Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for pedro and 114,782 records were found.

Informa que recebeu a carta de 7 de Março. Roga o favor de remeter uma ordem para que Mr. Ulberich e Cia. de Dresden possam entregar-lhe os 328 florins restantes conforme o estado das contas do ano passado. Agradece a protecção.
Acusa a receção da cata de 24 de Junho. Refere-se aos quartéis de Dezembro e de Março, os quais ainda não lhe foram pagos, o que o impede de continuar a viagem de visita das minas e fundições das montanhas deste país.
Acusa a receção da carta de 9 de Novembro. Informa das dificuldades que sente para sair de França devido à conturbada conjuntura política e social e à s medidas preventivas adoptadas pela antiga Assembleia Legislativa, actualmente denominada de "Convencional". Se não conseguir passaporte, partirá pela diligência de Estrasburgo: porque ainda que corra o risco de ser assassinado, ou pelo menos, der preso "elle me he menos sensivel do que o desagrado de Sua Majestade. Avisará da sua partida.
Acusa a receção da carta de Março. Agradece a protecção com que o destinatário o trata e informa que acabou o Curso Matemático nos fins de Março. Informa que não recebeu resposta do Câmara às informações que solicitou sobre a viagem e o roteiroa seguir, nem do Brito sobre o quartel de Março. Fala da procuração feita para a cobrança dos ordenados, onde "os mesmos senhores tiverão as bondades de se constituir meus Procuradores perante V. Exa., sem consentimento". Solicita instruções para "os hir alcançar" e "a respeito das cobranças dos ordenados". Solicita o envio do Quartel de Março em letra sobre Paris sem câmbio, e do refernte ao mês de Junho. Informa que parte para Berlim, para dali ir ao encontro dos ditos senhores que nãdeixaram cópia das instruções de Luís Pinto de Sousa Coutinho, nem comunicaram a sua partida. Pede uma carta de recomendação para o Ministro em Berlim.
Agradece a carta de 17 de Junho e "o bom, e prompto cuidado que de minhas cousas quer tomar". solicita providências para que a pensão de seu irmão seja cobrada em Lisboa e para que não lhe seja remetidos os 48$ 000 reais, mas sim os 328 florins. Enviará daqui a poucos dias a carta destinada a bertrand e outra em que falará das suas viagens.
Acusa a receção da carta de 22 de Abril. Informa das causas que o levaram a demorar a responder. Refere-se ao recebimento do seu soldo, das tranches que pretende enviar para Lisboa, através de George Bertrand, e que são destinadas ao seu irmão que se encontra a estudar em Coimbra. Fala da doença que o abalou, da qual ainda não está inteiramente restabelecido.
Tradução de várias cartas trocadas entre membros da família Milne. Contêm: carta de Jácome Milne a João Milne, onde o primeiro refere-se à sua invenção de um máquina de fiar lã, linho e refugos de seda e à sua fábrica de algodão; carta de Madame Foxloursa seu irmão João Milne a qual versa sobre uma máquina de fiar algodão; cópia da carta de João Milne pai a jácome Milne filho, residente em Lisboa, onde expressa o desejo o governo francês em animar o comércio, principalmente o do algodão que se encontra parado desde a guerra; fala das suas dívidas e da expropriação da sua fábrica de Dreux; das máquinas para cardar e fiar o algodão, do trabalho de Mr. Foxlours, da invenção da máquina de fiar lã, linho e esperdiços de seda da autoria de John Milne, do Tratado de plantar algodão e da máquina de descascar o algodão; Cópia da carta de Thomas Milne assistente em Dreux ao seu irmão Jácome Milne de Lisboa, nde fala das máquinas inglesase holandesas para fazer a cevada pilada ordinária, da sua invenção, dos incentivos dos governos francês e português, e da introdução de máquinas em Inglaterra, Espanha e América.
Recibo da importância de siscentos florins holandeses recebidos junto de Mr. Ulbericht e Cia. de Dresden.
Remete o "papel Original, e a sua tradução, consernente a Milne".
Remete inclusa a carta destinada a [George] Bertrand, tendo em vista a cobrança dos 96$ 000 reais anuais dos herdeiros de Paulo Jorge. Roga ao destinatário o favor de expedir estas ordens o mais rápido possível, por forma a que o dinheiro chegue a Lisboa a tempo de evitar que o seu irmão perca o ano lectivo.
Tradução da proposta de Diogo Milne sobre os estabelecimentos propostos.
Informa que não seguiu viagem com os seus companheiros devido à doença que o afectou, ao curso de mineralogia que pretende acabar, ao curso da ciência que trata todos os trabalhos das minas, como também da metalurgia económica, que lhe foi aconselhado por Werner. Informa do perrcurso que pretende seguir no Outono e no Inverno e alerta para o prejuízo de viajarem juntos e para as divergências que mantem com Manuel Ferreira [da Câmara]. informa que antes de partir pretende visitar as minas e fundições de estanho deste país e da Boémia. Parece-lhe conveniente mandar fazer modelos e desenhos dos fornos e de alguns instrumentos pertencentesa este ramo metalúrgico, que não se encontra noutro local se não aqui e na Inglaterra. Comunia que vai mandar fazer em dresden uma plancheta com o seu estojo e que necessita de um pirómetro. Roga o envio do restante quartel do mês de Junho.
