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Aspecto exterior do Convento de S. Bento de Cástris, vendo-se o cruzeiro do lado esquerdo. Um homem e uma jovem posam junto ao cruzeiro e num dos edifícios anexos pode ler-se a inscrição Depósito de Máquinas Agrícolas.
Requerente: António Nunes Barbosa. Assunto: Pedido de licença para reconstruir um muro de suporte, destruido pelas últimas cheias, na margem direita do rio de São Bento. Contém: esboço (planta), nota de serviço, cópia de requerimento, alvará de licença número 136, comunicação
Requerente: João António Lopes. Assunto: Pedido de licença para reconstruir um muro de defesa no seu prédio denominado Prado da Vila, na margem esquerda do ribeiro de São Bento de Varzea, afluente do rio Cávado. Contém: cópia de requerimenro, informação, esboço (planta), comunicação, alvará de licença número 90
GAMA, Bento. Filho de Amado Domingues Gama, solteiro, proprietário, natural de Alvaredo, e de Maria de Nazaré Gregório, solteira, proprietária, natural da freguesia de Moreira de Rei, Trancoso, moradores no lugar do Maninho. N.p. de Manuel Caetano Domingues Ferreira, viúvo, e de Maria Joaquina de Sousa Gama, solteira; n.m. de António Gregório e de Maria Antónia. Nasceu em Alvaredo a 20/11/1903 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Bento Domingues Gama e Delfina de Castro, proprietários, do lugar da Portela de Valadares. // Faleceu ainda criança.
ALVES, Bento. Filho de Luís Manuel Alves, natural de Paderne, e de Ana Sousa Lobato, do lugar de Vilar, Alvaredo, lavradores, residentes em Vilar (meeiro de Alvaredo e Paderne). Neto paterno de Manuel José Alves e de Maria Luísa Lourenço; neto materno de Bento Manuel de Sousa Lobato e de Maria José Esteves. Nasceu a 12/8/1889 e foi batizado nesse mesmo dia. Padrinhos: padre Manuel António de Sousa Lobato e Luciana Rodrigues, solteira. // Casou a 18/4/1935 com a sua conterrânea Rosa Esteves (1890-1958). // Faleceu em Vilar a 24/10/1968. // Na sua campa está também sepultada Ana Gonçalves (1902-1980).
LOPES, Bento. Filho de Rosa Lopes, solteira, do Campo das Bouças, Paços. Neto materno de José Lopes e de Francisca Pires, do mesmo lugar. Nasceu em Paços a 8/12/1847 e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinho: Bento Rodrigues, solteiro, do lugar da Calçada, Cristóval. // Casou com Rosa Rodrigues. // Morreu em Beleco, Paços, a 1/8/1899, com todos os sacramentos da igreja católica, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja. // A sua viúva faleceu em 1916, com 78 anos de idade. // Pai do professor António Dâmaso Lopes.
BARREIROS, Bento. Filho de António Manuel Barreiros, artista, natural de Barbeita, Monção, e de Maria da Conceição Afonso de Carvalho, artista, natural de Penso, onde moravam, no lugar de Barro Grande. Neto paterno de Luís Manuel Barreiros e de Claudina Rodrigues; neto materno de Manuel José de Carvalho e de Emília Alves. Nasceu em Penso a 17/1/1904 e foi batizado na igreja a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Bento Fernandes Pinto, solteiro, proprietário, da vila de Melgaço, e Amélia da Rocha Queirós, solteira, proprietária, de Penso. // A 7/7/1916 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, vila, obtendo um «ótimo» . // Faleceu na freguesia de São João, Lisboa, a 12/9/1973.
LOURENÇO, Bento. Filho de Daniel Lourenço e de Rosa Maria (ou Maria Joaquina) Alves Macedo. N.p. de José Francisco Lourenço e de Maria Joaquina Domingues; n.m. de Francisco Alves Macedo e de Maria Luísa Carvalho, todos de Sante, lavradores. Nasceu em São Paio a 17/2/1881 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Bento Gonçalves, galego, solteiro, negociante, morador no sobredito lugar, e Clara Rosa Carvalho, casada, lavradeira, de Covelo, Paderne. // Faleceu em Sante, a 24/3/1885, e foi sepultado no cemitério de São Paio.
VELHO, Bento. Filho de Alberto César da Costa Velho, lavrador, de SMP, e de Mariana Nunes da Rocha, natural da freguesia de Santa Ana do Rio de Janeiro, Brasil, moradores na Rua Direita, Vila de Melgaço. N.p. de Manuel José da Costa Velho e de Florinda Rosa Alves; n.m. de José Machado Nunes e de Mariana de Jesus Nunes. Nasceu na Rua Direita a 2/5/1906 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Bento Fernandes Pinto, solteiro, proprietário, e Maria Carolina Pires, solteira. // Faleceu a 20/5/1906.
ALVES, Bento. Filho de José Bento Alves e de Maria Antónia Frelas, lavradores, galegos. Nasceu na freguesia de Santiago de Covelo, diocese de Tui, por volta de 1820. // Rural. // Faleceu a 17/6/1897, às seis horas da manhã, repentinamente, na Quinta do Reguengo, sem sacramentos, com 77 anos de idade, no estado de solteiro. Fez escritura de perfilhação, deixando uma filha, Maria das Dores Alves, e foi sepultado no adro da igreja de Paderne. // Morava no lugar da Várzea, provavelmente com a mãe da filha.
GOMES, Bento. Filho de Francisco Gomes e de Luísa de Abreu. Nasceu por volta de 1838. // Casou com Rosa Maria Domingues. // A sua esposa faleceu no lugar do Barbeito em 1904. // Ele finou-se no mesmo lugar a --/--/1914, com 76 anos de idade. // Com geração.
