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Habilitação por óbito de Manuel Francisco casado com Joaquina Novais a) José Júlio Ferreira de Abreu b) Dionísio da Costa Carvalho c) Domingos de Freitas Lameiras Herdeiros, filhos: a) Matilde Rosa Novais b) Emília Rosa Novais casada com Domingos Fernandes c) Jerónimo Francisco Novais casado com Joaquina Fernandes de Sousa d) João Francisco Novais casado com Belém de Sousa Fernandes e) Avelino Francisco Novais casado com Aurora Leite f) José Francisco Novais casado com Antónia de Freitas Livro Nº 18 B-79
1.º outorgante: António Faria Martins; Aníbal Dias Pereira e Francisco Cunha Mourão 2.º outorgante: António Francisco e mulher Ana Maria de Sousa; Manuel Francisco Ribeiro e mulher Quitéria de Jesus Ribeiro; Emília Ribeiro e marido Francisco Pinheiro de Sousa; Antónia Ribeiro e marido Manuel da Cunha; José Francisco Ribeiro e mulher Maria Adelaide de Jesus Ribeiro; João Gonçalves e mulher Josefa Maria; Felícia Ribeiro e marido Domingos de Oliveira Sampaio Por óbito de: João Gonçalves Livro Nº 336-43(v)
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Joaquina Rosa Cândida de Araújo Martins da Costa (1797-1862), filha de Joana Maria de Araújo Martins da Costa e de Jerónimo Ribeiro Bernardes, Senhores da Casa da Ribeira, casou com Francisco Joaquim de Gouveia Morais Sarmento (1791-1834), filho de José António de Gouveia de Morais Sarmento, Capitão de Ordenanças, e de Maria Teresa Barros, Senhora da Casa da Ponte. Tiveram descendência, em que se destaca o arqueólogo Francisco Martins Sarmento.
Escritura de venda que faz Gaspar Fernandes e sua mulher Maria Álvares, lavradores e moradores na freguesia de Vila Franca, a Francisco Álvares Seixas e sua mulher Inês Vicente, de um formal que possuíam composto por terra, vinha, casas e árvores de fruto e sem fruto, pelo preço e quantia de 4.000 réis. Contém anexado ao documento a escritura de posse e a declaração de venda que fez Pedro Anes e sua mulher Luzia Álvares, a Gaspar Fernandes e Maria Gonçalves, do lugar supra mencionado na escritura, herdado pelo seu sogro.
Traslado da escritura celebrada na secretaria notarial da Comarca de Vila Franca de Xira, sita na Rua Serpa Pinto n.º 88. Raúl Francisco de Carvalho, funcionário administrativo, em razão da deliberação da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira de 17 de julho de 1945, prestou a caução obrigatória de 15.000$00 por meios de títulos da dívida pública, para poder ocupar o lugar de tesoureiro da Câmara Municipal. A sua esposa, Alice da Silva Matos Pelouro de Carvalho, deu outorga e consentimento á caução. Foram testemunhas: António José Vidal Batista, casado, advogado, e Faustino Reis Sousa, viúvo, industrial, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco Maria Gonçalves da Silva. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.503, de 28 de junho de 1923, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 332, de 28 de junho de 1923, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 1.552, de 28 de junho de 1923, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 37$13.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco António Teixeira da Silva. Contém: 1.º - Recibo n.º 4.033, de 19 de maio de 1923, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 101, de 21 de maio de 1923, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 584, de 21 de maio de 1923, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 37$13.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e João Francisco da Rocha. Contém: 1.º - Recibo n.º 1.168, de 11 de fevereiro de 1924, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 179, de 12 de fevereiro de 1924, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 943, de 12 de fevereiro de 1924, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 59$40.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco Maria Gonçalves e Silva. Contém: 1.º - Recibo n.º 4.909, de 5 de dezembro de 1925, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 107, de 7 de dezembro de 1925, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 696, de 7 de dezembro de 1925, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 29$70.
