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ESTEVES, Luís António. Filho de João Bento Esteves e de Teresa de Jesus Esteves, moradores no lugar de Soutulho. N.p. de José Bento Esteves e de Rosa Álvares, de Mourentão, Arbo; n.m. de Manuel António Esteves e de Maria Ventura Dias, de Soutulho. Nasceu em São Paio a 12/1/1841 e foi batizado dois dias depois. Padrinho: Manuel António Domingues, de Lourenços. // (Gémeo de Francisco José).
ESTEVES, Francisco José. Filho de João Bento Esteves e de Teresa de Jesus Esteves, moradores no lugar de Soutulho. N.p. de José Bento Esteves e de Rosa Álvares, de Mourentão, Arbo; n.m. de Manuel António Esteves e de Maria Ventura Dias, de Soutulho. Nasceu em São Paio a 12/1/1841 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinho: Manuel António Domingues, de Lourenços. // (Gémeo de Luís António).
VAZ, Manuel José. Filho de António Caetano [Vaz] e de Maria Rosa [Domingues], moradores no lugar de Carvalha Furada. N.p. de José Bento Vaz (?) e de Maria Rosa Quintela, de Lobiô, Rouças; n.m. de Diogo Manuel Domingues e de Maria de Castro, de Carvalha Furada. Nasceu em São Paio a 15/8/1835 e foi batizado a 19 desse mês e ano pelo padre ACAC. Padrinhos: Francisco José e Maria Teresa, solteiros, filhos de José Bento Vaz.
SOARES, Germano Augusto. Filho de Feliciano Joaquim Soares e de Maria Delfina Rodrigues, lavradores, residentes no lugar da Carreira. N.p. de José Luís Soares e de Florinda de Caldas; n.m. de Bento Rodrigues e de Rosa Matildes Vaz. Nasceu no lugar da Carreira, São Paio, a 7/3/1892, e foi batizado pelo padre António Esteves no dia seguinte. Padrinhos: Bento Manuel Vieites, do dito lugar, e Maria de Caldas, de Real, solteiros, todos lavradores. // Morreu a 12/8/1894 e foi sepultado no adro da igreja.
RODRIGUES, Amélia Cândida. Filha de António Bento Rodrigues, de Santa Cristina de Baleixe, Galiza, e de Eusébia Rosa Sarandão, de Badim, Monção, caseiros no lugar dos Chãos, SMP. N.p. de António Bento Rodrigues e de Francisca Pires; n.m. de Diogo António Sarandão e de Maria Rosa Araújo, todos lavradores. Nasceu a 13/9/1870 e foi batizada a 19 desse mês e ano. Padrinhos: JCGA e Georgina Cândida, solteira, de intramuros.
MARIA VENTURA. // Apareceu abandonada na freguesia de Cristóval no dia 18/6/1768. // No dia seguinte, Manuel Domingues, dessa freguesia, levou-a para a Câmara Municipal, a fim de ficar registada no livro dos expostos. // Ainda neste dia 19 recebeu o batismo na igreja de SMP pelo padre Manuel Bento de Lima, encomendado de SMP. Padrinhos: padre Bento Lourenço Mogueimes e o padre batizante. Testemunhas: João Luís de Araújo e Pedro António de Castinheira, ambos da Vila.
TRANCOSO, Ana Joaquina. Filha de Bento Luís Trancoso e de Maria José Quintela, moradores nas Várzeas, Vila. N.p. de José Bento Trancoso e de Andreza Luísa, do dito lugar; n.m. de Rosa Quintela, de Rouças. Nasceu a 18/6/1832 e foi batizada na igreja de SMP 26 desse mês e ano. Padrinhos: Luís de Sousa e Gama, da Serra, Prado, e Ana Joaquina de Sousa e Castro Menezes, de Galvão, SMP.
TRANCOSO, João Francisco. Filho de Bento Luís Trancoso e de Maria José Quintela, moradores nas Várzeas, Vila. N.p. de José Bento Trancoso e de Andreza Antónia, galegos; n.m. de Rosália Quintela, do Telheiro, Rouças. Nasceu a 6/7/1826 e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês. Padrinhos: João Francisco Cília, da Ilha de Malta, residente na Vila de Melgaço, e Rosa Maria, irmã do batizando.
TRANCOSO, Luís Joaquim. Filho de Bento Luís Trancoso e de Maria José Quintela, moradores nas Várzeas. Neto paterno de José Bento Trancoso, de Santa Cristina de Baleixe, e de Andreza Antónia Preta, de Mourentão, Tui; neto materno de Rosália Quintela, do Telheiro, Rouças. Nasceu na Vila a 8/1/1829 e foi batizado na igreja de SMP a 12 desse mês e ano. Padrinhos: Luís de Sousa Gama, da Casa da Serra, Prado, e Ana Joaquina de Sousa e Castro, de Galvão, Vila.
