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Conta o que se passou quando foi receber o ordenado de Alfredo Pimenta. Faz referência ao dinheiro que possuem e às despesas que têm para pagar.
Fala sobre os três volumes brochados do "Tito Lívio" anotados por Alfredo Pimenta e da defesa de Alfredo Pimenta do termo «germanófilo».
Participa que, depois de receber d’ "A Voz" e de pagar as despesas, mandará uma nota das contas a Alfredo Pimenta.
Participa o dia do pagamento do "Diário de Notícias" e o dia em que Alfredo Pimenta receberá o cheque. Faz referência ao pagamento d’ "A Voz" e ao seguro.
Faz referência à encomenda que lhe enviou. Participa quando a Gracinda vai à Torre do Tombo.
Informa que vai remeter o "Boletim da Direcção G[eral] dos E[difícios] e M[onumentos] Nacionais" sobre o Castelo de Guimarães, com dedicatória a Alfredo Pimenta, que receberam. Faz referência ao assalto no prédio de Alfredo Pimenta.
Trata dos pagamentos da Torre do Tombo e do "Diário de Notícias" e de política.
Fala da máquina de barbear, das pesetas, da carta, e que não encontrou o envelope com a designação "Violino Partido" e da resposta de Portugal sobre os «criminosos de guerra».
Participa que tem o recibo do "Diário de Notícias" e que, assim que tiver as verbas necessárias, enviará o vale. Pergunta quem será o próximo diretor da Torre do Tombo e deseja que seja Alfredo Pimenta.
Fala sobre os 500$00 e sobre a mudança do telefone e dos contadores da água e da luz.
Expõe as razões pelas quais não lhe deu os parabéns pela notícia publicada no "D[iário de] N[otícias"]. Pede para dizer à senhora [D. Adozinda] que José Martins não entregou o livro das receitas ao soldado. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Fala sobre o pagamento do açúcar, da indicação sobre o dinheiro e da sua máquina para pequenos trabalhos comerciais.
Fala sobre as contas e sobre o último livro que Alfredo Pimenta lhe pediu para comprar.
Participa o dia em que irá ao leilão. Faz referência ao carro para ir a Entrecampos.
Explica as razões pelas quais não enviou o dinheiro. Pede para enviar o recibo de Sá da Costa e para informar o dia em que chegam a Lisboa.
Participa que envia o dinheiro da Torre do Tombo. Informa sobre as obras na casa de Lisboa.
Participa que estão a preparar tudo para o regresso de Alfredo Pimenta e família a Lisboa. Expõe o motivo pelo qual não recebeu da Torre do Tombo. Contém uma carta a informar que o encadernador foi levar os livros.
Relata a conversa com Arlindo Camilo Monteiro acerca da apresentação de um professor italiano a Alfredo Pimenta, do jornal em que vem publicado um artigo sobre Cartografia, de Armando Cortesão, e sobre a colaboração de Alfredo Pimenta para a revista de que esse professor é fundador.
Relata a conversa com um funcionário da Polícia Internacional acerca da colaboração de Alfredo Pimenta com o jornal "A Voz". Contém uma carta sobre as repercussões, na população, de um artigo publicado no jornal "A Voz".
Fala das vindimas, de dinheiro e da questão da bandeira da restauração. Tece comentários críticos à reportagem da BBC sobre Salazar. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Participa que envia o vale e que, na próxima carta, mandará as contas dos dois meses.
Participa que não enviou o volume sobre a reforma liceal e que depois explicará porquê. Pergunta se quer que o compre e lho envie ou não.
Informa que já tem os livros do encadernador e o seu custo, que o livro está esgotado e que, na próxima carta, mandará as contas.
Trata das contas, da palestra do padrinho na Emissora e da publicação do "Diário Popular".
Fala do pagamento da revista de Luís Pinto Magro. Indica o nome completo e a direção de Luís Pinto Magro, em Lisboa.
