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Além da transcrição dos 10 argumentos constantes da tese do teólogo vimaranense, José Pinto Pereira, publicada em Roma, em 1728 ,“Apparatus Historicus “, contém transcrições da Crónica do Conde D. Henrique, de Duarte Nunes de Leão, [1677], capítulos da História de Afonso Henriques escritas pelo arcebispo de braga, em 1542, entre outros. Excerto de um artigo de padre Caldas sobre o assunto: D. Afonso Henriques (…) “foi sepultado no mosteiro de Santa Cruz de Coimbra em humilde monumento, que el-rei D. Diniz principiou a ornar, e D. Manuel tornou magnífico, nas paredes da capela-mor do mesmo mosteiro. Todo o português o chorou, como restaurador da sua liberdade, fundador da monarquia, pai da pátria, modelo de réis, terror de inimigos, coluna da Igreja lusitana. Como tal, querem alguns escritores, exaltando a sua piedade e virtudes, honrá-lo com título de santo, sendo neste sentido tentada por mais que uma vez a sua beatificação. Destes “tentamens”, como pouco conhecidos, darei breve notícia, extraída dum notável e curiosíssimo trabalho do meu erudito mestre e indefeso investigador Pereira Caldas: Em 1556 tratou o prior de Santa Cruz de Coimbra - com os cónegos do mosteiro - de promover curialmente a beatificação de D. Afonso Henriques, fazendo as provanças do estilo, com autorização do bispo-conde D. João Soares e com a protecção del-rei D. João III. Já não era esta a primeira tentativa, porque nas anteriores, promovidas sem as provanças do estilo e sem a protecção real, nenhum deferimento se havia obtido em Roma a tal respeito. Tinham sido sempre os cónegos regrantes de Santa Cruz de Coimbra, enviado à capital pontifícia alguns religiosos grados, os que mais dedicadamente se empenharam nestas tentativas. No entanto a mesma improficiência que malfadara então, veio a malfadar ainda estas tentativas do século XVI. O que não deixa de ser singular, no meio da inacção de Roma, é o alvitre, a este respeito, vulgarizado entre os monges de S. Jerónimo de Alcobaça e os cónegos de Santo Agostinho de Santa Cruz de Coimbra. Num mosteiro e noutro girava composta uma comemoração de bem-aventurado em relação a D. Afonso Henriques - com antífona, verso, responso e oração - como se a Igreja o houvera catalogado na lista dos santificados. Em 1728, ano em que o APARATO HISTÓRICO - livro do padre José Pinto Pereira, sobre a santidade de D. Afonso Henriques – fora publicado em Roma, sendo então oferecido à santidade do Papa Benedito XIII e à majestade do nosso rei D. João V, activaram-se de novo os trabalhos neste sentido. No entanto até hoje nada de definitivo. Em 1752 tornaram-se a activar ainda de novo em Roma alguns trabalhos análogos. Lêm-se mencionados na Gazeta de Lisboa de 1753, nº 1 de 4 de Janeiro, nas seguintes palavras: «Na vila de Guimarães se ajuntou a Academia Vimaranense no dia 6 de Dezembro, aniversário do falecimento do venerável e santo rei D. Afonso Henriques, natural da mesma vila; e aplaudiu com eloquentes discursos, e discretas poesias, a notícia de se tratar em Roma da sua beatificação». Mas apesar de tão repetidas instâncias ainda é lícito duvidarmos da santidade do nosso mais ilustre patrício.” “In” : CALDAS, António José Ferreira, padre- Guimarães Apontamentos para a sua História - Padre. 2.ª Edição, Guimarães, CMG/SMS, 1996, parte I, pp. 149/152.
Fichas dos sócios: José Serafim, José Sertório Pires Lavado Soeiro, José Severino Rodrigues, José Severo, José da Silva, José da Silva, José da Silva Amorim, José da Silva Martins, José Simões Alfaiate, José Simões Nunes de Matos, José Simões Salazar, José Soares Riesenberger, José de Sousa Pereira Seabra, José de Sousa Rodrigues, José Tavares Santiago Cruz, José Tobias Simões Gancho, José Sabino, José Sant'Ana de Araújo, José da Silva, José da Silva, José da Silva, José da Silva Baeta, José da Silva Barra, José da Silva Borges, José da Silva Braz, José da Silva Cachão, José da Silva Calado, José da Silva Costa, José da Silva Grilo, José da Silva Madeira, José da Silva Martins, José da Silva Moita, José da Silva Pereira, José da Silva Pinho, José da Silva Santos, José da Silva Tavim, José da Silva Teixeira, José da Silva Teixeira, José Silveira, José Silvério Amador Fernandes, José Simão Hermenegildo Manaia, José Simões, José Simões, José Simões Alfaiate, José Simplício Octávio C. Peres, José Soares de Azevedo, José Soares Ferreira, José Soares Marques Gouveia, José Soares Maurício, José de Sousa, José de Sousa Lobo de Miranda, José de Sousa Moreira, José de Sousa Moreira, José de Sousa Moreira, José de Sousa Rosendo, José Sousa Silva, José de Sousa Silva, José Tavares Aleixo Gomes, José Tavares Cirne, José Tavares Coelho, José Tavares das Neves, José Teixeira, José Teixeira da Cunha, José Teixeira Duarte de Sousa, José Teixeira Terenas, José Teotónio Lima, José Tiago Carapinha Safoeira, José Tiago Lopes Osório, José Tomaz Silvestre, José Tomé Furtado, José Tomé Ribeiro, José de Torres Canteiro, José Trindade, José Trindade Pinto Ribeiro, José Valdemar Rodrigues Santos, José Valentim da Costa, José Valentim Vale dos Santos, José Vaz Martins, José Vaz Rato Amador, José Vaz Santiago, José Velez Agostinho, José Venâncio Bravo, José Ventura Mendes, José Viana Coutinho Pereira, José Vicente Balsinhas Castanho Valentim, José Vicente Pires de Brito, José Vicente Presume, José Victor Feiteira Farinha, José Victor da Silva Almeida, José Victor Vieira Figueira, José Vidal Rafael, José Vieira Fernandes, José Vieira Gomes, José Vieira Gonçalves Graça, José Vieira Gramoso e José Vieira Remexido.