VELHO, Maria dos Anjos. Filha de Alberto César da Costa Velho, melgacense, e de Maria Nunes da Rocha, brasileira. N.p. de Manuel José da Costa e de Florinda Rosa Alves; n.m. de José Machado Nunes e de Maria de Jesus Nunes. Nasceu na Rua Direita a 2/5/1906 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Bento Fernandes Pinto e Maria Carolina Pires. // Faleceu a 30/5/1906 e foi sepultada no cemitério municipal. // Gémea de Bento.
António Mendes Bello, cardeal-patriarca de Lisboa, nasceu em S. Pedro de Gouveia, em 1842, filho de Miguel Mendes Belo e de D. Rosalina de Almeida Mota; e faleceu em Lisboa, no paço do Campo de Santana, em 1929.Em 1856 entrou no seminário de Coimbra, onde fez os preparatórios, e em 1862 concluiu o curso eclesiástico. Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, que frequentou de 1866 a 1870. Concluída a formatura, entregou-se à advocacia na sua terra natal. Em 1871 foi professor do liceu do Funchal; em 1873, nomeado professor de Teologia no seminário de Elvas; em 1874, escolhido para governador do bispado de Pinhel e em 1881, transferido para o governo da diocese de Aveiro. Nomeado vigário geral do patriarcado e arcebispo de Mitilene em 1883, foi preconizado e sagrado em 1884. Poucos meses depois foi eleito bispo do Algarve e a 2 de fevereiro de 1885 fez a entrada solene na catedral de Faro até ir para a Sé de Lisboa em 1907. Em 1914 partiu para Roma, a fim de tomar parte no consistório para a eleição de novo pontifício, e foi já Bento XV quem impôs o barrete e o chapéu cardinalício, com o título dos Santos Marcelino e Pedro. Em 1918, dirigiu ao presidente da república Sidónio Pais, uma mensagem a respeito das injustiças e violências sofridas pela igreja em Portugal desde a implantação do novo regime. Voltou a Roma para o consistório em que foi eleito Pio XI (Fev. 1922) e com a peregrinação nacional do Ano Santo (Maio 1925). In: https://www.freguesiadegouveia.pt/gouveenses-ilustres/60-cardeal-mendes-belo
“Nascido na Beira Alta em 1906, Flausino Torres desceu até Coimbra nos anos 20 para ir à universidade. Depois seguiu para Lisboa, onde se tornou, durante a década de 40, um intelectual prestigiado nos meios oposicionistas (em boa medida graças aos livros que escreveu para a Biblioteca Cosmos de Bento de Jesus Caraça). Na década de 50, porém, Flausino regressa a Tondela. Cultiva a terra que herdou e leciona num colégio particular. Mas é de novo sol de pouca dura. Afastado do colégio e após experiência prisional curta e violenta às mãos da PIDE, que se veio somar às prisões de sua filha Marcela e de seu filho Cláudio, parte de novo em viagem e chega à Argel dos anos 60. Aqui, no meio da oposição portuguesa, nem por isso se queda por mais do que alguns meses. Irritam-no os aristocratas que mudam de camisa todas as noites, lavam-se em cerveja, adiam reuniões para ver jogos de futebol e fazem poemas à camponesa. Ademais, surgem problemas entre si e o responsável local do PCP. Segue então para Leste e, à boleia do partido, acaba a lecionar História de Portugal numa universidade de Praga. O ofício de historiador ocupava-o desde há muito. Para a Biblioteca Cosmos havia escrito sobre as civilizações ditas primitivas, rondando temas hoje estudados pelo seu filho (esse mesmo: Cláudio Torres). Depois aproximou-se dos séculos mais contemporâneos. E em Praga escreveu mesmo a única História de Portugal de síntese comunista. Entretanto, na hora crítica de 1968, a capital checoslovaca marcou a sua rutura partidária. Desiludido com a posição pró-soviética do PCP e com o funcionamento interno do partido, enfrenta Álvaro Cunhal e pede ao Comité Central que suspenda o secretário-geral. É afastado do partido e pouco tempo depois está de regresso à Beira. Assiste ao 25 de Abril mas logo acaba por morrer." In: https://pt.mondediplo.com/spip.php?article250
Parecer do Procurador Geral da Coroa, José Cupertino de Aguiar Ottolini, relativa à proposta de construção de uma ponte sobre o Rio Sado, por conta da Câmara Municipal de Alcácer do Sal.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre o requerimento em que Teodora Maria de Saldanha e Silva solicita o pagamento dos soldos que ficaram em dívida ao seu falecido marido.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre a concessão do grau de cavaleiro da ordem militar de Avis a Adriano José Curvo Semedo Portugal da Silveira.
Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério do Reino, de 27 de junho de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 7 de julho, escrito sobre o ofício.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra acerca da reclamação do tenente-coronel Tomás de Aquino e Sousa para que sejam colocados fora do quadro os oficiais superiores em serviço no Ministério das Obras Públicas.