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Contém ofício da Contabilidade de Marinha do Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar, de 22 de novembro de 1900, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 31 de dezembro, expedido a 9 de janeiro de 1901.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 1 de outubro de 1901, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 15 de outubro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 30 de novembro de 1901, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 9 de dezembro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Contabilidade de Marinha do Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar, de 5 de outubro de 1902, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 17 de outubro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Repartição Central da Direção-Geral da Contabilidade Pública do Ministério da Fazenda, de 26 de junho de 1899, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 30 de junho, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 1.ª Repartição da Direção-Geral dos Correios e Telégrafos do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 3 de junho de 1903, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 15 de junho.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Contém a seguinte nota á margem do livro: " Este processo foi aqui registado por deficiencia do registo respectivo do L. n.º 2 - f. 117 e 118"
Comenta a postura do PS, as implicações de uma vitória da Aliança Democrática, a posição oficial da Igreja, as sondagens, os ataques da Direita ao Governo de Pintasilgo e a posição do PS relativamente à UGT.
Debates promovidos pelo Partido Socialista sobre a vida interna do partido e a análise da situação política geral do país.
O Secretariado Nacional do PS propõe ao CDS a realização de um encontro ao mais alto nível entre delegações dos dois partidos. Em anexo, comunicado do Secretariado Nacional do PS a propor a realização imediata de encontros bilaterais aos três partidos com grupos parlamentares, com o intuito de analisar a situação de crise.
Manifesta o seu apoio à moção de Freitas do Amaral, bem como à quase totalidade dos delegados eleitos por Almada e Seixal.
Apresenta-se e solicita permissão para escrever sobre uma crónica intitulada As pesqueiras de a Honra da autoria de Augusto César Esteves publicado há vinte anos no jornal Notícias de Melgaço. Em anexo contêm uma série de cartas e artigos remetidos para o amigo Fabiano tipógrafo para serem publicados no Notícias de Melgaço em resposta a um assinante anónimo que criticou um artigo acerca do Foral de Castro Laboreiro de sua autoria.
Envia artigo que consiste na crítica à Santa Casa para ser publicado no Jornal Notícias de Melgaço solicitando que seja corrigido.
Troca informações genealógicas sobre Ana de Castro, Dona Maria Violanta de Sousa Gama e comenta o caso de justiça que Padre Júlio tem com o Dr. Júlio.
Agradece a oferta do seu novo livro, comenta o caso de justiça do Padre Júlio com o Sr. Júlio e solicita informações sobre António de Sousa Gama, Dona Ana de Castro, Frederico Justiniano de Sousa e Castro.
Envia 4 fotografias dos brasões da casa da Costa de Remoães, da Casa da Portela e duas das armas do Reguengo acompanhadas da sua descrição, solicita a descrição das armas do Peso e pede informações sobre a colegiada de Valença.
Comenta o facto de ter um processo com o "Jornal a Voz de Melgaço" por ter escrito sobre o caso da agressão do Santo Amaro ocorrido em S. Gregório, troca informações genealógicas sobre o Reverendo Diogo de Abreu, sobre Brás de Andrade da Gama e comenta o artigo sobre os Bombeiros Voluntários.
Informa que desconfia que o Padre Júlio irá publicar no próximo número algo sobre os Bombeiros Voluntários e diz que tem seguido a sua prosa sobre as capelas.
Informa que tem lido os seus artigos publicados no jornal "Notícias de Melgaço" e gostou mormente do que este escreve sobre a Capela de Nossa S.ª da Graça, solicita informações sobre: filiação de Frederico Justiniano de Sousa e Castro, de dona Maria Genoveva de Castro Feijó, de António de Sousa Gama, de Dona Ana de Castro, descrição das armas do Peso e finalmente a data do incêndio no Tribunal de Melgaço.
Informa que fará os esboços das vinhetas com as diversas armas e que descobriu através de um documento que possui que Pero Gomes de Abreu também foi vereador mais velho em 1673.
Informa que gostou de ler os seus estudos sobre a Capela de Nossa Senhora da Esperança e sobre a Capela de Nossa Senhora da Graça e entende que devem ser publicados.
Agradece as informações sobre a sua ascendência e troca outras sobre os Castros.
Informa sobre a inscrição que se encontra na pedra da Fonte de Galvão e sobre Dona Maria Beliana.
Agradece as informações sobre a sua ascendência e esclarece dúvidas sobre o fidalgo de Galvão Matias de Castro.
Informa que a crítica que fez ao livro "Organização Judicial" foi com base na amizade pessoal, comenta os cortes que tem sido feitos no Jornal Notícias de Melgaço aos seus artigos, informa ainda que em relação à ascendência do Dr. Augusto César Esteves formulou apenas uma hipótese.
Responde a questões relacionadas com a autoria dos artigos publicados no Jornal A Voz de Melgaço.
Informa que escreveu ao Freixinho sobre o Vigário Duarte Vaz Torres e obteve a resposta de que irá verificar o assunto, quanto ao artigo "Nas pedras da Calçada" comenta que deve haver engano na data em que Augusto César coloca o Padre Manuel Caetano.
Agradece o favor que lhe fez e faz votos que vão juntos fazer tratamento hospitalar no Porto.
Comenta que o facto de os dois escreverem nas gazetas causa atritos e informa que sairá no próximo número uma crítica à obra Organização Judicial de Melgaço de sua autoria.
Solicita o envio do caderno de A voz de Melgaço, informa que não pedirá ajuda ao Provedor e elogia o artigo Melgaço e as invasões publicado no último número de A Voz de Melgaço.
Felicita-o pelo seu restabelecimento e informa sobre impressões que trocou em conversas com o amigo Padre Bernardo e com o Arcipreste sobre as Invasões.
Troca de informações genealógicas sobre descendentes de Manuel Pinheiro de Castro. Em anexo algumas notas genealógicas relativas à família Pinheiro escritas pelo Dr. Augusto César Esteves.
Informa que gostou de ler a prosa sobre Oratórios, diz que conhece um testamento de sua avó materna D. Maria Rita Alves, questiona sobre a ascendência de António Lobato e de Caetano Maria de Abreu Mosqueira.
Agradece a oferta da obra Organização Judicial de Melgaço, diz que lhe encontrou algumas lacunas nomeadamente a ausência do nome do Capitão de Araújo Azevedo na lista de Vereadores mais velhos, informa que leu a descrição da Capela de Santa Bárbara e ficou esclarecido quanto a dúvidas que tinha, informa que está neste momento a proceder aos estudos genealógicos da família Lopes e que escreveu um artigo sobre o estado da caneja da Fonte da Vila no entanto não foi publicado.