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Série constituída por três livros contendo os inventários de bens pertencentes à Irmandade do Santíssimo Sacramento. O primeiro livro transcreve o inventário geral realizado em 1843 e os bens existentes na Sacristia a cargo do Padre Tesoureiro da Igreja. O segundo reproduz o inventário geral de 1857 e alterações e adições realizadas até 1859. O terceiro livro possui um inventário de 1882 e depois uma série de revisões, aditamentos e novas versões do inventário em 1898, 1917-1918, 1932, 1938, 1940, 1942, 1944, 1946 e 1949 (este último num caderno solto).
Contém casais pertencentes a Braga, Paredes (Gandra), Cinfães, Guimarães, Barcelos, Vila Nova de Gaia (Sandim) e Macedo de Cavaleiros.
Contém casais pertencentes a Vimioso, Vila Nova de Famalicão, Guimarães, Lousada, Monção, Aveiro e Barcelos.
Contém reconhecimentos pertencentes a Monção, Viana do Castelo, Paços de Ferreira e Arcos.
Contém reconhecimentos pertencentes a Monção, Viana do Castelo e Paços de Ferreira.
Contém casais pertencentes a Braga e Odivelas .
Contém casais pertencentes a Viana do Castelo (Carreço).
Contém casais pertencentes a Viana do Castelo (São Claúdio, Serreleis, Vilar Murteda, Vila Fria, Barroselas).
Contém casais pertencentes a Guimarães, Barcelos, Braga, Viana.
Contém casais pertencestes a Braga, Barcelos ,Guimarães, Vila Verde (Prado), Monção, Ponte da Barca, Póvoa de Varzim (Estela).
Faltam os fls.49 a 176. Os fls. 8 a 22v e fls.29v a 197 não estão preenchidos. Alguns documentos trasladados/copiados têm data anterior à data inicial averbada, correspondendo esta à data de realização de um determinado registo/averbamento.
"O Jornal ""O Século"" foi um periódico de referência a nível nacional. O seu arquivo, tendo transitado para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, conserva conteúdos relativos a Vila Franca de Xira, do que se destacam fotografias alusivas a eventos realizadados no Concelho, fotografias essas já disponíveis online. URL: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=1009215 (nível Fundo); https://digitarq.arquivos.pt/results?r=True&p0=CompleteUnitId&o0=11&v0=PT%2fTT%2fEPJS%25&p1=UnitTitle&o1=1&v1=xira (seleção de registos com fotografias alusivas a Vila Franca de Xira)."
Esta secção reúne a vasta coleção de fotografias, diapositivos (slides), negativos e bilhetes-postais de José Pereira da Costa. Não só é composta por fotos pessoais e de família, mas também por fotos relacionadas com a sua vida profissional, tais como fotos das visitas de entidades ao Arquivo Nacional Torre do Tombo e fotos dos vários congressos em que participou. Os diapositivos dizem respeito, sobretudo, às fotos que tirou na Madeira e Porto Santo na década de 60 e a reproduções de documentos de arquivo. Quanto à sua coleção de bilhetes-postais, foi adquirida nos diversos lugares e países por onde passou.
- Listagem por concelho de [fundos existentes na Torre do Tombo] de ordens religiosas (conventos, mosteiros, colégios), s.d.; - "Regimento dos familiares do Santo Officio", impresso da oficina de Miguel Manescal, impressor do Santo Ofício, 1694; - Alvarás régios impressos de D. João V, 1714; - "Relaçaõ das órfãs que entraõ no escrutínio para delle se tirarem cem dotes de sessenta mil réis cada hum no dia que a Real Casa Pia do Castello de S. Jorge de Lisboa dedica para agradecer a deos nosso senhor, por ver conservada a coroa destes reinos sereníssima Casa de Bragança", 1793.
Inclui 3 acetatos com fotografias da fachada do novo edifício em obras, esboço manuscrito de José Pereira da Costa de quadro de pessoal de eventual nova estrutura orgânica, cópia do auto de lançamento da 1.ª pedra do novo edifício do Arquivo Nacional da Torre do Tombo com adaptações manuscritas de José Pereira da Costa para o edifício da Biblioteca Pública e Arquivo Regional da Madeira, informação de José Pereira da Costa acerca do novo edifício - em obras - após visita ao mesmo, com algumas considerações sobre eventual desrespeito pelo projeto inicial.
