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Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa Feminina - Fichas de filiados (delegacias e subdelegacias)
O autor, antigo Juiz de Fora da Vila da Barca e atual Juiz de Fora da Vila de Valença do Minho, em virtude de não ter sido nomeado para o lugar de Provedor, superintendente das Alfândegas ou Corregedor da Comarca de Viana, solicita autorização régia para se deslocar à Corte [do Rio de Janeiro].
Informam António de Araújo de Azevedo que na data de hoje passavam uma procuração ao Tenente Coronel Antonio Marques da Costa Soares, negociante da Praça de Pernambuco, para receber de "Va. Exa." a herança que lhes deixou o Marquês de Pombal e para poderem pagar ao dito senhor a quantia de 1.648$ 754 reis que lhe deviam. Passavam também uma carta de Ordens ao dito Tenete-Coronel para ele poder apurar a dita herança e remeter aos autores o saldo da quanti acima referida e os movéis declarados na mesma carta. Pedem ao destinatário que faça a dita entrega ou pelo menos que efectue o pagamento da referida quantia.
O autor acusa a receção da carta do barão de Quintela, datada de 25 de Novembro passado, e informa que no seguimento das ordens que João de Sousa Mota expediu do Rio de Janeiro, procurou o sujeito que lhe deveria entregar os quatro contos de réis que posteriormente deveria enviar à ordem do barão de Quintela. No entanto, o sujeitou não só não entregou o dinheiro como não sabia quando o poderia fazer. De tudo isto, informou prontamente o referido Mota.
O A., informa que recebeu a carta que António de Araújo dirigiu a seu pai na altura em qu estava a acabar de aprontar as cópias das Mercês dos títulos de conde de Oeiras e de marquês de Pombal que o dest. havia solicitado. Como não sabe se os requerimentos enviados em 1.ª e 2.ª via foram recebidos, o A. prepara um outro com a Sentença de Habilitação.
O autor, Conde da Redinha Sebastião, remete ao amigo António de Araújo a 2.ª via dos requerimentos da Casa de seu pai, e um outro em que solicita a autorização de S. A. R. para trasladar o corpo de seu Avô de Pombal para a Paroquial Igreja de Nossa Senhora das Mercês da qual era Padroeiro.
Acusa a receção da carta de 14 de Dezembro em que António de Araújo renovava os sentimentos pelo falecimento do tio [2.º Marquês de Pombal]. Agradece as expressões com que o distingue e os esforços desenvolvidos para o sucesso do requerimento de seu pai e pela continuação da memória do Avô. Perante a impossibilidade física de seu pai, foi encarregue da Administração da casa deste. Apesar de não ter escrito ao Oliveira, tem recebido algumas cartas dele em que lhe comunicava a sua partida no primeiro navio. O mesmo está encarregue do requerimento do autor em que pede uma comenda "mais pela condecuração que pelo rendimento".
Atendendo ao reconhecimento eterno, amizade e consideração com que António de Araújo de Azevedo sempre distinguiu a família de Pombal, solicita-lhe que beije a mão de S.A.R. e coloque na Sua Presença os requerimentos inclusos, contendo a Sentença de Habilitação nas Justificações do Reino, para que o mesmo Senhor confirme as mercês.
Manifesta o seu desconhecimento se António de Araújo recebeu o Decreto e as mercês feitas por D. José I à Casa de Pombal em remuneração pelos serviços prestados pelo Tio Francisco. Remete os seguintes requerimentos pelo Capitão Daniel para que sejam colocados na presença régia: o rquerimento para as confirmações dos despachos da Casa junto com a Sentença de Habilitação nas Justificações do Reino; cópia do Decreto dos Despachos pelos serviços do Tio Francisco; a sobrevivência da Comenda da Casa de redinha para o seu irmão; a representação para obter a licença para se tresladar o cadáver do Avô para o jazigo da Casa de Pombal na Igreja de Nossa Senhora das Mercês. Votos de vigorosa saúde. Em P.s. solicita ao destinatário que entregue a carta em anexo ao Oliveira.
Remete ao amigo António de Araújo a Exposição da causa que opõe a sua família aos Ratton. Fá-lo não com o intuito de se queixar das injustiças, mas para que a mesma seja consultada por mais de dois letrados e também por Ministros a fim de alcançar um parecer sobre se uma causa tão séria deveria ou não ser tornada pública. Refere-se aos requerimentos anteriormente expedidos e aos respectivos despachos.
Pública-forma dos Autos Cíveis de Embargo à Primeira, que opõe o Conde da Redinha a Diogo Ratton, em virtude da acção de despejo movida pelo primeiro sobre o segundo, relativamente ao Palácio e Casas da Rua Formoza.
Informando do envio dos seus ofícios para a Corte de Lisboa.
Informa ter carta de 14 de Agosto com o anúncio da conclusão da paz.
Participa que recebeu por intermédio de Mr. Cabarus, as cartas destinadas a Luís Pinto e a D. Catarina.
Participa que recebeu notícia da ratificação pura do tratado pela nossa Corte.
Participa que acaba de receber o despacho da Corte de Lisboa confirmando ter recebido o correio de Araújo.
Participa a receção da carta e que remeteu logo para Lisboa os seus ofícios juntamente com uma carta do Príncipe da Paz para Luís Pinto.
Participa que ainda não recebeu notícia da chegada do seu correio a Lisboa.
Participa que recebeu o seu correio e que a carta para o Principe da Paz foi logo entregue.
Expõe as razões que o levaram a suspender o correio da Corte para Paris.
