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Edifício do Palácio da Justiça
Contém, em anexo, os seguintes documentos: Fl. 126-128: Certidão da derrama dos 6 milhões a fornecer pelo Comércio de Portugal - Contribuição Extraordinária de Guerra - às Câmaras da Comarca do Ribatejo, as quais contribuiram com os seguintes valores: Vila da Castanheira - 30$000 réis; Vila de Povos - 110$000 réis; Vila Franca de Xira - 4.600$000 réis; Vila de Alhandra - 600$000 réis; Vila de Alverca - 850$000 réis; Vila de Arruda dos Vinhos - 2.000$000 réis; Vila de Cheleiros - 10$000 réis. Totaliza: 8.200$000 réis.
VILAS, Manuel. Filho de Luís José Vilas, oficial de carpinteiro, natural de Penso, e de Ana Maria Alves de Sousa, natural de Sá, Monção. Neto paterno de Manuel Luís Vilas e de Maria Joaquina Alves, de Pomar; neto materno de Manuel Alves de Sousa e de Maria José Rodrigues, do lugar das Casas de Baixo, Sá. Nasceu em Penso a 29/3/1863 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Luís Vilas, oficial de carpinteiro, e sua esposa, Maria Joaquina Alves. // Era solteiro, lavrador, morava no lugar de Barro Grande, quando casou na igreja local a 27/4/1899 com a sua conterrânea Josefina Vaz, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Vicente Vaz e de Maria Emília Esteves. Testemunhas presentes: Vicente Vaz e Luís José Vilas, casados, lavradores. // Faleceu em Sá, Monção, a 22/7/1940.
Arrolamento e entrega de bens, ao abrigo do Decreto-lei n.º 30615, de 25 de Julho de 1940, ao benefício paroquial da freguesia de Vilas Boas, concelho de Chaves e distrito de Vila Real, nomeadamente a residência paroquial no sítio da Rua da Fonte com pátio e palheiro; uma terra no sítio da Igreja Velha; uma terra no sítio da Amosteia e uma poila no termo de Loivos, devidamente identificados no auto de entrega lavrado a 18 de Dezembro de 1944.
PRAZO em tres vidas da parte do casal que trazia Joao Antao, morador na vila de Viana, das propriedades contidas num prazo feito a Margarida Afonso, solteira, da metade de uma vinha, eira, uma casa colmaca que e na devesa do mosteiro de Sao Martinho de Crasto, em favor de Gaspar de Araujo, 1ª vida, e que ela nomeia a 2ª, e a 2ª a 3ª. Localidades: CRASTO,Sao Martinho, PONTE BARCA
REGISTO de peticao e provisao a favor do Padre Frei Guilherme Marinho de Santa Maria, Religioso Professo do Instituto e Ordem de Santo Antao e assistente de Nossa Senhora da Penha, sita na serra de Santa Catarina, junto da vila de Guimaraes, para que sejam registados uns papeis no Registo Geral, por medo de roubo ou de os perder e provisao para lhe ratificar os votos. Localidades: COSTA,Santa Marinha, GUIMARAES
Sitas na vila de Santa Maria Maior de Barcelos, o qual é mordomo da Confraria de Nossa Senhora da Esperança.
É embargante José Jácome de Sousa e agravado João Luís Jácome de Sousa Pereira de Vasconcelos. Os autos são relativos ao inventário feito por morte de sua mãe D. Inácia Teresa de Vilas Boas.