Transcrição do juramento da carta constitucional na Câmara do Paço do concelho de Melgaço, em três de agosto 1826, por intermédio do Dr. José Oliva de Sousa Abreu Carvalho Albuquerque, juiz de fora e presidente da câmara de Melgaço. O documento é resultado do decretado por D. Pedro IV em vinte e nove de Abril de 1826, e deveria ser enviado ao Tenente coronel do exercito e governador das armas da província, governador interino da praça de Melgaço, Estevão de Sueiros Machado e Vasconcelos, documento que deveria repor a legalidade do funcionamento municipal. Tem a indicação da sua localização na Torre do Tombo
Assinado por Rui Boto, Chanceler-Mor, concertado e registado no tombo por Fernão de Pina, encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia. Trata-se de um original apresentando a tradicional portada com as armas de Portugal inscritas na inicial iluminada e duas tarjas com motivos florais rodeando o texto. Este manuscrito inclui 36 iniciais filigrinadas e inúmeras anotações à margem. No final apresenta inúmeros vistos de correição e diversas inscrições dos séculos XVII ao XVIII que apontam para o facto deste exemplar ter sido a cópia entregue pela Chancelaria Real ao Concelho de Colares.
Contém os seguintes títulos: "Novas fontes documentais -18, Tombo da fábrica da igreja em 1661" publicado no Jornal de Sintra nº 2450 de 14 de agosto de 1981; "Novas fontes documentais - 19, A igreja de São João Eregida em paróquia" publicado no Jornal de Sintra nº 2451; "Novas fontes documentais - 20, descoberta sensacional na junta da freguesia" relativa á descoberta de documentos pertencentes ao Arquivo Paroquial publicado no Jornal de Sintra nº 2452 de 23 de agosto de 1981; "Novas fontes documentais - 21, DA/JF -1: Provisão do Arcebispo de Lisboa (16-08-1557) publicado no Jornal de Sintra nº 2453 de 4 de setembro de 1981.
Contém os seguintes títulos: "Novas fontes documentais -55,DA/JF.- 35: Sentença contra o prioste de São Martinho (18-07-1677). Na festa de Nossa Senhora da Saúde em São João dos oficiais da igreja de São João das Lampas contra o prioste de São Martinho e beneficiados della" publicado no Jornal de Sintra nº 2501 de 20 de agosto de 1982 e nº 2502 de 27 de agosto de 1982; "Novas fontes documentais -57, DA/JF.- 36: Sentença de Tombo de António Gaspar dos bens da capela de Maria das Neves de Almograve (26-04-1688)".
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Carta de Foral de Frossos. Foral Novo dado e assinado[1][2][3] por D. Manuel I à Vila e Concelho de Frossos, comenda da Ordem de Malta (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta). Feitos três exemplares do mesmo teor: um para a Câmara, outro para o Senhorio dos direitos (Comendador: Frei Leonel Henrique Telles), outro para a Torre do Tombo. Este é o exemplar da Câmara. Mandado fazer, concertado e registado[4][5][6][7] na Torre do Tombo por Fernão de Pina[8], encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia. Documento constituído pelo texto do Foral, auto de entrega, tabuada (índice das matérias tratadas) e vistos em correição (Angeja, Junho de 1629; Estarreja 1624-05-28; Estarreja, 1698-06-09; Estarreja, 1709-06-29; 1824; 1825; 1830). Fólio iluminado, «D» de Dom Manuel escrito em letra capitular. Títulos a vermelho, iniciais a vermelho, em fundo sépia, ornadas com vinhetas. Inscrição: «Foral para a comenda de Froços Ordem de S. João». • Assuntos: Monástico-Conventuais.
