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Justifica "o silêncio" e elogia as fotos tiradas por Santos Simões.
Comenta a campanha do jornal “Novidades” e pede autorização para publicar uma análise da obra “Para a história das relações entre Portugal e a Alemanha”, oferecida por Alfredo Pimenta para rebater a campanha. Contém um P.S. referindo que substituirá o arcebispo na conferência em que estará presente um sacerdote católico alemão. Identifica-se como germanófilo.
Trata da publicação de artigos. Comenta as alterações ao Pai Nosso.
Tece comentários sobre a conferência do padre católico alemão, em Braga. Relata o que se passou e comenta as questões de relacionamento entre a Igreja e o governo alemão.
Reafirma a intenção de todos assinarem o manifesto e esclarece os princípios básicos.
Pede que o represente no funeral de D. Manuel II. Refere que o projeto de manifesto foi abandonado.
Relembra os tempos do grupo escolar da Acção Realista, Liga de Acção Integralista e «Ideia Nova». Afirma as responsabilidades que tiveram no 28 de Maio e declara a intenção de dizer à nação o que pensam sobre o Estado Novo e sobre a política de paz e conciliação.
Comenta detalhadamente os sonetos de Alfredo Pimenta. Transmite os sentimentos que lhe despertaram.
Agradece a oferta do novo livro. Faz votos de felicidade para a filha de Alfredo Pimenta.
Disserta acerca da obra “Torre da Ilusão” Destaca alguns versos. Afirma o seu reconhecimento pelo soneto que lhe foi dedicado.
Revela a sua satisfação pelo interesse demonstrado por Alfredo Pimenta pela publicação “América Brasileira”. Revela o nome de alguns colaboradores e lamenta a pouca divulgação em Portugal.
Tece comentários elogiosos sobre a obra de Alfredo Pimenta. Convida Alfredo Pimenta a escrever artigos sobre assuntos portugueses para a “América Brasileira”.
Acusa a receção de “Poemas em prosa”. Compara Alfredo Pimenta a Oscar Wilde.
Reafirma o interesse na colaboração de Alfredo Pimenta na “América Brasileira”. Comunica o envio de um livro seu e lamenta os erros provocados pela tipografia.
Tece comentários sobre o artigo «Na hora da Tragédia». Pede informações sobre a posição do nazismo e do comunismo face à Igreja.
Aborda a liberdade de expressão e equipara a doutrinação antidemocrática com monarquia. Tece comentários sobre a questão de António Sardinha e dos Trinta e Seis. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Disponibiliza-se para fazer a seleção dos melhores artigos de Alfredo Pimenta sobre a democracia.
Pede desculpa por se encontrar em falta para com Alfredo Pimenta. Agradece as referências feitas à sua prosa.
Agradece a atenção dada ao seu livro. Regista as observações de Alfredo Pimenta, esclarece alguns procedimentos e indica a autoria dos versos.
Trata do lançamento de uma subscrição para angariar verbas para um monumento a Francisco Martins Sarmento.
Aborda um artigo de Alfredo Pimenta e o apoio de D. Manuel de Bragança à [Ordem de São Francisco].
Refere a deliberação camarária no sentido de o Arquivo passar para a Câmara.
Manifesta o seu agrado em receber uma visita de Alfredo Pimenta.
Faz referência ao funeral de Abel Salazar. Afirma ser um admirador de Alfredo Pimenta.
Remete a Alfredo Pimenta uma carta com um pedido de esclarecimento de ordem histórica.
Comenta a resposta dada por Alfredo Pimenta sobre “O crime do padre Amaro”.
Informa que o seu artigo publicado n’ “A Nação” foi visado pela censura.
Afirma o seu interesse em ver tratada, por Alfredo Pimenta, a questão das raízes filosóficas do nazismo. Contém recortes de artigos.
Comunica o envio de um recorte do semanário “A Guarda” sobre Alfredo Pimenta. Dá informações sobre o autor do artigo.
Felicita Alfredo Pimenta pela questão com a Academia da História. Tece comentários sobre o jornal “A Nação” e sobre o artigo de Alfredo Pimenta. Queixa-se da censura.
Revela esperança no sucesso do novo semanário católico “Conquistador”. Regozija-se com a prometida colaboração de Alfredo Pimenta e agradece as diligências junto do presidente do Conselho.
Agradece a colaboração de Alfredo Pimenta no 1.º número da secção “A minha Terra”. Indica que o 2.º número será escrito pelo padre Arlindo Ribeiro da Cunha.
Dá conta da intenção em organizar uma página semanal dedicada a Guimarães, intitulada “A minha Terra”.
Solicita a Alfredo Pimenta o pagamento dos seus honorários.
Solicita o pagamento das lições referentes aos meses de maio e junho.
Reitera o pedido de pagamento pelas lições. Disponibiliza-se para continuar a lecionar o filho de Alfredo Pimenta.
Solicita a colaboração de Alfredo Pimenta para um número especial do jornal “Correio dos Açores” dedicado a Antero de Quental. Questiona sobre a possibilidade de escrever um artigo n’ “A Voz”.
Agradece a diligência de Alfredo Pimenta junto do presidente do Conselho.
Refere uma carta recebida da presidência do Conselho a pedir a parte do discurso de Oliveira Salazar, que deve ser fotocopiada.
Refere a receção do trecho do discurso de Oliveira Salazar, pronunciado em Guimarães, por ocasião das Festas Centenárias. Destaca a importância do “Conquistador”, o jornal fiel aos princípios da Igreja.
Desculpa-se pela atitude do filho de Vítor Ribeiro que não agradeceu a intervenção de Alfredo Pimenta a seu favor.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta por ocasião da morte do filho.
Agradece a referência feita por Alfredo Pimenta à sua casa e família.
Destaca a justiça das referências que fez à “História de Portugal”, de Alfredo Pimenta.
Felicita Alfredo Pimenta pela sua obra de “História de Portugal” e por ter sido aprovada como compêndio oficial no ensino.
Faz referência às questões entre Alfredo Pimenta e Querubim Guimarães. Defende que a Causa deve estar acima das incompatibilidades.
Trata de um encontro em sua casa, em que estarão também presentes o Conde de Azevedo e Querubim Guimarães. Refere que dará conhecimento de uma carta de J. de Azevedo Coutinho.
Relata que encontrou uma carta que deveria ter enviado e que, por engano, foi guardada numa gaveta. Convida Alfredo Pimenta a visitá-lo.
Tece comentários elogiosos sobre os artigos de Alfredo Pimenta. Faz referência a questão da partida da infanta. Avalia a atitude da Causa Monárquica.
Menciona alguns nomes, do concelho de Soure, que filiou para a Causa Monárquica. Comenta a falta de confiança política no Dr. José Fortunato de Vasconcelos Coutinho Freitas e sugere os nomes do Dr. Mário de Albuquerque e do Dr. Mário de Aguiar como homens de confiança.
Agradece os votos de Festas Felizes. Solicita informações para as inscrições no Cortejo.
Solicita o fornecimento do guarda-roupa para os atores da peça "Farsa de Inês Pereira" e "Monólogo do Vaqueiro", no âmbito do Festival Gil Vicente que irá decorrer nos Paços dos Duques de Bragança. Contém anexa relação da quantidade e caraterísticas dos vestidos e fatos.