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Casamento de Joaquina Maria Carrujo Fialho Carapeto Borges e João Manuel Borges Noronha realizado na Igreja de S. Francisco, em Vidigueira, no ano de 1972. Ao lado do noivo podemos ver os respectivos padrinhos, nomeadamente Maria Caetana Quaresma e José Francisco Doutor, perto dos quais está a jovem Maria Augusta Maldonado. Ao lado da noiva vemos também os seus padrinhos, nomeadamente, Maria Noémia Carrujo Carapeto e José Palhete. Celebrando o casamento vemos o Padre Manuel Trindade dos Reis. Atrás, vemos Maria Gertrudes, Manuel Franganito, Joaquim Lança, Aires Noronha, Ana Francisca Franganito Morais Prego, Ana Ramalho ("Papa-Toucinho"), Jorge Covas (pai de Maria da Fé), Idalina Grade e Maria Rita Machado Ramalho. Carimbo onde se lê “Polifoto Vidigueira”.
Fichas dos sócios: Maria João Semeão, Maria João da Silva Lourenço, Maria João Varela Guerra, Maria João Vieira Farinha Pereira, Maria Joaquina Ferreira, Maria Joaquina Pires Nunes, Maria José, Maria José Bandarrinha Guimarães, Maria José Barroso Leite, Maria José C. Azevedo Furtado, Maria José da Conceição Valente de Matos, Maria José Dias Gonçalves Guterres Marçal, Maria José Diogo Salema, Maria José Freitas Pires Carvalho, Maria José Ganhão Charruadas, Maria José Guerreiro Alves Craveiro Nunes Matos, Maria José Guerreiro Mendes, Maria José Madeira de Brito Moreira, Maria José Marques de Lima, Maria José Peixoto dos Santos, Maria José Peixoto dos Santos, Maria José Pereira dos Santos, Maria José Pinheiro Fernandes Rosa, Maria José Pinto Morais, Maria José dos Reis Guerreiro, Maria José Ricardo Carapinha, Maria José Rocha Couto das Neves, Maria José Rocha Ferreira Barbosa, Maria José Rodrigues Castelo Dias Cruz, Maria José do Rosário Casimiro, Maria José Rosindo Patinha Miranda, Maria José dos Santos Ferreira, Maria José dos Santos Garção, Maria José dos Santos Góis, Maria José dos Santos Leitão, Maria José da Silva Azevedo, Maria José de Sousa Ribeiro de Carvalho Conceição Revés, Maria Júlia da Cunha Salgueiro, Maria Júlia Ferreira Mendes Dias, Maria Júlia Lopes Ferreira, Maria Júlia Pinto Mendes, Maria Júlia Ribeiro Delgado, Maria Júlia S. G. Tormenta Pinto Coelho, Maria Júlia Tavares das Neves Antunes, Maria Júlia Vieira Costa, Maria Justina Vieira Carvalho Canhoto, Maria Leonor Fernandes Teotónio, Maria Leonor Lay Wá Chinak, Maria Leonor Miranda Saraiva Simões, Maria Leonor Nicolau Ramos, Maria Leonor Padinha de Castro Sousa, Maria Leonor dos Santos Quintino, Maria Leonor dos Santos do Rosário, Maria Leonor Simões da Silva, Maria Libânia Pereira Rodrigues Marques, Maria Lígia Marinho Magalhães, Maria Lina Pombeiro Graça Bernardo Branquinho, Maria Lina Zanate dos Mártires Pereira e Santos, Maria Lisete Piriquito Reis Paula, Maria Lopes Augusto Ricardo, Maria Lúcia Ferreira de Oliveira, Maria Luísa Calisto Alvorado, Maria Luísa Cavalheiro Freire, Maria Luísa Correia Ferraz, Maria Luísa Costa Pereira Sousa, Maria Luísa França de Oliveira dos Santos Bastos, Maria Luísa Henriques Esteves, Maria Luísa Nunes Simões, Maria Luísa Ourique Vilela, Maria Luísa Paula Guerreiro, Maria Luísa Pires Hilário, Maria Luísa Santos Leitão, Maria Luísa dos Santos Pereira, Maria Luísa Santos de Sousa, Maria Luísa Silva Manique, Maria Luísa S. Manique, Maria de Lurdes Almeida Ferreira de Andrade, Maria de Lourdes Almeida Pires, Maria de Lourdes Alves Pereira, Maria de Lurdes Assunção Graça, Maria de Lourdes de Barros Ribeiro, Maria de Lurdes Batista Vieira, Maria de Lurdes Caras Altas Ganhão, Maria de Lurdes da Conceição Ribeiro, Maria de Lourdes Esteves Pinto, Maria de Lurdes Esteves Silva Marques Dinis, Maria de Lourdes Félix Ganço, Maria de Lurdes Gomes Gaspar da Ponte, Maria de Lurdes Lopes da Cruz Gonçalves da Silva, Maria de Lurdes M. Bule, Maria de Lourdes Machado Alves de Almeida, Maria de Lurdes Marques Gonçalves, Maria de Lourdes Martins de Jesus, Maria de Lurdes Martins Pereira, Maria de Lurdes Martins Simões Valério, Maria de Lurdes Miranda, Maria de Lurdes N. Lourenço Correia, Maria de Lourdes Nogueira Neves, Maria de Lourdes Oliveira Fagulha, Maria de Lourdes Oliveira Patrão Rodrigues, Maria Lourdes Oliveira Patrão e Maria de Lurdes Pinto Fonseca.
