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Contém reconhecimentos pertencentes a Monção, Viana do Castelo e Paços de Ferreira.
Contém casais pertencentes a Braga e Odivelas .
Contém casais pertencentes a Viana do Castelo (Carreço).
Contém casais pertencentes a Viana do Castelo (São Claúdio, Serreleis, Vilar Murteda, Vila Fria, Barroselas).
Contém casais pertencentes a Guimarães, Barcelos, Braga, Viana.
Contém casais pertencestes a Braga, Barcelos ,Guimarães, Vila Verde (Prado), Monção, Ponte da Barca, Póvoa de Varzim (Estela).
Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024. Documentos: 1 número de cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974. "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura. Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram." • Áreas geográficas e topónimos: Lisboa • Assuntos: EXPOSIÇÕES pós-1981.
Carta de Foral de Frossos. Foral Novo dado e assinado[1][2][3] por D. Manuel I à Vila e Concelho de Frossos, comenda da Ordem de Malta (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta). Feitos três exemplares do mesmo teor: um para a Câmara, outro para o Senhorio dos direitos (Comendador: Frei Leonel Henrique Telles), outro para a Torre do Tombo. Este é o exemplar da Câmara. Mandado fazer, concertado e registado[4][5][6][7] na Torre do Tombo por Fernão de Pina[8], encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia. Documento constituído pelo texto do Foral, auto de entrega, tabuada (índice das matérias tratadas) e vistos em correição (Angeja, Junho de 1629; Estarreja 1624-05-28; Estarreja, 1698-06-09; Estarreja, 1709-06-29; 1824; 1825; 1830). Fólio iluminado, «D» de Dom Manuel escrito em letra capitular. Títulos a vermelho, iniciais a vermelho, em fundo sépia, ornadas com vinhetas. Inscrição: «Foral para a comenda de Froços Ordem de S. João». • Assuntos: Monástico-Conventuais.
"João Jardim de Vilhena (Coimbra, 7 de Julho de 1873 - Lisboa, 10 de Dezembro de 1966) foi um magistrado, político e escritor português. Filho de Júlio Marques de Vilhena, primo em 2.º grau do 1.º Visconde de Ferreira do Alentejo, e de sua mulher Maria da Piedade Leite Pereira Jardim, irmã do 1.º Conde de Valenças e filha do 1.º Visconde de Monte São.[1] Licenciado pelo antigo Curso Superior de Letras, Primeiro-Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Secretário-Geral Substituto do Supremo Tribunal Administrativo, Governador Civil do Distrito de Beja, etc, escritor e publicista.[1]. O seu nome consta da lista de colaboradores da revista Feira da Ladra [2] (1929-1943). Casou primeira vez com Ana Júdice e segunda vez a 12 de Abril de 1934 com Lucinda da Conceição de Santana, ambos os casamentos sem geração." In: https://pt.linkfang.org/wiki/João_Jardim_de_Vilhena
Os tombos registados nesta unidade de instalação são os seguintes: - Instrumento de codicilo Afonso; - Instrumento de codicilo de João Lourenço dos Gaios; - Instrumento de testamento de Estevão Domingues; - Instrumento de testamento de Martim Gil; - Instrumento de apegamento dos casais de Catribana e Magoito que são da capela de João Lourenço dos Gaios; -Livro dos bens e heranças do Casal de Catribana; - Apegamento do Casal de Magoito; - Livro das terras e heranças e posições do casal de Maceira que é da administração e capela de Nuno Afonso estatuída na Igreja de São Martinho; - Testamento de Nuno Afonso, instituidor que deixou o Casal de Maceira e respetivas sentenças dadas sobre esta capela; - Treslado do testamento da Frada; - Tombos dos bens da capela de Martim Gil, clérigo raçoeiro que foi da dita Igreja da qual capela são administradores o vigário e beneficiados; - Instrumento de apegamento e medição dos bens pertencentes à capela de Nicolau Ferreira; - Treslado do testamento do dito Nicolau Ferreira; - Livro do casal d'Alcolombal; - Livro dos bens que estão em Lechim; - Livro do casal de Montelavar; - Instrumento de partilha das casas de Cheleiros que são da capela de Nicolau Ferreira; - Tombo da capela de Maria