Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for torre and 15,427 records were found.

Folha com 2 fotografias do exterior da capela (s/data). Estudo de acesso de deficientes ao piso superior e sacrário (2012), composto por correspondência (1 fl) e 7 desenhos de escalas e formatos diferenciados. 43 fotografias da capela (19 fls, s/data). Projeto de alterações (construção da torre sineira), composto por declaração do técnico autor do projeto de arquitetura, termo de responsabilidade, estimativa de custos, fotocópia da identificação do técnico autor do projeto de arquitetura, memória descritiva e 22 desenhos de escalas e formatos diferenciados.
Nesta fonte encontram-se igualmente documentos relativos ao processo de orçamento para compra e instalação de um relógio na Torre dos Clérigos do Porto (documentação de 1927-03-09 a 1930-02-14) e ao orçamento para pintura do gradeamento em redor do edifício da Irmandade (documentação de 1927-06-06 a 1927-06-13). Os processos de orçamentos são constituídos por ofícios - neste âmbito encontram-se alguns ofícios enviados pela Irmandade -, contas e recibos.
Consulta acerca do requerimento em que José Alves Ferreira da Silva, como tutor das menores Beatriz da Assunção Rodrigues e Arminda Berta Rodrigues, pede o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida à falecida mãe estas, Teresa de Jesus Prado, na qualidade de professora de ensino primário na Torre de Dona Chama, concelho de Mirandela. Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério do Reino, de 7 de outubro de 1904, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 25 de outubro, escrito sobre o ofício.
Parecer dado em voto separado pelo Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Maria Teresa Gonçalves Deslandes de Melo, casada em segundas núpcias com o bacharel Joaquim José Pereira de Melo, pede, nos termos da lei de 7 de abril de 1877, que seja revalidada a seu favor a pensão de 240 mil réis decretada a favor dos seus filhos, pela perseguição de que foi vítima o seu primeiro marido, o desembargador Manuel Venâncio Deslandes, falecido na Torre de São Julião da Barra, "vítima da sua lealdade à causa liberal".
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora afirmam que, por morte de Constança Eanes, freira do referido mosteiro, receberam uma herdade, localizada no termo de Montemor-o-Novo, e uma casas. As religiosas reclamam pelo facto dos oficiais régios lhe fazerem demanda e por não terem vendido, até um dia depois da morte de Constança, os referidos bens. Afirmam que possuem autorização régia para herdarem bens de valor não superior a seiscentas libras e solicitam que lhes mandem o traslado dessa autorização que se encontra na Torre do Tombo de Lisboa, o que é feito. Redactor: Afonso Cotrim, escrivão Localidade de redacção: Arraiolos
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Fernão Gonçalves, criado da duquesa, que trazia aforadas, umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, junto ao muro e torre da porta de Alconchel, por quarenta e seis soldos de moeda antiga, pagos por Santa Maria de Agosto. Pede autorização à igreja para vender o referido bem a Estêvão Anes Vaqueiro, por mil e trezentos reais. Os clérigos autorizam a venda. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Requerente: Manuel José Ferreira Torres. Assunto: Licença para estabelecer uma passagem de cano sobre o rio Este, afluente do rio Ave. Contém: requerimento (cópia), nota de serviço, alvará de licença número 68 e ordens de serviço.
Requerente: Manuel José Ferreira Torres. Assunto: Licença para reconstruir as paredes de um moinho na margem do rio Este, afluente do rio Ave. Contém: requerimento (cópia), nota de serviço, alvará de licença número 67 e ordens de serviço.
Requerente: Manuel José Ferreira Torres. Assunto: Licença para retificar um moinho que possui na margem esquerda do rio Este. Contém: requerimento (cópia), informação e parecer, alvará de licença número 81 e ordem de serviço.