Recenseamento militar dos seguintes mancebos: Alfredo Casimiro, filho de Joaquim Casimiro e Júlia Domingas; Amaro Joaquim, filho de Joaquim José e Adelina Mariana; António Ângelo Domingues, filho de Ângelo Domingues e Joaquina Maria; António Manuel Bicho, filho de José Manuel Domingues Bicho e Josefa Maria; António Manuel Louro, filho de Manuel da Silva Louro e Gertrudes Maria; António Martins Júnior, filho de António Martins e Maria Rosa; Armando Eduardo Vicente, filho de Eduardo Manuel Vicente e Adelina Matilde; Batista João Cardoso, filho de João Gomes Cardoso e Gertrudes de Jesus; Bernardino da Silva Sapina, filho de António da Silva Sapina e Maria Vitória; Custódio José, filho de Manuel Domingues Bicho e Josefa Maria; Diamantino Martins, filho de António José Martins e Maria Antónia de Jesus; Domingos Manuel, filho de Manuel Francisco e Maria Domingas; Domingos Manuel, filho de Manuel Miguel e Domingas Maria; Domingos Paulo, filho de Paulo Domingos Freire e Mariana Gertrudes; Domingos Pedro, filho de Pedro António Casinhas e Joaquina Maria; Domingos da Rosa, filho de João da Rosa e Domingas da Conceição; Domingos Serrador, filho de Domingos Serrador e Mariana Joaquina; Francisco Borges Maceira, filho de Francisco Manuel Tomásio e Júlia Maria Duarte; Francisco Domingos Constâncio Júnior, filho de Francisco Domingues e Catarina Maria; Francisco Franco, filho de José Francisco Franco e Silvéria Maria; Francisco Vicente Lajeiro, filho de Manuel Vicente Lajeiro e Georgina da Luz; Germano António Perpetuo, filho de António Fernandes Perpétuo e Beatriz Maria; Henrique Martins, filho de Manuel Martins e Maria da Silva; João Joaquim Alves, filho de Joaquim Alves e Joaquina Gertrudes; João Silvestre, filho de Manuel Silvestre e Maria Isabel; Joaquim da Assunção, filho de Joaquim Duarte da Assunção e Maria da Luz, Joaquim João, filho de João Domingues e Custódia Maria; Joaquim Jorge, filho de Luís João Jorge e Maria José; Joaquim Paulo, filho de Joaquim Paulo e Joaquina da Conceição; José Jacinto, filho de Manuel Jacinto e Maria Gertrudes; José Luís, filho de Luís José e Margarida da Nazareth; José Manuel Pedro, filho de Manuel Pedro Antunes e Maria Faustina; José Miguel, filho de Miguel Duarte e Eufémia Maria; José Miguel, filho de Miguel Duarte Rato e Gertrudes Jerónima; José Valentim dos Santos, filho de Domingos Valentim e Emília da Conceição; Julião Manuel Duarte, filho de Manuel Duarte e Maria Joaquina; Láu António Pardal, filho de Francisco António Pardal e Domingas Maria; Luciano Vicente, filho de Alexandre Vicente e Maria Domingas; Manuel Duarte Beato, filho de Manuel Duarte Júnior e Maria Mariana; Manuel Eduardo Vicente, filho de Eduardo Manuel Vicente e Adelina Matilde; Manuel Henriques, filho de José Henriques e Domingas Joaquina; Manuel José, filho de José Miguel e Domingas Baleia; Serafim Manuel Parcelas, filho de Manuel Simões Parcelas e Luísa Maria; Valentim Jacinto, filho de João Jacinto e