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Traslado de escritura de compra e venda do foro de uma propriedade chamada “Casas Novas”, que vende Francisco Rosado Madeira e sua mulher a Tomas Lopes Froes por quinhentos e vinte cinco mil réis. Do contrato constam ainda as obrigações e quitações do novo foreiro. O novo foreiro paga de foro às religiosas do convento Novo duzentos e setenta mil réis ao ano, em moeda metálica. Localização específica da redacção: Escritório do tabelião na rua do Paço.
Certificado passado pelo sacerdote António Maria da Silva, por ter celebrado 2 trintários de missas, relativas a capela instituída no convento Novo, e celebradas por alma do reverendo Joaquim Pereira Calote, de onde recebeu a quantia de cento e cinquenta reis.
Pedido de certidão da escritura de arrendamento da Herdade da Fragosa feita em 19 de Outubro de 1838. A certidão é passada a 31 de Agosto de 1855.
Processo com vários contratos de aforamento de períodos diferentes, de um quartel de vinha o olival na quinta de Valbom.
Escritura de fiança que fez o convento à Câmara, obrigando-se a todo o prejuízo que fizer o cano das águas do convento depois de metido no cano da cidade. Contém a respectiva licença.
Processo com vários contratos de aforamento de períodos diferentes, do ferragial da quinta de Valbom. Um deles com a obrigatoriedade de celebração de uma missa ao domingo.
Sentença cível do cónego António Rosado Bravo, da Sé de Évora, contra o seu Lavrador Manuel Mendes Lança, da Vidigueira.
Aforamento de vinha na quinta do Penedo de Oiro (um dos títulos de doação das fundadoras) e de casas em frente ao convento de Santa Mónica.
Listagem das casas do convento num total de 15. A maioria localizavam-se na rua do Escudeiro e outras na chamada Mouraria. Algumas também em Setúbal e Vila de Frades. Juntamente estão duas adegas e um lagar de azeite. Não estão neste rol todas as casas, porque a listagem começa em 16 e termina em 30.
Instrumento de posse da herdade da Freixa, termo de Arraiolos, por D. Luís de Noronha, com respectivo foro.
Cópia de carta precatória.
Cópias dos alvarás passados pelo rei, em Lisboa a 6 de Março de 1694. Até esta data, e após 15 de anos de vida do convento, este ainda não tinha água do aqueduto. É, portanto, o primeiro alvará de concessão de Água da Prata. A 12 de Junho de 1703, há autorização para que seja concedida ao Convento mais uma “penna” de água do aqueduto da prata, conforme petição das religiosas.
Processo que contêm escrituras de vendas de casas foreiras na rua do Mégué; escrituras de vendas de courelas foreiras próximas da cidade (coutos da cidade) e autos de posse.
Queixa apresentada à câmara de Évora contra o dono do forno de cozer louça na rua de Aviz. A proximidade do forno e a sua laboração e fumos prejudicavam a prática do culto divino. “O forno deveria estar num sítio ermo, sem igrejas, conventos ou edifícios nobres”.
Arrendamento de umas casas na rua da Machede.
Carta de desistência de uma quinta no termo de Évora.
Contrato de arrendamento da herdade da Fonte Boa no termo de Ferreira do Alentejo.
Escritura de compra e venda de terreno e casas no moinho do Queimado, termo de Évora.
Compra da herdade do Zambujal na freguesia de São Bento do Mato.
Listagem das fazendas do Convento, perfazendo 36 fazendas: ferragial à horta do Buraco, ferragial à horta do Piteira, ferragial à quinta do Sande, ferragial de Alpedriche, ferragial da Malagueira, Olival de S. Bento, Olival com vinha em Valbom, quinta da Caravelhinha, quinta da Boa Vista, dois quartéis de vinha na Lage, quinta da Chamboinha, quinta atrás do Espinheiro, vinha com olival no Penedo de Oiro, quinta da Pedra da Albarda, vinha dos Cravoeiros, vinha do Espinheiro, horta com olival em Setúbal, vinha na Vila de Frades, olivais de Alvito, herdade da Molanda (freguesia de Alqueva), dos Penedos (termo de Estremoz), da Flor da Rosa, de Pêro Pião, do Outeiro, da Fevereira, do Maduro, da Folgôa, da Contenda, dos Velhos, de Val de Souto, da Trombeira, da Freixa, da Fragosa, dos Mártires e da Casa Branca.