"João Jardim de Vilhena (Coimbra, 7 de Julho de 1873 - Lisboa, 10 de Dezembro de 1966) foi um magistrado, político e escritor português. Filho de Júlio Marques de Vilhena, primo em 2.º grau do 1.º Visconde de Ferreira do Alentejo, e de sua mulher Maria da Piedade Leite Pereira Jardim, irmã do 1.º Conde de Valenças e filha do 1.º Visconde de Monte São.[1] Licenciado pelo antigo Curso Superior de Letras, Primeiro-Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Secretário-Geral Substituto do Supremo Tribunal Administrativo, Governador Civil do Distrito de Beja, etc, escritor e publicista.[1]. O seu nome consta da lista de colaboradores da revista Feira da Ladra [2] (1929-1943). Casou primeira vez com Ana Júdice e segunda vez a 12 de Abril de 1934 com Lucinda da Conceição de Santana, ambos os casamentos sem geração." In: https://pt.linkfang.org/wiki/João_Jardim_de_Vilhena
Os tombos registados nesta unidade de instalação são os seguintes: - Instrumento de codicilo Afonso; - Instrumento de codicilo de João Lourenço dos Gaios; - Instrumento de testamento de Estevão Domingues; - Instrumento de testamento de Martim Gil; - Instrumento de apegamento dos casais de Catribana e Magoito que são da capela de João Lourenço dos Gaios; -Livro dos bens e heranças do Casal de Catribana; - Apegamento do Casal de Magoito; - Livro das terras e heranças e posições do casal de Maceira que é da administração e capela de Nuno Afonso estatuída na Igreja de São Martinho; - Testamento de Nuno Afonso, instituidor que deixou o Casal de Maceira e respetivas sentenças dadas sobre esta capela; - Treslado do testamento da Frada; - Tombos dos bens da capela de Martim Gil, clérigo raçoeiro que foi da dita Igreja da qual capela são administradores o vigário e beneficiados; - Instrumento de apegamento e medição dos bens pertencentes à capela de Nicolau Ferreira; - Treslado do testamento do dito Nicolau Ferreira; - Livro do casal d'Alcolombal; - Livro dos bens que estão em Lechim; - Livro do casal de Montelavar; - Instrumento de partilha das casas de Cheleiros que são da capela de Nicolau Ferreira; - Tombo da capela de Maria Eanes Capoa; - Treslado do instrumento da instituição da capela de Maria Eanes Capoa; - Livro dos bens e herança a saber da metade que pertence do dito casal ao administrador João Alvarés; - Tombo da outra metade deste casal a João de Sintra ou a seus herdeiros, outro administrador desta capela; - Treslado da sentença da capela de domingos Eanes Capoa; - Apegamento da capela de Lopo Lourenço e de Leonor Alvarés, sua mulher; - Livro dos bens e herança de Lopo Lourenço e de sua mulher Leonor Alvarés, cujo administrador é Simão de Seixas; - Demarcação e medida de certas terras do casal de São Martinho que está no lugar da Silva; - Verba do testamento do Padre Pedro Esteves; - Testamento de Fernão Dias; - Sentença contra o administrador da capela de Maria Afonso em que se julgou por missa de um alqueire de trigo ou de dois de cevada; - Sentença sobre os embargos que se puseram a passar pela Chancelaria a sentença que se havia dado, em que se julgou o Casal de Montelavar da Capela de Sancha Martins; - Revisão de sentença sobre a Capela de Sancha Martins, a qual fora requerida por Duarte Fernandes, vigário de São Martinho ao juiz ordinário Pedro Godinho, cavaleiro da casa del-rei, estando em audiência em Sintra, na praça, em 1517, maio, 22; - Sentença porque foi julgado pagar o administrador da capela de Maria Anes à Igreja um moio de trigo de receber; - Testamento do prior Domingos Borges.