Ato celebrado entre a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e Francisco José Domingos. Contém: 1.º - Recibo n.º 2.354, de 13 de dezembro de 1928, passado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira; 2.º - Recibo n.º 121, de 19 de dezembro de 1928, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo à contribuição de registo por título oneroso; 3.º - Recibo n.º 1.039, de 19 de dezembro de 1928, passado pela Tesouraria dos Serviços de Finanças do concelho de Vila Franca de Xira, relativo ao laudémio de décima de foro devido ao extinto convento de Santa Joana de Lisboa. Valor: 133$50.
Pede informações sobre a escritura de 28 de dezembro de 1837, feita por José Lopes de Oliveira e sua mulher Teresa Fernandes, do lugar de Real, da freguesia de Adaúfe, e fiadores para segurança de capitais; informa sobre o estado atual da escritura de 28 de dezembro de 1837, de José Lopes de Oliveira e sua mulher Maria Teresa Fernandes, do lugar de Real, da freguesia de Adaúfe. Fiadores José Fernandes Dias, do lugar de Real; e Francisco Xavier da Silva, do lugar do Outeiro, ambos de Adaúfe.
Pede informações sobre a escritura de 11 de maio de 1836, feita por José Ribeiro e sua mulher Rosa Maria Lopes, do lugar da Pegada, freguesia de Adaúfe, e fiadores para efeito de conhecimento de segurança de capitais; informa sobre o estado atual da escritura de 11 de maio de 1836, de José Ribeiro e sua mulher Rosa Maria Lopes, do lugar da Pegada, freguesia de Adaúfe. Fiadores Francisco da Silva, do lugar do Outeiro, e António Ribeiro, do lugar do Ribeiro, ambos de Adaúfe.
Ordem a Francisco de Paula da Cruz para que embarque no bergantim "Serpente", com o cargo de Despenseiro que já exercia no bergantim "Lebre". Ordem ao Comandante do bergantim "Serpente", Capitão-tenente Torcato Martiniano da Silva para que leve a sua cunhada, mulher de Manuel Ferreira de Araújo, Lente da Academia dos Guardas-marinhas. Frente, canto superior esquerdo: "Registado". Frente, canto inferior esquerdo: "Senhor Veríssimo José da Costa, 2º Tenente". Verso: Envelope remetido por António Correia Picanço ao Capitão-de-fragata António Ramires Esquível, Ajudante de Ordens ao Barão de Arruda, Lugar-tenente do Senhor Infante Almirante General.
Rascunho de ordem a Estanislau António de Mendonça, para que se desembarque a artilharia e munições constantes das relações da fragata "Pérola" e das charruas "S. Carlos Augusto" e "Princesa da Beira". Rascunho de ordem a Francisco de Paula Finali para receber a artilharia e munições constantes da relação que será entregue pela fragata "Pérola" e das charruas "S. Carlos Augusto" e "Princesa da Beira". Frente, canto superior esquerdo: "Registado". Texto riscado: "A parte da Nau "Maria Primeira", de 13 de Janeiro de 1810, remetida para o Rio de Janeiro". Verso: Envelope remetido, em 12 de Junho de 1809, pelo nau "Maria Primeira".
Conjunto documental que enquadra a atividade de Guilherme Braga da Cruz na esfera académica e científica, enquanto investigador e cientista. Concretiza-se pela sua colaboração em comissões organizadoras ou executivas, participação em encontros científicos, diferentes momentos de preparação de textos científicos e ainda a sua consagração na academia, pela atribuição de doutoramentos "honoris-causa". Enquanto investigador esteve também ligado a diversas instituições científicas: sócio efetivo do Instituto de Coimbra, membro da Comissão Portuguesa do Comité International des Sciences Historiques, académico de número da Academia Portuguesa da História, sócio fundador da Sociedade Internacional Francisco Suárez, membro da Académie de Legislation, sócio correspondente estrangeiro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, membro da Sociedade Jean Bodin, membro da Comissão Redatora da "Revista de Legislação e de Jurisprudência", diretor da Verbo-Enciclopédia Luso-brasileira de Cultura, membro do Centro Português de Estudos Europeus, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, membro do Seminário de História do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, membro da Académie Internationale des Sciences Politiques, académico correspondente da Academia Internacional de Cultura Portuguesa, membro da Sociedade Europeia de Cultura, vice-presidente honorário da Alliance Française e membro do Max-Planck-Institut für europäische Rechtsgeschichte.
