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Os frades do convento de São Domingos de Évora solicitam a Gonçalo Pires, juiz em lugar de Afonso Esteves, juiz do rei na cidade, o traslado de uma cláusula do testamento de Martim Afonso, filho de Gabriel Afonso de Montemor-o-Novo, pela qual deixava todos os seus bens a seu irmão, João Afonso, com a condição de este mandar celebrar, anualmente, uma missa oficiada, por sua alma. Redactor: Diogo Vicente, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de São Domingos
Cata régia de D. João III, dada em Lisboa e datada de 10 de Setembro de 1539, de confirmação de uma outra emitida pelo mesmo rei a 29 de Agosto do mesmo ano onde concede a todos os frades de todas as casas da ordem de Santo Agostinho, por terem necessidade de mais provisão para a despesa das ditas casas, autorização para poderem ter a renda dos bens de raiz que lhes dessem de esmola ou lhes deixassem alguns defuntos ou que de outra forma obtivessem, para com isso suprirem as despesas. Redactor: Pedro Gomes, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia de D. João III dada em Lisboa e datado de 28 de Abril de 1522, de confirmação de um alvará emitido a 20 de Março do mesmo ano, que por sua vez confirma outro alvará de D. Manuel, com data de 22 de Setembro de 1521, em que concede aos oito conventos da Ordem de Santo Agostinho existentes em Portugal oito arrateis de pimenta, quatro de canela, dois de cravo, quatro de malagueta, dois de gengibre, seis de incenso, e seis arrobas de açucar em cada ano para sempre. Redactor: Pedro Gomes, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta dirigida à rainha D. Maria I pedindo que fosse feito um traslado da escritura das fundadoras do convento, D. Eugénia da Silva, Feliciana da Silva e Teresa Segurada para fundação, dote e património do convento, datada de 5 de Janeiro de 1679, pelo tabelião João Baptista de Carvalho, uma vez que se encontrava em muito mau estado um traslado já feito pelo tabelião Filipe Gomes, e não se sabia do original que também estava em muito mau estado pelo uso que teve. A rainha concede esta mercê às Religiosas.
Pedido de autorização de venda realizado entre o bispo de Évora, representado pelo vigário geral, e Fernando Eanes, alvaneo, viúvo. Este trazia aforada uma vinha, da mesa pontifical, localizada no termo de Évora, em Vila Fria, por vinte e um soldos e meio antigos, pagos pelo Natal. Após ter recebido autorização do bispo para realizar a transacção, o foreiro vendeu o domínio útil da vinha a João Batalha, solteiro, morador em Évora, por mil e cem reais brancos. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Nuno Fernandes, vigário geral do bispo de Évora.
Constança Anes, viúva de Gomes Eanes, e seu filho, João Gomes, renunciam à posse de uma courela e de um quintal de vinhas, localizado no termo de Évora, em Peramanca, que traziam emprazado da Albergaria de Jerusalém da mesma cidade, e pelas quais pagavam seis libras, pelo São Martinho. Aceite a encampação os referidos bem foram aforados a Estêvão Anes Touregão, morador em Évora. Redactor: Pedro Dias, criado e vassalo do rei, tabelião em Évora Localização específica da redacção: Casa de Pedro Dias, tabelião
Luís Velho apresentou um instrumento de arrematação, feito em 1480, por João de Beja, tabelião da cidade, no qual ele arrendou, por oito anos, três bois de arado mansos, a Duarte Rodrigues, genro de Constança Rodrigues, por setenta e cinco alqueires de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Perante Rui Martins de carvalho, cavaleiro e juiz do rei em Évora, Luís Velho acusa Duarte Rodrigues de ter fugido para Castela e de ter levado consigo os referidos bois. Redactor: Lopo Velho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço do Concelho
Demarcação do lugar de Cortes, propriedade que os irmãos João Domingues das Cortes e Gonçalo Domingues das Cortes, moradores em Estremoz, herdaram de seu pai. Em virtude de existirem dúvidas, perante os oficiais do concelho de Evoramonte e os pobres da Serra de Ossa, relativamente aos limites desse lugar, Gonçalo Pires, pobre da referida comunidade, requereu a Martim Fernandes, juiz de Estremoz, que os referidos proprietários indicassem os limites do lugar. Redactor: Fernando Afonso, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Arrabalde de Santiago
Trespasse que fazem Gonçalo Pires e sua mulher Marinha Domingues a Martim Esteves, cavaleiro (?), morador em Santarém na rua do João, e a sua mulher, Branca Vicente, do direito que tinham sobre uma vinha com olival no lugar de Manços, termo da vila, da qual pagariam cinquenta soldos em cada dia de Páscoa (?). Gonçalo Pires e sua mulher traziam a vinha de foro do convento de Santa Clara de Santarém. Redactor: Lourenço Afonso, tabelião em Santarém Localidade de redacção: Santarém Localização específica da redacção: Nas casas de Gonçalo Anes, raçoeiro de Santo Estevão
Escambo entre Brás, pobre da província da serra de Ossa, como procurador da casa, e Baltazar Gonçalves, pescador, morador em Setúbal, e sua mulher, Catarina Gomes. Os primeiros concedem ao casal umas casas que traziam como seus foreiros por cento e cinquenta reais por ano, pagos em São João Baptista, nas quais tinham feito benfeitorais, e recebem em troca outras casas do casal situadas em Setúbal na rua das Amoreiras. Redactor: Francisco (?) [...], tabelião em Setúbal pelo mestre e duque Localidade de redacção: Setúbal Localização específica da redacção: Na casa do tabelião
Venda que fazem Pedro Afonso, tabelião em Alcáçovas, e sua mulher, Catarina Rodrigues, a Rui Jorge, cavaleiro da casa do rei e escrivão da correição da sua corte e a sua mulher, Leonor Rodrigues, de um quinhão na terra de Entre Matas, na herdade que foi de João Figueiro, no termo da vila das Alcáçovas onde chamam o Rodeo, por onze mil reais brancos. Redactor: Vasco Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Rui Jorge, cavaleiro da casa do rei e escrivão da correição da sua corte
Traslado em pública forma de carta régia de D. Manuel que confirma outra carta de D. João II, de privilégios concedidos aos pobres da província de Água dos Infantes. O traslado é solicitado a Domingos Anes (?) Godinho, escudeiro, juiz ordinário pelo duque de Bragança e de Guimarães, por Brás, pobre da província de Água dos Infantes. Redactor: Brás Gonçalves, tabelião em Portel pelo duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Portel Localização específica da redacção: À frente da porta das casas de morada de Domingos Anes (?) Godinho
Venda que faz Teresa Anes, viúva de Martim Correia, escudeiro, morador em Vila Viçosa, a Bartolomeu Fernandes e a sua mulher, Isabel Franco, também moradores em Vila Viçosa, de metade de uma herdade no termo da vila, na Aceca, mística com outra metade de Leonor Franco, sua sobrinha, solteira, por mil e quatrocentos reais dos correntes de seis ceitis o real. A herdade ficara por morte de João Godinho, o moço. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas de Tesesa Anes