ALVES, Bento. Filho de José Alves e de Maria Joaquina, naturais de Frossos (São Miguel), Braga. // Nasceu por volta de 1840. // Faleceu em São Gregório a 9/12/1879, com 39 anos de idade, casado com Maria Caetana Alonso, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou três filhos.
ALVES, Bento. Filho de José Alves e de Jacinta Aparício. N.p. de Francisco Álvares e de Gertrudes Mesena (?); n.m. de Vicente Aparício e de Rosa Iglésias, todos de Arnoia, Galiza. Nasceu em São Gregório a 18/1/1844 e foi batizado na igreja de Cristóval a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Miguel, dos Casais, Paços.
DOMINGUES, Bento. Filho de António [Domingues] “Fidalgo” e de Maria Gonçalves, lavradores, de Castro Laboreiro. // Faleceu em Alcobaça, Lamas de Mouro, a 18/3/1868, com 70 anos de idade, no estado de casado, e foi sepultado na igreja de Lamas de Mouro. // Com geração.
MELEIRO, Bento. Filho de Manuel Meleiro e de Maria Feijó, de Lordelo, Desteriz, Galiza. // Casou na igreja de Paços a 2/3/1840 com Dina, filha de Ináco Domingues e de Francisca da Ribeira, do Outeiro. Testemunhas presentes: Caetano José da Ribeira, do Outeiro, e Inocêncio António Fernandes, do Campo das Bouças.
VILA, Bento. Filho de Benita da Vila, solteira, moradora no lugar do Esporão, Paços. N.m. de Teresa da Vila, solteira, de Deva, Galiza. Nasceu a 7/2/1838 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Benito da Vila, tio do batizando, e Ana Joaquina Cortes, solteira, de Beleco.
GOMES, Bento. Filho de Matias Gomes e de Maria Joaquina Dias, lavradores, da Nogueira. Nasceu em Paderne por volta de 1857. // Lavrador. // Casou na igreja de São Paio a 1/10/1888 com Maria da Glória, de 20 anos de idade, filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Rosa Maria Vieites, lavradores, do lugar de Soutulho.
RAMOS, Bento. Filho de Francisco Domingues Ramos e de Ana Maria Vieites. Neto paterno de Custódio Domingues Ramos e de Maria Pires; neto materno de António Vieites e de Maria Pires. // Lavrador. // Faleceu com todos os sacramentos, a 22/12/1860, no lugar de Cortegada, com 62 anos de idade, casado com Maria José Rodrigues. // Deixou seis filhos.
ESTEVES, Bento. Filha de Francisco Esteves e de Mariana de Sousa, lavradores. Nasceu em Parada do Monte por volta de 1825. // Camponês. // Faleceu no lugar de Cortegada a 18/3/1901, com 76 anos de idade, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casado com Florinda Pereira, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro.
GONÇALVES, Bento. Filho de Manuel José Gonçalves e de Maria Luísa Rodrigues, de Santa Eulália de Valadares. Nasceu nessa freguesia de Monção por volta de 1804. // Jornaleiro. // Faleceu a 31/12/1864, com cerca de 60 anos de idade, em sua casa de Lages, Penso, casado com Maria Rosa da Rocha, e foi sepultado na igreja de Penso. // Deixou um filho.
FONTES, Bento. Filho de Maria Rosa de Fontes, moradora no lugar dos Lourenços. Neto materno de Luís de Fontes e de Maria Lourenço, do dito lugar. Nasceu em São Paio a 26/10/1806 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Madrinha: Joana Rosa, do lugar do Cruzeiro.
JOSÉ BENTO. // Apareceu abandonado à porta de Ana Joaquina Monteiro, de Remoães, a 19/7/1852. // No dia seguinte recebeu o batismo na igreja de SMP. Padrinhos: João Manuel Marques e Carlota Teresa Monteiro, ambos de Remoães, e ele residente na Vila, com venda de vinho.
Filho de Manuel Afonso e de Joaquina Vaz, lavradores, residentes no lugar de Surribas. N.p. de Francisco Afonso e de Francisca Afonso; n.m. de Maria José Vaz, solteira. Nasceu em Cousso a 13/7/1879 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Bento Gonçalves Roldão, morador em Aldeia de Cousso, e Rosa Vaz, moradora em Paradela, freguesia de Penso, solteiros, lavradores.
RODRIGUES, Bento. Filho de José Manuel (ou Manuel José) Rodrigues e de Maria Rosa Vaz. Nasceu em Cubalhão a --/--/1913. // Era gémeo de José (ver Correio de Melgaço n.º 55, de 29/6/1913). // Faleceu no lugar de Cima, freguesia de Cubalhão, a --/--/1913, com apenas um dia de idade (Correio de Melgaço n.º 55).
RODRIGUES, Bento. Filho de Teresa da Vila, moradora no lugar do Esporão. // Casou na igreja de Paços a 4/12/1837 com Umbelina, filha de Antónia Gomes, do lugar de Merelhe, todos de Paços. Testemunhas presentes: Caetano José da Ribeira e Tiago José Gomes.
ESTEVES, Bento. Filho de Francisco Manuel Esteves e de Francisca Luísa Vaz. N.p. de João Manuel Esteves e de Maria Rosa Gonçalves; n.m. de Caetano Vaz e de Maria Silvéria Rodrigues, todos de Felgueiras, Paderne. Nasceu a 20/3/1836 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: José, tio materno, e Rosa, tia paterna, do citado lugar.
ESTEVES, Bento (Videira). Filho de António Esteves e de Maria Rosa Alves, lavradores. Nasceu em Parada do Monte, no lugar de Pereiral, por volta de 1818. // Camponês. // Morreu no lugar de Aldeia Grande a 22/12/1903, com 85 anos de idade, sem quaisquer sacramentos, no estado de viúvo de Mariana Alves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro.
