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Trata-se do empréstimo de 407 contos destinado à obra de remodelação e ampliação da rede de distribuição de energia eléctrica à sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 14, II série, de 17 de Janeiro de 1959.
A Torre do Tombo é uma das instituições mais antigas de Portugal. Desde a sua instalação numa das torres do castelo de Lisboa, ocorrida provavelmente no reinado de D. Fernando e seguramente desde 1378, data da primeira certidão conhecida, até 1755, prestou serviço como Arquivo do rei, dos seus vassalos, da administração do reino e das possessões ultramarinas, guardando também os documentos resultantes das relações com os outros reinos. Além de servir a administração régia, com funções semelhantes às de um arquivo intermédio dos nossos dias, o serviço mais importante prestado pela Torre, foi o das certidões, solicitado pelos particulares e pelas instituições. Mediante autorização régia, facultou a consulta e mesmo o empréstimo de documentos, a alguns estudiosos, cujas obras foram depois impressas. No século XVII, começou a ser organizado o Arquivo do Arquivo, surgindo os primeiros livros do seu registo, fizeram-se alguns índices. No século XVIII, o crescente número de certidões solicitado à Torre do Tombo, onde avultam as pedidas pela Academia de História, fez aumentar o número dos seus oficiais. Neste século, no âmbito da descrição dos documentos, realizaram-se numerosos índices, indo ao encontro da necessidade de se conhecerem os documentos e de se criarem os instrumentos de pesquisa necessários à sua recuperação: este trabalho iniciou-se e decorreu, em boa parte, no edifício da torre do castelo: assim foram elaborados a maioria dos índices das Chancelarias régias (1715-1749), das Leis e Ordenações (1731), das Bulas (1732), dos moradores da Casa Real (entre 1713 e 1742), o inventário das Bulas, Breves e trasuntos pontifícios (1751-1753). No dia 1 de Novembro de 1755, a torre ruiu durante o terramoto. A documentação foi recolhida dos escombros, e guardada, temporariamente, numa barraca de madeira, construída na Praça de Armas, após autorização do Marquês de Pombal, datada de 6 de Novembro. Em 26 e 27 de Agosto de 1757, foi transferida para uma parte do edifício do Mosteiro de São Bento da Saúde, do lado da Calçada da Estrela, ocupando as instalações designadas por Casa dos Bispos e compartimentos contíguos, que foram arrendados ao mosteiro. Houve então que proceder à sua instalação, e à sua organização: os maços da Casa da Coroa, foram organizados em colecção do Corpo Cronológico, e em colecção dos Fragmentos. Os oficiais do arquivo fizeram várias cópias de documentos, nomeadamente, a Reforma das Gavetas, a Reforma dos Forais Antigos, e a colecção de Cópias, tendo continuado o trabalho de descrição de documentos de que resultaram os índices do Corpo Cronológico (1764), os sumários e índices dos documentos das Gavetas (1765), os índices dos livros das Ementas (1765), os índice dos maços das Moradias e dos Ofícios da Casa Real (1767, 1770), o inventário dos documentos da Casa da Coroa (1776). Alguns destes instrumentos de descrição, podem ser ainda hoje consultados no Serviço de Referência. A partir de 1777, pelo Regimento de 1 de Agosto, os livros de registo das mercês dos reinados findos, estavam obrigados a dar entrada na Torre do Tombo. Em 1791, por aviso de 5 de Fevereiro, o Registo Geral de Mercês foi transferido para a Torre do Tombo, mantendo-se a funcionar nesta instituição até 1927. No início do século XIX, as atribuições do Arquivo alargaram-se à formação de funcionários e ao ensino da Diplomática, concretizada na criação da Aula de Diplomática. Até 1823, o Arquivo esteve sujeito ao Conselho da Fazenda, embora dependesse também de outras instituições no período do Antigo Regime. Desde então e até 1887, esteve dependente da Direcção Geral da Instrução Pública do Ministério do Reino. No período liberal, a Torre do Tombo, designada por Arquivo Nacional no Regulamento de 1823, ou por Real Arquivo da Torre do Tombo, foi chamada a desempenhar funções de âmbito muito mais