Venda que fazem Nuno Cordeiro, filho de Fernão Cordeiro, e sua mulher, Catarina Fernandes Romana, moradores em Vila Viçosa, a Nuno Álvares Guisado, escudeiro do senhor almirante (já falecido), também morador em Vila Viçosa, como tutor dos filhos de João Álvares, seu irmão, de umas casas no arrabalde da vila, na rua do Poço do Alandroal, por dois mil reais correntes. As casas eram para os orfãos. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Venda que fazem Gonçalo de Pina e sua mulher, Isabel de Brito, moradores em Évora, ao convento de Santa Clara de Évora, da nona parte de uma herdade de dois arados em Machede, onde chamam a Parede Furada, a qual é mística com suas irmãs (Maria Falcão e Helena Falcão) e com o mosteiro de São Bento de Cástris e com o mosteiro de Santa Maria do Espinheiro, por cento e dez mil reais. Redactor: João Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Traslado de duas bulas do papa Pio V de extensão de privilégios, dadas em 1567. O traslado é solicitado por frei Pedro de Lisboa, frade da ordem de São Jerónimo, residente no mosteiro de Santa Maria de Belém de Lisboa, ao licenciado António Pires de Bulhão, do desembargo do rei na sua corte e casa da suplicação, provisor e vigário geral no espiritual e temporal no arcebispado de Lisboa pelo cardeal D. Henrique, infante de Portugal e arcebispo de Lisboa. Redactor: João Lopes, cavaleiro da casa real, escrivão da relação do arcebispado de Lisboa Localidade de redacção: Lisboa
Traslado de dois breves do papa Leão X. Um dado a 23 de Março de 1519 e outro a 3 de Dezembro do mesmo ano. O traslado é solicitado por frei Domingos e por frei Miguel, frades da Ordem de São Jerónimo e professos no mosteiro de Santa Maria de Belém de Lisboa, ao bacharel Tomé Fernandes, desembargador e ouvidor da relação (de D. Afonso, cardeal, infante de Portugal, arcebispo de Lisboa) e vigário geral do arcebispado de Lisboa. Redactor: João Lopes, escudeiro da casa do cardeal, escrivão da sua relação e notário apostólico Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Nas pousadas do bacharel Tomé Fernandes
Pedro Álvares, escudeiro da rainha, morador em Évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, toma posse de todos os bens que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por João Velho, juiz ordinário do Vimieiro que manda também que o tabelião vá com alguns homens antigos demarcar as terras que não estavam demarcadas. Redactor: Diogo Álvares, tabelião no Vimieiro pela condessa de Faro Localidade de redacção: Vimieiro
Afonso de Lamede, escudeiro do rei, morador em évora e procurador das freiras do convento de Santa Clara de Évora, por procuração feita em Évora por Rui de Carvalho, a 13 de Março de 1495, toma posse de todas as terras e rendas que as freiras tinham na vila do Vimieiro, que ficaram por morte de Beatriz Mendes Dantas, abadessa do mesmo. A posse é-lhe dada por Pedro Soeiro, juiz ordinário do Vimieiro. Redactor: João Lopes, tabelião no Vimieiro pela condessa de Faro Localidade de redacção: Vimieiro Localização específica da redacção: De trás do quintal de Pedro Soeiro
Pedido de autorização de venda entre Catarina Gil, viúva de Gonçalo Cigarro, e Domingos Anes e sua mulher, Maria Lourenço, moradores em Évora. Os segundos traziam aforada uma vinha, propriedade de Catarina Gil, localizada no termo de Évora, no caminho de Vila Fria, por quatro libras, pagas pelo Natal. Os foreiros pedem autorização, à proprietária, para venderem o domínio útil da vinha a João Anes, guardador do gado dos carpinteiros, e a sua mulher, Mor Domingues, moradores em Évora, por sessenta libras de dinheiros portugueses. Catarina Gil autoriza a transacção. Redactor: Pedro Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Arrendamento, por oito anos, de um herdamento, de Gonçalo Esteves e sua mulher, Joana Domingues, vizinhos de Évora, localizado no termo de Redondo, em Pardielas, a João Domingues, loureiro, e a sua mulher, Clara Vicente, por quarenta libras, pagas pela Páscoa, ao guardião do convento de São Francisco de Évora. (Este herdamento foi doado por Dona Catarina, a sua irmã Dona Joana Domingues, para manter uma capela que foi instituída no convento de São Francisco de Évora) Redactor: Francisco Domingues, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Sentença de Sebastião Martins, escudeiro da casa real e juiz e contador dos resíduos e provedor das capelas, hospitais e orfãos na comarca e contadoria de Évora, dirigida aos juizes da cidade, relativa a um feito que fora à sua presença. Nele são autores os padres do convento de São Francisco de Évora e é réu João Eanes Pinheiro, escudeiro, morador em Évora. A demanda entre as duas partes era relativa a uma adega que o réu tinha que se dizia ser foreira a São Francisco em cento e cinquenta reais. Redactor: Francisco Mousinho, escudeiro do rei e escrivão do ofício acima referido
Doação que faz Beatriz Pereira, viúva de Rui Vasques Gonçalves, moradora à cerca do convento de São Francisco de Évora, ao mesmo convento, de um lagar à cerca do mesmo que estava derrubado e feito em pardieiros para a obra da sacristia do convento e para que lhe digam duzentas missas rezadas por sua alma, de seu marido e de seus finados. Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de São Francisco, na casa do cabido
Doação que faz Diogo Pires Testado (?) ao convento de São Francisco de Évora, de uma vinha que era dele e de sua mulher, Maria Anes, localizada no termo da cidade, no Louredo, ao paço de Álvaro Mendes, para que os frades lhe fizessem cada ano memória dele e de seus defuntos. A vinha era foreira a João Mendes de Oliveira em vinte e três reais e quatro pregos (?) em cada ano, pagos pelo São Martinho. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de São Francisco, na casa do cabido
Doação que fazem os frades do convento de São Francisco de Évora a frei Francisco Mateus (que estava no convento havia muitos anos e que se encontrava doente) de toda a legítima de todos os bens móveis e de raiz que ao frei e ao convento por direito pertencem dos bens que ficaram por morte de João Mateus e de Inês Afonso, que foram moradores em Évora, pais do frei Francisco, para seu sustento e enfermidade. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de São Francisco, na sala do capítulo
Pai Rodrigues, escudeiro, e sua mulher, Leonor Vicente, moradores em Montemor-o-Novo, afirmam ter doado ao mosteiro de São Francisco de Évora uma herdade em Rio Mourinho e mandam ao tabelião que lhes dê a posse. Esta aconteceu no dia seguinte, em Rio Mourinho, e foi concedida a frei Afonso Galvão, leitor do convento de São Francisco e seu procurador. Redactor: João da Costa, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de Pai Rodrigues, escudeiro
Traslado de bula do papa Alexandre VI, dada no quarto ano do seu pontificado e justificada por João Duarte, notário apostólico e assinada do seu sinal público, em Lisboa, a 14 de Outubro de 1454. Diz o Sumo Pontífice que sabe de certo que São Francisco tinha naquele tempo as Chagas de Cristo no seu corpo e manda que aqueles que contradizerem que ele as manteve ou que impedirem que seja pintado com elas sejam ipso facto excomungados e privados de todos os ofícios e dignidades eclesiásticas.
