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Nesta subsecção incluíram-se diversos conjuntos documentais como sejam os tombos e inventários de bens (1843-1946), autos de inventários (1934-1942), inventários das alfaias (1819-1830), ficheiro de paramentos e alfaias (séc. 19-20), inventários de livros e documentos do Cartório da Irmandade do Santíssimo Sacramento (1820), inventário e avaliação de peças de prata (1917), inventário de valores que existiam com a tomada de posse da Comissão Administrativa (1911), relatório de entrega do cofre (1859) e uma série de borrões, minutas e índice de inventários de bens (1937-1975).
Série constituída por três livros contendo os inventários de bens pertencentes à Irmandade do Santíssimo Sacramento. O primeiro livro transcreve o inventário geral realizado em 1843 e os bens existentes na Sacristia a cargo do Padre Tesoureiro da Igreja. O segundo reproduz o inventário geral de 1857 e alterações e adições realizadas até 1859. O terceiro livro possui um inventário de 1882 e depois uma série de revisões, aditamentos e novas versões do inventário em 1898, 1917-1918, 1932, 1938, 1940, 1942, 1944, 1946 e 1949 (este último num caderno solto).
Contém casais pertencentes a Braga, Paredes (Gandra), Cinfães, Guimarães, Barcelos, Vila Nova de Gaia (Sandim) e Macedo de Cavaleiros.
Contém casais pertencentes a Vimioso, Vila Nova de Famalicão, Guimarães, Lousada, Monção, Aveiro e Barcelos.
Contém reconhecimentos pertencentes a Monção, Viana do Castelo, Paços de Ferreira e Arcos.
Contém reconhecimentos pertencentes a Monção, Viana do Castelo e Paços de Ferreira.
Contém casais pertencentes a Braga e Odivelas .
Contém casais pertencentes a Viana do Castelo (Carreço).
Contém casais pertencentes a Viana do Castelo (São Claúdio, Serreleis, Vilar Murteda, Vila Fria, Barroselas).
Contém casais pertencentes a Guimarães, Barcelos, Braga, Viana.
Contém casais pertencestes a Braga, Barcelos ,Guimarães, Vila Verde (Prado), Monção, Ponte da Barca, Póvoa de Varzim (Estela).
Faltam os fls.49 a 176. Os fls. 8 a 22v e fls.29v a 197 não estão preenchidos. Alguns documentos trasladados/copiados têm data anterior à data inicial averbada, correspondendo esta à data de realização de um determinado registo/averbamento.
"O Jornal ""O Século"" foi um periódico de referência a nível nacional. O seu arquivo, tendo transitado para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, conserva conteúdos relativos a Vila Franca de Xira, do que se destacam fotografias alusivas a eventos realizadados no Concelho, fotografias essas já disponíveis online. URL: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=1009215 (nível Fundo); https://digitarq.arquivos.pt/results?r=True&p0=CompleteUnitId&o0=11&v0=PT%2fTT%2fEPJS%25&p1=UnitTitle&o1=1&v1=xira (seleção de registos com fotografias alusivas a Vila Franca de Xira)."
A Freguesia de Santa Iria de Azoia pertenceu ao concelho de Alverca até à sua extinção em 1855, quando transitou para o concelho de Vila Franca de Xira, de onde, em 1886, transitou para Loures. Neste sentido, os registos de batismos, casamentos e óbitos de cidadãos da freguesia, quando esta pertenceu a Alverca e a Vila Franca de Xira estão nos livros de registos paroquiais da paróquia de Santa Iria de Azoia conservados no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. URL: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=4811255
Documento original datado de: Lisboa, 1512-11-29. D. Manuel afirma que "fazemos saber que por parte dos moradores da nossa Ilha da Madeira nos foi dito que a eles era ora necessário haver da nossa Torre do Tombo o treslado de algumas escrituras que na dita torre estão". Por conseguinte, o monarca manda (por ordem de 1512-01-12) dar cópia certificada (treslado em pública-forma) da doação, por D. Duarte, ao infante D. Henrique do espiritual das Ilhas da Madeira, Porto Santo e Deserta, cujo original é datado de Sintra, 1433-09-26.
Identifica-se o nome do foreiro, a data de pagamento, o valor a pagar de foro, a localização da propriedade, bem como o tombo e folhas onde se acham lançadas as escrituras de aforamento. Contém 1 documento avulso, datado de 1826-07-22: recibo relativo a pagamento de 16800 réis, efetuado pelos herdeiros de Tristão Joaquim de França Neto ao tesoureiro da Câmara do Funchal, João Coelho de Meireles, referente a 24 anos de foro de uma casa pertencente à Câmara, sita na Rua de Santa Maria, Funchal.
Esta secção reúne a vasta coleção de fotografias, diapositivos (slides), negativos e bilhetes-postais de José Pereira da Costa. Não só é composta por fotos pessoais e de família, mas também por fotos relacionadas com a sua vida profissional, tais como fotos das visitas de entidades ao Arquivo Nacional Torre do Tombo e fotos dos vários congressos em que participou. Os diapositivos dizem respeito, sobretudo, às fotos que tirou na Madeira e Porto Santo na década de 60 e a reproduções de documentos de arquivo. Quanto à sua coleção de bilhetes-postais, foi adquirida nos diversos lugares e países por onde passou.