alargado, encetando uma nova fase na vida institucional, marcada pela incorporação de documentos dos arquivos dos extintos tribunais do Antigo Regime, em 1821 e 1833, e dos cartórios das corporações religiosas, extintas por Decreto de 28 de Maio de 1834. Estão reconhecidos quatro grandes ciclos de incorporações ao longo do século XIX, provenientes de diversas instituições, facto que concorreu para a desorganização dos acervos, que não entraram completos. Neste ambiente de crescimento da documentação do Arquivo, o Regulamento Provisional de 30 de Abril de 1823, apostava na elaboração de diversos tipos de índices, recomendando a conservação da ordem dos documentos. O novo Regulamento publicado em 1839, cometia ao Arquivo, o dever de incorporar os documentos considerados desnecessários às próprias instituições e os dos organismos extintos, assegurando a sua boa conservação e instalação. A Lei de 2 de Outubro de 1862, veio estabelecer a obrigatoriedade de se fazerem acompanhar as remessas de documentos dos respectivos inventários, elaborados com base na proveniência dos documentos. No século XIX, o Arquivo ressentiu-se do insuficiente número de funcionários, divididos pelo expediente da Secretaria de Registo das Mercês que nele funcionava, e das más condições das suas instalações, só melhoradas em 1861, quando o Arquivo da Torre do Tombo se mudou para a ala direita do mosteiro, do lado da Rua de São Bento, ocupando, sucessivamente, os espaços da igreja, do refeitório, e da Direcção Geral dos Trabalhos Geodésicos, instalações onde se manteve até 1990. Embora, se tenha investido na descrição documental, a concepção de arquivo como serviço público de divulgação de conteúdos documentais surgiu tardiamente: a consulta pública dos documentos da Torre do Tombo, começou de forma tímida, em 1901, por Decreto de 24 de Dezembro, estando prevista para os estudiosos a quem os conservadores deviam dar apoio. O Decreto de 18 de Março de 1911 reorganizou os serviços das bibliotecas e dos arquivos dependentes da Direcção Geral da Instrução Secundária, Superior e Especial, denominou, definitivamente, o Arquivo da Torre do Tombo por Arquivo Nacional, acentuou a função de conservação e valorização dos manuscritos destinados ao estudo da História, bem como a função de promover a entrada de cópias de manuscritos portugueses, existentes no estrangeiro, e estabeleceu, pela primeira vez, um horário de abertura ao público. Nos últimos cem anos, o Arquivo Nacional cresceu significativamente com a integração de diversos serviços de arquivo: o Arquivo dos Feitos Findos (em 1915 por Decreto n.º 1659, de 15 de Junho), o Arquivo dos Registos Paroquiais, acumulando as funções de Arquivo Distrital de Lisboa (desde 1918 até 1992), o Arquivo das Congregações (em 1930), o Arquivo Histórico do Ministério das Finanças (em 1992) e mais recentemente o serviço de Lisboa do Centro Português de Fotografia (2007), para além das múltiplas entradas de documentos, provenientes de diversas instituições públicas, de arquivos senhoriais e pessoais, muitos deles adquiridos por compra. Em 1931, por Decreto n.º 19 592, de 31 de Junho, o Arquivo Nacional foi designado por Arquivo Geral, e sujeito técnica e administrativamente à Inspecção das Bibliotecas Eruditas e dos Arquivos, que em 1965 ficou sob tutela da Direcção Geral do Ensino Superior e das Belas Artes, do Ministério da Educação. Desde 1985, que o Arquivo Nacional se encontra dependente do Ministério da Cultura com autonomia administrativa. A criação dos restantes arquivos distritais, para onde a Inspecção foi enviando os documentos ainda existentes nas repartições da Fazenda, foi sendo feita nos anos de 1927, 1931, 1933, 1965, surgindo a progressiva necessidade de os integrar numa rede nacional e numa política nacional de arquivos. Assim, em 1988, foi criado o Instituto Português de Arquivos, pelo Decreto-Lei n.º 152/88, de 29 de Abril, mantendo-se em funções até 1992, ano em que foi fundido com o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, pelo Decreto-Lei n.