Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for lisboa and 68,030 records were found.

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios dos Negócios da Justiça.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça. Comenta que "Li com toda a attenção a ata da sessão do conselho geral penitenciário na qual, por maioria de votos, se aprovou a proposta de perdão, e com esta decisão se conformou o Governo". [...] Estando o processo neste estado, ordena o Governo que eu consulte sobre a proposta de perdão; mas não vejo só a proposta, encontro já a resolução tomada pelo Governo à qual eu presto todo o respeito e consideração e peço licença para ponderar que a intervenção de uma consulta fiscal em objeto que o Governo já resolveu dentro da sua legalíssima competência e sem ofensa de direitos de terceiro, pode muitas vezes colocar o delegado do Governo em posição difícil e sem proveito do serviço público".
Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Francisco Antonio Fernandes da Silva Ferrão para o Ministério dos Negócios da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério das Obras Públicas.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Justiça.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério da Fazenda.
Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério do Reino.
Homenagem prestada a Diogo Freitas do Amaral, na Estufa Fria, após as eleições presidenciais. Aquele revela que irá regressar à Universidade, que se irá manter como independente e que pretende criar uma fundação. Discurso de Augustina Bessa-Luís.
Apresenta os objetivos do CDS e da Aliança Democrática: apoiar o governo, manter a Assembleia da República e concluir com êxito a Revisão Constitucional.
Os líderes da Aliança Democrática deslocam-se a Espanha para se encontrarem com o presidente do Governo espanhol, Adolfo Suarez.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera estar cada vez mais próxima a necessidade de o Presidente da República dissolver a Assembleia da República e marcar eleições intercalares para outubro de 1979.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral,, num comício no Pavilhão dos Desportos, apresenta 10 razões para o povo não votar nos partidos da coligação.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, em entrevista à DPA, afirma que se tiver a maioria no Parlamento, é intenção da AD fazer uma lei que regulamente o regime do referendo. Revela disponibilidade para participar no Governo.
O presidente do CDS e da União Europeia das Democracias Cristãs, Diogo Freitas do Amaral, condena os golpes militares da Polónia, Turquia e Bolívia. Agenda em Bruxelas. Em entrevista ao jornal "O Estado de São Paulo", rejeita que seja o CDS a comandar as decisões do Governo, considera improvável a aliança PS/PCP e aborda as relações AD/Presidente da República e as relações luso-brasileiras.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral afirma que Ramalho Eanes tem um projecto pessoal de poder e que com a sua reeleição persistem graves riscos para o regime democrático português.
Análise de Marcelo Rebelo de Sousa às campanhas dos candidatos presidenciais. Exercício sobre os possíveis sucessores de Mário Soares no Partido Socialista, caso perca as presidenciais.
O ministro da Defesa nacional, Diogo Freitas do Amaral, em artigo para a revista da NATO, destaca a importância da criação do Eurogrupo.
Intervenção do presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, no encerramento do I Congresso Nacional de Autarcas centristas e democratas-cristãos
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o Governo não dá conta do recado e a oposição não tem força para o derrubar. Recusa negociar com o PCP. Reunião da Comissão Política do CDS, em Santarém.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que a revisão constitucional é a primeira reforma de fundo e manifesta a fidelidade do CDS à Aliança Democrática.
O vice-primeiro-ministro, Digo Freitas do Amaral, sugere um conjunto de soluções para os Arquivos da ex-PIDE/DGS e LP.
Após reunião com o Presidente da República, o líder do CDS, Diogo Freitas do Amaral, sublinhou que, para se vencer a crise política, deverá ser procurada uma solução entre os partidos políticos, mantendo reservada a posição do Presidente da República.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, na I Assembleia da Organização Concelhia de Vila Franca de Xira, analisa o contexto político, considera que o movimento operário e popular e as forças democráticas, têm de lutar em duas frentes: «contra a política do governo de coligação PS/CDS, outra contra a conspiração fascista e fascizante que se desenvolve com vista a precipitar a liquidação da democracia portuguesa».
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, em Coruche, alerta para casos de reservas entregues a agrários que se encontram praticamente abandonadas.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, num jantar-convívio em Setúbal, afirma que Portugal não dispõe de um Governo estável e de ampla solidariedade democrática e nacional, capaz de arrancar o País da crise. Condena a realização das comemorações da Revolução de Outubro.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, afirma que o Partido ainda não decidiu a sua posição sobre a moção de confiança apresentada pelo governo.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, explica as razões do fracasso das conversações do PCP com o PS.
Noticia a viagem de Diogo Freitas do Amaral à R.F.A. e as impressões que trocou, com o Presidente do C.D.U., Helmut Khol, sobre a política internacional, as perspetivas da movimentação de integração europeia, principalmente adesão de Portugal ao Mercado Comum.
Nomeação de Domingos Cardoso de Macedo para Capitão-mor das Ordenanças da vila de Guimarães. No verso contém o despacho do Conselho de Guimarães e a data da tomada de posse.
Solicita à PSP a suspensão do sistema de segurança pessoal e de suas casas, uma vez que já não não faz parte do III governo Constitucional .