O álbum relata a história da construção do Monumento a Cristo Rei, desde a cerimónia da bênção da Primeira Pedra a 18 de dezembro de 1949, até às cerimónias de inauguração do Monumento a 17 de maio de 1959. Todas as fotografias estão legendadas. O álbum terá sido, devido ao falecimento de D. Guilhermina Vasconcelos e Sousa, em janeiro de 1961, provavelmente feito pela empregada Maria Arminda de Jesus sob a supervisão do Eng.º. D. Francisco de Mello e Castro. Um dos indícios deste facto é a prova nº 75, que apesar de ser relativa a uma visita do Ministro das Obras Públicas tem uma legenda que refere apenas os aspetos técnicos: "Terraço superior mostrando os projectores". As provas que integram o álbum foram escolhidas dos numerosos conjuntos de fotografias encomendados pela Secretaria. As fotografias documentam os seguintes acontecimentos: Provas 1-8, bênção da 1ª Pedra; 9-35, obras de construção das fundações e dos pilares; 36, mealheiro; 37-40, moldes de gesso e de barro da figura; 41-69, fases da construção da figura; 70-72, vistas de conjunto; 73-76, visitas do Monumento; 77, Custódia; 78-97, cerimónias de inauguração.
Inclui processos relativos a causas judiciais que opuseram a Irmandade do Santíssimo Sacramento a foreiros, herdeiros e beneficiários de legados pios deixados à irmandade, inquilinos de casas e lojas e seus fiadores, a irmãos e outros religiosos, nomeadamente capelães que serviam nas capelas de missas administradas pela irmandade. Destacamos a título ilustrativo: autos de contrafé, conhecimentos, citações de pagamento do foro e deliberações da Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento a propósito da penhora interposta à casa e Horta de Arroios em 1833. Acompanham pedidos de isenção da décima e outros autos de penhora referentes a estas propriedades; mandado de despejo a Francisco Xavier da Silveira morador na rua de S. Pedro Mártir (1741-1781); citação para libelo na pessoa de António Correia como fiador de Luís Pedro de Sousa, pelo aluguer de uma casa na rua de S. Pedro Mártir (1788); documentação vária sobre o processo movido pelo padre António José Fustigueiras e Manuel José Fernandes contra a irmandade relativo aos rendimentos das casas da rua do Ouro que tomaram posse por carta de arrematação de real a real, para pagamento do que a irmandade lhes devia (1739-1803); sentenças a favor do padre António da Silva Delgado impossibilitando a irmandade de proceder a qualquer alteração às disposições da testadora que legou as missas (1759-1760); sentença cível a favor do juiz e mais irmãos da Mesa da irmandade e contra Manuel Coelho, relativa ao resto da joia que ficou a dever enquanto mordomo da mesma irmandade (1772-1773).
Títulos dos jazigos: n.º 1900, no Cemitério do lado Ocidental, Cemitério dos Prazeres, comprado por Francisco José Soares. Última abertura do jazigo para receber os restos mortais de Justiniana Maria Soares; n.º 1628, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por José António da Costa Novais; n.º 1518, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por António José Condeixa. Última abertura do jazigo para receber os restos mortais de Angélica Rosa da Silveira Condeixa; n.º 2800, no Cemitério do lado Oriental, Cemitério do Alto de S. João, comprado por Antónia [Bárbara?] da Cunha, usufrutuária de António de Almeida e Silva. Nos documentos relativos ao jazigo n.º 1900, encontram-se recibos de montantes, referentes à limpeza dos jazigos n.º 2800, 1628 e 1518, que foram pagos à Câmara Municipal de Lisboa, Direção dos Serviços de Salubridade, 2.ª Repartição - Higiene Urbana (Secção de Cemitérios). Para além dos títulos dos mausoléus, encontram-se também recibos relativos a despesas com limpeza e reparos, averbamentos e ofícios da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau aos administradores dos cemitérios dos Prazeres e do Alto de S. João e ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa solicitando autorização para ordenar a limpeza dos jazigos acima mencionados.