Requerente: Joaquim Francisco Marques Torres. Assunto: Pedido de licença para colocar um tolde de madeira e zinco, para banhos, na praia de Póvoa de Varzim. Contém: cópia de requerimento, comunicações, notas de serviço, termo de responsabilidade
Requerente: Joaquim Francisco Marques Torres. Assunto: Pedido de licença para colocar um tolde de madeira e zinco na praia da vila de Póvoa de Varzim. Contém: cópia de requerimento, despacho, comunicações, notas de serviço, cópia de termo de responsabilidade
Requerente: Joaquim Francisco Marques Torres. Assunto: Pedido de licença para levantar um tolde de madeira e zinco junto das suas barracas de banho na praia de Póvoa de Varzim. Contém: cópia de requerimento, comunicações, notas de serviço, termo de responsabilidade
Requerente: Joaquim Francisco Marques Torres. Assunto: Pedido de licença para colocar o seu antigo tolde de madeira e zinco, para uso de banhos, na praia da Póvoa de Varzim. Contém: cópia de requerimento, comunicações, notas de serviço, termo de responsabilidade
Requerente: António Ferreira Sousa Torres. Assunto: Licença para consertar um açude e respectivas levadas de irrigação, no ribeiro de Esmeriz. Contém: requerimento, ordem de serviço, planta, nota de serviço e alvará de licença número 135.
Requerente: Joaquim Francisco Marques Torres. Assunto: Pedido de licença para colocar um antigo tolde de madeira e zinco na praia de Póvoa de Varzim. Contém: cópia de requerimento, comunicações, notas de serviço, termo de responsabilidade
Requerente: Joaquim Luís Ferreira Torres. Assunto: Licença para construir uma casa de moinho na margem direita do ribeiro de Guidões. Contém: requerimento, notas de serviço, ordem de serviço, edital, certidão, declaração, termo de responsabilidade e planta.
Requerente: Maria do Sacramento Torres. Assunto: Pedido de licença para reconstruir uma poça de lavar roupa que possui no leito do ribeiro da Fonte. Contém: cópia de requerimento, comunicações, alvará de licença número 62
Requerente: José António Monteiro Torres. Assunto: Pedido de licença para mergulhar alguns "molhos de fachina" no leito do rio Cávado destinados à pesca da lampreia. Contém: cópia de requerimento, despachos, memorandum, comunicações, alvará de licença para pesca número 34
Requerente: Teresa Alves Torres. Assunto: Licença para estabelecer uma barragem constituída por uma comporta, destinada a limar uma propriedade na margem direita do ribeiro de Urdães, afluente do rio Este. Contém: requerimento (cópia), notas de serviço, edital, ordens de serviço, certidão, reclamação (cópia), intimação, auto de vistoria (cópia) e termo de responsabilidade (cópia).
Contém poema do poeta constanciense Tomáz Vieira da Cruz (pai do poeta Tomáz Jorge da Cruz) de homenagem ao casamento de Maria José Mascarenhas Falcão Themudo de Castro com Afonso Themudo de Castro (antigo Provedor da Irmandade da Misericórdia).
Com destino a: França Naturalidade do requerente: Marinhas - Esposende Data de Nascimento: 03/10/1929 Pai: Domingos Francisco da Torre Mãe: Beatriz Braz Estado Civil: Casado Cônjuge: Laurinda Braz Losa Pai do Cônjuge: N/a Acompanhantes : N/a Filhos: N/a Deseja viajar com: N/a Processo: 16/64/E
Prova com assinatura do autor impressa.
Projeto de abastecimento de água.
Processo de obras de saneamento em freguesia rural.
arquitectura civil
Que possui Luís Teixeira de Magalhães de Vila Real.
Idade: 48. Profissão: costureira. Morada: Rua do Hospital. Pai: António José Santos. Mãe: Teresa Jesus. Estado civil: solteiro/a.
Casada com João Rebelo da Silva, negociante. Contém um codicilo ao testamento já feito. Moradores que foram na Rua do Souto, e ao presente Moradora na Rua das Águas. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
Viúva de José António da Silva. Moradora na Rua de Santo André. Freguesia: São João do Souto. Concelho: Braga.
Documentos relacionados com privilégios e renunciação.
Convite para comparecer no Palácio de Fronteira.