Venda que fazem Luís de Matos e sua mulher, Joana de Carvalho, a Aldonça da Gama, freira do convento de Santa Clara de Évora, de um foro que tem numas casas em Évora, na rua de Alconchel, por dez mil reais brancos. As casas eram foreiras aos vendedores em quinhentos reais brancos em cada ano, pagos pelo Natal e estavam aforadas a João Pascoal, caldeireiro, e a sua mulher, Beatriz Vaz, moradores na cidade. Redactor: António Nunes, tabelião em Olivença e seu termo Localidade de redacção: Olivença Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Luís de Matos [...] do rei
João Afonso, ourives, provedor dos bens da capela de Rodrigo Aires, filho de Aires Afonso, cavaleiro, por autorização dos juízes e vereadores do concelho de Évora faz o seguinte aforamento: Aforamento de uma vinha da capela de Rodrigo Aires instituída no convento de São Francisco de Évora, localizada no termo de Estremoz, na horta de Rodrigo Aires, a Lourenço Vasques, hortelão, e Margarida Martins, moradores em Estremoz, por um quarto da produção de vinho. Redactor: Estêvão Giraldes, tabelião em Estremoz Localidade de redacção: Estremoz Localização específica da redacção: Casa da horta que foi de Rodrigo Aires
Carta régia de D. Filipe I, datada de 25 de Junho de 1596, de confirmação de carta de D. João II, datada de 10 de Fevereiro de 1482 que, por sua vez, confirma outra carta de D. Afonso V, com data de 28 de Outubro de 1478. Nesta, o rei, querendo fazer esmola aos frades do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, previligia um alfaiate e um barbeiro, que os frades escolherem para os servirem, com isenção de peitas, pedidos e empréstimos que pelos concelhos onde morarem sejam lançados e com outros privilégios. Redactor: Manuel Antunes, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia de D. Filipe I, datada de 27 de Junho de 1596, de confirmação de carta de D. João II, de 14 de fevereiro de 1482, que, por sua vez, confirma outra carta de privilégio D. Afonso V, com data de 04 de Abril de 1450, onde faz mercê aos frades do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora e ao mosteiro de Rio Mourinho, que os seus lavradores e criadores, ovelheiros, moleiros e pomareiros, não paguem peitas, fintas, talhas e outros impostos. Redactor: Manuel Antunes, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Carta régia de D. Pedro II, datada de 09 de Setembro de 1700, de confirmação de uma outra carta de D. João III, dada a 12 de Fevereiro de 1529, onde concede ao frades do mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora, o privilégio de lhe ser dado o pescado que lhe for necessário do que houver na praça da cidade ainda que não esteja almotaçado, deixando penhor ou dinheiro bastante que o pague. Na mesma carta de D. Pedro se traslado um seu alvará que ordena esta mesma confirmação, com data de 17 de Junho de 1700. Redactor: Tomás da Silva, escrivão Localidade de redacção: Lisboa
Pedido de autorização de venda realizado entre as freiras do convento de Santa Clara de Évora e Constança de Mira, viúva de Luís Afonso, que trazia aforada uma herdade, do referido convento, localizada no termo da cidade, junto do caminho dos homiziados e da ribeira de Bencafede, por setenta alqueires de trigo, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. A foreira pede autorização ao convento para vender o domínio útil da herdade a João Fernandes Galvão, lavrador, e a Inês Afonso, moradores em Évora, por cinco mil reais brancos. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de Santa Clara
Carta régia de D. João II de confirmação de carta de D. Afonso V de privilégios ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro de Évora. A carta de D. Afonso V é emitida a 14 de Março de 1481 em Viana a par de Alvito e nela o rei determina que os frades do mosteiro possam trazer seus gados pastando em quaisquer baldios dos reinos excepto nos coutados por privilégio ou para aproveitar, enm em lugar de vinho, pão e frutos, sem embargo das posturas em contrário. Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Acordo efectuado perante João Esteves de Elvas, juiz do rei, relativo a um processo entre Gonçalo Pires Fava e Clara Geraldes, sua mulher, e Abraão Capelão, judeu, e sua mulher, Rainha, todos moradores em Évora. Afirma-se que os primeiros aforaram aos segundos uma casa, localizada na judiaria de Évora, por oito libras antigas e duas galinhas. Contudo, este aforamento não foi feito perante o juiz e, por isso, não é válido. Faz-se um novo aforamento, sendo actualizado o foro para trinta e cinco libras e uma galinha, pagas pelo Natal. Redactor: Vicente Bartolomeu, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora
Traslado em pública forma do testamento de Guiomar Rodrigues, mulher de Fernão Salvado, escudeiro do duque de Bragança, morador na cidade, solicitado por Estevão Rodrigues, escudeiro da rainha D. Leonor, morador em Évora, a Henrique de Macedo, fidalgo da casa do rei, juiz na ausência de Diogo Fernandes, juiz na cidade. Redactor: João Figueira, escudeiro da rainha D. Leonor e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Dentro do quintal de Henrique de Macedo, fidalgo da casa do rei, juiz na ausência de Diogo Fernandes, juiz na cidade
Perante Luís Mendes de Oliveira, fidalgo da Casa Real e juiz dos orfãos em Évora, Fernando de Macedo, também fidalgo da Casa Real, morador em Évora, vende uma parte e quinhão na herdade que chamam dos Lucas, termo de Arraiolos, que consiste em mais de um moio de pão por ano, aos filhos de D. João de Castro, já falecido, por cinquenta e oito mil reais brancos. Os compradores chamavam-se D. Fernando, D. Isabel e D. António e eram orfãos. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de morada de Luís Mendes de Oliveira, fidalgo da Casa Real e juiz dos orfãos
