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Carta do Almirante Gago Coutinho a Carlos Bleck, aquando da sua estadia no Palace Hotel no Rio de Janeiro ,agradecendo-lhe a carta anteriormente endereçada. Refere o autor a importância dos motores Rolls-Royce na ajuda à travessia. Esta carta, que aqui se individualiza, consta no Álbum N.1 "MISCELLANEA", na página 73.
Inclui o livro onde consta o registo das observações das passagens meridianas da lua e das estrelas, efectuadas no Observatório Astronómico de Marinha.
Inclui o livro onde consta o registo das observações das passagens meridianas da lua e das estrelas, efectuadas no Observatório Astronómico de Marinha.
“D. Tomás Maria de Almeida Manuel de Vilhena (Lisboa, 16 de Junho de 1864 - Lisboa, 12 de Janeiro de 1932), que usou o título de 8.º Conde de Vila Flor de juro e herdade, foi um jornalista, escritor e político português. Era filho de D. Martinho Lourenço de Almeida (Campo Maior, Nossa Senhora da Expectação, 10 de Dezembro de 1818 - Lisboa, São Vicente de Fora, 8 de Maio de 1898), bisneto por varonia do 1.º Marquês de Lavradio de juro e herdade e 3.º Conde de Avintes de juro e herdade, e de sua mulher (Lisboa, São Jorge de Arroios, 31 de Agosto de 1863) D. Maria Benedita da Conceição Correia de Sá Manuel de Vilhena (Oeiras, Carnaxide, 10 de Agosto de 1826 - Lisboa, São Jorge de Arroios, 3 de Junho de 1896), neta paterna do 1.º Conde de Alpedrinha e neta materna do 5.º Visconde com Grandeza de Asseca. Formado pelo Curso Superior de Letras, dedicou-se ao Jornalismo, à História e ao Teatro, tendo publicado diversas obras sobre temas diversos. Colaborou, com texto da sua autoria, na obra In memoriam: Júlio de Castilho publicada em 1920. Participou no 3.º número do Orpheu. Casou a 24 de Maio de 1897 com Maria Josefina de Azeredo Teixeira de Aguilar (Porto, Sé, 6 de Novembro de 1864 - ?), filha do 2.º Visconde de Samodães e 2.º Conde de Samodães, da qual teve um único filho, D. Francisco Maria Martinho de Almeida Manoel de Vilhena, que usou o título de 9.º Conde de Vila Flor de juro e herdade. Monárquico e Católico, foi Deputado por Viana do Castelo pelo Partido Regenerador (1901-1907) e Governador Civil do Distrito de Braga em 1906 e do Funchal. Com a República Portuguesa, veio a ser Senador em 1922 e 1925.Foi Chefe do Governo no exílio do Rei D Manuel II. Foi o 1º presidente do Instituto Português de Heráldica, era vogal do Conselho superior da Política Monárquica, e foi fundador da Associação da Mocidade Católic. Tinha a grã cruz da Ordem de Nossa Senhora de Vila Viçosa, era cavaleiro da Ordem de Malta e grande oficial da ordem espanhola D. Afonso XII.” In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tom%C3%A1s_Maria_de_Almeida_Manuel_de_Vilhena
José de Arruela nasceu em Ovar, no largo de Arruela, a 5 de Junho de 1881, e faleceu a 28 de Julho de 1960. Era filho de Caetano Luís Basto Ferreira - natural de Estarreja, jornalista, escrivão de Direito e, posteriormente, fundador, diretor e gerente, em Lisboa, do Correio Nacional - e de Maria Cândida Homem de Macedo da Câmara e Mota de Sousa Ribeiro Ferreira. Foi casado com Ana Maria Pinheiro de Melo Arruela, filha de Bernardo Pinheiro de Melo, 1º conde de Arnoso, de quem teve vários filhos, entre os quais Maria José de Arruela Azevedo Gomes e Maria Cândida de Arruela de Sousa Ribeiro. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra (1906), e estabeleceu-se como advogado em Lisboa. Destacou-se pela ampla amnistia que conseguiu para os marinheiros do couraçado Vasco da Gama, que se revoltaram no ano de 1908, pela intervenção desenvolvida através do jornal O Século. Em 1913 filiou-se no Partido Monárquico, tendo sido preso várias vezes por ações desenvolvidas pelo partido. Foi presidente da Comissão de Organização Política da Causa Monárquica, fundador do Centro Monárquico de Lisboa e diretor do Diário da Manhã, jornal oficioso da Causa Monárquica. Dedicou-se à defesa, em tribunal, de