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São João dos Montes • Azinhaga dos Moinhos (A-dos-Loucos) – Citroen Saxo verde – Matrícula 40-83-IN. Vialonga • Rua Santa Maria de Troia – Volkswagen Polo verde – Matrícula 37-74-HT.
São João dos Montes • Azinhaga dos Moinhos (A-dos-Loucos) – BMW 318 azul – Matrícula 01-44-ET. Alverca do Ribatejo • Rua dos Lavadouros – M.B.K. YE 50 cinzento – Matrícula 93-LB-34.
Alvará n.º 25/82, concedido a António de Alpoim e Maria Adelaide Pereira, para loteamento na propriedade designada Terra dos Leites, em São João dos Montes.
Alvará n.º 14/82, concedido a Gilberto Carlos dos Santos e Outros, para loteamento na propriedade designada Casal do Pedrogão, em São João dos Montes.
Alvará n.º 20/81, concedido a António Francisco, para loteamento na propriedade designada Quinta da Agruela e Torre, em São João dos Montes.
Alvará n.º 26/83, concedido a Helena Parry Pereira Branco Apolinário e Rufino Rio Apolinário, para loteamento na propriedade designada Casal do Raposo, em São João dos Montes.
Alvará n.º 22/82, concedido a António Romão Lopes Padeiro e outra, para loteamento em propriedade sita em Trancoso de cima, São João dos Montes.
Alvará n.º 3/83, concedido a Maria da Conceição Barreiros, para loteamento na propriedade designada Alto do Curro, em são João dos Montes.
Alvará n.º 4/83, concedido a Faustino Maria da Silva e Manuel Jesus Vieira, para loteamento na propriedade designada Murteira de Cima, em são João dos Montes.
Alvará n.º 10/83, concedido a Prudêncio do Vale Santos, para loteamento na propriedade designada Casal do Cerrado, em São João dos Montes.
Alteração ao alvará n.º 2/88, concedido a Carlos Rodrigues Soares e mulher, para loteamento na propriedade designada Casal da Agruela e Torre, em São João dos Montes.
Alvará n.º 5/89, concedido a António Augusto da Silva Miranda e mulher, para loteamento na propriedade designada Terra da Eira, nos Cotovios, São João dos Montes.
Alvará n.º 1/91, concedido a José Alves e mulher, para loteamento em propriedade sita na Quinta da Ponte, em São João dos Montes.
Alvará n.º 4/90, concedido a António Rodrigues Simões Pombo e mulher, para loteamento em propriedade sita na Estrada do Bogalhão, em São João dos Montes.
Alvará n.º 8/88, concedido a Elvira Ester Teixeira da Silva, para loteamento na propriedade designada Olival da Igreja, em São João dos Montes.
Alvará n.º 11/88, concedido a Francisco Viçoso Soares, para loteamento na propriedade designada Casal das Fontainhas, em São João dos Montes.
Para mostrar cumprido o testamento de Luís José Veloso (marido) da freguesia de São João do Souto, da cidade de Braga.
Alquiladores. Naturais da Freguesia de São João Batista de Arroios, Vila Real. Moradores no Campo de Santa Ana. Freguesia: São Lázaro, São José. Concelho: Braga.
O primeiro é Tesoureiro-mor de Valença e o segundo morador na freguesia de São João de Ponte, concelho de Guimarães.
Que fez José Correia de Melo e Sá, como administrador de seu filho, a João Ferreira dos Santos e sua mulher Angela Ferreira.
Para mostrar cumpridos os bens de alma de Custódio e António, ausentes no Brasil, filhos de João da Costa e Benta Maria.
Os inventariados foram residentes em Carvalheira. Inventariantes: João Evangelista Pires Carvalho e Maria da Natavidade Correia Alves. Procs. N.º 58/84 e N.º58/96.
Os inventariados foram residentes em Escariz São Mamede (Vila Verde). Inventariante(s): João Manuel da Silva, Francisco da Cunha. Proc. N.º 404.
Os inventariados foram residentes em Escariz São Mamede (Vila Verde). Inventariante(s): João da Costa Arroz, Maria da Silva, Maria Rosa da Silva. Proc. N.º 218.
Os inventariados foram residentes em Nevogilde (Vila Verde). Inventariante(s): João Evangelista da Costa, Ana Maria de Faria. Proc. N.º 913.