LOURENÇO, Bento. // Filho de Teresa Lourenço, solteira, de Santa Cristina, Galiza. // Casou com Clara Joaquina, filha de José Pedro e de Maria Vitória, de Barata, São Paio de Melgaço. // Faleceu a 11/7/1830, sendo amortalhado em hábito de São Francisco; foi sepultado na igreja de São Paio, com ofício de corpo presente de dez padres. Era pobre. // Com geração.
Contrato que fez o Cabido com o capitão Bento de Freitas, morador no Toural, para que fosse seu prebendeiro e arrecadador das suas rendas.
Contrato que fez o Cabido com o capitão Bento de Freitas, morador no Toural, para que fosse seu prebendeiro e arrecadador de suas rendas, por três anos.
Abonação que fez Gaspar Gomes e Bento de Freitas em favor de Tomé Ribeiro ao arrendamento dos frutos da igreja de São Pedro de Azurém.
Lopo Dias, chantre da Sé de Évora e procurador do mosteiro de Almoster de Santarém, apresentou uma carta de D. frei João de Ornelas, abade do mosteiro de Alcobaça, e uma procuração de Dona Maria Gomes, abadessa do mosteiro de Almoster de Santarém, nos quais, o abade refere que Dona Maria Gomes, pretendia vender uma herdade, que foi de Leonor Rodrigues, freira desse mosteiro, localizada no termo de Évora, na Fonte Boa, para reparar o mosteiro. É concedida a autorização, em Alcobaça, a 10 de Dezembro de 1404, para efectuar a venda, a Clara Eanes, viúva de Vasco Durães, por quarenta mil libras. O mosteiro de São Bento de Cástris possui um quinhão desta herdade. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Dias, chantre da Sé
Carta de D. Duarte dirigida aos juízes de Évora, na qual informa ter recebido um instrumento público em que Lopo Dias, escrivão dos contos, alega a posse de uma herdade que pertenceu a Inês Fernandes, sua sogra. Considera, Lopo Dias, que o referido imóvel pertencia à sua mulher, Teresa Fernandes, filha de Inês Fernandes, herdeira legítima de todos os bens que pertenceram a sua mãe. Por outro lado, as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora reclamam a posse da referida herdade, tendo por base a cláusula testamentária de Lopo Martins, cónego da Sé, que a considerando sua, a doou ao referido mosteiro. Assim, o monarca manda aos juízes que, com o acordo das partes, definam um dia para que os respectivos procuradores compareçam perante os sobrejuizes da casa do cível de Lisboa. Localidade de redacção: Cano
Confirmação de Rui Dias de Meneses, do conselho do rei e seu secretário e escrivão das confirmações, de que as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora entregaram nas confirmações uma carta de Filipe I em que lhe concede o privilégio da protecção régia e para seus servos, rendeiros, gados e possessões, datado de 15 de Junho de 1597; e um alvará do mesmo rei para que os compradores do mosteiro, ao irem ao açougue ou à praça, tenham prioridade na compra da carne e do peixe, datado de 28 de Agosto de 1586. A carta e alvará ficam em seu poder para se lhes dar despacho em confirmações. Redactor: Rui Dias de Meneses, do conselho do rei, seu secretário e escrivão das confirmações. Localidade de redacção: Lisboa
João Rodrigues, escudeiro do conde de Borba, e Violante Mendes apresentaram uma procuração, assinada por João Rodrigues, tabelião de Estremoz, a 4 de Janeiro de 1494, pela qual a mulher de João Rodrigues, Violante Mendes, o fazia seu procurador. Apresenta-se outra procuração, feita pelo mesmo tabelião, a 5 de Janeiro de 1491, na qual Bento Lopes e Vasco Pires, irmãos de João Rodrigues, fazem João Rodrigues seu procurador. Autorizam o procurador a transaccionar os bens que ficaram por morte de Mem Rodrigues Taleigo, nomeadamente os bens que deixou a Beatriz Rodrigues. João Rodrigues afirma que Mem Rodrigues taleigo e Beatriz Gonçalves fizeram doação a Beatriz Rodrigues, sua irmã, de um assentamento de herdade, localizada no termo de Evoramonte, na ribeira de Tera. Surge uma contenda sobre a partilha da herdade. Redactor: Diogo Évora, escudeiro do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Beatriz Martins
Rui de Babo, tutor de Filipe, seu sobrinho e moço orfão, vendera umas casas do mesmo a Pedro Álvares Barcelos, morador em Montemor-o-Novo, por forras e isentas. Mas destas se devia pagar de foro cinquenta reais, no dia de Natal, ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, representado neste acto pelo seu procurador, Álvaro Domingues. Assim, Rui de Babo dispõe-se a pagar o mesmo foro a partir de outro bem do órfão: uma vinha com oliveiras e figueiras e um pomarzinho de sequeiro, no Ribeiro de Valverde, em Montemor-o-Novo, considerando-se Filipe a primeira das três pessoas em que se fazia o emprazamento. Redactor: João Ribeiro, escudeiro e criado da casa do rei e tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de morada do tabelião
Instrumento trasladado dado por autoridade de justiça na presença de Rui Gonçalves, escudeiro, juiz ordinário, perante o qual foi mostrado um instrumento escrito em pergaminho apresentado por Sancha Nogueira, freira do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O documento que a freira apresenta e que é trasladado neste acto consiste num instrumento de posse de umas vinhas no termo da cidade de Évora. Este documento trasladado, por sua vez, traslada outros dois: uma sentença e um alvará do condestável que ordena que o mosteiro seja colocado em posse dos bens. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Avis pelo condestável. Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Ante a porta de Azmede Gengo (?) mouro forro.
