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Trata da colocação de uma caixa de correio, na estação das Cortes, de acordo com um pedido de Alfredo Pimenta.
Declara ser um leitor assíduo d’ “A Voz” e destaca o artigo «As contingências da sorte», publicado no «Tribuna Livre». Critica a passividade de alguns monárquicos.
Declara-se monárquico e um admirador de Alfredo Pimenta.
Relembra a questão passada com o “Diário de Coimbra”. Renova a sua admiração por Alfredo Pimenta.
Declara a sua admiração por Alfredo Pimenta e oferece um trabalho seu.
Informa sobre a publicação da sua nomeação para 2º oficial do Instituto de Medicina Legal do Porto.
Refere ter sabido por Rodrigo Pimenta que Alfredo Pimenta estava doente e, por isso, deseja as melhoras.
Comunica que a escritura da venda da Barroca está em poder de Gonçalo Meira para registar em nome de Alfredo Pimenta. Informa que o padre Manuel continua a dizer que, logo que consiga arranjar casa, lhe entrega a dele e que entende que foi mau divulgar o caso na imprensa.
Comunica que Joaquim da Silva Ferreira Monteiro vai tratar do julgamento do processo a que se refere o memorial, no Supremo Tribunal de Justiça. Refere que se trata de um processo sem gravidade que representa uma vingança do inspetor de saúde. Pede para recomendar o recurso.
Revela que lhe é completamente impossível aceder ao prédio de Alfredo Pimenta, pois teve que pedir dinheiro emprestado para pagar ao conservador. Pede para lhe enviar essa quantia. Agradece os serviços prestados.
Convite para assistir à missa solene e sermão integrados nas comemorações da Batalha de Aljubarrota.
Comunica que a censura não deixou publicar o artigo de Alfredo Pimenta no “Notícias de Guimarães”. Revela o nome do censor e tece comentários a seu respeito. Participa que já reclamou deste junto do governador civil de Braga, mas que nada conseguiu. Recomenda-lhe que trate diretamente do caso pois, oficialmente, nada se conseguirá. Informa que vai remeter-lhe o ofício da Câmara sobre o Arquivo Municipal.
Felicita por ter conseguido o subsídio para o Museu de Alberto Sampaio e a nomeação de Alfredo Guimarães. Pede para conseguir que o Dr. Guilherme Moreira, administrador da Caixa Geral dos Depósitos, dê instruções para, com a maior brevidade possível, ser assinada a escritura relativa a um empréstimo que a Câmara solicitou e que foi concedido em parte.
Pede para dizer a Joaquim Teixeira para o procurar, pois deseja que ele lhe preste um esclarecimento, antes de se entender com o procurador da Santa Casa.
Comunica que, contra a sua vontade, teve que adiar a sua ida a Lisboa. Informa que o Dr. Gaspar Gomes Alves vai fazer uns concursos. Pede que se empenhe em ajudá-lo.
Trata da partilha de bens entre Alfredo Pimenta e o irmão.
Trata do programa para o dia 2 de junho. Informa que será oficialmente convidado para uma conferência numa sessão solene. Comunica que ainda não propôs a substituição dos nomes das ruas porque quer que o assunto seja resolvido por unanimidade e receia oposição de alguns colegas. Informa que vai a Lisboa e que lhe contará tudo o que se passa.
Comunica que o aumento não se pode tratar por carta e que, se Alfredo Pimenta não vier a Guimarães, que o procura na próxima semana.
Agradece o interesse que o seu pedido lhe mereceu. Acrescenta que era isso que pretendia, mesmo sabendo que o banco não nomeava advogados privativos. Informa que vai começar a tratar da partilha.
Comunica que está à espera do traslado da escritura para registar a venda da propriedade em nome de Alfredo Pimenta e que o irmão [Rodrigo Pimenta] lhe entregou uma letra de oito contos. Refere que já escreveu ao padre Manuel a pedir que se desloque ao seu escritório.
Pede para lhe comunicar, via telefone, se são necessários convites para assistir à sua conferência.
Informa que segue, em anexo, um requerimento para assinar com os seus filhos, devendo as assinaturas ser reconhecidas.
Comunica as deliberações que a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Guimarães tomou.
Trata do subsídio do Estado para a ampliação das instalações Santa Casa da Misericórdia.
: Participa que está ao seu dispor. Aconselha a que leia o relatório da inspeção que deve estar arquivado no Ministério das Finanças.
Trata das comemorações Sarmentinas e do recurso interposto por Jordão contra a Câmara.
Comunica que, depois de lhe escrever, leu o ofício que Alfredo Pimenta remeteu à Câmara. Refere que aguarda resposta à sua carta para oficialmente responder àquele ofício.
Trata da homenagem a prestar pelas Câmaras Municipais a Oliveira Salazar.
Pede resposta à carta que, há dias, lhe mandou para a Torre do Tombo.
Trata do arrendamento da casa ao padre Manuel Gomes. Informa que está à espera do traslado da escritura de partilha e venda para a registar.
Trata do requerimento de Alfredo Pimenta sobre o desmembramento de prédios e do desconto de uma letra.
Agradece as palavras amigas que lhe dirigiram pelo falecimento da sua irmã.
Agradece o interesse que os seus pedidos lhe mereceram. Comunica que, logo que receba o parecer da Junta de Eletrificação, levará o caso à Câmara para definitivamente o liquidar. Refere que pode escrever a monografia, que lhe será paga pelo preço indicado. Fala da forma como vai incluir, no orçamento da Câmara, as despesas com o “Boletim”.
Expõe a proposta escrita apresentada pelo irmão de Alfredo Pimenta sobre a partilha dos bens e pede para lhe dizer o que deseja fazer.