Os inventariados foram residentes em Dossãos (Vila Verde). Inventariante(s): João da Cunha Faria, Antónia da Cunha Faria. Proc. N.º 518.
Os inventariados foram residentes em Nevogilde (Vila Verde). Inventariante(s): Manuel João Domingues, Adelino Domingues, Teresa Maria Ferreira. Proc. N.º 1132.
Os inventariados foram residentes em Gondiães (Vila Verde). Inventariante(s): João Manuel Carlos, Maria das Mercês Macedo Pinheiro. Proc. N.º 516.
Os inventariados foram residentes em Sande (Vila Verde). Inventariante(s): Manuel José da Mota Pimentel, João Batista da Mota. Proc. N.º s/nº.
Os inventariados foram residentes em Vila de Prado (Vila Verde). Inventariante(s): João da Costa, Agostinho da Costa. Proc. N.º 959.
Foreiro á igreja de Santiago de Sopo, a favor de João Rodrigues de France e de sua mulher. Localidades: Sopo, Santiago, Vila Nova de Cerveira.
Sita na quinta de João de Carvalho Magalhães, da freguesia de Santa Maria de Guiães, comarca e concelho de Vila Real.
Ele da freguesia de Braga, São João do Souto, concelho de Braga. Ela da freguesia de Braga, São Vítor, concelho de Braga.
Os inventariados foram residentes em Barbudo (Vila Verde). Inventariante(s): Ana Rosa da Silva Barbosa, João Augusto da Costa. Proc. N.º 2148.
Os inventariados foram residentes em Valbom, São Pedro. Inventariante(s): João Alberto Castro e Rosa Castro Sousa. Proc. N.º 54. Tem incorporado Inventário Facultativo N.º 8/76.
Breve a favor de João Osório da Veiga Cabral Lobo Barbosa, da freguesia de Nossa Senhora da Assunção de Torre de Moncorvo.
Doa a igreja de São João da cidade de Braga, edificada por ele e sua mulher, incluindo os livros, alfaias, bens e direitos pertencentes à mesma igreja.
Os inventariados foram residentes em Atiães (Vila Verde). Inventariante(s): Maria Fernandes de Oliveira, João Fernandes de Oliveira. Proc. N.º 1384.
Os inventariados foram residentes em Geme (Vila Verde). Inventariante(s): João Pimenta de Sousa Gama, Alberto Joaquim da Costa Machado Vilela. Proc. N.º 747.
Inventário obrigatório. Os inventariados foram residentes em Vale, São Cosme. Inventariantes: João Barroso Gomes e Joaquim Maia Gomes. Residente em Vale, São Cosme.
Impresso. João Machado Pinheiro de Melo casou (2º casamento) com Eulália Estelita de Freitas Rangel de Quadros, em 19 de janeiro de 1853.
Solicita a João Monteiro de Carvalho informações sobre o dinheiro destinado ao objecto de que está encarregue , o qual já deveria ter sido remetido ao autor.
Requerida pela sua filha Apolónia Luísa Pereira Pinto. Inclui um requerimento de João Pereira Pinto para alvará de folha pela assessoria de guerra e respetivos despachos.
1852, setembro, 18 Procuração onde João Carlos Feo Cardozo de Castelo Branco e Torres é mencionado. Manuscrito, papel, 3 fl, assinado
Carta enviada por Diogo António de Castro Meneses ao Dr. João António de Araújo sobre a possível venda dos bens do cruzeiro de carvalho
Processo disciplinar aos associados Fernando Pereira, João José Perpétuo e Ramiro Lopes, composto por: participação da ocorrência, inquérito da direção; e conclusão dos processos de inquérito.
Escritura de dissolução, liquidação e partilha da sociedade comercial de João Baptista de Carvalho Serra, realizada, em Cacilhas, na residência de Rodrigo de Melo Carneiro Zagallo.
Certidão manuscrita de abertura do Codicilo e Testamento do falecido inquisidor João Carneiro de Moraes, em 3 de setembro de 1710.
Contém, até ao final do ano de 1952, os registos referentes à atividade de comércio de vinhos da firma João Teotónio Pereira Júnior, Lda. (I).
Duas fotografias de gabinetes dos Serviços Farmacêuticos do Hospital de São João no Porto, tiradas em 1994 e 1996 com elementos da equipa dos Serviços Farmacêuticos daquele hospital.
Fotografia de bancada existente nos Serviços Farmacêuticos do Hospital de São João contendo balanças de precisão, condutímetros, entre outros aparelhos analíticos.