monárquicos - refira-se o julgamento no Tribunal das Trinas - e republicanos. Acabada a 2ª Guerra Mundial, seguiu ativamente os julgamentos de Nuremberga. Realizou várias conferências, que decorreram no Instituto de Coimbra, em Lisboa, no castelo de São Jorge e na sua própria residência. Foi colaborador de jornais como o Século, Diário de Notícias, Época, Dia, Nação e Voz, e diretor da revista A Voz do Direito. Desenvolveu ainda outra atividade literária, tendo publicado A Monarquia e a República: o programa do Diário da Manhã, de Lisboa, 1914; A tragédia nacional: Alemanha e Portugal, cuja segunda edição é de Coimbra, 1940; Uma trepa histórica, (polémica com o Dr. Alfredo Pimenta), publicado em Coimbra, em 1942; O equilíbrio peninsular, publicado em Coimbra, em 1944; O imperativo geográfico de uma aliança, publicado em Coimbra, em 1945; publicou ainda dois livros de poesia: Contrastes e Convulsões da Pátria. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=4206401
Faz referência à questão da escolha do lugar-tenente, indica que, no Porto, votam em Alfredo Pimenta mas que Lisboa pretende Pequito Rebelo. Responde à intenção manifestada por Alfredo Pimenta de mostrar um corte ao diretor-geral da censura, alega as proibições legais e as represálias que pode sofrer. Sugere outra solução. Tece comentários sobre "Eugénio de Castro na poesia portuguesa" e contesta afirmações do livro "História de Portugal" que justificam os Descobrimentos Portugueses por motivos de fé católica. Discorda da defesa que Alfredo Pimenta faz da religião. Refere a posição de Alfredo Pimenta sobre D. João III e socorre-se de Herculano para comentar. Comenta a parcialidade de Alfredo Pimenta ditada pela fé católica.
Defende o regresso da bandeira azul e branca. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração .com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto 0 escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Felicita Alfredo Pimenta pelo caso da bandeira içada. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Aborda a situação da questão da bandeira da restauração da qual tinha sido vítima. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
A questão da apreensão da bandeira da Restauração içada por Alfredo Pimenta. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Apresenta a sua solidariedade na questão da bandeira da restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Informa que esteve a copiar os prazos para a Repartição de Felgueiras e que vai copiar algumas partes do livro das contribuições da Câmara de 1624 para averiguar se pode ser publicado no "Boletim". Tece comentários críticos artigo do Jorge Larcher sobre o livro de Alfredo Pimenta "Elementos [de História de Portugal". Reporta-se ao prémio Alexandre Herculano. Critica o "Comércio do Porto" por não fazer referência ao livro de Alfredo Pimenta "Elementos [de História de Portugal]". Pergunta se o Salazar está melhor. Comenta que o Eduardo de Almeida voltou a advogar. Refere que estão em Lisboa uns vimaranenses que pretendem que o ministro da Guerra autorize a instalação de uma Unidade Militar em Guimarães. Declara que acha que o vencedor das eleições no Sarre será a Alemanha.
Informa-o sobre o expediente do Arquivo e sobre a circular da Câmara de Braga. Tece comentários elogiosos ao artigo de Alfredo Pimenta "Criticas e críticos". Recomenda que, se proferir a sua conferência de Belém na T.S.F., para que seja ouvida em Guimarães tem que ser transmitida pela Rádio Clube Português da Parede ou pela Emissora Nacional. Declara que remeteu um exemplar do "In Memoriam" aos editores dos jornais: "D. de Notícias", "D. da Manhã", "Diário de Lisboa", "Século", "Novidades" e "Voz" com uma carta a pedir uma crítica imparcial e justa. Afirma que o Sousa Costa proferiu a sua conferência no Porto e não na Sociedade Martins Sarmento, como prometera. Tece comentários críticos ao Leonardo Coimbra. Refere-se aos caseiros da Madre de Deus.