Luísa Joaquina; Augusto, filho de José Nunes Pereira e Guilhermina Maria; Augusto, filho de Agostinho Manuel Domingues e Domingas de Jesus; Carlos, filho de Manuel José Baleia e Sebastiana Maria; Domingos, filho de Domingos Manuel e Joaquina Maria; Feliciano, filho de Feliciano Jacinto e Maria Narcisa; João, filho de João Duarte e Maria da Conceição; João, filho de Domingos Manuel Barra e Jesuína Maria; João, filho de Vicente Lourenço e Quitéria Caetana; Joaquim, filho de José Vicente Miguel e Jesuína Maria; José, filho de José Duarte Azenha e Maria Vitória; José, filho de Jesuino Simões e Custodia Maria; José, filho de Vicente Domingues Alegre e Maria Teresa; José, filho de José Isidoro e Maria da Luz; Manuel, filho de Domingos Manuel Dias e Maria Joaquina; Manuel, filho de José Manuel Pardal e Maria Bernardina; Manuel, filho de Manuel Bartolomeu e Maria Jesuína; Salvador, filho de Manuel Duarte Patrão e Maria Ana; Vicente, filho de Manuel Jacinto Vicente e Maria Joaquina.
Projecto do 4º Lanço de Campo d´Arca a São João da Madeira, perfil 1175 a 1570, na extensão de 4.966,32 m constituído por peças escritas - memória descritiva e caderno de encargos, medições, séries de preços e bases para a sua composição e orçamento - e peças desenhadas - perfil longitudinal, perfis transversais e obras de arte. Parecer da Junta Consultiva de Obras Públicas e Minas.
Correspondência recebida no Jubileu da Igreja Lusitana: edição do número único comemorativo do jornal "A Igreja Lusitana", pedidos de estatísticas às paróquias, notas históricas enviadas de Lisboa (S. Paulo), Setúbal. Movimento da Paróquia do Salvador do Mundo, da Paróquia do Redentor, Missão da Vila Samaritana, notas de Joaquim dos Santos Figueiredo sobre a Igreja Espanhola e "Uma tentativa de restauração da Igreja Lusitana no tempo do Marquês do Pombal. Inclui também notas históricas das Igrejas de S. Pedro, S. Paulo, S. João Evangelista, Igreja e Escola do Bom Pastor (Candal)notas de Júlio Bento da Silva, José Leite Bonaparte (Igreja de Cristo); "A Igreja do Prado" por Augusto Nogueira; notas sobre Diogo Cassels, José Nunes Chaves.
Esta série é constituída por um livro com as atas da Comissão de Bolsas, entre 1985 e 1986. A Comissão de Bolsas funcionava por delegação da Comissão Permanente do Sínodo da Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica. As suas reuniões seriam pontuais, de acordo com os pedidos de bolsas. todas as suas decisões seriam tomadas de acordo com o Regulamento, aprovado em reunião da Comissão Permanente. O Bispo presidia às reuniões da Comissão. Actas referentes aos pedidos de bolsas com os seguintes assuntos: Momento devocional; Funcionamento da comissão; Análise dos pedidos recepcionados (Paróquia do Redentor - Porto; S. João Evangelista - Vila Nova de Gaia; Cristo Reunido - Alcácer do Sal; S. Pedro - Lisboa; S. Jerónimo - Queluz; S. Tomé - Castanheira do Ribatejo; S. Mateus - Vila Franca de Xira; S. Paulo - Lisboa).