Sentença dirimida por Vasco Gil, vassalo do rei e seu juiz em Évora, relativa a um processo entre Afonso Eanes Maceira, procurador na cidade e provedor e administrador dos bens que foram de Rodrigo Aires de Veiros e Vasco Eanes, comendador de Mendo Marques, morador na cidade, estando em questão a posse de uns pardieiros, localizados na cidade, na rua que vai da sapataria para São Pedro. Redactor: João Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paços do Concelho
Venda que fazem Vicente Domingues, lavrador, morador em Salvaterra de Magos e sua mulher, Catarina Anes, a Gonçalo Martins, lavrador, morador no termo de Évora, de uma vinha no termo desta cidade, no Penedo do Ouro, no caminho da azinhaga dos Mouros, por cinco mil reais de três libras e meia o real, com encargo de foro de trinta e cinco soldos da moeda antiga pago a João Álvares de Oliveira em cada ano. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Na praça da cidade, à frente da casa dos tabeliães
Mem Rodrigues, cavaleiro da casa do conde de Odemira, alcaide mor por ele no castelo de Estremoz, apresenta a um juiz os privilégios régios obtidos no que se referia a uma herdade. O juiz determina que se guardem os privilégios referidos e manda fazer a demarcação da herdade de modo a perceber-se onde a mesma se divide de uma outra de Fernão Morato. Redactor: João Gonçalves, tabelião pelo duque de Bragança, marquês de Vila Viçosa, conde de Barcelos e de Ourém e de Arraiolos
Escambo realizado entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Maria Bota, viúva de João Gonçalves de Sande, cavaleiro. As primeiras cedem umas casas, localizadas na cidade, na rua do Raimundo, recebendo em troca umas olarias e a servidão de água de um poço, no termo da cidade, junto à Porta de Alconchel. Redactor: Rodrigo Pires, tabelião geral e escrivão da comarca de Entre Tejo e Odiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Foi apresentada, ao rei, uma carta, feita em Évora, pelo tabelião João Domingues, a 22 de Março de 1487, relativa a um processo entre Leonor Álvares, viúva de Álvaro Pais, e Fernando Eanes, escudeiro, criado de Gonçalo Falcão, estando em questão o pagamento de treze mil reais correspondentes a uma obrigação de dívida. A sentença foi dada pelo juiz de Évora, a qual obrigava o réu ao pagamento da dívida. O rei reafirma a sentença, dada pelos juiz de Évora, ordenando que se vendam os bens do réu no valor da dívida.
Pedido de autorização de venda realizado entre as freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora e Diogo Lopes, licenciado, e Maria Álvares, moradores em Évora. Estes traziam aforadas uma casas de morada, do referido mosteiro, localizadas em Évora, no beco da rua da Selaria, em frente ao Aljube, por mil reais brancos, pagos pelo São João. Pedem às freiras do mosteiro para venderem o domínio útil das casas a Isabel Dinis, por dez mil reais brancos. Redactor: Diogo Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
João Rodrigues, vassalo do rei, e sua mulher, Isabel Afonso, moradores em Évora, na rua dos Banhos Velhos, vendem um terço de uma herdade no termo de Évora, em Machede, a Lopo Dias e a sua mulher, Violante Rodrigues, por quarenta e oito mil reais. Redactor: Fernão Vaz, escudeiro da Casa do Rei e público tabelião da cidade de Lisboa. Localidade de redacção: Lisboa Localização específica da redacção: Casa de Lopo Dias, escrivão dos corregedores da corte do rei e seu contador dos feitos diante deles.
Pedro Afonso, morador em Portel, afirma ter comprado uma herdade, localizada no termo de Portel, a Sancha Esteves, viúva, freira no mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, mas que a posse da mesma não ocorreu devido a uma demanda imposta por João Eanes Ruivo e Estêvão Gago. Sancha Esteves afirma que foi feita a carta de venda, mas que não recebeu o valor da mesma. Pedro Afonso desiste da compra, renunciando ao direito que tinha na herdade. Redactor: Estêvão Martins, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Sentença da Relação Eclesiástica de Lisboa, emitida por João de Coimbra, escolar em direito canónico, ouvidor geral de D. Martinho, bispo de Lisboa, sobre um pleito entre o Cabido da Sé de Évora e Álvaro Rodrigues, escudeiro do rei. O feito foi enviado à Relação por D. Afonso, bispo de Évora. O pleito foi motivado pela ocupação indevida de duas herdades do Cabido, localizadas no Pijeiro, por Álvaro Rodrigues, no ano de 1496. Foi sentenciado que o réu tinha de devolver a posse das herdades sendo, no entanto, absolvido do pagamento dos prejuízos causados. Redactor: Lourenço Gonçalves, escrivão da Relação Eclesiástica de Lisboa Localidade de redacção: Lisboa
Carta de padrão de D. João III, como governador e perpétuo administrador da ordem de cavalaria do mestrado de Nosso Senhor Jesus Cristo, concedida a Rui Vaz Caminha, filho de Vasco Fernandes Caminha, fidalgo da casa do duque de Bragança, pelos serviços que tem prestado ao duque e pelos que se espera que fará à ordem e ao rei. São-lhe concedidos quinze mil e quinhentos reais de tença por ano, desde Janeiro de 1541, e o hábito da ordem. Quer a tença, quer o hábito já seu pai tinha por padrão. Redactor: Diogo Lopes, escrivão Localidade de redacção: Almeirim
João de Évora, lavrador, trazia emprazada em três pessoas uma herdade de pão do mosteiro no termo de Montemor-o-Novo onde chamam Pégoras. Pedia que lhe recebessem a encampação da herdade. As feiras a recebem e emprazam a Gonçalo Gil, lavrador, e a sua mulher, Inês Martins, em vida de duas pessoas, por seis quarteiros de trigo e dois quarteiros de cevada de foro pagos em dia Santa Maria. Redactor: Gomes Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris.