Participa ter recebido a sua carta de 14 do corrente com a ordem para suspender a remessa dos diamantes.
Participa ter recebido a carta de 22 do corrente com os ofícios para a nossa Corte e diversas cartas para outras pessoas.
Informa que recebeu uma carta datada de 3 de Dezembro dos condutores dos diamantes que chegaram a Talavera de la Reyna.
Sobre a questão da lei da neutralidade adoptada pelo reino português na questão do bloqueio do Porto de Cádiz e a expedição de mantimentos para a esquadra inglesa.
Relacionado com a exposição apresentada pelos embaixadores de França e Espanha sobre o fornecimento de mantimentos às esquadras inglesas, especialmente as que bloqueiam o Porto de Cádis.
Relacionado com a exposição apresentada pelos embaixadores de França e Espanha sobre o fornecimento de mantimentos às esquadras inglesas, especialmente as que bloqueiam o Porto de Cádis.
Recomenda que o destinatário lhe participe com toda a brevidade a chegada de qualquer embarcação, espanhola ou francesa, aos portos do reino e tudo o que puder alcançar sobre o Consul Espanhol em Lagos.
Informa ter recebido o aviso do destinatário de 2 de agosto e que fará os maiores esforços por desempenhar quanto lhe é dito; informa da chegada, no dia 3 de agosto, de uma fragata inglesa que mandou um oficial a terra perguntar na casa do Governador Agregado pela esquadra de Lord Nelson e que não lhe tendo sido dada nenhuma notícia se retirou imediatamente; informa que o Consul de Espanha soube deste episódio e que nesse mesmo dia 5 de agosto chegou uma barca com bandeira espanhola que tratou diretamente com o consul; aconselha, por isso, maior cautela; refere a muita bondade mas falta de agilidade e sagacidade do Governador Agregado e sugere que deveria este governo ser entregue ao Coronel José de Vasconcelos e Sá, que tem as qualidades necesárias.
Informa que na tarde do dia anterior chegou aquela baía a fragata inglesa Highder, da qual é capitão Colder pedindo mantimentos, uns foram providos publicamente e outros clandestinamente, e informando da chegada de uma esquadra combinada, composta de 32 naus; informa que continuam os embaraços relacionados com o provimento das esquadras; refere um judeu de Gibraltar que tem ido a Lagos vender milho, que troca por refrescos para introduzir na esquadra inglesa, mas que até ao presente ninguém suspeita.
Menciona as despesas relacionadas com o abastecimento das embarcações inglesas.
Informa que comunicou o aviso do destinatário ao Coronel José de Vasconcelos e Sá que já se encontra a comandar aquela Praça; que a carta que mandou escrever ao Vice-Almirante será entregue no dia seguinte; e aspetos relacionados com o abasteciemnto dos navios.
Informa ainda não ter recebido resposta alguma das cartas que tem escrito ao destinatário; encarregou o Coronel do regimento José de Vasconcelos e Sá da vigilância da baía de Lagos e portos adjacentes em virtude de o governador se encontrar de muita idade e moléstias; informa que o Almirante Nelson apenas pediu algumas hortaliças e seis carneiros mas que lhe mandou dois.
Informa da chegada de Lord Robert Fitzgerald e junto envia-lhe carta do mesmo.
Informa que no dia anterior saiu a fragata inglesa Highder e chegou outra fragata da mesma nação - Endian que demandou provimentos, os quais foram supridos; o capitão da dita fragata disse retirar-se no dia seguinte e dá informações sobre a esquadra que se encontra no bloqueio a Cádis.
Menciona as despesas relacionadas com o abastecimento das embarcações inglesas.
Acusa receção de carta de 22 do mesmo mês em que o destinatário apresenta a relação das despesas com o fornecimento das embarcações de geurra ingleses e como considera que algumas dessas despesas devem ser suportadas pelos ingleses solicita que o informe do motivo porque eleas vem incluídas na relação e assim analisar quias as que devem dar entrada no Real Erário. Contém minuta do mesmo ofício.
Remete carta reebida do Governador de Vila Real de Santo António.
Informa não ter recebido qualquer aviso do destinatário; informa que desde o dia 12 que nenhuma embarcação tem pedido mantimentos nem tem aparecido nenhuma esquadra por aqueles lados, mas que à distância de 5 até 8 léguas da terra continuam a cruzar-se bergantins e fragatas; refere as medidas que pretende tomar para conter a epidemia em Gibraltar.
Informa da chegada da nau inglesa - Archille - cujo capitão é Richard King, pertencente à esquadra do Vice-Almirante Collingwoods e dos mantimentos que lhe dispensou; refere o encontro que teve com Richard King em que transmitiu os desejos do Príncipe-regente em auxiliar secretamente com provimentos os navios ingleses, sem que franceses e espanhóis se apercebessem e a forma como este auxílio foi prestado; junta as cartas que recebeu de Richard King.
Informa a chegada da fragata inglesa Haya e da impossibilidade de lhe enviar mantimentos de forma oculta.
Informa da chegada de um corsário espanhol a quem foram supridos os mantimentos necessários para 8 dias e a quem o Governador ordenou que saísse até 48 horas depois. Informa igualmente que se retirou a esquadra inglesa que bloqueava Cádis sem que até ao presente chegasse outra para continuar o bloqueio.
Carta que Francisco José Maria de Brito incluída noutra carta dirigida a António de Araújo de Azevedo (ver PT/UM-ADB/FAM/FAA/AAA/006225) em que pede que entregue esta ao destinatário.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Adriano de Abreu Cardoso Machado.