Rótulo da “Pharmácia de Lordello do Ouro” de João Baptista Pinto, do Largo do Padrão em Lordelho. Contém espaço para inscrição manual da Especialidade Farmacêutica.
Correspondência recebida e expedida pelos armadores " João Carlos de Mendonça & C.a, Lda.": Ofícios; circulares; notas de cobrança; cobranças detalhadas, tabela de vencimentos.
Carta de João de Azevedo e Silva a Manoel Maria Sarmento Rodrigues, agradecendo-lhe a sua carta e as palavras generosas.
Carta de João Cruz agradecendo ao Ministro das Colónias, Capitão-de-fragata Manoel Maria Sarmento Rodrigues, a sua nomeação para o cargo de Chefe da 4ª Divisão.
Cartão do Comandante João Nunes Vicente Júnior comentando com o Comandante Manoel Maria Sarmento Rodrigues o dia-a-dia na ilha de Santa Maria e as dificuldades sentidas.
Fotografia onde se visualiza, no momento do embarque, de Lourenço Marques para Lisboa, apresentando as despedidas, o Subsecretário de Estado da Administração Ultramarina, Dr. João da Costa Freitas.
Correspondência recebida e expedida pelo Armador "João Cândido Rodrigues Maduro, Sucessora": notas de cobranças efetuadas; informação de itinerários das viagens efetuadas; ofícios; circulares; telegramas; fretes.
Contém declaração de António Domingos Frade, com estabelecimento em Terrugem, em como vendeu um velocípede a João Monteiro.
Contém declaração de Manuel Raio em como vendeu um velocípede motorizado de marca Ilo a João Miguel Clemente.
Contém declaração de António Amaro Pombal, com estabelecimento em Sintra, em como vendeu um velocípede a João da Silva Marques.
Contém declaração de Pedro Duarte Vieira, com estabelecimento em Monte Estoril, em como vendeu um velocípede a João Alexandre.
Para mostrar cumprido o testamento/bem de alma de Manuel e João, ausentes, filhos de Domingos Manuel já defunto.
A favor de seu filho o Reverendo João António Jácome de Sousa Pereira de vasconcelos, abade de Beiriz.
Concelho de Ponte da Barca, feita por João Veloso e sua mulher Isabel Gonçalves, moradores no lugar de Soutelo.
Diário das Ordens que o Sr. D. João, Capitão-General da Armada Real manda observar nas Naus da Esquadra.
Carta do Capitão-tenente José Correia de Melo ao Barão de Arruda, solicitando a nomeação de Guardião para Miguel João.
Impostas numas casa do Outeirinho e a que é obrigado João Lourenço da mesma freguesia.
Inclui diversos documentos sobre a suspensão do padre António da Graça Ribeiro, acusado de viver em mancebia com duas mulheres, nomeadamente um artigo de António Lino Neto, intitulado “Comunicados. Em luta pelo bom senso” («O Distrito de Portalegre», Ano 34.º, n.º 2488), com várias considerações sobre a pena canónica aplicada pelo bispo de Portalegre; artigos do jornal «A Plebe» (ano XXII, n.º 1129 e 1131), intitulados “O jesuitismo em acção”, o primeiro criticando António Lino Neto pelo seu envolvimento no assunto e o segundo com a publicação de uma carta de resposta à referida crítica; artigo do jornal «A Ordem» (ano II, n.º 402) com a publicação de um telegrama dos arciprestes da diocese, felicitando António Lino Neto pela sua tomada de posição no assunto; treze cartas do bispo de Portalegre, D. Manuel Mendes da Conceição Santos agradecendo o apoio de António Lino Neto e informando sobre o alcance social da polémica protagonizada pelo padre Ribeiro. Integra também missivas dos padres Francisco Sequeira, Joaquim José da Silva, Silva Martins, João José Alvares de Moura e do cónego José Cardoso com mais informação relativa ao mesmo assunto; apontamentos de António Lino Neto, referindo o destaque que o assunto mereceu na imprensa. Integra ainda uma carta de João Calado Rodrigues, dirigida a [António Lino Neto], com mensagem de felicitação pelo “brilhantíssimo artigo” contra as “dislatadas audácias” com que o padre [Ribeiro] atacou o prelado de Portalegre.
