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Filiação: Joao Antonio Pereira Castro Gomes Abreu e Caetana Josefa Alpoim Rego Castro. Natural e/ou residente em ARCOS VALDEVEZ-SAO PAIO, actual concelho de ARCOS VALDEVEZ e distrito (ou país) Viana do Castelo.
Em 1782, João Luís Jácome de Sousa compra a António Conrado de Sousa Barbosa os direitos de acção contra Francisca Teresa da Silva (ver documento cota 396-1), filha destes.
Residentes na casa e quinta de Ruães e São Paio de Merelim, concelho de Braga, para lhes venderem uns foros impostos na Quinta do Paço, sita na freguesia de Rio Tinto, concelho de Gondomar.
No inventário que decorre no Juízo de Paz e Órfãos da freguesia de São Paio de Arcos por morte de Manuel da Costa, pretendem justificar as dívidas que este lhes estava devendo para se lhe abonarem na parte, separando-se os bens para o seu pagamento.
Manuscrito, original, em papel azul XL 40 reis”. Em baixo o despacho do abade José António de Castro.
Folhas cosidas e impressas "Causa Publica 20 reis". Este documento estava na “Caixa 12”, que contém CP 3800 a CP 3826 embrulhados em jornais do ano 1936.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Augusto Carlos Cardoso Bacelar de Sousa Azevedo (Visconde de Algés), analisando a regularidade da conduta de um delegado do Procurador Régio ao recorrer de decisão judicial de absolvição num crime de homicídio.
Contém ofício do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro do Estado do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 2 de maio de 1902, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 24 de maio, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da Repartição da Caixa Económica Portuguesa, da Caixa Geral de Depósitos e Instituições de Previdência, de 12 de setembro de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 8 de outubro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 7.ª Repartição (Guarda Fiscal) da Direção-Geral da Secretaria da Guerra, de 10 de fevereiro de 1906, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 19 de fevereiro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério da Fazenda, de 24 de janeiro de 1907, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 6 de fevereiro, escrito sobre o ofício.
Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Contabilidade Pública, do Ministério da Fazenda, de 24 de dezembro de 1908, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 1 de julho de 1909.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda Nacional, Francisco António Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério do Reino
A possibilidade de Diogo Freitas do Amaral ser o ministro dos Negócios Estrangeiros do VI Governo Constitucional.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que a entrada no novo Governo lhe põe «um problema de consciência muito difícil».
A possibilidade do Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, ser o responsável pela condução da política externa do VI Governo Constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, após reunião com o primeiro-ministro, afirma que o partido continua a defender a negociação de uma plataforma tripartida entre o PS-PSD-CDS, da qual deverá sair um novo Governo, ainda que não necessariamente de coligação.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, defende a constituição de uma plataforma democrática tripartida de onde deverá sair o novo Governo. Recusa negociar com o PCP.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o Governo tem revelado incapacidade para resolver os problemas do país e evidencia a progressiva deterioração da situação económica e as dificuldades da oposição em aceder aos meios de comunicação.