- Listagem por concelho de [fundos existentes na Torre do Tombo] de ordens religiosas (conventos, mosteiros, colégios), s.d.; - "Regimento dos familiares do Santo Officio", impresso da oficina de Miguel Manescal, impressor do Santo Ofício, 1694; - Alvarás régios impressos de D. João V, 1714; - "Relaçaõ das órfãs que entraõ no escrutínio para delle se tirarem cem dotes de sessenta mil réis cada hum no dia que a Real Casa Pia do Castello de S. Jorge de Lisboa dedica para agradecer a deos nosso senhor, por ver conservada a coroa destes reinos sereníssima Casa de Bragança", 1793.
Inclui 3 acetatos com fotografias da fachada do novo edifício em obras, esboço manuscrito de José Pereira da Costa de quadro de pessoal de eventual nova estrutura orgânica, cópia do auto de lançamento da 1.ª pedra do novo edifício do Arquivo Nacional da Torre do Tombo com adaptações manuscritas de José Pereira da Costa para o edifício da Biblioteca Pública e Arquivo Regional da Madeira, informação de José Pereira da Costa acerca do novo edifício - em obras - após visita ao mesmo, com algumas considerações sobre eventual desrespeito pelo projeto inicial.
Transcrição do juramento da carta constitucional na Câmara do Paço do concelho de Melgaço, em três de agosto 1826, por intermédio do Dr. José Oliva de Sousa Abreu Carvalho Albuquerque, juiz de fora e presidente da câmara de Melgaço. O documento é resultado do decretado por D. Pedro IV em vinte e nove de Abril de 1826, e deveria ser enviado ao Tenente coronel do exercito e governador das armas da província, governador interino da praça de Melgaço, Estevão de Sueiros Machado e Vasconcelos, documento que deveria repor a legalidade do funcionamento municipal. Tem a indicação da sua localização na Torre do Tombo
Assinado por Rui Boto, Chanceler-Mor, concertado e registado no tombo por Fernão de Pina, encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia. Trata-se de um original apresentando a tradicional portada com as armas de Portugal inscritas na inicial iluminada e duas tarjas com motivos florais rodeando o texto. Este manuscrito inclui 36 iniciais filigrinadas e inúmeras anotações à margem. No final apresenta inúmeros vistos de correição e diversas inscrições dos séculos XVII ao XVIII que apontam para o facto deste exemplar ter sido a cópia entregue pela Chancelaria Real ao Concelho de Colares.
Contém os seguintes títulos: "Novas fontes documentais -18, Tombo da fábrica da igreja em 1661" publicado no Jornal de Sintra nº 2450 de 14 de agosto de 1981; "Novas fontes documentais - 19, A igreja de São João Eregida em paróquia" publicado no Jornal de Sintra nº 2451; "Novas fontes documentais - 20, descoberta sensacional na junta da freguesia" relativa á descoberta de documentos pertencentes ao Arquivo Paroquial publicado no Jornal de Sintra nº 2452 de 23 de agosto de 1981; "Novas fontes documentais - 21, DA/JF -1: Provisão do Arcebispo de Lisboa (16-08-1557) publicado no Jornal de Sintra nº 2453 de 4 de setembro de 1981.
Contém os seguintes títulos: "Novas fontes documentais -55,DA/JF.- 35: Sentença contra o prioste de São Martinho (18-07-1677). Na festa de Nossa Senhora da Saúde em São João dos oficiais da igreja de São João das Lampas contra o prioste de São Martinho e beneficiados della" publicado no Jornal de Sintra nº 2501 de 20 de agosto de 1982 e nº 2502 de 27 de agosto de 1982; "Novas fontes documentais -57, DA/JF.- 36: Sentença de Tombo de António Gaspar dos bens da capela de Maria das Neves de Almograve (26-04-1688)".
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Informação sobre os religiosos existentes naquela freguesia, sobre os valores cobrados por cada missa e, ainda, acerca da pensão de missas desta capela, para o que consultou o tombo 1.º da igreja, f. 59 v.º e o tombo 2.º, f. 710. Conclui que os avós do administrador disseram 120 missas até o tempo em o corregedor veio em correição e obrigou o administrador a dizer as 128 missas, o que se manteve desde então. Quanto aos religiosos esclarece: não havia sacerdote na Freguesia de Gaula, apenas na vila de Santa Cruz, e tirando os sacerdotes que servem benefício restavam desocupados os seguintes: padre João de Gouveia, com obrigação da capela do Rosário e Misericórdia; padre António Baptista, com obrigação da capela de São Francisco Xavier, padre Henrique Moniz, desocupado de benefício e capelas; padre Félix de Morais Drumond, com obrigação da capela de São João de Latrão, que continuava a dizer as missas da dita capela aos domingos e dias santos a 300 réis cada uma, porém queria que se lhe pagasse 400 e 350 réis; o padre guardião do convento de Santa Cruz afiançou não mandar qualquer religioso por menos de 400 réis, o mesmo diziam os sacerdotes acima mencionados.