Eanes Capoa; - Treslado do instrumento da instituição da capela de Maria Eanes Capoa; - Livro dos bens e herança a saber da metade que pertence do dito casal ao administrador João Alvarés; - Tombo da outra metade deste casal a João de Sintra ou a seus herdeiros, outro administrador desta capela; - Treslado da sentença da capela de domingos Eanes Capoa; - Apegamento da capela de Lopo Lourenço e de Leonor Alvarés, sua mulher; - Livro dos bens e herança de Lopo Lourenço e de sua mulher Leonor Alvarés, cujo administrador é Simão de Seixas; - Demarcação e medida de certas terras do casal de São Martinho que está no lugar da Silva; - Verba do testamento do Padre Pedro Esteves; - Testamento de Fernão Dias; - Sentença contra o administrador da capela de Maria Afonso em que se julgou por missa de um alqueire de trigo ou de dois de cevada; - Sentença sobre os embargos que se puseram a passar pela Chancelaria a sentença que se havia dado, em que se julgou o Casal de Montelavar da Capela de Sancha Martins; - Revisão de sentença sobre a Capela de Sancha Martins, a qual fora requerida por Duarte Fernandes, vigário de São Martinho ao juiz ordinário Pedro Godinho, cavaleiro da casa del-rei, estando em audiência em Sintra, na praça, em 1517, maio, 22; - Sentença porque foi julgado pagar o administrador da capela de Maria Anes à Igreja um moio de trigo de receber; - Testamento do prior Domingos Borges.
Receitas e despesas de natureza administrativa da Comissão Concelhia de Évora, incluindo as contas da Associação cultual da freguesia de São Miguel de Machede, do concelho de Évora, referente aos anos de 1912-1913. Contém um relatório minucioso explicativo da Conta de Receita e Despesa da Comissão Concelhia relativamente a 1912-13, onde, entre outros, figura a referência à falta de arrolamento dos domínios directos pertencentes à Mitra de Elvas incorporada posteriormente na de Évora. Daí, o arcebispo de Évora foi intimado a apresentar o referido tombo a que ele responde não o possuir, a 18 de Maio de 1914, cuja cópia se encontra no processo. No entanto como a autoridade administrativa desempenhou esta missão, a cópia com a relação de foros foi enviada ao administrador do concelho para proceder a arrolamento adicional.
"Relação do estado em que se acham os Casais e Prazos da Comenda de Oleiros e suas anexas, com declaração do foro que pagam, nomes dos foreiros e outras circunstâncias". No final, consta uma relação extraída do tombo em 12 de Fevereiro de 1819, cujo efeito deveria ter início no dia 1 de Maio de 1819, e que inclui os montantes dos foros pagos em géneros (medidos em alqueires, almudes, quartilhos e unidades) e em dinheiro, divididos em quanto recebia a Comenda nesse momento, em quanto recebia a mesma anteriormente e em quanto recebia também nesse momento outro senhorio, designado de "o Albuquerque", que outras passagens do documento permitem identificar como sendo Francisco de Albuquerque Pinto, muito provavelmente o mesmo que veio a ser 1.º Barão de Oleiros, de nome completo Francisco de Albuquerque Pinto Castro e Nápoles.
Livro de registo das propriedades, rendimentos, direitos, foreiros e foros do Almoxarifado da vila de Proença-a-Nova, com averbamentos vários, pertencentes à fazenda e casa do Grão Prior do Crato, da Ordem Militar da Sagrada Religião de Malta, e de registo, em títulos separados, de alvarás de confirmação e de termos de reconhecimento de prazos, assim como de outros documentos relativos a foreiros e emprazamentos (ordem para os moradores do lugar do Malhadal poderam tirar água da Ribeira de Isna para um moinho, arbitramento de foros pela utilização de moinhos, aprovações de compras de quinhões, escritura de venda de quinhão, auto de conferência dos róis dos priostes com os do tombo do almoxarifado, etc.). Inclui relação de todos os foreiros que pagavam pensões e foros ao Almoxarifado de Proença-a-Nova, pela ordem régia de 28 de Março de 1832, com indicação do total dos foros pagos em géneros e em dinheiro (fl. 133 a 190).
