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Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca do pedido de comutação da pena de Manuel Duarte Ferreira e Bernardino Duarte Ferreira, condenados pelo crime de ofensas corporais.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca do requerimento de Ana Margarida de Freitas, em que pede o pagamento dos vencimentos que ficaram em dívida a seu falecido marido, Manuel de Freitas, guarda da Alfândega do Porto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre o requerimento em que Manuel José Portugal e sua mulher pedem os vencimentos em dívida à sua falecida filha, Brites Constança.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca de uma indemnização pedida por Manuel Luís Alegre. Neste documento, o ajudante do Procurador-Geral requer que lhe seja remetida uma cópia do termo de arrematação para o fornecimento de cantaria, a fim de poder pronunciar-se sobre o pedido.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Fernando de Magalhães e Avelar, dirigido ao Ministro da Justiça informando que os presos Manuel Alves e Filipe José Ferreira não estão culpados nos cartórios da cidade do Porto.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate acerca do processo em que D. Cristóvão Manuel de Vilhena pede encarte em duas capelas pertencentes ao seu avô.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça informando que foi executada na vila de Basto, no dia 11 de julho, a pena de morte a que foi condenado o réu Manuel Joaquim Lopes Queijo.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Camarate para o Ministério da Fazenda, acerca da reclamação de Manuel Bento de Ascensão e Sousa relativamente à multa que lhe foi aplicada, por transgressão da lei do selo.
Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Fernando de Magalhães e Avelar, dirigido ao Administrador do Concelho de Veiros acerca do preso Manuel Alves.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo instaurado contra Manuel José da Silva Barriga, pelo crime de falsidade, informando que, tendo o Ministério Público agravado do despacho do juiz ordinário que tinha despronunciado o réu, não teve provimento na Relação, pelo que o processo fica terminado.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Manuel Joaquim de Campos pede que se lhe declare na apostilha o seu verdadeiro nome.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que foi executada a pena última imposta, por acórdão da Relação de Lisboa, ao réu Manuel Joaquim de Magalhães.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Joaquim José da Costa e Simas, acerca do processo de habilitação de herdeiros para recebimento da indemnização da frança, como consta no documento n.º 27 deste livro.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do processo em que Luís Manuel da Costa pede para despachar, com abatimento de direitos, 300 sacas de açúcar avariado existente na Alfândega de Lisboa, entrado em novembro de 1878 e importado no navio Voador do Mondego. Parecer unanimemente aprovado na conferência dos fiscais da Coroa e Fazenda de 11 de setembro de 1880.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino acerca do pedido de aposentação do conselheiro Manuel Justino Marques Murta com metade do ordenado do cargo de secretário-geral.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Justiça acerca do aumento do terço do ordenado pedido por Salvador Manuel de Vilhena, juiz de direito na comarca de Mafra.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que foi proposta por Baltazar Manuel da Costa uma ação contra a Fazenda Pública no juízo de direito da 1.ª vara de Lisboa, para o pagamento da quantia de 281$000 réis de que se diz credor ao extinto Convento de São Camilo dos Olivais.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, sobre Manuel Coelho Lobão, que pede o pagamento do ordenado integral.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre o requerimento em que o soldado Manuel António, condenado pelos crimes de deserção e tentativa de homicídio, pede perdão da pena.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Guerra acerca do pedido de perdão do réu Manuel José Gomes, condenado a três anos e meio de deportação militar pelo crime de deserção.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto acerca do requerimento em que Manuel de Sousa Rasteiro Júnior e António de Sousa Rasteiro pedem diminuição da pena.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério das Obras Públicas acerca da queixa de Manuel Rodrigues Salomão dirigida contra a direção do Montepio Democrático Português, de que é sócio, por lhe ter recusado o abono do subsídio a que tem direito nos termos da tabela n.