Texto datilografado de Susan Lowndes acerca da celebração do dia de São Patrício na Igreja do Corpo Santo em Lisboa; mostra de livros católicos em português no Instituto Superior Técnico; bispo de Lourenço Marques, D. Teodósio de Gouveia, fala sobre os perigos para a moral cristã (inclui texto remetido pelo NCWC/NS); batismo de soldados nativos de Moçambique; embaixador americano vai visitar Moçambique; nova igreja de Nossa Senhora de Fátima em Nova Lisboa; envio de bens alimentares para as vítimas das cheias na Zambézia pela NCWC - Relief Services; comemoração em Lisboa do aniversário da coroação Papal; inauguração do museu de arte e arqueologia no Seminário do Porto; doação da Fundação Calouste Gulbenkian ao Hospital de São João de Deus em Montemor-o-Novo; bênção de imagens de Nossa Senhora de Fátima para irem para Belém, Milão e Rússia; celebração coletiva da Páscoa em Lisboa (inclui texto remetido pelo NCWC/NS).
Inclui documentação relativa a acções judiciais que contaram com a intervenção directa de António Lino Neto, que foram objecto (documentado) do seu interesse ou que desencadearam solicitações para a sua intercessão. Destacam-se os requerimentos, cópias de acórdãos, minutas de recursos, sentenças, exposições, correspondência e apontamentos relacionados, entre outros assuntos, com a restituição do edifício do Seminário da diocese do Funchal; a defesa do padre João Fernandes Moreno (pároco de Moledo do Minho), acusado de participar num movimento monárquico; a defesa da firma Aliança Agrícola e Comercial Lda., num processo motivado pela concorrência industrial no sector da farinação do peixe; a justificação da posse e domínio de vários prédios sitos em Lisboa, a favor das Irmãs da Caridade.
Versão preparatória das disposições testamentárias de António Lino Neto, instituindo o usufruto dos seus bens a favor da esposa, [Maria Matilde da Cruz Antunes de Mendonça Lino Neto]. Destaca-se ainda a invocação à Santíssima Trindade e à Sagrada Família. Integra também uma nota manuscrita, intitulada “Testamento dum pai”, com considerações sobre a marca divina na liberdade, sobre o livre arbítrio e sobre a auto-determinação dos homens. Neste texto evoca-se Santa Teresa do Menino Jesus, o Santo Cura d’Ars, João Maria Batista Vianney e Marie-Julie Jahenny. Compreende, por fim, um apontamento autobiográfico, no qual António Lino Neto se define como católico “decidido e destemido”, cristão fervoroso e chefe de uma família verdadeiramente cristã.
(Viana do Castelo) - Envio da cópia de uma mensagem dirigida a todos os prelados portugueses; agradecimento pelo convite para um congresso do Centro Católico Português. Inclui a referida mensagem aos prelados portugueses, subscrita pelos representantes das Ordens e Congregações Religiosas, reunidos no Seminário das Missões do Espírito Santo de Viana do Castelo, pela qual manifestam o reconhecimento pela protecção e carinhoso acolhimento dispensado à restauração dos institutos religiosos, a incondicional subordinação à orientação da Santa Sé e o apoio à organização e desenvolvimento do Centro Católico Português. Subscrevem a mensagem o padre António Coelho pelos Beneditinos, o padre José Lourenço pelos Dominicanos, o padre Cipriano do Vale pelos Franciscanos, o padre Cândido Mendes pelos Jesuítas, Sebastião Mendes pelos Lazaristas, o padre José Maria Coelho pelos Salesianos, o padre João Nunes Monteiro pelos Missionários do Coração de Maria e, por fim, Moisés Alves de Pinho, missionário do Espírito Santo.
Conjunto documental referente aos contactos estabelecidos por António Lino Neto com grupos de intelectuais portugueses, salientando-se a correspondência recebida a solicitar a sua presença em encontros que visavam a constituição da União Intelectual Portuguesa (secção nacional da «Union Intellectuelle Européenne»). Entre os elementos responsáveis pela dinamização deste grupo, estão diversos nomes de referência para os movimentos culturais da I República, nomeadamente Jaime Cortesão, António Sérgio, Teixeira de Pascoaes, Vicente Pindela, Afonso Lopes Vieira, Alfredo Pimenta, João Ameal e Leonardo Coimbra. Integra também vários folhetos de cordel, brochuras e livros, com composições poéticas da autoria de algumas das mencionadas personalidades, que partilharam com Lino Neto o ambiente académico conimbricense de finais do século XIX. A atestar estes contactos, sublinham-se as dedicatórias dirigidas a Lino Neto, patentes em algumas das obras. Compreende, por fim, recortes de imprensa reunidos por António Lino Neto, com artigos de homenagem a diversas individualidades do panorama cultural português.