Integra correspondência, nomeadamente com o Jornal de Turismo; Lisbon Courier; Jornal Português de Automobilismo; O Mundo Português; Jornal de Notícias; Notícias de Chaves; Jornal de Felgueiras; Notícias de Guimarães; Notícias de Vizela; Olisipo - Editorial de Publicações Turísticas Lda; P.A.N. Produtores Associados do Norte; Portuense Rádio Clube; Portugal - Guia Histórico-Turístico; Revista Portugal Brasil, Portugal Ilustrado; Publitor; Revista Turismo; Manuel Celso da Silva Cunha - Edições Retalhos do Minho; Roteiro Campista; O Volante; Viagem; Renascença Gráfica - Proprietária do Diário de Lisboa; designadamente sobre: propaganda turística; convites para participação em eventos desportivos; subsídios para reportagens; divulgação de eventos desportivos e culturais; concurso público para a arrematação da obra de construção de um prédio para a Junta e concurso público para a arrematação da obra de construção da 2.ª fase do Parque de Jogos. Inclui recortes de imprensa do Diário do Minho e do Correio do Minho.
1.º outorgantes: António de Freitas Torres, José Leite da Costa Faria e Fernando de Freitas Bravo de Faria, todos na qualidade de presidente,secretario e tesoureiro em exercício da Companhia de Banhos de Vizela 2.º outorgante: Carlos Maria Vieira Pinto da Cunha Coutinho 3.º outorgante: Artur Teixeira da Costa e Lisboa 4.º outorgante: Joaquim Lopes Alves Guimarães 5.º outorgante: Carlos da Silva Areias 6.º outorgante: António de Urgeses dos Santos Simões 7.º outorgante: Flávio de Freitas Ribeiro de Faria 8.º outorgante: Arnaldo Manuel do Vale Pinto Vilas Boas 9.º outorgante: Alfredo Maurício de Freitas Bravo 10.º outorgante: Manuel Alves Machado da Fonseca e Castro 11.º outorgante: Francisco Cardoso Moreira de Sá e Melo Livro Nº 150-73v.
Um grupo de cidadãos portugueses, homens e mulheres antifascistas, democratas e patriotas, amigos sinceros da Grande República Popular da China e do povo chinês, decidiu, no dia 16 de maio de 1974, constituir a Associação da Amizade Portugal-China, com o fim de salvaguardar e promover o desenvolvimento e fortalecimento da amizade fraterna que liga o povo de Portugal à República Popular da China e ao povo chinês. Nesta ocasião os fundadores aprovaram o projeto de estatutos da Associação, fixaram a sede em Lisboa e acordaram na abertura de delegações em todos os pontos do país, onde tal se revelasse necessário ao prosseguimento dos fins da instituição. https://www.amigoscoimbra70.pt/download/Documentos%20de%201974%20p%C3%B3s%2025%20Abril/1974_05_16_D_Const_Assoc_Amiz_Portugal-China.pdf
Contém referências ao episódio da bandeira da restauração e à prisão de Alfredo Pimenta. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Manifesta a sua indignação com o episódio da bandeira da restauração e critica os governantes. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Programa com o visto concedido pelo delegado de Inspeção dos Espetáculos para os seguintes eventos: Verbena; 7.º Festival Folc. de S. Torcato - 3.º Internacional; Festas Gualterianas, em Guimarães Dia 30 de julho Verbena - nos jardins do Paço dos Duques de Bragança, abrilhantada pelos conjuntos internacionais, " Franco Scarica (de Milão)" e " Os Sheirs ( de Lisboa)" *** Dia 31 de julho de 1966 7.º Festival Folc. de S. Torcato - 3.º Internacional *** Festas Gualterianas - Dias 6,7 e 8 de agosto de 1966 Programa Geral Dia 6 Concentração Campista e Caravanista Feiras Francas Concursos Pecuário Arraial Minhoto com Concertos Musicais Sessões de Fogo Preso no ar 1.º Festival de Cinema Amador de Guimarães Exposições Dia 7 Concertos Musicais Demonstrações Folclóricas 1.ª Corrida de Toiros Sessão de Fogo do ar Dia 8 Concertos Musicais Festividades Religiosas 2.ª Corrida de Toiros ( à Portuguesa) Festival de Música Famosa Marcha Gualteriana Grandiosa Sessão de Fogo Monumental Bouquet
Processo relacionado com o projeto aproveitamento e relançamento da Estância Termal das Taipas, a ser estudado pela direção da Taipas Turitermas. O Processo é constituído por: 2 Circulares da Associação Nacional dos Industriais de Águas Mineromedicinais e de Mesa (3 folhas no total), 1 Memorando do Dr. Augusto Dias de Castro sobre linhas de crédito para a Turitermas, 1 desdobrável do BNU apresentando promoções no crédito a operadores turísticos, 3 Diários da Republica I Série dos dias 29/8/86 23/9/86 e 30/9/86 num total de 21 folhas. (apenas um Diário é original), 2 Informações dos Serviços Técnicos de Obras da Câmara Municipal de Guimarães sobre as inundações nas Termas das Taipas, 1 Oficio da Direção Geral de Turismo sobre feiras e exposições (2 folhas), 1 Oficio da Direção Geral de Turismo sobre Workshops da Costa Verde em Lisboa (4 Folhas).