Alvará assinado por Gil Martins, ouvidor do condestável, em que refere que a carta de sentença que acompanha, e nas costas da qual vai trasladado, é dirigida a todas as justiças de Portugal e do Algarve e ao porteiro do concelho de Évora e onde ordena, em nome do rei e do conde, que façam cumprir a referida sentença, pondo em posse dos bens aí referenciados o mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, ainda que sejam fora da cidade e do seu termo. Redactor: João Esteves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Sentença régia resultante de uma demanda entre o mosteiro de São Bento de Cástris e Martim Fernandes, que fora tabelião, morador em Évora, sobre um ferragial, na cidade, pertencente ao mosteiro, e de que Martim Fernandes se apossara dizendo tê-lo comprado a João Esteves Longo. Este último disse não lhe ter vendido o referido ferragial e, na sequência do pedido das religiosas para que o rei lhes mandasse dar a posse da terra, a sentença foi favorável ao mosteiro. Redactor: Rodrigo Anes de Valada, escrivão Localidade de redacção: Évora
Carta de D. Afonso V, na qual confirma os privilégios concedidos ao mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, dados por D. João I, em Évora, a 15 de Janeiro de 1391 e assinada pelo chanceler mor Lourenço Eanes Fogaça. O monarca coloca sobre a sua protecção o mosteiro, os mancebos e mancebas, os lavradores e cavaleiros, as bestas e gados, as herdades e todos os bens. Todos aqueles que atentarem contra o mosteiro devem pagar seis mil soldos. Redactor: Pedro Álvares, escrivão Localidade de redacção: Évora
As freiras do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora vendem a Salomão Macadano, judeu, e a sua mulher, Jamila, moradores na cidade, o domínio útil de umas casas, localizadas na judiaria nova da cidade, na rua da Milheira, por mil reais brancos, com a condição dos compradores pagarem, anualmente, ao cabido da Sé o foro estabelecido e ao referido mosteiro sete libras antigas pela Páscoa. O comprador apresentou uma carta de D. João I que o autorizava a fazer transacções com cristãos. Redactor: Pedro Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Bartolomeu Afonso, contador, procurador do concelho de Évora, por ordem de dona Maior, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, e de João Anes e sua mulher, faz a divisão de uma vinha, localizada no termo da cidade, de dois tinos de madeira de pisar uva, duas covas de pão e umas casas e adega, localizadas na cidade, no arrabalde de São Mamede. Redactor: Lourenço Esteves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa da Ordem de São Bento
Acordo que põe termo a um litígio entre Estêvão Fernandes, escudeiro, criado de João de Melo e seu ouvidor na vila de Pavia, e Pedro Lourenço, escudeiro do duque de Guimarães, e Lourenço Gil, seu pai, moradores na vila de Pavia, respeitante a um contencioso em torno da posse de uma terra, que se localizava numa herdade, no termo de Pavia, que foi dada a Estêvão Fernandes de sesmaria. Desta forma, Estêvão Fernandes deu a Lourenço Gil e a seu filho mil e quatrocentos reais brancos, pelo direito que eles tinham na terra. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
Dona Inês, abadessa do mosteiro de São Bento de Cástris de Évora, nega ter feito qualquer doação ao mosteiro de Almoster. Afirma que essa doação foi feita por sua mãe, enquanto administrou os bens que recebeu de legado paterno. Dona Inês, por esta carta, afirma que pretende que todos os seus bens patrimoniais que legitimamente lhe pertencem da herança de seu pai, fiquem ao mosteiros de São Bento de Cástris. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Mosteiro de São Bento de Cástris
Encadernação intitulada “Dom Philippe/ Dona Maria”. Contém: três cartas de confirmação de privilégios, à vila de Viana e ao provedor das capelas de D. Afonso IV, emanadas da Chancelaria de D. Maria I e datadas de 1784 [1] . Possui também uma Carta Lei de Filipe [II ?] com a cópia de uma Carta de Lei de D. João I, que copia um foral apresentado pelos homens bons da vila de Aguiar que, por sua vez, era uma cópia do original dado por Estêvão Rodrigues, cavaleiro, e por sua e mulher e filhos [2] . Copia também outros documentos da Chancelaria de D. Afonso V e de D. Manuel [3] .
Em Montemor-o-Novo, no coro da igreja de Santa Maria do Açougues, na presença de alguns raçoeiros desta igreja e de Rui Lourenço, sacadas das redízimas do papa nesta vila, foi apresentado um alvará, feito em Évora, no dia cinco de Dezembro, assinado por Martim da Maia, vedor da fazenda rei, pelo qual se manda aos raçoeiros que paguem a redízima dos seus benefícios, no valor de três libras da moeda antiga. Redactor: João Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Coro da igreja de Santa Maria dos Açougues
Emprazamento, em três vidas, de um chão, da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo, localizado no termo da vila, em lugar que se chama sesmo, a Fernão Carvalho e a sua mulher, Leonor Eanes, moradores em Montemor-o-Novo, por duas galinhas ou vinte reais brancos, pagos pelo Natal. Testemunha: Martim Eanes de Aguiar, ouvidor do marques de Vila Viçosa; João Vasques, que foi tabelião Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues
Afonso Esteves, sacador das redízimas que o rei há-de haver do papa, no bispado de Évora, confirmou que recebeu de Afonso Lourenço, raçoeiro da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo, cinco libras da redízima de dois anos que terminam pelo São Martinho de Setembro, relativas a uma ração que tem na igreja de Santa Maria de Alcácer do Sal. Redactor: João de Valadares, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Pelourinho
Emprazamento, em três vidas, de uma vinha e um ferragial, da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo, localizados no termo da vila, a João Esteves de Elvas e a sua mulher, Constança Gonçalves, moradores na vila, por cento e vinte reais, uma galinha e uma dúzia de ovos, pagos pelo Natal. Testemunhas: Vasco Fernandes, tintureiro; Lourenço Domingues, meirinho; Rui Gil, filho de Gil Menino. Redactor: Álvaro Vasques, tabelião em Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Casa dos tabeliães
Rui Cotrim apresenta o documento pelo qual os clérigos da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo deram consentimento à venda do domínio útil de um olival, da referida igreja, localizado no termo de Montemor-o-Novo, no caminho de carregal, que comprou João Álvares Pintão e Bárbara Gomes, moradores na referida vila, por quatro mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Diogo Cruzado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Rui Dias Cotrim, cavaleiro da Casa do Rei