Traslado de uma carta de padrão de quinze mil reais de tença, emitida pelo Cardeal D. Henrique a 16 de Dezembro de 1578, a qual transcreve o alvará de D. Sebastião de 26 de Junho do mesmo ano, que autoriza o referido rendimento ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O valor veio a pertencer ao mosteiro por meio de Branca do Cem que aí foi religiosa e morreu em Odivelas e seria pago na alfândega da cidade de Lisboa aos quartéis. O padrão tinha vindo a ser sucessivamente confirmado por Filipe I. O documento aqui trasladado por ordem de Filipe II estava registado em livro da chancelaria régia existente na Torre do Tombo e foi copiado por provisão régia de 02 de Dezembro de 1614 na sequência de petição do mosteiro. Redactor: Nicolau Pereira da Mota, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Sentença de Afonso Gil, bacharel em decretos, ouvidor geral pelo arcebispo de Lisboa, D. Jorge, relativa a um processo que foi perante ele. O mosteiro de São Bento tinha aforado, a Diogo Gil, lavrador, uma herdade no termo do Redondo, por quarenta alqueires de trigo, pagos em dia de Santa Maria. Porém, o lavrador encampou a referida herdade e o mosteiro voltou a aforá-la a Afonso Mendes, lavrador, morador em Évora. Mas como este era parente da prelada o novo aforamento fora feito por trinta alqueires de trigo. Pediam as religiosas que Afonso Mendes abrisse mão da herdade para poderem fazer com ela o que entendessem o que lhe foi concedido. Redactor: Álvaro de Mancelos, escrivão. Localidade de redacção: Lisboa
Rui de Babo, tutor de Filipe, seu sobrinho e moço orfão, vendera umas casas do mesmo a Pedro Álvares Barcelos, morador em Montemor-o-Novo, por forras e isentas. Mas destas se devia pagar de foro cinquenta reais, no dia de Natal, ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, representado neste acto pelo seu procurador, Álvaro Domingues. Assim, Rui de Babo dispõe-se a pagar o mesmo foro a partir de outro bem do órfão: uma vinha com oliveiras e figueiras e um pomarzinho de sequeiro, no Ribeiro de Valverde, em Montemor-o-Novo, considerando-se Filipe a primeira das três pessoas em que se fazia o emprazamento. Redactor: João Ribeiro, escudeiro e criado da casa do rei e tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Mor Pais Perdigoa, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, toma posse, em nome do mosteiro, dos bens que foram de João Rodrigues, escudeiro, que morou na cidade. Este ordenou em seu testamento que todos os seus bens deveriam ser entregues, após a sua morte, à sua mulher Mécia Gil e, após a morte desta, deveriam ficar para o referido mosteiro. O documento faz referência a uma sentença, assinada por Gil Martins, escolar em leis, ouvidor do Condestável, que confirmava a posse dos referidos bens, entre os quais estava uma herdade, localizada no termo de Avis, que se chamava Herdade do Cavaleiro. Redactor: Estêvão Vaz, tabelião em Avis Localidade de redacção: Avis Localização específica da redacção: Termo de Avis, Vale de Cavaleiros
Carta dirigida aos juízes do concelho da vila de Redondo, pela qual se informa que, por decisão de João Cerveira, juiz ordinário de Évora, as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora podem tomar posse de uma herdade, que foi de Lopo Martins, cónego da Sé de Évora. em virtude desta herdade, a que chamam Vale de Capela, se localizar no termo de Redondo, solicita-se aos juízes desta vila que mandem o seu alcaide dar posse da herdade às freiras do referido mosteiro. A decisão do juiz de Évora surge na sequência de um contencioso que as freiras do referido mosteiro mantiveram com os herdeiros de Lopo Martins, cónego da Sé de Évora. No verso do documento denominam a propriedade de Herdade de Alcorvisca. Redactor: João de Elvas, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Rui de Babo, tutor de Filipe, seu sobrinho e moço orfão, vendera umas casas do mesmo a Pedro Álvares Barcelos, morador em Montemor-o-Novo, por forras e isentas. Mas destas se devia pagar de foro cinquenta reais, no dia de Natal, ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, representado neste acto pelo seu procurador, Álvaro Domingues. Assim, Rui de Babo dispõe-se a pagar o mesmo foro a partir de outro bem do órfão: uma vinha com oliveiras e figueiras e um pomarzinho de sequeiro, no Ribeiro de Valverde, em Montemor-o-Novo, considerando-se Filipe a primeira das três pessoas em que se fazia o emprazamento. Redactor: João Ribeiro, escudeiro e criado da casa do rei e tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de morada do tabelião
Padrão com salva de quatro mil reis de tença cada ano de juro e herdade para sempre à condição de retro e preço de vinte o milhar, à abadessa e religiosas do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora os quais se reduziram à reveria ao dito preço de vinte o milhar dos cinco mil reis de juro que tinha a preço de dezasseis o milhar, assentados e pagos na alfândega de Lisboa com antiguidade de 22 de Junho de 1558. Traslada outros documentos que consistem em padrões e confirmações dos mesmos datados de 1583; de 1594; de 1614; de 1618 e de 1620. Redactor: Nicolau Pinto da Mota, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Mandado de execução de sentença feito por Gonçalo Dias de Espinho, juiz do cível pelo rei em Évora, a pedido de Diogo Nunes, criado de Brites Fernandes Cogominho, procurador do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora. O procurador solicita ser colocado de posse de uma herdade no termo de Montemor-o-Novo, de acordo com o conteúdo de uma sentença que apresenta, e pede a deslocação ao local de um tabelião para lhe dar a posse o que o juiz ordena que se faça. O tabelião dá posse da herdade a Diogo Nunes. Redactor: Gonçalo Pires, tabelião geral entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de Gonçalo Dias de Espinho
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Elsa Cristina Viegas Bento Matrícula n.º: 1-CTC-17-67 Contém registo de transferência de propriedade: Maria Teresa Viegas Bento; Luís António Viegas Bento.
