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Venda em hasta pública dos móveis, paramentos e alfaias que pertenceram à igreja do extinto Convento de São Francisco, da freguesia da Sé, da cidade de Portalegre, que se realizou nos dias 13 a 15 de Novembro de 1921 e que produziu a quantia de 3.074$80. Inclui a lista dos objectos, nome do adjudicatário, montante da avaliação e da aquisição, assim como n.º 1345 do jornal “A Plebe”, de 20 de Novembro de 1921; o n.º 2732 de “O Distrito de Portalegre”, de 6 de Novembro de 1921; e ainda algumas folhas soltas do “Diário de Notícias” e “O Século”, respectivamente de 6 e de 14 de Novembro de 1921 com notícias sobre o leilão acima referido.
Documentação diversa da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau, dentre a qual destacamos: fotografia a preto e branco das professoras das Escolas de São Nicolau (1928-07-27) e do altar-mor da Igreja de São Nicolau (s.d.); capilha contendo a documentação relativa ao concurso para as obras de limpeza do edifício da Igreja de São Nicolau e anexos (propostas recebidas, cadernos de encargos, memória descritiva, planta, etc.); lista de legados (a saber, Hilário Teixeira (1748); Jerónimo Freitas e Silva (1765); José dos Santos Rodrigues (1803); Dom José Cândido Lameiro (1870); António Gonçalves Morais (1862); Francisco Pacheco (1843); João Carlos Barroca (1895); D. Maurícia Rosa de Santo António (1847); Manuel Ribeiro da Silva (1850); Francisco Dias de Almeida (1867); Joaquim José Pereira de Sousa (1861); Manuel José Viana (1871); D. Justiniana Maria Soares (1899); e D. Angélica Rosa da Silveira); patentes de alguns irmãos; cartas e cartões de agradecimento à irmandade pelas homenagens prestadas a entes queridos falecidos; alvará nomeando a Comissão Administrativa e ata de posse; exemplar do n.º 106, de 9 de maio de 1933 do "Diário do Governo"; guias mensais de imposto de salvação pública pago pela irmandade à Recebedoria de Finanças do 2.º Bairro de Lisboa pelos seus empregados, os quais se encontram devidamente assinados pelo tesoureiro da irmandade que as emite e pela respetiva Repartição de Finanças, com carimbo e assinaturas do chefe e do tesoureiro da dita repartição; patente de Adelaide Sofia da Silva e recibo em como deu a esmola anual aplicada ao culto da devotíssima imagem de Nossa Senhora das Dores e sufrágios aos devotos falecidos; fichas de inscrição de paroquianos, irmãos e viúvas de irmãos pobres para serem considerados como 'pobres' para que possam beneficiar dos socorros concedidos pela irmandade (contêm a designação da irmandade no cimo seguida do termo 'Beneficência'; indicação da qualidade em que se inscreve; dados pessoais; ocupação, número de filhos; tempo de residência na freguesia; estado aparente de saúde; agregado familiar; se é subsidiado por outra associação; aspeto interior da habitação onde reside; valor da renda mensal paga; informação da Junta da Paróquia asseverando o estado de pobreza; data e assinatura do beneficiário e do presidente da Junta da Paróquia.
Inclui os seguintes textos em verso, da autoria de diferentes autores, acumulados por Ruy Cinatti: "A memória de um velho rapsodo [sic]", de João da Fonseca Amaral; "Adagio sostenuto", de Viriato Teles; "Outro poema", de Jorge Menezes; "Canto a la GENTE!", de Manuel Grilo; "A Poesia é o que está a dar?", de Rui Caeiro; "Aqui poe dentro e", de Alexandre Vargas; "A Jorge de Sena e José Afonso, andarilhos deste mundo e no outro", de Zetho Cunha Gonçalves; "Poema para Pedro Assis Coimbra e alguns outros, com uma Cidade de Permeio", de Zetho Cunha Gonçalves; "Memento mors", de Luis Pignatelli; "De costas para o cinema", de João Candeias; "Galeria dos retratos", de Luís Carlos Patraquim; "Se há um ontem", de Laura Gouvêa Pedrosa"; "Retalhos do Maiombe", de José Cristóvão Henriques; “O espaço prometido” e “Divisa para o R.C.”, de José Blanc de Portugal; “Ode a Lisboa”, “Nazaré”, “Ode a minha Mãe” e “Vigil”, de Charles David Ley; “A morte” e “Poeta! Sê homem, apenas”, de José Gomes Ferreira; “Elegia” e “Terra de ninguém”, de António de Sousa; “Infantilíssimo”, “Espiral”, “Conflito” e “Titere”, de Eduardo Rocha; “Rega”, de Francisco Bugalho; conjunto de poemas “Dispersos”, de José Cristóvão Henriques (Jocris); “7 poemas de Timor”, de Fernando Sylvan; “Bens adquiridos - 40 poemas heterogéneos”, de Margarida Futscher; “Poema em prosa absolutamente nada absurdo que me ensinou o Manuel de Abreu Lima”, de Maria Almira Medina, com dedicatória a Ruy Cinatti; “Lengalenga de Benguela”, de José Hipólito Rebelo Raposo; “Heureux les simples”, de Dominique [?], com dedicatória a Ruy Cinatti; “Siena”, de Emílio Mesquita, com dedicatória a Ruy Cinatti; “Natureza Selvagem”, de António Cândido Franco; “Era um rapaz que tinha a vertigem a desgraça”, de Paulo Jorge L. Fidalgo, com dedicatória a Ruy Cinatti; “Mar Longo”, de Almeida Mattos; “Cantiga” e “Outra”, de Cabral do Nascimento; “Cosmos (poema para ser representado)”, de Carlos [de Souza?]; “Maré Distante”, de João Godinho; “Guitarra toca baixinho”, de José Carlos de Campos Macedo; “Três saudades - Goa - Damão - Diu”, de Moita de Macedo; “Unidade na renovação”, de Vellasco Martins. Integra também poemas avulsos, redigidos pelos seguintes autores: A. Costa Neves; Afonso Duarte; Alberto Cardia; António Barahona da Fonseca; António d’Avillez; Artur Vaz Marques; Carlos Barbosa de Carvalho; Cecília Meireles; Fausto José; Francisco José Tenreiro; Helena Cidade Moura; Joaquim Guedes de Sá; Madalena [?]; Manuel Ferreira; Óscar P. Rodrigues; Raquel Baptista; Ribeiro Couto; Salette Tavares; Saúl Dias; e Vasco Sena.