Venda que fazem João Barroso e sua mulher, Catarina Gonçalves, a [...] Afonso e a Catarina Anes, sua mulher, de uma vinha, no termo de Montemor-o-Novo onde chamam a Fonte del Rei, por três mil reais brancos. A vinha era foreira à igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo em trinta reais e uma galinha, por ano. Redactor: Fernão (?) Galvão (?), escudeiro da casa do rei, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na igreja de Santa Maria da Vila
Traslado de uma carta de D. Diogo, que fora bispo de Évora, sobre um emprazamento feito pelos raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo. O traslado é solicitado por Vasco Gil, clérigo raçoeiro da igreja de Santiago e capelão da capela de Santa Margarida, a Fernão Martins, vigário do bispo, que estava em Montemor a fazer audiência. Redactor: João Vasques, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: No adro da igreja de Santa Maria do Bispo
Os beneficiados da igreja de Santa Maria dos Açougues de Montemor-o-Novo concedem licença a João Rodrigues [...] e a sua mulher, Catarina Gil, moradores na vila, para venderem um foro da igreja sobre um assentamento de vinhas, olivais, pomares e terras de pão com casas, situado no Penedo do Judeu, termo de Montemor, a Gaspar Rodrigues Calção, por dez mil e quinhentos reais. Este último ficava obrigado a continuar a pagar o foro de cento e sessenta reais e duas galinhas em cada ano. Redactor: Pedro Lopes, escudeiro, tabelião em Montemór-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria dos Açougues
Requerimento para ser passada nova procuração a representante dos raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, numa demanda perante o bispo de Évora e seus vigários, contra Afonso Anes de Évora e sua mulher, Mor Afonso, relativa a umas casas. O reqerente é Joane Afonso, clérigo da referida igreja e o pedido é feito a João Domingues Ravasco, também raçoeiro da mesma. Redactor: Joane Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na igreja de Santa Maria do Bispo
Encampação realizada entre os raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Pedro Álvares, tecelão, e Iria Gonçalves, vizinhos e moradores na mesma vila. Estes traziam emprazados uns pardieiros, da referida igreja, localizados junto ao adro da referida igreja, por duas galinhas, pagas pelo Natal. Os referidos foreiros pedem que os clérigos lhes recebam os pardieiros. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, os referidos bens, a Francisco Rodrigues, clérigo, morador em Montemor-o-Novo. Redactor: João da Costa, amo de Rui de Sousa, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Nuno Álvares da Horta e sua mulher, Mécia Fernandes. Estes traziam emprazadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Montemor-o-Novo, junto ao chafariz, por vinte cinco reais brancos. Após terem recebido autorização dos clérigos para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil das casas a João Fernandes, morador na referida vila. Redactor: Pedro de Carvalhosa, tabelião pelo senhor marquês em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e João [Coelho], morador na vila, que trazia emprazados, em três vidas, uma vinha, um chão e um olival, por vinte reais brancos e uma galinha. O foreiro pede que a igreja lhe receba os bens. Aceite a encampação, os clérigos emprazarem, em três vidas, os referidos bens, a Álvaro Gil, clérigo e raçoeiros da igreja, por vinte reais brancos e uma galinha, pagos pelo Natal. Redactor: [Vasco Lourenço] Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento em três vidas que fazem o prior e os raçoeiros de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo de umas casas com sua louça, adega e lagar, situadas na vila, na rua do Bispo e de uma vinha no termo, no Sesmo, a João Pestana e a sua mulher, Isabel Coelho, por cento e cinquenta reais e duas galinhas boas, pagos pelo Natal. Redactor: Miguel Esteves, notário apostólico Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria do Bispo
O licenciado Lopo da Fonseca, do desembargo do rei, trespassa o foro de um pedaço de terra e pomar e casas na Lagea a António da Fonseca, fidalgo da casa do rei, seu filho. O foro era de alguns alqueires de cevada, dinheiro e um porco, pago no Natal. A terra, o pomar e a casa pertenciam à igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo. Redactor: João Freire, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de Vasco (?) Anes (?)
Venda que faz Fernão Martins, pedreiro, a João Gonçalves, mercador, morador em Montemor-o-Novo, e a sua mulher, Brites Gonçalves, de uma vinha com oliveiras no lugar da Reinalda. A vinha era foreira à igreja de Santa Maria do Bispo e os novos foreiros passam a pagar oitenta reais e o dízimo de toda a novidade de azeite e de vinho, pelo Natal. Na sequência da transação o foro foi elevado dez reais. Redactor: Miguel Esteves, clérigo de missa, público notário Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de Luís Dias, clérigo de missa
Traslado de uma carta de D. Diogo, bispo de Évora, referente a um emprazamento de uma vinha e duas courelas de olival da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, que fora feito em 6 de Maio de 1410 em Montemor, a Martim Esteves. O traslado é solicitado a Fernão Martins, vigário de D. Vasco, bispo de Évora, por João Lopes, ferreiro, prioste da referida igreja, morador em Montemor. Redactor: Vasco Lourenço, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Adro da Igreja de Santiago de Montemor-o-Novo
Doação feita por Gomes Martins, raçoeiro da igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues de Montemor-o-Novo, de um ferragial, localizado na vila, à Porta de Évora, à referida igreja, tendo como contrapartida a celebração de um aniversário pela alma dos pais e irmãos do doador. Em seguida, a igreja afora o referido bem ao doador, por vinte soldos, pagos no dia em que os clérigos fizerem o dito aniversário. Redactor: João Pires, tabelião de Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Igreja de Santa Maria da Vila ou dos Açougues