Contém duas escrituras de aforamento da Quinta de Corroios, das vinhas que D. Pedro de Sousa Noronha e sua mulher, D. Juliana de Noronha, tinham em Santa Marta (1621, 1705); saldo de contas das despesas da Quinta de Corroios, pertencente ao vínculo instituído por Manuel Borges de Brito a fim de ser assinada e se passar quitação à irmandade (1825); sentença pela qual a irmandade pagou à viúva, D. Mariana Cândida de Melo Sousa e Menezes, as despesas e benfeitorias feitas após a morte do seu marido (1825); considerações da Comissão nomeada pela Mesa Definitória da irmandade para avaliar o estado do pinhal denominado - do Teófilo, no concelho do Seixal, para a Mesa poder deliberar sobre a questão da sub-rogação proposta por João Coelho Silva (1843); licença concedida pela irmandade para a celebração de uma missa numa das salas da casa da Quinta de Corroios, para a inauguração da imagem de São Nicolau sobre o portão (1860); petição de Manuel Francisco da Silva, rendeiro da Quinta de São Nicolau, para que a irmandade mande instalar uma nora no poço que existe na horta da mesma quinta (1862).
Organizado cronologicamente, apresentando primeiro a receita, seguida da despesa e dos resumos e termo de encerramento. A receita é referente sobretudo ao recebimento de juros de dívidas f. 1-4, 24 e 27 e, em relação às despesas, apresenta as relativas ao funeral, que inclui esmolas aos pobres, acompanhamento do funeral, cera, caixão, armação da casa, sinais do dia do óbito, esmolas de missas, entre outros f. 14-22, 25. Apresenta ainda o termo de encerramento da conta nos f. 23 e 26. Inclui também outro tipo de despesas, registadas depois do encerramento da conta, como as de pagamento ao procurador para satisfação de negócios relativos à testadora, pagamento de ordenados e outros por contas dos legados nos f. 29 a 38. Na capa tem uma nota a dizer que faleceu a 24 de Dezembro de 1754. Existem alguns papéis soltos, em mau estado. Possui termo de abertura mas não apresenta termo de encerramento. Testadora: Teresa de Jesus Aurélia. Tesoureiro: Filipe de Santiago Ribeiro. Escrivão: Nuno Prestes da Silva; Francisco Xavier de Sousa.
Original manuscrito do Compromisso da Irmandade do Santíssimo Sacramento de 1817, organizado em 12 Capítulos: Capítulo 1.º Das obrigações geraes para todos os Irmãos (f. 3); Capítulo 2.º Da Mesa da Irmandade (f. 7); Capítulo 3.º Do cargo do Juiz (f. 11); Capítulo 4.º Do Escrivão da Mesa (f. 12); Capítulo 5.º Do Thesoureiro da Irmandade (f. 13); Capítulo 6.º Do Procurador Geral da Irmandade (f. 15 v.º); Capítulo 7.º Do Procurador da Mesa (f. 16 v.º); Capítulo 8.º Dos meios para ser mais facil o cumprimento das obrigações de cada hum dos Mesarios, e dos mais Irmãos em geral (f. 19); Capítulo 9.º Da Eleição, e Posse da Mesa nova (f. 22); Capítulo 10.º Do Culto Divino (f. 24); Capítulo 11.º Das Pessoas empregadas especialmente para o Culto Divino (f. 26); Capítulo 12.º Das Pessoas occupadas no Expediente da Irmandade (f. 29); Conclusão (f. 30 v.º). Possui “Index dos Capitulos do Compromisso” no início. Tem encadernado junto a Provisão Régia de confirmação do Compromisso, datada de 18 de Agosto de 1817. Juiz: Barão de Quintela; Escrivão: Domingos Gomes Loureiro; Procurador Geral: António Gomes Ribeiro; Tesoureiro: António José Coelho da Fonseca; Procurador da Mesa: Manuel Francisco da Cruz.