Inclui um bilhete-postal e cartas, maioritariamente colectivas, subscritas, entre outros, por Jaime Cortesão, António Sérgio, Teixeira de Pascoais, Vicente Pindela, Afonso Lopes Vieira, Tomás de Noronha, Alfredo Cortez, Alfredo Pimenta, António Eça de Queiroz, António Ferro, António Pereira Forjaz, cónego Correia Pinto; Eusébio [Barbosa] Tamagnini [de Matos Encarnação], [José] Fernando de Sousa, Ivo Cruz, João Ameal e Leonardo Coimbra. Predominam as convocatórias a solicitar a presença de António Lino Neto em encontros para a organização da União Intelectual Portuguesa. Sublinha-se também a convocatória para a participação de Lino Neto num banquete de defesa da civilização cristã e latina e um pedido de parecer formulado por António Sérgio, relacionado com um artigo de sua autoria que motivara acusações de falsificação de textos.
Reportagem fotográfica da cerimónia de bênção da Primeira Pedra do Monumento a Cristo Rei. As fotografias documentam a procissão solene de entrada, a oração do cardeal-patriarca à chegada ao local, aspetos da assistência, os prelados presentes (D. Manuel Mendes da Conceição Santos, arcebispo de Évora; D. João Evangelista de Lima Vidal, arcebispo-bispo de Aveiro; D. Manuel Trindade Salgueiro, arcebispo de Mitilene; D. José do Patrocínio Dias, bispo de Beja; D. António Ferreira Gomes, bispo de Portalegre, e D. Manuel dos Santos Rocha, bispo de Priene), a oração da bênção, a aspersão da pedra, a picagem da pedra, a assinatura do auto, o pergaminho com o auto e a alocução final do cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira.
(Porto) Deseja saúde ao P. Sebastião para que consiga “aguentar os exaustivos trabalhos da consagração". Anuncia que chegará a Lisboa no dia 15 à noite, com o P. Jorge, não sabendo ainda se irá também o P. Manuel. Envia as contribuições recolhidas nos centros do AO até dia 7. Refere que depois de receber a resposta do P. Sebastião à sua carta anterior pediu ao P. João Cabral para enviar cartazes que distribuiu pelas paróquias e assinala que uns párocos colaboram e outros não. Como querem assistir à festa das crianças, pede ao P. Sebastião para dizer à Mina que reserve sete bilhetes. Por fim diz que irá ter com o P. Sebastião à residência dos Jesuítas e que levará consigo a Maria Romeira.
Texto manuscrito de João José Rodrigues, corrigido por José Maria Braga da Cruz, a participar "os crimes que se cometeram na eleição da Junta de Freguesia da Sé da cidade de Braga no domingo 26 de novembro de 1922". Brochura com o "Livro de usos e costumes da Freguesia da Sé Primaz", de 1924, oferecido pelo cónego António Ribeiro. Formulário respondido pela freguesia da Sé na sequência das questões colocadas por José Maria Braga da Cruz, a propósito da constituição e funcionamento da Corporação Fabriqueira Paroquial. Brochura com os "Estatutos do Patronato 'Nossa Senhora da Tôrre' destinado às crianças pobres da freguesia da Sé de Braga", de 1934, elaborados por José Maria Braga da Cruz, tendo incluso um convite, de 1 de outubro de 1934, para a sessão inaugural das instalações da instituição. Boletim de voto para a eleição da Junta de Freguesia da Sé, de 17 de outubro de 1937.
Livro da receita (com o Culto Divino; lojas da Mesa; Esmolas do peditório; receita extraordinária de batizados; receita das capelas com juros reais; receita dos juros perpétuos; dos foros; rendas de casas; capelas do coro, entre outras); e despesa (com ordenado do menino de capela, do secretário, do andador, entre outros) culto divino; despesa com os pobres; despesas com diversas religiosas; entre outras) da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau apresentada pelo tesoureiro João Francisco Valverde. Contém índice da receita e da despesa, com algumas falhas na correspondência entre os números dos fólios e assuntos constantes no índice e os números e assuntos (diversas despesas) tratados ao longo do livro. A conta de receita e despesa diz respeito ao ano de 1774-1775 e de 1775-1776.