Perante os oficiais da câmara é mostrado o testamento de Margarida Anes, viúva de Afonso Coelho. Procede-se então à cópia da cláusula do testamento que refere a igreja de Santa Maria dos Açougues de Montemor-o-Novo. Das quatro libras que recebia de foro do lugar e olival do Carregal, que estava aforado a João Afonso Santarém, determinava que se desse por ano à igreja quarenta soldos para uma missa oficiada anual pela sua alma no dia de Santa Catarina. Redactor: Gomes Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Paços do Concelho
Acordo celebrado entre Maria [...], viúva de [...] Gonçalves Porrinho, e Lourenço Fernandes, filho de Fernão Lourenço, sobrinho do referido Gonçalves Porrinho. É referente a umas vinhas, casas e adega e sua louça que ela tem e que pretende que fiquem para o Lourenço Fernandes depois da sua morte com obrigação de dar cinquenta libras por ano aos raçoeiros da igreja de Santa Maria do Açougue de Montemor-o-Novo, para que lhes cantem uma capela de missa quotidiana. Redactor: Vicente Domingues, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas de João Vicente, sapateiro, a par da Trindade do arrabalde da vila
Domingas de Avis, viúva de Domingos Eixemeno, de quem era testamenteira, e Vicente Domingues, tabelião, também testamenteiro do falecido, dão à igreja de Santa Maria do Açougue, para aniversários, um ferragial com oliveiras, situado no termo da vila no caminho do ribeiro do Abadinho. A testamenteira mantém o usufruto em vida pagando por ano aos raçoeiros vinte soldos, pelo aniversário do marido. Redactor: João Pires, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na igreja de Santa Maria do Açougue
Doação que faz Maria Pires Martins, viúva de Domingos Domingues Manhom, mercador, moradora em Montemor, de doze libras pelo quarto que tinha nos engenhos que foram de [...] Cabeça e de seus filhos na ribeira de Canha, aos raçoeiros da igreja de Santa Maria do Açougue de Montemor-o-Novo, pagas cada ano pela Páscoa. Em troca os raçoeiros diriam um aniversário a dezanove de Novembro pela alma do seu marido. Redactor: João Pires, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nas casas que foram de Domingos Domingues Manhom
Doação que faz João Pires [...], morador em Montemor-o-Novo, aos clérigos raçoeiros da igreja de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo, de uma vinha e de um ferragial. A vinha situava-se no termo da vila, na Bucha, e o ferragial ficava a par do caminho de Évora e nas imediações do campo do adro dos judeus. Em troca pede dois aniversários, um no mês de Março e outro em Junho. Redactor: Gomes Anes, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Doação que fazem Martim Gonçalves da Rosa e sua mulher, Catarina Afonso, pela alma de Gonçalo Anes da Rosa e de sua mulher, Margarida Vicente, pais do primeiro, e pelas suas almas, aos raçoeiros da igreja de Santa Maria do Açougue de Montemor-o-Novo, de uma casa, na rua de São João, com condição de lhe fazerem um aniversário por ano. Redactor: Lourenço Martins, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: À frente da porta da igreja de Santa Maria do Açougue
Cláusula de testamento de Lourenço Anes em que destina cinco libras do rendimento de seus bens para os raçoeiros da igreja de Santa Maria do Açougue de Montemor-o-Novo para que façam um aniversário em cada ano no dia em que for enterrado. O teor da cláusula é registado no documento a pedido de Gonçalo Anes, raçoeiro e prioste da referida igreja, feito ao juiz ordinário da vila, Giral Pires, perante o testamenteiro João Martins, galego. Redactor: Álvaro Rodrigues, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: No coro da igreja de Santa Maria do Açougue
Uma soma de azeites do prior, oito odres de mel, um roçim que o prior tinha quando morreu e mais uma taça de prata de lavores de pratas branca que me parece que pesaria nove onças ou o que vier em verdade de desto (?) recado, nove talhas em que estava o azeite e uma (?) […] boas de arrecadar delas e mais uma pouca (?) de […] miúda de […] vinho que o dito prior assim (?) disse que vendera não sei por quanto e com que no inventário do prior para este (?) feito por João Afonso tabelião. Esta a do testamento que tem Pedro Afonso.
Escambo entre os raçoeiros de Santa Maria do Bispo de Montemor-o-Novo e Fernão Lourenço, telheiro, que no momento era alcaide, e sua mulher, Britez Gomes. Os raçoeiros dão um chão com suas árvores na Ribeira de Canha, ao moinho do Orivizeiro, que estava emprazado a Gomes Eanes Gumilho e a Brites Anes, sua mulher, por dez reais brancos. Recebem em troca uma vinha na Figueira que fora de João de Valongo. O foro da vinha passa a ser quinze reais brancos pagos pelo Natal. Redactor: Álvaro Dias, tabelião do condestável em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Na igreja de Santa Maria do Bispo
João Vasques Antono e sua mulher, Maria Rodrigues, vendem a Fernão Lourenço, telheiro, e a sua mulher, Brites Gomes, moradores em Montemor-o-Novo, duas lezírias foreiras à igreja de Santa Maria do Bispo em cinquenta reais e o dízimo do linho e da fruta pagos pelo Natal. O valor da venda são três mil e quinhentos reais brancos. Segue-se um escambo em que os raçoeiros da referida igreja recebem de Fernão Lourenço, em troca das duas lezírias, uma vinha com seu pomar, situada em Vale Verde. Redactor: Álvaro Dias, tabelião em Montemor-o-Novo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo
Emprazamento que fazem os raçoeiros da igreja de Santa Maria dos Açougues de Montemor-o-Novo a João Solteiro e a sua mulher, Beatriz Martins, de uma vinha no termo de Montemor-o-Novo, por trinta e dois reais brancos. A vinha fora antes emprazada a Gomes Vaz, carpinteiro, e a sua mulher, Joana Dias, moradores na vila, mas estes renunciaram ao contrato. Redactor: Pedro (?) Lopes, escudeiro, tabelião em Montemor-o-Novo e seu termo Localidade de redacção: Montemor-o-Novo Localização específica da redacção: Nos alpendres do tabelião
Esta série reúne uma coleção de arranjos musicais manuscritos para os bailes e festas realizados no Círculo. Foram elaborados pelo maestro João Carlos de Sousa Morais e extraídos de obras e partes de ópera de ilustres compositores do século XIX nomeadamente “La Boheme” e “Madame Butterfly” de Puccini; “Otelo” e “Aida” de Verdi; “La verbena de la Paloma” de Thomas Breton; “La sympathie, dialogue musical pour piano” de Sidney Smith; “Serenade” de Schubert; “Tannhäuser” de Wagner; “Celebre Serenade Espagnole” de Isaac Alberniz; “La Colombe” e “Faust” de Charles Gounod; “Dinorah: le pardon de Ploermel” de Giacomo Meyerbeer e outros. Inclui também algumas obras impressas.