INT - Correspondência Interna REQ - Requerimento
INT - Correspondência Interna REQ - Requerimento
SAI - Saída de correspondência CT/OF - Oficio
SAI - Saída de correspondência CT/OF - Oficio
SAI - Saída de correspondência CT/OF - Oficio
ENT - Entrada de Correspondência Diversa FAX - Faxes
INT - Correspondência Interna REQ - Requerimento
SAI - Saída de correspondência CT/OF - Oficio
N.º 106/59 Classificação: Emigrante Processo n.º 16/99/E Residência em Portugal: Apúlia País a que se destina: Brasil Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Classe 3ª
Processo na Junta da Emigração 1773 - E - 97 N.º 147/57 Classificação: Emigrante Processo n.º 16/141/E Residência em Portugal: Apúlia País a que se destina: Brasil Passaporte n.º 18992/57 Data do embarque: 19/12/1957 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Licença de emigração n.º 250, de 02/12/1957 Barco destinado: Salta Classe 3ª Porto de embarque: Lisboa
Processo na Junta de Emigração: 13714/64 - C Classificação: E Processo n.º 16/64 Residência em Portugal: Vila Chã - Esposende Com destino a: França Passaporte n.º 15094/64 Entidade que o emitiu: Junta de Emigração Classe: 3
Processo na Junta da Emigração: 47.414/64 N.º 298 Classificação: Emigrante Processo n.º 16/64 Residência em Portugal: Outeiro - Belinho País a que se destina: França Passaporte n.º 531/65 Entidade que o emitiu: Junta da Emigração Licença de emigração n.º s/n.º, de 08/01/1965 Classe 3ª
Vista parcial do Palácio Nacional de Queluz.
Requerente: Victória Pereira de Macedo. Assunto: Licença para reconstruir muro na margem direita do ribeiro de Castermo. Contém: participação (cópia), informação e parecer, alvará de licença e ordem de serviço.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, sobre o pedido do bacharel João José de Oliveira Gomes, para que lhe seja concedido na conformidade da lei de 25 de abril de 1876, o aumento do terço do ordenado que lhe compete como juiz de direito na comarca de Torres Novas.
Ofício sobre os revoltosos de Torres Novas.
Original do recorte de imprensa "Reflexão do núcleo do Forum Abel Varzim de Torres Novas - 'A saúde na Região'", de autor não identificado, publicado n'O Almonda de 27 de fevereiro de 1998, página 5.
Requerente: José Gomes Torres. Assunto: Pedido de licença para abrir uma vala destinada a conduzir água para um seu moinho e engenho de serrar madeira (serração) que pretende construir dentro do seu prédio denominado Campo da Cortinha, na margem esquerda do ribeiro de Remelhe. Contém: cópia de requerimento, cópia de edital, comunicações, intimação, cópia de alvará, cópia de receita de pagamento, planta, nota de serviço, cópia de termo de responsabilidade
Os provedores eram magistrados de nomeação régia com competências simultaneamente administrativas, judiciais e fiscais. Primitivamente os corregedores reuniam também as competências mais tarde conferidas aos provedores. Porém, D. João II cometeu o encargo aos contadores que estabeleceu nas comarcas de conhecerem das causas relativas a terças, resíduos, hospitais e órfãos. D. João III, pretendendo diminuir o número de magistrados, tornou a cometer aos corregedores esses mesmos encargos. Queixando-se, porém, os povos de que os corregedores atendiam primeiro às questões de Fazenda e resíduos, por lhes serem mais proveitosas, pareceu ao Rei que esse desatendimento não era voluntário, mas sim uma consequência do facto de as correições serem grandes e não poderem anualmente ser também visitadas e providas de Justiça. Para obstar a esse inconveniente providenciou o soberano em reparti-las, reduzindo em muito a extensão das comarcas e tornando a incumbir aos corregedores o "ofício" de provedores. Foi esta situação alterada, posteriormente, tornando a incumbir-se aos contadores o "ofício" de provedores. De notar, contudo, que houve comarcas, como a do Porto ou a de Ourique em que as competências de provedor permaneceram reunidas às de corregedor. O percurso histórico das