º 106-G/92, de 1 de Junho, tomando este, o nome de Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (AN/TT). Depois de 1990 uma vez transferido para o edifício construído propositadamente para albergar o Arquivo Nacional na Alameda da Universidade, dispondo de mais amplas instalações, ocorreram novas incorporações, nomeadamente, em 1992, com a entrada da documentação das Secretarias de Estado, mencionada já no artigo 25.º da Lei de Março de 1911, seguidas de muitas outras aquisições. A evolução da política nacional de arquivos, estendida à produção dos documentos e à gestão dos arquivos correntes, à avaliação e selecção documental e aos arquivos intermédios, reflectiu-se na mudança do nome do Arquivo Nacional, passando a Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT). A partir de 1997, de acordo com a lei orgânica publicada no Decreto-Lei n.º 60/97, de 20 de Março, competiu-lhe promover e executar a política arquivística nacional, nas suas vertentes de conservação e valorização do património arquivístico nacional, de promoção da qualidade dos arquivos correntes, e da salvaguarda e garantia dos direitos do Estado e dos cidadãos. A sua identidade própria foi recuperada em 2007 pela vigente lei orgânica, e novamente designado por Arquivo Nacional da Torre do Tombo constituindo-se como arquivo de âmbito nacional na dependência da Direcção Geral de Arquivos. Pelo Decreto-Lei n.º 103/2012, de 16 de Maio de 2012, o Arquivo Nacional Torre do Tombo tornou-se serviço dependente da Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Prazo que fez o Cabido de um quarto do casal da Torre em Salvador de Ribas, concelho de Celorico de Basto, a Rodrigo Leite de Azevedo e sua mulher Rosa da Silva e Sousa, moradores na sua quinta da Ribeira em São Martinho de Vale de Bouro
Prazo que fez o Cabido do casal da Eira e Torre em Salvador de Ribas, a Rodrigo Leite de Azevedo, morador na sua quinta da Ribeira em Vale de Bouro. Foi seu procurador Francisco Xavier Pereira dos Guimarães, filho do tabelião Paulo Pereira dos Guimarães.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos de Torre Rolante Nossa Senhora do Ar a funcionar na festa de S. Bento, na freguesia de Tagilde a funcionar nos 9 e 11 de julho do ano de 1961
"Emprazamento em três vidas de umas casas sitas à porta da Torre Velha feito pelo cabido a Domingos Anes e mulher [Froleza?] Anes, com o foro anual para estes de três maravidis e para o sucessor três e meio, pagos pelo natal, entrudo e Páscoa. Escrito em Guimarães a 9 de setembro da era de 1355 pelo tabelião Martim Afonso".
Contém fotografias de aspetos exteriores e interiores das ruínas do edifício da Fortaleza da Torre de S. Sebastião da Caparica, conhecida por Fortaleza da Torre Velha. Um dos mais importantes exemplares da arquitetura militar renascentista portuguesa, foi man­dada con­struir por D. João II, no lugar do anti­go Forte da Caparica, edificado no re­inado de D. João I. Conjuntamente com a Torre de Santo António de Cascais (baluarte de Cascais) e a Torre de São Vicente de Belém, foi um dos primeiros sistemas integrados de artilharia para defesa do Tejo. Em 1571, D. Sebastião mandou ampliar a construção, transformando-a na Fortaleza de São Sebastião da Caparica. No final do século XVII a fortaleza voltou a receber obras de consolidação. Foi desativada em 1801, passoando a funcionar como lazareto, acolhendo viajantes de barco que necessitassem de ficar de quarentena após o desembarque. Foi reaproveitada para fins militares em 1832, mas algumas décadas depois já só servia para depósito e alojamento.
PROVISAO para escrivao dos Livros Findos da comarca da Torre, a favor do Padre Joao Manuel de Mendonca da vila de Torre de Moncorvo. Localidades: TORRE MONCORVO,Comarca, ; TORRE MONCORVO-NOSSA SENHORA ASSUNCAO, TORRE MONCORVO
PROVISAO para escrivao dos Livros Findos da comarca da Torre, a favor do Padre Joao Manuel de Mendonca da vila de Torre de Moncorvo. Localidades: TORRE MONCORVO,Comarca, ; TORRE MONCORVO-NOSSA SENHORA ASSUNCAO, TORRE MONCORVO
Aspecto da Casa do Capitão de Ginetes, no Largo da Porta de Moura, vendo-se ao fundo a Torre da porta de Moura. Em primeiro plano vê-se o muro e a vegetação do jardim.