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Rodrigues, pichaleiro, e sua mulher, Filipa Godinho, moradores na cidade, que traziam aforadas umas casas de morada da igreja, localizadas na cidade, na rua das Freiras de Dona Guiomar, por nove reais brancos, pagos em dia de Páscoa. Os foreiros pedem autorização à igreja para venderem o domínio útil do imóvel a Inês Gonçalves Tasalho, por dois mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento por nove reais, pagos pela Páscoa. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do prior da igreja
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Isabel Fernandes, viúva de João Piteira, trapeiro, que trazia emprazada, em três vidas, uma casa da referida igreja, localizada na cidade, na rua de Avis, por três libras antigas e um frango, pago pelo São Martinho. A foreira pede autorização para vender o domínio útil do imóvel a Luís Machado e a Isabel Fernandes, sua mulher, por sete mil reais brancos. Os clérigos autorizam a transacção, estabelecendo-se novo aforamento. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do prior da igreja
Pedido de autorização de venda realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Brites Lourenço, viúva de André Afonso, enxerqueiro, moradora na cidade, que trazia aforadas quatro courelas e um chão, localizadoss no termo da cidade, em Silvarota, no caminho dos Carros, por cem reais brancos. A foreira pede autorização à igreja para vender o imóvel a João Fernandes, tasalho, cerieiro, e a sua mulher, Isabel Lopes, por sete mil reais brancos. Os clérigos autorizaram a venda, estabelecendo-se novo aforamento, pelo mesmo valor, em véspera de natal. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Inês Gonçalves, viúva de Estêvão Anes, moradora na cidade, que trazia aforadas umas casas de morada, localizadas na cidade, na rua do Raimundo, por setenta e dois reais, pagos pela Páscoa. A foreira pede autorização para vender o imóvel a Gil Eanes Lazaro, morador na cidade, e a sua mulher Inês Nunes, por onze mil reais brancos. Os clérigos autorizaram a transacção, estabelecendo-se novo aforamento, por trinta e seis reais brancos Redactor: João Furtado, escudeiro e vassalo do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago
Encampação realizada entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Gil Vaz, escudeiro e tabelião de Arraiolos. Este trazia emprazada, em três vidas, uma vinha, da referida igreja, localizada no termo de Évora, no Chafariz de Mor Mendes. O foreiro, alegando não poder cumprir as cláusulas imposta no contrato, pedem que os clérigos lhe recebam a vinha. Aceite a encampação, os clérigos emprazaram, em três vidas, a referida vinha a Diogo de Pina, escudeiro, e a Beatriz Eanes Bota, por trinta soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Redactor: João Dias, tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Rodrigo Eanes, dito Gago. Este trazia aforada uma vinha, da referida igreja, localizada no caminho de Arraiolos, por duas libras e meia antigas, pagas pelo São Martinho. Após ter recebido autorização dos clérigos para efectuar a transacção, o foreiro vendeu o domínio útil da vinha a João Gil de Arqueira e a Catarina Eanes, por dois mil e oitocentos reais brancos. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa do prior da igreja de Santiago.
Pedido de autorização de venda realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e João Martins da Freixeda, criado do Baranco. Este trazia emprazada uma courela de vinha, da referida igreja, localizada em Santa Bárbara, por vinte cinco soldos antigos, pagos pelo São Martinho. Após ter recebido autorização dos clérigos para realizar a transacção, o foreiro vendeu o domínio útil da courela a Lopo Esteves Boieiro e a Margarida Gomes, por mil reais brancos. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei e tabelião em Évora. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Beatriz Dias Colaça, viúva de Pedro Vaz Caeiro, moradora na cidade trazia aforadas uma casas, da igreja de Santiago, localizadas em Évora, junto à Palmeira, por trinta e um reais brancos, pagos pelo Natal. Após ter recebido autorização dos clérigos para efectuar a transacção, a foreira vende o domínio útil das casas a João Ingrês, vinhateiro, e a Catarina Vaz, moradores em Évora, por dois mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Jorge Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Rui Fernandes, oleiro, e Catarina Afonso, sua mulher, moradores na cidade, traziam aforada uma casa, da igreja de Santiago, localizada em Évora, na rua do Raimundo, por trinta e dois reais brancos, pagos pelo Natal. Após terem recebido autorização dos clérigos para efectuarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil da casa a João Rodrigues Portela, oleiro, morador na mesma cidade, por cinco mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Leonor Fernandes, viúva de Afonso Martins, barbeiro, moradora em Évora trazia emprazada uma casa, da igreja de Santiago, localizada na cidade, na rua do Inferno, por cinquenta e quatro reais brancos, pagos em dia de Santa Maria de Agosto. Após ter recebido autorização dos clérigos para realizar a transacção, a foreira vende o domínio útil da casa a João Carvalho, morador na mesma cidade, por dois mil e quinhentos reais brancos. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro do rei e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Pedro Vasques Caeiro, escudeiro e criado do bispo D. Vasco, e Leonor Afonso, moradores na cidade traziam aforadas umas casas, da referida igreja, localizadas em Évora, na travessa que vai da rua de Alconchel para a horta da Palmeira, por vinte e dois reais e meio, pagos pela Páscoa. Após lhe ter sido autorizada a transacção, os foreiros venderam o domínio útil das casas a João Rodrigues Caeiro, por três mil e setecentos reais brancos, mantendo-se o valor do foro pago à igreja. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
João do Porto, alfaiate, e Catarina Esteves, moradores em Évora traziam aforado um mortório de vinha da igreja de Santiago, localizado no termo da cidade, junto ao mosteiro de Santa Maria do Espinheiro da mesma cidade, por vinte reais brancos, pagos pelo Natal. Após lhe ter sido concedida autorização para realizarem a transacção, os foreiros venderam o domínio útil do mortório de vinha a Gaspar Nunes, hortelão, e a Isabel Afonso, moradores em Évora, por quatrocentos e trinta reais brancos. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Pedro Esteves e Senhorinha Eanes, moradores na cidade, traziam aforada uma casa, da igreja de santiago de Évora, localizada em Évora, na rua das Empardadas de São Domingos, que receberam por morte do pai de Pedro Esteves, pelo foro de sete soldos e meio antigos, pagos pela Páscoa. Solicitam aos clérigos autorização para venderem o domínio útil das casas a Vasco Martins, por três mil e quinhentas libras o que lhe é concedido. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães.
Gonçalo Rodrigues, sapateiro, e Catarina Esteves, moradores em Évora traziam aforada uma vinha, da igreja de Santiago, localizada no termo da cidade, no Vale do Romão, por sessenta reais brancos e uma galinha, pagos pelo São Martinho. Pedem autorização, à igreja, para venderem o domínio útil da vinha a Catarina Fernandes, mulher solteira, sobrinha de Gil Fernandes, tesoureiro da Sé de Évora, por sete mil reais brancos, o que lhes é concedido. Redactor: João Figueira, escudeiro da rainha e tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Igreja de Santiago.
Escambo realizado entre os clérigos da igreja de Santiago de Évora e Rui Cotrim, escudeiro, e sua mulher, Maria Gonçalves, moradores na cidade. Os primeiros cedem uma pedaço de terra, localizada em Pontegua, recebendo em troca outro pedaço de terra, localizado no termo da cidade, onde chamam Val Vazio, junto a São Manços. Os clérigos da igreja exigem ainda, como contrapartida, que Rui Cotrim construa uma casa e um poço na terra que vai ficar para a igreja, antes de efectuar o escambo. Redactor: João de Panoias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Vasco Vicente.