O livro continua as certidões do Livro velho, de fólio 403, sendo juiz mais velho, Manuel Joaquim [Martins?], e mais novo, António Gonçalves do Vale. O livro é constituído por certidões contendo a assinatura dos escrivães que serviam no Ofício de Confeiteiro nos anos em questão entre os quais, António José Moreira, José Rodrigues Pinto e Alexandre António Duarte); assinaturas dos requerentes; local da vistoria (Casa da Índia, Cais da Baldeação, Alfândega); número de caixas de açúcar que foram examinadas; marca; contramarca; o número de arrobas; local de origem (Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro); tipo de açúcar (mascavado macho); data da certificação. Todas as folhas estão numeradas e rubricadas por João Carlos de Matos Pereira.
O livro é constituído por certidões contendo a assinatura dos escrivães que serviam no Ofício de Confeiteiro nos anos em questão (entre os quais, António Gomes de Abreu, Nicolau Justiniano, Lourenço Luís Moreira, Baltazar Gonçalves de Faria, Manuel de Matos, Manuel Gonçalves de Aguiar, António Lourenço Machado, Francisco Rodrigues Aguiar e João de Sousa); as assinaturas dos requerentes; o local da vistoria (Cais da Pedra, Cais junto à ponte da Alfândega, lojas de confeiteiros); o número de caixas de açúcar que foram examinadas; a marca; a contramarca; o número de arrobas; o local de origem (Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro); o tipo de açúcar (mascavado macho e branco baixo); e, a data da certificação. Todas as folhas estão numeradas e rubricadas. O livro tem termo de abertura e de encerramento.
Vários requerimentos apresentados em sessão da Mesa tratando o seguinte: requerimento do Administrador do Bairro do Rossio a exigir que a irmandade "apresente o resto do inventário dos bens da irmandade"; exposição de irmão presente à Mesa por não se ter dado "andamento a certos negócios urgentes da irmandade"; pedido para que seja entregue uma "relação contendo os nomes dos inquilinos dos prédios urbanos"; proposta do fornecedor de armações da igreja para ser fornecedor dos funerais organizados pela irmandade; pagamento de impostos referentes à quinta de Corroios; nomeação para a avaliação da quinta e pinhal de Corroios; "Várias declarações e propostas e requerimentos feitos à Mesa pelo escrivão João Paulo Nunes"; "Relação das festividades que a Mesa da Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade tem a deliberar, se devem, ou não fazer, e como".
Minutas de requerimento a dirigir ao juiz das capelas solicitando a emissão do alvará de quitação relativo às contas do legado pio a que está sujeito o remanescente, em esmolas, da herança da testadora Gertrudes Bastos; cópia das alegações apresentadas pela Irmandade do Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau enquanto embargante, apresentando os motivos pelos quais não apresentou contas do cumprimento do legado pio, mas vendo que tinha afinal essa obrigação, dispôs-se a, voluntariamente, apresentar as contas desde a data do óbito do falecido usufrutuário João António Fernandes Bastos, em 1873, até ao fim daquele ano de 1911; cópia das tenções e do acórdão relativos à apelação cível n.º 8:066 da sentença, pelo agente do Ministério Público e pela Comissão Diretora dos Hospitais Civis, quanto à questão da prestação de contas pela irmandade em relação aos encargos pios; cópia do acórdão em conferência no Supremo Tribunal de Justiça (revista cível n.º 37:642).
Série documental constituída por dezanove livros e um caderno relativos à administração dos bens de testadores legados à Irmandade, em contrapartida do cumprimento de diversos encargos, como a celebração de missas, dotação de órfãs ou atribuição de esmolas a pobres. Estes livros dizem respeito aos legados da Condessa de Pontével, D. Elvira Maria de Vilhena; Marcos da Silva e sua esposa, Maria da Conceição; Filipe de Santiago Ribeiro; Maria Bárbara e seu marido Francisco de Sequeira; Luís Salinas de Oliveira e seu irmão Paulo de Bem Salinas; Maria Nunes da Silva; D. Antónia Francisca de Mendonça e João Rebelo de Campos; Padre Manuel de Sousa Caldeira; Estevão da Silva; Padre Pascoal da Costa; Nicolau Pereira; Domingos Lopes Coelho e sua esposa, Joana Maria da Silva; Francisco Ramos de Miranda e Teresa de Jesus Aurélia.