Em outubro de 1937 o Secretariado dirigiu uma carta circular a numerosos intelectuais portugueses, acompanhada do folheto impresso de 26 de maio de 1937, pedindo-lhes uma palavra escrita de exaltação do empreendimento de construção do monumento ao Coração de Cristo para ser publicada na imprensa. Trata-se de um conjunto de fotocópias dos documentos originais feitas em data desconhecida. As personalidades que responderam ao apelo foram as seguintes: Henrique de Paiva Couceiro, General João de Almeida, General Domingos de Oliveira, Comandante Hugo de Lacerda, Dr. João Porto, Dr. António Lino Neto, Dr. Damião Peres, Dr. Queiroz Velloso, Dr. Aristides de Amorim Girão, Dr. Gustavo Cordeiro Ramos, Dr. J. A. Pires de Lima, Dr. Augusto César Pires de Lima, Dr. Fernando de Castro Pires de Lima, Conde de Aurora, Conde de Campo Bello, D. Alberto Bramão, Dr. Hipólito Raposo, Dr. Alfredo da Cunha, Dr. Luís Chaves, Dr. Domingos Pinto Coelho, Dr. José de Almeida Eusébio, Dr. Alfredo Pimenta, Dr. José Pequito Rebelo, Dr. Alberto Pinheiro Torres, Monsenhor J. A. Ferreira, Embaixador Dr. Alberto de Oliveira, Nuno de Montemor, Dr. António Madeira Pinto e António Correia de Oliveira.
Certidão da escritura do testamento de D. Agostinho de Jesus e Souza, bispo coadjutor de Lamego, passada por João Baptista Pinto, ajudante de José Maria Braga da Cruz, notário do concelho de Braga, de 19 de outubro de 1932. Cartas do padre João Ferreira Fontes para José Maria Braga da Cruz acerca da conversa que teve com o capitão [?] Queirós. Procuração na qual D. Agostinho de Jesus e Souza institui seus procuradores os cónegos Manuel Pereira Júnior, António Gonçalves Pires e Manuel Pereira Vilar, de 10 de dezembro de 1934. Procuração na qual o monsenhor Manuel Alves Torres Carneiro institui seus procuradores os cónegos Manuel Pereira Júnior, António Gonçalves Pires e Manuel Pereira Vilar, de 10 de dezembro de 1934. Carta do padre António [Cardoso] para P. [?] Pinto, de 5 de novembro de 1940, a solicitar que seja feita uma pública-forma da compra da casa [?], devido à transferência de todas as casas para a posse da Companhia de Jesus. Notas referentes aos prédios de S. Barnabé, modelo de estatutos de uma sociedade e nota manuscrita "velhas raízes da Faculdade de Filosofia".
Inclui documentação referente a causas judiciais diversas que opuseram a irmandade ou foreiros cujos foros são administrados pela Congregação de Nossa Senhora da Caridade a inquilinos, devedores, herdeiros e religiosos: sentenças cíveis de preceito; sentença de carta de partilha; autos de penhora; levantamento de penhora; carta de arrematação; treslado de sentença; certidão de penhora; certidões de sentenças; sentença cível de nulidade de testamento, sentenças cíveis de adjudicação, entre outros. Exemplificamos com a sentença cível a favor do procurador e irmãos da Mesa da Irmandade da Caridade, pela qual se reforma a doação feita à irmandade dos covais da mesma igreja. Inclui pública-forma do testamento, petição da irmandade, despacho deferindo o pedido, procuração da irmandade a João Francisco da Costa e auto da posse (1748-1791); certidão de sentença cível de preceito de Luísa Maria da Silva contra a prioresa e mais religiosas do Convento da Rosa relativamente ao prazo que o desembargador João da Cruz Dinis lhe deixara da Quinta do Dolivo (1770-06-15); documentação relativa à queixa apresentada por Luísa Maria da Silva contra R. Veríssimo da Silva Vasconcelos em virtude do segundo ser devedor de parte de uma quantia concernente às fazendas que havia adquirido na loja da queixosa em 30 de agosto de 1764, num total de 74.605 réis e sendo instado várias vezes para efetuar o seu pagamento entregou apenas parte em 12 de outubro de 1764, a saber, 19.750 réis, apresentando diversos pretextos para não liquidar a totalidade da dívida (1764-1772).