Esclarece o que disse na Sociedade Martins Sarmento sobre o auxílio da Câmara a essa instituição. Informa sobre a nova toponímia para Guimarães. Agradece a oferta da sua conferência, que bem mereceu a grandiosa manifestação no Ateneu de Braga.
Informa que o professor de Caldelas já foi aposentado do concelho de Guimarães e que é agora a altura para se conseguir o despacho de João Ferreira. Pede para recomendar o caso imediatamente.
Refere que a obrigação do irmão de Alfredo Pimenta era a de aceitar o que lhe propuseram, desde que este decidiu que, em coisa alguma, o queria prejudicar e que o irmão tinha, como único caminho a seguir, entregar-lhe os prédios pelo valor da avaliação. Comunica que, desde que Alfredo Pimenta o queira, o seu papel é defender os seus interesses, sem prejudicar os do seu irmão.
Comunica que a escritura da venda da Barroca está em poder do Gonçalo Meira para registar em nome de Alfredo Pimenta. Informa que o padre Manuel continua a dizer que logo que consiga arranjar casa lhe entrega a dele e que entende que foi mau divulgar o caso na imprensa.
Faz referência ao desconto de uma letra na agência do Banco de Portugal.
Comunica que tem ido ao Banco de Portugal saber se já têm instruções para descontar a letra, mas a resposta é sempre a mesma: «nada sabemos». Indica os elementos necessários para descontar a letra. Informa que lhe é impossível dispor de qualquer quantia.
Comunica que lhe é impossível arranjar os dois contos e que por isso lhe envia a letra do irmão de Alfredo Pimenta, para que este a desconte no Banco Portugal ou Nacional Ultramarino. Pergunta se já recebeu a carta do padre Manuel. Comunica que não acha que seja a altura oportuna para celebrar o contrato de arrendamento e explica porquê.
Participa que, se o irmão de Alfredo Pimenta não o tivesse informado, não teria tido a oportunidade de lhe prestar a homenagem que lhe é devida, como vimaranense dos mais ilustres e como português que põe acima dos seus interesses pessoais os interesses da pátria.
Comunica que remete, em anexo, o requerimento de que lhe falou pelo telefone e um outro para conseguir o seu deferimento.
Pede para lhe ceder uma publicação sua para uma pessoa amiga.
Agradece o interesse que Alfredo Pimenta demonstrou na colocação da sua protegida. Comunica que a primeira parte do programa das festas dedicadas a Alberto Sampaio correu normalmente.
Informa que as eleições do Conselho Municipal correram bem, não obstante algumas traições. Comunica os resultados das eleições. Garante a nomeação do candidato de Alfredo Pimenta. Pede para recomendar o pedido a que se refere o memorial.
Faz referência à entrega das letras. Indica os elementos necessários para o registo definitivo da doação.
Comunica que envia, em anexo, uma cópia do ofício que dirigiu ao Sr. ministro da Instrução Municipal sobre o Arquivo Municipal. Solicita que vá ao Ministério das Finanças pedir, com o maior empenho, ao subsecretário para dar andamento ao processo de empréstimo pedido pela Câmara Municipal.
Trata da construção de uma casa junto à Madre Deus. Pede para recomendar novamente a obra a que se refere o memorial em anexo.
Comunica que a Câmara Municipal resolveu conceder um subsídio para a publicação do estudo sobre o Paço dos Duques de Bragança e agradecer tão patriótica iniciativa.
Tece comentários sobre o seu artigo publicado na revista “Brotéria” onde critica um artigo de Alfredo.
Agradece as referências ao trabalho publicado na revista “Brotéria”.
Pede para facultar, a um investigador estrangeiro, documentos da Torre do Tombo sobre a província de Portugal da Companhia de Jesus que abranja apenas o continente, as ilhas e Angola.
Informa que o artigo de Alfredo Pimenta e a contra resposta não vão ser publicados na revista “Brotéria”, por decisão da Comissão de Censura de Lisboa.
Trata das gralhas do artigo de Alfredo Pimenta e do trabalho, também de Alfredo Pimenta, sobre a existência ou inexistência da noção portuguesa no séc. XV e XVI e os amores de Dona Teresa com o conde de Trova.
Tece comentários relativamente à nota sobre as opiniões de Alfredo Pimenta. Refere que vai para fora em missão sacerdotal e de lá seguirá para Guimarães. Convida para o visitar na casa da Costa.
Agradece as informações. Contém um vale da estação de telégrafo-postal de Picoas.
Informa sobre os negócios de Alfredo Pimenta, sobre a casa do inquilino e sobre o arcipreste.
Desfaz a impressão com que Alfredo Pimenta ficou da sua última carta.
Solicita que lhe diga o que se lhe oferecer sobre o encontro que lhe pede.
Informa que está ao dispor de Alfredo Pimenta e que se vai retirar para Lisboa no dia 8 ou 9 de novembro.
Comunica que envia, em anexo, a escritura e que, em breve, regressará a Lisboa.
Comunica que desconhecia por completo o que se tinha passado, que termina o tratamento e que vai ausentar-se de Lisboa.
Pede informações sobre os corpos gerentes do Centro de Ação Popular e da publicação "Manifesto".
Elogia a comunicação ao curso do INA sobre a feitura das leis. Destaca a abertura ao referendo a nível nacional e a indispensável e urgente delimitação da reserva da competência legislativa e administrativa, do governo, sob pena de violar o princípio da separação dos poderes.
A guerra colonial portuguesa. Texto rasurado e com anotações manuscritas.
Conto infantil. Anexado o conto dactilografado e os desenhos de Salgado Almeida que ilustraram a obra.