Demarcação do "distrito e freguesia da Igreja Paroquial de São Nicolau" realizada no âmbito do processo de demarcação dos "distritos das paróquias" de Lisboa, na sequência do terramoto de 1755, principiada no ano de 1770, em "virtude da carta régia de 18 de dezembro de 1769, e da Bula Etsi Eclesiarum do Santíssimo Padre Benedicto 14º (…)". O documento acha-se assinado e carimbado pelo cardeal patriarca; petição de João Cipriano Monteiro, prior de São Nicolau, solicitando uma declaração de desobriga de presença em procissão; cópia da correspondência trocada entre prior António de Andrade e os beneficiados residentes da Igreja de São Nicolau. Versa sobre os "usos e costumes" nos dias "priorais" que o prior diz estarem em falta; ofício acerca do altar da Ermida de Nossa Senhora da Pureza.
Treslado da sentença do Cível contra Isidora Inácia de Jesus e a favor de Luísa Maria da Silva, na qual fica demonstrado que ainda que a agravante tenha mostrado haver-lhe hipotecado o devedor originário, João da Cruz Dinis, o prazo da Quinta do Dolivo, que já tinha nomeado no seu testamento na pessoa da sua prima, Luísa Maria da Silva, para pagamento das suas dívidas, todavia, com essa eleição não lhe conferiu de seu património coisa alguma em que se pudesse fundar o dito gravame, ficando o referido encargo, em conformidade com o direito, insubsistente visto que a pessoa nomeada em algum prazo com gravame pode aceitar a nomeação, sem que fique obrigada ao encargo, por não vir a receber o prazo do enfiteuta nomeante, mas sim do direito senhorio.
Apresenta uma tipologia semelhante a um livro Caixa, com os registos da receita na página da esquerda e os da despesa na página da direita (Deve e Há-de Haver), com a informação disposta em colunas, indicando: ano, mês e dia, descrição da receita/despesa e valores divididos em colunas com as quantias em papel e em metal. No final de cada folha estão as rubricas do tesoureiro (à esquerda) e do escrivão (à direita). Os averbamentos da despesa possuem uma numeração sequencial, correspondendo à mesma numeração dos documentos comprovativos (ver série com ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/05). No final de cada ano económico, existe um termo de conferência e exame da conta, assinado por todos os membros da Mesa da Irmandade. Possui em anexo um assento de Revisão das Contas (1821-06-10). Tesoureiro: António Carvalho; Francisco João Bradi; Alexandre António das Neves. Escrivão: Gaspar Feliciano de Morais; António José Maria de Brito.
Registos dos conhecimentos entregues ao Tesoureiro da Irmandade, organizados cronologicamente, indicando-se, em cada termo de entrega, o nome do indivíduo ou entidade devedora, justificação da dívida e data: “Carrego em Receita por lembrança ao thezoureiro (nome), (quantia) réis/Que há de receber de (nome/instituição/organismo) importância de (descritivo da razão da receita) de q se extraiu conhecimento em forma N.º (número do conhecimento) o qual se entregou ao d.º thezoureiro, Lisboa (data)”. Na margem direita assinalam-se ainda os valores a cobrar e referência ao livro da receita e despesa do tesoureiro (ver série ref.ª PT-INSE-ISSIE/GF/09) e data de cobrança. Os termos são assinados pelo escrivão e pelo tesoureiro. Tesoureiro: Francisco João Bradi. Escrivão: Gaspar Feliciano de Morais.
Copiador das Contas de Gerência. Apresenta separadores por ano económico, com o título “Conta de receita e despesa no ano económico de (ano)” e indica a data de aprovação pela Mesa da Irmandade. Mapas iniciais: “Mapa do produto liquido de cada um dos rendimentos nos três anos anteriores”; “Receita” (1930/31, 1931/32, 1932/33, 1933/34, 1934/a Dezembro de 1935 e média dos anos); “Conta geral da receita e de despesa na gerência de 1935”, com a receita cobrada e despesa efectuada; “Mapa comparativo das despesas autorizadas e efectuadas nas gerências de (ano)”, indicando a natureza das despesas efectuadas, as autorizadas (valor)”, as despendidas e a diferença, que não está preenchido. Não possui termos de abertura e encerramento. Secretário: António Calvet de Magalhães; João Porfírio Veloso; Francisco Xavier Bettencourt de Faria.