Testamento de Inês Fernandes Gramaxa, mulher de Vasco Arnalho. Cláusulas testamentárias: Deixa a herdade do Enxarrama a sua sobrinha Genebra, filha de Álvaro Fragoso e de Isabel Madeira e, caso faleça sem filhos, a referida herdade deve ser entregue a Beatriz, irmã de Genebra, e a seus herdeiros. Devem mandar celebrar uma missa oficiada, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Só entrarão em posse da herdade, nove anos após a morte da testadora. Durante esse tempo os frutos devam ser entregues a Vasco Arnalho. Deixa as suas casas de morada a seu sobrinho João Rodrigues do Pao e a seus herdeiros. Só deverá tomar posse da casa depois da morte do marido da testadora. Deve mandar celebrar uma missa, no dia de Santo André, em São Francisco de Évora, por alma da testadora e de sua irmã, Isabel Fernandes. Deixa o foro da horta do Pombal a Margarida Fernandes, sua colaça, e aos filhos dela, Pedro e Manuel. Só deverá tomar posse do bem após a morte de Vasco Arnalho, marido da testadora. Devem manda celebrar uma missa, em dia de São Martinho, em São Francisco de Évora. Deixa o foro do ferragial do Xarrama ao convento de Santa Clara de Évora, devendo ser celebrado um aniversário, no referido convento, pelo São Martinho. Deixa o foro do ferragial da Torregela ao mosteiro de São Bento de Cástris, devendo ser celebrado um aniversário. Concede alforria a sua escrava Isabel cinco anos após a sua morte. Concede alforria a Bento, João, Inês e a Agostinho, seus escravos, com a condição que após a morte da testadora sirvam a seu marido durante vinte anos. Deixa alguns bens móveis a Graça Dias, sua comadre, e a Catarina Pires. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa da testadora
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de Ameixial (São Bento), distrito de Évora, concelho de Estremoz constando de: Igreja de São Bento do Ameixial.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Bento do Cortiço, distrito de Évora, concelho de Estremoz constando de: Igreja de São Bento do Cortiço.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Bento do Mato, distrito de Évora, concelho de Évora, constando de: Igreja Paroquial de São Bento do Mato.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Bento de Pomares, distrito de Évora, concelho de Évora, constando de: Igreja de São Bento de Pomares.
Arrolamento dos bens cultuais da freguesia de São Bento do Zambujal, distrito de Évora, concelho de Redondo, constando de: Igreja Paroquial de São Bento.
MONTEIRO, Bento. Filho de Maria Josefa Monteiro, solteira, de São Gregório. Neto materno de Bento José Monteiro e de Umbelina Rosa Domingues, do dito lugar. Nasceu a 7/5/1871 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Madrinha: Luísa Monteiro, casada, de Sucastelo. // A 20/3/1872 foi apresentado por sua mãe, mulher pobre, ao presidente da Câmara Municipal de Melgaço, a fim de ser subsidiado, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 282. // Nesse dia 20/3/1872 foi entregue a uma ama, escolhida pela mãe da criança, Maria Rita de Lima, solteira, moradora no lugar da Corga, Vila. // A 1/1/1873 transitou para a ama Maria Luísa Fernandes, do lugar dos Chãos, Vila. // A 24/7/1878 findou a época da criação; ficou com a ama, por ela assim o desejar, deixando de ter vencimento.
VIEITES, Bento. Filho de Manuel Joaquim Vieites e de Maria Joaquina Codesseira, residentes no lugar da Carreira. Neto paterno de Bento Manuel Vieites e de Ana Maria Afonso, do dito lugar; neto materno de Manuel José Codesseira e de Maria Rosa Afonso, da Granja de Baixo, todos lavradores. Nasceu em São Paio a 2/4/1866 e foi batizado a 4 desse mês e ano. Padrinho: padre Luís Manuel do Souto Monteiro, abade de São Paio. // Tinha 30 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Carreira, quando casou na igreja de São Paio a 22/11/1896 com Maria das Dores Domingues Costa, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar de Barata, filha de José António Domingues Costa e de Maria das Dores Vasques, proprietários, do dito lugar de Barata. // Morreu na sua freguesia natal a 16/6/1937.
DOMINGUES, Bento. Filho de João Domingues, de Alvaredo, e de Rosa Pires, de Santiago de Ribarteme, Tui, lavradores, residentes em Bouças. N.p. de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Luísa Alves; n.m. de José Pires e de Rosa Rodrigues. Nasceu a 25/3/1883 e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Domingues e Maria Teresa Domingues, solteiros. // Em Junho de 1912 veio da América do Sul visitar a sua família. // Também vieram com ele José de Castro e Manuel Rodrigues.
CARNEIRO, Bento. Filho de Luís Gonçalves Carneiro e de Maria Esteves, lavradores, residentes em Bouças. Neto paterno de José Gonçalves Carneiro e de Maria Teresa Rodrigues; neto materno de João Esteves e de Ana Maria Esteves. Nasceu a 17/2/1860 e foi batizado a 20 desse mês e ano. Padrinhos: José Gonçalves Carneiro, casado, lavrador, e Maria Áurea Monteiro, solteira, lavradora, ambos moradores em Bouças. // Irmão de Claudina.
ESTEVES, Bento. Filho de Joaquim Esteves e de Maria Pereira do Lago, residentes em São Gregório. Neto paterno de António Esteves e de Maria Josefa Alves, do Pico; neto materno de José Caetano Pereira do Lago e de Francisca Caetana da Ribeira, de São Gregório. Nasceu a 15/3/1848 e foi batizado a 21 desse mês e ano. Madrinha: Rosa Maria Durães, casada, de São Gregório.
PIRES, Bento. Filho de Manuel José Pires e de Maria Benta Fernandes, moradores no lugar de Conle. // Rural. // Casou na igreja de Cristóval a 12/7/1858, com Maria Benta Quintela, filha de Manuel Luís Quintela e de Maria Rodrigues, do Campo do Souto. Testemunhas: António Fernandes, de Mouriga, e José Maria de Abreu, solteiro, de São Gregório. // Faleceu no lugar da Porta a 16/12/1883, com 52 anos de idade, viúvo, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no dia 18 no cemitério.