Convite da Presidente da Câmara Municipal de Almada para a cerimónia de lançamento do livro, Pequena História da Torre Velha, de Raul Henrique Pereira de Sousa, no dia 13 de fevereiro de 1998, no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada.
Pavilhão nº 2. Planta da Torre. Planta, tinta da china preta, azul e vermelha, vegetal. Esc. 1/100
Pavilhão nº 2. Porta da Torre. Pormenores verticais idênticos aos das janela. Alçado e cortes, cópia ozalid. Tamanho natural
Pavilhão nº 2. Porta da Torre. Pormenores verticais idênticos aos das janela. Alçado e cortes, carvão, papel vegetal. Tamanho natural
Solteiro, 26 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Rio janeiro.
Solteiro, 20 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de APULIA,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil. Lavrador.
Solteiro, 21 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Brasil.
Casado, 26 anos de idade. Filiação: Antonio Torre. Natural de VILA CHA,Sao Joao Batista-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador
Casado, 31 anos de idade. Filiação: Antonio Torre. Natural de VILA CHA,Sao Joao Batista-ESPOSENDE. Destino Brasil. Lavrador
Solteiro, 25 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador
Casado, 30 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de APULIA,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador
33 anos de idade. Filiação: Antonio Torre. Natural de VILA CHA,Sao Joao Batista-ESPOSENDE. Destino Baia.
Casado, 46 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Manaus. Pedreiro
Casado, 36 anos de idade. Filiação: Manuel Francisco Torre. Natural de MARINHAS,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Maritimo.
Solteiro, 26 anos de idade. Filiação: Manuel Francisco Torre. Natural de MARINHAS,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil. Lavrador.
Solteiro, 20 anos de idade. Filiação: Manuel Francisco Torre. Natural de MARINHAS,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil.
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Antonia Rodrigues Costa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Joaquim Torre e Luisa Teresa Ribeiro. Natural da freguesia de CANICADA, Sao Mamede, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Manuel Fernandes Torre e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre Junior e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Antonia Rodrigues Costa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Joaquina Fernandes Eiras. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Torre e Ana Silva. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Joaquim Antonio Torre e Teresa Goncalves Franqueira. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Francisco Torre e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Torre e Ana Silva. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Antonia Rodrigues Costa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Torre Junior e Ana Barbosa. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Francisco Torre e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Francisco Torre Calafate e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Domingos Goncalves Torre e Julia Pires Santos. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Goncalves Torre e Maria Borges. Natural da freguesia de SANDIAES, Sao Mamede, concelho de PONTE LIMA
Filiação: Antonio Goncalves Torre e Luisa Borges. Natural da freguesia de SANDIAES, Sao Mamede, concelho de PONTE LIMA
Filiação: Antonio Torre e Ana Silva. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Jose Joaquim Moreira Torre e Rosa Fernandes Ramos. Natural da freguesia de PORTUZELO, Santa Marta, concelho de VIANA CASTELO
Fotografia exterior da igreja de Cacilhas, dita igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso. Pormenor da torre sineira esquerda.
Pedido de visto de José Rodrigues para instalação de uma Torre Luminosa e Cestas Voadoras nas Festas de Apúlia.
33 anos de idade. Filiação: Antonio Torre. Natural de VILA CHA,Sao Joao Batista-ESPOSENDE. Destino Baia.
Casado, 46 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Manaus. Pedreiro
Casado, 26 anos de idade. Filiação: Antonio Torre. Natural de VILA CHA,Sao Joao Batista-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador
Casado, 31 anos de idade. Filiação: Antonio Torre. Natural de VILA CHA,Sao Joao Batista-ESPOSENDE. Destino Brasil. Lavrador
Solteiro, 20 anos de idade. Filiação: Manuel Francisco Torre. Natural de MARINHAS,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil.
Solteiro, 21 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Brasil.