Apresenta os débitos e créditos separados e organizados cronologicamente. Na página da esquerda lançam-se os registos da receita: data (ano, mês e dia), descrição da receita e valor respectivo e na página da direita os registos da despesa, indicando a data (ano, mês e dia), a descrição da despesa, número do documento comprovativo e valor. Os registos da receita estão rubricados pelo tesoureiro e pelo escrivão e os da despesa apenas pelo escrivão. Entre 1883 e 1884 apenas o escrivão assina, quer os registos da receita quer os da despesa. Em 1884 e 1885 apenas aparece a rubrica do escrivão e apenas nos da despesa. No final de cada ano económico faz-se o termo de encerramento da conta e verificação da receita, assinado pelos membros da Mesa. Possui termo de abertura e de encerramento. Tesoureiro: Joaquim G. Silva Rodrigues. Escrivão: M. Fernandes Cruz; Daniel João Gonçalves.
Colecção de Apólices relativas ao Empréstimo Gratuito, com números entre 1 e 197, sendo que muitas delas foram devolvidas ou legadas à Irmandade do Santíssimo Sacramento, prescindindo do pagamento, como foi o caso de Francisco Vanzeler, que solicitou que o valor em dívida fosse repartido pelos pobres mais necessitados da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação ou o de João Bonifácio Pereira Guimarães, que pede para que reverta a dívida para as despesas com o cancelo da Capela do Santíssimo da Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, ou ainda Joaquim José Marrocos, Dr. Bernardo José de Abrantes e Castro, o Comendador Isidoro de Almeida, José Pedro da Costa Cardoso, entre outros benfeitores que legaram o valor a receber à Irmandade. O expediente relativo à entrega das Apólices contidas neste maço encontra-se arquivado no Maço dos Credores (Ver cota PT-ISSIE/CT/03/Mç01).
Documentação relativa à avaliação e medição de uma quinta pertencente à Irmandade do Santíssimo Sacramento da Igreja de São Nicolau: petição de avaliação por parte da Irmandade para decidir sobre a vantagem ou prejuízo que a mesma poderá resultar da sub-rogação proposta por João Coelho de Abreu e respetivo despacho; certificado dos louvados dos Prédios Rústicos da Comarca de Almada que efetuaram a avaliação da vinha; avaliação, e cópia da mesma, da vinha chamada do Serrado, pinhal e da mata, em Marialva, no limite do Lugar de Corroios, termo da vila de Almada, tudo pertencente à quinta que foi de Teófilo Borges de Brito (1706); avaliação feita em 8 de julho de 1825 por peritos, do vasilhame e mais utensílios da adega e alguns móveis da casa.
Contém sete fotografias, a preto e branco, coladas em cartão duro: uma de uma sala de aulas; do professor e dos seus alunos de uniforme, alguns com medalhas ao peito; foto coletiva do professor rodeado pelas suas alunas, algumas também com medalhas; foto de uma sala de aula aparentemente preparada para alguma ocasião especial (presença de flores, toalhas bordadas e disposição diferente das cadeiras); foto de maior dimensão de alguns alunos; foto coletiva de maior dimensão, do professor e alunas; uma foto da Mesa Administrativa reunida em torno de uma mesa. As fotos não têm aposta qualquer informação que as enquadre, com exceção da data de 1 de dezembro de 1917 que se encontra escrita numa ardósia a giz branco numa das fotos e da data de 1922 que surge na dedicatória que o prior João Forte de Carvalho faz na foto que oferece à Mesa como recordação das festas da Semana Santa.
Receita e despesa separadas, respectivamente à esquerda e à direita da folha, indicando, para cada registo, a data (ano, mês e dia), o descritivo da receita ou da despesa e respectiva quantia. Cada registo é rubricado pelo escrivão (de 1893 a 1898), mas os da receita não possuem a rubrica do tesoureiro, como fora estipulado pelas Instruções do Governo Civil de Lisboa de 1859. No final de cada ano económico apresenta o termo de encerramento das contas, assinado pelos membros da Mesa da Irmandade, com os valores totais anuais e saldo respectivo por extenso. A data final da unidade de instalação coincide com o período em que a Comissão Administrativa termina e se inicia nova administração, com a gerência de uma Mesa eleita pela Irmandade. Possui termos de abertura e encerramento. Tesoureiro: Abílio Barata e Silva; João Baptista Teixeira; Matias José Coelho. Escrivão: José Joaquim Barata Correia.