Ofício da Academia Real de Belas Artes dirigido ao inspector da Fazenda do Distrito de Évora, bem como todo o processo de selecção de peças do extinto Convento, feito pelo Conservador do Museu de Belas Artes de Lisboa e a sua expedição e acondicionamento.
Carta do director da repartição da fazenda do concelho de Évora ao escrivão da fazenda do concelho de Évora a solicitar “inclusas” 4 inventários: Primeiro, descrição e avaliação do edifício do convento, painéis, pratas e alfaias, ornamentos e livros; segundo, peso e avaliação das pratas e alfaias; terceiro, avaliação dos bens rústicos e urbanos livres de foro ou pensão; quarto, títulos de crédito e empréstimos feitos com fundos docConvento.
Carta do escrivão da Fazenda dirigida ao inspector da Fazenda do distrito de Évora a enviar-lhe as inscrições e papéis representativos de valor que possuía o suprimido convento Novo, na importância nominal de 29.200$000 reis. Solicita que lhe devolva o duplicado da relação e respectivo recibo. Junto com esta carta estão dois títulos/recibos de depósito no Cofre Central do distrito de Évora. Estes títulos respeitavam o art. 15º das Instruções de 9 de Julho de 1861.
Auto da tomada de posse do edifício do convento Novo pelo presidente do Conselho Administrativo do 4º batalhão da Guarda Fiscal. São excluídos da ocupação por este batalhão “a Igreja e suas dependências com acesso pela porta do templo e coro de cima; sacristia e coro de baixo; pequeno saguão a norte da sacristia da Igreja; casas dependentes da porta nº113, que dá para o adro, incluindo casas térreas que dão para o largo da Porta de Aviz, e tem os nºs 119 e 121, que ficam por baixo. Na posse fica tudo o que não está exceptuado, incluindo o quintal e a cerca”. Estão também junto vários ofícios anteriores à tomada de posse, relativos às necessárias informações que circularam entre as instituições envolvidas neste processo: Guarda fiscal, inspector da Fazenda Pública do distrito de Évora e Ministério da Fazenda – Direcção Geral dos Próprios Nacionais.
Carta do Ministério da Fazenda – Direcção Geral dos Próprios Nacionais dirigida ao director da Repartição de Fazenda do distrito de Évora. Refere-se ao estabelecimento provisório em todo o edifício do extinto convento e suas benfeitorias da Guarda Fiscal (Batalhão nº4). Terminada a concessão, o edifício e suas benfeitorias voltam à posse da Fazenda Nacional.
Carta da repartição da Fazenda do distrito de Évora dirigida ao inspector da repartição da Fazenda do distrito de Évora a solicitar que sejam vendidos em hasta pública os móveis de uso profano existentes no extinto convento. Porém, estes não podem já ser vendidos “sem previamente serem todos avaliados e relacionados”.
Traslado da escritura de doação de bens feita ao convento pela sua fundadora, D. Eugénia da Silva. Compõe-se o dote por fazendas e casas. Está também no final da peça, o dote de D. Teresa Josefa Segurada.
