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Trata-se do empréstimo de 622.636$70 destinado à conversão de empréstimos anteriores, nomeadamente contraídos com a Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência a 25 de Novembro de 1947, 18 de Junho de 1948 e 31 de Maio de 1955. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 252, II série, de 29 de Outubro de 1957.
Trata-se do empréstimo de 300 contos destinado à aquisição de terrenos para os edifícios escolares e cadeia (235 contos) e contadores de água (65 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 148, II série, de 17 de Junho de 1968. A 8 de Outubro de 1969 a Câmara Municipal solicita autorização para utilizar o saldo de 100.700$00 na construção de um muro na parte sul dos terrenos anexos ao edifício escolar de 4 salas (35 contos) e conclusão do prolongamento da Avenida Marechal Carmona (65.700$00), o que foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 287, II série, de 10 de Dezembro de 1969.
Trata-se do pedido de empréstimo de 500 contos destinado a obras de exploração e captação de água para o abastecimento da cidade. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 1.500 contos destinado à conclusão do cemitério do Arcabuzado (300 contos), construção do matadouro (400 contos) e do mercado (800 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 97, II série, de 28 de Abril de 1942. O pedido inicial montava a 2.000 contos e incluia também obras de saneamento, no valor de 500 contos.
Trata-se do empréstimo de 500 contos destinado à construção de casas económicas (200 contos), obras de saneamento e distribuição de energia eléctrica (300 contos). Foi autorizado por despacho do Sub-secretário de Estado das Finanças de 23 de Fevereiro de 1935.
Trata-se do empréstimo de 2.700 contos destinado à aquisição de terrenos para a construçãoda Escola do Magistério Primário, Hospital Regional e Sé Catedral. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 282, II série, de 5 de Dezembro de 1967.
Trata-se do empréstimo de 1.500 contos destinado à obra de construção do mercado municipal. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 267, II série, de 14 de Novembro de 1959.
Trata-se do empréstimo de 2.400 contos destinado a: 1) Obras complementares da abertura da Avenida de D. Dinis - pavimentação, abastecimento de água, drenagem de esgotos, etc. (390 contos); 2) Obras complementares da abertura da Avenida de acesso ao novo mercado municipal - expropriações, terraplanagem, pavimentação, abastecimento de água, drenagem de esgotos, etc. (300 contos); 3) Construção do Bairro de São Vicente de Paula e sua urbanização (1.500 contos); 4) Expropriação de terrenos para o estádio municipal e construção do mesmo (210 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 287, II série, de 11 de Dezembro de 1948, que altera a portaria publicada no Diário do Governo n.º 145, II série, de 24 de Junho de 1948. O pedido inicial montava a 3.000 contos e destinava-se a: a) Arranjo do Largo do Governo Civil (150 contos); b) Pavimentação da Avenida D. Dinis (390 contos); c) Avenida de acesso ao novo mercado - terraplanagem e pavimentação (300 contos); d) Arranjo em torno do Seminário (200 contos); e) Reparação de edifícios municipais (250 contos); f) Construção do Bairro de São Vicente de Paula e sua urbanização - construção de 96 casas de habitação para classes pobres (1.500 contos); g) Expropriação do terreno municipal e construção do estádio municipal (210 contos).
Trata-se do empréstimo de 3.539.777$15 destinado à amortização de um empréstimo de 700 contos, contraído em 1942; um empréstimo de 1.600 contos contraído em 1946; um empréstimo de 1.500 contos contraído em 1948 e um empréstimo de 369.738$60 contraído em 1948. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 114, II série, de 13 de Maio de 1952.
Trata-se do empréstimo de 1.000 contos destinado à electrificação de diversas freguesias do concelho. Foi autorizado por portaria de 25 de Outubro de 1961.
Trata-se do empréstimo de 250 contos desconhecendo-se o fim a que se destinava. Foi autorizado por despacho ministerial de 7 de Maio de 1927.
Trata-se do empréstimo de 2.050 contos destinado ao abastecimento de água ao concelho, nomeadamente às povoações rurais de São Romão e Bencatel. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 46, II série, de 23 de Fevereiro de 1968.
Trata-se do pedido de empréstimo de 800 contos destinado a obras de adaptação de um edifício a escola do Ciclo Preparatório. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 150 contos destinado à aquisição de terrenos para a construção de casas. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 177, II série, de 1 de Agosto de 1966.
Trata-se do empréstimo de 1.200 contos destinado ao abastecimento de água e de esgotos. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 32, II série, de 8 de Fevereiro de 1971.