Condenação por alta traição de um conjunto de militares portugueses: José Joaquim Pinto da Silva, Alferes do Regimento de Infantaria n. 4; José Campelo Miranda e José Ribeiro Pinto, Alferes do Regimento de Infantaria n.º 16; Manuel Monteiro de Carvalho, Coronel de milícias reformado; Gomes Freire de Andrade, Tenente General; Francisco António de Sousa, arquitecto civil; Pedro Ricardo Figueiró, Capitão de Regimento de Infantaria n.º 13; José Francisco das Neves, Major do Batalhão de Atiradores de Lisboa Ocidental; Henrique José Garcia de Morais; António Cabral Calheiros Furtado e Lemos; Manuel de Jesus Monteiro, Capitão do Regimento de Artilharia n.º 3; Manuel Inácio Figueiredo; Maximiniano Dias Ribeiro; António Pinto da Fonseca Neves, Segundo Tenente do Regimento de Artilharia n.º 4; Frederico Barão d'Eben; Veríssimo Ferreira da Costa; Cristovão da Costa, Alferes do Regimento de Cavalaria n.º 10; Francisco Sudré da Gama.
"Instrumentro de restituição de posse da Quinta de Erosa, que fora de Gonçalo Gonçalves da qual o juiz de Celorico de Basto empossara a mulher deste. Foi restituída a quinta a Martim Gonçalves, rimão daquele, pelo juiz de Celorico Gonçalo Martins, nos fins de julho da era de 1331 em virtude da carta de setença de el-rei D. Dinis, dada em Lisboa a 3 de Julho, passada pelo ouvidor Estevão Pires e escrita por Francisco Eanes com resalva do direito que ai pudesse ter o Cabido de Guimarães que faria valer pelos meios legais. O instrumento de posse foi escrito pelo tabelião de Celorico, Martim Domingues. O meirinho, que [esbulhara] Martim Gonçalves e empossara a viúva por mandado do juiz, ocupava o cargo da mão de Gonçalo Fernandes. assistirama este acto três cónegos de Guimarães como procuradores do Cabido porque assim ordenava a sentença".
Integra correspondência, nomeadamente com o Ministério do Interior; Comissão de Turismo; Comissão de Iniciativa da Póvoa de Varzim; Comissão Administrativa da Câmara Municipal; Repartição de Turismo de Lisboa; Sociedade de Propaganda de Portugal; Companhia de Caminhos-de-ferro Portugueses; Repartição de Finanças Braga e Covilhã; Guarda Nacional Republicana de Braga; Estação de telégrafo Vizela; Comissão de Iniciativa de Mafra; Secretaria-geral da Repartição de Jogos e Turismo; administrador do concelho de Guimarães; Conselho Nacional de Turismo; Instituto de Hidrologia; Hotéis; Serviço dos Correios, Telégrafos e Telefones; e Tribunal de Contas; Companhia Internacional de Carruagens; Administração Geral das Estradas e Turismo; Governador Civil de Braga; Comissão Cultural da Freguesia de São João das Caldas; Sociedade de Propaganda de Portugal; Caixa Geral de Depósitos Guimarães; designadamente sobre: obras de melhoramento da ponte romana; orçamento ordinário; propaganda turística, construção de estrada e reparação de ruas; informações sobre hotéis. Contém um índice.
