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Acusa a receção da carta e do postal. Participa que quem se enganou foi Alfredo Pimenta e que o revisor podia ter refletido.
Participa que ainda está suspenso um artigo sobre a política externa de Portugal.
Pergunta se um possuidor de brasão de armas tem direito a alguma pensão.
Lamenta continuar com a dúvida sobre o sermão do padre António Vieira.
Agradece a oferta do opúsculo. Faz referência ao número d’ “O Figueirense” em que transcreveu parte de um artigo de Alfredo Pimenta publicado n’ “A Voz”. Pede para Alfredo Pimenta confirmar se recebeu o número com a crítica de Manuel Guimarães.
Participa que uma das «Tribuna Livre» se encontra suspensa há dois dias. Sugere que visite o «Placet» do m[inistro] interino dos Negócios Estrangeiros.
Participa que o conselheiro [José Fernando de Souza] considerava o mês de julho de licença para efeitos de redação e colaboração.
Comenta os cortes da Censura nos artigos de Alfredo Pimenta.
Fala da ida para Roma e da subsequente transferência de Trindade Coelho para o Vaticano, da possível partida do Augusto Castro para Berlim e da publicação dos artigos.
Explica as razões que o levaram a utilizar o artigo feminino «as».
Dá notícias sobre o andamento dos seus trabalhos. Agradece as informações de Alfredo Pimenta.
Trata da transcrição da palavra «al-qaid» que deu origem a «alcaide».
Condena a agressão de que foi vítima Alfredo Pimenta. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Tesouraria do Ministério da Fazenda, de 18 de novembro de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 28 de novembro, escrito sobre o ofício.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda.
Participa que envia o livro pretendido por Alfredo Pimenta e responde ao pedido relativo às cartas de Filipe II.
Responde às cartas de Alfredo Pimenta: uma sobre a sessão no Parque Eduardo VII e as outras sobre a reunião no Teatro D. Maria. Esclarece as suas posições sobre o nazismo relacionadas com a sua ida para o Rio de Janeiro como embaixador. Comenta os textos dos discursos que não autorizou que fossem proferidos no Teatro D. Maria.
Além dos recibos de despesas contém um recibo de prestação de contas da Irmandade à Câmara Eclesiástica de Braga.
Indica quais os livros de Alfredo Pimenta que possui e comunica o especial interesse por três que não possui.
Agradece a oferta de Alfredo Pimenta. Pede para confirmar se possui o 2º fascículo dos “Acrescentos de Gonçalves Viana às ‘apostilhas’”.
Participa que o acompanha, cheio de entusiasmo e fé, na campanha contra o comunismo.
Trata dos cortes da Censura nos artigos de Alfredo Pimenta.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta e declara o conforto que elas lhe proporcionaram.
Pede a Alfredo Pimenta apoio para tentar reaver o seu lugar de conservador do Museu Numismático Português.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e renova o pedido para este dar uma opinião sobre o seu trabalho.
Tece comentários elogiosos sobre um artigo de Alfredo Pimenta publicado no “Diário de Notícias”.
Queixa-se da indiferença e do silêncio em relação ao seu estudo acerca de D. António.
Segundo as Ordenações Filipinas, L.I tit. 78 § 20, em cada aldeia que tiver vinte vizinhos e que diste uma légua da cidade ou vila, deverá haver uma pessoa apta para fazer os testamentos dos doentes. Este oficial, o escrivão de vintena, é nomeado pelos vereadores, de entre os moradores da aldeia, e tomará posse na Câmara, registando aí o seu sinal público. É responsável por ter os seus cadernos cosidos e pelos erros que vier a cometer. Foi substituído pelos escrivães dos juízos de paz, em 1830.
Receita e despesa com início no ano económico de 1894-1895
Lamentam a agressão de que foi vítima Alfredo Pimenta e desejam-lhe um pronto restabelecimento. Questão do Aquilino Ribeiro (n.1885; m.1963) - Alfredo Pimenta publica no jornal O Dia uma crítica pouco elogiosa à qualidade literária de Aquilino Ribeiro, considerando-o um autor “menor” e apresentando as suas razões. Em 16 de Abril de 1923, quando Alfredo Pimenta subia a rua Garrett (Lisboa), Aquilino Ribeiro segue-o e desfecha-lhe uma bengalada que o atingiu na cabeça, obrigando-o a receber curativo numa farmácia perto e no posto da Misericórdia. O autor da agressão foi conduzido ao Governo Civil por uma autoridade policial, tal como Alfredo Pimenta, para que este apresentasse queixa, o que não fez, dizendo que não conhecendo o personagem que o agredira sem qualquer interpelação ou confronto visual não podia, em boa consciência, indicar quem seria, embora inúmeras testemunhas do facto lho tivessem dito. Deste modo, Aquilino Ribeiro foi posto em liberdade e Alfredo Pimenta seguiu para casa, onde durante dias recebeu inúmeras provas de solidariedade, nomeadamente cartas e telegramas(...) A imprensa do país de todos os quadrantes políticos noticiou o incidente, condenando-o.
Critica uma publicação de António Cabral e sugere que Mussolini possa ter sido demitido pela Alemanha; Trata da "Questão do Patriarcado".
Reitera a opinião negativa sobre o conteúdo do folheto de Alfredo Pimenta.
Apresenta um pedido de ingresso na liga de amigos da Fundação Portugal Século XXI. Em anexo, envia elementos sobre a actividade da empresa "Linha Portuense".
Manifesta o seu apoio e confiança na eleição de Diogo Freitas do Amaral para presidente da República.
Informa que já foram entregues, a Manuel da Costa Figueira, as obras que constavam numa relação apensa à carta de Alfredo Pimenta.
Comunica que admira a grande cultura e erudição de Alfredo Pimenta e que o aprecia como colaborador do jornal “A Voz”. Chama a atenção para a orientação a que essa colaboração deverá inalteravelmente obedecer.
Solicita nova assinatura de revistas para apoiar as Missões Africanas.
Participa que os artigos que tem ainda não vão ser publicados. Pede que lhe envie o artigo sobre os “Gladiadores", de Cortez.