Trata-se do pedido de empréstimo de 8.000 contos destinado a resgatar a concessão da distribuição de energia eléctrica, de que é concessionária a Sociedade Fabril Alentejana, Lda. Idêntica pretensão foi formulada pela Câmara Municipal do Alandroal. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 1.000 contos destinado ao abastecimento de água ao concelho e de esgotos em São Romão e Bencatel. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 37, II série, de 13 de Fevereiro de 1970.
Trata-se do empréstimo de 250 contos destinado a obras de abastecimento de água. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 145, II série, de 22 de Junho de 1954.
Trata-se da autorização de aquisição pela quantia de 250 contos paga em oito anuidades de um prédio ao Banco Nacional Ultramarino, situado no Campo da Restauração, para a instalação da abegoaria municipal. Foi autorizado por portaria de 19 de Julho de 1960.
Trata-se da autorização de aquisição em três prestações de uma viatura automóvel para transporte de carnes verdes, pela quantia de 84 contos. Foi autorizado por portaria de 28 de Julho de 1960.
Trata-se do empréstimo de 680 contos destinado à remodelação da rede de distribuição da energia eléctrica no concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 14, II série, de 17 de Janeiro de 1963.
Trata-se do empréstimo de 200 contos, desconhecendo-se o fim a que se destinava. Foi autorizado por despacho ministerial de 9 de Outubro de 1928.
Trata-se do empréstimo de 216 contos destinado às obras do prolongamento da Avenida Engenheiro Duarte Pacheco. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 201, II série, de 26 de Agosto de 1945.
Trata-se do empréstimo de 300 contos destinado à aquisição de contadores de água (200 contos) e pesquisas complementares de água para abastecimento público (100 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 269, II série, de 18 de Novembro de 1948.
Sitas na vila de Santa Maria Maior de Barcelos, o qual é mordomo da Confraria de Nossa Senhora da Esperança.
É embargante José Jácome de Sousa e agravado João Luís Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. Os autos são relativos ao inventário feito por morte de sua mãe D. Inácia Teresa de Vilas Boas.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos em São Torcato, Guimarães - "Grupo Folclórico das Caxinas e Poça da Barca - Vila do Conde"; - " Rancho Regional das Lavradeiras de Carreço - Viana do Castelo"; - " Rancho Folclórico Reconorte - Monção"; - " Grupo Folclórico das Lavradeiras de Retorta - Vila de Conde"; - " Ronda de Vilachã - Esposende" - " Rancho Regional de Gulpilhares - Vila Nova de Gaia"; - " Grupo Folclórico da Casa Povo de Barcelinhos - Barcelos"; - " Grupo Folclórico de Pedrógão Pequeno - Serã (Beira Baixo)"; - " Rancho Folclórico Flores de Paços - Paços de Ferreira"; - " Rancho Folclórico Camponês - Bico - Paredes de Coura - " Grupo Folclórico de S. Torcato - Guimarães".
Revogação de procuradores e de procuração que fez o Cabido, ao licenciado Pedro Francisco, advogado nesta vila, a João Fernandes Vinagre e a Sebastião Gonçalves, criado de António Peixoto, tabelião, moradores na vila, e aos licenciados Pedro de Carvalho e João Baptista, Geraldo Aranha, advogados na cidade de Braga, e a Salvador da Rocha Monteiro, morador na dita cidade, e ao licenciado Tomé Vaz, morador na cidade do Porto, por causa de uma ação que Gregório Peixoto, morador na vila, tinha interposto contra o Cabido sobre a conezia e prebenda da igreja da Colegiada.
Lista de foros impostos nas propriedades: Arrebalde, em São João de Ponte; Borrecos, em Vila Nova de Sande; Ferreiros, em Vila Nova de Sande; Palacete no Largos Martins Sarmento; moradia de casas na rua Espírito Santo, freguesia da Oliveira; Remédio, em Urgezes; Quintãs de Baixo e de Cima, na freguesia de São Martinho de Sande; Pove, em São João de Ponte; casal da Retortinha, em Vila Nova de Infantas; Monte, em São Martinho de Leitões; uma casa na rua Santo António; morada de casas na rua Bento Cardoso.
PROVISAO para se celebrar no oratorio particular de Dona Antonia Maria do carmo de Mesquita, da freguesia de Santa Maria Madalena de Vilas Boas. Localidades: VILAS BOAS,Santa Maria Madalena, VILA FLOR
TITULO da paroquial igreja e vigararia ad nutum de Santa Maria Madalena de Vilas Boas, comarca da Torre, a favor do Padre Joao Luis, do Bispado de Miranda. Localidades: VILAS BOAS,Santa Maria Madalena, VILA FLOR
LICENCA para dizer a sua primeira e mais missas, a favor do Padre Alexandre Casimiro Venancio de Carvalho, da freguesia de Santa Maria Madalena de Vilas Boas. Localidades: VILAS BOAS,Santa Maria Madalena, VILA FLOR