Solteiro, 20 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de APULIA,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil. Lavrador.
Solteiro, 26 anos de idade. Filiação: Manuel Francisco Torre. Natural de MARINHAS,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Brasil. Lavrador.
Casado, 36 anos de idade. Filiação: Manuel Francisco Torre. Natural de MARINHAS,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Maritimo.
Solteiro, 26 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Rio janeiro.
Casado, 30 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de APULIA,Sao Miguel-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador
Solteiro, 25 anos de idade. Filiação: Manuel Goncalves Torre. Natural de ANTAS,Sao Paio-ESPOSENDE. Destino Rio Janeiro. Lavrador
Filiação: Antonio Torre e Ana Silva. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Torre e Ana Silva. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Torre e Ana Silva. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Joaquina Fernandes Eiras. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Antonia Rodrigues Costa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Fernandes Torre e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre Junior e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Joaquim Antonio Torre e Teresa Goncalves Franqueira. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Francisco Torre e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Antonia Rodrigues Costa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Antonia Rodrigues Costa. Natural da freguesia de ANTAS, Sao Paio, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Francisco Torre Calafate e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Domingos Goncalves Torre e Julia Pires Santos. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Francisco Torre e Rosa Martins Domingues. Natural da freguesia de MARINHAS, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Antonio Torre Junior e Ana Barbosa. Natural da freguesia de VILA CHA, Sao Joao Batista, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Goncalves Torre e Maria Fernandes Moreira. Natural da freguesia de APULIA, Sao Miguel, concelho de ESPOSENDE
Filiação: Manuel Joaquim Torre e Luisa Teresa Ribeiro. Natural da freguesia de CANICADA, Sao Mamede, concelho de VIEIRA MINHO
Filiação: Jose Joaquim Moreira Torre e Rosa Fernandes Ramos. Natural da freguesia de PORTUZELO, Santa Marta, concelho de VIANA CASTELO
Filiação: Antonio Goncalves Torre e Luisa Borges. Natural da freguesia de SANDIAES, Sao Mamede, concelho de PONTE LIMA
Filiação: Antonio Goncalves Torre e Maria Borges. Natural da freguesia de SANDIAES, Sao Mamede, concelho de PONTE LIMA
Vista parcial do Templo Romano. Ao fundo, parte da fachada do Museu de Évora, da Biblioteca e torre lanterna da Sé.
Templo romano e zona envolvente: Igreja dos Lóios, museu e torre lanterna da Sé catedral Data da imagem e número inscritos no bordo superior
Legenda do autor/ inscrição: "O pátio e a sé, vistas da torre dos sinos da casa pia" Data da imagem e número inscritos no bordo superior
Localidades: Torre de Moncorvo, Nossa Senhora da Assunção, Torre de Moncorvo.
Localidades: Torre de Moncorvo, Nossa Senhora da Assunção, Torre de Moncorvo.
Vista sobre a cúpula e torres da igreja do Convento de Mafra Data da imagem e número inscritos no bordo superior
Imagem da Torre do Relógio como é conhecida de todos os mourenses focada do interior do recinto do Castelo. A estrutura que suporta o relógio está construida sobre o torreão já existente datado de inícios do Século XVI, mas nem sempre o relógio esteve naquela estrutura, anteriormente o relógio estava embutido numa das partes do torreão e a estrutura superior apenas suportava a Torre Sineira da Câmara. Colocado no local onde hoje o conhecemos no inicio da década de 20 do Século XX foi desativado em 1984 depois da estrutura ficar seriamente afetada devido a um intenso temporal ocorrido nesse mesmo ano.
Imagem da Torre do Relógio como é conhecida de todos os mourenses. A estrutura que suporta o relógio está construida sobre o torreão já existente datado de inícios do Século XVI, mas nem sempre o relógio esteve naquela estrutura, anteriormente o relógio estava embutido numa das partes do torreão e a estrutura superior apenas suportava a Torre Sineira da Câmara. Colocado no local onde hoje o conhecemos no inicio da década de 20 do Século XX foi desativado em 1984 depois da estrutura ficar seriamente afetada devido a um intenso temporal ocorrido nesse mesmo ano.