Inclui cartas, bilhetes-postais, cartões e ofícios endereçados a Vicente Luís Gomes, entre outros, pelos seguintes remetentes: Arnaldo Metello de Liz Teixeira; padre José Maria da Silva Bunheirão; Francisco José Lemo; José de Vasconcelos Mascarenhas Pedroso; Eduardo Alves de Sá; Francisco Alves da Silva Taborda; Rodrigo de Sousa Valente; Sebastião Peres Rodrigues; António Inácio dos Santos; José Pinheiro Borges; Benjamim Humberto de Amaral e Patto[?]; Américo Correia da Silva Tavares; Norberto Magalhães; Francisco M. de Brito; Raúl Lino; A. Toscano; José de Mascarenhas Girão Pereira; Luís Pereira da Cunha Fialho; António Pinto de Mesquita; J. Isidro dos Reis; António Heleno Nunes; Victor Gonçalves; Augusto de Vasconcelos; Joaquim Pedro Correia da Rocha; José Maria H. Sampaio; Alexandre Joaquim da Silva Carreira; Manuel Augusto de Carvalho; José Morais; Fortunato de Almeida; Hugo Mastbaum; David Salgado; A. Vieira Bastos; António Feliciano Trigoso; José Paula Nogueira; José Martins de Mira Galvão; Associação Central da Agricultura Portuguesa; União Resineira Portuguesa; Fundição de Fradelos de Diniz J. Praça; Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses; Centro Agrícola Industrial; Laboratório de Patologia Vegetal Veríssimo de Almeida (Secção de Parasitas Animais); Companhia de Seguros Sagres; Instituto Profissional dos Pupilos do Exército; Monteiro Gomes Lda. Engenheiros; Sociedade de Anilinas. Entre os diversos assuntos tratados, sublinham-se os seguintes: envio de informação sobre ações judiciais em curso; mensagens de agradecimento por favores prestados pelo destinatário e pela oferta de produtos agrícolas; considerações sobre a atuação do governo pt, bem como sobre a política e a economia agrícola em Portugal; pedidos de envio de estudos da autoria do destinatário; apreciação de artigos escritos pelo destinatário; envio de resultados de análises químicas a água, a materiais agrícolas e a produtos alimentares; agendamento de encontros; resoluções de dívidas; mensagens de felicitação pelo casamento do destinatário, pelo nascimento do seu filho e pela sua nomeação para o cargo de [procurador régio na comarca de Tavira]; pedido relacionado com a concessão de uma amnistia a um grupo de indivíduos identificados como os “correligionários de Castro Marim”; mensagens de agradecimento pelo apoio no desempenho das funções; informação sobre acontecimentos ocorridos na propriedade denominada Chamusca; recomendações no âmbito de ações judiciais; pedidos de apoio relacionados com a interpretação de leis; referências ao envio de notas de despesas associadas à frequência de Ruy Cinatti, neto do destinatário, no Instituto Profissional dos Pupilos do Exército; referências a aplicações de capital em contas conjuntas do remetente com Ruy Cinatti; referências a projetos de arquitetura de uma casa de habitação e de um escritório; partilha de informação sobre a venda e o fornecimento de azeite, sobre a produção de pasta de papel e de ceiras de Cairo para Cinchos, sobre a desparasitação de laranjeiras e sobre fertilizantes químicos; apresentações de empresas; informação sobre obras e equipamentos na propriedade denominada Vale da Vaca; respostas a pedidos relacionados com colocações profissionais; referência à colaboração do destinatário no Jornal «O Século». Integra também telegramas, bilhetes-postais e cartas remetidas por vários familiares de Vicente Luís Gomes, nomeadamente os seus filhos José Vaz Monteiro Gomes e António Vaz Monteiro Gomes; o seu primo Joaquim Vaz Monteiro; a sua cunhada Maria da Conceição Guerreiro Gomes; o seu tio Bernardino Vaz Monteiro. Destaca-se a informação sobre partilhas de bens e sobre a gestão da propriedade denominada Vale da Vaca. Salientam-se também as referências a problemas e divergências entre familiares; os esclarecimentos sobre o pagamento de foros; as considerações sobre os cargos e as ocupações profissionais dos remetentes; a informação sobre o desenvolvimento da Companhia do Boror. Engloba, ainda, cartas e bilhetes-postais de Vicente Luís Gomes endereçados a António Vaz Monteiro Gomes, Ruy Cinatti, J. R. Costa, Francisco Morais e a Nogueiro Júnior, com mensagens de cumprimentos; referências a encontros entre o remetente e os destinatários; considerações sobre o estado da agricultura em Portugal; informação sobre a gestão da propriedade denominada Vale da Vaca; partilha de notícias sobre o estado de saúde de familiares; pedidos relacionados com procedimentos administrativos em diversos serviços públicos; pedidos de aquisição de produtos; referências ao envio de dinheiro para o pagamento de rendas. Sublinham-se, também, diversas cartas de Vicente Luís Gomes remetidas ao Banco Nacional Ultramarino de Londres e Paris, com referências à abertura de contas bancárias conjuntas com Ruy Cinatti e com informação sobre aplicações de capital. Inclui, por fim, textos, em prosa e em verso, sobre temas amorosos, da autoria de Henrique Pereira e autor não identificado, endereçados a Vicente Luís Gomes.