Informa que envia a presente por Hamburgo devido à interrupção do correio. Em virtude da carta de António de Araújo de 18 de Novembro, escreveu ao Visconde de Anadia, o qual remeteu as ordens necessárias para a sua assistência e comunicou que possui ordem para pagar os instrumentos e livros necessários, mas não os modelos [dos fornos]. O autor, julga conveniente mandar fazer os modelos dos fornos fusórios de estanho e os modelos dos fornos de destilar o enxofre e o ácido vitólico. Neste sentido, solicita ao destinatário que escreva ao referido visconde a esclarecer estes assuntos. Informa que acabará em breve o curso de minas e que passará aos trabalhos das fundições e às visitas às minas de estanho e fábricas de vitriolo e àcidos vitriólicos, entre outros estabelecimentos. Solicita o envio do pirómetro e que acuse a receção da sua carta de 23 de Novembro passado. Refere-se ao quartel em atraso.
Acusa a receção da carta do dia 10. Informa das melhoras que a sua saúde regista. No mês de Outubro deslocar-se-à a Misnia, voltando depois a freyberg para fazer o curso, tendo inclusivé já ajustado com o Conselheiro Werner o currículo e a compensação económica do mesmo. Solicita o envio do pirómetro de Wedgwood, que he o mais exacto que hoje se conhece e que foi aprovado pela Sociedade Real de Londres". Fala da procuração para os filhos de Paulo Jorge e solicita o envio dos quartéis em atraso e do dinheiro para pagar o respectivo curso. Informa que escreverá de Misnia a Luís Pinto.
Informa que recebeu ontem cartas de sua casa em Lisboa e de Bertrand, em que constatou que todas as missivas que remeteu, via secretaria de António de Araújo, não chegaram ao seu destino. Expõe as consequências decorrentes desta situação e solicita ao destinatário que tome as medidas necessárias para compôr a mesma.
Em virturde da "revolução desse pais", o autor repete a carta de 8 de Abril em que informava ter escrito ao visconde de Anadia sobre a necessidade dos fornos fusórios do estanho, ao que este lhe respondeu que não tinha autorização para proceder ao pagamento dos mesmos. O autor refere-se às instruções dadas a este respeito por Luís Pinto de Sousa e da carta que este escreveu ao Embaixador em Paris. Informa que terminou o curso de minas com o Conselheiro Werner e que passará todo o verão ocupado nas fundições, partindo depois para a Hungria. Solicita que acuse a receção de algum Aviso dos filhos de Paulo Jorge e que caso tenha recebido alguma carta para si que a remeta. Informa que já está restabelecido da saúde e que o banqueiro de Dresden não tem ordens para pagar o soldo. Em P.s. informa que ainda não recebeu o pirómetro.
Em resposta à carta de António de Araújo do dia 4, informa que suspendeu, até segunda ordem, o envio das duas máquinas para Hamburgo. Lembrará ao Conselheiro Riem a descrição do uso das mesmas. Comunica que recebeu o aviso do visconde de Anadia com a ordem para partir e onde conctatou o desagrado dereal em relação à sua conduta. Informa ainda que o referido visconde nada diz a respeito do pagamento da sua memória sobre as fundições. Solicita o pagamento dos quartéis atrasados e a ajuda do destinatário para poder partir. Deseja dedicar-lhe a tradução dos "Elementos de Química" de Hildebrandt.
Acusa a receção da carta de António de Araújo de 31 de Janeiro e agradece "os bons officios" com que o favoreceu. Justifica o seu atraso na resposta com a espera da "maquina das cirandas" e "a dos cilindros de gramar o linho", sobre as quais o Conselheiro Reim fará uma descrição do seu uso e que o autor traduzirá para português. Informa que enviará tudo assim que o rio o permita. Solicita um aviso para saber a quem deverá endereçar a remessa em hamburgo. Informa do valor pago pela aquisição das referidas máquinas e pede ao destinatário o envio deste juntamente com o quartel vencido. Recomendações do Barão de Bloque para o destinatário e para [Silvestre] Pinheiro [Ferreira].