Documentação diversificada, acumulada por Ruy Cinatti ou por outros elementos da sua família, mas cujo contexto de produção não é passível de identificação, por não se reconhecer qualquer relação com nenhum dos produtores ou pelo facto de encerrar um conteúdo atípico face aos restantes documentos. Inclui uma autorização de permanência em Portugal concedida a Manuel de Pedro [...?] pela Real Aduana Capital de Badajoz; uma tradução da obra de Afonso Muzzarelli, intitulada "Origem dos Males..." ou "Aviso ao Povo Cristão", enviada a Álvaro José de Vasconcelos, fidalgo da Casa Real; minuta de carta de remetente não identificado, enviada provavelmente a uma autoridade eclesiástica, com informação sobre uma derrota no campo religioso; uma representação cartográfica da Ilha de Java; cartas de Pedro Hornaz para D. Cosme Damião Pereira, entre outros assuntos com um pedido de proteção para terceiro e respetiva família e referências a navios e deslocações; carta de nomeação de D. Alexandre Pereira para o cargo de capitão de Infantaria do Reino de Motael (1757); carta de perdão a favor de D. Cosme Damião Pereira, tenente coronel de Motael, seus filhos e aliados, qua haviam sido acusados pelo crime de desobediência (1789); uma apólice do Real Erário no valor de 2.400 reis; carta de Ramon de la Rocha para o engenheiro geral do Regimento Real de Zapadores [?], com um pedido de dispensa para celebração de matrimónio a favor de Manuel de Pedro; certidão de batismo de Manuel, nascido a 8 de junho de 1781, filho de Manuel Luís, soldado de infantaria da 5.ª Companhia da Praça de Faro, e de Maria da Conceição (possui uma nota a referir "Uma das certidões de batismo de que se servia meu avô cuja identidade não foi possível averiguar..."); recorte do "Diário de Notícias" (06-11-1974), com a transcrição de cartas inéditas de Bernardino Machado e Jaime Batalha Reis; exemplar do jornal "Novidades" (29-10-1885); exemplar da "Ilustração Portugueza" (18-05-1908); cartas do capitão José Esquível dirigidas ao tenente-coronel Francisco Pedro Curado, e um ofício do Chefe de Estado Maior Interino, major Rainaldo Vale de Andrade, dirigido também ao tenente-coronel Francisco Pedro Curado, com informação relativa à atribuição de um louvor militar a José Esquível.
Processo referente à herdade de Val de Souto próxima de Arraiolos. Na capa consta a seguinte informação: “Tittolos – Fazenda de Val de Souto, que são (oito vinteis de pitanças) cinco alqueires e meio, um selamim traçados, duas partes trigo e uma de cevada, a respeito de cinco moios, em que de presente anda a renda do Dr. Francisco José Leal de Andrade, anno de 1758”. Lá dentro existem documentos relativos à herdade de Val de Souto. Um deles de 10.02.1571 é uma carta de venda. Há escrituras de contratos a que a mesma herdade esteve sujeita; escrituras de partilhas entre os familiares de Francisco José Leal de Andrade; repartição da renda da herdade por várias pessoas e instituições. As religiosas de São José timham a maior parte do senhorio: recebiam de renda 98 alqueires, e três quartas e meio salamim de trigo e 49 alqueires de cevada. Eram ainda senhorios de Val de Souto, entre outros, os religiosos de São Domingos de Évora em 56 alqueires e uma quarta de trigo, a Capela de António Pinto; os herdeiros do Mascarenhas, etc. Contém também certidões requeridas pelos rendeiros após os pagamentos; o testamento de Roque da Mata (datado de 4 de Setembro de 1577) feito na casa do Dr. João de Aboim de Brito, provedor; escrituras de venda de courelas de terra no termo da Vila de Arraiolos; uma relação do que levou de mais Filipe de Cobelos Correia da Silva do quinhão que lhe pertencia na herdade de Val de Souto, termo de Arraiolos, desde Agosto de 1732 até 1743 (Filipe de Cobellos era também senhorio da Herdade de Val de Souto tal como as religiosas de São José, embora estas com o maior senhorio de todos). As religiosas de São José queixaram-se da circunstância e foram atendidas sendo Filipe de Cobelos condenado a pagar. Contém ainda a instituição da Capela de António da Mata; autos de posse de rendas, venda de um quinhão de Pão e pitanças na herdade de Val de Souto, que faz Martinho José às Religiosas do Convento de S. José (em 26 de Março de 1777).