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Vista parcial do Rio do Porto com o palácio Nacional de Sintra.
Levantamento realizado aquando do processo de classificação de Sintra a Património Mundial, Paisagem Cultural.
Vista panorâmica do palácio Nacional de Sintra.
Contém o rolo nº 14 com fotografias desde o nº 1/14 até 21/14.
Documentação formada por livros agrupados nas seguintes séries: batismos, casamentos, óbitos , róis de crismados e legados e obrigações de missass.
Documentação formada por livros agrupados nas seguintes séries: batismos, casamentos, óbitos e róis de crismados.
Contém dois rolos; o nº 8 vai da fotografia nº 1404/8 até 1414/8 e o nº 9 da 1415/9 até 1487/9.
Contém dois rolos; o nº 1 vai da fotografia nº 163/1 até 186/1 e o nº 12 da 187/2 até 254/2.
VILAS, Mariana. Filha de Manuel José Vilas e de Maria Luísa Rodrigues, lavradores. Nasceu em Penso por volta de 1798. // Lavradeira. // Faleceu a 1/12/1866, em sua casa de Pomar, com 68 anos de idade, casada com António Pires, e foi sepultada na igreja. // Deixou filhos.
Edifício do Palácio da Justiça
VILAS, Manuel. Filho de Luís José Vilas, oficial de carpinteiro, natural de Penso, e de Ana Maria Alves de Sousa, natural de Sá, Monção. Neto paterno de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves, de Pomar; neto materno de Manuel Alves de Sousa e de Maria José Rodrigues, do lugar das Casas de Baixo, Sá. Nasceu em Penso a 29/3/1863 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Luís Vilas, oficial de carpinteiro, e sua esposa, Maria Joaquina Alves. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Barro Grande, quando casou na igreja local a 27/4/1899 com a sua conterrânea Josefina Vaz, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Vicente Vaz e de Maria Emília Esteves. Testemunhas presentes: Vicente Vaz e Luís José Vilas, casados, lavradores. // Faleceu em Sá, Monção, a 22/7/1940.
Arrolamento e entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, ao benefício paroquial da freguesia de Vilas Boas, concelho de Chaves e distrito de Vila Real, nomeadamente a residência paroquial no sítio da Rua da Fonte com pátio e palheiro; uma terra no sítio da Igreja Velha; uma terra no sítio da Amosteia e uma poila no termo de Loivos, devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 18 de Dezembro de 1944.
PRAZO em tres vidas da parte do casal que trazia Joao Antao, morador na vila de Viana, das propriedades contidas num prazo feito a Margarida Afonso, solteira, da metade de uma vinha, eira, uma casa colmaca que e na devesa do mosteiro de Sao Martinho de Crasto, em favor de Gaspar de Araujo, 1ª vida, e que ela nomeia a 2ª, e a 2ª a 3ª. Localidades: CRASTO,Sao Martinho, PONTE BARCA
REGISTO de peticao e provisao a favor do Padre Frei Guilherme Marinho de Santa Maria, Religioso Professo do Instituto e Ordem de Santo Antao e assistente de Nossa Senhora da Penha, sita na serra de Santa Catarina, junto da vila de Guimaraes, para que sejam registados uns papeis no Registo Geral, por medo de roubo ou de os perder e provisao para lhe ratificar os votos. Localidades: COSTA,Santa Marinha, GUIMARAES
O livro foi adquirido pelo escrivão do Juízo de Paz do Distrito de S. Domingos de Rana. Não obstante, na abertura do mesmo regista-se que servirá para lançamento das conciliações do «Juiz de Paz do Concelho de Cascais e Freguesia de Nossa Senhora da Assunção da mesma vila»
Aníbal de Morais foi um jornalista, nascido em Vila Flor, a 27 de Outubro de 1856. Fundou o Jornal de Notícias em 1888, conjuntamente com o abade Manuel Vaz de Miranda e o conselheiro José Diogo Arroyo, e foi o seu diretor. Faleceu no Porto, a 19 de dezembro de 1934. https://pt.wikipedia.org/wiki/Aníbal_de_Morais
Nasceu em Lisboa, a 15 de julho de 1886. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra (1909), foi advogado, deputado e provedor da Misericórdia de Lisboa. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2020/11/03/quem-foi-quem-na-toponimia-do-municipio-de-vila-real-3/ https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/p/pinto_antonio_de_sousa_madeira.pdf
João de Sá Coutinho Rebelo Sotto Maior, 4.º Conde d’Aurora, nasceu em 8 de Outubro de 1929, em Ponte de Lima e faleceu na mesma vila a 25 de Maio de 2012. Concluída a licenciatura em Direito, na Universidade de Coimbra, ingressou na carreira diplomática em 29 de Junho de 1956. In: https://pontedelimacultural.pt/Blog.asp?t=paginas&pid=1848&mpid=1847
Trata-se do empréstimo de 308.439$05 destinado a: 1) Amortização do empréstimo contraído na Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdencia, por escritura de 7 de Junho de 1940 (235.087$85); 2) Amortização do empréstimo contraído no mesmo estabelecimento por escritura de 6 de Junho de 1944 (73.351$20). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 124, II série, de 30 de Maio de 1947.
Trata-se do pedido de empréstimo de 734.210$80 destinado à amortização de empréstimos anteriores, nomeadamente um contraído a 25 de Novembro de 1947, cujo saldo a 31 de Dezembro de 1950 era de 250.932$00 e outro contraído por contrato de 18 de Junho de 1948 cujo débito naquela mesma data era de 483.278$80. Foi desatendido por despacho ministerial de 14 de Junho de 1952.
Trata-se do empréstimo de 500 contos destinado à electrificação da sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 61, II série, de 15 de Março de 1948.
Trata-se do pedido de empréstimo de 70 contos destinado à construção de casas para os magistrados da comarca. Não foi atendido por alegada falta de capacidade financeira por parte da Câmara Municipal. Contém planta da obra.
Trata-se do empréstimo de 366.244$27 destinado à amortização do empréstimo de 500 contos contraído em 1934. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 87, II série, de 15de Abril de 1940.