º 2 dos estatutos aprovados por decreto de 2 de agosto de 1882 e pede providências. Pronuncia-se acerca da competência que o Governo tem para tomar conhecimento da reclamação.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Marinha.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda acerca do do processo-crime instaurado contra Manuel Mendes, na comarca de Idanha-a-Nova.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça remetendo o ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, de 19 de outubro de 1844, em que participa que Manuel José Pereira, caixeiro de João José Pereira Guimarães, contra o qual o Ministério Público instaurou, no juízo ordinário de Gaia, um processo-crime como passador de moeda cerceada, conseguiu evadir-se da cadeia e fugiu para o Brasil, ficando em depósito 51 cruzados novos que lhe foram apreendidos.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do subdelegado do procurador régio no julgado de Almendra, de 26 de julho de 1845, em que participa que, no dia 22 daquele mês, apareceu estrangulado, na freguesia de Algodres, Manuel Joaquim Monteiro, que se diz ter sido assassinado pela sua mulher e sogros.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de comutação da pena em que foi condenado Manuel José de Paula, pelo crime de deserção.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o requerimento dos pais do condenado António de Oliveira Brasil, em que pedem o perdão da culpa de seu filho, preso na cadeia de Angra do Heroísmo.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, de acordo com informação do delegado do procurador régio na comarca de Monsaraz, no dia 9 de junho de 1845, foi encontrado morto o guardador de gado Raimundo Manuel, natural daquela vila, que terá sido assassinado com uma facada enquanto dormia, não tendo sido ainda possível descobrir o autor do crime.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o procurador régio da Relação de Lisboa, no seu ofício de 25 de outubro de 1845, lhe participou que, no dia 25 de outubro, foi executada a pena de morte proferida contra o réu Manuel Gonçalves, no Cais do Tojo a Santa Apolónia, na presença da ré Maria do Carmo, que, depois da execução, deu três voltas em volta do patíbulo.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o requerimento de Manuel de Carvalho, em que pede para ser aliviado da pena a que foi condenado pelo crime de furto.
Parecer do Ajudante do Procurador Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o processo do réu Manuel Gonçalves, o Parada.
Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o administrador do concelho de Cinfães, em ofício de 1 de novembro de 1845, lhe participou que, na noite de 22 para 23 de outubro, deram um tiro a Manuel António de Resende, casado, do sítio do cabo, do lugar de Quinhão, freguesia de Tendais, tendo este falecido, e já procedeu ao auto de investigação. O Procurador-Geral informa que ordenou ao seu subdelegado para promover os termos do processo que forem competentes na conformidade das leis.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto sobre o pedido de perdão da pena de Manuel de Almeida, condenado pelo crime de homicídio voluntário.
Carta do Conselheiro Dr. Albino dos Reis solicitando ao Governador da Guiné, Capitão-tenente Sarmento Rodrigues, que proteja Coelho dos Santos, com assuntos a tratar na Guiné.
Frente: Gil Vicente (1470-1536). Nasceu em Guimarães, no ano de 1470, tendo procurado formar-se em Direito, o que não conseguiu; mas foi mestre de Rethorica de D. Manoel, duque de Beja em 1493. ...Quando este príncipe sobe ao trono em 1495, inicia Gil Vicente uma verdadeira revolução no Teatro Português, recitando em 1502 o monólogo da Visitação ou do Vaqueiro. É vastíssima a lista das suas obras teatrais que podem dividir-se em 3 grupos: Hieratico ou Religioso, Aristocrático ou Tragicomédia e Popular. Escreveu em Espanhol e, principalmente, em Português, morrendo em 1536 sendo as suas obras publicadas em 1562 sendo as suas obras publicadas em 1562 por seu filho Luiz Vicente. Chamam-lhe o Plauto Português. Jaz no Convento de São Francisco de Évora. N.º 47 - Varões assinalados Edições Latina Verso: "Que a nossa história se espalhe por este mundo fora, levada pelo vento, como o pólen..." "Reprodução interdita"
Outras informações: O nome do pai à margem está escrito Manoel Pereira. Avós paternos: Manoel Pereira de Souza e Maria Pinta. Avós maternos: Manoel Gonçalves e Maria de Freitas.