Termo de admissão de 1885-04-19: «(…) anuindo de bom grado ao convite que a referida meza lhe fizera permittia a inscripção do Seu Real Nome, como Irmão d'esta Irmandade, e por isso foi lavrado o prezente termo, que vae ser assignado por Sua Alteza Real, e por Daniel João Gonçalves, primeiro escrivão da meza d'esta Irmandade». Assinam o príncipe D. Carlos e o 1.º escrivão. Segue-se a transcrição do extracto da Acta da Sessão extraordinária da Assembleia-geral da Irmandade, datada de 1885-04-26, que respeita à nomeação do príncipe D. Carlos, Duque de Bragança, como juiz honorário perpétuo, sob proposta do juiz, que foi aprovada na referida Assembleia-geral, por unanimidade. Está assinada por todos os irmãos presentes na referida sessão. Apresenta ainda a cópia do ofício dirigido ao príncipe, que acompanhou a entrega da carta patente de irmão e em que se participa a sua nomeação como "Juiz Honorário Perpétuo da Irmandade", datado de 1885-04-27. Possui termos de abertura e encerramento. Juiz: Francisco Ribeiro da Cunha. Primeiro Escrivão: Daniel João Gonçalves.
33 peças desenhadas de arquitetura (maior dimensão: 137x065cm). PD140: Alçado sobre a Av. D. João I (anexo). PD141: corte E.F. PD142: corte C.D. PD143: corte A.B. PD144: cortes ao nível da cobertura. PD145: planta de cobertura. PD146: planta do 5.º piso. PD147: planta do 4.º piso. PD148: planta do 3.º piso. PD149: planta do 2.º piso. PD150: planta do 1.º piso. PD151: planta do estaleiro. PD152: escada metálica de acesso à casa das máquinas dos elevadores: pormenores. PD153: escada metálica de serviço: pormenores. PD154: pormenor da guarda do terraço. PD155: pormenores das guardas das galerias. PD156: alçado sobre a R. das Flores. PD157: alçado sobre a Av. D. João I . PD158: alçado sobre o logradouro. PD159: alçado lateral. PD160: mapa de vãos: pormenor de cantarias - vivenda. PD161: equipamento da cozinha. PD162: pormenor da grelha de ventilação (anexo). PD163: pormenor do corrimão. PD164: planta da cave - vivenda. PD165: mapa de vãos (anexo). PD166: mapa de acabamentos (vivenda e anexos). PD167: pormenores de carpintarias. PD168: pormenores de cantarias (anexo). PD169: pormenores da estrutura metálica da cobertura. PD170: planta do 2.º piso - vivenda. PD171: planta do 1.º piso - vivenda. PD172: alçado sobre o logradouro (anexo).
Maço constituído por documentação relativa ao testamento deixado pelo Reverendo António Pereira Pena da Fonseca (Irmão e Ex-Deputado da Irmandade dos Clérigos do Porto, natural da Freguesia de São Salvador de Pena Maior, Bispado do Porto, Presbítero do Hábito de São Pedro e morador na Viela dos Gatos, Freguesia da Sé). Esta unidade de informação contém ainda os testamentos e/ ou as verbas testamentais de Manuel Pereira Soares (Irmão da Irmandade dos Clérigos do Porto); do Reverendo Doutor Francisco Xavier de Araújo (morador na Rua das Flores); do Padre Manuel de Barros Pereira (Presbítero Secular falecido na Enfermaria da Irmandade); do Reverendo Afonso de Barros Trovão (Abade de São Cristóvão de Mafamude); do Padre Teodósio Álvares Pereira (Presbítero Secular e morador no Bairro de São Lázaro); do Reverendo João de Santa Maria (Clérigo do Hábito de São Pedro); do Reverendo Padre Eleutério António Soares de Sousa; do Reverendo Beneficiado Manuel de Faria Monteiro (Irmão da Irmandade e assistente na cidade de Lisboa) e do Irmão Secular Francisco João Martins (falecido em 1760-05-11).
Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se acerca do processo em que João da Silva, viúvo, e seus filhos, tendo herdado várias inscrições que ficaram por morte de Bernardina de Matos, mulher e mãe dos requerentes, fizeram entre si partilha amigável, a qual requereram fosse julgada por sentença no juízo municipal de Maceira, a fim de, com esse documento, poderem averbar a cada um os respetivos títulos. Tendo a Junta do Crédito Público recusado fazer o averbamento não só por lhe parecer que o juiz municipal não tinha competência para lavrar tal sentença, mas também por entender que os vários herdeiros não se tinham habilitado como herdeiros da falecida, a Direção-Geral da Dívida Pública pergunta se o documento exibido é bastante para produzir os seus efeitos e determinar o averbamento requerido. O ajudante do Procurador-Geral entende que "enquanto se não apresentar a sentença de habilitação não poderá legalmente fazer-se o averbamento requerido".