competências sobre terças, resíduos, hospitais e órfãos esclarece o facto das provedorias ou circunscrições territoriais de um provedor serem, geralmente, muito mais latas do que as circunscrições territoriais de um corregedor, pois o Reino estava dividido em quarenta e duas comarcas de Correição (Correições da Coroa ou Correições Senhoriais), estando apenas dividido em vinte e duas comarcas de Provedoria, respectivamente do Algarve, de Aveiro, de Beja, de Castelo Branco, de Coimbra, de Elvas, de Évora, da Guarda, de Guimarães, de Lamego, de Leiria, de Miranda, de Moncorvo, de Ourique, de Portalegre, do Porto, de Santarém, de Setúbal, de Tomar, de Torres Vedras, de Viana e de Viseu. Os provedores e contadores das Comarcas têm as suas competências apresentadas no título LXII do Livro I das Ordenações Filipinas e no regimento dos contadores das Comarcas, integrado nos capítulos LX-XCIX das Ordenações da Fazenda, dadas por D. Manuel. Segundo as Ordenações Filipinas deviam os provedores: - acompanhar todo o processo de execução dos testamentos, incluindo a verificação dos inventários post-mortem, e decidir litigiosamente contra os testamenteiros em falta; - superintender nos juízes dos órfãos e nos tutores de menores, no que dissesse respeito à defesa dos interesses dos órfãos, decidindo litigiosamnete quando essa situação não se verificasse; - apreciar a legitimidade dos pedidos de transmissão de bens de ausentes, verificando se o pretendente se encontrava nas legítimas condições de sucessão; - examinar as contas dos mordomos e administradores de capelas, hospitais, albergarias e confrarias, elaborar, corrigir e fazer cumprir todas as disposições e sentenças expressas nos respectivos tombos, superintender em todos os processos de aforamento de bens vinculados a estas instituições e cuidar pela admissão e bom exercício dos clérigos, sempre que a admissão dos mesmos se justificasse; - tomar a terça parte dos rendimentos dos concelhos (terças) e aplicá-la ao reparo de muros, castelos e, de um modo geral, a tudo o que fosse necessário para a defesa dos lugares, podendo proceder contra os tesoureiros dos concelhos que não fizessem a entrega das quantias devidas; - tomar as contas dos dois terços dos rendimentos que pertenciam aos concelhos e verificar se tinham sido efectivamente gastos em benefício do concelhos, podendo, no caso de despesas irregulares, executar os oficiais, vereadores, corregedores, juízes de fora ou ordinários responsáveis por terem autorizado ou procedido a essas mesmas despesas; - superintender no processo de lançamento e recolha do imposto das fintas, destinado a custear obras em igrejas, com competência para decidir litigiosamente nesse mesmo processo, e verificar se o prelado que notificasse a necessidade dessas obras estava devidamente legitimado por contrato, posse, costume antigo ou por direito para reclamar a satisfação dessa obrigação; - conhecer, juntamente com o juiz de fora ou com o contador, dos processos de recurso (mais precisamente, dos "agravos") por vício de forma de eleições para recebedores das sisas dos concelhos. Segundo o "Regimento dos Contadores das Comarcas", integrado nos Capítulos LX-XCIX das Ordenações da Fazenda, devia o provedor, enquanto contador da sua comarca: - meter em pregão o recebimento das rendas e direitos reais do almoxarifado ou almoxarifados dessa comarca, aceitando todos os lances que sobre elas fossem feitos e arrematar o rendimento a quem tivesse oferecido mais; - dar informação de todo o recebimento que ficasse por arrendar, podendo admitir como almoxarifes ou recebedores pessoas da sua confiança, dando-lhes regimento, enquanto não se apresentassem os recebedores ou almoxarifes superiormente enviados; - garantir o bom recebimento das rendas já arrendadas, exigindo de cada rendeiro a respectiva fiança pelos rendimentos a seu cargo; - vigiar e fazer com que os almoxarifes e recebedores cumprissem os respectivos regimentos; - receber os cadernos