Faz referência a uma ordem de serviço de 1942 proibindo a entrada, na cadeia, de objetos e publicações de propaganda feita pelas nações beligerantes. Informa que foi notificado de que era proibida a leitura d’ “A Esfera” na cadeia. Conta que escreveu ao diretor da cadeia sobre o mesmo assunto e que recebeu uma carta do subdiretor confirmando a proibição. Transcreve a petição que resolveu escrever ao diretor das Cadeias Civis Centrais de Lisboa. Informa que, na cadeia, não autorizaram o envio da petição. Pede a Alfredo Pimenta para reclamar junto do ministro da Justiça para o que considera ser um abuso de autoridade. Alerta para o carácter clandestino da carta, para fugir à censura interna, e pede para o seu nome não ser revelado.
Trata da questão da bandeira da restauração e do hino de Portugal. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Category: monophony Tradition: Aquitaine Contents (feasts): Dom. 4 p. Pent. Contents (feasts): Dom. 6 p. Pent. Contents (feasts): Dom. 7 p. Pent. Condition of document: Damaged; partially legible; folios mutilated and humidity; binding register book N 15 Foliation/Pagination: Ar, Av (In te domine), Br (Te decet hymnus), Bv (Adtendite popule) Page layout: Bifolium: Ar side c. 125 x c. 275 mm; Br side c. 205 x c. 275 mm. Two columns in each page; columns measure approximately 80 x 225-230. Each column has 23 lines of text; some of them with music (on folio Bv columns have 25 lines). Type of script: Transitional (Protogothic) Type of notation: Aquitanian Decoration: Red initials with simple decorative designs; brown plain initials used for verses. References: VEIGA, Diogo Alte da, "O Alleluia na monodia litúrgica em Portugal até 1600: comparações melódicas", (Dissertação de Mestrado, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, 2009), pp. 33-39, 184, 185, 189.
O hastear da bandeira da restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
Instituído através do decreto-lei n.º 15.971, de 21 de Setembro de 1928, o Liceu Nacional D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, destinou-se inicialmente a abrigar uma população estudantil exclusivamente feminina, característica que manteve até ao ano de 1974. Instalado a princípio no Palácio Côrte-Real, situado na Rua do Quelhas, 36, passou a ocupar instalações na Rua de S. Bernardo, 14 a 16, entre 1936 e 1938. A partir deste último ano transferiu-se para aquele que ainda hoje é o edifício-sede do Agrupamento de Escolas D. Filipa de Lencastre, AEDFL, instituição homologada por despacho de 26 de Junho de 2007 e consagrada pelo decreto-lei 299/2007, de 22 de Agosto do mesmo ano. In: http://www.aedfl.pt/quem-somos/
Francisco Coutinho da Silveira Ramos nasceu em Lisboa a 1873, faleceu em 7 de Fevereiro de 1935 no hospital de São José, aos 55 anos de idade. Foi um militar português. Na Revolução de 5 de Outubro de 1910 era tenente do Regimento de Lanceiros N.º 2, tendo lutado pela monarquia, ao lado de Estevam Wanzeler e do Marquês de Belas. Após a vitória republicana, foi expulso do exército até 1917, quando foi amnistiado por Sidónio Pais e posto à frente do Regimento de Lanceiros N.º 2. Voltou a defender as ideias monárquicas durante a Revolta monárquica de Monsanto, em 1919, tendo por esse motivo sido novamente despedido do exército. Foi reabilitado pelo Estado Novo quando se reformou, regressando ao posto de Tenente-Coronel.
Fotos da campanha Presidencial de Diogo Freitas do Amaral em: Lisboa, no Hotel Penta, no Hotel Altis, no Bairro da Lata, Hotel Roma, adega Ribatejo, Mercado do Cais do Sodré, Areeiro e passeio na Av. de Roma, Galinheiras, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, empresa Timex; Coimbra; Mercado do Relógio; Guimarães; Porto, hotel Fenix, Solar do Vinho do Porto; Montijo; Santarém; Santo tirso; Chaves e Valpaços; Montalegre; Macedo de Cavaleiros; Alijó e Mirandela; Santa Comba Dão; Nelas; Gouveia; Seia; Arouca; Castelo de Paiva; Vale de Cambra; Sever do Vouga; Espinho; Monção; Mealhada; Montemor o Velho; Mira; Cantanhede; Oliveira do Bairro; Águeda; Vagos; Ílhavo; Albergaria; Vila da Feira; Estarreja; Aveiro; São João da Madeira; Ovar; Melgaço; Caminha; Valença; Ponte de Lima; numa conferência de imprensa; em jantares com desportistas; na partida e chegada para os Açores; num debate na televisão, no festival da juventude ; na grande festa do Norte.