Carta do Ministério da Justiça (Repartição dos Negócios Eclesiásticos) de 26 de Março de 1845, dirigida ao Arcebispado de Évora (esta é uma cópia certificada) e trata o seguinte: como havia conhecimento que os administradores dos bens dos conventos da Arquidiocese de Évora não zelavam pela correcta administração dos mesmos e os rendimentos não eram aplicados nos fins a que se destinavam, tal facto levou a rainha a regular a administração de todos os bens dos conventos das religiosas. Por exemplo: manda que se faça um livro onde estejam descritas “singular e explicitamente” todas as propriedades do convento, com o nome do rendeiro, enfiteuta, e quanto paga de juros ou renda, por quantos anos é o arrendamento, o nome dos fiadores, a carta de escritura. Os rendimentos serão lançados nos novos “livros chamados da Fazenda do Convento tal”. A rainha dá ainda instruções de quem confere e assina as contas deste livro. No Art. 10º proíbe a alienação de bens de raiz, proíbe o aforamento ou arrendamento a longo prazo, sem a prévia autorização do governo da rainha e a prévia licença do prelado. As religiosas não podem destruir os capitais dos fundos dos conventos ou capelas, mesmo que sejam suas administradoras
Contém uma carta de José Barreto, remetida de Neuilly-sur-Seine, França, para António Lino Neto.
Contém uma carta de José Marculino?, remetida de Lisboa para António Lino Neto.
Retrato de José Rodrigues; forjador, autor do portão em ferro de acesso ao Claustro.
(Lisboa) Condolências pela morte do sogro de Guilherme Braga da Cruz, José Garcia Alvarenga. Timbre: "José Moutinho. Advogado".
Apresenta um rol de fazendas do convento com o nome do foreiro, a quantia de foro a pagar e os vários anos do contrato do foro. Contém um índice das casas que pertencem ao Convento e os foros que cada uma paga. No início tem um documento separado do livro, composto por 2 folhas juntas, que contêm um índice de propriedades e foros e épocas de pagamento dos mesmos.
Requerente: Miguel José da Cunha. Assunto: Reclamação contra António José da Cunha e José Bernardo da Cunha por etr construído muro de suporte. Contém: requerimentos e reclamação.
Carta autógrafa de [José Manuel] Nunes da Rocha, datada de Julho 1994. Local de expedição: Funchal, Portugal Contém ainda: - 1 carta datilografada com assinatura autógrafa, carimbo no canto superior direito/*ad infinitum*, datada de Outubro 1994; - 1 carta autógrafa, carimbo no canto superior direito/*ad infinitum*, datada de Novembro 1994; - 1 envelope
(Coimbra) Considerações acerca de uma resposta de José Pequito Rebello. Timbre: "Dr. José Bayolo Pacheco de Amorim. Professor da Universidade".
Contém todos os bens em prédios rústicos, urbanos, dinheiro a juros e respectivos rendimentos anuais. Está dividido em três partes conforme o assunto: CASAS, FAZENDAS, JUROS.
Neste Livro descrevem-se os nomes daqueles que pedem dinheiro a juros ao convento, que quantia pedem, que juro pagam (normalmente 5 %) e quando vence o juro. Também é referido o nome do tabelião que fez o contrato de empréstimo.
O mosteiro de S. José do Carmo ficava situado na antiga rua da Infesta, hoje largo dedicado ao arqueólogo vimaranense Martins Sarmento.O negociante Francisco Antunes quis fundar um convento, para religiosas, em honra de Santa Teresa, a primeira pedra foi lançada em 26 de Março de 1685, sendo dita a primeira missa ainda antes de acabarem as obras, em 1687, ano em que algumas senhoras tomaram o hábito carmelitano, com o título de recolhidas dos carmelitas.Por volta de 1704, estando o edifício concluído, receberam a bula do papa autorizando as religiosas a tomarem o véu das carmelitas calçadas, trocando a primitiva evocação de Santa Teresa pela de S. José. No entanto, como na igreja deste convento o lugar central do altar era ocupado pela imagem de Nossa Senhora do Carmo ficou conhecido por esse nome.Esta comunidade de carmelitas viveu até 1743, debaixo da obediência do provincial dos carmelitas calçados sustentando repetidas e complicadas demandas por falta de jurisdição consistente e aceite de quem