Pai do nubente: Manoel de Vasconcelos; Mãe do nubente: Virgínia de Aveiro; Pai da nubente: Manoel Caldeira; Mãe da nubente: Rosa dos Santos.
Outras informações: À margem o nome do pai é "Manoel da Silva do Vale". Os nomes do registado e do pai estão escritos "Manoel".
Outras informações: O nome da mãe no registo de casamento está "Gaudina". Avós paternos: Manoel Pereira e Maria Pinta. Avós maternos: Manoel Gonçalves e Maria de Freitas.
Outras informações: O nome do pai está escrito "Jozé". Avós paternos: Manoel da Cunha e Maria Bettencourt. Avós maternos: Manoel Soares e Catarina Pereira.
Outras informações: O nome do registado está escrito "Jozé". Avós paternos: Manoel Martins e Mariana de Sá. Avós maternos: Manoel Gomes e Maria de Souza.
Outras informações: Avós paternos: Manoel Pestana de Gouveia e Maria da Paixão. Avós maternos: Manoel de Faria e Mariana da Assunção.
Outras informações: Avós paternos: Manoel de Freitas e Maria do Rozario. Avós maternos: Manoel Gonsalves de Gouveia e Maria do Nascimento.
Outras informações: Avós paternos: Manoel de Freitas Caldeira e Maria do Rozario. Avós maternos: Manoel Gonçalves de Gouveia e Maria do Nascimento.
Outras informações: O nome do pai está escrito "Joze". Avós paternos: Manoel de Mendonça e Clara Maria. Avós maternos: Manoel Gomes e Mariana das Neves.
Outras informações: Avós paternos: Manoel Pestana de Gouveia e Maria da paixão. Avós maternos: Manoel de Faria e Mariana da Ascensão.
Outras informações: O nome do registado está escrito "Jozé". Avós paternos: Manoel Sardinha e Maria do Rozario. Avós maternos: Manoel Pestana e Antonia Maria.
Outras informações: Avós paternos: Manoel Dias(?) de Andrade da [...] e D. Firmina Catanho. Avós maternos: Manoel Soares Freire e Antonia Gomes.
Outras informações: O pai era casado em segundas núpcias. Avós paternos: Manoel da Silva(?) e Inacia Ferreira. Avós maternos: Manoel Marques e Izabel Maria.
Outras informações: Avós paternos: Manoel de Freitas Caldeira e Maria do Rozario. Avós maternos: Manoel do Nascimento e Maria do Nascimento.
Outras informações: Gémea de Antonia. Avós paternos: Manoel Soares e Andreza da Ascenção. Avós maternos: Manoel Rodrigues Reis e Antonia Maria.
Outras informações: Gémea de Andreza. Avós paternos: Manoel Soares e Andreza da Ascenção. Avós maternos: Manoel Rodrigues Reis e Antonia Maria.
Inclui 1 documento avulso, não datado (previamento inserto no fólio 123): apontamento com a seguinte inscrição: "Francisco Manoel de Freitas/ Manoel dos Passos Faria".
Pai do nubente: Manoel Pereira de Oliveira; Mãe do nubente: Luiza Augusta de Jesus; Pai da nubente: Manoel de Andrade; Mãe da nubente: Georgina dos Reis.