Acusa a receção das cartas de António de Araújo datadas de 21 de Abril e 9 de Maio. Expõe as causas do atraso verificado na expedição das máquinas das cirandas e dos cilindros, das quais ainda aguarda as descrições de uso. Aconselha a sua expediçãovia Magdeburgo, por forma a evitar mais atrasos. Comunica que recebeu do senhor de Backnitz o dinheiro e as descrições dos "debuxos da bomba de incêndios" mandados fazer pelo destinatário. Sugere que mande fazer os modelos dos carros montados com escadas. Informa que solicitará sta semana a descrição da máquina de linho ao Conselheiro Riem. Em breve pedirá ao visconde de Anadia o pagamento dos instrumentos necessários para os "ensaios das fundições" partindo para Portugal em seguida. Acusa o recebimento dos quartéis atrasados e dos modelos do seu ofício e da agricultura, conforme ordenado por Sua Majestade em 29 de Outubro de 1797. Iforma da promoção do senhor de Backnitz a Marechal de Corte e envia saudações em nome do barão de Blocke.
Espera por notícias do restabelecimento de António de Araújo. Felicita-o pelo despacho com que sua Majestade, distinguiu o seu constante merecimento. Solicita ao destinatário que o faça lembrar a Sua Majestade.
"hum dezamparado carregado de anos, e de trabalhos", busca a protecção do destinatário visto ter perdido tudo na última invasão [francesa] e o seu ofício estar decadente. solicita que apresente as suas súplicas a S.A.R. "para que elle Sequeira Lembrar de hum creado, que o trouce nos braços, e o serve a cincoenta anos sem nota, nem Remuneração alguma".
Em resposta à carta de António de Araújo do dia 7, informa do envio por Hamburgo das caixas que contêm as máquinas das cirandas e dos cilindros e as descrições do seu uso e o recibo do Conselheir Riem. Informa que finalizou o seu livro e que enviará uma cópia do mesmo a António de Araújo. Tece considerações sobre os moinhos da Saxónia, as máquinas de cortar palha e as de cortar batatas e nabos; sobre os arados da Sibéria, cujos modelos deseja copiar para posteriormente introduzir em Portugal. descreve a colecção de minas que pretende adquirir e solicita ao destinatário um empréstimo no valor de 140 escudos daquele país.
Observações sobre o uso, e vantagens duma nova gramadeira de cilindros, para gramar o linho. Observações sobre a joeira de vento para limpar o trigo, centeio e cevada; e seu uso, e utilidade.
Contendo o valor que oferece o Sargento-mor António José de Almeida pelo arrendamento.
Contendo o valor que oferece o Sargento-mor António José de Almeida pelo arrendamento.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, Sebastião de Almeida e Brito
Parecer do Procurador Geral da Coroa, Sebastião de Almeida e Brito
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Tesouraria do Ministério da Fazenda, de 3 de junho de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 14 de junho, escrito sobre o ofício.
Ofício do Ministério da Fazenda - Direcção-Geral da Contabilidade Pública
Ofício do Ministério da Fazenda - Direcção-Geral da Contabilidade Pública
Parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens.
Contém ofício da Procuradoria Régia da Relação de Lisboa, de 1 de março de 1893, e minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 13 de março.
Contém minuta do parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 2 de abril de 1898.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e a oferta dos livros. Avisa que espera conseguir, brevemente, os dois volumes das cartas de Filipe II.
Justifica a demora da resposta por ter estado doente logo a seguir ao encontro de Salazar e Franco, em Madrid. Envia o livro pretendido por Alfredo Pimenta.
Agradece a carta de Alfredo Pimenta e a oferta dos livros.
Informa que o livro ainda não foi publicado. Disponibiliza-se para o enviar a Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta dos três livrinhos dos Clássicos Portugueses. Elogia a obra Os Historiógrafos de Alcobaça que está a ler. Envia o trabalho “Os elementos hispânicos do vocabulário latino”.
Verso do postal contém a seguinte informação: "Edição do "O Comércio de Guimarães. Reprodução proibida". Ilustrações de Piairo Pantaleão.
Pede a Alfredo Pimenta para dar uma opinião sobre o seu trabalho “Moedas de Toro”.
Justifica o atraso a responder e contesta que tivesse feito algum juízo sobre o silêncio de Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta do estudo sobre o descobrimento do Brasil.
Tece comentários elogiosos à obra de Alfredo Pimenta "Fuero Real" e agradece a referência ao seu nome.
Reporta-se ao livro das "Origens"- [Fuero Real de Afonso X, O Sábio - Versão Portuguesa do século XIII publicada e comentada por A. P.].
Manifesta desagrado com a critica do opúsculo de Alfredo Pimenta relativamente a [António] Sardinha. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Envia os recortes dos artigos «Da Língua Portuguesa» e «Dicionários & Dicionários», da autoria de Alfredo Pimenta, publicados no jornal de Goa, “O Heraldo”.
Alerta para a grave crise financeira que atravessa o jornal "O Primeiro de Janeiro". Em anexo: pequeno cartão de Luís Barbosa a informar a devolução dos elementos relativos ao "O Primeiro de Janeiro"; notas sobre a situação financeira do "O Primeiro de Janeiro"; balanço analítico em 31 de Dezembro de 1981; balanço e demonstração de resultados.