Carta de Foral de Frossos. Foral Novo dado e assinado[1][2][3] por D. Manuel I à Vila e Concelho de Frossos, comenda da Ordem de Malta (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta). Feitos três exemplares do mesmo teor: um para a Câmara, outro para o Senhorio dos direitos (Comendador: Frei Leonel Henrique Telles), outro para a Torre do Tombo. Este é o exemplar da Câmara. Mandado fazer, concertado e registado[4][5][6][7] na Torre do Tombo por Fernão de Pina[8], encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia. Documento constituído pelo texto do Foral, auto de entrega, tabuada (índice das matérias tratadas) e vistos em correição (Angeja, Junho de 1629; Estarreja 1624-05-28; Estarreja, 1698-06-09; Estarreja, 1709-06-29; 1824; 1825; 1830). Fólio iluminado, «D» de Dom Manuel escrito em letra capitular. Títulos a vermelho, iniciais a vermelho, em fundo sépia, ornadas com vinhetas. Inscrição: «Foral para a comenda de Froços Ordem de S. João». • Assuntos: Monástico-Conventuais.
"João Jardim de Vilhena (Coimbra, 7 de Julho de 1873 - Lisboa, 10 de Dezembro de 1966) foi um magistrado, político e escritor português. Filho de Júlio Marques de Vilhena, primo em 2.º grau do 1.º Visconde de Ferreira do Alentejo, e de sua mulher Maria da Piedade Leite Pereira Jardim, irmã do 1.º Conde de Valenças e filha do 1.º Visconde de Monte São.[1] Licenciado pelo antigo Curso Superior de Letras, Primeiro-Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Secretário-Geral Substituto do Supremo Tribunal Administrativo, Governador Civil do Distrito de Beja, etc, escritor e publicista.[1]. O seu nome consta da lista de colaboradores da revista Feira da Ladra [2] (1929-1943). Casou primeira vez com Ana Júdice e segunda vez a 12 de Abril de 1934 com Lucinda da Conceição de Santana, ambos os casamentos sem geração." In: https://pt.linkfang.org/wiki/João_Jardim_de_Vilhena
Os tombos registados nesta unidade de instalação são os seguintes: - Instrumento de codicilo Afonso; - Instrumento de codicilo de João Lourenço dos Gaios; - Instrumento de testamento de Estevão Domingues; - Instrumento de testamento de Martim Gil; - Instrumento de apegamento dos casais de Catribana e Magoito que são da capela de João Lourenço dos Gaios; -Livro dos bens e heranças do Casal de Catribana; - Apegamento do Casal de Magoito; - Livro das terras e heranças e posições do casal de Maceira que é da administração e capela de Nuno Afonso estatuída na Igreja de São Martinho; - Testamento de Nuno Afonso, instituidor que deixou o Casal de Maceira e respetivas sentenças dadas sobre esta capela; - Treslado do testamento da Frada; - Tombos dos bens da capela de Martim Gil, clérigo raçoeiro que foi da dita Igreja da qual capela são administradores o vigário e beneficiados; - Instrumento de apegamento e medição dos bens pertencentes à capela de Nicolau Ferreira; - Treslado do testamento do dito Nicolau Ferreira; - Livro do casal d'Alcolombal; - Livro dos bens que estão em Lechim; - Livro do casal de Montelavar; - Instrumento de partilha das casas de Cheleiros que são da capela de Nicolau Ferreira; - Tombo da capela de Maria Eanes Capoa; - Treslado do instrumento da instituição da capela de Maria Eanes Capoa; - Livro dos bens e herança a saber da metade que pertence do dito casal ao administrador João Alvarés; - Tombo da outra metade deste casal a João de Sintra ou a seus herdeiros, outro administrador desta capela; - Treslado da sentença da capela de domingos Eanes Capoa; - Apegamento da capela de Lopo Lourenço e de Leonor Alvarés, sua mulher; - Livro dos bens e herança de Lopo Lourenço e de sua mulher Leonor Alvarés, cujo administrador é Simão de Seixas; - Demarcação e medida de certas terras do casal de São Martinho que está no lugar da Silva; - Verba do testamento do Padre Pedro Esteves; - Testamento de Fernão Dias; - Sentença contra o administrador da capela de Maria Afonso em que se julgou por missa de um alqueire de trigo ou de dois de cevada; - Sentença sobre os embargos que se puseram a passar pela Chancelaria a sentença que se havia dado, em que se julgou o Casal de Montelavar da Capela de Sancha Martins; - Revisão de sentença sobre a Capela de Sancha Martins, a qual fora requerida por Duarte Fernandes, vigário de São Martinho ao juiz ordinário Pedro Godinho, cavaleiro da casa del-rei, estando em audiência em Sintra, na praça, em 1517, maio, 22; - Sentença porque foi julgado pagar o administrador da capela de Maria Anes à Igreja um moio de trigo de receber; - Testamento do prior Domingos Borges.