Receitas e despesas de natureza administrativa da Comissão Concelhia de Évora, incluindo as contas da Associação cultual da freguesia de São Miguel de Machede, do concelho de Évora, referente aos anos de 1912-1913. Contém um relatório minucioso explicativo da Conta de Receita e Despesa da Comissão Concelhia relativamente a 1912-13, onde, entre outros, figura a referência à falta de arrolamento dos domínios directos pertencentes à Mitra de Elvas incorporada posteriormente na de Évora. Daí, o arcebispo de Évora foi intimado a apresentar o referido tombo a que ele responde não o possuir, a 18 de Maio de 1914, cuja cópia se encontra no processo. No entanto como a autoridade administrativa desempenhou esta missão, a cópia com a relação de foros foi enviada ao administrador do concelho para proceder a arrolamento adicional.
"Relação do estado em que se acham os Casais e Prazos da Comenda de Oleiros e suas anexas, com declaração do foro que pagam, nomes dos foreiros e outras circunstâncias". No final, consta uma relação extraída do tombo em 12 de Fevereiro de 1819, cujo efeito deveria ter início no dia 1 de Maio de 1819, e que inclui os montantes dos foros pagos em géneros (medidos em alqueires, almudes, quartilhos e unidades) e em dinheiro, divididos em quanto recebia a Comenda nesse momento, em quanto recebia a mesma anteriormente e em quanto recebia também nesse momento outro senhorio, designado de "o Albuquerque", que outras passagens do documento permitem identificar como sendo Francisco de Albuquerque Pinto, muito provavelmente o mesmo que veio a ser 1.º Barão de Oleiros, de nome completo Francisco de Albuquerque Pinto Castro e Nápoles.
Livro de registo das propriedades, rendimentos, direitos, foreiros e foros do Almoxarifado da vila de Proença-a-Nova, com averbamentos vários, pertencentes à fazenda e casa do Grão Prior do Crato, da Ordem Militar da Sagrada Religião de Malta, e de registo, em títulos separados, de alvarás de confirmação e de termos de reconhecimento de prazos, assim como de outros documentos relativos a foreiros e emprazamentos (ordem para os moradores do lugar do Malhadal poderam tirar água da Ribeira de Isna para um moinho, arbitramento de foros pela utilização de moinhos, aprovações de compras de quinhões, escritura de venda de quinhão, auto de conferência dos róis dos priostes com os do tombo do almoxarifado, etc.). Inclui relação de todos os foreiros que pagavam pensões e foros ao Almoxarifado de Proença-a-Nova, pela ordem régia de 28 de Março de 1832, com indicação do total dos foros pagos em géneros e em dinheiro (fl. 133 a 190).
CASTRO, António (Padre). Filho (*) de Lopo de Castro (Azevedo da Silva Coutinho) e de Isabel Soares, da Casa de Tangil. // Foi abade da freguesia de Rouças onde, depois da elaboração do tombo desta freguesia, em 1540, entrou em conflito com os frades de Fiães, por causa dos limites das respetivas freguesias. // Em 1544, com os seus fregueses, penetrou de noite no couto de Fiães e ali, além de outros desmandos, destruiu as searas de João Soutulho, a fim de os frades não receberem os dízimos; pelo acto foi condenado. // Em 1549 voltou a atacar, quebrando os marcos que dividiam as duas freguesias. Teve de responder; e, para escapar à pena, homiziou-se. // Os frades, obtida a licença, passaram a dizer a missa conventual na igreja de Rouças. // O padre António de Castro viveu com Isabel Soares Teixeira. // Com geração. /// (*) Primogénito e herdeiro.
Certidão passada no reinado de D. Miguel, a pedido da Duquesa de Lafões e seu marido, pelos escrivães Tomás Caetano Rodrigues Portugal e Gaspar Feliciano de Morais do Real do Arquivo da Torre do Tombo. Contém traslados da carta de venda do Reguengo de Almada feita por D. Filipe a D. Rui Gonçalves da Câmara, Conde de Vila Franca, de 3 de junho de 1593; certidão de justificação da doação do reguengo, em dote de casamento a D. Constança de Gusmão e D. Pedro de Menezes de 21 de janeiro de 1610; sentença de justificação da posse do reguengo de D. José de Menezes que o recebeu de sua mãe D. Guiomar de Menezes, que o tinha recebido em testamento de seu tio e marido D. Rodrigo de Menezes de 4 de janeiro de 1690. Contém selo branco com brasão real em papel assente em lacre.