Venda que faz o tribunal do Santo Ofício da Inquisição de Évora de duas vinhas e de um olival, no termo de Évora, na Gouveia, que foram arrematados por João Gonçalves e sua mulher, Beatriz Álvares, moradores em Évora, por oitenta e nove mil reais. Os bens tinham sido de Belchior Dias e de sua mulher, Leonor Marques, também moradores na cidade. Estes tinham sido presos e acusados pelo crime de apostasia e heresia por se provar que se tinham afastado da união da fé católica. Em consequência foram condenados por hereges e seus bens confiscados. Mas por pedirem misericórdia foram recebidos no grémio da Santa Madre Igreja com cárcere perpétuo e hábito penitencial. Tal estava registado nas suas sentenças das suas reconciliações que estavam nos autos que andavam na casa do secreto do Santo Ofício. Os bens confiscados pelo rei foram dados de esmola ao Santo Ofício da Inquisição para das suas fazendas se pagarem os oficiais do mesmo. Assim, os bens foram tomados pelo Santo Ofício que os mandou vender em pregão na praça da cidade. O tribunal é representado no acto pelo Dr. João Luís da Silveira, inquisidor apostólico no arcebispado de Évora e sua comarca. Redactor: Pedro Rodrigues, caveliro da casa do rei e tabelião em Évora e seus termos Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas do despacho da Santa Inquisição
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de uma quinta que se chama do Outeiro, junto a Pernes, com terras de pão, vinha, olival e árvores e de outras propriedades da mesa arcebispal de Évora, por vinte escudos de ouro e mais oitocentos reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por vinte escudos de ouro, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 24 de Abril de 1563, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Emprazamento renovado por D. Henrique, cardeal, infante, arcebispo de Évora e comendador e administrador perpétuo do mosteiro de Alcobaça, a D. Martinho de Castelo Branco, fidalgo da casa real, de diversos bens da mesa arcebispal de Évora, situados no termo de Santarém e na Aldeia Galega, na Golegã e no termo de Ourém, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal e mais trezentos e cinquenta reais, pagos pelo São João Baptista. D. Martinho já antes trazia os mesmos bens emprazados dos quais era a terceira pessoa. Agora passa a ser novamente a primeira. Seu pai, D. Francisco de Castelo Branco, camareiro mor do rei D. João III, já trouxera os mesmos bens que também lhe foram renovados em emprazamento, por quatro escudos de ouro do cunho de Portugal, por respeito ao facto de Gonçalo Vaz de Castelo Branco, avô de D. Francisco, ter tirado e desenrolado os ditos bens das pessoas que os traziam. A renovação é feita na sequência de um alvará de D. Henrique, datado de 18 de Julho de 1562, e de uma avaliação dos bens em causa promovida por Pedro Afonso Rebelo, morador em Santarém. Redactor: Cristovão da Costa, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Sentença régia de D. Manuel dirigida a João Gonçalves, juiz dos direitos reais do Redondo relativa a um feito que foi perante o rei em apelação e que opunha o conde do Redondo, como autor, a Rui Fernades, lavrador, morador no termo da vila, como réu. Refere-se ao pagamento das jugadas da vila. Quem fosse de fora a terra lavrar nas herdades do termo do Redondo tinha de pagar jugada aos senhorios e este lavrador trazia três herdades: a da Calva que está onde se chama Alcorovisca; a da Cabeça Gorda e a do Bispo, que era dos pobres da serra de Ossa. O réu vivia numa herdade no termo da vila onde chama Alcorovisca e devia ser obrigado a pagar ao conde cinco moios de trigo de jugada. Porém, os pobres da serra de Ossa tinham o privilégio de os lavradores das suas herdades não pagarem jugada. Redactor: Fernando Álvares, por João Serrão cavaleiro da casa do rei, escrivão de seus feitos Localidade de redacção: Lisboa