haveria de depender este convento. Sabe-se que no governo do arcebispo de Braga, D. Rodrigo de Moura Teles, em 1726, foi instaurado às freiras um interdito, por haverem tomado, de uma forma livre e contra seu desejo, véu preto. Contudo em 1748 esta comunidade aceitou a plena jurisdição do Ordinário no episcopado de D. José de Bragança. A este devem a construção da sua capela-mor, a edificação do mirante, a extensão da cerca e o alargamento do terreiro fronteiro à igreja.A última freira, D. Catarina Angélica do Amor Divino, faleceu em 1854, vinte anos depois da extinção das Ordens religiosas em Portugal, ficando o edifício propriedade nacional. Mais tarde, devido aos esforços do relançamento da fé, clérigos e leigos constituem-se em associação, lavram os seus estatutos e “chamam a si a fábrica da Igreja” e reconstituem a ordem do Carmo. A 27 de Julho de 1866, por Breve Apostólico a Irmandade do Carmo foi elevada à categoria de Ordem Terceira do Carmo, confirmado, pelo geral da Ordem Carmelitana em Roma a 30 de Julho de 1868.O convento foi concedido ao Ministério de Guerra instalando-se nele o Batalhão de Caçadores 7, que foi mais tarde para Valença. Sabe-se também que funcionou nas suas dependências o Hospital Militar.Finalmente, as instalações foram cedidas, por decreto de 30 de Maio de 1860, para o Asilo de Infância Desvalida de Santa Estefânia-Amor de Deus e do Próximo, que ainda lá se mantém, e cuja comissão tomou posse em 27 de Agosto de 1862.
Contém uma carta de José de Oliveira, remetida de local ilegível para António Lino Neto.
Contém uma carta de José de Almeida Eusébio, remetida da [Covilhã] para António Lino Neto.
Contém uma carta do padre José Alves Terças, remetida de [Lisboa] para António Lino Neto.
Contém um cartão do padre José Craveiro da Silva, remetido de [Lisboa] para António Lino Neto.
Contém uma carta de José de Oliveira Tavares, remetida de Cardigos (Mação) para António Lino Neto.
Despejo a José Ramos, inquilino de propriedade da Irmandade do Santíssimo Sacramento.
2 fotografias (p&b, 15x10cm e 13x9cm) do Pe. José Mendes Serrazina.
Nota autógrafa de José Bebiano, sem data. Local de expedição: [Albufeira], Portugal Contém ainda: - 1 envelope
Contém uma carta de José Vicente Madeira, remetida de Beja para António Lino Neto.
Contém uma carta de José de Lencastre, remetida de Coimbra para António Lino Neto.
Contém uma carta do padre José Vicente Lerias, remetida de Marvão para António Lino Neto.
Contém uma carta de Pedro José da Cunha, remetida de Lisboa para António Lino Neto.
Contém uma carta de João José de Ribeiro, remetida de Lisboa para António Lino Neto.
Contém uma carta de José Pires Tavares, remetida de Vales (Mação) para António Lino Neto.
Processos para consulta distribuídos ao Ajudante do Procurador-Geral da República, José Alçada Guimarães.
Cópia do inventário de todos os objectos de culto divino entregues ao depositário. Redactor: Domingos Júlio dos Santos, escrivão da fazenda.
[s.l.]: Celidis, [1974]. Posfácio de José Régio. Incluiu "O Barão e a dimensão mítica da realidade portuguesa", de Nelly Novaes Coelho.
Requerente: Luis José Lopes. Assunto: Licença para reconstruir açude no leito do rio Este. Contém: requerimento (cópia), ordens de serviço, informação e parecer e alvará de licença número 176.
Requerente: Bernardino José Rodrigues. Assunto: Licença para construir uma passagem de pedra sobre o leito do rio Este. Contém: requerimento, nota de serviço, ordem de serviço, planta e termo de responsabilidade.
Documentação que foi integrada no Arquivo do Prof. António Lino Neto, mas que não se relaciona directamente com a sua vida ou actividade. Contém documentos endereçados a José Frederico Laranjo, com informação sobre os seus contactos, a sua acção e a sua influência em diversos contextos sociais e políticos. Destacam-se as referências à sua colaboração com o Partido Progressista e com o periódico «O Distrito de Portalegre». Sublinha-se também a partilha de informação sobre trabalhos escritos, da autoria do próprio Frederico Laranjo e de alguns dos interlocutores.