O livro foi adquirido pelo escrivão do Juízo de Paz do Distrito de S. Domingos de Rana. Não obstante, na abertura do mesmo regista-se que servirá para lançamento das conciliações do «Juiz de Paz do Concelho de Cascais e Freguesia de Nossa Senhora da Assunção da mesma vila»
Aníbal de Morais foi um jornalista, nascido em Vila Flor, a 27 de Outubro de 1856. Fundou o Jornal de Notícias em 1888, conjuntamente com o abade Manuel Vaz de Miranda e o conselheiro José Diogo Arroyo, e foi o seu diretor. Faleceu no Porto, a 19 de dezembro de 1934. https://pt.wikipedia.org/wiki/Aníbal_de_Morais
Nasceu em Lisboa, a 15 de julho de 1886. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra (1909), foi advogado, deputado e provedor da Misericórdia de Lisboa. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2020/11/03/quem-foi-quem-na-toponimia-do-municipio-de-vila-real-3/ https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/p/pinto_antonio_de_sousa_madeira.pdf
João de Sá Coutinho Rebelo Sotto Maior, 4.º Conde d’Aurora, nasceu em 8 de Outubro de 1929, em Ponte de Lima e faleceu na mesma vila a 25 de Maio de 2012. Concluída a licenciatura em Direito, na Universidade de Coimbra, ingressou na carreira diplomática em 29 de Junho de 1956. In: https://pontedelimacultural.pt/Blog.asp?t=paginas&pid=1848&mpid=1847
Trata-se do empréstimo de 308.439$05 destinado a: 1) Amortização do empréstimo contraído na Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdencia, por escritura de 7 de Junho de 1940 (235.087$85); 2) Amortização do empréstimo contraído no mesmo estabelecimento por escritura de 6 de Junho de 1944 (73.351$20). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 124, II série, de 30 de Maio de 1947.
Trata-se do pedido de empréstimo de 734.210$80 destinado à amortização de empréstimos anteriores, nomeadamente um contraído a 25 de Novembro de 1947, cujo saldo a 31 de Dezembro de 1950 era de 250.932$00 e outro contraído por contrato de 18 de Junho de 1948 cujo débito naquela mesma data era de 483.278$80. Foi desatendido por despacho ministerial de 14 de Junho de 1952.
Trata-se do empréstimo de 500 contos destinado à electrificação da sede do concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 61, II série, de 15 de Março de 1948.
Trata-se do pedido de empréstimo de 70 contos destinado à construção de casas para os magistrados da comarca. Não foi atendido por alegada falta de capacidade financeira por parte da Câmara Municipal. Contém planta da obra.
Trata-se do empréstimo de 366.244$27 destinado à amortização do empréstimo de 500 contos contraído em 1934. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 87, II série, de 15de Abril de 1940.
Trata-se do empréstimo de 622.636$70 destinado à conversão de empréstimos anteriores, nomeadamente contraídos com a Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência a 25 de Novembro de 1947, 18 de Junho de 1948 e 31 de Maio de 1955. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 252, II série, de 29 de Outubro de 1957.
Trata-se do empréstimo de 300 contos destinado à aquisição de terrenos para os edifícios escolares e cadeia (235 contos) e contadores de água (65 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 148, II série, de 17 de Junho de 1968. A 8 de Outubro de 1969 a Câmara Municipal solicita autorização para utilizar o saldo de 100.700$00 na construção de um muro na parte sul dos terrenos anexos ao edifício escolar de 4 salas (35 contos) e conclusão do prolongamento da Avenida Marechal Carmona (65.700$00), o que foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 287, II série, de 10 de Dezembro de 1969.
Trata-se do pedido de empréstimo de 500 contos destinado a obras de exploração e captação de água para o abastecimento da cidade. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 1.500 contos destinado à conclusão do cemitério do Arcabuzado (300 contos), construção do matadouro (400 contos) e do mercado (800 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 97, II série, de 28 de Abril de 1942. O pedido inicial montava a 2.000 contos e incluia também obras de saneamento, no valor de 500 contos.
Trata-se do empréstimo de 500 contos destinado à construção de casas económicas (200 contos), obras de saneamento e distribuição de energia eléctrica (300 contos). Foi autorizado por despacho do Sub-secretário de Estado das Finanças de 23 de Fevereiro de 1935.
Trata-se do empréstimo de 2.700 contos destinado à aquisição de terrenos para a construçãoda Escola do Magistério Primário, Hospital Regional e Sé Catedral. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 282, II série, de 5 de Dezembro de 1967.
Trata-se do empréstimo de 1.500 contos destinado à obra de construção do mercado municipal. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 267, II série, de 14 de Novembro de 1959.