Álvará de Manuel Domingues de Aguiar, contador do rei e seu arrendador na comarca e almoxarifado da cidade de Évora, de Estremoz e de Portalegre em que refere que Lourenço, pobre da província de Santa Margarida do Aivado de Évora, lhe disse que os pobres do Além Tejo à cerca de Óbidos eram constangidos a pagar sisa das coisas que compravam e vendiam e requeria ao contador que lhe garantisse que os seus privilégios eram defendidos como era costume fazer-se aos pobres das serras das províncias da comarca. Assim, o contador certifica que no tempo do rei D. João I e no de D. Duarte os pobres das províncias destas comarcas não pagavam sisa e continuavam a não ter de o fazer, de qualquer coisa que comprassem ou vendessem. Tal resultava de um privilégio concedido por D. João I e confirmado por D. Duarte. Desta forma dos bens de raiz que vendessem não pagavam sisa mas os compradores tinham de pagar. Se vendessem frutas, bestas ou outro bem móvel não pagavam nem os pobres nem os compradores. Também não tinham de pagar nenhum pedido extra de imposto. Redactor: Lopo Dias, escrivão
Sebastião Vaz, escudeiro da casa do rei e provedor dos orfãos, capelas, hospitais, e contador e juiz dos resíduos e obras em toda a contadoria de Évora, manda João Gonçalves, porteiro do concelho, que apregoe umas casas que foram de Pedro Anes, porteiro dos contos, situadas na rua de Afonso de Magalhães, em que vivem as filhas de Mem Rodrigues de Castelo Real. As casas estavam aforadas a Diogo Fernandes da Costa por menos de metade do que outra pessoa poderia dar. Feito o pregão quem mais deu pelas referidas casas foi Inês Mendes, em seu nome e de suas irmãs, Beatriz Mendes e Leonor Mendes. Assim, as casas são lhe arrematadas e aforadas por seiscentos reais de foro, pagos em Santa Maria de Agosto. O foro das casas tinha sido deixada em testamento (parece que por Pedro Anes) ao convento de São Francisco de Évora e à gafaria de São Lázaro de Évora e a cada uma das instituições se devia pagar metade do valor cobrado. Redactor: João Afonso, escudeiro, vassalo do rei e escrivão do provedor na comarca de entre Tejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Ante as casas onde agora pousa Sebastião Vaz, escudeiro da casa do rei e provedor dos orfãos, capelas, hospitais, e contador e juiz dos resíduos e obras em toda a contadoria de Évora
Por mandado de uma carta régia de D. Manuel enviada a João Pires, escudeiro do rei, é vendido em pregão um foro de um olival e terra, situado no termo de Moura, foreiro ao convento de São Francisco de Évora em seis alqueires de azeite e dois de azeitona retalhada, de que era foreiro Martim Fernandes Guerreiro, morador em Moura. Na sequência do pregão apurou-se que quem mais dava pelo foro era Mor Pires, feira do convento de Santa Clara de Évora, que nele lançara seis mil e novecentos reais através de Gil Pereira, a quem o olival foi arrematado. O documento transcreve a carta régia emitida em Lisboa a 18 de Março de 1514 e aí se ordena também a venda de umas casas e de um lagar de vinho em Moura que eram do convento de São Francisco e que não tinham obrigações. O rei determina que tudo devia ser vendido em pregão e o dinheiro aplicado nas necessidades do convento, bem como o que sobrasse das obrigações da capela de Sancha Anes e todas as outras rendas. Diz também que a venda se efectuaria com ordem do vigário provincial da ordem. No documento se transcreve também essa autorização de frei Francisco de Lisboa dada a 21 de Agosto de 1515. Redactor: Francisco Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de João Pires, escudeiro do rei
Carta régia de D. Filipe II, datada de 20 de Novembro de 1599, de confirmação de outra carta do mesmo rei, dada a 19 de Junho de 1506, que por sua vez confirma uma carta de D. João III, datada de 14 de Março de 1525, que confirma outra carta de padrão de D. Manuel, com data de 25 de Julho de 1497. Na carta de D. Manuel o rei concede ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora dez arrobas de açucar (cinco que já tinha e mais cinco que o rei acrescenta), recebidas desde Janeiro de 1497, pagas na cidade de Lisboa, do primeiro açucar que vier da ilha da Madeira. A carta de D. João III copia ainda, além do padrão de D. Manuel, umas regras assinadas por este rei, datadas de 12 de Novembro de 1511, destinadas ao almoxarife do Hospital de Todos os Santos de Lisboa, em que lhe ordena que pague as dez arrobas de açucar cada ano, desde Janeiro de 1511 em diante, ao