Um grupo de cidadãos portugueses, homens e mulheres antifascistas, democratas e patriotas, amigos sinceros da Grande República Popular da China e do povo chinês, decidiu, no dia 16 de maio de 1974, constituir a Associação da Amizade Portugal-China, com o fim de salvaguardar e promover o desenvolvimento e fortalecimento da amizade fraterna que liga o povo de Portugal à República Popular da China e ao povo chinês. Nesta ocasião os fundadores aprovaram o projeto de estatutos da Associação, fixaram a sede em Lisboa e acordaram na abertura de delegações em todos os pontos do país, onde tal se revelasse necessário ao prosseguimento dos fins da instituição. https://www.amigoscoimbra70.pt/download/Documentos%20de%201974%20p%C3%B3s%2025%20Abril/1974_05_16_D_Const_Assoc_Amiz_Portugal-China.pdf
Um grupo de cidadãos portugueses, homens e mulheres antifascistas, democratas e patriotas, amigos sinceros da Grande República Popular da China e do povo chinês, decidiu, no dia 16 de maio de 1974, constituir a Associação da Amizade Portugal-China, com o fim de salvaguardar e promover o desenvolvimento e fortalecimento da amizade fraterna que liga o povo de Portugal à República Popular da China e ao povo chinês. Nesta ocasião os fundadores aprovaram o projeto de estatutos da Associação, fixaram a sede em Lisboa e acordaram na abertura de delegações em todos os pontos do país, onde tal se revelasse necessário ao prosseguimento dos fins da instituição. https://www.amigoscoimbra70.pt/download/Documentos%20de%201974%20p%C3%B3s%2025%20Abril/1974_05_16_D_Const_Assoc_Amiz_Portugal-China.pdf
Um grupo de cidadãos portugueses, homens e mulheres antifascistas, democratas e patriotas, amigos sinceros da Grande República Popular da China e do povo chinês, decidiu, no dia 16 de maio de 1974, constituir a Associação da Amizade Portugal-China, com o fim de salvaguardar e promover o desenvolvimento e fortalecimento da amizade fraterna que liga o povo de Portugal à República Popular da China e ao povo chinês. Nesta ocasião os fundadores aprovaram o projeto de estatutos da Associação, fixaram a sede em Lisboa e acordaram na abertura de delegações em todos os pontos do país, onde tal se revelasse necessário ao prosseguimento dos fins da instituição. https://www.amigoscoimbra70.pt/download/Documentos%20de%201974%20p%C3%B3s%2025%20Abril/1974_05_16_D_Const_Assoc_Amiz_Portugal-China.pdf
Trata dos ordenados de Alfredo Pimenta e da questão da bandeira da restauração. Questão da bandeira da restauração - Durante as comemorações dos Centenários, em 1940, Alfredo Pimenta içou na janela da sua casa de Lisboa, na Rua Pinheiro Chagas n.0 16, 10 andar, uma bandeira da Restauração (com o escudo e a coroa sobre fundo inteiramente branco). O mesmo fez na janela da varanda da Casa da Madre de Deus, em Guimarães, como atesta o 'bilhete postal' com a fotografia da casa, que mandou imprimir e utilizou durante muitos anos. Em 1942 deu-se o de passar em frente da janela da Rua Pinheiro Chagas o Ministro do Interior, Pais de Sousa. Viu a bandeira e achou por bem mandar prender Alfredo Pimenta, que passou um dia e uma noite esquadra da Alcântara, sendo solto em seguida. A bandeira ainda continuou içada na Casa da Madre de Deus durante vários anos, enquanto o escritor ali permanecia nos 4 meses de verão.