Trata-se do empréstimo de 2.400 contos destinado a: 1) Obras complementares da abertura da Avenida de D. Dinis - pavimentação, abastecimento de água, drenagem de esgotos, etc. (390 contos); 2) Obras complementares da abertura da Avenida de acesso ao novo mercado municipal - expropriações, terraplanagem, pavimentação, abastecimento de água, drenagem de esgotos, etc. (300 contos); 3) Construção do Bairro de São Vicente de Paula e sua urbanização (1.500 contos); 4) Expropriação de terrenos para o estádio municipal e construção do mesmo (210 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 287, II série, de 11 de Dezembro de 1948, que altera a portaria publicada no Diário do Governo n.º 145, II série, de 24 de Junho de 1948. O pedido inicial montava a 3.000 contos e destinava-se a: a) Arranjo do Largo do Governo Civil (150 contos); b) Pavimentação da Avenida D. Dinis (390 contos); c) Avenida de acesso ao novo mercado - terraplanagem e pavimentação (300 contos); d) Arranjo em torno do Seminário (200 contos); e) Reparação de edifícios municipais (250 contos); f) Construção do Bairro de São Vicente de Paula e sua urbanização - construção de 96 casas de habitação para classes pobres (1.500 contos); g) Expropriação do terreno municipal e construção do estádio municipal (210 contos).
Trata-se do empréstimo de 3.539.777$15 destinado à amortização de um empréstimo de 700 contos, contraído em 1942; um empréstimo de 1.600 contos contraído em 1946; um empréstimo de 1.500 contos contraído em 1948 e um empréstimo de 369.738$60 contraído em 1948. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 114, II série, de 13 de Maio de 1952.
Trata-se do empréstimo de 1.000 contos destinado à electrificação de diversas freguesias do concelho. Foi autorizado por portaria de 25 de Outubro de 1961.
Trata-se do empréstimo de 250 contos desconhecendo-se o fim a que se destinava. Foi autorizado por despacho ministerial de 7 de Maio de 1927.
Trata-se do empréstimo de 2.050 contos destinado ao abastecimento de água ao concelho, nomeadamente às povoações rurais de São Romão e Bencatel. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 46, II série, de 23 de Fevereiro de 1968.
Trata-se do pedido de empréstimo de 800 contos destinado a obras de adaptação de um edifício a escola do Ciclo Preparatório. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 150 contos destinado à aquisição de terrenos para a construção de casas. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 177, II série, de 1 de Agosto de 1966.
Trata-se do empréstimo de 1.200 contos destinado ao abastecimento de água e de esgotos. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 32, II série, de 8 de Fevereiro de 1971.
Trata-se do pedido de empréstimo de 8.000 contos destinado a resgatar a concessão da distribuição de energia eléctrica, de que é concessionária a Sociedade Fabril Alentejana, Lda. Idêntica pretensão foi formulada pela Câmara Municipal do Alandroal. Desconhece-se se o empréstimo foi concedido.
Trata-se do empréstimo de 1.000 contos destinado ao abastecimento de água ao concelho e de esgotos em São Romão e Bencatel. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 37, II série, de 13 de Fevereiro de 1970.
Trata-se do empréstimo de 250 contos destinado a obras de abastecimento de água. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 145, II série, de 22 de Junho de 1954.
Trata-se da autorização de aquisição pela quantia de 250 contos paga em oito anuidades de um prédio ao Banco Nacional Ultramarino, situado no Campo da Restauração, para a instalação da abegoaria municipal. Foi autorizado por portaria de 19 de Julho de 1960.
Trata-se da autorização de aquisição em três prestações de uma viatura automóvel para transporte de carnes verdes, pela quantia de 84 contos. Foi autorizado por portaria de 28 de Julho de 1960.
Trata-se do empréstimo de 680 contos destinado à remodelação da rede de distribuição da energia eléctrica no concelho. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 14, II série, de 17 de Janeiro de 1963.
Trata-se do empréstimo de 200 contos, desconhecendo-se o fim a que se destinava. Foi autorizado por despacho ministerial de 9 de Outubro de 1928.
Trata-se do empréstimo de 216 contos destinado às obras do prolongamento da Avenida Engenheiro Duarte Pacheco. Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 201, II série, de 26 de Agosto de 1945.
Trata-se do empréstimo de 300 contos destinado à aquisição de contadores de água (200 contos) e pesquisas complementares de água para abastecimento público (100 contos). Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 269, II série, de 18 de Novembro de 1948.