Contém uma carta do cónego José Dias de Andrade, remetida de Lisboa para António Lino Neto.
Contém uma carta do padre José de Almeida Correia, remetida de Lisboa para António Lino Neto.
Contém uma carta do padre José Maria Jesus Rodrigues, remetida de Lisboa para António Lino Neto.
Processo referente ao projeto de Lar de S. José, Odivelas, Lisboa.
Contém uma carta do padre José Horácio Dias Duarte, remetida de Évora para António Lino Neto.
Carta de cumprimentos e condolências de José Gomes de Matos Graça, Governador Civil de Braga.
Requerente: José Alvino Coelho. Assunto: Reclamação de Manuel José Gonçalves de Almeida e José da Silva, contra o pedido de licença para construir uma poça no ribeiro da Foz. Contém: requerimento, comunicações e despacho.
Requerente: Manuel José Barbosa. Assunto: Queixa contra António José Vieira Antunes por este abrir uma mina na margem do ribeiro das Palas. Contém: cópia de queixa, comunicações.
Requerente: Francisco José Pires. Assunto: Queixa contra José Loureiro por apertar e desviar o ribeiro de Fontes Ruivos. Contém: cópia de queixa, comunicações.
Requerente: Bernardino José Rodrigues. Assunto: Licença para construir muro de vedação na margem direita do rio Este. Contém: requerimento (cópia), ordens de serviço, requerimento, intimação (duplicado), auto de notícia (duplicado) e guia de receita de emolumentos.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, sobre o pedido de comutação da pena em que foi condenado José Coelho ou José Rito, pelo crime de ofensas corporais.
Requerente: José Coelho de Faria. Assunto: Licença para estabelecer uma ramada na margem direita do rio Este. Contém: informação e parecer, requerimento (cópia), nota de serviço, alvará de licença número 152 e ordens de serviço.
Santiago, Avelino José / Santos, Virgolino José dos
[s.l.] Escreve sobre as possibilidades de transferência do padre José Ávila. Timbre "D. José V. Alvernaz. Arcebispo Coadjutor. Cidade de Goa. Índia Portuguesa".
Carta de liquidação relativa à herdade de Val de Souto
Recibos de juros de vinte e três mil e quatrocentos reis.
Compra de um moio de vinho por Jorge da Silva a Urbano Lopes da Silva, na freguesia de Nossa Senhora do Freixo – Herdade do Freixo (Montemór-o-Novo).
Notificação relativa à herdade do Outeiro.
Brites Lopes, moradora em Evoramonte, faz testamento a favor do mosteiro do Carmo da cidade de Évora e de familiares como o seu sobrinho Jorge Dias.
Pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, para diversos Ministérios.
Pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, para diversos Ministérios.
Pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, para diversos Ministérios.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini.
Prova fotográfica com a representação monocromática de José Maria Braga da Cruz.
Pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, para diversos Ministérios.
Pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, para diversos Ministérios.
Pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, para diversos Ministérios.
Parecer do Procurador Geral da Coroa José Cupertino de Aguiar Ottolini.
Dedicatória: «Para o António José, do José Régio»
Conjunto heterogéneo de documentos produzidos, recebidos, recolhidos e acumulados por José Maria Braga da Cruz no decurso das atividades em que se envolveu ao longo da vida, devidamente enquadrados nas funções que lhes deram origem. Produzidos essencialmente em Braga, onde cresceu, desenvolveu as suas atividades profissionais e criou as suas relações familiares e de amizade. No que respeita às tipologias documentais, encontra-se correspondência (cartas, cartões, cartões-convite, telegramas, bilhetes-postais e postais), cadernos escolares, memórias, apontamentos, peças judiciais e documentação impressa publicada, como jornais, recortes de jornal, revistas, brochuras, boletins, panfletos, manifestos, folhetos, folhetins, fascículos e pagelas.