CASTRO, António (Padre). Filho (*) de Lopo de Castro (Azevedo da Silva Coutinho) e de Isabel Soares, da Casa de Tangil. // Foi abade da freguesia de Rouças onde, depois da elaboração do tombo desta freguesia, em 1540, entrou em conflito com os frades de Fiães, por causa dos limites das respetivas freguesias. // Em 1544, com os seus fregueses, penetrou de noite no couto de Fiães e ali, além de outros desmandos, destruiu as searas de João Soutulho, a fim de os frades não receberem os dízimos; pelo acto foi condenado. // Em 1549 voltou a atacar, quebrando os marcos que dividiam as duas freguesias. Teve de responder; e, para escapar à pena, homiziou-se. // Os frades, obtida a licença, passaram a dizer a missa conventual na igreja de Rouças. // O padre António de Castro viveu com Isabel Soares Teixeira. // Com geração. /// (*) Primogénito e herdeiro.
Certidão passada no reinado de D. Miguel, a pedido da Duquesa de Lafões e seu marido, pelos escrivães Tomás Caetano Rodrigues Portugal e Gaspar Feliciano de Morais do Real do Arquivo da Torre do Tombo. Contém traslados da carta de venda do Reguengo de Almada feita por D. Filipe a D. Rui Gonçalves da Câmara, Conde de Vila Franca, de 3 de junho de 1593; certidão de justificação da doação do reguengo, em dote de casamento a D. Constança de Gusmão e D. Pedro de Menezes de 21 de janeiro de 1610; sentença de justificação da posse do reguengo de D. José de Menezes que o recebeu de sua mãe D. Guiomar de Menezes, que o tinha recebido em testamento de seu tio e marido D. Rodrigo de Menezes de 4 de janeiro de 1690. Contém selo branco com brasão real em papel assente em lacre.
Auto do lançamento da primeira pedra do monumento a António Rodrigues Sampaio. A cerimónia decorreu no dia 25 de julho de 1906 na presença da Comissão, do Administrador do Concelho, do Juiz de Direito, do Presidente da Câmara, Vereadores, representantes da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e outras entidade civis e religiosas. O monumento seria da autoria de Manuel José Gonçalves Viana, diretor da Escola Industrial Príncipe Real de Lisboa, executado pelo construtor António Fernandes Ribeiro e o busto esculpido por José Moreira Rato Júnior. Seriam lavrados três exemplares da ata: um entregue ao arquivo da Câmara, um depositado na base do monumento e outro enviado ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Etapa #3 A limpeza de livros e documentos é uma das principais tarefas realizadas no arquivo para uma boa conservação dos mesmos. O sistema tadicional (escova e pano), tem os seguintes inconvenientes: além do elevado custo por envolver recursos humanos, corre-se o risco de se rasgarem folhas pela simples manipulação dos documentos, principalmente os mais antigos, para evitar esta situação requisitou-se uma máquina de limpeza de livros e documentos. Mais informo que a máquina pretendida é idêntica ás utilizadas no Instituto de Arquivos Nacionais da Torre do Tombo e Arquivos Distritais, designadamente, o Arquivo Distrital de Leiria. ( Distribuidas pela Firma VIDEQ). As características da máquina são as seguintes: Máquina de Limpeza de Livros e Documentos - Mod. P.31.5 Dimensões: 1.600x650x650 mm. Altura de trabalho: 900mm. Conexão eléctrica: 220 monofásico 0,5 Kw. Peso: 60 Kg.