ALVES, Bento. Filho de Carlos Alves, jornaleiro, de Rouças, e de Ludovina Gonçalves, de Cristóval, moradores em Mijanços, Rouças. Neto paterno de Maria José Alves; neto materno de Domingos Gonçalves e de Maria Luísa Fernandes. Nasceu a 14/10/1889 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Madrinha: Clara Domingues, solteira, criada de servir, de Rouças. // Casou com Felicidade Ferreira Passos, a 18/1/1922. // Enviuvou a 15/3/1968. // Morreu em Rouças a 3/6/1970.
ARAÚJO. Bento. Filho de Gonçalo da Cunha Araújo e de Catarina Esteves, moradores na Rua do Carvalho ao Sol, SMP. Nasceu na Vila a --/--/16--. // Ingressou na Confraria das Almas a 26/1/1693. // Casou com Maria Gonçalves, filha de Gregório da Cela, natural do lugar de Requeijo, Rouças, e de Maria Fernandes, natural da Vila. Moraram na Rua do Campo (mais tarde Rua do Espírito Santo). // Com geração.
CASTRO, Bento. Filho de José Luís de Castro e de Maria Luísa, ou Maria Rosa Esteves, lavradores, residentes em Bouças. Neto paterno de Francisco Joaquim de Castro e de Joaquina Lourenço, de Fonte; neto materno de João António Esteves e de Maria Luísa Rodrigues, de Bouças. Nasceu a 9/6/1869 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Esteves, casado, lavrador, e Carolina Gonçalves, casada, lavradeira, ambos de Canda.
SANCHES, Bento. Filho de José Luís Alves Sanches e de Ana Maria Soares de Castro. Nasceu na freguesia de Alvaredo por volta de 1817. // Lavrador. // Morou no lugar de Canda. // Morreu a 25/2/1892, com setenta e cinco anos de idade, no estado de solteiro, com todos os sacramentos, com testamento, e no dia seguinte foi sepultado na igreja paroquial. // Deixou filhos (ver, em Alvaredo, Clara Domingues!)
MONTEIRO, Bento. Filho de Zeferino Monteiro e de Marcelina da Silva. Neto paterno de Luísa Capela, solteira; neto materno de José da Silva e de Josefa Monteiro, solteira (!), todos de São Gregório. Nasceu em Cristóval a 2/7/1846 e foi batizado na igreja a 4 desse mês e ano. Padrinhos: José Baleixo e sua mulher, Maria Benta Monteiro, do lugar de Santa Marinha da Ribeira, bispado de Tui.
VALE, Bento. Filho de José do Vale e de Maria Alves. Nasceu em Paderne por volta de 1834. // Jornaleiro. // Morou no lugar da Cividade. // Morreu a 2/2/1909, no lugar de Felgueiras, freguesia de Penso, apenas com o sacramento da extrema-unção, com 75 anos de idade, no estado de viúvo de Maria José, sem testamento, e foi sepultado no cemitério público da freguesia de Penso. // Nota: consta que deixou um filho.
ALVES, Bento. Filho de Manuel José Alves e de Mariana Fernandes. Nasceu no lugar do Pereiral, Parada do Monte, por volta de 1820. // Lavrador. // Faleceu a 23/12/1880, no lugar da Cela, freguesia de Cousso, apenas com o sacramento da extrema-unção, por se encontrar demente, com cerca de 60 anos de idade, solteiro, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado na igreja da freguesia de Cousso.
GONÇALVES, Bento. Filho de José Gonçalves e de Isabel Portuvales, lavradores, galegos. Nasceu na paróquia de Carvalhinho, bispado de Ourense, por volta de 1847. // Comerciante. // Morreu no lugar de Sante, Melgaço, a 8/12/1900, sem quaisquer sacramentos, com 53 anos de idade, no estado de casado com Maria José Gonçalves, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja de São Paio de Melgaço.
Procuração que fizeram Ana de Freitas e seu filho Bento da Silva, moradores no Terreiro da Misericórdia, aos licenciados Bento Rodrigues Salgado, José da Costa Sodré, advogados, e a outros nas cidades do Porto, Lisboa e Braga.
COUTINHO, José Bento. // Morou no lugar do Cruzeiro. // Faleceu a 18/1/1816.
ESTEVES, Bento José. // A 15/6/1799 era juiz, ou homem-bom, na Vila de Melgaço .
GONÇALVES, Bento Manuel. // Faleceu na freguesia da Vila a --/--/1922, com 52 anos de idade.
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Elsa Cristina Viegas Bento Matricula n.º: 1-CTC-10-84
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: António da Silva Bento Matricula n.º: 1-CTC-06-91
Registo de matricula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Luís António Viegas Bento Matricula n.º: 1-CTC-05-64
Registo de matrícula de ciclomotor (Velocípede com motor). Nome: Maria Teresa Viegas Bento Matrícula n.º: 1-CTC-18-08
Vista geral da Pousada de São Bento em Caniçada, Vieira do Minho.
O registado: José Bento de Miranda Nº registo: 193 Naturalidade (freguesia e concelho): Rendufe São Romão, Guimarães Data de nascimento: 1914/02/04 Pai: José Bento de Miranda Profissão: Lavrador Naturalidade (freguesia e concelho): São Torcato, Guimarães Mãe: Custódia Fernandes Profissão: Lavradeira Naturalidade (freguesia e concelho): Rendufe São Romão, Guimarães Averbamentos: Assento de óbito nº 182- faleceu em 1914.