prior e frades do mosteiro. A carta de confirmação de Filipe II, com data de 20 de Novembro de 1599, refere ainda uma postila que confirma a mesma doação apesar de, como refere, D. Sebastião a ter restringido a duas arrobas. Redactor: Baltazar Ferreira, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Sentença do condestável dirigida aos juízes da cidade de Évora. Nela se refere ter ido à sua presença uma demanda entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Martim Gil, escudeiro, morador na cidade. Em vida de João Rodrigues, escudeiro, morador em Évora, deixou a sua mulher, Mécia Gil, em testamento datado de 15 de Julho de 1369 (Era de 1407), todos os bens móveis e de raiz (herdades e vinhas) que tinha na cidade e nos reinos de Portugal e no Algarve para os fruir apenas enquanto vida pois, pela sua morte, deviam ficar para o mosteiro pela sua alma. Porém, Mécia Gil voltara a casar com Nuno Fernandes Cogominho, que foi para o reino de Castela, inimigo destes reinos, tendo vindo fazer a guerra ao reino de Portugal matando, roubando e queimando as terras portuguesas e ficara de posse dos bens que pertenciam ao mosteiro. Assim, a casa religiosa pedia que lhes fosse dada a sua posse. A sentença é favorável ao mosteiro referindo-se também que Martim Gil e as freiras fizeram uma amigável composição em que aquele deixara as herdades ao mosteiro. O condestável o mandou por Gil Martins, escolar em leis, seu ouvidor. Redactor: João Esteves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Perante os clérigos da igreja de São Pedro de Évora foi dito que sendo Fernão Lourenço, que Deus haja, prior da igreja, aforaram a Fernão Lourenço e a sua mulher Isabel Esteves, moradores na cidade, no Chão das Covas, uma panasqueira com poucas cepas, localizada no termo da cidade, em Silvarrota (?), na Lagardona – confronta com vinha de João Alvares de Buba; com terra da herdade de Estêvão Jorge da Silveira; e com azinhaga – por quarenta reais, pagos pelo São Martinho. Os foreiros queixa-se de lhe não ter sido entregue carta do dito contrato. Solicitam agora que lhe aforem novamente a vinha acrescentando eles ao foro mais dez reais e uma galinha além dos quarenta reais que já pagavam. Os clérigos aforaram novamente o imóvel a Fernão Lourenço e a sua mulher, por cinquenta reais brancos e uma galinha ou trinta reais, pagos em dia de São Martinho. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de São Pedro
Notário: Clarisse Gomes da Silva 1º Outorgante: António Martins e sua esposa Camila da Silva, Carmezinda da Silva Martins, que também usa Camezinda da Silva e seu marido João José Chamadoma 2º Outorgante: Amândio de Carvalho Martins, casado com Deolinda da Costa Matos
Notário: Clarisse Gomes da Silva 1º Outorgante: António Rodrigo de Araújo Pinheiro e sua esposa Emília Ribeiro da Costa Oliveira, que também usa Emília Ribeiro da Costa Oliveira Pinheiro ou Emília da Costa Oliveira 2º Outorgante: João da Silva Monteiro, casado com Maria da Glória Abreu Vieira
João de Neiva, notário e tabelião em Guimarães. Tem inserto o traslado da carta de mandado de Pedro Afonso da Costa para que se cumpra o privilégio real. 10 de Janeiro de 1415. A carta de privilégio é de 23 de Novembro da Era 1452 (ano 1414).
Notário: João Machado da Silva 1º Outorgante: Albino Salgado de Azevedo; Maria Alzira Fernandes Rodrigues e João da Silva Martins; 2º Outorgante: Armindo Pereira da Costa e Sá e esposa Ana Cândida de Araújo Fernandes 3º Outorgante:João Pereira da Costa e Sá e esposa Maria Amélia Dias de Lima 4º Outorgante: Maria da Conceição Pereira da Costa e Sá e marido Artur Lopes de Oliveira 5º Outorgante: Maria Pereira da Costa e Sá, outorgando por si e ainda na qualidade de procuradora de Manuel Pereira 6º Outorgante: Manuel Sá Machado da Silva, outorgando como de procurador de Maria da Glória Machado da Costa e Sá; José Pereira da Costa e Sá, que também usa os nomes de José Pereira da Costa e José Pereira e Francisco Pereira da Costa e Sá, que também usa os nomes de Francisco Pereira da Costa e Francisco Pereira e esposa Antónia de Oliveira Habilitação por morte de Joaquim Pereira da Costa e Sá e Clementina Maria da Silva Machado.