Segundo alguns historiadores, o fundador desta Igreja teria sido a rainha D. Mafalda, mulher do rei D. Afonso Henriques, filha da Madame Guiguone dos Condes de Albon de França e de Amadeu Conde de Moriana, descendentes dos imperadores da Alemanha e duques da Saxónia. D. Mafalda teria mandado construir esta igreja em honra da Virgem e Mártir Santa Catarina, cuja cabeça havia sido trasladada do Mosteiro de Águas Santas, por autorização do bispo de Orense D. Pedro II. Contra esta notícia existe uma carta do rei D. Sancho I, em que diz que este Mosteiro da Costa he meu e o fez meu padre e o amava muito . Este argumento faz com que D. Sancho I diga que o seu fundador foi seu pai e não sua mãe.Por volta de 1156 a rainha D. Mafalda doou este mosteiro aos cónegos regrantes de Stº. Agostinho. Estes cónegos governaram e possuíram este mosteiro mais ou menos trezentos e cinquenta anos, até ao ano de 1528. Em meados do século XV a coroa manifestava a intenção de entregar à ordem de S. Jerónimo a tutela do Convento da Costa, contudo, só em 1525 é que o Duque de Bragança, D. Jaime resolveu pedir ao Papa Clemente VII, por conselho do rei, que ordenasse a extinção do Convento dos Cónegos Regulares de Stº. Agostinho, e que, em seu lugar aí instituísse a ordem de S. Jerónimo. A bula Pontífice foi expedida a 2 de Março de 1527, seguindo-se-lhe em Novembro do mesmo ano a sentença executória emitida pelo prior da Colegiada, D. Sebastião Lopes. A ordem de S. Jerónimo ficou obrigada a dar anualmente uma quantia para a sustentação dos cónegos regrantes que foram desalojados. O acto de entrega do mosteiro aos padres Jerónimos deu-se em 27 de Janeiro de 1528, numa cerimónia em que esteve presente o provincial da ordem, Frei António de Lisboa. No período do Renascimento o Mosteiro de Santa Marinha da Costa, teve o privilégio de iniciar uma das mais importantes experiências de renovação do ensino superior em Portugal. Por volta de 1537, o rei D. João III, decide transferir o colégio do Mosteiro de Penhalonga para o Convento da Costa, para nele poder estudar o Infante D. Duarte, seu filho. Também foram lá criados o Infante D. Luís e seu filho D. António. Em relação ao plano de estudos existiam na Costa os estudos preparatórios, constituídos pelas humanidades e pelas artes, e os de ensino superior relacionados com Teologia. Por alvará do rei D. João III a 6 de Julho de 1541 concedeu-se autorização para que aos estudantes deste colégio pudessem ser atribuídos os graus de licenciados, bacharel e doutor em artes, ficando equiparados aos da Universidade de Coimbra.Após a Morte de D. Duarte, em Agosto de 1543, o Colégio da Costa deixou de ser uma escola principesca deixando por isso de beneficiar dos favores régios. Em 1553 D. João III, incorpora o Colégio de S. Jerónimo na Universidade de Coimbra.Em 1820 com a instalação do liberalismo, o convento, que tinha acabado de sair de um período brilhante de afirmação e desenvolvimento e progresso, depressa esgotará a sua capacidade de desenvolvimento e sobrevivência. Em 31 de Maio de 1834, após o decreto que extinguia as ordens religiosas, os monges recebem a intimação para abandonarem o edifício. A 9 de Junho do mesmo ano dá-se a extinção do convento. O edifício passou para a fazenda nacional e foi apresentado em hasta pública. José Ferreira Pinto Bastos, industrial, fundador da fábrica da Vista Alegre, arrematou o convento. Com o seu falecimento em 1893, a casa conventual apareceu, dois anos depois, à venda pela Junta de Crédito Público. Foram arrematantes Custódio Teixeira Pinto Bastos e Manuel Baptista Sampaio Guimarães, e o auto de posse, lavrado em 25 de Janeiro de 1842, acrescenta que ao último caberia a metade do mesmo mosteiro para a parte norte até bater na Igreja, enquanto o primeiro ficava com a metade do mesmo ao longo para a parte sul, inclusivamente a varanda. Anos mais tarde a parte de Custódio foi vendida a António Fernandes Araújo, um Vimaranense que fez fortuna no Brasil, quando este faleceu em 1888, a sua propriedade passou para três sobrinhas suas.Do outro lado do edifício viveu, até 1911, Dona Custódia Carolina Sampaio, filha de Manuel Baptista, a quem coube por herança. No entanto, por volta de 1881, esta senhora havia arrendado a sua parte a um colégio, que ali funcionou uns anos. Foi herdeiro um sobrinho neto, António Leite Castro Sampaio e Vaz Vieira que, desde 1899, já vivia na outra metade da casa, por casamento com a respectiva titular, Dona Antónia de Araújo Fernandes. Em 1936, pelo decreto nº 26450 de 24 de Março, o Mosteiro e sua Igreja foram classificados como imóvel de interesse público. Contudo um lamentável incêndio ditou-lhe um destino mais adverso, colocando-o completamente ao abandono.Por fim, em 1972, foi comprado pelo Estado que iniciou obras de restauro cinco anos depois, com vista à sua adaptação a Pousada. História Custodial: Este arquivo foi incorporado aquando da criação do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta de acordo com o decreto de lei. Nº.19.952 de 30 Julho de 1931, contudo, existem dois livros que foram oferecidos pelo Dr. Isaías Vieira Castro em Outubro de 1946.