O registado: Maria Catarina de São Bento Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Pinheiro, Guimarães Data de nascimento: 1746-02-26 Pai: Bento Francisco Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Joana Maria Machado Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecidos Avós maternos: desconhecidos
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Francisco José da Silva Guimarães 2º Outorgante: Bento Rodrigues do Vale
DIAS, Bento. Filho de José Dias e de Antónia Alves, lavradores, naturais de Cristóval. // Tinha cinquenta anos de idade, era viúvo de Leopoldina Amélia Gomes de Abreu, natural da Vila, SMP, moradores na Vila de Melgaço, quando casou na igreja de Rouças a 3/11/1900 com Teresa de Sousa, de 39 anos de idade, solteira, lavradora, do lugar da Eira, Rouças, filha de João Vicente Domingues de Sousa e de Clara Vitorina Fernandes, lavradores, de Rouças. Testemunhas presentes: Manuel Coelho, casado, lavrador, do lugar da Igreja, e José Maria Fernandes da Neiva, casado, proprietário, do lugar do Crasto, freguesia de Rouças.
VAZ, Bento. Filho de José Luís Vaz e de Maria Domingues. Neto paterno de José António Vaz e de Joaquina Martins; neto materno de Bernardino Domingues e de Isabel Rodrigues. Nasceu a 6/9/1855 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Luís Pereira e mulher, Isabel Rodrigues, todos do lugar de Cima. // Casou na igreja de Cubalhão, a 15/4/1891, com a sua parente no 4.º grau, Maria Albina, nascida a 26/6/1871, solteira, filha de Manuel Esteves de Sousa e de Maria Rosa Rodrigues. Testemunhas do ato religioso. Manuel José Rodrigues e Manuel Rodrigues Veiga, casados, todos rurais.
RODRIGUES, Bento. Filho de Francisco Rodrigues, lavrador, natural de Penso, e de Teresa Meleiro, lavradeira, natural de Paços, moradores no lugar de Felgueiras. Neto paterno de Ricardo Maria Rodrigues e de Carolina Rosa Fernandes; neto materno de José Meleiro e de Mariana Esteves. Nasceu em Penso a 30/1/1908 e foi batizado na igreja a 2 de Fevereiro desse mesmo ano. Padrinhos: Daniel Meleiro, solteiro, e sua irmã, Maria Luísa Meleiro, casada, tios maternos do batizando. // Morreu na sua freguesia natal a 2/10/1945. // Nota: é provável que seja o mesmo senhor que foi casado com a sua conterrânea Delmira Augusta Gonçalves .
ALVES, Bento. Filho de José Alves e de Maria Joaquina, de Frossos, Braga. Nasceu nessa freguesia bracarense por volta de 1841. // Tinha 31 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja da Vila de Melgaço a 6/3/1873 com Maria Caetana, de 21 anos de idade, solteira, de SMP, e aqui moradora, filha de Tomás Alonso, de Crescente, Galiza, e de Joaquina Vitória Fernandes, de Melgaço. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa, mordomo, e José Maria Pereira, soldado veterano, casados e moradores na Vila, SMP. // Faleceu antes de 1918, pois nesse ano, a 26 de Novembro, morreu a sua viúva.
FERNANDES, Bento. Filho de Manuel Joaquim Fernandes e de Ana Maria Lamas, residentes no lugar de Fonte. Neto paterno de Manuel Fernandes e de Maria Luísa Gonçalves; neto materno de João Francisco Lamas e de Teresa Pires, da Carrasqueira. Nasceu a 26/9/1856 e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Besteiro e Maria Benta Esteves, solteiros. // Casou com Ana Pires, filha de Manuel Joaquim Pires e de Ana Gonçalves. // Pai de Adozinda, e de Manuel Fernandes, casado com Maria Pires, e avô de Aurélio Fernandes.
A fotografia abrange os seguintes locais do concelho de Oliveira de Azeméis: Rua do Cruzeiro/Rua Bento Lopes/Largo Gemini/Escola Secundária n.º1 [Escola Industrial] /Escola Preparatória Bento Carqueja/Club de Ténis de Azeméis.
ALVES, Bento. Filho de Caetano Alves e de Maria Benta Baldera, moradores em São Gregório, solteiros. Neto paterno de Tadeu Alves e de Maria Rosa do Outeiro, do dito lugar; neto materno de Bento Valdez (ou Baldera) e de Maria Luísa de Puga, de São João de Crespos, Ourense. Nasceu por volta de 1822. // Proprietário. // Tinha quarenta anos de idade, e era solteiro, quando casou na igreja de Cristóval, a 30/4/1862, com a sua parente em 2.º grau de afinidade, Maria Gonçalves, de vinte e seis anos de idade, solteira, moradora em São Gregório, batizada na igreja de Santa Maria de Vila Meam, bispado de Ourense, filha de Antónia Gonçalves, solteira, moradora em Cerdedo, Vila Meam, e neta materna de José Gonçalves e de Teresa Olivares, de Cerdedo, Galiza. Testemunhas: António Maria Rodrigues, casado, negociante, morador na Calçada; Francisco da Silva, casado, alfaiate, morador no lugar da Porta; e o padre José Maria Mendes, dos Casais, Paços. // Faleceu na Rua Verde de São Gregório a 11/4/1882, com 59 anos de idade, no estado de casado com a dita Maria Gonçalves, com todos os sacramentos menos o da extrema-unção, por não darem parte, sem testamento, e foi sepultado na igreja no dia seguinte. // Deixou um filho: José.