O registado: António Adelino da Silveira Correia de Almeida Delduque da Costa Nº registo: 937 Naturalidade (freguesia e concelho): Urgezes Santo Estêvão, Guimarães Data de nascimento: 1916/05/31 Pai: Adelino Delduque da Costa Profissão: Alferes da Guarda Nacional Republicana Naturalidade (freguesia e concelho): Santa Maria Maior, Viana do Castelo Mãe: Joana da Silveira Correia de Almeida Delduque da Costa Profissão: Doméstica Naturalidade (freguesia e concelho): São Vicente de Fora, Lisboa Averbamentos: Emancipado em 1935; assento de casamento n.º 165 com Adelaide Rosa de Jesus Rodrigues em 1937; assento de casamento n.º 54 com Maria Julieta da Cruz e Melo; dissolução do casamento por divórcio com Maria Julieta da Cruz e Melo por sentença do tribunal em 1949; Casamento com Maria Pereira de Oliveira em 1950; transcrito sob o n.º 74 em 1969.
Refere que estuda as obras de Goblot; agradece as dedicatórias de AP e retribui: ao publicá-lo “quis apenas consagrar o único crítico do jornalismo dos nossos dias, afirmar o espírito largo de independência e reconhecimento dos outros, sem olhar às ideias que defendem, e amparar moralmente uma pessoa ofendida”. Confirma a boa venda dos exemplares. Alusões a Costa Ferreira e Luciano Pereira da Silva: e o incidente num concurso na Faculdade de Letras de Lisboa, advertindo, “desde que os homens perderam o respeito mútuo, vamos entrar no reino da paixão, e então quanto mais violentos e hostis mais heróis”, pressentindo coisas graves, a que não poderá ser indiferente. Anuncia a Revista Filosófica para o início do próximo ano. Paulo Archer de Carvalho (Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX - Universidade de Coimbra)
Faz referência à situação do antigo cônsul de Portugal na Argentina, Eduardo Pereira de Andrade, nomeado cônsul argentino no Porto e enumera as vantagens financeiras da nomeação. Presta várias informações sobre o lugar de cônsul em Lisboa e sugere os procedimentos a seguir para conseguir uma nomeação para Alfredo Pimenta. Refere o apoio de Jorge Santos. Aconselha Alfredo Pimenta a escrever ao ministro dos Negócios Estrangeiros argentino, oferecendo livros e pedindo em troca com o intuito de lhes fazer referência nos jornais portugueses. Aconselha a escrever à máquina e pede umas linhas bibliográficas para fazer o pedido. Conta que o conde de Nova Goa era seu primo. Contém um papel com nome e morada do ministro dos Negócios Estrangeiros.
Contem imagem fotográfica tratada de vários populares com a seguinte legenda: DIA 17 JAN. ESTÁDIO 1º DE MAIO / 16 horas / CONTRA O AUMENTO / DO CUSTO DE VIDA / CONTRA / O CONGELAMENTO / DE SALÁRIOS / A COMISSÃO DE LUTA - SINDICATO DOS METALÚRGICOS DE LISBOA E SETÚBAL * SINDICATO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE LISBOA E SETÚBAL / SINDICATO DOS TRABALHADORES AGRÍCOLAS DO DISTRITO DE SETÚBAL * SINDICATO DOS QUÍMICOS DE LISBOA * SINDICATO DOS FERROVIÁRIOS DO CENTRO * SINDICATO DOS / TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE LISBOA * SINDICATO DOS TRANSPORTES URBANOS DE LISBOA * SINDICATO DOS TÊXTEIS E LANIFÍCIOS E VESTUÁRIO DO SUL * sINDICATO / DOS ESTIVADORES DE SETÚBAL * SINDICATO DOS ELECTRICISTAS DO SUL * SINDICATO DOS EMPREGADOS DE ESCRITÓRIOS DE LISBOA*.
Parecer do Procurador Geral da Fazenda Joaquim José da Costa e Simas, acerca do requerimento do diretor da Alfândega de Setúbal, João Inácio da Cruz Forte, em que pede ser relevado pelo não cumprimento da portaria de 12 de fevereiro de 1847, concedendo despacho de 19 moios de trigo para a vila de Coimbra, como lhe solicitara o presidente da câmara municipal e administrador do concelho da mesma vila.