Livro misto relativo à Enfermaria da Irmandade dos Clérigos do Porto, constituído por duas partes distintas. A primeira parte (fls. 2 a 4) é constituída pelo registo dos recibos de pagamento aos médicos e cirurgiões que assistiram os enfermos a cargo da Irmandade. Os recibos de pagamento, relativos às datas de 1792-08-16 a 1796-08-02, contêm a indicação do nome do Enfermeiro-Mor em funções; a quantia que este pagou ao médico / cirurgião; a proveniência do pagamento (ex.: receitas para os doentes, visitas aos enfermos); nome dos doentes tratados; data e assinatura do médico ou cirurgião. A segunda parte (fls. 4v. a 22) é constituída pelo registo da receita e despesa da Enfermaria, relativa às datas de 1803-07-28 a 1816-09-13. Os registos de receita e despesa encontram-se organizados por enfermo (ex.: «Despeza que diariamente vai fazendo o (…) Enfermeiro deste Hospital com o Nosso Irmão o Reverendo Doutor Francisco de Paula (…)» – fl. 4v) e contêm os seguintes dados: ano económico; data de entrada do doente ou deliberação da Mesa de o socorrer; nome do Enfermeiro-Mor e Secretário em funções; nome do doente; data e descrição das diversas receitas (ex.: quantia paga pelo Secretário para suportar as despesas da Enfermaria) e despesas (ex.: mantimentos, vestuário, alimentos, mobília, remédios, pagamentos de ordenados ao pessoal que auxiliava na Enfermaria, entre outros). Este livro contém dois termos de abertura (fls. 1 e 1v) e termo de encerramento (fl. 246v).
Inclui cartas remetidas a José Frederico Laranjo por diversos cidadãos portugueses, nomeadamente: Luís Carlos [Simões Ferreira] (1); Alberto Pimentel (2); António da Costa (4); Francisco Marques de Sousa Viterbo (1); Gomes Coelho (1); Júlio de Vilhena (1); A. Figueiredo (1); António [Maria] de Campos Júnior (1); João Penha [de Oliveira Fortuna] (2); António José de Barros e Sá (1); Anselmo José Braamcamp (3); José Luciano de Castro [Pereira Corte- Real] (1); Emídio Navarro (2); Vicente Ferrer Neto Paiva (1); [Henrique] de Barros Gomes (1); José Tomás de Sousa Martins (1); Maria Amália Vaz de Carvalho (1); António dos Santos Viegas (2), Mariano de Carvalho (1); A. A. da Fonseca Pinto (1); Júlio de Castilho (1). Entre os vários assuntos tratados, destacam-se os seguintes: apreciações críticas das obras da autoria do destinatário; agradecimentos pelo envio de opúsculos, livros e outros escritos; pedidos de artigos; alusão às diversas áreas de interesse e de actividade de José Frederico Laranjo; informações sobre o jornal «O Distrito de Portalegre» e sobre a organização do [Partido Progressista Português]. Integra, ainda, uma missiva de Maria Amália Vaz de Carvalho dirigida [à esposa de Frederico Laranjo] com mensagem de apologia ao carácter e ao talento do seu marido. Integra, por fim, duas cartas dirigidas a remetente identificado como “Casanova”, uma do conde de Ficalho e outra de remetente ilegível com timbre da Secção de Zoologia do Museu de Lisboa.