FERNANDES, Bento. Filho de António Joaquim Fernandes e de Ana Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar do Cerdeiral. Nasceu e foi batizado na Gave a 4/7/1853. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de São Cosme, quando casou na igreja paroquial a 27/9/1882 com Maria da Conceição Duque, sua conterrânea, nascida 23/4/1863, solteira, camponesa, filha de Manuel João Duque e de Luísa Maria Rodrigues, rurais, residentes no dito lugar de São Cosme. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Rodrigues, solteiro, lavrador, residente no lugar de São Cosme, e Manuel Joaquim Duque, solteiro, camponês, morador no mesmo lugar. // Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1287, de 2/5/1920: «Assim como todas as terras procuram avançar na civilização, nas artes e indústrias, assim a Gave também avança, mas essa na hediondez do crime. Raro é o ano em que naquela freguesia não vá alguém dormir no cemitério antes do tempo que lhe estaria destinado. O crime deste ano, de hediondo, não sei até como descrevê-lo. Repugna ver um filho responder atrevidamente a seu pai, como revolta simplesmente a ideia de existir um filho que tenha o arrojo de bater naquele que lhe deu o ser, que, com tantos trabalhos, canseiras e cuidados, procurou, enquanto pôde, que ao seu filho nunca faltasse um pedaço de pão, mas ainda revolta e repugna muito mais o crime que acaba de ser praticado na Gave – um desgraçado insulta, fere e mata seu pobre pai. Não sei como das nuvens não cai um raio para fulminar aquele renegado, como outrora um raio fulminou Dioscoro no momento em que assassinava sua filha Bárbara! E a causa do crime? Um acto de desobediência do degenerado filho. Expliquemos: próximo do local onde foi assassinado o “António do Manco” há duas leiras de terreno, uma delas, pertencente a Bento Fernandes (vítima), do lugar de São Cosme, e outra a seu filho Manuel (o parricida). O filho andava a apascentar, na sua leira, duas vacas, e como em certo momento uma delas invadisse a leira vizinha, onde havia melhores pastagens, o Bento (vítima) grita de longe para o filho: «ó ladrão, tira as vacas da minha erva!» O Manuel (filho) em vez de desviar a vaca da erva de seu pai, como era seu dever, antes encaminha a vaca para a frente, deixando assim de cumprir as ordens de seu pai. Em virtude disso, o pai, vendo-se desobedecido, tira um pau de uma latada, e com ele se dirige para o filho com ideia talvez de lhe bater. Então o desgraçado filho vai ao encontro do pai, tira-lhe o pau da mão, e com ele lhe dá logo uma pancada na cabeça, fazendo-o cair por terra. Após a queda, tantas pancadas lhe deu ao longo das costelas que a pobre vítima ficou sem fala e quase sem vida. Deu-se este acontecimento trágico no dia 24/4/1920, pelas catorze horas, sucumbindo o pobre velho no dia 25 pelo meio-dia. O Bento era viúvo e tinha sessenta e oito anos de idade, e o filho é casado e tem trinta e seis anos. Mas agora reparo, à medida que vou lendo estes apontamentos: O Bento tinha dois filhos, António e Manuel. O António, que era uma joia, faleceu com a epidemia de 1918. Ficou o Manuel, que assim pôs termo à vida de seu pai. Mas este Manuel já tem um filho, de nome Isaías, com quatro anos de idade, e duas filhas, Felisbela, de oito anos, e Solidária, de dois anos de idade. Que farão estes filhos um dia? Mas que estranhar se o Bento já bateu no sogro e ameaçou seu pai com o tribunal, merecendo de um e de outro a maldição? A providência não dorme! Nunca esqueçamos o ditado: “filho és, pai serás; como fizeres, assim acharás.”» // O filho fugiu, pois lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1291, de 30/5/1920: «Pelo Juízo de Direito da comarca de Melgaço, escrivão do 2.º ofício, correm editos de trinta dias a citar Manuel Fernandes, casado, ausente em parte incerta, para assistir a todos os termos do inventário por óbito de Bento Fernandes, que foi do lugar de São Cosme, freguesia da Gave, sem prejuízo do seu andamento e sob pena de revelia. Melgaço, 27/5/1920. O escrivão: António Freire Falcão Ribeiro de Campos. Verifiquei: o juiz de direito, Manuel Morato.»
Ordens de pagamento com recibos integrados relativos aos ordenados auferidos pelo escriturário da companhia "Auxiliadora", Bento Alves da Silva.
Aulas práticas de Veterinária/Zootecnia; grupo de alunos com a Prof. Doutora Ofélia Bento. Envolvência em contexto: Polo da Mitra.
O registado: Bento José Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Data de nascimento: 1785/01/04 Pai: Teodoro José Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Custódia Luísa Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António de Sousa e Francisca da Costa Avós maternos: desconhecidos
O registado: José Bento Naturalidade (freguesia e concelho): Santo Estêvão de Urgezes, Guimarães Data de nascimento: 1867/02/03 Pai: António Luís Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Benta Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António Luís e Maria Francisca Avós maternos: António José e Custódia Maria
O registado: Bento José Naturalidade (freguesia e concelho): [São João Batista de Airão, Guimarães] Data de nascimento: 1830-07-26 Pai: João Pereira Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Joaquina da Silva Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: José Pereira e Maria Pereira Avós maternos: desconhecido e Custódia da Silva
O registado: Bento José Naturalidade (freguesia e concelho): São Salvador de Balazar, Guimarães Data de nascimento: 1783-05-03 Pai: João Ribeiro Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Francisca de Oliveira Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: desconhecido e Domingas Ribeiro Avós maternos: Jerónimo de Oliveira e Maria Rodrigues
O registado: Bento José Naturalidade (freguesia e concelho): São Cosme e São Damião da Lobeira Data de nascimento: 1828-04-12 Pai: João José Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Joana Maria Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: António da Silva e Custódia da Silva Avós maternos: desconhecidos
O Registado: Bento José Naturalidade (freguesia e concelho): [São Martinho de Gondomar, Guimarães] Data de nascimento: 1754-03-12 Pai: desconhecido Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Mãe: Helena Naturalidade (freguesia e concelho): desconhecida Avós paternos: Domingos Lopes e Senhorinha Ribeiro Avós maternos: desconhecido e Urssula