Remonta a 1844 o documento que atesta os primeiros anos de atividade de António da Costa Guimarães (1832 – 1892), o fundador da Fábrica do Castanheiro. O Livro Razão integra um vasto acervo documental, único e em excecional estado de conservação, do fundo histórico da Fábrica do Castanheiro, entregue pela família Costa Guimarães ao Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. António da Costa Guimarães era muito jovem quando deixou a sua terra natal, a freguesia de Travassós, em Fafe, para se fixar em Guimarães. Fundou a Casa Comercial António da Costa Guimarães e em 1854 estabeleceu-se como industrial. Dedicou-se aos tecidos em linho, produzidos em teares manuais que instalou em casa de tecelões e tecedeiras. Era o próprio que preparava as teias, supervisionava a produção, reparava os teares e recolhia o tecido produzido. Foi dos primeiros industriais de Guimarães a integrar as comitivas portuguesas às exposições universais e mundiais, destacando-se a Grande Exposição dos Trabalhos da Indústria de Todas as Nações (Londres 1851), as exposições de Viena (1873), Filadélfia (1876) e Paris (1878,1889 e 1900), onde foi distinguido e premiado. Conhecedor atento da tecnologia do seu tempo, encomendou, em 1882, os primeiros teares mecânicos a fabricantes ingleses. Apoiou a sua estratégia de expansão em Manoel Pereira Bastos (1859-1936), um talentoso e inteligente operário oriundo de Cabeceiras de Basto, que enviou para Manchester, em 1883, com a missão de estudar mecânica têxtil e visitar fábricas no coração da Revolução Industrial. Manoel regressou a Guimarães na primavera de 1884, trazendo consigo os primeiros teares mecânicos. A sua chegada coincidiu com a abertura da Exposição Industrial de Guimarães. Sozinho, montou os teares numa oficina de António da Costa Guimarães e preparou uma demonstração à qual assistiu Gustavo Adolfo Gonçalves de Sousa (1818-1899), diretor do Instituto Industrial do Porto, que visitou a exposição de Guimarães a pedido do rei D. Luis I e algumas fábricas por insistência da organização. Naquele dia os teares não funcionaram plenamente, mas António da Costa Guimarães conseguiu um lugar na história, tornando-se no primeiro industrial a introduzir a mecanização nas fábricas de tecidos de Guimarães. A Fábrica do Castanheiro iniciou a laboração em 1885 nas suas instalações de Urgezes. Até 1900 o crescimento da fábrica baseou-se na mecanização. Aos 196 teares mecânicos juntaram-se 10 contínuos com 4000 fusos. Seguiu-se a eletrificação (1913), com a instalação de uma central elétrica. O tempo de estabilização e constrangimento decorrente das duas guerras mundiais durou até 1950 altura em que se operou uma profunda transformação e aposta na especialização. Em 2013, e após 127 anos de atividade contínua, a Fábrica do Castanheiro cessou a sua laboração em resultado de uma insolvência, pondo fim a 169 anos de história da casa fundadora.
Outras informações: O nome do pai e do filho está escrito "Manoel".
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Outras informações: O nome do pai e do filho está escrito "Manoel".
Outras informações: O nome do filho está escrito "Manoel". Filho segundo do nome.
Outras informações: O nome do filho está escrito "Manoel". Filho segundo do nome.
Outras informações: O nome do pai e do filho está escrito "Manoel".
Outras informações: O nome do pai está escrito "Manoel". Filho segundo do nome.
Outras informações: Gémeo de Manoel. O nome da mãe está escrito "Jozefa".
Outras informações: Os nomes do registado e do pai estão escritos "Manoel".
Outras informações: O nome do pai está escrito "Manoel". Nota marginal: "Refractario em 1927".
Outras informações: O nome do pai e do filho está escrito "Manoel".
Outras informações: O nome do pai e do filho está escrito "Manoel".
Outras informações: O nome do pai está escrito "Manoel". Filho segundo do nome.
Outras informações: Filha segunda do nome. O nome do pai está escrito "Manoel".
Outras informações: Filha terceira do nome. O nome do pai está escrito "Manoel".
Outras informações: O nome do registado e do pai está escrito "Manoel".
Outras informações: O nome do registado e do pai está escrito "Manoel".
Outras informações: Cancelado. Transcrição n.º 1 de 1920. O nome do registado está escrito "Manoel".