lhe foi concedida a bolsa de estudo e que ignora as razões. Informa que vai regressar aos Açores para se aposentar e dedicar-se às suas coisas de literatura açoriana. Tece comentários críticos a mentalidade dos Lisboetas.
Refere-se à sobre a sua vida profissional e tece comentários críticos o Ministro da Educação.
Tece comentários acerca da sua vida profissional. Comunica que manda um artigo sobre Bocage e Antero.
Refere-se à bolsa da Calouste Gulbenkian. Participa que vai enviar um artigo para publicação na "Gil Vicente". Tece comentários críticos ao Estado Novo.
Tece comentários acerca da sua saúde e de um membro da família. Deseja que a filha de Alves de Oliveira esteja restabelecida. Refere que o Pinharanda [Gomes] não lhe escreveu.
Pedido de desculpas pela maneira como o recebeu e em sua casa e em Ponta-Delgada.
Declara que tem esperança, de no mês de maio, ir passar uma temporada a Portugal. Tece comentários de natureza política relativos aos Açores.
Informa que a sua vinda a Lisboa é impossível. Tece comentários sobre política nacional.
Refere o aniversário da morte de Antero de Quental. Agradece a oferta dos folhetos de propaganda da história de Vila do Conde, o retrato de "menino e moço", a oferta regional e o disco de Frei Hermano da Câmara. Informa que, provavelmente não irá a Vila do Conde.
Tece comentários sobre as eleições para a [Assembleia da República]. Pede para lhe comprar o livro: "A fé perante o mundo contemporâneo" de Albert Dondejne.
Refere que tem pronto o artigo sobre Bocage e Antero e que é um extrato modificado de um ensaio longo que já publicou. Pede para saber se o Amândio César recebeu duas cartas dele. Fala da sua vida profissional. Lamenta não ter assistido à conferência do Pinharanda [Gomes] e fala sobre ele. Menciona que os seus trabalhos sobre "Poesia Açoriana” estão parados.
Informa que enviou o seu artigo sobre o poeta Eugénio de Castro. Refere-se às bolsas que a Fundação [Calouste Gulbenkian] concede.
Refere que envia um artigo para a "Gil Vicente" sobre Eugénio de Castro.
Refere que tenciona deixar à Biblioteca - museu de Vila do Conde as suas "Anteriana" e "Açoriana", cartas, bustos, retratos, etc.. Informa que tenciona vir à Amadora visitar o seu filho, e que se assim for, pensa visitar o Norte de Portugal. Declara que vai retomar a correspondência com Alves de Oliveira.
Fala da doação do seu espólio sobre Antero e sobre a história da poesia açoriana.
Tece comentários sobre os acontecimentos políticos em S. Miguel. Informa que vai deixar à Biblioteca Pública de Ponta Delgada o seu legado sobre Antero e sobre a poesia açoriana.
Tece comentários sobre o Cónego Sena Freitas. Refere-se à doação do seu espólio sobre Antero e sobre a poesia açoriana.
Tece comentários sobre a sua vida profissional. Pergunta se os dois números da Labor são oferecidos ou não, pois já os leu e anotou.
Tece comentários sobre a sua vida profissional. Refere que leu na "Gil Vicente" a notícia da morte de D. José Ferrão e manda condolências. Pede os artigos de Cruz Malpique sobre Antero.