Fala dos lotes dos livros, da conversa com José Marques Guedes acerca de Alfredo Pimenta, dos acontecimentos em França e Espanha e de Eduardo Balo.
Alude ao pagamento da renda, aos [blocos] e à publicação da revista "A Esfera".
Participa que envia, em anexo, o vale do correio. Relata a conversa com Félix Correia sobre o facto de o artigo de Alfredo Pimenta não ter sido publicado.
Relata a conversa que teve com o [Luís Pinto] Magro acerca da forma do pagamento à casa Ané.
Fala da água do tanque e do vinho e deseja boas férias e uma ótima viagem de regresso.
Trata do artigo «Manifesto», de Alfredo Pimenta, e do pagamento à casa Ané.
Participa que envia, em anexo, os cheques e que, posteriormente, lhe prestará contas.
Pede para lhe telefonar se estiver interessado na aquisição do livro "Silveira Martins e sua época".
Participa que Pinto de Almeida já assinou o documento e que aguarda as ordens de Alfredo Pimenta para a liquidação.
Comunica o dia em que enviará o dinheiro. Pede instruções em relação à renda.
Trata da limpeza e da arrumação da casa. Participa que terão de ir ver a exposição antes de Alfredo Pimenta e família regressarem.
Participa que envia o vale. Dão os parabéns pela «partida» d’ "A Nação".
Participa que recebeu da Torre do Tombo e do jornal e que envia, em anexo, um cheque e uma carta. Comunica lhe enviará a relação pormenorizada das contas.
Participa que envia, em anexo, duas letras, conforme o pedido de Alfredo Pimenta.
Alude às contas de Alfredo Pimenta, à reunião dos altos-comissários internacionais sobre se haverá ou não guerra e à nacionalidade de Hitler, Mussolini e Chamberlain.
Fala do preço da renda da casa, do encadernador, do pagamento do jornal ["Le] Temps" e da letra do Banco Portuguez e Brazileiro.
Trata do pagamento das despesas. Participa que nada sabem sobre o assunto do Brito, mas que parece que, quando se realizam as festas portuguesas em Vigo, autorizam a passar a fronteira só com o bilhete de identidade.
Aborda a questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Tece comentários críticos um artigo publicado n’ "A Esfera" e pergunta se existe alguma carta impressa, da autoria de Alfredo Pimenta, cujo assunto é a «Censura» Alude à ameaça de perda de Timor. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Apresenta as contas a Alfredo Pimenta. Contém um documento impresso e manuscrito do associado Alfredo Pimenta, da Caixa de Previdência do Ministério da Educação Nacional.
Fala sobre um concurso e pede ajuda para ser colocado, sobre a telefonia e sobre o desaparecimento de um recibo.
Fala dos pagamentos do jornal "A Voz", da Academia [Portuguesa da História] e da carta para o pobre.
Apresenta as contas de Alfredo Pimenta. Faz referência às «greves», em Lisboa. Contém um aviso da apólice da "La Nationale" e outra carta sobre a situação política de Portugal, de alguns boatos sobre política nacional e internacional.
Participa o preço dos lápis e da bandeira. Trata das roupas da casa de Lisboa e do casamento da Perpétua.
Fala do encadernador, das contas de Alfredo Pimenta e da mercearia que envia.
Corrige a frase da carta anterior «massa e mona» para «masso e mona» e renova o pedido de explicação.
Pede a Alfredo Pimenta que o elucide sobre o significado da expressão «genealogistas de massa e mona».
Lamenta que Alfredo Pimenta tenha ficado zangado por lhe ter enviado a carta do [jornal] “Diabo”.
Informa que, nas suas consultas para saber quais os historiadores mais habilitados para escrever a monografia sobre Egas Moniz, mencionara-lhe, de forma depreciativa, Alfredo Pimenta.
Pede para Alfredo Pimenta elaborar uma petição para apoiar uma «casa». Identifica-se como um descendente de Egas Moniz.