de assentamentos (nos quais era ordenada a despesa a fazer e as receitas a cobrar nesse ano e nesse almoxarifado), entregá-los prontamente aos respectivos almoxarifes e recebedores e vigiar a boa execução dessas ordens de despesa e receita; - tomar as contas de almoxarifes e recebedores, isto é, promover e presidir a todo o processo de verificação da regularidade das contas, examinando-as, conferindo-as e julgando-as por regulares ou irregulares, com jurisdição para prender todos os oficiais que ficassem devedores à Fazenda Real e executá-los em seus bens pelas quantias devidas, acrescentadas ou não por penas fiscais; - obter um levantamento completo e actualizado de todas as rendas e direitos reais existentes nos almoxarifados da sua comarca, para proceder à incorporação na Fazenda Real de todos os que fossem encontrados livres e sem dono, e proceder à arrecadação dos que não estivessem a ser cobrados; - cuidar para que nos Contos da comarca, os livros de tombo de cada almoxarifado contivessem sempre descrições integrais, exaustivas e actualizadas de todos os bens e direitos que pertencessem à Fazenda Real, quer estivessem vagos quer tivessem sido doados, para que em qualquer momento se soubesse "as cousas da Coroa do Reino e nenhuma não se poder sonegar nem alhear"; - apresentar, de dois em dois anos, na Fazenda, em Lisboa, as contas da sua comarca, para serem vistas pelos vedores, e serem passadas as cartas de quitação aos respectivos almoxarifes e recebedores e também ao próprio contador pela regularidade das contas de todos os oficiais da sua comarca e pela boa administração da Fazenda Real que lhe fora cometida. As Provedorias podem ser consideradas extintas pelos Decretos n.º 23 e n.º 24 de 16 de Maio e o Decreto n.º 65 de 28 de Junho de 1833 que impuseram uma nova organização e divisão administrativa, judicial e fazendária, não figurando a circunscrição provedoria nessa nova estrutura.
Os requerentes são: Maria da Conceição e filhos, Isabel de Oliveira, Maria da Piedade Freitas, Francisca Júlia da Conceição, Maria da Luz da Piedade, Maria do Carmo da Silveira, Maria Gonçalves, Maria José dos Santos, Viscondessa da Torre das Donas, Francisca Maria Agostinha, Vitória da Trindade e filhos menores, Ana Isabel de Jesus Lopes, Ana Emília da Cruz e filhos, Joaquim Teotónio Segurado e Sebastião Francisco. Contém ofício da 9.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 18 de abril de 1902, e pareceres do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 26 de maio, escritos sobre o ofício.
Processo pedagógico de uma formação realizada no Centro Social e Paroquial de Torres Vedras. Organização da documentação: referencial da ação; manual da ação de formação; documentação de apoio; currículo e CAP formador e gestor de projeto; fichas de inscrição; registo de presenças, sumário e ocorrências; avaliação.
Parecer do Procurador Geral da Coroa, João Batista da Silva Ferrão de Carvalho Martens, acerca do conselheiro Francisco Xavier Torres e Almeida como usufrutuário que consolidou o usufruto com a propriedade por suceder nos bens da legatária a quem aquela pertencia, solicita para pagar a contribuição do registo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, sobre o requerimento do juiz de direito de Torres Novas, o bacharel João José de Oliveira Gomes, em que solicita o aumento do ordenado.
Requerente: Alberto Pinheiro Torres - Casa de Detenção e Correção do Porto. Assunto: Pedido de autorização para colocar barracas de banho para os reclusos no leito do rio Ave. Contém: requerimento (cópia), nota de serviço, ordem de serviço, planta e comunicação
Requerente: Teresa Alves Torres e outros. Assunto: Licença para mudar o curso do ribeiro de Urdães, afluente do rio Este e este do rio Ave, para facilitar o vazão com a supressão da apertada curva onde as cheias têm sucedido. Contém: planta [duplicado], requerimento (cópia), nota de serviço, alvará de licença número 163 e ordem de serviço.